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  • Série

    Counterpart é cancelada no final da 2ª temporada

    11 de fevereiro de 2019 /

    O canal pago Starz cancelou a excelente série sci-fi “Counterpart”, causando um terremoto nas redes sociais. Uma das raras produções com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes em todos as temporadas, a atração estrelada pelo vencedor do Oscar J.K. Simmons vai acabar no próximo domingo (17/2), com a exibição do episódio final de sua 2ª e agora última temporada. O final não deve resolver a trama, que aborda uma Guerra Fria entre Terras paralelas e lembra a saudosa série “Fringe”. Por conta disso, o estúdio MRC está negociando um resgate com um serviço de streaming, segundo o site Deadline. O problema é que os contratos do (ótimo) elenco venceram no final do ano, quando se encerrou o acordo com o Starz para a produção de duas temporadas, e os atores aceitaram estender seu compromisso até fevereiro apenas, antes de procurarem novos trabalhos, apostando no empenho do MRC. O Starz tinha encomendado duas temporadas direto, como costuma fazer com suas produções, mas optou por não renovar o acordo para um terceiro ano, porque, apesar de bem cotada com a crítica, a série tinha poucos telespectadores – uma média de 224 mil ao vivo e apenas 0,4 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. O criador da série, Justin Marks (roteirista de “Mogli: O Menino Lobo”), deu as más notícias no Twitter. “Ei, fãs de ‘Counterpart’, tenho uma notícia triste… A Starz decidiu não renovar nossa série para uma 3ª temporada. Foi um sonho absoluto para este time… nós conseguidos fazer EXATAMENTE a série que queríamos… elenco perfeito, equipe perfeita em dois continentes… e somos muito gratos ao nosso canal pelo tempo que tivemos… ” “Obrigado a todos que fizeram esta jornada tão especial para nós. Seus tuítes, podcasts e intrincadas teorias da conspiração fizeram tudo valer a pena. Dedos cruzados para que nosso maravilhoso estúdio, MRC, possa encontrar uma maneira de manter o sonho vivo! Mas, nesse meio tempo, tem mais um episódio até o final. Vejo vocês no domingo!” “Counterpart” também inclui em seu elenco Olivia Williams (“Mapas para as Estrelas”), Harry Lloyd (“Game of Thrones”), Nazanin Boniadi (“Homeland”), Nicholas Pinnock (série “Fortitude”), Guy Burnet (“A Escolha Perfeita 3”), Richard Schiff (“The Good Doctor”), James Cromwell (“O Artista”), Sarah Bolger (“Into the Badlands”) e a italiana Sara Serraiocco (“Salvo”). Hey #counterpart fans, a bit of sad news… Starz has decided not to pick up our show for a 3rd season… — Justin Marks (@Justin_Marks_) February 11, 2019 It’s been an absolute dream for this team… we got to make EXACTLY the show we wanted to… perfect cast, perfect crew on 2 continents… and we’re so grateful to our network for the time we had… — Justin Marks (@Justin_Marks_) February 11, 2019 Thank you to everyone who made this journey so special for us. Your tweets, podcasts, and intricate conspiracy theories have made it all worthwhile. Fingers crossed that our wonderful studio, MRC, can find a way to keep the dream alive! — Justin Marks (@Justin_Marks_) February 11, 2019 But in the meantime, one more episode until the end of a chapter. See you Sunday! — Justin Marks (@Justin_Marks_) February 11, 2019

