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    Marvel é a grande vencedora do MTV Movie & TV Awards

    17 de maio de 2021 /

    A MTV realizou na noite de domingo (16/5) sua premiação anual de cinema e televisão, o MTV Movie & TV Awards. E mesmo sem ter lançado nenhum filme durante a pandemia, a Marvel foi a grande vencedora, levando metade de todos os prêmios entregues no evento, realizado na tradicional casa de shows Palladium, em Los Angeles. A cerimônia apresentada pela comediante Leslie Jones entregou quatro pipocas douradas para “WandaVision” e duas para “Falcão e o Soldado Invernal”. A primeira atração levou o troféu de Melhor Série, Atriz (Elizabeth Olsen), Vilã (Kathryn Hahn) e Briga (Elizabeth Olsen vs Kathryn Hahn), enquanto a segunda ficou com Melhor Herói (Anthony Mackie) e Dupla (Anthony Mackie e Sebastian Stan). Para completar, Chadwick Boseman, mais lembrado como o Pantera Negra da Marvel, levou o troféu póstumo de Melhor Ator (por “A Voz Suprema do Blues”) e Scarlett Johansson, a Viúva Negra da Marvel, foi homenageada com o Troféu Geração pelas realizações de sua carreira. O que fez o marido da atriz, o comediante Colin Jost (do humorístico “Saturday Night Live”), se confundir e lhe dar um banho de gosma verde para comemorar. “Isto é na Nickelodeon!”, ela reclamou nervosa após o banho gratuito, que interrompeu seu discurso. Com a presença de Johansson, Olsen e Mackie, a premiação foi basicamente um filme dos Vingadores. “Marvel salva o dia!”, exclamou Olsen. E Mackie ainda provocou Tom Holland, o Homem-Aranha, após ser zoado pelo colega há alguns anos por não ter um filme próprio – ele vai estrelar “Capitão América 4”. De resto, Sacha Baron Cohen, intérprete de Borat, também recebeu uma homenagem pela carreira. E os demais prêmios foram para “Para Todos os Garotos: Agora e Para sempre” (Melhor Filme), a apresentadora do evento Leslie Jones (um prêmio de Comédia por “Um Prinícipe em Nova York 2”), Regé-Jean Page (Revelação por “Bridgerton”) e outras três séries da Netflix, “Outer Banks”, “A Maldição da Mansão Bly” e “Julie and the Phantoms” (em categorias de Beijos, Sustos e Músicas). Neste ano, a premiação tem duas partes. E depois da festa principal, a MTV fará nesta segunda (17/5) a entrega de troféus para reality shows, talk shows e atrações documentais – categorias que tem mais a ver com a própria MTV atual. Confira abaixo destaques da Marvel na premiação e logo em seguida a lista completa dos vencedores. Care to respond, @TomHolland1996? #MTVAwards pic.twitter.com/NCTo3b1CiD — MTV (@MTV) May 17, 2021 All *I* know is that Elizabeth Olsen and Kathryn Hahn gave us everything & more with this Best Show acceptance speech. 👏 Congrats, @wandavision! #MTVAwards pic.twitter.com/eX087vyM3W — MTV (@MTV) May 17, 2021 Me to my bestie: act cool Also, me & my bestie: #MTVAwards pic.twitter.com/xqcjHSLQKG — MTV (@MTV) May 17, 2021 It was Agatha all along…Kathryn Hahn accepts the award for Best Villain at the 2021 #MTVAwards for her role in #WandaVision! pic.twitter.com/e5wIgfkcFf — MTV (@MTV) May 17, 2021 Wow! What an honor! The iconic Scarlett Johansson takes home the Generation Award #MTVAwards 🏆 pic.twitter.com/YKKkPaeaME — MTV (@MTV) May 17, 2021 Dear Diary, I can’t believe I captured this video of Kathryn Hahn & Elizabeth Olsen at the #MTVAwards. BEST. NIGHT. EVER. Love, MTV ❤️ pic.twitter.com/KZNZVQ8Fvl — MTV (@MTV) May 17, 2021 .@AnthonyMackie + Elizabeth Olsen = this adorable #MTVAwards moment that I'm fully in my feels over & will be watching on repeat forever and ever and ever. pic.twitter.com/6SJXzBsiy0 — MTV (@MTV) May 17, 2021 Melhor Filme “Para Todos os Garotos: Agora e Para sempre” Melhor Série “WandaVision” Melhor Performance em Filme Chadwick Boseman, por “A Voz Suprema do Blues” Melhor Performance em Série Elizabeth Olsen, por “WandaVision” Melhor Herói Anthony Mackie, por “Falcão e o Soldado Invernal” Melhor Vilão Kathryn Hahn, por “WandaVision” Melhor Beijo Chase Stokes & Madelyn Cline, por “Outer Banks” Melhor Performance Cômica Leslie Jones, por “Um Príncipe em Nova York 2” Melhor Performance de Ator/Atriz Revelação Regé-Jean Page, por “Bridgerton” Melhor Luta “WandaVision” – Wanda vs Agatha Performance Mais Assustadora Victoria Pedretti, por “A Maldição da Mansão Bly” Melhor Dupla Falcão (Anthony Mackie) & Soldado Invernal (Sebastian Stan), de “Falcão e o Soldado Invernal” Melhor Momento Musical “Edge of Great”, em “Julie and the Phantoms”

