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  • Filme

    Disney escala intérpretes de Ling e Chien-Po na versão live action de Mulan

    15 de agosto de 2018 /

    Os atores Jimmy Wong (“O Círculo”) e Doua Moua (“Gran Torino”) entraram no elenco da versão live-action de “Mulan”, para interpretarem personagens conhecidos dos fãs da animação clássica da Disney. Wong e Moua interpretarão, respectivamente, os soldados Ling e Chien-Po, companheiros de batalhão de Mulan (Liu Yifei) quando ela se disfarça de homem para ir à guerra no lugar de seu pai. A versão com atores, porém, promete ser bem diferente do desenho de 1998. O novo filme não terá dragões bonzinhos e há promessa de muitas cenas de ação, com a contratação de astros de filmes chineses de artes marciais, como Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”), escalados respectivamente como o comandante Tung, mentor e professor da heroína, e o Imperador da China. Além deles, também se destacam na produção a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que interpretará uma feiticeira maligna, e o havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”). “Mulan” também será o primeiro filme de fábulas “live action” da Disney dirigido por uma mulher, Nikki Caro, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017) terem sido comandadas por homens. A relação da diretora neozelandesa com a Disney vem desde o drama esportivo “McFarland dos EUA”, que fez sucesso no mercado doméstico em 2015. Mas ela é mais lembrada por trabalhos com tom de fábula e heroína adolescente, como o filme “Encantadora de Baleias” (2002) e a recente série “Anne with an E”, na Netflix. As filmagens começaram nesta semana, mas a estreia está prevista apenas para março de 2020.

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  • Filme

    Diretora divulga foto das filmagens de Mulan, inspirada em cena do desenho animado

    14 de agosto de 2018 /

    A diretora Niki Caro (da série “Anne with an E”) postou em seu Instagram uma foto do primeiro dia de filmagens da versão com atores de “Mulan”. A imagem traz a jovem atriz chinesa Liu Yifei (“O Reino Perdido”) refletida num lago, com uma tela verde enorme ao fundo para o acréscimo de efeitos visuais. Veja acima. Na legenda, Caro escreveu: “Reflexions” (reflexos), que é também o título de uma música do desenho original da Disney, cantada pela personagem numa cena em ela tem a imagem refletida em várias superfícies, inclusive um lago. Veja abaixo. A versão com atores, porém, promete ser bem diferente do desenho de 1998. O novo filme não terá dragões bonzinhos, mas manterá a premissa básica da jovem que se disfarça de homem para ir à guerra no lugar do pai doente. E há promessa de muitas cenas de ação, com a contratação de astros de filmes chineses de artes marciais, como Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”), escalados respectivamente como o comandante Tung, mentor e professor da heroína, e o Imperador da China. Além deles, também se destacam na produção a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que interpretará uma feiticeira maligna, e o havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”). O roteiro foi escrito por quatro pessoas, entre elas a dupla Amanda Silver e Rick Jaffa (de “Planeta dos Macacos: A Origem” e “No Coração do Mar”). “Mulan” também será o primeiro filme de fábulas “live action” da Disney dirigido por uma mulher, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017) terem sido comandadas por homens. A relação da diretora neozelandesa com a Disney vem desde o drama esportivo “McFarland dos EUA”, que fez sucesso no mercado doméstico em 2015. Mas ela é mais lembrada por trabalhos com tom de fábula e heroína adolescente, como o filme “Encantadora de Baleias” (2002) e a recente série “Anne with an E”, na Netflix. A estreia está prevista apenas para março de 2020.

