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    “Titãs” é renovada para 4ª temporada

    16 de outubro de 2021 /

    A HBO Max renovou a série “Titãs” (Titans) para sua 4ª temporada. O anúncio foi feito durante a DC FanDome e reproduzido nas redes sociais da série, com direito a participação em vídeo do ator Brenton Thwaites, intérprete de Dick Grayson/Asa Noturna, para dar a notícia. A renovação foi confirmada uma semana antes do final da 3ª temporada, que exibe seu último episódio na próxima quinta (21/10) nos EUA. Um vídeo com uma cena do capítulo final também foi exibido durante o evento da DC Comics neste sábado (16/10) e pode ser visto abaixo. Apesar de se repetir em algumas narrativas, com várias mortes e ressurreições na atual temporada, a série continua chamando atenção pela ousadia, ao levar às telas várias histórias clássicas da DC Comics. Neste ano, o ponto de partida foi nada menos que a adaptação da infame história “Morte em Família”, em que Robin (Curran Walters) é assassinado pelo Coringa, e “Sob o Capuz​” (2004), que reintroduziu Jason Todd, o Robin “morto”, como um novo vilão: o Capuz Vermelho. Só que entre as duas publicações originais aconteceram quase duas décadas de histórias em quadrinhos, que os roteiristas da série suaram para simplificar. Como se fosse pouco, ainda há o entendimento entre Estelar (Anna Diop) e sua irmã vilã Estrela Negra (Damaris Lewis), a ressureição de Donna Troy, a Moça Maravilha, morta de forma besta na 2ª temporada, a introdução de Tim Drake (Jay Lycurgo), o terceiro Robin, e da versão cadeirante de Barbara Gordon (Savannah Welch), sem esquecer do vilão Espantalho, num trabalho memorável de Vincent Kartheiser (“Mad Men”). Desenvolvida por Greg Berlanti (criador do “Arrowverse”), Akiva Goldsman (criador de “Star Trek: Picard”) e Geoff Johns (criador de “Stargirl”), a série ainda inclui os heróis Ravena (Teagan Croft), Mutano (Ryan Potter) e Superboy (Joshua Orpin). No Brasil, as duas primeiras temporadas foram disponibilizadas pela Netflix. we go again! #DCFanDome #DCTitans pic.twitter.com/MX0qUnI8KS — DC Titans on Max (@DCTitans) October 16, 2021

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    Filme da Batgirl terá participação do Batman

    15 de outubro de 2021 /

    O filme da Batgirl fará parte do DCU (Universo Cinematográfico da DC) e contará com a participação de Batman. A revelação foi feita por Billal Fallah, um dos diretores do longa, durante participação no Film Fest Gent, festival de cinema da Bélgica. “O que posso dizer é que terá mesmo o Batman”, afirmou Fallah. “Qual deles, não podemos dizer. Acho que não podemos entrar em muitos detalhes”, acrescentou. A dúvida sobre “qual Batman” é pertinente, já que dois deles vão aparecer no filme “The Flash”, interpretados por Michael Keaton e Ben Affleck, e ainda há um terceiro à caminho, vivido por Robert Pattinson no novo filme solo do personagem. Mas a declaração ainda dá margem para uma versão inédita do personagem no cinema, que não seja o alter-ego de Bruce Wayne. Embora a sinopse não tenha sido revelada, o filme deve contar a história de como a filha do Comissário Gordon se inspirou em Batman para adotar sua identidade secreta e combater o crime. Esta origem já foi apresentada em formato live-action logo na estreia da personagem. Batgirl surgiu em 1967, quando executivos de televisão encomendaram uma heroína para atrair público feminino para a série “Batman”, que estava perdendo audiência em sua 3ª temporada. Escolhida como intérprete original, a atriz Yvonne Craig ainda serviu como modelo físico para as primeiras artes da personagem, quando Batgirl foi integrada aos quadrinhos – quase simultaneamente à sua estreia na TV. Apesar de ter se tornado uma das heroínas mais populares da DC Comics, ela só apareceu no cinema 30 anos depois, quando a loira Alicia Silverstone vestiu seu capuz em “Batman & Robin” (1997). O fracasso de público e crítica daquela produção acabou reforçando a aposentadoria da personagem, que nos quadrinhos virou tetraplégica e passou a adotar a identidade de Oráculo, especializando-se em computação e serviços de inteligência para outros heróis. Essa versão de Barbara Gordon também já foi vista em carne e osso, na série “Birds of Prey” (lançada no Brasil com o título equivocado de “Mulher Gato”), interpretada por Dina Meyer em 2002, e atualmente inspira a aparição da personagem na 3ª temporada de “Titãs”, onde é vivida por Savannah Welch (“Six”), uma cadeirante de verdade. O filme de “Batgirl” não está sendo desenvolvido para o cinema, mas para a HBO Max, com direção da dupla belga Adil El Arbi e Bilall Fallah (de “Bad Boys Para Sempre”), filhos de imigrantes marroquinos. A estreia é esperada para o final de 2022.