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    Bridgerton vai ganhar spin-off centrado na Rainha Charlotte

    14 de maio de 2021 /

    A Netflix anunciou a realização de uma série derivada de “Bridgerton”, antes mesmo de terminar as gravações da 2ª temporada da atração. A nova produção será uma minissérie focada na Rainha Charlotte, vivida por Golda Rosheuvel em “Bridgerton”. A expectativa é que a trama aborde a polêmica racial em torno da personagem, que foi evidenciada pela decisão da produtora Shonda Rhimes de escalar uma atriz negra como sua intérprete. De acordo com antigos registros genealógicos, Sophie Charlotte de Mecklenburg-Strelitz (1744-1818), que virou rainha da Inglaterra ao se casar com o rei George 3º (1738-1820), era descendente de uma africana. Apesar disto, este fato só foi apontado pela primeira vez em 1996, no programa “Frontline” da rede pública PBS (a TV Cultura americana), quando o historiador Mario de Valdes y Cocom afirmou ter encontrado fortes indícios de que ela descendia de um ramo negro da Casa Real Portuguesa. Além de abordar a história da rainha, a série limitada também seguirá outras personagens de “Bridgerton”: a jovem Violet Bridgerton (Ruth Gemmell) e Lady Danbury (Adjoa Andoh). Shonda Rhimes deve escrever e ser produtora executiva da atração, ao lado da showrunner Betsy Beers e do diretor Tom Verica. “Muitos espectadores nunca conheceram a história da Rainha Charlotte antes de ‘Bridgerton’ trazê-la ao mundo, e estou emocionado que esta nova série irá expandir ainda mais sua história e o mundo de ‘Bridgerton'”, disse Bela Bajaria, chefe de TV global da Netflix em comunicado. “Shonda e sua equipe estão construindo cuidadosamente o universo ‘Bridgerton’ para que possam continuar entregando aos fãs a mesma qualidade e estilo que amam. E, ao planejar e preparar todas as próximas temporadas agora, também esperamos manter um ritmo que manterá até os espectadores mais insaciáveis ​​totalmente satisfeitos.” O anúncio do spin-off acontece um mês depois da Netflix renovar “Bridgerton” até sua 4ª temporada.

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    “Wandavision” lidera indicações do MTV Movie & TV Awards