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  • Filme

    Robin Hood não sabe se é Karatê Kid ou Batman no novo trailer legendado

    14 de agosto de 2018 /

    A Paris Filmes divulgou a versão legendada do segundo trailer de “Robin Hood”, um mês depois do lançamento nos Estados Unidos. E a prévia reforça a transformação da nova versão do lendário herói medieval em pastiches de outros personagens. Após a primeira prévia revelar grandes semelhanças com o protagonista da série “Arrow”, agora os paralelos são com o treinamento de “Karatê Kid” e o filme “Batman Begins”, desde a preparação do herói para combater o mal até o combate contra um exército de assassinos comandado por um tirano, sem esquecer da identidade secreta, dos saltos num uniforme com capuz e capa esvoaçante e a obstinação por salvar Gotham, ou melhor Nothingham. O detalhe final fica por conta da trilha sonora escolhida para o trailer, demasiadamente similar à composição de Hans Zimmer no filme da Warner. A ideia é, para não soar depreciativo, diferente de todas as abordagens já tentadas com o personagem, que encanta Hollywood desde que Errol Flyn apareceu com ceroulas e pena na cabeça há 80 anos. Outro diferencial é que o intérprete volta a ser mais jovem que as versões recentes do herói, encarnadas por Kevin Costner e Russell Crowe. Taron Egerton filmou o longa com 28 anos, a mesma idade de Errol Flynn na época do clássico “As Aventuras de Robin Hood” (1938). Com direção de Otto Bathurst (série “Peaky Blinders”), “Robin Hood” mostrará o protagonista voltando das Cruzadas e encontrando a região de Sherwood tomada por corrupção e maldade. Decidido a fazer justiça, ele rouba dos opressores para dar aos oprimidos e acaba inspirando o povo a se rebelar contra a tirania. Ou seja, a história de sempre, por isso a diferença está nos detalhes. O elenco do filme inclui Jamie Foxx (“Em Ritmo de Fuga”) como João Pequeno (Little John, no original, embora o original fosse branco), Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”) como Will Scarlet, Tim Minchin (série “Californication”) como Frei Tuck, Ben Mendelsohn (“Rogue One: Uma História Star Wars”) como o Xerife de Nottingham e Eve Hewson (“Ponte dos Espiões”), filha do cantor Bono Vox (ele mesmo, do U2), no papel de Lady Marian. A estreia está marcada para 22 de novembro no Brasil, um dia depois do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Mulan ganha primeira foto oficial com a atriz de O Reino Proibido

    13 de agosto de 2018 /

    A Disney revelou a primeira foto oficial da da nova versão hollywoodiana da fábula “Mulan”, que traz a atriz chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, como a guerreira medieval Hua Mulan. A divulgação marca o começo das filmagens. Mas a pré-produção já tem quase um ano de trabalho feito. Para definir a intérprete da protagonista, a Disney embarcou numa verdadeira jornada épica, despachando diretores de elenco para cinco continentes, que consideraram cerca de mil candidatas para o papel. Além de dar preferência à atrizes de descendência chinesa, em busca de precisão cultural, a escolhida precisava ter habilidades de artes marciais, capacidade de falar em inglês e carisma de estrela. A escolhida foi anunciada em novembro de 2017. E, longe de ser uma “descoberta”, a nova Mulan já tem inclusive passagens anteriores por Hollywood. Ela atuou em inglês na fantasia de artes marciais “O Reino Proibido” (2008), ao lado de Jackie Chan e Jet Li, e na aventura medieval “O Imperador” (2014), com Nicolas Cage. Fluente em inglês, por ter morado em Nova York durante parte de sua infância, a atriz chinesa também é estrela de produções chinesas de ação, mostrando habilidades como guerreira na franquia “Os Quatro”, que já rendeu três filmes de artes marciais medievais, além de “O Grande Mestre 3” (2015). Recentemente, ela contracenou com Emile Hirsch em “The Chinese Widow”, filme do dinamarquês Bille August (“Trem Noturno para Lisboa”) que abriu o Festival Internacional de Cinema de Xangai no ano passado. E está escalada para estrelar a sci-fi de desastre “Imersion”, de Peter Segal (“Tratamento de Choque”), ao lado de Samuel L. Jackson. Sua fama e beleza ainda a transformaram em embaixatriz chinesa de grifes como Dior, Tissot, Garnier e Pantene, e lhe renderam o apelido carinhoso de “irmã fada”, por seu olhar e imagem que transmitem inocência. A foto divulgada, em que a atriz aparece de espada em punho, reforça que, ao contrário de “A Bela e a Fera”, a versão com atores de “Mulan” não será um musical, mas um filme de ação. Tanto é assim que os astros chineses das artes marciais Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”) estão no elenco, respectivamente como o comandante Tung, mentor e professor da heroína, e o Imperador da China. Além deles, também se destacam na produção a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que interpretará uma feiticeira maligna, e o havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”). Bem diferente da versão animada, o novo filme não terá dragões bonzinhos, mas manterá a premissa básica da jovem que se disfarça de homem para ir à guerra no lugar do pai doente. O roteiro foi escrito por quatro pessoas, entre elas a dupla Amanda Silver e Rick Jaffa (de “Planeta dos Macacos: A Origem” e “No Coração do Mar”). “Mulan” também será o primeiro filme de fábulas “live action” da Disney dirigido por uma mulher, a neozelandesa Niki Caro, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017) terem sido comandadas por homens. A relação da diretora com a Disney vem desde o drama esportivo “McFarland dos EUA”, que fez sucesso no mercado doméstico em 2015. Mas ela é mais lembrada por trabalhos com tom de fábula e heroína adolescente, como o filme “Encantadora de Baleias” (2002) e a recente série “Anne with an E”, na Netflix. A estreia está prevista apenas para março de 2020.

