Yellowstone: Série estrelada por Kevin Costner estoura audiência e é renovada na metade da 1ª temporada
Fenômeno de audiência nos Estados Unidos, a série “Yellowstone” foi renovada para sua 2ª temporada após a exibição de seu quinto episódio, exatamente na metade de sua temporada inaugural. Primeira série de TV estrelada pelo ator Kevin Costner (“Robin Hood”, “Dança com Lobos”), a atração está atraindo uma uma média de 2,3 milhões de telespectadores ao vivo, por capítulo, para o canal pago Paramount, recém-lançado nos Estados Unidos. Mas esse número passa dos 5 milhões com reprises e gravações digitais. Por conta disso, “Yellowstone” se tornou a segunda série mais assistida da TV paga americana em 2018, perdendo apenas para “The Walking Dead”. Costner já tinha trabalhado numa minissérie antes, a premiada “Hatfields & McCoys” (2012), mas só agora fez sua estreia numa atração de longa duração. E o interesse do público está sendo impressionante. Já a crítica não se entusiasmou tanto. A atração atingiu 50% de aprovação, resultado medíocre, no site Rotten Tomatoes, e foi chamada por um crítico de “Dallas dos pobres”. Na verdade, parece ter havido frustração por conta da expectativa criada pelos envolvidos. Afinal, além da estreia de Costner, “Yellowstone” é também a primeira série criada pelo cineasta Taylor Sheridan, que foi indicado ao Oscar 2017 pelo roteiro de “A Qualquer Custo” (2016) e estreou como diretor no ano passado com “Terra Selvagem”, vencendo um prêmio no Festival de Cannes. Ele assina os roteiros, a produção e a direção da atração, que aborda o mesmo universo de seus filmes premiados: o interior rural dos Estados Unidos, onde os homens ainda usam chapéus de cowboy, andam a cavalo (e helicóptero) e são rápidos no gatilho. Por sinal, o ator indígena Gil Birmingham, que trabalhou nos dois filmes escritos por Sheridan, também está no elenco da série. Os demais atores confirmam a ambição cinematográfica da produção, com destaque para Wes Bentley (“Jogos Vorazes”), Kelly Reilly (série “Britannia”), Luke Grimes (“Cinquenta Tons de Liberdade”), Cole Hauser (“Transcendence: A Revolução”), Kelsey Asbille (“Terra Selvagem”), Dave Annable (série “Red Band Society”), Danny Huston (“Mulher-Maravilha”), Josh Lucas (“Mark Felt – O Homem que Derrubou a Casa Branca”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), Jill Hennessey (série “Shots Fired”) e Patrick St. Esprit (“Velozes e Furiosos 8”). Filmado em Utah e Montana, “Yellowstone” acompanha John Dutton (Costner), um cowboy moderno, proprietário da maior fazenda contígua dos Estados Unidos, que sofre constante pressão para diminuir suas fronteiras – por desenvolvedores de terras, uma reserva indígena e um parque nacional. A trama acompanha sua família e mergulha num mundo violento e corrupto, que resolve seus problemas longe do olhar da mídia, onde envenenamento de poços d’água ou o sumiço de testemunhas não viram notícias. Costner divide a produção executiva com Sheridan, além de John e Art Linson, pai e filho que trabalharam juntos anteriormente na produção do sucesso “Sons of Anarchy”. São, ao todo, dez episódios previstos para a 1ª temporada nos Estados Unidos, que tem previsão de encerramento em 22 de agosto Apesar do sucesso de público, a série permanece inédita no Brasil.
Trailer da 3ª temporada de The Man in the High Castle introduz trama de universos paralelos
A Amazon divulgou o primeiro trailer da 3ª temporada de “The Man in the High Castle”, com cenas de tecnologia retrô-futurista que lembram a série clássica “Túnel do Tempo” e uma trama de multiversos mais próxima da recente “Counterpart”. A trama de realidade alternativa distópica é um dos maiores sucessos do serviço de streaming e acompanha a luta da resistência num mundo em que Alemanha e Japão venceram a 2ª Guerra Mundial. Na prévia, a descoberta de uma realidade paralela, em que o resultado do conflito mundial foi diferente, inspira esperança na resistência, mas também desejos de conquista no Reich. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, de Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), que o escritor planejava continuar, graças a seu final aberto, mas nunca conseguiu ir além de esboços para a sequência. Criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott, a adaptação já cobriu a história original, com grandes liberdades, e agora começa a incluir elementos inexistentes no livro, como a ideia dos multiversos. O elenco inclui Alexa Davalos (“Fúria de Titãs”), Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (série “Revenge”), DJ Qualls (série “Z Nation”) e Bella Heathcote (“Demônio de Neon”). O estreia dos novos episódios foi marcada para 5 de outubro, quase dois anos após a exibição da 2ª temporada. Mas apesar deste longo hiato a série está renovada para a 4ª temporada, com uma expectativa de lançamento mais rápido, previsto para 2019.
