Exibição de “FBI” é cancelada após massacre em escola nos EUA
A série “FBI” vai ficar sem final da temporada. A rede CBS anunciou que não irá exibir o capítulo que encerra o quarto ano da produção, previsto para ir ao ar na noite desta terça (24/5) nos EUA, devido a um massacre numa escola no Texas. No começo do dia, um adolescente armado de 18 anos matou 19 alunos e dois professores numa escola do Ensino Fundamental na pequena cidade de Uvalde, de apenas 16 mil habitantes, perto da fronteira com o México. A CBS optou por não exibir a season final, intitulada “Prodigal Son” – , porque a trama envolve um tiroteio numa escola. A relação não fica clara pela sinopse oficial, que diz: “Enquanto a equipe federal investiga um roubo mortal que rendeu uma porção de armas automáticas para os assassinos, eles descobrem que um dos criminosos é um colega de classe do filho de Jubal, que está relutante em cooperar com o caso”. Entretanto, fotos da produção revelaram o elenco tratando de uma situação de risco diante de ônibus escolares. Veja abaixo. O episódio foi escrito pelo showrunner Rick Eid e dirigido por Alex Chappel. Não há informações sobre os planos da CBS para o capítulo arquivado – se ele será exibido mais tarde, disponibilizado em streaming ou abandonado. Nem se a decisão terá consequência para o mercado internacional. No Brasil, “FBI” é disponibilizado pela plataforma Globoplay.
Atriz do elenco central se despede da série “SWAT”
A atriz Lina Esco se despediu da série “SWAT” no final da 5ª temporada da atração, exibida pela rede americana CBS na noite do último domingo (22/5), nos EUA. A atriz, que estava na atração desde a estreia, interpretou a sniper Christina “Chris” Alonso em 106 episódios. Na trama, a explicação para a saída de Alonso foi a mais simples possível: seguir novos rumos na vida. Mas a situação reflete o que a atriz queria para sua própria carreira, após cinco anos no mesmo papel. “Deixo ‘SWAT’ para buscar novos desafios criativos”, ela informou em comunicado. “Estou animada por sair da minha zona de conforto e começar a escrever um novo capítulo da minha trajetória.” “Dito isso, essa foi uma das decisões mais difíceis que tomei em toda a minha vida”, continuou. “Sou eternamente grata por toda minha família ‘SWAT’, meus colegas de elenco, escritores e produtores… foi uma jornada incrível. Aos fãs de ‘SWAT’: vocês são o coração da série, agradeço a todo o apoio que me deram.” Atualmente renovada para a 6ª temporada nos EUA, a série chega ao Brasil [bem atrasada] pela rede Globo, mas também pode ser acompanhada nos episódios mais recentes pelo canal pago AXN e pela plataforma de streaming Star+.
Evil: Série de terror ganha prévia da 3ª temporada
A Paramount+ divulgou dois pôsteres e o trailer da 3ª temporada de “Evil”, série de terror dos criadores de “Good Wife” e seu spin-off “The Good Fight”. A prévia é repleta de demônios e tentações, mostrando que os protagonistas estão longe de se livrar das ameaças que os assombram. Produção do casal Robert e Michelle King, “Evil” acompanha um funcionário da Igreja Católica encarregado de investigar possessões, que se alia a uma psicóloga forense para distinguir casos reais de surtos psicóticos. Mike Colter (o “Luke Cage”) vive o homem da Igreja, a atriz holandesa Katja Herbers (a Emily de “Westworld”) interpreta a psicóloga e o elenco ainda destaca Aasif Mandvi (“The Brink”) como investigador técnico dos fenômenos, além de Michael Emerson (“Person of Interest”) como um agente do Mal. A estreia dos novos episódios está marcada para 12 de junho. No Brasil, a série é disponibilizada pela Globoplay.
Trailer apresenta a nova série de detetive “So Help me Todd”
A rede CBS divulgou o trailer de “So Help me Todd”, série sobre um detetive particular contratado pela própria mãe. Talentoso, mas sem direção, o detetive é a ovelha negra da família, que recebe um ultimato da mãe e relutantemente concorda em trabalhar para ela, como investigador de seus casos. A mãe é uma advogada de sucesso se recuperando da recente dissolução de seu casamento, e também precisa de ajuda para estabelecer sua firma. Criada por Scott Prendergast, a série traz os atores Marcia Gay Harden (“Code Black”) e Skylar Astin (“A Escolha Perfeita”) como mãe e filho. “So Help Me Todd” vai estrear no outono nos EUA (nossa primavera).