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    Ator que viveu Mogli será vilão na nova versão de Mulan

    28 de julho de 2018 /

    O ator havaiano Jason Scott Lee, que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee” (1993) e Mogli no filme com bichos reais “O Livro da Selva” (1994), entrou no elenco da versão live-action de “Mulan”, da Disney. O ator, que já está com 51 anos, vai interpretar Bori Khan, um vilão criado para o filme, que buscará vingar a morte de seu pai. Ele se junta à atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que interpretará uma feiticeira maligna, no time de antagonistas do filme. Já Mulan será interpretada pela atriz Liu Yifei (“O Reino Proibido”). Bem diferente da versão animada, o novo filme não terá dragões bonzinhos, mas manterá a premissa básica da jovem que se disfarça de homem para ir à guerra no lugar do pai doente. Donnie Yen (“Rogue One: Uma História Star Wars”) vai interpretar seu mentor, Jet Li (“Os Mercenários”) será o Imperador e o novato Yoson An dará vida ao interesse romântico dessa nova versão – Shang no desenho e Chen na nova versão. O roteiro foi escrito por quatro pessoas, entre elas a dupla Amanda Silver e Rick Jaffa (de “Planeta dos Macacos: A Origem” e “No Coração do Mar”). A direção é da neozelandesa Niki Caro (de “Encantadora de Baleias” e da série “Anne”). A estreia está marcada para março de 2020.

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    Novo trailer transforma Robin Hood em “Batman”

