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  • Filme

    O Menino Que Queria Ser Rei rende uma Sessão da Tarde razoável

    9 de fevereiro de 2019 /

    Quando a animação que resume a história do Rei Arthur logo no início é a melhor coisa do filme, é sinal de que “O Menino Que Queria Ser Rei” ficou devendo o principal: energia. Mais especificamente, energia juvenil para tornar mais essa atualização do mito conhecido em uma história atrativa o suficiente para um público acostumado a épicos de super-heróis. Como Sessão da Tarde, o filme não faz feio, e entrega o tipo de diversão que pode ser interrompida por intervalos comerciais, idas à cozinha para fazer pipoca e constantes enchidas de refrigerante no copo. É tudo muito básico e mastigado, com ações redundantes, personagens assumidamente arquetípicos e uma trama bem previsível. Fica bem ao lado do fraquinho “Um Garoto na Corte do Rei Arthur” (1995) e longe do dinamismo de “Ataque ao Prédio” (2011), filme anterior do mesmo diretor, Joe Cornish. Se o cinismo, o sarcasmo e a ação desenfreada fizeram de “Ataque ao Prédio” uma agradável surpresa no cinema de ação e aventura, Joe Cornish parece abandonar exatamente estes elementos para investir em uma história de heroísmo clássico, honra e amizade. Apesar de bem intencionado, visual impressionante e atores com carisma, “O Menino Que Queria Ser Rei” parece se perder entre aventura juvenil, comentário social sobre o mundo atual e atualização do mito arthuriano. Fica no meio do caminho em tudo, tornando-se por vezes cansativo ao levar os heróis para caminhos sem sentido, tornando-os personagens perdidos dentro de um roteiro que quer abraçar mais do que consegue. Alexander (Louis Ashbourne Serkis, filho de Andy Serkis) é o jovem da Londres atual que sofre bullying e um dia encontra a famosa espada Excalibur fincada em uma pedra. O menino tira a espada, mas ao invés de se tornar rei, traz para si a perseguição de um exército de criaturas lideradas pela bruxa Morgana (Rebecca Ferguson) e, de quebra, ganha um conselheiro na forma do mago Merlin (Angus Imrie, roubando todas as cenas). Ele precisa então reunir os amigos para derrotar Morgana, salvar o mundo, aprender mais sobre si mesmo e tudo aquilo que você já viu antes. A clássica jornada do herói é citada pelo próprio personagem, em um filme que se assume como brincadeira despretensiosa com a fantasia medieval. Há um pouco de tudo que tornou aventuras juvenis conhecidas das décadas de 1980 e 1990 em sucessos, mas falta a originalidade e energia que as fizeram irresistíveis. Contando a trajetória de um menino em busca de identidade, mostrando muita magia e tendo seu clímax em uma escola, bem que poderia se chamar “O menino que queria ser Harry Potter”.

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  • Filme

    Sam Elliott é o homem que matou Hitler e o Pé Grande em trailer de fantasia premiada

    19 de janeiro de 2019 /

    O estúdio indie RLJ divulgou o pôster e o trailer de “The Man Who Killed Hitler and Then The Bigfoot”, aventura fantasiosa que traz o veterano Sam Elliott (“Nasce uma Estrela”) como o personagem do título, o homem que matou Hitler e depois o Pé Grande. A prévia se alterna entre flashbacks para o passado do protagonista, como o soldado responsável por assassinar o Führer, e o presente, quando o governo o recruta para uma nova missão: impedir uma epidemia espalhada pelo Pé Grande nas florestas norte-americanas. O detalhe é que esse delírio agradou a crítica, com 85% de aprovação no site Rotten Tomatoes, e até venceu um festival americano – de Nevada. Alguns dos elogios foram, inclusive, destacados no trailer. A direção e o roteiro são de Robert D. Krzykowski (produtor de “The Woman – Nem Todo Monstro Vive na Selva”), que estreia nas funções, e o elenco conta ainda com Aidan Turner (“Poldark”), Ron Livingston (“A Million Little Things”), Caitlin FitzGerald (“UnReal”), Larry Miller (“O Professor Aloprado”) e Ellar Coltrane (“Boyhood”). A estreia está marcada para o dia 8 de fevereiro nos Estados Unidos e não há previsão para lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Danny Glover entra na continuação de Jumanji