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  • Série

    Star vs. As Forças do Mal vai acabar na 4ª temporada

    8 de fevereiro de 2019 /

    O Disney Channel vai encerrar a série animada “Star vs. As Forças do Mal” (Star vs The Forces of Evil) em sua 4ª temporada. “Colocamos nosso coração e alma nesta temporada final, e mal podemos esperar para celebrar a emocionante conclusão da série com nossos fãs que permaneceram leais ao longo desta jornada”, disse a criadora-produtora Daron Nefcy, em comunicado. Nefcy é apenas a segunda mulher a produzir uma série original para o Disney Channel. E sua criação fez história por mostrar o primeiro beijo gay animado da Disney – no 20º episódio da 2ª temporada – , em meio a uma cena em que vários casais se beijavam, entre eles casais gays. Pouco a pouco, a Disney vem assumindo a defesa da diversidade, muito por conta da opção sexual dos próprios criadores de seus desenhos. Um dos vencedores do Oscar 2017 de Melhor Animação por “Zootopia”, o diretor e roteirista Byron Howard, homenageou seu marido no discurso de agradecimento. As mudanças podem ser sentidas nas animações mais recentes do estúdio, como “Frozen” (2014), em que o amor verdadeiro da história era o de Elza pela irmã, e não por um príncipe encantado, e “Moana” (2016), em que a Princesa se mostrava mais valente que os homens e não busca romance algum.

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  • Série

    Oficial: Modern Family vai acabar na próxima temporada

    5 de fevereiro de 2019 /

    A rede ABC oficializou o final de “Modern Family”. A série foi renovada para sua 11ª temporada, que encerrará a atração. O anúncio foi feito por Karey Burke, presidente da ABC, durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). “Em sua última temporada, haverá tantos eventos importantes que qualquer um que tenha sido fã da série não vai querer perder”, garantiu a executiva, em sua primeira entrevista coletiva após assumir o cargo de Channing Dungey (que foi para a Netflix) no fim do ano passado. Indicada a 22 Emmys, dos quais 5 como Melhor Série de Comédia, a série perdeu muito de seu prestígio inicial após uma década de produção e a ascensão das produções de streaming. Tanto que a ideia original de seus criadores, Steve Levitan e Christopher Lloyd, era acabar a série na atual temporada. “Mesmo depois de 10 anos juntos, percebemos que ainda há algumas coisas que nossos escritores ainda não sabem sobre a vida sexual um do outro”, brincou o co-criador e produtor executivo Steve Levitan, justificando a decisão de estender a atração por mais um ano. Atualmente em hiato, a série retoma a segunda metade de sua 10ª temporada no dia 20 de fevereiro, retornando com a 11ª temporada no final do ano, nos Estados Unidos. “Modern Family” é exibida no Brasil pelo canal pago Fox Life.

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  • Filme

    Cancelamento de Boy Erased no Brasil gera suspeita de censura por filme denunciar cura gay