    17 de julho de 2018 /

    A Lionsgate divulgou um novo pôster e o segundo trailer de “Robin Hood”, que reforça a identificação da nova versão do lendário herói medieval com as produções de super-heróis da DC Comics. Após a primeira prévia revelar grandes semelhanças com o protagonista da série “Arrow”, agora os paralelos são com o filme “Batman Begins”, desde a preparação do herói para combater o mal até o combate contra um exército de assassinos comandado por um tirano, sem esquecer da identidade secreta, dos saltos num uniforme com capuz e capa esvoaçante e a obstinação por salvar Gotham, ou melhor Nothingham. O detalhe final fica por conta da trilha sonora escolhida para o trailer, demasiadamente similar à composição de Hans Zimmer no filme da Warner. Tem mais. O pôster traz uma espécie de logotipo do herói: uma letra R dentro de um círculo formado por flechas. E como todo fã de quadrinhos sabe, este é o símbolo de Robin, o parceiro do Batman. A ideia é, no mínimo, diferente de todas as abordagens já tentadas com o personagem, que encanta Hollywood desde que Errol Flyn apareceu com ceroulas e pena na cabeça há 80 anos. Outro diferencial é que o intérprete volta a ser mais jovem que as versões recentes do herói, encarnadas por Kevin Costner e Russell Crowe. Taron Egerton filmou o longa com 28 anos, a mesma idade de Errol Flynn na época do clássico “As Aventuras de Robin Hood” (1938). Com direção de Otto Bathurst (série “Peaky Blinders”), “Robin Hood” mostrará o protagonista voltando das Cruzadas e encontrando a região de Sherwood tomada por corrupção e maldade. Decidido a fazer justiça, ele rouba dos opressores para dar aos oprimidos e acaba inspirando o povo a se rebelar contra a tirania. Ou seja, a história de sempre, por isso a diferença está nos detalhes. O elenco do filme inclui Jamie Foxx (“Em Ritmo de Fuga”) como João Pequeno (Little John, no original, embora o original fosse branco), Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”) como Will Scarlet, Tim Minchin (série “Californication”) como Frei Tuck, Ben Mendelsohn (“Rogue One: Uma História Star Wars”) como o Xerife de Nottingham e Eve Hewson (“Ponte dos Espiões”), filha do cantor Bono Vox (ele mesmo, do U2), no papel de Lady Marian. A estreia está marcada para 22 de novembro no Brasil, um dia depois do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Novo filme de Robin Hood com ator de Kingsman ganha trailer legendado

    20 de junho de 2018 /

    A Paris Filmes finalmente disponibilizou a versão legendada de “Robin Hood – A Origem”, quase dois meses depois do trailer americano já ter se mostrado anticlimático. Afinal, a prévia revela um protagonista com capuz e uniforme verdes, identidade secreta, flechas explosivas, que tem um ajudante negro e quando tira a máscara se comporta como um playboy mimado, além de passar o vídeo inteiro sendo referido como the “Hood” (“o capuz”, palavra, inclusive, destacada no logotipo do filme). Sim, trata-se de um “Arrow” medieval. Embora os criadores dos quadrinhos do Arqueiro Verde tenham se inspirado em Robin Hood para desenvolver o herói, o novo filme parece assumir a rota inversa, transformando o famoso fora-da-lei do folclore inglês num vigilante mascarado, com enormes similaridades ao personagem da série televisiva contemporânea. A ideia é, no mínimo, diferente de todas as abordagens já tentadas com o personagem, que encanta Hollywood desde que Errol Flyn apareceu com ceroulas e pena na cabeça há 80 anos. Quando surgiu, Arqueiro Verde também usava peninha no chapéu. Mas os quadrinhos foram, aos poucos, modificando seu visual, até o capuz se tornar tão marcante que foi escolhido para identificar o personagem como the Hood na 1ª temporada de “Arrow”. Outro diferencial é que o intérprete volta a ser mais jovem que as versões recentes do herói, encarnadas por Kevin Costner e Russell Crowe. Taron Egerton filmou o longa com 28 anos, a mesma idade de Errol Flynn na época do clássico “As Aventuras de Robin Hood” (1938). Com direção de Otto Bathurst (série “Peaky Blinders”), “Robin Hood” mostrará o protagonista voltando das Cruzadas e encontrando a região de Sherwood tomada por corrupção e maldade. Ou seja, vai enfrentar aqueles que falharam com sua cidade. Decidido a fazer justiça, ele rouba dos opressores para dar aos oprimidos e acaba inspirando o povo a se rebelar contra a tirania. Ou seja, a história de sempre, apesar de um subtítulo nacional ressaltar que se trata de “A Origem” (Inception?). O elenco do filme inclui Jamie Foxx (“Em Ritmo de Fuga”) como João Pequeno (Little John, no original, embora o original fosse branco), Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”) como Will Scarlet, Tim Minchin (série “Californication”) como Frei Tuck, Ben Mendelsohn (“Rogue One: Uma História Star Wars”) como o Xerife de Nottingham e Eve Hewson (“Ponte dos Espiões”), filha do cantor Bono Vox (ele mesmo, do U2), no papel de Lady Marian. Apesar do atraso na divulgação do trailer nacional, a estreia está marcada para 22 de novembro no Brasil, apenas um dia depois do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Primeiro trailer do novo filme de Robin Hood surpreende por semelhanças com Arrow