Fire Country: Conheça a nova série de bombeiros
A rede CBS divulgou o trailer de “Fire Country”, série de bombeiros cocriada e estrelada por Max Thieriot, astro de “Bates Motel” e “SEAL Team”. Diferente das outras séries de combatentes do fogo exibidas atualmente na TV dos EUA – “Chicago Fire” e “Station 19” – , desta vez a locação é rural, com enfrentamento de incêndios florestais. A série segue Bode Donovan (Thieriot), um jovem condenado que aceita entrar num programa de combate a incêndios para reduzir sua sentença na prisão, sem saber que isso o levará de volta à sua pequena cidade natal no norte da Califórnia, onde ele e outros presidiários vão trabalhar ao lado de bombeiros de elite para extinguir grandes incêndios em toda a região. O elenco também conta com Billy Burke (“Maid”), Kevin Alejandro (“Lucifer”), Diane Farr (“Charmed”), Stephanie Arcila (“O Homem nas Trevas 2”), Jordan Calloway (“Raio Negro”/Black Lightning) e Jules Latimer (“Guilty Party”). Thieriot cresceu na região retratada, onde ocorrem a maioria dos incêndios da Califórnia, e se inspirou nessa experiência para desenvolver a atração com Tony Phelan e Joan Rater (que escreveram e produziram “Grey’s Anatomy”). Os três também assinam a produção com o magnata Jerry Brukheimer (“CSI”, “Piratas do Caribe”). A estreia vai acontecer durante o outono nos EUA (nossa primavera).
Série baseada em “True Lies” ganha trailer
A rede CBS divulgou o trailer de “True Lies”, série baseada no filme de mesmo nome, dirigido por James Cameron e estrelado por Arnold Schwarzenegger em 1994. A prévia revela a mesma premissa vista na tela grande – e em suas várias reprises na TV. Uma dona de casa suburbana insatisfeita (no filme, Jamie Lee Curtis) fica chocada ao descobrir que seu marido, consultor de informática insípido e comum, é um espião internacional habilidoso. Ela é impelida a uma vida de perigo e aventura quando é recrutada para trabalhar ao lado dele para salvar o mundo, ao mesmo tempo em que eles tentam revitalizar seu casamento, há muito tempo sem paixão, além de precisar salvar os filhos de terroristas. O responsável pela adaptação é o produtor-roteirista Matt Nix, criador de “Burn Notice” e “The Gifted”, que desenvolveu a série com apoio de ninguém menos que James Cameron, diretor do longa original, que também é produtor executivo da atração. Já o elenco é encabeçado por Steve Howey (o Kevin de “Shameless”) como o novo Schwarzenegger e Ginger Gonzaga (“Kidding”) como a nova Jamie Lee Curtis, além de Erica Hernandez (“A Maratona de Brittany”), Omar Miller (“Ballers”), Mike O’Gorman (“Vice-Principals”), a adolescente Annabella Didion (vista em “Outer Banks”) e o menino Lucas Jaye (“Missão Pijamas”). A estreia vai acontecer no começo de 2023 nos EUA.
East New York: Trailer apresenta nova série policial
A rede americana CBS divulgou o primeiro trailer de “East New York”, nova série policial que acompanha o cotidiano de uma delegacia nova-iorquina. A série segue Regina Haywood (Amanda Warren, de “Dickinson”), recém-promovida vice-inspetora de East New York, um bairro residencial pobre nos limites do Brooklyn. Ela lidera um grupo diversificado de oficiais e detetives, alguns dos quais relutam em seguir seus métodos criativos de servir e proteger em meio à agitação social das ruas e a chegada da classe média à região. Apesar do destaque dado para a nova chefe da delegacia, o elenco de apoio é grandioso e a prévia revela que todos terão suas histórias desenvolvidas nos episódios. Os atores principais incluem Jimmy Smits (“Sons of Anarchy”), Ruben Santiago-Hudson (“Castle”), Richard Kind (“Curb Your Enthusiasm”), Kevin Rankin (“Claws”), Elizabeth Rodriguez (“Orange Is the New Black”), Lavel Schley (“Grown-ish”) e Olivia Luccardi (“The Deuce”). A série é uma produção da Warner Bros. Television e foi desenvolvida pela dupla William Finkelstein, que já criou uma série policial na mesma região, “Brooklyn South” (1997–1998), e Mike Flynn, roteirista de “Power Book III: Raising Kanan” e “Big Sky”. A estreia vai acontecer no outono nos EUA (nossa primavera).
