Bodyguard encerra 1ª temporada como maior sucesso da TV britânica desde Downton Abbey
A série inglesa “Bodyguard”, estrelada por Richard Madden (“Game of Thrones”) e Keeley Hawes (“Line of Duty”), encerrou sua 1ª temporada com recorde de audiência no domingo passado (23/9). A exibição do último episódio no canal BBC One registrou o maior público de uma série dramática da TV britânica desde o auge de “Downton Abbey”, com 11 milhões de telespectadores. “Bodyguard” virou um fenômeno ao registrar crescimento constante de audiência ao longo de seus seis capítulos. A série tinha estreado com 6,7 milhões de telespectadores, sendo que outros 3 milhões assistiram as reprises – números que já faziam de “Bodyguard” a maior estreia da TV britânica em mais de uma década. Criada por Jed Mercurio (do sucesso “Line of Duty”), “Bodyguard” traz Richard Madden como o personagem-título. Ele interpreta David Budd, um veterano de guerra que agora trabalha como guarda-costas, conquistando destaque como especialista na proteção de políticos e da realeza na Polícia Metropolitana de Londres. Quando é designado a proteger a ambiciosa e poderosa Secretária do Estado Julia Montague (Keeley Hawes), cuja política representa tudo o que ele despreza, Budd se vê dividido entre seu dever e suas crenças. A série vai chegar ao Brasil em 24 de outubro, pela Netflix, que negociou com a BBC os direitos de distribuição internacional. Veja abaixo o trailer da estreia original no canal BBC One.
Cena de The Good Doctor introduz nova personagem vivida por atriz de House
A rede americana ABC divulgou uma cena da 2ª temporada de “The Good Doctor”, nova série médica que se tornou o drama mais assistido da TV americana na temporada passada. A prévia mostra a estreia de uma nova personagem na atração. Lisa Edelstein, que já foi médica na série “House”, entrou na série no papel de oncologista, e aparece na cena discutindo com o Dr. Glassman (Richard Schiff, de “O Homem de Aço”), que será seu paciente relutante. O novo drama de hospital de David Shore (o criador de “House”) traz Freddie Highmore (de “Bates Motel”) como o Dr. Shaun Murphy, um médico autista, anti-social, terrível na hora de interagir com as pessoas, já que é incapaz de acessar emoções, mas também brilhante e intuitivo quando o assunto é Medicina. Na 1ª temporada, ele contou com a ajuda e a proteção de seu mentor e amigo, Dr. Aaron Glassman , que apoiou sua contratação com determinação, apesar dos problemas vistos pelos demais. Mas velho médico irá enfrentar um diagnóstico de câncer nos novos episódios e pode ter que se despedir do rapaz. O elenco também inclui Beau Garrett (série “Criminal Minds: Suspect Behavior”), Nicholas Gonzalez (série “Pretty Little Liars”), Hill Harper (série “Covert Affairs”), Antonia Thomas (série “Misfits”) e Irene Keng (série “Grey’s Anatomy”). Atraindo mais de 9 milhões de telespectadores ao vivo por episódio, “The Good Doctor” chegou a integrar o Top 5 das séries mais assistidas dos Estados Unidos no ano passado, ao lado de atrações veteranas. A 2ª temporada estreia na segunda-feira (24/9) nos Estados Unidos. No Brasil, “The Good Doctor” começou recentemente a ser disponibilizado pela plataforma de streaming Globo Play.