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    Mary Elizabeth Winstead quer filme solo da Caçadora

    25 de agosto de 2021 /

    Depois do anúncio de que Jurnee Smollett vai estrelar um filme solo da heroína Canário Negro na HBO Max, sua colega Mary Elizabeth Winstead se colocou à disposição para um longa centrado na Caçadora. As duas atrizes compartilharam as telas no filme “Aves de Rapina”, no ano passado, dando vida às heroínas da DC Comics. “Estou disposta a qualquer coisa, realmente”, ela afirmou ao site ComicBook. “A Caçadora é uma personagem tão divertida. Não sei se há planos para a minha versão da personagem continuar aparecendo, porque sei que existem várias versões dela por aí, nos quadrinhos. Fico feliz de ter tido a chance de interpretar ao menos uma iteração dela – e, se essa iteração for continuar em outros filmes, amaria fazer parte deles. Vamos ver o que vem por aí!”, declarou. No filme “Aves de Rapina”, a Caçadora e Canário Negro formaram um time improvável com Arlequina (Margot Robbie), Renee Montoya (Rosie Perez) e Cassandra Cain (Ella Jay Basco). Já nos quadrinhos, as duas heroínas formaram o grupo conhecido como Aves de Rapina com a Batgirl, que será vivida por Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”) em outro filme em desenvolvimento para a HBO Max. Com as produções já anunciadas, só faltaria mesmo um filme da Caçadora para completar possíveis planos de um relançamento da franquia em streaming.

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    DC Comics explica decisão histórica de tirar Robin do armário