TVs americanas cancelam 21 séries em 15 dias. Saiba quais
As cinco grandes redes de televisão dos EUA realizaram nos últimos 15 dias o que a produtora Julie Plec (“Legacies”) chamou de “casamento vermelho”, em referência a um episódio especialmente sangrento de “Game of Thrones”. Foram nada menos que 21 degolas, deixando a maioria das séries canceladas sem final. A rede que mais cancelou foi The CW, até então conhecida por sempre renovar sua programação, ano após ano. Motivos para esta mudança não faltaram. Criada como joint venture pela CBS e Warner (o C e o W do nome), a rede funcionava como vitrine para séries das duas empresas. O canal pagava as produções e os estúdios negociavam a reprodução do conteúdo com empresas de streaming e no mercado internacional, recebendo milhões com pouco investimento. Graças a isso, pouco importava se as séries tinham baixa audiência. Mas tudo mudou quando as sócias-proprietárias decidiram lançar seus próprios serviços de streaming, Paramount+ e HBO Max, e cancelaram a venda de conteúdo para rivais. Com o fim da receita da Netflix e do mercado internacional (via exclusividade das séries nas duas plataformas), a CW se tornou deficitária. O cancelamento de metade da programação também prepara a venda da emissora, atualmente negociada com a Nexstar, a maior rede de TV independente dos EUA, que retransmite a programação da CW. Vale observar ainda que a Fox não definiu o destino da maioria de suas séries, o que só deve acontecer na segunda-feira (16/5), quando apresentará seus programas de outono (nossa primavera) no primeiro dia dos upfronts – eventos do setor televisivo em que cada rede revela sua nova programação anual. Como a maioria das séries da TV aberta americana geralmente chegam ao Brasil por streaming, as decisões também afetam o mercado brasileiro. Sete das atrações canceladas faziam parte do catálogo da HBO Max, a plataforma mais afetada pelos cortes. Confira abaixo quais foram as séries canceladas até o momento e em quais plataformas elas eram exibidas no Brasil. Fox “Our Kind of People” (Star+ no Brasil) “Pivoting” (HBO Max no Brasil) ABC “Promised Land” (inédita no Brasil) “Queens” (inédita no Brasil) CBS “B Positive” (HBO Max no Brasil) “Good Sam” (inédita no Brasil) “Magnum P.I.” (Globoplay no Brasil) “United States of Al” (inédita no Brasil) NBC “How We Roll” (inédita no Brasil) “Kenan” (inédita no Brasil) “Mr. Mayor” (inédita no Brasil) “The Endgame” (inédita no Brasil) The CW “4400” (inédita no Brasil) “Batwoman” (HBO Max no Brasil) “Charmed” (Globoplay no Brasil) “DC’s Legends of Tomorrow” (HBO Max no Brasil) “Dinastia” (Netflix no Brasil) “Legacies” (HBO Max no Brasil) “Naomi” (HBO Max no Brasil) “No Escuro” (Globoplay no Brasil) “Roswell, New Mexico” (HBO Max no Brasil)
Série baseada em “True Lies” é oficializada
A rede CBS oficializou a produção de uma série baseada na comédia de ação “True Lies”, dirigida por James Cameron e estrelada por Arnold Schwarzenegger em 1994. A produção televisiva vai partir da mesma premissa vista na tela grande – e em suas várias reprises na TV. Uma dona de casa suburbana insatisfeita (no filme, Jamie Lee Curtis) fica chocada ao descobrir que seu marido, consultor de informática insípido e comum, é um espião internacional habilidoso. Ela é impelida a uma vida de perigo e aventura quando é recrutada para trabalhar ao lado dele para salvar o mundo, ao mesmo tempo em que eles tentam revitalizar seu casamento, há muito tempo sem paixão, além de precisar salvar os filhos de terroristas. Vale lembrar que Eliza Dushku, que interpretou a filha do casal original, depois acusou o coordenador de dublês do longa de abusar sexualmente dela nos bastidores da produção. Na época, ela tinha 12 anos. A série foi aprovada após a frustração de uma tentativa anterior. A Fox recusou um piloto da primeira adaptação – dirigido por McG, do primeiro filme “As Panteras” – em 2017. O responsável pela nova atração é o produtor-roteirista Matt Nix, criador de “Burn Notice” e “The Gifted”, que desenvolveu a premissa com apoio de ninguém menos que James Cameron, diretor do longa original, que também é produtor executivo da série. Já o elenco é encabeçado por Steve Howey (o Kevin de “Shameless”) como o novo Schwarzenegger e Ginger Gonzaga (“Kidding”) como a nova Jamie Lee Curtis, além de Erica Hernandez (“A Maratona de Brittany”), Omar Miller (“Ballers”), Mike O’Gorman (“Vice-Principals”), a adolescente Annabella Didion (vista em “Outer Banks”) e o menino Lucas Jaye (“Missão Pijamas”). A escalação deixa claro que se trata de um reboot com personagens latinos. A estreia deve acontecer durante o outono nos EUA (nossa primavera). Veja abaixo o trailer do longa original.