Emmy 2018 teve pior audiência da história da premiação
A audiência do Emmy 2018 foi um desastre. Segundo relatório da empresa de auditoria Nielsen, o evento foi assistido por 10,17 milhões de pessoas nos Estados Unidos, onde foi transmitida pela rede NBC. Trata-se da pior audiência da história da premiação, representando uma queda de 11% em relação à cerimônia do ano passado. Fatores que contribuíram para a abaixa audiência histórica incluem a realização numa segunda-feira, algo que não acontecia desde 2014. A data foi uma iniciativa da NBC para que a premiação não interferisse com sua programação de esportes. Nas noites de domingo, a emissora exibe partidas de futebol americano. A mudança, no entanto, colocou a transmissão no mesmo horário das partidas de futebol americano exibidas pela ESPN nas noites de segunda. E o resultado não foi positivo para a premiação da TV. Claro que culpar a data serve apenas para ignorar o maior problema da transmissão: o produtor Lorne Michaels. Responsável pela produção televisiva do evento, ele transformou o Emmy numa extensão de seu programa humorístico, “Saturday Night Live”, com apresentadores, roteiristas e piadas saídas daquela atração. Mas o cúmulo de sua intromissão foi conduzir a premiação como uma homenagem para ele mesmo. Lorne Michaels não só foi o nome mais citado diante dos microfones como até foi premiado com um Emmy por “Saturday Night Live”. Ao agradecer sua vitória em seu próprio evento, sugeriu que as velhas redes de TV continuavam firmes e fortes como em 1975, data de estreia do “SNL”. Entretanto, quem dominou o Emmy 2018 foi a Netflix e o discurso egomaníaco pareceu sinal de dissociação da realidade.
American Horror Story registra sua pior audiência de estreia com 8ª temporada
A estreia da 8ª temporada de “American Horror Story”, denominada ‘Apocalypse’, aconteceu na última quarta-feira (12/9) nos Estados Unidos, sem mobilizar o público esperado. Mesmo com a expectativa despertada entre fãs da produção pelo crossover anunciado entre as tramas de “Murder House” (1ª temporada) e “Coven” (3ª), o episódio registou a pior audiência de início de temporada de toda a série. De acordo com os números de apuração divulgados pela consultoria Nielsen, o episódio inaugural foi visto por 3,08 milhões de pessoas ao vivo e registrou 1,5 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos. A temporada anterior, intitulada “Cult”, teve público de 3,93 milhões em sua estreia no ano passado. A série é exibida com um dia de diferença no Brasil, nas noites de quinta, pelo canal pago FX.
Estreia da série Mayans M.C. é a mais assistida da TV paga americana em 2018
O primeiro episódio da série “Mayans M.C.”, exibido no dia 4 de setembro, quebrou recordes de audiência nos Estados Unidos. Após ser vista por 2,5 milhões de telespectadores ao vivo, o spin-off de “Sons of Anarchy” mais que dobrou seu público com reprises e exibição em streaming nos primeiros três dias de exibição. Segundo dados da Nielsen, a estreia foi assistida ao todo por 4,6 milhões de telespectadores entre 4 e 7 de setembro. Os números representam a estreia de maior audiência da TV paga norte-americana em 2018. “Mayans M.C.” também se tornou o lançamento mais visto do canal FX desde “The People v. O.J. Simpson: American Crime Story”, em janeiro de 2016. Ironicamente, a série quase não saiu do papel. Anunciado há dois anos, o projeto esteve para ser descartado, quando seu primeiro piloto foi recusado pelo FX. Entretanto, a produção conseguiu autorização para rodar um segundo piloto, com a substituição de diversos atores e aprimoramentos na história. A trama se passa após os eventos do final da série original, quando os motoqueiro latinos assumiram o controle do tráfico. O protagonista é o jovem EZ Reyes (JD Pardo, da série “Revolution”), cuja vida se dividiu entre um passado promissor e um presente sem rumo, após passar um tempo na prisão. Tentando encontrar sua nova identidade após sair da cadeia, ele se junta os motoqueiros de Santo Padre, responsáveis pelo narcotráfico na fronteira da Califórnia com o México. Além de JD Pardo, o elenco inclui Michael Irby (série “Taken”), Sarah Bolger (“Into the Badlands”), Maurice Compte (“Power”), Clayton Cardenas (“American Crime”), Antonio Jaramillo (“Shades of Blue”), Raoul Max Trujillo (“Sicario: Terra de Ninguém”), Edward James Olmos (“Battlestar Galactica”) e Emilio Rivera, que retoma o papel de Marcus Alvarez, o líder dos Mayans de Oakland em “Sons of Anarchy”. O desenvolvimento do spin-off foi realizado pelo cineasta Elgin James, que tem uma trajetória de vida semelhante a dos personagens – ele fundou uma gangue em Boston e cumpriu pena na prisão. Sua estreia como cineasta aconteceu com o sensível e elogiado drama indie “Little Birds” (2011), exibido no Festival de Sundance, e seu trabalho mais recente foi o roteiro de “Lowriders” (2017), drama sobre a cultura latina de carros envenenados. Kurt Sutter, que criou “Sons of Anarchy” e escreveu, dirigiu e foi até ator em muitos dos episódios da série, segue produzindo “Mayans MC”, além de ter dirigido o piloto rejeitado. A nova versão do episódio inicial, que quebrou os recordes do FX, foi refeita por Norberto Barba, diretor-produtor de “Grimm”. A série é exibida nas noites de terç-feira nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de estreia no Brasil
The Good Doctor: Trailer da 2ª temporada apresenta novas dificuldades para o protagonista
A rede americana ABC divulgou o trailer da 2ª temporada de “The Good Doctor”, nova série médica que se tornou o drama mais assistido da TV americana na temporada passada. A prévia, por sinal, destaca este fato, além de introduzir as novas dificuldades que precisarão ser enfrentadas pelo bom médico do título, vivido por Freddie Highmore (o Norman Bates da série “Bates Motel”), e apresentar a personagem que será vivida por Lisa Edelstein (a Dra. Lisa Cuddy da série “House”). Atraindo mais de 9 milhões de telespectadores ao vivo por episódio, “The Good Doctor” chegou a integrar o Top 5 das séries mais assistidas dos Estados Unidos no ano passado, ao lado de atrações veteranas. O novo drama de hospital de David Shore (o criador de “House”) traz Freddie Highmore como o Dr. Shaun Murphy, um médico autista, anti-social, terrível na hora de interagir com as pessoas, já que é incapaz de acessar emoções, mas também brilhante e intuitivo quando o assunto é Medicina. Na 1ª temporada, ele contou com a ajuda e a proteção de seu mentor e amigo, Dr. Aaron Glassman (Richard Schiff, de “O Homem de Aço”), que apoiou sua contratação com determinação, apesar dos problemas vistos pelos demais. Mas ele irá enfrentar um diagnóstico de câncer nos novos episódios e pode ter que se despedir do rapaz. Lisa Edelstein entrou na série no papel de oncologista justamente para tratar o Dr. Glassman. O elenco também inclui Beau Garrett (série “Criminal Minds: Suspect Behavior”), Nicholas Gonzalez (série “Pretty Little Liars”), Hill Harper (série “Covert Affairs”), Antonia Thomas (série “Misfits”) e Irene Keng (série “Grey’s Anatomy”). A 2ª temporada estreia em 24 de setembro nos Estados Unidos. No Brasil, “The Good Doctor” começou recentemente a ser disponibilizado pela plataforma de streaming Globo Play.
The Conners: Spin-off de Roseanne ganha primeiro teaser
A rede americana ABC divulgou o primeiro teaser de “The Conners”, série derivada de “Roseanne”, encerrada após a demissão da atriz Roseanne Barr. O vídeo traz apenas o sofá vazio da série original, acompanhado pela frase: “O que vem a seguir?”. O sofá, por sinal, não é a única coisa que permaneceu do antigo programa. Todo o elenco original vai retornar, menos Roseanne Barr. Ela foi dispensada pela presidente da rede ABC após publicar um tuíte racista contra uma ex-funcionária do governo de Barack Obama. O tuíte ofensivo chegou a levar ao cancelamento da série, que, após negociações intensas, acabou resgatada como “spin-off” pela ABC. O canal entrou em acordo com Roseanne Barr para produzir “The Conners” sem nenhum crédito ou compensação financeira para a atriz, com o objetivo de assegurar o emprego de centenas de funcionários que foram surpreendidos com o cancelamento de “Roseanne”, a série mais assistida dos Estados Unidos na última temporada. “The Conners” tem estreia marcada para 16 de outubro nos Estados Unidos.