    6 de maio de 2018 /

    A Lionsgate divulgou pôsteres e o primeiro trailer de “Robin Hood”, mas pode chamar de “Arrow” medieval. Afinal, a prévia revela um protagonista com capuz e uniforme verdes, identidade secreta, flechas explosivas, que tem um ajudante negro e quando tira a máscara se comporta como um playboy mimado, além de passar o vídeo inteiro sendo referido como the “Hood” (“o capuz”, palavra, inclusive, destacada no logotipo do filme). Embora os criadores dos quadrinhos do Arqueiro Verde tenham se inspirado em Robin Hood para desenvolver o herói, o novo filme parece assumir a rota inversa, transformando o famoso fora-da-lei do folclore inglês num vigilante mascarado, com enormes similaridades ao personagem da série televisiva contemporânea. A ideia é, no mínimo, diferente de todas as abordagens já tentadas com o personagem, que encanta Hollywood desde que Errol Flyn apareceu com ceroulas e pena na cabeça há 80 anos. Quando surgiu, Arqueiro Verde também usava peninha no chapéu. Mas os quadrinhos foram, aos poucos, modificando seu visual, até o capuz se tornar tão marcante que foi escolhido para identificar o personagem como the Hood na 1ª temporada de “Arrow”. Outro diferencial é que o intérprete volta a ser mais jovem que as versões recentes do herói, encarnadas por Kevin Costner e Russell Crowe. Taron Egerton filmou o longa com 28 anos, a mesma idade de Errol Flynn na época do clássico “As Aventuras de Robin Hood” (1938). Com direção de Otto Bathurst (série “Peaky Blinders”), “Robin Hood” mostrará o protagonista voltando das Cruzadas e encontrando a região de Sherwood tomada por corrupção e maldade. Ou seja, vai enfrentar aqueles que falharam com sua cidade. Decidido a fazer justiça, ele rouba dos opressores para dar aos oprimidos e acaba inspirando o povo a se rebelar contra a tirania. O elenco do filme inclui Jamie Foxx (“Em Ritmo de Fuga”) como João Pequeno (Little John, no original, embora o original fosse branco), Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”) como Will Scarlet, Tim Minchin (série “Californication”) como Frei Tuck, Ben Mendelsohn (“Rogue One: Uma História Star Wars”) como o Xerife de Nottingham e Eve Hewson (“Ponte dos Espiões”), filha do cantor Bono Vox (ele mesmo, do U2), no papel de Lady Marian. A estreia está marcada para 22 de novembro no Brasil, um dia depois do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Jet Li e Gong Li negociam papéis na versão com atores de Mulan

    14 de abril de 2018 /

    A Disney segue atrás de grandes estrelas do cinema chinês para sua versão com atores de “Mulan”. De acordo com o site The Hollywood Reporter, Jet Li (“Herói”) e Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”) estão negociando papéis importantes na produção americana. O astro dos filmes de ação está cotado para viver o imperador da China, enquanto a diva dos dramas de época viverá a vilã do filme, uma bruxa. Caso isso se confirme, indicaria uma mudança em relação ao longa animado de 1998, em que o antagonista foi Shan Yu, líder dos hunos. Eles se juntariam a Donnie Yen (“O Grande Mestre”), que viverá o mentor de Mulan, e Liu Yifei (de “O Reino Proibido”) no papel-título. Fluente em inglês, por ter morado em Nova York durante parte de sua infância, a atriz é considerada uma das mais populares da atualidade na China. A fábula de “Mulan” conta a história de uma guerreira chinesa que resolve se fingir de homem para ir à guerra no lugar do pai, um senhor de idade doente que provavelmente morreria em batalha, mas que precisaria lutar por ser o único homem da família. A versão animada dos anos 1990 fez história por seu pioneirismo, ao mostrar a primeira Princesa da Disney realmente independente, capaz de fazer o que qualquer homem faria e dispensando ajuda de um Príncipe Encantado para vencer seus desafios. A direção da versão com atores está a cargo da neo-zelandesa Niki Caro, que chamou atenção em 2002 à frente de outra história com tom de fábula e heroína adolescente, “Encantadora de Baleias”. Ela será a primeira mulher a dirigir uma fábula “live action” da Disney, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017) terem sido comandadas por homens. Niki Caro realizou recentemente a série infantil “Anne”, disponível no Brasil pela Netflix, e o filme “O Zoológico de Varsóvia”, lançado no ano passado.