    3 de fevereiro de 2019 /

    Previsto para estrear no Brasil na última quinta (31/1), o filme “Boy Erased: Uma Verdade Anulada” teve sua estreia cancelada em cima da hora. O drama, que conta a história real de um jovem que se submete a um tratamento de “cura gay” nos EUA, sairá agora diretamente em VOD no país. A decisão repentina causou revolta na internet. Após um tuíte do estúdio Universal confirmar o cancelamento, diversos internautas consideraram se tratar de censura, relacionando o fato ao avanço da direita evangélica no governo federal. Os rumores se intensificaram após o autor do livro, Garrard Conley, lamentar o cancelamento em seu perfil no Twitter. Além dele, o ator Kevin McHale, famoso pela série “Glee”, usou o Instagram para reclamar, fazendo a conexão que os brasileiros anteciparam. “Banir um filme sobre terapia de conversão é perigoso! Bolsonaro é uma ameaça Às vidas LGBTQIA+. Eu te amo, Brasil, e vou lutar com vocês”, escreveu o ator. A explicação oficial da assessoria da Universal Pictures diz que se trata “única e exclusivamente por uma questão comercial baseada no custo de campanha de lançamento versus estimativa de bilheteria nos cinemas”. O cancelamento também reflete o anti-clímax criado pela falta de indicações do filme na temporada de premiações, apesar de ele ter conquistado elogios da crítica americana – tem 80% de aprovação no site Rotten Tomatoes, que compila a nota da imprensa escrita em inglês. Não por acaso, “Boy Erased” foi indicado apenas a prêmios de críticos, o Globo de Ouro e o Critics Choice Awards, e exclusivamente em categorias de interpretação e música. O longa é inspirado em livro de memórias homônimo, que foi lançado no Brasil no mês passado pela editora Intrínseca. Escrito por Garrard Conley, ele conta como o protagonista é forçado, aos 19 anos de idade, a escolher entre sua sexualidade e sua família aparentemente amorosa, mas religiosa – ou seja, intolerante. Por amar os pais, ele se deixa matricular num grupo de conversão evangélica para se “curar” da homossexualidade e voltar a ser bem-vindo em sua própria casa e no reino de Deus. Mas tudo o que consegue com esta decisão é humilhação e violência. O elenco destaca Lucas Hedge (de “Manchester à Beira-Mar”) como o personagem do título, Nicole Kidman (“Lion”) como sua mãe e Russell Crowe (“A Múmia”) como seu pai pastor, além de Joel Edgerton (“Operação Red Sparrow”) no papel do responsável pelo programa de conversão. Edgerton ainda assina o roteiro e a direção do longa, em seu segundo trabalho na função, após o intenso suspense “O Presente” (2015). Este também é o segundo filme sobre “cura gay” de 2018 que fica sem lançamento no Brasil. Vencedor do Festival de Sundance e lançado em agosto nos Estados Unidos, “O Mau Exemplo de Cameron Post” (The Miseducation of Cameron Post) trouxe uma perspectiva feminina sobre o tema, com Chloe Moretz (“Carrie, a Estranha”) no papel principal. Por conta disso, o ativista Mathew Shurka, que trabalhou como consultor de “Boy Erased” e é fundador da organização Born Perfect, que trabalha contra a chamada “terapia de conversão”, acredita que a distribuidora deveria dar mais detalhes sobre o cancelamento. Segundo ele, a decisão corre o risco de abrir precedentes para outros fillmes com temática LGBT não serem distruibuídos por “razões comerciais”. “Trabalhei de graça no filme, pois a própria produtora disse que ele foi feito para “salvar vidas’. Isso quer dizer que, por razões comerciais, a Universal não quer salvar vidas?”, ele disse ao jornal O Globo.

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  • Série

    Stan Against Evil é cancelada na 3ª temporada

    28 de janeiro de 2019 /

    O canal pago americano IFC cancelou a comédia de terror “Stan Against Evil” após sua 3ª temporada. O cancelamento foi revelado pelo criador Dana Gould em seu podcast, apesar da série ser uma das mais vistas do canal. A atração girava em torno de Stan Miller, ex-xerife de uma cidadezinha do interior, forçado a se aposentar contra a vontade após ficar viúvo. Mesmo tendo dificuldades em aceitar sua substituta Evie Barret, a bela e durona nova xerife da cidade, eles acabam formando uma aliança improvável quando percebem que a tranquilidade do local é interrompida por uma praga de demônios. Isto porque o município foi erguido sobre as cinzas do local de execução de dezenas de bruxas no século 17. O tom de “Stan Against Evil” lembrava muito “Ash vs. Evil Dead”, com bruxas no lugar dos demônios. Mas era bem menos gosmenta e muito mais politicamente incorreta. O elenco era encabeçado por John C. McGinley (o eterno Dr. Perry Cox de “Scrubs”) e Janet Varney (que, além de atuar em “You’re the Worst”, foi a dubladora original da protagonista de “Avatar: A Lenda de Korra”), e ainda incluía Deborah Baker Jr. (série “The Great Indoors”) e Nate Mooney (série “American Odyssey”). A 3ª temporada terminou em novembro e desde então os fãs aguardavam notícias. Que, infelizmente, não foram as esperadas.