    12 de agosto de 2021 /

    A DC Comics publicou um texto editorial em seu site oficial que explica a decisão de tirar Robin do armário. A sexta edição da revista “Batman: Urban Legends” mostrou Tim Drake, o terceiro personagem a usar a roupa do herói, assumindo-se bissexual. Na história “Sum of Our Parts”, escrita por Meghan Fitzmartin e com artes de Belén Ortega, Robin resgata seu belo amigo adolescente Bernard e, posteriormente, Tim Drake aceita sair em um encontro com o rapaz. O personagem seria bissexual porque já namorou uma garota, Stephanie Brown, a heroína conhecida como Spoiler e que também já foi Robin (!) e Batgirl. Nisto, Tim Drake copiou Dick Grayson, o primeiro Robin, que namorou Barbara Gordon, a Batgirl original. No texto publicado no site da DC, o colunista Alex Jaffe destaca a importância de ter um personagem como Robin, que sempre foi associado a um subtexto LGBTQIAP+, assumir-se abertamente queer. “É um momento sobre o qual continuaremos falando e celebrando por anos. O momento em que os fãs LGBTQIAP+ foram, não através de subtextos ou de um ‘ponto de vista’ mais permissivo, mas aberta e textualmente apoiados pela primeira vez desde que Kate Kane foi expulsa do exército. O momento em que um Robin, particularmente um Robin com história, legado e décadas de leituras com codificação queer em seu cinto de utilidades, recebeu a permissão de ser o ícone queer que sempre foi”. Apesar da declaração, vale lembrar que foi Dick Grayson, o Robin original, que virou alvo de piadas homofóbicas pela forma como foi retratado na série do Batman dos anos 1960. E na época a resposta da DC foi ressaltar sua virilidade com parceiro sexual de muitas heroínas dos quadrinhos. De fato, o ex-Robin que virou Asa Noturna se tornou o maior “garanhão” da editora. “Expressar-se plenamente com uma traje colorido enquanto você escondia sua identidade do mundo já foi considerado escandaloso em uma nação amplamente homofóbica”, lembrou Jaffe no texto divulgado pela DC, considerando que foi por isso que a própria editora passou a censurar temas relacionados à comunidade queer durante décadas. A boa notícia é que a história romântica de Tim Drake continuará, na edição 10 da revista “Batman: Urban Legends”, tanto quanto herói e como um homem apaixonado por outro homem. “Tim Drake pode ser quem quer que ele queira ser. Por isso, assumir-se em ‘Batman: Urban Legends’ 6 é tão histórico”, oficializou a editora, num tuite próprio. Tim Drake can be whoever he wants to be 💯 Here's why his coming out in BATMAN: URBAN LEGENDS #6 is so historic: https://t.co/HwLUefJVzX pic.twitter.com/S7VrdCFPKl — Batman (@DCBatman) August 11, 2021 This likely isn’t the first piece about the big Tim Drake news you’ve read this week, but it is the first you can read on the DC Comics website. Honored to be the one to cover it.https://t.co/Kw7JSiVq3d — Alex Jaffe (@AlexJaffe) August 11, 2021

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    DC revela que Robin é bissexual

    10 de agosto de 2021 /

    A DC Comics finalmente tirou Robin do armário. Não Dick Grayson, o Robin original, que depois de virar alvo de piadas homofóbicas pela forma como foi retratado na série do Batman dos anos 1960 passou a exibir sua virilidade com muitas heroínas da editora, mas o terceiro personagem a vestir o uniforme colorido. A sexta edição da revista “Batman: Urban Legends” mostrou Tim Drake assumindo-se bissexual. Na história “Sum of Our Parts”, escrita por Meghan Fitzmartin e com artes de Belén Ortega, Robin resgata seu belo amigo adolescente Bernard e, posteriormente, Tim Drake aceita sair em um encontro com o rapaz. O personagem seria bissexual porque já tinha namorado uma garota, Stephanie Brown, a heroína conhecida como Spoiler e que também já foi Robin (!) e Batgirl. Nisto, Tim Drake copiou Dick Grayson, que namorou Barbara Gordon, a Batgirl original. A novidade em relação ao Robin repercutiu nas redes sociais, e inspirou pedidos para outros heróis saírem do armário – inclusive a citada Stephanie Brown. Tim Drake vai estrear em live action na 3ª temporada de “Titãs”, que tem lançamento marcado para esta quinta-feira (12/8) nos EUA. A DC tirou o Tim Drake do armário 🏳️‍🌈 pic.twitter.com/wGfbh1F47B — Chris – Diversidade Nerd (@chrisgonzatti) August 10, 2021 Essa thread aqui mostra quando o Tim conheceu o Bernard (há muito tempo atrás), e como a química deles já era clara. https://t.co/A5wKsEPOtB — Nação DC (@Nacao_DC) August 10, 2021 Now can we confirm Steph’s bisexuality!! pic.twitter.com/cPAnCnkh42 — Kat Calamia (@ComicUno) August 10, 2021

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    J.K. Simmons negocia voltar como Comissário Gordon no filme da Batgirl