John Goodman diz que Roseanne vai morrer na trama do spin-off The Connors
O ator John Goodman revelou como Roseanne Barr será tirada da trama de sua própria série, “Roseanne”, que será relançada como “The Conners” na temporada norte-americana de outono, após a polêmica nas redes sociais que causou sua demissão. Em entrevista ao jornal britânico The Times, Goodman comentou inicialmente que o destino da personagem de Roseanne era “desconhecido”, mas acrescentou que o personagem dele “ficará triste porque sua esposa está morta”. Goodman admitiu que estaria triste de jeito, uma vez que toda a confusão envolvendo sua colega, que publicou um tuíte racista contra uma ex-funcionária do governo Obama e foi demitida pela rede ABC, o deixou de “coração partido”. “Eu pensei que era apenas showbusiness, que ia passar. Mas eu sofri por um período de cerca de um mês, em que eu fiquei muito deprimido”. O tuíte ofensivo chegou a levar ao cancelamento da série, que, após negociações intensas, acabou resgatada como “spin-off” pela ABC, com o retorno de todo o elenco, menos Roseanne Barr. “Eu sei que ela não é racista”, disse Goodman, que interpretou o marido de Barr desde a primeira encarnação da série, exibida originalmente entre 1988 e 1996. “Vou colocar desta forma, fiquei surpreso com a reação. E isso é provavelmente tudo que eu deveria dizer sobre isso”, afirmou, indicando que não concorda com a demissão da atriz. A opinião contrasta com a reação das filhas televisivas de Roseanne, que repudiaram as declarações da atriz nas redes sociais. Lecy Goranson admitiu ter ficada “devastada” pelos “efeitos do discurso de ódio e racismo sobre indivíduos e a sociedade”, enquanto Sara Gilbert, que foi a força motriz por trás do revival da série, chamou o comportamento de Barr de “abominável”. A ABC entrou em acordo com Roseanne Barr para produzir “The Conners” sem nenhum crédito ou compensação financeira para a atriz, com o objetivo de assegurar o emprego de centenas de funcionários que foram surpreendidos com a decisão do canal de cancelar a série, a mais assistida dos Estados Unidos na última temporada. “Enviei-lhe um email pessoal e a agradeci por isso”, disse Goodman. “Eu não recebi resposta, mas ela estava passando pelo inferno na época. E ela ainda está passando pelo inferno.” “The Conners” tem estreia marcada para 16 de outubro nos Estados Unidos.
3ª temporada de The Man in the High Castle ganha novo trailer e imagens
A Amazon divulgou as fotos, o pôster e o segundo trailer da 3ª temporada de “The Man in the High Castle”, que mostra o que aconteceria se a Alemanha e o Japão tivessem vencido a 2ª Guerra Mundial A trama de realidade alternativa distópica é um dos maiores sucessos do serviço de streaming e acompanha a luta da resistência contra a opressão nazista nos Estados Unidos. Na prévia, a descoberta de uma realidade paralela, em que o resultado do conflito mundial foi diferente, inspira esperança na resistência, mas também novos desejos de conquista no Reich. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, de Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), e no projeto da continuação, que o escritor planejava escrever, mas nunca conseguiu ir além dos esboços. Criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott, a adaptação vem cobrindo a história original com grandes liberdades, e agora chega aos filmes com imagens de uma realidade em que a Alemanha perdeu a guerra, incluindo cenas de tecnologia retrô-futurista que lembram a série clássica “Túnel do Tempo” – e que não fazem parte do livro original. O elenco inclui Alexa Davalos (“Fúria de Titãs”), Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (“Revenge”), DJ Qualls (“Z Nation”), Bella Heathcote (“Demônio de Neon”) e Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”). O estreia dos novos episódios foi marcada para 5 de outubro, quase dois anos após a exibição da 2ª temporada. Mas apesar deste longo hiato a série está renovada para a 4ª temporada, com uma expectativa de lançamento mais rápido para o próximo arco, previsto para 2019.