    15 de janeiro de 2019 /

    A Sony Pictures segue escalando o elenco da continuação de “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”. A mais recente adição é o veterano astro Danny Glover, que já se achava muito velho na época de “Máquina Mortífera” (1987). Seu papel está sendo mantido em segredo, mas é possível especular que tenha a ver com a inclusão do também experiente Danny DeVito (“It’s Always Sunny in Philadelphia”). Ambos poderiam ser versões mais velhas dos protagonistas – respectivamente de Kevin Hart e Jack Black. Resta aguardar para ver se mais dois astros veteranos entram na produção para encarnar a Terceira Idade de Dwayne “The Rock” Johnson e Karen Gillan. Além do elenco original e dos veteranos citados, a comediante Awkwafina (“Oito Mulheres e um Segredo”) também vai participar da nova aventura. “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” foi lançado em janeiro de 2018 e arrecadou quase US$ 1 bilhão, garantindo rapidamente uma sequência. A continuação está prevista para dezembro de 2019, dirigida novamente por Jake Kasdan, que assinou o longa anterior.

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    Diretor de Rua Cloverfield, 10 assume a arrastada adaptação do game Uncharted

    14 de janeiro de 2019 /

    O diretor Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”) assumiu a atribulada adaptação do game “Uncharted” para o cinema. Ele vai substituir Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”), que deixou o projeto em dezembro por conflitos de agenda. Um dos projetos que mais sofre com idas e vindas do estúdio, o filme de “Uncharted” se arrasta para ser aprovado pela Sony desde 2010. A primeira versão do roteiro foi escrita por Thomas Dean Donnelly e Joshua Oppenheimer (dupla dos péssimos “Dylan Dog e as Criaturas da Noite” e “Conan, o Bárbaro”), jogada no lixo e substituída por novo texto do casal Marianne e Cormac Wibberley (“A Lenda do Tesouro Perdido”), que se focaria na família do protagonista, também incinerado após “mudança de direção criativa”. Isto levou à criação de nova história por Mark Boal (“A Hora Mais Escura”). Nesta versão, o protagonista estaria em busca da cidade de El Dorado, mas para chegar lá precisaria competir com mercenários e criaturas mutantes que defendem o local. Não rolou. E outro roteiro foi escrito pelo cineasta Joe Carnahan (“A Perseguição”). Entregue há dois anos, em janeiro de 2019, também precisou ser refeito após o produtor Tom Rothman ter a inspiração de fechar com Tom Holland (o Homem-Aranha) para viver o papel principal, aós ver “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. Fãs do jogo do PlayStation 3 podem ter dificuldades para entender a escalação, já que o protagonista é um arqueólogo de cerca de 30 anos e Holland ainda passa por estudante colegial nos filmes do Homem-Aranha. Para quem não conhece, o game acompanha as aventuras do arqueólogo Nathan Drake, que segue as pistas do seu antepassado Sir Francis Drake para encontrar relíquias místicas ao redor do mundo. A questão é que a Sony não vai adaptar os jogos já lançados da franquia, mas fazer um prólogo, centrado na juventude do protagonista. Na história, Drake seria um jovem ladrão e teria seu primeiro encontro com o caçador de tesouros Victor Sullivan, que se torna seu mentor. O roteiro final foi escrito por uma dupla menos conhecida do que todos os que a antecederam no projeto, Jonathan Rosenberg e Mark Walker, que não tem sequer currículo de roteiristas. Não há previsão de estreia. Ainda mais que Dan Trachtenberg é capaz de querer mexer no roteiro. Também. Neste ritmo, Tom Holland pode até chegar à idade de Harrison Ford quando finalmente for filmar a “homenagem” dos games à Indiana Jones.