“Charmed” é cancelada na 4ª temporada
A rede americana The CW cancelou “Charmed”, que no Brasil é chamado de “Charmed: Nova Geração”. O reboot da série das irmãs bruxas durou quatro temporadas, metade da duração da atração original, exibida de 1998 a 2006. A série já tinha trocado showrunner e perdido uma de suas protagonistas, Madeleine Mantock (a Macy da série), intérprete da irmã mais velha, que saiu no final da 3ª temporada, replicando exatamente o que aconteceu com Shannen Doherty duas décadas atrás – Pru, a irmã mais velha da primeira “Charmed”, também saiu no terceiro ano, duas décadas atrás. Lucy Barrett (Michaela) substituiu Mantock na última temporada – como Rose McGowan fez com Doherty em 2001. Mas a série começou, na verdade, com as duas outras irmãs, Melonie Diaz (Mel) e Sarah Jeffery (Maggie), que após a morte trágica de sua mãe descobriram ter uma terceira irmã mais velha. A surpresa não ficou nisso. Ao se juntarem, elas experimentam “o poder das três”, que até então não sabiam possuir. Logo, um conselheiro explica a situação para as jovens. Elas são bruxas e devem se unir para combater as batalhas cotidianas e sobrenaturais que todas as bruxas modernas devem enfrentar: “desde derrotar demônios poderosos até derrubar o patriarcado”, segundo a sinopse. Concebido como um reboot feminista e latino, “Charmed” era uma produção de Jennie Snyder Urman, criadora de “Jane the Virgin”, e foi desenvolvida por Jessica O’Toole e Amy Rardin, também roteiristas de “Jane the Virgin”. Com os cancelamentos de “Charmed” na CW e “Good Sam” na CBS, Urman ficou sem nenhuma série no ar nos EUA. A trama das bruxas ainda não exibiu seu último capítulo nos EUA. O final está marcado para 10 de junho. No Brasil, a série faz parte do catálogo da plataforma Globoplay, que por enquanto lançou apenas as três primeiras temporadas. Veja abaixo os trailers nacionais de cada temporada disponível.
Good Sam: Série médica de Sophia Bush é cancelada
A rede americana CBS cancelou “Good Sam”, série médica lançada em janeiro, que exibiu o último episódio de sua única temporada em 4 de maio. Criada pela roteirista Katie Wech (“Rizzoli & Isles”), a série acompanhava a Sam do título, uma cirurgiã cardíaca talentosa, mas reprimida, que assume um papel de liderança entre os residentes após seu renomado e pomposo chefe entrar em coma. Quando ele melhora e tenta retomar a chefia, ela tem que lidar com um fanfarrão arrogante que nunca reconheceu seu talento, e que por acaso também é seu pai. O elenco destacava Sophia Bush (“Lances da Vida”/One Three Hill) como Sam e Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”) como seu pai, além de Edwin Hodge (“Chicago Fire”), Michael Stahl-David (“Narcos”), Skye P. Marshall (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Omar Maskati (“Inacreditável”/Unbelievable) e o brasileiro Davi Santos (“Tell Me a Story”). Os quatro últimos vivem jovens médicos residentes. A produção era de Jennie Snyder Urman, criadora de “Jane the Virgin” e da nova versão de “Charmed”. Depois das notícias desta quinta (12/5), ela ficou sem nenhuma série no ar. “Good Sam” era inédita no Brasil. Veja o trailer original abaixo.