    29 de julho de 2021 /

    O ator J.K. Simmons está em negociações para voltar a viver o Comissário Gordon. Ele interpretou o personagem em “Liga da Justiça” e agora vai reaparecer no filme da Batgirl. O site The Hollywood Reporter foi quem deu a notícia primeiro, posteriormente confirmada por outros veículos. Caso o acordo seja fechado, “Batgirl” integrará o DCU (Universo Cinematográfico da DC Comics) criado por Zack Snyder. A identidade secreta da heroína é Barbara Gordon, filha do Comissário Gordon. A personagem surgiu em 1967, quando executivos de televisão encomendaram uma heroína para atrair público feminino para a série “Batman”, que estava perdendo audiência em sua 3ª temporada. Escolhida como intérprete original, a atriz Yvonne Craig ainda serviu como modelo físico para as primeiras artes da personagem, quando Batgirl foi integrada aos quadrinhos – quase simultaneamente à sua estreia na TV. Apesar de ter se tornado uma das heroínas mais populares da DC Comics, ela só apareceu no cinema 30 anos depois, quando a loira Alicia Silverstone vestiu seu capuz em “Batman & Robin” (1997). O fracasso de público e crítica daquela produção acabou reforçando a aposentadoria da personagem, que nos quadrinhos virou tetraplégica e passou a adotar a identidade de Oráculo, especializando-se em computação e serviços de inteligência para outros heróis. Essa versão de Barbara Gordon também já foi vista em carne e osso, na série “Birds of Prey” (lançada no Brasil com o título equivocado de “Mulher Gato”), interpretada por Dina Meyer em 2002, e voltará a aparecer na 3ª temporada de “Titãs”, vivida por Savannah Welch (“Six”), a partir de 12 de agosto nos EUA. Enquanto ela estava confinada numa cadeira de rodas nos quadrinhos, duas outras heroínas assumiram sua identidade, mantendo o nome de Batgirl vivo nas publicações mensais. Até que a DC Comics passou por dois reboots e mudou tudo, voltando a trazer Barbara Gordon em forma e de volta à ação como a Batgirl original. O filme de “Batgirl” não está sendo desenvolvido para o cinema, mas para a HBO Max pela dupla de diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah (de “Bad Boys Para Sempre”). E marcará a primeira vez que a personagem não será interpretada por uma atriz branca. A escolhida para viver Batgirl em seu primeiro filme solo foi Leslie Grace (de “Em um Bairro de Nova York”). .

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    Batgirl será negra como a nova Batwoman

    21 de julho de 2021 /

    A atriz Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”) teria sido escolhida como a nova Batgirl do cinema. Os sites Deadline, The Hollywood Reporter e Variety se anteciparam ao anúncio oficial nesta quarta (21/7), após o nome da atriz vazar entre as finalistas para o papel. Leslie Grace é uma atriz latina e negra, e disputava o papel com a loira Haley Lu Richardson (“A Cinco Passos de Você”). As duas só tinham uma coisa em comum: a idade de 26 anos. De acordo com o relato do Deadline, a Warner estava empolgada com a atriz desde seu desempenho no musical “Em um Bairro de Nova York”. O estúdio, no entanto, ainda não se manifestou oficialmente sobre a escolha. Desta forma, a HBO Max terá Batgirl e Batwoman negras em sua programação – ainda que Leslie Grace seja bem mais clara. A maior diferença entre as personagens, porém, não é o tom de pele. Enquanto a versão negra de Batwoman (vivida por Javicia Leslie) foi criada especialmente para sua série e integrada de forma orgânica, após a atriz que interpretava a versão original (branca) desistir da atração ao final da 1ª temporada, Batgirl deve ser a mesma personagem – que não é negra – dos quadrinhos. Embora a sinopse não tenha sido revelada, o filme deve contar a história de como a filha do Comissário Gordon se inspirou em Batman para adotar sua identidade secreta e combater o crime. Esta origem já foi apresentada em formato live-action logo na estreia da personagem. Batgirl surgiu em 1967, quando executivos de televisão encomendaram uma heroína para atrair público feminino para a série “Batman”, que estava perdendo audiência em sua 3ª temporada. Escolhida como intérprete original, a atriz Yvonne Craig ainda serviu como modelo físico para as primeiras artes da personagem, quando Batgirl foi integrada aos quadrinhos – quase simultaneamente à sua estreia na TV. Apesar de ter se tornado uma das heroínas mais populares da DC Comics, ela só apareceu no cinema 30 anos depois, quando a loira Alicia Silverstone vestiu seu capuz em “Batman & Robin” (1997). O fracasso de público e crítica daquela produção acabou reforçando a aposentadoria da personagem, que nos quadrinhos virou tetraplégica e passou a adotar a identidade de Oráculo, especializando-se em computação e serviços de inteligência para outros heróis. Essa versão de Barbara Gordon também já foi vista em carne e osso, na série “Birds of Prey” (lançada no Brasil com o título equivocado de “Mulher Gato”), interpretada por Dina Meyer em 2002, e voltará a aparecer na 3ª temporada de “Titãs”, vivida por Savannah Welch (“Six”), a partir de 12 de agosto nos EUA. Enquanto ela estava confinada numa cadeira de rodas nos quadrinhos, duas outras heroínas assumiram sua identidade, mantendo o nome de Batgirl vivo nas publicações mensais. Até que a DC Comics passou por dois reboots e mudou tudo, voltando a trazer Barbara Gordon em forma e de volta à ação como a Batgirl original. O filme de “Batgirl” não está sendo desenvolvido para o cinema, mas para a HBO Max. Assim como a atriz principal, os diretores do longa tem pele clara, mas não passam por brancos, a dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah (de “Bad Boys Para Sempre”) – são cineastas belgas, filhos de imigrantes marroquinos. A situação remete à escalação de uma Supergirl latina pelo diretor argentino Andy Muschietti no vindouro filme “The Flash”. O papel ficou com a atriz Sasha Calle (“The Young and the Restless”). Neste caso, porém, o visual que vazou dos sets de filmagem não foi o de Kara Zor-El, a Supergirl loira e clássica dos quadrinhos, mas Lara Lane-Kent, filha de Superman e Lois Lane vista em “Injustiça: Deuses entre Nós – Ano Três”.