Yellowstone, primeira série de Kevin Costner, bate recorde de audiência nos Estados Unidos
O canal pago americano Paramount registrou recorde de audiência com a exibição de “Yellowstone”, primeira série estrelada pelo ator Kevin Costner (“Homem de Aço”). A atração foi vista por 2,8 milhões de espectadores no dia de estreia e este número ganhou mais 2 milhões de pessoas, atingindo 4,8 milhões com as reprises e gravações digitais nos primeiros três dias desde a exibição original. Esse resultado fez de “Yellowstone” a melhor estreia do Paramount Network, que foi lançado em janeiro no lugar do antigo canal Spike. Mas não ficou nisso. Trata-se, na verdade, da melhor estreia de uma série da TV por assinatura nos Estados Unidos desde o fenômeno “American Crime Story: The People vs O.J. Simpson” em 2016. Costner já tinha trabalhado numa minissérie antes, a premiada “Hatfields & McCoys” (2012), mas só agora fez sua estreia numa atração de longa duração. E o interesse do público foi impressionante. Já a crítica não se entusiasmou tanto. A atração atingiu 48% de aprovação, resultado medíocre, no site Rotten Tomatoes, e foi chamada por um crítico de “Dallas dos pobres”. Esperava-se mais pelos envolvidos. Afinal, além da estreia de Costner, “Yellowstone” é também a primeira série criada pelo cineasta Taylor Sheridan, que foi indicado ao Oscar 2017 pelo roteiro de “A Qualquer Custo” (2016) e estreou como diretor no ano passado com “Terra Selvagem”, vencendo um prêmio no Festival de Cannes. Ele assina os roteiros, a produção e a direção da atração, que aborda o mesmo universo de seus filmes premiados: o interior rural dos Estados Unidos, onde os homens ainda usam chapéus de cowboy, andam a cavalo (e helicóptero) e são rápidos no gatilho. Por sinal, o ator indígena Gil Birmingham, que trabalhou nos dois filmes, também está no elenco da série. Os demais integrantes do elenco confirmam a ambição cinematográfica da produção, com destaque para Wes Bentley (“Jogos Vorazes”), Kelly Reilly (série “Britannia”), Luke Grimes (“Cinquenta Tons de Liberdade”), Cole Hauser (“Transcendence: A Revolução”), Kelsey Asbille (“Terra Selvagem”), Dave Annable (série “Red Band Society”), Danny Huston (“Mulher-Maravilha”), Josh Lucas (“Mark Felt – O Homem que Derrubou a Casa Branca”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), Jill Hennessey (série “Shots Fired”) e Patrick St. Esprit (“Velozes e Furiosos 8”). Filmado em Utah e Montana, “Yellowstone” acompanha John Dutton (Costner), um cowboy moderno, proprietário da maior fazenda contígua dos Estados Unidos, que sofre constante pressão para diminuir suas fronteiras – por desenvolvedores de terras, uma reserva indígena e um parque nacional. A trama acompanha sua família e mergulha num mundo violento e corrupto, que resolve seus problemas longe do olhar da mídia, onde envenenamento de poços d’água ou o sumiço de testemunhas não viram notícias. Costner divide a produção executiva com Sheridan, além de John e Art Linson, pai e filho que trabalharam juntos anteriormente na produção do sucesso “Sons of Anarchy”. São, ao todo, dez episódios previstos para a 1ª temporada nos Estados Unidos.