    19 de abril de 2021 /

    A MTV divulgou nesta segunda (19/4) a lista de indicados ao seu prêmio MTV Movie & TV Awards, dedicado ao reconhecimento de filmes e programas de televisão. O maior destaque coube a “Wandavision”, primeira atração da Marvel lançada na Disney Plus, que disputa cinco categorias, incluindo Melhor Série do ano. “Emily em Paris” e “The Boys” aparecem logo em seguida com quatro indicações, seguidas por “Bridgerton” e “The Mandalorian”, listadas em três categorias da premiação. Entre os prêmios de cinema, “Borat: Fita de Cinema Seguinte” foi o mais lembrado, concorrendo a três prêmios, incluindo Melhor Filme. Neste ano, a premiação acontecerá em duas partes, entre os dias 16 e 17 de maio. Para fãs de filmes e séries, a data a ser guardada é 16 de maio, quando serão revelados os vencedores das categorias de filmes e séries, deixando o etc para o dia 17 de maio – reality shows, talk shows e atrações documentais que tem mais a ver com a MTV atual. Ao contrário de outras premiações, a MTV Movie & TV Awards é baseada na votação do público e cada espectador pode votar até 20 vezes por dia em cada indicado. A votação ficará aberta até o dia 30 de abril. Confira a lista dos indicados abaixo. Melhor Filme “Borat: Fita de Cinema Seguinte” “Judas e o Messias Negro” “Bela Vingança” “Soul” “Para Todos os Garotos: Agora e Para sempre” Melhor Série “Bridgerton” “Cobra Kai” “Emily em Paris” “The Boys” “WandaVision” Melhor Performance em Filme Carey Mulligan, por “Bela Vingança” Chadwick Boseman, por “A Voz Suprema do Blues” Daniel Kaluuya, por “Judas e o Messias Negro” Sacha Baron Cohen, por “Os 7 de Chicago” Zendaya, por “Malcolm & Marie” Melhor Performance em Série Anya Taylor-Joy, por “O Gambito da Rainha” Elizabeth Olsen, por “WandaVision” Elliot Page, por “The Umbrella Academy” Emma Corrin, por “The Crown” Michaela Coel, por “I May Destroy You” Melhor Herói Anthony Mackie, por “Falcão e o Soldado Invernal” Gal Gadot, por “Mulher-Maravilha 1984” Jack Quaid, por “The Boys” Pedro Pascal, por “The Mandalorian” Teyonah Parris, por “WandaVision” Melhor Vilão Aya Cash, por “The Boys” Ewan McGregor, por “Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa” Giancarlo Esposito, por “The Mandalorian” Kathryn Hahn, por “WandaVision” Nicholas Hoult, por “The Great” Melhor Beijo Chase Stokes & Madelyn Cline, por “Outer Banks” Jodie Comer & Sandra Oh, por “Killing Eve” Lily Collins & Lucas Bravo, por “Emily em Paris” Maitreyi Ramakrishnan & Jaren Lewison, por “Eu Nunca…” Regé-Jean Page & Phoebe Dynevor, por “Bridgerton” Melhor Performance Cômica Annie Murphy, por “Schitt’s Creek” Eric Andre, por “Bad Trip” Issa Rae, por “Insecure” Jason Sudeikis, por “Ted Lasso” Leslie Jones, por “Um Príncipe em Nova York 2” Melhor Performance de Ator/Atriz Revelação Antonia Gentry, por “Ginny & Georgia” Ashley Park, por “Emily em Paris” Maria Bakalova, por “Borat: Fita de Cinema Seguinte” Paul Mescal, por “Normal People” Regé-Jean Page, por “Bridgerton” Melhor Luta “Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa” “Cobra Kai” “The Boys” “WandaVision” “Liga da Justiça de Zack Snyder” Performance Mais Assustadora Elisabeth Moss, por “O Homem Invisível” Jurnee Smollett, por “Lovecraft Country” Simona Brown, por “Por Trás de seus Olhos” Victoria Pedretti, por “A Maldição da Mansão Bly” Vince Vaughn, por “Freaky” Melhor Dupla Star (Kristen Wiig) & Barb (Annie Mumolo), de “Barb & Star Go To Vista Del Mar” Falcão (Anthony Mackie) & Soldado Invernal (Sebastian Stan), de “Falcão e o Soldado Invernal” Din Djarin (Pedro Pascal) & Grogu, de “The Mandalorian” Emily Cooper (Lily Collins) & Mindy Chen (Ashley Park), de “Emily em Paris” Borat Sagdiyev (Sacha Baron Cohen) & Tutar Sagdiyev (Maria Bakalova), de “Borat: Fita de Cinema Seguinte” Melhor Reality Show Documental “Below Deck Mediterranean” “Black Ink Crew New York” “Bling Empire” “Jersey Shore Family Vacation” “Love & Hip Hop: Atlanta” Melhor Programa de Namoro “90 Day Fiancé” “Ex On The Beach” “Love Is Blind” “Ready to Love” “The Bachelorette” Melhor Elenco de Reality Show “90 Day Fiancé” “Jersey Shore Family Vacation” “Love & Hip Hop: Atlanta” “RuPaul’s Drag Race” “The Real Housewives of Atlanta” Melhor Série de Competição “Legendary” “RuPaul’s Drag Race” “The Challenge” “The Circle” “The Masked Singer” Melhor Série sobre Estilo de Vida “Deliciousness” “Fixer Upper: Welcome Home” “Making The Cut” “Nailed It!” “Queer Eye” Melhor Série Não-roteirizada “Bling Empire” “Cardi Tries” “Selena + Chef” “The Real Housewives of Salt Lake City” “VH1 Family Reunion: Love & Hip Hop Edition” Melhor Talk Show “A Little Late with Lilly Singh” “Red Table Talk” “The Breakfast Club” “The Daily Show with Trevor Noah” “Watch What Happens Live with Andy Cohen” Melhor Programa de Comédia/Jogo “Floor Is Lava” “Impractical Jokers” “Kids Say the Darndest Things” “Nick Cannon Presents: Wild ‘N Out” “Ridiculousness” Melhor Apresentador Nicole Byer, por “Nailed It!” Rob Dyrdek, por “Ridiculousness” RuPaul, por “RuPaul’s Drag Race” T.J. Lavin, por “The Challenge” Tiffany Haddish, por “Kids Say the Darndest Things” Influencer Revelação Addison Rae Bretman Rock Charli D’Amelio Jalaiah Harmon Rickey Thompson Melhor Série de Mistério/Crime Baseado em Fatos Reais “Catfish: The TV Show” “Evil Lives Here” “Night Stalker: The Hunt for a Serial Killer” “Tiger King: Murder, Mayhem and Madness” “Unsolved Mysteries” Melhor Briga Sem Roteiro “Selling Sunset” (Chrishell Stause vs. Christine Quinn) “The Real Housewives of New Jersey” (Jackie Goldschneider vs. Teresa Giudice) “Untucked: RuPaul’s Drag Race” (Kandy Muse vs. Tamisha Iman) “Keeping Up With The Kardashians” (Kourtney Kardashian vs. Kim Kardashian West) “Legendary” (Law Roach vs. Guest Judge Dominique Jackson) Melhor Reality Show Internacional “Acapulco Shore” “Geordie Shore” “Love Island (UK)” “¡Nailed it! México” “RuPaul’s Drag Race UK”

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    Produtora ficou chocada com reação de fãs à saída de Regé-Jean Page de “Bridgerton”