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    Batgirl pode ser loira, negra ou latina em filme, de acordo com testes de atrizes

    19 de julho de 2021 /

    A Warner não tem critério definido para escolher a Batgirl do cinema, além do fato de buscar uma mulher com mais de 20 e menos de 30 anos. A situação veio à tona em artigos dos sites americanos Deadline, The Wrap e Variety desta segunda (19/7), que não entraram no mérito da diferença radical entre as candidatas ao papel. Segundo as publicações, a busca do estúdio pela atriz que estrelará o primeiro filme da heroína tem como favoritas Leslie Grace e Haley Lu Richardson. A primeira é uma atriz negra latina, vista recentemente no musical “Em Um Bairro em Nova York”, enquanto a segunda é uma branca loira que estrelou “A Cinco Passos de Você”. As duas só tem uma coisa em comum: a idade de 26 anos. Para comprovar a falta de foco, o estúdio também teria testado a latina clara Isabela Merced (“Dora e a Cidade Perdida”), que tem apenas 20 anos, e a morena clara Zoey Deutch (“The Politician”), de 27. De acordo com as reportagens, a Warner ainda pretende sondar outras atrizes, mas no momento a disputa estaria entre as citadas. Diante disso, os fãs podem esperar uma Batgirl negra, latina, morena ou loira, de 20 a 27 anos. Isto geralmente significa que o perfil da personagem é genérico, podendo ser interpretado por qualquer atriz dentro da (ampla) faixa etária apresentada, independente da cor. Só não estão buscando asiáticas. Nos quadrinhos, a personagem é uma das ruivas mais famosas da DC Comics. Das candidatas citadas, Zoe Deutch é a única conhecida por adotar e ficar bem com tintura ruiva nos cabelos. O filme tem roteiro de Christina Hodson, que escreveu “Aves de Rapina” e também assina o vindouro filme do “Flash”, e direção da dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah, responsáveis pelo sucesso de “Bad Boys Para Sempre” (2020). A escolha quebra uma regra não escrita dos estúdios, que vinham escalando mulheres para dirigir filmes de heroínas dos quadrinhos. A própria Warner fez isso com “Mulher Maravilha” (dirigido por Patty Jenkins) e “Aves de Rapina” (de Cathy Yan). Por outro lado, a dupla de “Bad Boys” sucede outra opção masculina para a adaptação. Joss Whedon começou a escrever o primeiro roteiro em 2017, mas nunca encontrou o tom e desistiu (antes de se envolver em várias polêmicas por mau comportamento nos bastidores de “Liga da Justiça” e se queimar em Hollywood). Em março desse ano, a Warner confirmou que, em meio a essas mudanças, continuava a avançar com o filme. A revelação aconteceu durante a apresentação de uma lista de produções em desenvolvimento com conteúdo baseado em propriedades da DC Comics. “Batgirl”, porém, não deve chegar aos cinemas e sim ser lançado diretamente na HBO Max. Veja abaixo o post do Deadline com as fotos das atrizes testadas. The talent expected to test for Batgirl includes Isabella Merced, Zoey Deutch and Leslie Grace We also have heard Haley Lu Richardson’s name, but she might have bowed out before the test process https://t.co/zJeMnYWZcq — Deadline Hollywood (@DEADLINE) July 19, 2021