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  • Filme

    Danny DeVito e Awkwafina entram na continuação de Jumanji

    5 de janeiro de 2019 /

    A Sony Pictures começou a escalar o elenco da continuação de “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”. A comediante Awkwafina (“Oito Mulheres e um Segredo”) e o experiente Danny DeVito (“It’s Always Sunny in Philadelphia”) são os primeiros nomes previstos para se juntar a Dwayne “The Rock” Johnson, Jack Black, Karen Gillan e Kevin Hart na nova aventura. O próprio The Rock anunciou as novidades. “Quero dar as boas-vindas à Awkwafina ao nosso elenco. Ela iluminou o filme brilhante “Podres de Rico” e vai ser muito divertido trabalhar com ela”, escreveu o ator em seu Instagram, incluindo ainda um conselho para a recém-chegada: “Se Kevin Hart falar demais no set, lembre-se de chutá-lo nas bolas”. Já a introdução de DeVitto foi feita em entrevista à revista Variety. “A magia de ‘Jumanji’ é saber quem se torna quem. E a ideia de Danny DeVito se unir ao nosso elenco era irresistível demais e algo que sabíamos que queríamos entregar ao nosso público no próximo Natal”, disse Johnson à publicação. O ano de 2019 será cheio para o ator de 74 anos. Além de “Jumanji”, ele vai estrelar em “Dumbo” e “O Primeiro e Único Ivan”, ambos da Disney. “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” foi lançado em janeiro de 2018 e arrecadou quase US$ 1 bilhão, garantindo rapidamente uma sequência. A continuação está prevista para dezembro de 2019, dirigida novamente por Jake Kasdan, que assinou o longa anterior.

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    O Menino que Queria Ser Rei ganha novos pôsteres e divertido trailer legendado

    27 de dezembro de 2018 /

    A Fox divulgou uma coleção de pôster de personagens e o segundo trailer legendado de “O Menino Que Queria Ser Rei”, uma versão contemporânea e criativa da lenda do Rei Arthur. Diferente da bobagem épica “Rei Arthur: A Lenda da Espada”, a prévia sugere uma Sessão da Tarde divertida com crianças – e para crianças de todas as idades. Escrito e dirigido por Joe Cornish, roteirista de “Homem-Formiga” (2015), em seu segundo filme como diretor após o brilhante “Ataque ao Prédio” (2011), “O Menino Que Queria Ser Rei” não conta a velha história para lá de conhecida. A trama gira em torno de um menino que, ao fugir de bullying, acaba no meio de um prédio demolido, que tem uma espada cravada numa pedra. Ele faz o que todo a criança faria: tira a espada da pedra e a leva para casa. E logo passa a ser contatado por outro garoto que jura ser Merlim disfarçado, dizendo que ele é a nova encarnação do Rei Arthur e única chance do mundo contra a volta da feiticeira Morgana Le Fay, que chegará com demônios para destruir a humanidade em poucas horas. Convencido, ele junta seu melhor amigo e até seus antigos atormentadores para formar os seus Cavaleiros da Távola Redonda e assim salvar o mundo. A premissa engenhosa incluiu ainda muitos efeitos visuais, que dão vida a um exército de criaturas das trevas. O elenco é encabeçado pelo jovem Louis Ashbourne Serkis (o jovem Chapeleiro de “Alice Através do Espelho”), que é filho do ator Andy Serkis (o César da franquia “Planeta dos Macacos”), e também destaca Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) como Morgana, Denise Gough (“Juliet, Nua e Crua”) como a mãe do protagonista e Patrick Stewart (“Logan”) como Merlim em sua aparência “real”. O elenco de garotos, por sua vez, inclui Tom Taylor (“A Torre Negra”), Rhianna Dorris (“Secret Life of Boys”), o estreante Dean Chaumoo e Angus Imrie (“Kingdom”) como o jovem Merlim. A estreia está marcada para 31 de janeiro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Netflix renova The Last Kingdom para a 4ª temporada