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  • Filme

    Donnie Yen será mentor de Mulan na versão com atores da Disney

    11 de abril de 2018 /

    O astro chinês das artes marciais Donnie Yen (“O Grande Mestre”) entrou na versão com atores de “Mulan”, em desenvolvimento na Disney. Segundo o Deadline, ele vai interpretar o comandante Tung, mentor e professor da heroína da fábula chinesa. Donnie Yen já tinha trabalho antes numa produção da Disney, ao estrelar “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016). Ele é segundo ator confirmado no elenco da atração, após o anúncio da também chinesa Liu Yifei (de “O Reino Proibido”) no papel-título. Fluente em inglês, por ter morado em Nova York durante parte de sua infância, a atriz já trabalhou com o astro em “O Grande Mestre 3” (2015). A fábula de “Mulan” conta a história de uma guerreira chinesa que resolve se fingir de homem para ir à guerra no lugar do pai, um senhor de idade doente que provavelmente morreria em batalha, mas que precisaria lutar por ser o único homem da família. A versão animada dos anos 1990 fez história por seu pioneirismo, ao mostrar a primeira Princesa da Disney realmente independente, capaz de fazer o que qualquer homem faria e dispensando ajuda de um Príncipe Encantado para vencer seus desafios. A direção da versão com atores está a cargo da neo-zelandesa Niki Caro, que chamou atenção em 2002 à frente de outra história com tom de fábula e heroína adolescente, “Encantadora de Baleias”. Ela será a primeira mulher a dirigir uma fábula “live action” da Disney, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017) terem sido comandadas por homens. Niki Caro realizou recentemente a série infantil “Anne”, disponível no Brasil pela Netflix, e o filme “O Zoológico de Varsóvia”, lançado no ano passado.