    13 de abril de 2021 /

    A produtora do fenômeno “Bridgerton”, Shonda Rhimes, se disse “chocada” com a reação dos fãs à saída de Regé-Jean Page da série. Ele não vai voltar ao papel do encantador Duque de Hastings nas próximas temporadas. “Fiquei realmente em choque, porque isso geralmente acontece quando eu mato um personagem. Tipo, a gente não o matou, ele ainda está vivo!”, disse Rhimes em entrevista à revista Vanity Fair, lembrando sua predileção por remover personagens de forma trágica – conforme visto em “Grey’s Anatomy”, “Scandal” e “How to Get Away with Murder”. A dona da produtora Shondaland confirmou que o contrato de Regé-Jean Page sempre foi de apenas uma temporada, mas após o sucesso da série ela tentou convencê-lo a aparecer em alguns episódios da 2ª temporada. Entretanto, ele se negou. Ela elogiou o ator e também a si mesma ao comentar a repercussão conquistada pelo Duque de Hastings na série. “Ele é um ator poderoso e incrível, e isso significa que fizemos o nosso trabalho — em todas as temporadas, o nosso trabalho é encontrar as pessoas certas para montar esse romance maravilhoso e impactante”. Para concluir, ela voltou a se dizer surpresa com a comoção dos fãs. “Não sei se eu esperava toda essa explosão, porque cada um dos livros foca em um romance diferente. Como seria o futuro desse casal? Sério: o que o Regé-Jean faria, sabe? Já demos o ‘felizes para sempre’ deles! E agora temos um novo casal chegando”. Embora tenha criado “Grey’s Anatomy” e “Scandal”, Rhimes não assina a criação de “Bridgerton”. O desenvolvimento ficou a cargo do roteirista-produtor Chris Van Dusen, funcionário da Shondaland, que trabalhou nas séries anteriores da produtora. Lançada no final de dezembro, “Bridgerton” se tornou a série mais bem-sucedida da Netflix. Segundo a plataforma, a atração foi vista por 82 milhões de assinantes em seu primeiro mês, tornando-se o maior hit da sua história. Com isso, teria superado o recorde anterior de 76 milhões de visualizações que pertencia a “The Witcher”. A série é baseada na coleção literária “Os Bridgerton”, de Julia Quinn, que possuiu ao todo nove volumes, e foi renovada nesta terça-feira (13/4) até a 4ª temporada. Os primeiros episódios levaram às telas “O Duque e Eu”, o primeiro livro, com foco em Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor), a filha mais velha da família, durante seu debut na alta sociedade, quando atrai a atenção de vários pretendentes e termina casada com Simon Basset (Regé-Jean Page), o Duque de Hastings. Cada exemplar da obra original conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton e, no segundo volume, o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey), um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Simone Ashley (de “Sex Education”) já foi escalada como a improvável noiva na nova história romântica da produção.

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    Netflix renova “Bridgerton” até a 4ª temporada

    13 de abril de 2021 /

    A Netflix anunciou a renovação da série “Bridgerton” até sua 4ª temporada, em post publicado em sua conta oficial do Twitter. Trata-se de uma decisão bastante antecipada. Atualmente, a série está produzindo a sua 2ª temporada. “Esta renovação para duas temporadas é um voto de confiança em nosso trabalho, e me sinto grata por ter parceiros tão criativos e colaborativos quanto a Netflix. Estamos felizes por poder continuar trazendo o mundo dos Bridgerton para a audiência internacional da plataforma”, disse a produtora Shonda Rhimes, em comunicado. Lançada no final de dezembro, “Bridgerton” se tornou a série mais bem-sucedida da Netflix. Segundo a plataforma, a atração foi vista por 82 milhões de assinantes em seu primeiro mês, tornando-se o maior hit da sua história. Com isso, teria superado o recorde anterior de 76 milhões de visualizações que pertencia a “The Witcher”. A série é baseada na coleção literária “Os Bridgerton”, de Julia Quinn, que possuiu ao todo nove volumes. A renovação garante a adaptação de quase metade de toda a obra. Os primeiros episódios levaram às telas “O Duque e Eu”, o primeiro livro, com foco em Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor), a filha mais velha da família, durante seu debut na alta sociedade, quando atrai a atenção de vários pretendentes e termina casada com Simon Basset (Regé-Jean Page), o Duque de Hastings. Infelizmente, Regé-Jean Page já adiantou que não voltará à série, embora a trama continue a abordar a família de sua esposa. A adaptação do segundo volume, intitulado em português “O Visconde que Me Amava”, contará apenas com o retorno de Phoebe Dynevor em pequena participação. Cada exemplar da obra original conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton e, no segundo volume, o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey), um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Simone Ashley (de “Sex Education”) foi escalada como a improvável noiva. Eu tô só a Daphne lendo as últimas novidades da Lady Whistledown. A 3ª e 4ª temporadas de Bridgerton estão confirmadas. 🐝 👑 pic.twitter.com/jlC8lp1DfX — netflixbrasil (@NetflixBrasil) April 13, 2021

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    Bridgerton anuncia novidades no elenco da 2ª temporada