Protagonista não vai voltar na 2ª temporada de Dynasty
A atriz Nathalie Kelley revelou que não retorna para a 2ª temporada de “Dynasty”. Intérprete de Cristal, uma das principais personagens da série da rede CW., ela contou ao canal pago E! que não teve acesso aos roteiros e não participará das gravações do próximo ano da produção. Quando perguntada se esse era o fim da personagem ou se ela ficaria afastada para um futuro retorno, Kelley disse que tudo que sabia era que terminou a 1ª temporada com um tiro e em meio a um incêndio, e que não participaria da sequência. “É um coma? É a morte?… Eu realmente não sei. Mas eu sei que não vou para Atlanta em julho, que vou ficar em Los Angeles. Eu tenho minha vida de volta.” Cristal foi uma invenção dos produtores-roteiristas para diferenciar a série de sua versão original. Vale lembrar que “Dynasty” é o remake de “Dinastia”, um novelão semanal dos anos 1980, adaptado por Josh Schwartz e Stephanie Savage, que têm experiência em retratar a vida de milionários mimados – veja-se “Gossip Girl”. Neste projeto, eles estão trabalhando com Sallie Patrick, que escrevia outra série novelesca de ricos malvados, “Revenge”. Mas o remake não agradou, seja pelas muitas mudanças, seja pela história ser muito conhecida. A principal diferença em relação à produção original era justamente a protagonista Cristal Flores. Nos anos 1980, ela era branca, chamava-se Krystle e era vivida pela loira Linda Evans. Agora, tem as curvas da peruana Nathalie Kelley (a vilã Sybil da última temporada de “The Vampire Diaries”), que surge na trama noiva do milionário Blake Carrington. A opção por transformar a madrasta em latina também ressalta os paralelos com as novelas mexicanas de ricaços que a trama evoca. Na nova versão, o patriarca eternizado pelo grisalho John Forsythe é vivido pelo ainda galã Grant Show (série “Devious Maids”), enquanto seus filhos, Fallon e Steven, tem interpretação de Elizabeth Gillies (série “Sex&Drugs&Rock&Roll”) e James Mackay (“A Vingança Está na Moda”), respectivamente. Numa última cartada, a produção ainda adiantou a introdução de Alexis Carrington, cuja chegada na 2ª temporada da série original marcou picos de audiência, graças a um desempenho inesquecível de Joan Collins. A nova versão de Alexis é vivida por Nicollette Sheridan, que ficou conhecida pelo papel da “perua” Eddie Britt na série “Desperate Housewives”. Sua aparição melhorou um pouco a audiência, mas não impediu “Dynasty” de ter a pior audiência entre as séries renovadas da última temporada da TV aberta americana. A série retorna para sua 2ª temporada em outubro. No Brasil, ela pode ser assistida pela Netflix.
Atriz de House entra na nova série médica The Good Doctor
A série “The Good Doctor” vai ganhar uma doutora conhecida dos fãs das produções médicas da televisão. A atriz Lisa Edelstein, que estrelou a série “House” como a Dra. Lisa Cuddy, fará participações regulares na 2ª temporada da atração. Vale lembrar as duas séries foram criadas pelo mesmo produtor, David Shore. Edelstein terá o papel da Dra. Blaize, descrita como “uma oncologista especialista que retornou ao hospital, após uma breve suspensão, a pedido do Dr. Aaron Glassman (Richard Schiff), para ajudar no tratamento de seu câncer. A Dra. Blaize fica bastante à vontade ao lado de Glassman e não tem medo de se divertir um pouco, deixando-o saber que ela dá as cartas”. A série é estrelado por Freddie Highmore (o Norman Bates da série “Bates Motel”) como um médico autista. Anti-social, ele é terrível na hora de interagir com as pessoas, já que se mostra incapaz de acessar emoções, mas também é brilhante e intuitivo quando o assunto é Medicina, e conta com a ajuda de seu mentor e amigo, Dr. Aaron Glassman (Richard Schiff, de “O Homem de Aço”), que apoia sua contratação com determinação, apesar dos problemas vistos pelos demais. Um dos maiores sucessos da última temporada, a série atraiu mais de 9 milhões de telespectadores ao vivo por episódio e chegou a integrar o Top 5 das séries mais assistidas dos Estados Unidos no ano passado. O elenco também inclui Beau Garrett (série “Criminal Minds: Suspect Behavior”), Nicholas Gonzalez (série “Pretty Little Liars”), Hill Harper (série “Covert Affairs”), Antonia Thomas (série “Misfits”) e Irene Keng (série “Grey’s Anatomy”). “The Good Doctor” já tinha sido a segunda estreia do outono americano a garantir uma 1ª temporada completa, logo após “Little Sheldon”.