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  • Filme

    Roteirista de Jogos Mortais e Sobrenatural vai filmar remake de O Homem Invisível

    28 de janeiro de 2019 /

    Os planos grandiosos de superprodução da Universal viraram filme B. O filme “O Homem Invisível” voltou dos mortos, após o fracasso de “A Múmia” e o cancelamento do projeto de criação de um universo de monstros clássicos do estúdio – o Dark Universe, que existiu apenas como vídeo promocional. O detalhe é que não será mais estrelado por Johnny Depp, contratado em 2016 para o papel, nem terá um orçamento milionário. O remake do clássico de 1933, baseado na obra do escritor H.G. Wells, será coproduzido pelo estúdio Blumhouse, especialista em terrores baratos, e comandado por Leigh Whannell, o roteirista que criou as franquias “Jogos Mortais” e “Sobrenatural” com o diretor James Wan (hoje mais celebrado pelo sucesso de “Aquaman”). O australiano Whanell vai escrever e dirigir o longa, após estrear como diretor em “Sobrenatural: A Origem” (2015) e bisar a experiência em “Upgrade” (2018). Sua contração aponta um novo rumo para a exploração do catálogo de monstros da Universal. O estúdio realmente abandonou a expectativa de criar uma “Marvel do terror”, em que cada filme seria parte de um universo maior, e agora busca cineastas dispostos a desenvolver abordagens individuais de suas criaturas clássicas, em filmes não conectados entre si. “Ao longo da história cinematográfica, os monstros clássicos da Universal foram reinventados pelo prisma de cada novo cineasta que deu vida a esses personagens”, disse Peter Cramer, presidente de produção da Universal, em comunicado. “Estamos animados em adotar uma abordagem mais individualizada para seus retornos à tela, conduzidos por criadores apaixonados para contar suas histórias”.

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  • Série

    Suits vai acabar na 9ª temporada

    23 de janeiro de 2019 /

    O canal pago americano USA Network anunciou nesta quarta (23/1) que “Suits” vai acabar na sua 9ª temporada. A série foi renovada para mais 10 episódios apenas, com o objetivo de concluir a trama. O anúncio foi feito no dia em que a produção retorna à TV, com o começo da exibição da segunda metade de seu oitavo ano. A primeira metade representou quase um reboot da série, após a saída dos atores Patrick J. Adams e Meghan Markle, cujos personagens se casaram no final da 7ª temporada, e a entrada de Katherine Heigl no elenco. Por sinal, o fim de “Suits” reforça a maldição sobre Heigl, que desde que quis sair de “Grey’s Anatomy” viu sua carreira cinematográfica implodir e suas tentativas de retomar uma série de sucesso renderem sucessivos cancelamentos. A audiência caiu de 1,3 milhão para 1 milhão de telespectadores após a saída de Adams e Markle, mas o cancelamento também coincide com o fim dos contratos atuais do elenco original. Apesar do fim de “Suits”, o universo da série vai continuar no spin-off “Pearson”, centrado na personagem de Gina Torres, a advogada Jessica Pearson, atualmente em desenvolvimento.

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  • Série

    The First: Primeira série estrelada por Sean Penn é cancelada na 1ª temporada

    19 de janeiro de 2019 /

    O serviço de streaming Hulu cancelou “The First” após sua 1ª temporada ter encontrado dificuldades para decolar entre o público e a crítica. A série foi a primeira estrelada pelo ator Sean Penn, vencedor de dois Oscars de Melhor Ator (por “Sobre Meninos e Lobos” e “Milk”). Ele interpretava um astronauta convidado a comandar a primeira missão humana a Marte, mas se encontrava dividido entre aceitar um lugar na História ou se fazer presente no momento em que sua filha problemática mais precisava do seu apoio. Desenvolvida por Beau Willimon, criador do sucesso da Netflix “House of Cards”, “The First” foi considerada uma decepção por ser uma série sobre viagem a Marte que passou a maior parte de seus episódios na Terra, focando nas famílias dos astronautas e na equipe da Nasa que trabalha na missão. Penn decidiu estrelar sua primeira série após o fracasso de seu mais recente filme como diretor, “The Last Face”, que recebeu ridículos 5% de aprovação no Rotten Tomatoes, e da disputa judicial entre o produtor Mel Gibson e o estúdio Voltage que impediu o lançamento de seu mais recente trabalho como ator, “The Professor and the Madman”. Acabou fazendo uma série sem final e com 65% de aprovação, bem abaixo da média dos principais lançamentos de 2018. Além dele, o elenco destacava Natascha McElhone (da série “Designated Survivor”), LisaGay Hamilton (“House of Cards”), Oded Fehr (“Covert Affairs”), James Ransone (“A Entidade”), Melissa George (“Grey’s Anatomy”), Hannah Ware (“Hitman: Agente 47”), Anna Jacoby-Heron (“Finding Carter”), Keiko Agena (“13 Reasons Why”), Annie Parisse (“Friends from College”) e a brasileira Fernanda Andrade (“Filha do Mal”). Com um orçamento cinematográfico de US$ 56,4 milhões, “The First” foi realizado em coprodução com o Channel 4 britânico e estreou em 14 de setembro. Assim como a Netflix, o Hulu não revela dados de audiência, mas o preço elevado da atração necessitaria de um bom retorno de público.