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    Trailer de “Titãs” destaca a morte de Robin

    14 de julho de 2021 /

    A HBO Max divulgou o pôster e o trailer da 3ª temporada de “Titãs”, que revela o alcance ambicioso dos novos episódios. A prévia apresenta um dos momentos mais controvertidos da história dos quadrinhos: o assassinato de Robin pelo Coringa. A adaptação de infame história “Morte em Família” é o ponto de partida para a aposentadoria de Batman (Iain Glen) e a volta de Dick Grayson (Brenton Thwaites) a Gotham City, agora como o herói Asa Noturna, sem esquecer da introdução de um novo vilão, o Capuz Vermelho. Só que entre a publicação de “Morte em Família” (1988) e “Sob o Capuz​” (2004) aconteceram quase duas décadas de histórias em quadrinhos. A série pretende fazer um resumão e ainda acrescentar tramas paralelas dos Titãs, como a luta entre Estelar (Anna Diop) e sua irmã vilã, Estrela Negra (Damaris Lewis), e a ressureição de Donna Troy, morta na 2ª temporada, mas que virou Troia após morrer como Moça-Maravilha nas páginas dos Titãs – depois disso, a história se complica ainda mais. De todo modo, a prévia sugere que o foco central será mesmo no trauma causado pela suposta morte de Jason Todd (Curran Walters), o segundo Robin, que serve também para introduzir Savannah Welch (“Boywood”) como a versão cadeirante de Barbara Gordon (a Batgirl/Oráculo), Vincent Kartheiser (“Mad Men”) no papel de Jonathan Crane (o vilão Espantalho) e Jay Lycurgo (“I May Destroy You”) como Tim Drake (o terceiro Robin). A estreia dos novos episódios foi marcada para 12 de agosto nos EUA. No Brasil, as duas primeiras temporadas foram disponibilizadas pela Netflix.

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    3ª temporada de “Titãs” ganha 14 fotos

    11 de julho de 2021 /

    A HBO Max divulgou 14 fotos da 3ª temporada de “Titãs” nas redes sociais. Todas as imagens são retratos dos personagens em “trajes civis”. Mesmo assim, contém spoilers. O segredo pior guardado da temporada aparece escancarado na divulgação: Donna Troy, a Moça-Maravilha, que teve uma morte banal (ridícula) ao final da 2ª temporada, continua na trama. Sua intérprete, Conor Leslie, é uma das retratadas. Nos quadrinhos, a Moça-Maravilha original “morreu” para renascer como Troia. As imagens também registram pela primeira vez os visuais de Savannah Welch (“Boywood”) como a versão cadeirante de Barbara Gordon (a Batgirl/Oráculo) e Vincent Kartheiser (“Mad Men”) no papel de Jonathan Crane (o vilão Espantalho). Outro detalhe é o visual mais sombrio de Curran Walters, intérprete do segundo Robin (Jason Todd), que também vai “morrer” na trama para ressurgir como o vilão Capuz Vermelho. Passada em Gotham City, a 3ª temporada de “Titãs” ainda introduzirá Tim Drake (o terceiro Robin), interpretado por Jay Lycurgo (“I May Destroy You”), que, ao contrário do personagem dos quadrinhos, é preto. Por acaso, o ator também está no vindouro novo filme de “Batman”. Para completar, a trama ainda vai trazer a irmã de Estelar (Anna Diop), a vilã Estrela Negra, que aparece nas imagens encarnada por Damaris Lewis (“Pose”). Só essa seleção de fotos já compila pelo menos cinco histórias diferentes dos quadrinhos. A estreia dos novos episódios foi marcada para 12 de agosto nos EUA. No Brasil, as duas primeiras temporadas foram disponibilizadas pela Netflix. pic.twitter.com/6fDE44vT5l — DC Titans on Max (@DCTitans) July 7, 2021 pic.twitter.com/nvIFv5SFkt — DC Titans on Max (@DCTitans) July 7, 2021 don't worry, we didn't forget tim #DCTitans pic.twitter.com/FUxAVc8ec4 — DC Titans on Max (@DCTitans) July 8, 2021