    5 de abril de 2021 /

    A Netflix reforçou o elenco da 2ª temporada de “Bridgerton”, que não contará com a volta de Regé-Jean Page, o Duque de Hastings. Em post nas redes sociais, a plataforma anunciou a adição de quatro novos atores na produção de Shonda Rhimes: Charithra Chandran (“Alex Rider”), Shelley Conn (“A Fantástica Fábrica de Chocolates”), Calam Lynch (“Dunkirk”) e Rupert Young (“As Aventuras de Merlin”). Chandran vai interpretar Edwina Sharma, a irmã mais nova da protagonista romântica da 2ª temporada, Kate (que será vivida por Simone Ashley, de “Sex Education”). Segundo a descrição, mesmo sendo jovem e ingênua, Edwina sabe bem o que quer da vida: um casamento por amor. Conn será Mary Sharma, a mãe de Edwina e Kate. Envolvida em um escândalo décadas atrás, ela passou anos fora da Inglaterra, mas, ao retornar com as filhas, teme passar novamente pelo julgamento da nobreza britânica. Lynch viverá Theo Sharpe, humilde funcionário de uma editora que está envolvido em causas sociais, e Young será Jack, um personagem misterioso que não está nos livros de “Bridgerton” e foi criado especialmente para a série. Atualmente em produção, a 2ª temporada de “Bridgerton” ainda não tem previsão de estreia. Bridgerton has added four actors to Season 2: Charithra Chandran will play Edwina Sharma, Kate’s younger sister and Shelley Conn will play Mary Sharma, Kate’s mother. Also say hello to Calam Lynch who will play Theo Sharpe and Rupert Young who will play Jack. pic.twitter.com/yVvgHYJ2AF — Netflix (@netflix) April 5, 2021

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    Netflix anuncia que Regé-Jean Page não aparecerá mais em Bridgerton

    2 de abril de 2021 /

    A Netflix deu uma notícia pouco agradável para os fãs de “Bridgerton”. O ator Regé-Jean Page, intérprete de Simon Basset, o Duque de Hastings, não estará na 2ª temporada e nem aparecerá mais na série. Este triste desdobramento foi anunciado nas redes sociais oficiais de “Bridgerton”. “Caros leitores, enquanto todos os olhos se voltam para a busca de Lord Anthony Bridgerton para encontrar uma viscondessa, damos adeus a Regé-Jean Page, que triunfantemente interpretou o duque de Hastings. Sentiremos falta da presença de Simon na tela, mas ele sempre fará parte da família Bridgerton”, diz a nota, assinada pela fofoqueira oficial da série, Lady Whistledown. O próprio ator explicou que foi contratado por apenas uma temporada, em entrevista à revista Variety. “[Eu pensei] ‘Isso é interessante’, porque parecia como uma série limitada. Eu poderia participar, contribuir com a minha parte e, então, a família ‘Bridgerton’ poderia continuar”, disse Page. “Uma das coisas que é diferente nesse gênero [de romance] é que o público sabe que o arco se completa”, explicou Page. “Eles vêm sabendo disso, então você pode amarrar as pessoas em nós emocionais, porque eles têm aquela garantia de que vamos nos assumir e teremos o casamento e o bebê.” E foi exatamente isso que aconteceu ao final da 1ª temporada de “Bridgerton”: Simon e Daphne (Phoebe Dynevor) se casaram e tiveram um filho. Regé-Jean Page aproveitou esse final feliz e o sucesso da série para assinar contrato para vários projetos novos. Mesmo que a produtora Shondaland pretendesse voltar a contar com ele, sua agenda lotada não permitiria. Entre outras produções, o ator atualmente está filmando “The Gray Man”, thriller dirigido pelos irmãos Russo (“Vingadores: Ultimato”) para a própria Netflix, e protagonizará o reboot de “Dungeons & Dragons”, em desenvolvimento na Paramount Pictures. Em compensação, a atriz Phoebe Dynevor ainda continua na série, por ser irmã do protagonista do segundo arco. “Daphne continuará sendo uma esposa e irmã devotada, ajudando seu irmão a navegar na próxima temporada social e o que ela tem a oferecer – mais intriga e romance do que meus leitores podem ser capazes de suportar”, completa a nota de “Lady W.” Os próximos capítulos serão baseados no segundo volume da coleção literária “Os Bridgerton”, de Julia Quinn, intitulado em português “O Visconde que Me Amava”. Cada exemplar da obra original conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton e, no segundo volume, o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton, o visconde do título do livro – charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Quem rouba seu coração é uma recém-chegada a Londres. Kate Sharma é inteligente e teimosa e não tolera idiotas – incluindo Anthony Bridgerton. O Visconde de Bridgerton voltará a ser vivido por Jonathan Bailey, como na 1º temporada, enquanto sua noiva será encarnada por Simone Ashley (a Olivia da série “Sex Education”). Com a escalação de Ashley, a série continua sua reformulação do universo de Julia Quinn. Nos livros, o Duque de Hastings, interpretado por Regé-Jean Page, é branco, da mesma forma que Kate, retratada como loira na capa nacional de “O Visconde que Me Amava”. A mudança, desta vez, é até mais radical, pois a personagem teve inclusive o sobrenome alterado para refletir sua mudança racial na série – deixando de ser Kate Sheffield, como na obra original. Your Grace, it has been a pleasure. 💜🐝 pic.twitter.com/kX1nIG8pz7 — Bridgerton (@bridgerton) April 2, 2021

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    Atriz de Sex Education será protagonista da 2ª temporada de Bridgerton