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    Channel Zero é cancelada após quatro temporadas

    18 de janeiro de 2019 /

    “Após quatro temporadas, ”Channel Zero’ acabou no Syfy”, escreveu o criador da série, Nick Antosca (série “Hannibal”), em seu Instagram. “Eu adorava fazer essa série e adoraria fazer mais… mas não posso reclamar muito de fazer quatro histórias que eu amei com pessoas que eu adorava trabalhar”, acrescentou. A série foi criada por Antosca e Max Landis (“Bright”), que no ano passado foi denunciado por abuso sexual e chamado de “psicopata” numa avalanche de tuítes, no rastro do movimento #MeToo. Desde então, ele sumiu, assim como os projetos que estava escrevendo. “Channel Zero” era uma série de terror com formato de antologia, que contava uma história completa por temporada, sempre adaptando uma “creepypasta” famosa (histórias de terror criadas em fóruns da internet). Visualizar esta foto no Instagram. CHANNEL ZERO: CANCELLATION NEWS After 4 seasons, Channel Zero is no more at SYFY. I loved making this show and I would have loved to do more… but I can’t complain too much about doing 4 stories I loved with people who I loved working with: People like our writers, our actors, our extraordinary crew, the artists who contributed, our editors and post team, our composer Jeff Russo, our team at Syfy and UCP. And especially the four awesome directors, Craig Macneill, Steven Piet, Arkasha Stevenson, and Evan Katz. And before all that, the authors of the original creepypasta stories. Kris Straub, Brian Russell, Kerry Hammond, and Charlotte Bywater. I’m deeply grateful for this experience. Especially to everybody who watched and talked about and wrote about the show. There are stories we didn’t get to tell and creatures you didn’t get to see, but still might. ?? Meanwhile, the first 3 seasons are currently on @shudder, and the 4th season will be soon. Enjoy. ??? Uma publicação compartilhada por Nick Antosca (@nickantosca) em 15 de Jan, 2019 às 5:16 PST

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  • Série

    Trial & Error é cancelada após 2ª temporada

    17 de janeiro de 2019 /

    A série de comédia “Trial & Error” foi definitivamente cancelada, após a WBTV (Warner Bros Television) não encontrar interessados em exibir novos episódios após sua elogiada 2ª temporada. Após estrear com 86% de aprovação em 2017, a série atingiu 91% com os capítulos do ano passado, de acordo com a avaliação do site Rotten Tomatoes. Concebida em estilo de pseudo-documentário, a atração de Jeff Astrof (criador da série animada “Os Thornberrys”) e Matt Miller (criador de “Lethal Weapon” e “Forever”) acompanhava um caso criminal diferente por temporada, defendido em tribunal por um advogado atrapalhado (Nicholas D’Agosto, o Harry Dent de “Gotham”) e processado por uma promotora psicótica (Jayma Mays, de “Glee”). Não só era divertido como seu conceito de antologia vinha atraindo grandes nomes para cada arco, como John Lithgow (vencedor do SAG 2017 de Melhor Ator de Série Dramática por “The Crown”) na 1ª temporada e Kristin Chenoweth (“Descendentes”) no segundo ano. Infelizmente, a audiência não correspondeu, caindo de 3,8 milhões de espectadores na temporada inaugural para 2 milhões no final. O último episódio foi ao ar em agosto do ano passado.