Amazon renova The Man in the High Castle para a 4ª temporada
A Amazon renovou “The Man in the High Castle” para uma 4ª temporada. A série de realidade alternativa distópica é um dos maiores sucessos do serviço de streaming e acompanha a luta da resistência num mundo em que Alemanha e Japão venceram a 2ª Guerra Mundial. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, do escritor Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), foi criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e tem como produtor o cineasta Ridley Scott. O elenco inclui Alexa Davalos (“Fúria de Titãs”), Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (série “Revenge”), DJ Qualls (série “Z Nation”) e Bella Heathcote (“Demônio de Neon”). A 4ª temporada vai começar a ser gravada em meados de setembro para lançamento em 2019.
The Connors: Série Roseanne ganhará spin-off com todo o elenco, menos Roseanne
A rede americana ABC deu sinal verde para a produção de um spin-off de “Roseanne”, após a série original ser cancelada devido a um tuíte racista de sua protagonista Roseanne Barr. Intitulado “The Connors”, o projeto reunirá todos os integrantes do elenco, menos Roseanne. E irá estrear já no final deste ano. “As histórias de ‘The Connors’ demonstram que famílias sempre podem encontrar assuntos comuns entre conversas, risadas e amor. O spin-off vai continuar a explorar problemas contemporâneos que são tão relevantes quanto eram há 30 anos”, definiu a ABC em comunicado, aludindo à época da exibição original de “Roseanne”. A série foi um sucesso imenso de público e crítica nos anos 1990, e grande influência nas sitcoms que a sucederam. Vencedora de três Globos de Ouro e quatro Emmys, acompanhava os problemas cotidianos de uma família típica da classe trabalhadora. E esta era a grande diferença. Enquanto as famílias televisivas anteriores eram todas bem resolvidas, os episódios de “Roseanne” refletiam a realidade vivida pela audiência, como dificuldades para pagar contas, criar os filhos e aturar a convivência familiar. Em meio à onda nostálgica que marca o retorno de atrações clássicas para a televisão, o revival da série liderou a audiência dos Estados Unidos assistido por 18 milhões de espectadores ao vivo e marcando 5,1 pontos na demo (entre espectadores na faixa demográfica de 18 a 49 anos), um feito incrível que só costuma ser registrado em transmissões de grandes eventos esportivos ao vivo. Isto inspirou uma renovação antecipada da produção. Mas, logo ao final da temporada, a protagonista e produtora Roseanne Barr resolveu disparar um tuíte racista e gratuito sobre Valerie Jarrett, mulher negra, nascida no Irã, que foi assessora do ex-presidente americano Barack Obama. Roseanne escreveu: “Irmandade Muçulmana e ‘Planeta dos Macacos’ tiveram um filho = vj”. A repercussão foi tão negativa que a emissora ABC optou por cancelar a série, mesmo ela tendo estourado os índices de audiência. Até Sara Gilbert, que interpreta uma filha de Roseanne na série, condenou a atriz. “Os comentários recentes de Roseanne sobre Valerie Jarrett, e muito mais, são abomináveis e não refletem as crenças de nosso elenco e equipe ou de qualquer um associado ao nosso programa. Estou decepcionada com suas ações, para dizer o mínimo”, escreveu ela. O showrunner de “Roseanne”, Bruce Helford, também resolveu se pronunciar “em nome de todos os roteiristas e produtores que trabalharam duro para criar uma série incrível”. “Eu fiquei pessoalmente horrorizado e entristecido pelos comentários que não refletem, de forma alguma, os valores das pessoas que trabalharam para fazer dessa série icônica o que ela é”. A decisão do canal não tardou. Mas, mesmo diante do clamor público, a ação surpreendeu o mercado. Afinal, na onda de revivais da TV americana, a comédia de Roseanne Barr era disparada a mais bem-sucedida. O detalhe é que o cancelamento foi defendido até pelo CEO da Disney, Bob Iger, que é o poderoso chefão do conglomerado, no qual se inclui a ABC. “Só havia uma coisa a se fazer aqui, e era fazer a coisa certa”, ele tuitou. A atriz pediu desculpas, e mais tarde voltou a rede social para culpar um calmante pela declaração polêmica. O cancelamento súbito, porém, deixou diversas pessoas desempregadas e anunciantes em polvorosa, e a ABC prometeu trabalhar para remediar isso. A solução veio com o projeto do spin-off, que acompanhará a família de Roseanne, mas sem a presença de Roseanne.