    24 de dezembro de 2018 /

    A Netflix anunciou a renovação de “The Last Kingdom”. A notícia foi acompanhado por um vídeo divertido em que Alexander Dreymon, intérprete do protagonista Uhtred, aparece em trajes modernos convocando o elenco para uma nova aventura, rumo à 4ª temporada. Os próximos capítulos marcarão o segundo ano de produção da série pela Netflix, que assumiu “The Last Kingdom” após ela quase ser cancelada, com a desistência da BBC ao final da 2ª temporada. Responsável por sua distribuição internacional, a plataforma resolveu bancar sozinha a produção para continuar a contar a história, adaptada dos livros das “Crônicas Saxônicas” (The Saxon Stories), do autor inglês Bernard Cornwell. Desenvolvida por Stephen Butchard (séries “Vincent” e “Good Cop”), “The Last Kingdom” se passa nos final do século 9, quando muitos dos reinos separados que hoje formam a Inglaterra foram invadidos pelos vikings, e Wessex precisou se defender sozinho sob o comando do Rei Alfredo, o Grande (David Dawson). O elenco destaca Alexander Dreymon como o herói do “último reino”, Uhtred, que teve a família assassinada durante uma invasão dos vikings e acabou criado desde a infância como um filho por Ragnar Lothbrok. Após uma traição entre os próprios vikings implicá-lo no assassinato de Ragnar, ele foge de volta para Wessex, onde tenta reivindicar seu direito de nascença como um nobre britânico. Mas apesar das façanhas heroicas, continua a ser visto como um bárbaro pelo desconfiado Alfredo. Seguindo o padrão das temporadas anteriores, que adaptaram dois livros por vez, o quarto ano deverá se concentrar no sétimo e oitavo volumes das Crônicas: “O Guerreiro Pagão” (The Pagan Lord) e “O Trono Vazio” (The Empty Throne). Até o momento, Bernard Cornwell publicou 11 volumes de suas Crônicas Saxônicas – o mais recente em 2018. Os novos episódios não tem previsão de estreia. ATTENTION ARSELINGS. Uhtred and co. have some exciting news to bring a little extra festive cheer! .#TheLastKingdom #Netflix #GoingToSeason4 #season4 pic.twitter.com/3TRgeFgnCe — The Last Kingdom (@TheLastKingdom) December 21, 2018

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  • Série

    Astronauta, de Mauricio de Sousa, vai virar série animada adulta na HBO

    7 de dezembro de 2018 /

    O personagem Astronauta, criado por Mauricio de Sousa, vai ganhar uma animação adulta, que será coproduzida pela Mauricio de Sousa Produções e a HBO. O anúncio da parceria foi feito nesta sexta-feira (7/12) durante a CCXP (Comic Con Experience), um ano após a exibição do primeiro teaser do projeto, no mesmo evento. Intitulada “Astronauta: Propulsão”, a série terá seis episódios exibidos na HBO, tornando-se a primeira animação original do canal na América Latina. “Estamos literalmente aterrissando em outro planeta”, disse Robert Rios, vice-presidente corporativo de produções originais da HBO. O personagem Astronauta foi por Mauricio de Sousa em 1962. Mas a animação terá como base a premiada graphic novel de Danilo Beyruth, lançada em 2012. Beyruth escreveu e desenhou uma trilogia do personagem, com inspirações que vão desde Jack Kirby a Moebius, passando por Arthur C. Clark. Recentemente, ele também colaborou com o diretor Vicente Amorim no thriller “Motorrad”. “Logo que vi as releituras das histórias do meu personagem Astronauta feitas pelo artista Danilo Beyruth senti que tinha em mãos o básico para uma fantástica série de desenhos animados com tudo que deve ter uma proposta de ficção científica”, conta Mauricio de Sousa. “O Astronauta vive a série de maior sucesso no nosso projeto das Graphic Novels tanto pelos roteiros quanto pela realização artística”, completou. “Astronauta: Propulsão” terá roteiro de Roger Keesse e produção dos estúdios Birdo (de “Oswaldo” e “Cupcake & Dino”) e Ultrassom Music Ideas. Ainda não há data de estreia prevista. Mas o teaser pode ser (re)visto abaixo.