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    Brooklyn Nine-Nine estreia em novo canal com audiência 71% maior

    11 de janeiro de 2019 /

    A aposta da NBC no resgate de “Brooklyn Nine-Nine” deu certo. A estreia da 6ª temporada, a primeira no novo canal, marcou a maior audiência da série nos últimos dois anos. Exibida na noite de quinta-feira (10/1) nos Estados Unidos, a comédia foi assistida por aproximadamente 3,6 milhões de telespectadores ao vivo e registrou 1,2 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Os números podem não parecer particularmente altos, mas indicam um aumento significativo de público em relação à exibição da série na Fox. A diferença é de exatamente 71% mais público do que a audiência da estreia da 5ª temporada, em setembro de 2017. A audiência média da série na Fox estava em 1,7 milhões de espectadores e 0,74 ponto. A 6ª temporada de “Brooklyn Nine-Nine” ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

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    Criminal Minds vai acabar na próxima temporada

    11 de janeiro de 2019 /

    A série “Criminal Minds” foi renovada para a 15ª temporada, que também será sua última da atração na rede CBS. “É um sentimento bem agridoce, mas eu estou muito, muito grato à CBS por nos dar esse aviso. Eu acho que um dos meus maiores medos sempre foi, ‘Ah cara, e se não soubermos e eles simplesmente não trouxerem a série de volta? Mas eles respeitam essa série, o elenco, a equipe e os fãs o bastante para acabar de forma adequada”, disse a showrunner Erica Messer ao site TVLine. Uma das séries mais longevas da TV americana, a série exibiu recentemente seu 300º episódio. Atualmente em hiato, a 14ª temporada de “Criminal Minds” voltará a ser exibida em 23 de janeiro nos EUA. Já a temporada final será mais curta, com apenas 10 episódios, que começam a ser gravados ainda neste primeiro semestre de 2019.

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    Kevin Spacey se declara inocente de acusação de assédio sexual

    7 de janeiro de 2019 /

    O ator Kevin Spacey (da série “House of Cards”) declarou-se inocente nesta segunda-feira (7/1), durante a audiência judicial do processo em que é acusado de ter assediado sexualmente um jovem de 18 anos em 2016. Ator é acusado de ter embebedado o adolescente antes de tocá-lo inapropriadamente. A declaração foi feita por intermédio dos advogados do ator, que, apesar de estar presente, permaneceu em silêncio durante toda a sessão em Nantucket, cidade turística de Massachusetts, nos EUA. Um dos advogados de defesa, Kevin Fowler, pediu que o ator fosse dispensado de participar da audiência, mas não foi atendido. De todo modo, a sessão foi curta. Após dez minutos, Spacey foi liberado pelo juiz sem precisar pagar fiança. Esta, porém, foi apenas a primeira audiência do processo. Spacey não precisará comparecer à próxima sessão, em 4 de março, mas deve estar disponível por telefone. Se for condenado, ele pode receber uma pena de até cinco anos de prisão. A suposta vítima é filho de uma jornalista americana e ex-âncora de televisão, Heather Unruh. Ela falou publicamente sobre o caso em 2017 e o jovem afirmou ainda que tem um vídeo do incidente. Spacey, que foi expulso da vida pública por acusações de má conduta sexual em 2017, foi denunciado por mais de 30 homens desde que o ator Anthony Rapp (da série “Star Trek: Discovery”) o acusou de tentar seduzi-lo em 1986, quando tinha apenas 14 anos de idade. O escândalo foi tão grande que Spacey foi demitido da série “House of Cards”, na qual vivia o protagonista, e teve sua atuação apagada em “Todo o Dinheiro do Mundo”, sendo substituído em refilmagens por outro ator – Christopher Plummer, que acabou indicado ao Oscar. A repercussão atingiu vários outros projetos que o envolviam. A Netflix, por exemplo, assumiu o prejuízo de ter produzido uma biografia de Gore Vidal com o ator, optando por vetar seu lançamento.

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