Killing Eve encerra 1ª temporada como fenômeno, ao aumentar 85% de sua audiência inicial
A série “Killing Eve” encerrou sua 1ª temporada com uma façanha raríssima, ao conseguir aumentar seu público em todos os episódios exibidos. Isto significa que cada capítulo foi visto mais pessoas que o anterior, o que levou a audiência do final da temporada registrar crescimento de 85% em relação aos telespectadores que sintonizaram a estreia. Exibida no canal pago americano BBC America, “Killing Eve” encerrou seu primeiro ano no domingo passado (27/5) com 1,25 milhão de telespectadores ao vivo. A série está também fazendo na plataforma digital do canal, como o programa mais assistido da história de seu serviço de streaming. Na versão digital, “Killing Eve” é a única série da BBC America que já atingiu mais de 1 milhão de espectadores por episódio. Para completar o sucesso, a série tem 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “Desde o início, sentimos que tínhamos algo inteligente, empolgante e diferente com ‘Killing Eve’, e esperávamos que os espectadores vissem o que vimos”, disse Sarah Barnett, presidente da BBC America. “Séries como ‘Killing Eve’ não apenas envolvem e entretêm, elas geram fãs vibrantes e apaixonados, e esse certamente tem sido o caso aqui. Obrigado aos fãs verdadeiramente notáveis de ‘Killing Eve’, tanto por divulgar a série quanto pela criatividade com que expressam seu amor por este programa”, completou. É verdade que a presidente da BBC America ficou encantada com “Killing Eve”, tanto que renovou a atração antes da estreia do primeiro episódio, baseada apenas no material produzido. Criada pela atriz e roteirista inglesa Phoebe Waller-Bridge (criadora-protagonista de “Fleabag”) e estrelada por Sandra Oh (série “Grey’s Anatomy”) e Jodie Comer (série “The White Princess”), a série é baseada no romance homônimo de Luke Jennings e gira em torno de duas mulheres: Eve (Oh), uma oficial de segurança do MI5, o serviço secreto britânico, cujo trabalho burocrático não cumpre suas fantasias de ser uma espiã, e Villanelle (Comer), uma assassina talentosa que se apega aos luxos que seu trabalho violento lhe dá. Essas duas mulheres ferozmente inteligentes se tornam obcecadas uma com a outra e acabam se envolvendo em um jogo perigoso de gato e rato. O elenco também inclui Fiona Shaw (série “True Blood”), Kirby Howell-Baptiste (“Downward Dog”), Kim Bodnia (“The Bridge”) e David Haig (“Penny Dreadful”).
Legion é renovada para a 3ª temporada
O canal pago FX anunciou a renovação de “Legion” para sua 3ª temporada. Apesar da queda brutal de audiência, a atração continuará a ser exibida em 2019. Em seu comunicado, o canal defende e elogia o espírito inovador da série. “‘Legion’ redefiniu as séries de super-heróis e superou todas as expectativas, à medida que a intensidade e a revelação aumentam na 2ª temporada”, disse Eric Schrier, presidente de programação original da FX Networks e FX Productions. “Estamos incrivelmente orgulhosos da conquista de Noah Hawley e estamos honrados em continuar a série, pois ela ultrapassa os limites da narrativa televisiva convencional. Também somos gratos pelas contribuições de nossos produtores executivos, John Cameron, Lauren Shuler Donner, Simon Kinberg e Jeph Loeb com a Marvel Television, bem como pelo excelente elenco e equipe deste espetáculo inovador”. A renovação foi anunciada um mês após o FX encomendar um episódio a mais para a 2ª temporada, que se encerrará com 11 capítulos em 12 de junho. E três dias após o capítulo mais recente atingir a pior audiência de toda a série, visto por 365 mil telespectadores ao vivo e com 0,15 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Ou seja, “Legion” perdeu 1,3 milhão de telespectadores desde sua estreia no ano passado nos Estados Unidos. O episódio extra foi acrescentado para que Noah Hawley (criador também de “Fargo”) evitasse cortes difíceis na produção, uma vez que ela é, nas palavras da atriz Aubrey Plaza, “dez vezes mais viajante” que a temporada inaugural. O final da atual temporada trará o protagonista David Haller (Dan Stevens) “enfrentando o futuro”, segundo a sinopse oficial. “Legion” é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.