The Alienist é renovada e nova história adaptará o livro O Anjo das Trevas
A TNT renovou “The Alienist”. Só que tem um detalhe. Para evitar que o Emmy deixe de classificar a produção como minissérie, o canal pago americano anunciou a renovação como se fosse uma nova atração, chamada de “The Angel of Darkness”. A tal nova série trará os mesmos atores, Daniel Bruhl, Luke Evans e Dakota Fanning, nos mesmos papéis de “The Alienist”, contando a continuação da história original. Mas todos devem fingir que é algo novo, para que a Academia da Televisão não repare que se trata de uma 2ª temporada. “Nós não poderíamos estar mais orgulhosos da excelente performance digna de prêmios de ‘The Alienist’ e de todo o trabalho que os incríveis atores e a equipe fizeram para dar vida a essa história e período de tempo”, disse Sarah Aubrey, executiva da TNT, em comunicado. “Nosso público se apaixonou por esses personagens multidimensionais e intemporais e pela jornada de suas lutas vivendo em tempos complicados. Com esta nova história na Coleção Suspense da TNT, nós iremos mergulhar ainda mais os espectadores em seu mundo à medida que forem confrontados com um novo inimigo”. A 1ª temp… ou melhor, a minissérie “The Alienist” é campeã de audiência da TV paga no segmento de adultos (de 18 a 49 anos) em 2018, embora tenha perdido a liderança em público total para “Yellowstone”, da Paramount. A exibição da estreia rendeu a maior sintonia do canal em seis anos. Originalmente assistido por 3,1 milhões de telespectadores em sua primeira transmissão em 22 de janeiro, o episódio inaugural quadruplicou o público ao longo de exibições por streaming, atingindo 13,1 milhões de telespectadores durante os primeiros sete dias de disponibilidade online. Segundo comunicado da TNT, a performance multiplataforma atingiu 16 milhões de telespectadores em um mês, tornando “The Alienist” o lançamento mais bem sucedido do canal pago desde 2012. O episódio de estreia também bateu o recorde de visualizações nos aplicativos e sites da TNT, somando 4 milhões de minutos de consumo de seus usuários, além de ter gerado 10 milhões de menções nas redes sociais. Adaptação do best-selling homônimo de Caleb Carr, a série acompanha a caçada ao primeiro serial killer de Nova York, no século 19, por um trio de “especialistas” não convencionais. Daniel Brühl (“Capitão América: Guerra Civil”) interpreta o brilhante e excêntrico Dr. Laszlo Kreizler, um prodígio da psicologia forense, que é o alienista do título – como eram chamados os médicos que tratavam de pacientes “alienados da realidade”. Convocado para o caso pelo novo comissário de polícia Theodore Roosevelt (futuro presidente dos EUA), ele acaba se juntando ao jornalista John Moore, vivido por Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contada”) e a secretária da polícia Sara Howard, personagem de Dakota Fanning (“Movimentos Noturnos”), que está determinada a se tornar a primeira detetive feminina dos EUA. Roosevelt, por sua vez, é vivido por Brian Geraghty (série “Chicago P.D.”). O título da 2ª temp… ou melhor, nova minissérie, é o mesmo do segundo livro de Carr com os personagens. Traduzido no Brasil como “O Anjo das Trevas”, acompanha a investigação do sequestro de uma criança, filha de um diplomata espanhol em visita a Nova York. O crime tem como como pano de fundo as tensões crescentes entre Espanha e Estados Unidos no período, que culminariam logo em seguida na Guerra Hispano-Americana do final do século 19. Ainda não há previsão para a estreia.