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    Prévia de “Titãs” remete à morte de Robin nos quadrinhos

    17 de junho de 2021 /

    A HBO Max divulgou o teaser da 3ª temporada de “Titãs”, que remete ao assassinato de Robin (Jason Todd) pelo Coringa nos quadrinhos. A prévia abre com Robin/Jason (interpretado por Curran Walters) encontrando um cadáver sorridente, marca registrada do Coringa, e inclui cenas à distância de um assassinato brutal com uma barra de ferro, que foi como o personagem morreu na infame história “Morte em Família”. Vale lembrar que Jason Todd “melhorou” depois de morrer, ressurgindo como o vilão Capuz Vermelho, e essa história também fará parte da 3ª temporada da série. Os novos episódios vão se passar em Gotham City e incluirão ainda outros personagens dos quadrinhos de “Batman”, como o vilão Espantalho, Barbara Gordon e o terceiro Robin (Tim Drake). Até então disponibilizada pela plataforma DC Universe nos EUA, “Titãs” migrará na nova temporada para a HBO Max. Já no Brasil, a série continua na plataforma Netflix. A estreia dos novos episódios ainda não foi marcada.

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    Elenco de “Titãs” revela quando estreia a 3ª temporada

    21 de maio de 2021 /

    O elenco de “Titãs” se juntou num vídeo, divulgado nas redes sociais, para anunciar que a 3ª temporada da série vai estrear em agosto na plataforma HBO Max. No Brasil, as duas primeiras temporadas foram disponibilizadas pela Netflix. Ainda não há confirmação se “Titãs” também passará a ser lançada pela HBO Max no Brasil, a partir da chegada da plataforma no país em junho. Além da data, o vídeo revela os novos integrantes do elenco e discretamente confirma que Conor Leslie continua na atração, entregando que a morte (banal) de Donna Troy (a Moça Maravilha) foi, digamos, notícia exagerada da temporada anterior. Passada em Gotham City, a 3ª temporada de “Titãs” introduzirá outros dois personagens importantes dos quadrinhos de Batman: Barbara Gordon (a primeira Batgirl/Oráculo) e Tim Drake (o terceiro Robin). Eles serão interpretados pela atriz e cantora Savannah Welch (“Boyhood”), que tem uma perna amputada, e por Jay Lycurgo (“I May Destroy You”), que, ao contrário do personagem dos quadrinhos, é preto. Por acaso, ele também está no vindouro novo filme de “Batman”. Fazendo a última aparição do vídeo, em tom mau humorado e ameaçador, o ator Vincent Kartheiser (o Pete Campbell de “Mad Men”) também entrou na série no papel de Jonathan Crane (o vilão Espantalho). EVERYBODY, LISTEN@HBOMAX #DCTitans pic.twitter.com/HKqYp1xUlN — DC Titans on Max (@DCTitans) May 21, 2021

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    Diretores de “Bad Boys Para Sempre” farão filme da Batgirl