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  • Filme

    Novo filme de Robin Hood é ridicularizado pela crítica internacional

    20 de novembro de 2018 /

    Os trailers já sugeriam que o novo longa de Robin Hood era ridículo. Agora, as primeiras críticas publicadas na América do Norte confirmam a impressão. Destruído por resenhas muito negativas, o lançamento, que no Brasil se chama “Robin Hood – A Origem”, gerou uma porção de frases de efeitos de envergonhar seus produtores, entre eles Leonardo DiCaprio, amargando apenas 15% de aprovação no site Rotten Tomatoes. É nível “Transformers”, candidato ao Framboesa de Ouro de pior filme do ano. “Leonardo DiCaprio pode descansar sabendo que esse fiasco vai ser esquecido tão facilmente que ninguém nunca lembrará que ele existiu, muito menos que foi produzido por ele. Mas, em um mundo justo, todos que participaram dessa porcaria deveriam sofrer algum tipo de penitência pública”, afirmou a crítica publicada na revista The Hollywood Reporter. “Cheio de estereótipos, roteiro horrível e cinematografia à moda de ‘300’, o filme não funciona. Ninguém pediu por esse filme, e ninguém deve ser obrigado a aguentá-lo”, decretou o site The Wrap. “Esse filme pretensioso que se escora completamente em efeitos digitais não é mais sobre roubar dos ricos e dar para os pobres, mas sobre roubar de Guy Ritchie, Batman e vários outros, e não dar nada em troca para a audiência”, afirmou a resenha do jornal britânico The Guardian. “Não passa de um cozido sem sabor de todos os clichês de filmes de ação já escritos, recheado por especulação histórica e revisionismo preguiçoso”, fulminou o jornal The Washington Post. “‘Robin Hood’ passa tão rapidamente do tédio para o absurdo que consegue evocar ambos ao mesmo tempo”, descreveu o site IndieWire. “Um desastre”, resumiu o Daily Beast. Com direção de Otto Bathurst (série “Peaky Blinders”), “Robin Hood” mostra o protagonista voltando das Cruzadas e encontrando a região de Sherwood tomada por corrupção e maldade. Decidido a fazer justiça, ele rouba dos opressores para dar aos oprimidos e acaba inspirando o povo a se rebelar contra a tirania. Ou seja, a história de sempre, que mesmo assim foi considerada mal-contada, transformando o lendário herói medieval em pastiches de outros personagens, como o Arqueiro Verde, Karatê Kid e Batman. O elenco do filme inclui Taron Egerton (“Kingsman: O Círculo Dourado”) como Robin Hood, Jamie Foxx (“Em Ritmo de Fuga”) como João Pequeno (Little John, no original, embora o original fosse branco), Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”) como Will Scarlet, Tim Minchin (série “Californication”) como Frei Tuck, Ben Mendelsohn (“Rogue One: Uma História Star Wars”) como o Xerife de Nottingham e Eve Hewson (“Ponte dos Espiões”), filha do cantor Bono Vox (ele mesmo, do U2), no papel de Lady Marian. A estreia está marcada para 22 de novembro no Brasil, um dia depois do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Milla Jovovich vai estrelar adaptação dos cultuados quadrinhos de Corto Maltese

    2 de novembro de 2018 /

    Os cultuados quadrinhos de “Corto Maltese”, do artista italiano Hugo Pratt (1927-1995), vão virar filme. Será a primeira adaptação com atores da obra premiadíssima de um dos maiores mestres da arte sequencial, após versões animadas de sucesso. Criado em 1967 por Pratt, com a célebre história da “Balada do Mar Salgado”, Corto Maltese é um aventureiro dos sete mares, que enfrenta contrabandistas, encontra figuras históricas e vive aventuras passadas nos primeiros anos do século 20. Uma de suas histórias mais famosas, “Sob o Signo de Capricórnio”, o trouxe inclusive à Bahia, onde conheceu o célebre cangaceiro Corisco (também visto no clássico “Deus e o Diabo na Terra do Sol”). O filme vai adaptar a trama de “Corto Maltese na Siberia”, iniciada em 1974, que mostra o ousado plano de roubar o tesouro real do Czar Alexandre II, transportado de trem por revolucionários bolcheviques, após o assassinato da família real russa. Para isso, Corto Maltese contará com a ajuda de uma sociedade secreta chinesa composta apenas por mulheres, mas terá que enfrentar tanto comunistas quanto monarquistas, entre eles o próprio monge louco Rasputim. A adaptação está a cargo do cineasta francês Christophe Gans (“Terror em Silent Hill” e “A Bela e a Fera”), mas a produção será falada em inglês, como confirma a escalação do britânico Tom Hughes (o Príncipe Albert da série “Victoria”) no papel principal. Além dele, o elenco terá Mark Dacascos (que trabalhou com o diretor em “Pacto dos Lobos”) e Milla Jovovich (“Resident Evil”) em papéis não revelados, embora seja fácil deduzir que Jovovich interprete a Duquesa Marina Semenova (cujos desenhos foram inspirados em Marlene Dietrich, no filme o “Expresso de Xangai”). Afinal, o outro único papel feminino importante da história é o de uma jovem revolucionária chinesa, Xangai-Li. Já Dacascos é um Rasputim em potencial. As filmagens vão começar em janeiro, nas locações em que a trama se passa, entre a China e a Europa. A produção e a distribuição está a cargo da TriPictures, do conglomerado Sony, e ainda não há previsão de estreia.