    15 de fevereiro de 2021 /

    A produção de “Bridgerton” encontrou a atriz principal da sua 2ª temporada. A série da Netflix escalou Simone Ashley (a Olivia da série “Sex Education”) como Kate Sharma, interesse amoroso de Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey) na trama do segundo ano da produção. Os próximos capítulos serão baseados no segundo volume da coleção literária “Os Bridgerton”, de Julia Quinn, intitulado em português “O Visconde que Me Amava”. Os oito primeiros episódios adaptaram “O Duque e Eu”, o primeiro livro, com foco em Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor), a filha mais velha da família, durante seu debut na alta sociedade, quando atrai a atenção de vários pretendentes e acaba se casando com o Duque de Hastings (Regé-Jean Page). Cada exemplar da obra original conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton e, no segundo volume, o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton, o visconde do título do livro – charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Quem rouba seu coração é uma recém-chegada a Londres. Kate Sharma é inteligente e teimosa e não tolera idiotas – incluindo Anthony Bridgerton. Com a escalação de Simone Ashley, a série continua sua reformulação do universo de Julia Quinn. Nos livros, o Duque de Hastings é branco, da mesma forma que Kate, retratada como loira na capa nacional de “O Visconde que Me Amava”. A personagem teve até o sobrenome alterado para refletir sua mudança racial na série – deixando de ser Kate Sheffield, como na obra original. Mas ao contrário de quem imaginava protestos dos fãs dos livros, o elenco multirracial foi bastante elogiado e acabou virando uma marca da série. Na verdade, trata-se de uma característica das produções da Shondaland, empresa de Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy” e “Scandal”), que será mantida na 2ª temporada de “Bridgerton”.

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  • Série

    Netflix diz que Bridgerton é sua série de maior audiência em todos os tempos

    27 de janeiro de 2021 /

    A Netflix agora está dizendo que “Bridgerton” se tornou sua série mais assistida em todos os tempos. Mas, para isso, precisou admitir que seu anúncio anterior da audiência da série era o que sempre pareceu: um chute. O streamer havia estimado anteriormente que 63 milhões de assinantes assistiriam ao drama de época produzido por Shonda Rhimes em 28 dias após o lançamento. Agora que já se passou mais de um mês da estreia do programa em 25 de dezembro, os números se provaram muito diferentes. Muito mesmo, a ponto de desacreditar a suposta estimativa da empresa. Ou colocar em dúvida os novos números não auditados. Segundo a Netflix, a contagem “oficial” aponta que “Bridgerton” foi vista por 82 milhões de contas da plataforma. Com isso, teria superado o recorde anterior de 76 milhões de visualizações em 28 dias que pertencia a “The Witcher”. O site The Hollywood Reporter questionou suas “fontes” (leia-se assessoria de imprensa) sobre a diferença gritante entre os números da projeção de “Bridgerton” e o anúncio desta quarta (27/1). Veio uma explicação simplista. A diferença nada desprezível de 19 milhões a mais se deveria apenas ao fato de a série ter superado as expectativas da Netflix. Segundo as “fontes”, os padrões de exibição típicos para programas da Netflix tendem a apresentar um grande pico na primeira metade da janela de 28 dias antes de começar a cair. Mas essa desaceleração simplesmente não teria acontecido com “Bridgerton”. A empresa, portanto, errou na projeção, divulgada 11 dias após a estreia da série. Embora os números sejam impressionantes, é importante notar que a Netflix não mede sua audiência de maneira realista. A empresa considera que uma série inteira foi visualizada se um assinante assistir a pelo menos dois minutos de um determinado capítulo – que podem ser apenas os créditos de abertura. Na verdade, o anúncio significa que 82 milhões de assinantes viram dois minutos de “Bridgerton” durante um mês. Em termos de público total da plataforma, e a se acreditar no novo anúncio da empresa, isso significa que 40,3% de todos os assinantes da Netflix viram “Bridgerton”. Ajustando os números para refletir a passagem de tempo, isto ainda mantém “Bridgerton” atrás de “The Witcher”, visto por 45% dos membros da Netflix há dois anos, quando a plataforma somava 169 milhões de assinantes em todo o mundo. A Netflix agora tem mais de 200 milhões de assinantes. Já o conteúdo mais assistido na plataforma em todos os tempos teria sido o filme de ação “Resgate”, estrelado por Chris Hemsworth. A empresa diz que 99 milhões de contas assistiram ao thriller em 28 dias desde o lançamento.