“B Positive”, “The United States of Al” e “How We Roll” são canceladas
A rede americana CBS cancelou três séries de comédias de sua programação atual. As séries “B Positive” e “The United States of Al” eram produções de Chuck Lorre que duraram duas temporadas, enquanto “How We Roll” exibiu até aqui apenas metade de sua temporada inaugural. Ela era uma criação de Mark Gross, que por coincidência trabalhou para Lorre como produtor-roteirista de “Mike & Molly”. “B Positive” foi a primeira estreia da CBS na temporada passada. Criada pelo co-produtor de “Mom”, Marco Pennette, inspirando-se em experiências pessoais, a série girava em torno de um pai e terapeuta recém-divorciado (Thomas Middleditch, de “Silicon Valley”), que ao precisar de um doador de rim encontra como candidata improvável (Annaleigh Ashford, de “Masters of Sex”) uma mulher rude de seu passado. Juntos, eles formam um vínculo inesperado e começam uma jornada que muda as suas vidas. “United States of Al” chegou a criar polêmica pela forma como registra seu protagonista, um jovem muçulmano. A premissa da série era o conflito cultural criado pelo reencontro entre Riley, um ex-marine que lutou no Afeganistão, com Awalmir, o intérprete que salvou sua vida e que, por isso, é convidado a vir morar com ele nos EUA. Awalmir, que todos chamam de Al, era o centro das piadas do programa pelo conflito entre sua adoração dos EUA e sua educação tradicional islâmica. Criada por David Goetsch e Maria Ferrari, ex-produtores-roteiristas de “The Big Bang Theory”, a atração destacava Adhir Kalyan (“As Regras do Amor”) como Al, Parker Young (“Enlisted”) como Riley, e também contava com Dean Norris (“Breaking Bad”), Kelli Goss (“O Rancho”), Elizabeth Alderfer (“A.P. Bio”) e a menina Farrah Mackenzie (“Utopia”). Com o fim destas séries, Lorre, que já foi o rei das comédias da CBS com os sucessos de “Two and a Half Men”, “The Big Bang Theory”, “Mike & Molly” e “Mom”, ficou com apenas duas atrações no ar: “Young Sheldon” e “Bob Hearts Abishola”. Para completar, a novata “How We Roll” era estrelada por Pete Holmes (“Crashing”) no papel de um jogador de boliche profissional. A série ainda está em exibição, com o último de seus 11 episódios produzidos previsto para o dia 2 de junho. Apenas as duas séries de Lorre chegaram ao Brasil, disponibilizadas pela HBO Max. Veja os trailers das três atrações abaixo.
“Magnum” é cancelada após 4 temporadas
A rede americana CBS cancelou a nova versão da série “Magnum” no final da 4ª temporada, encerrada na 6ª feira passada (6/5). Com isso, o reboot durou metade da série original, exibida entre 1980 e 1988. A decisão foi um choque para os produtores, porque a atração estrelada por Jay Hernandez e ambientada no Havaí tinha uma média de cerca de 7,4 milhões de espectadores e liderava seu horário de exibição nas noites de sexta-feira nos EUA. A série era a última produção do CBS Studios criada por Peter M. Lenkov, após o produtor ser demitido em 2020 por denúncias de mau comportamento no ambiente de trabalho. Ele também era responsável pelos reboots de “Hawai Five-0” e “MacGyver”, já canceladas. Jay Hernandez (El Diablo no filme do “Esquadrão Suicida”) vivia a nova versão do detetive particular eternizado por Tom Selleck, que desta vez aparecia acompanhado por uma parceira feminina: a atriz galesa Perdita Weeks (“Penny Dreadful”), numa reinvenção do papel de Higgins. “Magnum” é disponibilizada em streaming no Brasil pela Globoplay, que ainda não lançou a 4ª e última temporada. Além de “Magnum”, a CBS também encerrou a produção das comédias “B Positive” e “United States of Al”, ambas produzidas por Chuck Lorre (criador de “The Big Bang Theory”), que se encerraram após duas temporadas, e mais duas séries estreantes: o drama médico “Good Sam” e outra comédia, “How We Roll”.