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  • Série

    Série The Last Kingdom tem 3ª temporada confirmada

    7 de abril de 2018 /

    Quase um ano após o final de sua 2ª temporada, a série “The Last Kingdom” finalmente teve a produção de sua 3ª temporada confirmada. Quem lembrou de compartilhar a notícia foi o ator Alexander Dreymon (“American Horror Story: Coven”), intérprete de Uhtred, filho de Uhtred – como ele mesmo brincou. O astro da série contou a novidade em um vídeo publicado no Twitter, em que explicou que os novos episódios, inclusive, já estão sendo gravados. “Os rumores são verdade”, ele contou, com um sorriso de felicidade, acrescentando que a produção da temporada já está bem adiantada. “Creio que será a nossa melhor temporada até agora”, exaltou. Um detalhe que chama atenção no post é a revelação de que os episódios serão distribuídos mundialmente pela Netflix. Mas não há nenhuma menção à BBC, que produziu as duas primeiras temporadas – com um intervalo épico de quase dois anos entre a 1ª e a 2ª. A série medieval adapta a saga literária das “Crônicas Saxônicas”, de Bernard Cornwell, e curiosamente sua trama tem intersecção com a história de “Vikings”, embora com desenvolvimentos bem diferentes. Desenvolvida por Stephen Butchard (séries “Vincent” e “Good Cop”), “The Last Kingdom” se passa no ano de 872, quando muitos dos reinos separados que hoje formam a Inglaterra foram invadidos pelos vikings, e Wessex precisou se defender sozinho sob o comando do Rei Alfredo, o Grande. O elenco destaca Alexander Dreymon como o herói do “último reino”, Uhtred, que teve a família assassinada durante uma invasão dos vikings e, raptado para virar escravo, foi criado desde a infância como um filho por Ragnar Lothbrok. Após uma traição entre os próprios vikings implicá-lo no assassinato de Ragnar, ele foge de volta para Wessex, onde tenta reivindicar seu direito de nascença como um nobre britânico. Mas apesar das façanhas heroicas, continua a ser visto com desconfiança por Alfredo. O elenco também inclui David Dawson (série “Ripper Street”), Ian Hart (série “Boardwalk Empire”), Harry McEntire (série “Episodes”), Simon Kunz (série “Requiem”), Emily Cox (série “Jerks”), Tobias Santelmann (“Expedição Kon-Tiki”), Peri Baumeister (“Zonas Úmidas”), Millie Brady (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e Brian Vernel (“Star Wars: O Despertar da Força”). Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios. ARSELINGS! Alexander Dreymon, your very own Uhtred son of Uhtred, has some exciting news for you…#TheLastKingdom season 3 is in production, and will be coming to Netflix worldwide later this year! pic.twitter.com/g7MJuXNS5I — The Last Kingdom (@TheLastKingdom) April 4, 2018

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  • Filme

    Steven Spielberg considera possibilidade de transformar Indiana Jones em mulher

    4 de abril de 2018 /

    O diretor Steven Spielberg já considera continuar a franquia Indiana Jones com uma atriz no papel principal. Ele admitiu a possibilidade em entrevista ao jornal britânico The Sun, ao assumir que o próximo filme deverá encerrar a participação de Harrison Ford no lendário papel. Ford, que já tem 75 anos, voltará a interpretar o arqueólogo num vindouro quinto filme, que começará a ser filmado em abril de 2019. Mas Spielberg prevê que a franquia continuará depois disso. “Este será o último filme de Indiana Jones de Harrison Ford, tenho certeza disso, mas a franquia certamente continuará depois desse”, ela afirmou. E a continuação inevitavelmente conduzirá à escolha de um substituto para o protagonista. Que poderia ser uma mulher. “Seria preciso mudar o nome de Jones para Joan. E não teria nada de errado com isso”, opinou, considerando que o famoso explorador “deve adotar uma forma diferente” para continuar relevante. Por curiosidade, a atriz Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) interpretou recentemente uma “Indiana Joan” numa esquete do “Red Nose Day”, programa humorístico beneficente, em sua edição de 2015. Veja abaixo.

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    Steven Spielberg anuncia data das filmagens de Indiana Jones 5

    19 de março de 2018 /

    O diretor Steven Spielberg anunciou que as filmagens do quinto filme de “Indiana Jones” vão acontecer no Reino Unido a partir de abril de 2019. Ele anunciou a data de início das filmagens durante o evento do Empire Awards, que aconteceu em Londres no domingo (18/3). “Sempre vale a pena fazer viajar para cá, onde eu costumo trabalhar com o imenso arsenal de talentos que sai do Reino Unido. Os atores e as equipes, as faíscas, os motoristas – todos que me ajudaram a fazer meus filmes aqui, e continuarão me ajudando a fazer meus filmes aqui quando eu voltar em abril de 2019 para fazer o quinto filme de ‘Indiana Jones’ aqui”, ele discursou. Além do fato de trazer de volta Harrison Ford ao papel do arqueólogo aventureiro, nenhum detalhe sobre a história do filme foi revelado. Em uma entrevista de 2016, o produtor Frank Marshall disse que a trama deve ser uma continuação direta de “O Reino da Caveira de Cristal” (2008), escrito pelo mesmo roteirista, David Koepp. A estreia está marcada para 20 de julho de 2020.

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