Série O Mecanismo terá 2ª temporada
A Netflix anunciou a produção da 2ª temporada de “O Mecanismo”. Com uma mensagem no Twitter, a plataforma de streaming avisou que era “muito esquema para uma temporada só”, referindo-se à trama da atração, que investiga a corrupção instalada no governo federal, inspirada na investigação da operação Lava-Jato. Também foi divulgado um vídeo que mostra o delegado Marco Ruffo (Sleton Mello) encarando o quadro que montou para suas investigações, acompanhado pela frase “Quanto mais perto você chega, maior o esquema fica”. Segundo a Netflix, a nova temporada mostrará Ruffo e Verena Cardoni (Carol Abras) seguindo com as investigações para desvendar o monstruoso esquema de corrupção envolvendo políticos, agentes públicos e empreiteiros. Criada por José Padilha (“Tropa de Elite”, “Narcos”), “O Mecanismo” estreou em março deste ano. A série foi alvo de críticas por conta da forma como optou por retratar os fatos da vida real. A polêmica, entretanto, não se deu pela existência de corrupção no governo federal, que ninguém consegue negar, mas à decisão da série de atribuir ao personagem inspirado no ex-presidente Lula a frase “estancar a sangria”, dita por Romero Jucá em um áudio divulgado ao público em 2016. Ele se referia a esforços para deter os trabalhos da Operação Lava Jato. Vale lembrar que o mesmo áudio incluía referências a Lula entre os que se beneficiariam com o estancamento da dita sangria, e que Jucá foi ministro do ex-presidente, além de seu líder no Congresso. Estes detalhes não foram levados em conta na campanha promovida por militantes do PT para que a Netflix fosse boicotada. A ex-presidente Dilma Rousseff, inclusive, divulgou um comunicado criticando a plataforma de streaming e, principalmente, o diretor José Padilha. Ela disse que, apesar de “O Mecanismo” se dizer “baseada em fatos reais”, o cineasta distorcia a realidade, propagava mentiras e praticava o “assassinato de reputações”. A polêmica manteve a série em evidência e a ajudou a se tornar a mais vista da Netflix no Brasil, segundo informativo da plataforma para o mercado financeiro. Ou seja, atingiu um sucesso do tamanho de um “Stranger Things” ou “Demolidor” no país. Até o ex-presidente Lula promoveu a produção, ao discursar contra a Netflix. Na época, Lula ainda não havia sido preso. A narrativa da próxima temporada deve mostrar como as investigações chegaram no ex-presidente, cuja condenação é um fato histórico, independente de quem quer que tenha tentado estancar qualquer sangria. É muito esquema pra uma temporada só. pic.twitter.com/hrRoGeth7Q — O Mecanismo (@serieomecanismo) May 28, 2018
Siren: Série de sereias assassinas é renovada e ganha data de estreia no Brasil
O canal pago Freeform anunciou a renovação de “Siren” para sua 2ª temporada, na véspera do final do primeiro ano da produção. A série de sereias assassinas se provou um dos maiores sucessos no canal, com uma média de 660 mil espectadores ao vivo. Trata-se da maior audiência da programação atual do Freeform, com quase o dobro do público de “Shadowhunters” (398 mil). Não por acaso, a 2ª temporada será maior, com 16 episódios em vez dos 10 da atual temporada, que se encerra na próxima quinta (24/5) nos Estados Unidos. A série também ganhou data de estreia no Brasil. O canal pago Sony informou que exibirá a 1ª temporada a partir do dia 12 de junho, às 23 horas. “Siren” é baseada numa história dos produtores Dean White (série “The 100”) e Eric Wald (roteirista de “Voando Alto”), redesenvolvida por Emily Whitesell (roteirista da série “Finding Carter”). A trama se passa em Bristol Cove, uma cidade costeira conhecida pela lenda de um dia ter abrigado sereias. Quando a chegada de uma garota misteriosa prova que este folclore tem fundo verdadeiro, fica claro que as sereias são predadores trazidas à tona pela pesca que ameaça seu meio-ambiente. O elenco destaca Alex Roe (“A 5ª Onda”) como Ben, um jovem biólogo marinho que se vê atraído por Ryn, a nova garota misteriosa da cidade, interpretada por Eline Powell. Como curiosidade, a atriz também viveu uma sereia no filme “Rei Arthur: A Lenda da Espada”. Além deles, integram a produção Sibongile Mlambo (série “Black Sails”), Ian Verdun (visto na série “Lucifer”), Rena Owen (“O Último Caçador de Bruxas”), Fola Evans-Akingbola (série “Death in Paradise”), Gil Birmingham (“Terra Selvagem”), David Cubitt (série “Medium”), Patrick Gallagher (“Uma Noite no Museu 3”) e Tammy Gillis (série “Ghost Wars”).