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  • Série

    The Last Kingdom: Fotos e trailer legendado revelam batalhas e a data de estreia da 3ª temporada

    28 de outubro de 2018 /

    A 3ª temporada da série “The Last Kingdom” não vai demorar a estrear. A Netflix divulgou as fotos, o pôster e o primeiro trailer legendado dos novos episódios, que, entre cenas de batalhas, revela a data de seu lançamento. Como curiosidade, a prévia também traduz os invasores “danes” como daneses, preservando a forma como os vikings eram originalmente chamados, enquanto traduções anteriores optaram por chamá-los de dinamarqueses – sinônimos. A Netflix assumiu a série após ela quase ser cancelada, com a desistência da BBC ao final da temporada anterior. Responsável por sua distribuição internacional, a plataforma resolveu bancar sozinha a produção para continuar a contar a história, adaptada dos livros das “Crônicas Saxônicas” (The Saxon Stories), do autor inglês Bernard Cornwell. Desenvolvida por Stephen Butchard (séries “Vincent” e “Good Cop”), “The Last Kingdom” se passa no ano de 872, quando muitos dos reinos separados que hoje formam a Inglaterra foram invadidos pelos vikings, e Wessex precisou se defender sozinho sob o comando do Rei Alfredo, o Grande (David Dawson, da série “Ripper Street”). O elenco destaca Alexander Dreymon (“American Horror Story: Coven”) como o herói do “último reino”, Uhtred, que teve a família assassinada durante uma invasão dos vikings e, raptado para virar escravo, foi criado desde a infância como um filho por Ragnar Lothbrok. Após uma traição entre os próprios vikings implicá-lo no assassinato de Ragnar, ele foge de volta para Wessex, onde tenta reivindicar seu direito de nascença como um nobre britânico. Mas apesar das façanhas heroicas, continua a ser visto como um bárbaro pelo desconfiado Alfredo. Seguindo o padrão das temporadas anteriores, que adaptaram dois livros por vez, o terceiro ano se concentrará no quinto e sexto volumes das Crônicas: “Terra em Chamas” (The Burning Land) e “Morte dos Reis” (Death of Kings). A narrativa conta como Alfredo, já doente e no fim do seu reinado, tenta transmitir um trono seguro para seu filho Eduardo, em meio a novas lutas com os dinamarqueses e novas desavenças com Uhtred. Eduardo (ou Edward, no original em inglês) é um dos personagens destacados nas imagens divulgadas, interpretado por Timothy Innes (“Harlots”). Além dele, as fotos apresentam três novidades do elenco: Ola Rapace (“007: Operação Skyfall”) e Magnus Brunn (“Terra de Minas”) como os guerreiros vikings Bloodhair e Cnut, e Thea Sofie Loch Naess (“Dryads – Girls Don’t Cry”) como uma vidente perigosa, chamada Skade. Os novos episódios estreiam em 19 de novembro.