    20 de maio de 2021 /

    A Warner contratou os diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah, responsáveis pelo sucesso de “Bad Boys Para Sempre” (2020), para comandarem o filme da Batgirl. A escolha quebra uma regra não escrita dos estúdios, que vinham escalando mulheres para dirigir filmes de heroínas dos quadrinhos. A própria Warner fez isso com “Mulher Maravilha” (dirigido por Patty Jenkins) e “Aves de Rapina” (de Cathy Yan). Por outro lado, a dupla de “Bad Boys” sucede outra opção masculina para a adaptação. Joss Whedon começou a escrever o primeiro filme solo de Barbara Gordon em 2017, mas nunca encontrou o tom e desistiu (antes de se envolver em várias polêmicas por mau comportamento nos bastidores de “Liga da Justiça” e se queimar em Hollywood). Com sua saída, o roteiro ficou a cargo de Christina Hodson, que escreveu “Aves de Rapina” e também assina o vindouro filme do “Flash”. Em março desse ano, a Warner confirmou que, em meio a essas mudanças, continuava a avançar com o filme. A revelação aconteceu durante a apresentação de uma lista de produções em desenvolvimento com conteúdo baseado em propriedades da DC Comics. “Batgirl”, porém, não deve chegar aos cinemas e sim ser lançada diretamente na HBO Max. “Com ‘Batgirl’, esperamos levar o público a um passeio divertido e mostrar um lado diferente de Gotham”, disse a produtora Kristin Burr (que também está à frente de “Cruella”). “O roteiro de Christina é repleto de espírito. Adil e Bilall têm uma energia entusiasmada e alegre, que é contagiante, tornando-os os cineastas perfeitos para este Batprojeto. E estou empolgada por fazer parte do universo DC, o que é muito legal”, completou. El Arbi e Fallah nasceram no Marrocos e estudaram cinema na Bélgica, mas se destacaram na TV americana. Eles comandaram a série “Snowfall”, que lhes rendeu o convite para dirigir o terceiro filme de “Bad Boys”, maior bilheteria de 2020. Depois disso, ainda adquiriram experiência com adaptações de quadrinhos e super-heroínas, ao assumirem a direção de episódios da vindoura série “Ms. Marvel”, da editora rival da DC Comics, que deve estrear na Disney+ no fim do ano. Curiosamente, o novo filme da Warner tende a conflitar com a primeira aparição da personagem na HBO Max, já que Barbara Gordon será deficiente na 3ª temporada de “Titãs”, que estreia ainda este ano em streaming. Embora a sinopse não tenha sido revelada, “Batgirl” deve contar a história de como a filha do Comissário Gordon se inspirou em Batman para adotar sua identidade secreta e combater o crime. Esta origem já foi apresentada em formato live-action, logo na estreia da personagem. Batgirl surgiu em 1967, quando executivos de televisão encomendaram uma heroína para atrair público feminino para a série “Batman”, que estava perdendo audiência em sua 3ª temporada. Escolhida como intérprete da personagem, a atriz Yvonne Craig acabou também servindo como modelo físico para as primeiras artes da personagem, quando Batgirl foi integrada aos quadrinhos – quase simultaneamente à sua estreia na TV. Apesar de ter se tornado uma das heroínas mais populares da DC Comics, ela só apareceu no cinema 30 anos depois, quando Alicia Silverstone vestiu seu capuz em “Batman & Robin” (1997). O fracasso de público e crítica daquela produção acabou reforçando a aposentadoria da personagem, que nos quadrinhos virou tetraplégica e passou a adotar a identidade de Oráculo, especializando-se em computação e serviços de inteligência para outros heróis. Essa versão de Barbara Gordon também já foi vista em carne e osso, na série “Birds of Prey” (lançada no Brasil com o título equivocado de “Mulher Gato”), interpretada por Dina Meyer em 2002. Duas outras heroínas assumiram sua identidade, mantendo o nome de Batgirl vivo nos quadrinhos. Até que a DC Comics passou por dois reboots e mudou tudo, voltando a trazer Barbara Gordon em forma e de volta à ação como a Batgirl original.

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