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  • Filme,  Série

    AFI Awards: Netflix domina listas de melhores filmes e séries do ano

    25 de janeiro de 2021 /

    O American Film Institute (AFI) divulgou sua já tradicional listagem com as 10 melhores séries e os 10 melhores filmes do ano. E, de forma inevitável, os títulos de streaming dominaram a relação1, com destaque para produções da Netflix. A maior plataforma de streaming teve ao todo oito títulos no AFI Awards de 2021 – quatro filmes e quatro séries – correspondendo a 40% de toda a produção considerada de qualidade no período considerado – de janeiro de 2020 ao final de fevereiro de 2021. As séries foram “Bridgerton”, “The Crown”, “Nada Ortodoxa” (Unorthodox) e a mini “O Gambito da Rainha” (The Queen’s Gambit). Apenas duas outras plataformas entraram na relação. A Apple TV+ foi representada pela comédia “Ted Lasso” e a Disney+ (Disney Plus) pela 2ª temporada de “The Mandalorian” no Top 10. A lista se completa com quatro produções da TV paga: “Better Call Saul” (AMC, mas também disponibilizada na Netflix), “The Good Lord Bird” (Showtime), “Lovecraft Country” (HBO, com reprise na HBO Max) e “Mrs. America” (FX e Hulu). Entre os filmes, a Netflix emplacou “Destacamento Blood”, de Spike Lee, “Mank”, de David Fincher, “A Voz Suprema do Blues”, de George C. Wolfe, e “Os 7 de Chicago”, de Aaron Sorkin. Mas a Amazon também conseguiu destaque com dois dramas: “Sound of Metal”, de Darius Marder, e a estreia na direção da atriz Regina King, “Uma Noite em Miami”. Da relação cinematográfica, apenas “Nomadland” (Disney/Searchlight) e “Minari” (A24) são lançamentos tradicionais de cinema, pois a Disney+ também emplacou a animação Soul, da Pixar, e a HBO Max tem o lançamento simultâneo com os cinemas, “Judas e o Messias Negro” (estreia em 12 de fevereiro), entre os filmes celebrados. Para completar, a respeitada organização angelena também concedeu um Prêmio Especial para a adaptação do musical vencedor do Tony, “Hamilton”, que estreou em julho na Disney+. Veja abaixo a lista completa divulgada pelo AFI. AFI Awards 2020 | TOP 10 Filmes “Destacamento Blood” “Judas e o Messias Negro” “A Voz Suprema do Blues” “Mank” “Minari” “Nomadland” “Uma Noite em Miami” “Soul” “Sound of Metal” “Os 7 de Chicago” AFI Awards 2020 | TOP 10 Séries “Better Call Saul” “Bridgerton” “The Crown” “The Good Lord Bird” “Lovecraft Country” “The Mandalorian” “Mrs. America” “O Gambito da Rainha” (The Queen’s Gambit) “Ted Lasso” “Nada Ortodoxa” (Unorthodox) AFI Special Award “Hamilton”

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    Bridgerton é oficialmente renovada para 2ª temporada

    21 de janeiro de 2021 /

    Depois de exaltar o sucesso de “Bridgerton” em evento para seus investidores, a Netflix oficializou a renovação da primeira série produzida para o streaming por Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy”). O anúncio da 2ª temporada foi acompanhado por vídeo e também por vários posts nas redes sociais. O post mais divertido foi publicado pela produtora Shondaland, anunciando, como se tivesse sido escrito por Lady Whistledown: “Esta autora foi informada por fonte confiável que Lorde Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey) pretende dominar a temporada social. Estarei com a minha caneta preparada para reportar toda e qualquer novidade dos acontecimentos românticos”. O texto e o close final do vídeo confirmam que o segundo ano da produção vai adaptar o segundo volume da coleção literária “Os Bridgerton”, de Julia Quinn, intitulado em português “O Visconde que Me Amava”. Os oito primeiros episódios foram baseados em “O Duque e Eu”, o primeiro livro, com foco em Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor), a filha mais velha da família, durante seu debut na alta sociedade, quando atrai a atenção de vários pretendentes. Cada exemplar da obra original conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton e, no segundo volume, o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Logo, ele decide que Edwina Sheffield, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal para sua noiva. Mas, para levá-la ao altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela. Não será uma tarefa fácil, porque Kate não acredita que ex-libertinos possam se transformar em bons maridos e não deixará Edwina cair nas garras dele. Mas enquanto faz de tudo para afastá-lo da irmã, Kate descobre que o visconde devasso é também um homem honesto e gentil. Ao mesmo tempo, Anthony começa a sonhar com ela, apesar de achá-la a criatura mais intrometida e irritante que já pisou nos salões de Londres. Pronto. Já se sabe como esse orgulho e preconceito terminam. Mas pouco importa para os fãs da obra de Quinn, uma Jane Austen contemporânea, que transformaram a história romântica da 1ª temporada num dos maiores sucessos da Netflix – supostamente visto por 64 milhões de assinantes em todo o mundo. Desenvolvida pelo roteirista Chris Van Dusen, que trabalhou para Rhimes em “Grey’s Anatomy” e “Scandal”, a série ainda tem previsão para voltar com seus novos episódios. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por shondaland tv (@shondaland)

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    Netflix elogia desempenho da Disney+ e celebra nova rivalidade