Fear The Walking Dead retorna com a pior audiência de midseason da série
A volta da série “Fear The Walking Dead” foi assistida por cerca de 1,87 milhão de pessoas ao vivo nos Estados Unidos. Os números representam a pior audiência de estreia de midseason da série. Para se ter noção, o retorno da 2ª temporada atraiu 3,86 milhões de telespectadores e o da 3ª temporada 2,14 milhões. A franquia “Walking Dead” tem perdido público de um modo geral, graças a histórias lentas e eliminações de personagens queridos do público. “Fear The Walking Dead” perdeu nada menos que dois protagonistas, que estavam desde o começo da série, na primeira metade da temporada. E eram justamente os favoritos dos fãs. Apesar da queda, “Fear The Walking Dead” foi o programa de TV paga mais assistido no domingo (12/8) na faixa demográfica de 18 a 49 anos, a única contabilizada para efeitos publicitários.
Teen Choice Awards tem pior audiência de todos os tempos
O quanto os prêmios Teen Choice são populares? Muito pouco. A transmissão da premiação, exibida na noite de domingo (12/8) pela rede Fox nos Estados Unidos, foi um fiasco de audiência, com o menor público de sua história, mal ultrapassando 1 milhão de telespectadores ao vivo. Totalizou 1,01 milhão, ao todo. Não é se espantar. Afinal, com a introdução de inúmeras categorias dedicadas a “digital influencers” e apresentação de uma personalidade da web (Lele Pons), o evento pareceu feito para o público da internet. Mas quem assistiu foi mesmo o público da TV. A supervalorização de nichos digitais levou ao encolhimento de 40% do público em relação ao evento no ano passado – assistido por 1,7 milhão de pessoas. O pior é que a premiação nunca se destacou na única demografia computada pelos anunciantes, adultos entre os 18 e os 49 anos, marcando este ano apenas 0,3 ponto no levantamento estatístico da Nielsen – menos que os 0,5 de 2017. Se poucos se interessam, poucos votam e isso também redundou na premiação de programas de pouca expressividade, graças ao esforço de fã-clubes dedicados. O que explica como uma série cancelada por baixa audiência, como “Shadowhunters”, conseguiu levar para casa algumas pranchas de surfe – o troféu – da premiação. O resultado cataclísmico deste ano pode ter consequências, ao desestimular a Fox a manter a produção do evento.
Audiência de Suits desaba sem Meghan Markle e Patrick J. Adams
A saída de Meghan Markle e Patrick J. Adams derrubou a audiência da série “Suits”, que voltou ao ar com muito menos público que o esperado. No ar desde 18 de julho, a 8ª temporada – e primeira sem a agora duquesa de Sussex – perdeu 300 mil telespectadores ao vivo, de 1,3 milhão para 1 milhão. Mas o maior tombo ocorreu na demografia visada pelos anunciantes – pessoas com idades entre 18 e 49 anos. Neste nicho, apenas 317 mil telespectadores assistiram o retorno de “Suits” no mês passado, enquanto a fatia dessa audiência específica que conferiu o primeiro episódio da 7ª temporada foi de 432 mil telespectadores. Na medição do instituto Nielsen, a média atual desceu para 0,25 ponto. E isto é sinal vermelho para qualquer programa. É grande o risco do canal pago USA Network, que produz e exibe “Suits” nos Estados Unidos, cancelar a série ao final da atual temporada, tanto que já existem conversas sobre a possibilidade de um resgate na Netflix. Caso o cancelamento se confirme, manterá uma espécie de maldição para Katherine Heigl, que entrou em “Suits” para ocupar o lugar do protagonista Patrick J. Adams. Sua participação em “Suits” é sua terceira tentativa de emplacar uma volta à TV, após sua carreira cinematográfica implodir. Revelada em “Roswell” e transformada em estrela em “Grey’s Anatomy”, a atriz abandonou a TV em 2010, após fazer sucesso em algumas comédias românticas, mas a decisão de priorizar o cinema resultou apenas numa coleção de fracassos comerciais. Ela tentou voltar em “State of Affairs”, em 2014, cancelada após 13 episódios. E sua série anterior, “Doubt”, em que também vivia uma advogada, foi tirada do ar após somente dois episódios.