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  • Filme

    Trailer legendado de O Menino Que Queria Ser Rei revela Rei Arthur com crianças e muita diversão

    17 de outubro de 2018 /

    A Fox divulgou sete fotos, o pôster e o trailer (legendado e dublado) de “O Menino Que Queria Ser Rei”, uma versão contemporânea e criativa da lenda do Rei Arthur. Diferente da bobagem épica “Rei Arthur: A Lenda da Espada”, a prévia sugere uma Sessão da Tarde divertida com crianças – e para crianças de todas as idades. Escrito e dirigido por Joe Cornish, roteirista de “Homem-Formiga” (2015), em seu segundo filme como diretor após o brilhante “Ataque ao Prédio” (2011), “O Menino Que Queria Ser Rei” não conta a velha história para lá de conhecida. A trama gira em torno de um menino que, ao fugir de bullying, acaba no meio de um prédio demolido, que tem uma espada cravada numa pedra. Ele faz o que todo a criança faria: tira a espada da pedra e a leva para casa. E logo passa a ser contatado por outro garoto que jura ser Merlim disfarçado, dizendo que ele é a nova encarnação do Rei Arthur e única chance do mundo contra a volta da feiticeira Morgana Le Fay, que chegará com demônios para destruir a humanidade em poucas horas. Convencido, ele junta seus melhores amigos nerds para formar a sua versão dos Cavaleiros da Távola Redonda e assim salvar o mundo. A premissa engenhosa não fica só no terreno da imaginação, já que os efeitos visuais dão vida a um exército de criaturas das trevas flamejantes, antecipando a batalha contra o mal. O elenco é encabeçado pelo jovem Louis Ashbourne Serkis (o jovem Chapeleiro de “Alice Através do Espelho”), que é filho do ator Andy Serkis (o César da franquia “Planeta dos Macacos”), e também destaca Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) como Morgana, Angus Imrie (da série britânica “Kingdom”) como o jovem Merlim, Patrick Stewart (“Logan”) também como Merlim, em sua aparência “real”, além de Tom Taylor (“A Torre Negra”), Rhianna Dorris (“Secret Life of Boys”) e Denise Gough (“Juliet, Nua e Crua”). A estreia está marcada para 28 de fevereiro no Brasil, uma semana após o lançamento no Reino Unido e um dia antes da distribuição nos Estados Unidos.

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  • Série

    3ª temporada de The Last Kingdom ganha primeira foto oficial

    22 de setembro de 2018 /

    A 3ª temporada da série “The Last Kingdom” ganhou sua primeira foto oficial, disponibilizada no Twitter da produção. A imagem traz o ator Alexander Dreymon (“American Horror Story: Coven”) como Uhtred, mas com um visual ligeiramente diferente, graças aos cabelos mais curtos. As gravações estão atualmente em andamento no Reino Unido, após a série ser quase cancelada, com a desistência da BBC ao final da temporada anterior. Mas a Netflix, responsável por sua distribuição internacional, assumiu a produção para continuar a contar a história dos livros das “Crônicas Saxônicas” (The Saxon Stories), do autor inglês Bernard Cornwell. Desenvolvida por Stephen Butchard (séries “Vincent” e “Good Cop”), “The Last Kingdom” se passa no ano de 872, quando muitos dos reinos separados que hoje formam a Inglaterra foram invadidos pelos vikings, e Wessex precisou se defender sozinho sob o comando do Rei Alfredo, o Grande (David Dawson, da série “Ripper Street”). O elenco destaca Alexander Dreymon como o herói do “último reino”, Uhtred, que teve a família assassinada durante uma invasão dos vikings e, raptado para virar escravo, foi criado desde a infância como um filho por Ragnar Lothbrok. Após uma traição entre os próprios vikings implicá-lo no assassinato de Ragnar, ele foge de volta para Wessex, onde tenta reivindicar seu direito de nascença como um nobre britânico. Mas apesar das façanhas heroicas, continua a ser visto como um bárbaro pelo desconfiado Alfredo. Seguindo o padrão das temporadas anteriores, que adaptaram dois livros por vez, o terceiro ano se concentrará no quinto e sexto volumes das Crônicas: “Terra em Chamas” (The Burning Land) e “Morte dos Reis” (Death of Kings). A narrativa conta como Alfredo, já doente e no fim do seu reinado, tenta transmitir um trono seguro para seu filho Eduardo, em meio a novas lutas com os dinamarqueses e novas desavenças com Uhtred. Cornwell escreveu ao todo 10 livros das “Crônicas Saxônicas”. Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios.

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