    20 de janeiro de 2021 /

    Além de celebrar uma marca histórica de assinantes mundiais, o ponto alto da apresentação de terça (20/1) da Netflix para investidores do mercado americano foi o reconhecimento da competição da Disney+ (Disney Plus). Apesar do avanço internacional da plataforma da Disney, a Netflix adicionou 8,5 milhões de assinantes no último trimestre e 37 milhões em 2020, bem acima das previsões, e com isso chegou a 203,7 milhões de assinantes mundiais. Ao mesmo tempo, a Disney+ atingiu 86,8 milhões, um crescimento recorde em apenas 14 meses, considerando seu lançamento em novembro de 2019. “É superimpressionante o que a Disney fez”, disse o fundador e co-CEO da Netflix, Reed Hastings, durante a apresentação. “E isso é ótimo. Mostra que os assinantes estão interessados ​​e dispostos a pagar mais por mais conteúdo porque estão famintos por ótimas histórias. E a Disney tem ótimas histórias”, continuou. “Isso nos deixa entusiasmados para aumentar nossas assinaturas, aumentar nosso orçamento de conteúdo e será ótimo para o mundo ver a Disney e a Netflix competirem série a série e filme a filme. Estamos muito entusiasmados em alcançá-los na área de animação infantil – talvez eventualmente até ultrapassá-los, veremos, temos um longo caminho a percorrer só para chegar onde eles estão – e manter nossa liderança no entretenimento geral, o que é muito estimulante”. Hastings citou um exemplo de sua liderança, ao destacar o desempenho da série estreante “Bridgerton”, “que eu não acho que você vai ver na Disney tão cedo”. A referência de Hastings a “Bridgerton” tem vários sentidos. A série tem cenas de sexo, que a Disney+ não permitiria, e foi criada pela empresa da produtora Shonda Rhimes, que deixou a ABC, rede televisiva de propriedade da Disney, onde lançou “Grey’s Anatomy” e outras séries, em troca de um contrato milionário com a Netflix. Primeiro programa desse acordo, “Bridgerton” teria sido assistido por 63 milhões de famílias nos primeiros 28 dias, classificando-se como o 5º maior lançamento de série original da Netflix em todos os tempos. Vale apenas reparar que os números do público de “Bridgerton” são projeções – a série ainda não completou 28 dias no ar – e a Netflix considera que uma família inteira viu uma temporada completa de série se algum morador da casa assinante der play por dois minutos num episódio.

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  • Série

    Lupin supera audiência de Bridgerton e O Gambito da Rainha na Netflix

    19 de janeiro de 2021 /

    A Netflix anunciou que “Lupin” se tornou o maior sucesso de língua francesa em sua programação. Na verdade, o sucesso de “Lupin” é maior, inclusive, que qualquer outra série recente da língua inglesa da plataforma. Segunda a empresa, superou até “Bridgerton” e “O Gambito da Rainha”, ao ser vista por 70 milhões de assinantes. Mas será que 70 milhões viram mesmo a série? A resposta curta e direta é não. Nem metade disso viu “Lupin”. Esses números não são factuais, assim como outros que a Netflix começou a soltar de forma aleatória ultimamente. Disponibilizada em 8 de janeiro – ou seja, há 11 dias – , a série teria 70 milhões de visualizações entre os assinantes do serviço em seus primeiros 28 dias. Reparem que a Netflix agora celebra a audiência mensal que uma série ainda não atingiu. Isso só é possível porque a empresa criou sua própria forma de calcular visualizações – que não é auditada – e ainda resolveu inovar mais, utilizando uma máquina secreta do tempo para incluir na soma os resultados futuros. Brincadeira à parte, a matemática permite essa façanha, graças aos cálculos de “projeções”, que costumam ser bastante usados em planos de negócios. Mas na prática os números que servem de base para o cálculo são tão irreais quanto o resultado. Além da “adivinhação” com base supostamente científica, a Netflix considera que uma temporada de série foi totalmente vista quando um assinante dá play por dois minutos num episódio qualquer. O que os números divulgados dizem de fato é que a Netflix espera que 70 milhões de assinantes vejam dois minutos de “Lupin” até o dia 5 de fevereiro. Apesar de demonstrar como o serviço infla artificialmente seus números de streaming, a divulgação aleatória de audiência ilusória estabelece ao menos algum parâmetro de comparação entre os conteúdos diferentes da plataforma. Em outras palavras, serve para indicar quais produções estão atingindo maior sucesso dentro dos critérios específicos da empresa. Por exemplo: poucos dias após a estreia, a Netflix anunciou que “Bridgerton” seria visualizada por 63 milhões de famílias em 28 dias. Pelos mesmos critérios, “O Gambito da Rainha” atingiria 62 milhões. Ambas teriam sido superadas por “Lupin”. De forma impressionante, os números mágicos ainda sugerem que os cinco episódios de “Lupin” foram quase tão vistos quanto as três temporadas completas de “Cobra Kai”, supostamente assistidas por pelo menos 73 milhões de contas da Netflix… A aventura criada por George Kay (roteirista de “Killing Eve”) em colaboração com François Uzan (“Family Business”) homenageia Arsène Lupin, famoso criminoso literário dos romances de 100 anos atrás do escritor Maurice LeBlanc, conhecido como “ladrão de casaca” por sua elegância e estilo. Na trama, o personagem do astro Omar Sy (de “Intocáveis”) se inspira no personagem para realizar um grande assalto, utilizando o mesmo talento de Lupin para se disfarçar e mudar de identidade em seus delitos. Cheia de reviravoltas, a atração tem direção de Louis Leterrier, o cineasta do thriller “Truque de Mestre” – filme que, inclusive, serve de parâmetro para o clima da série. Independente de ter sido vista ou não (na verdade não) por 70 milhões de “famílias”, o sucesso de “Lupin” é de fato inegável e pode ser medido também por seu impacto cultural. Desde o lançamento da série, os livros originais de LeBlanc tiveram impulso de vendas em muitos mercados – na França, Itália, Espanha, Estados Unidos, Reino Unido, Coréia do Sul e outros. E, nesta semana, a rádio nacional francesa, FranceInfo, dedicou um episódio do programa FranceInfo Junior sobre o personagem, para ensinar a seus jovens ouvintes sobre suas origens literárias.

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