Série baseada no terror O Exorcista é oficialmente cancelada
A Fox oficializou o cancelamento da série “The Exorcist”, que era sua série de menor audiência. Criada por Jeremy Slater (roteirista de “Quarteto Fantástico”) e produzida por Rupert Wyatt (diretor de “Planeta dos Macacos: A Origem”), “The Exorcist” era inspirada no clássico de terror “O Exorcista” (1973) e acompanhava casos de possessão demoníaca enfrentados pelos padres Tomas Ortega (Alfonso Herrera) e Marcus Keane (Ben Daniels). A atração tinha média de 1,3 milhão de telespectadores e registrava apenas 0,4 na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Por isso, nem com reza brava havia chances de a série retornar para uma 3ª temporada. Muitos acreditavam que a 2ª temporada já tinha sido um ato de intervenção divina. Mas a verdade é que a série era muito boa, possivelmente a melhor produção com tema de terror da atualidade na TV norte-americana, e ficou ainda mais assustadora em seus episódios finais. Longe de representar perda de tempo para quem vinha acompanhando, as duas temporadas contaram histórias completas e de qualidade superior a muitos filmes de terror disponíveis em streaming. Infelizmente, a palavra da crítica, que deu 100% de aprovação ao segundo ano, não foi acreditada pelo público televisivo.
Life Sentence, com atriz de Pretty Little Liars, é cancelada na 1ª temporada
A rede americana anunciou oficialmente o cancelamento de “Life Sentence”, nova série da atriz Lucy Hale (a Aria de “Pretty Little Liars”), após a baixíssima audiência registrada em seus primeiros episódios. Lançada em 7 de março nos Estados Unidos, teve apenas 670 mil telespectadores ao vivo em sua estreia, o que lhe rendeu a pior audiência de lançamento do ano. Na verdade, a pior estreia da TV aberta desde o começo da temporada de outono, em setembro do ano passado nos Estados Unidos. E, desde então, perdeu quase metade deste público. O capítulo mais recente, exibido em 4 de maio, foi assistido por 370 mil telespectadores. Foi mais uma aposta de comédia da rede CW que fracassou, após “No Tomorrow”, cancelada no começo do ano passado. O público da emissora não parece se interessar pelo gênero, mas a emissora segue insistindo, graças às indicações a prêmios obtidas pelas primeiras temporadas de “Jane the Virgin” e “Crazy Ex-Girlfriend”. Detalhe: as duas séries tem a pior audiência do canal e, segundo rumores, foram renovadas para suas últimas temporadas. “Life Sentence” era uma criação de Erin Cardillo e Richard Keith (criadores da série “Significant Mother”) e o piloto teve direção do cineasta Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adaline”). A trama gira em torno da personagem de Lucy Hale. Primeira integrante de “Pretty Little Liars” a emplacar projeto após o final das gravações da série de mistério adolescente, ela vive Stella Abbott, uma jovem que, nos últimos oito anos, lutou contra um diagnóstico pessimista de câncer. A trama gira em torno do que acontece após ela receber a notícia de que conseguiu se curar. Para começar, logo fica claro que sua família e marido faziam esforços sobre-humanos para mantê-la disposta em sua luta contra o câncer, inclusive concordando com tudo o que ela queria. Isto muda radicalmente após a cura, com a revelação de que seu marido pode ter gostos diferentes do que ela imaginava, sua mãe pretende se divorciar para ficar com sua amante lésbica, a irmã se tornou amarga por perder oportunidades para que ela fosse prioridade e o pai talvez tenha que vender a casa da família para cobrir as despesas de seu tratamento. Como se não bastasse, ela largou os estudos e não tem condições de conseguir um emprego decente. E sua dificuldade em lidar com situações em que é contrariada também não ajuda. Em suma, a protagonista precisaria fazer grandes ajustes de perspectiva para sobreviver ao resto de sua vida. O elenco também incluía Dylan Walsh (série “Nip/Tuck”) e Gillian Vigman (série “Suburgatory”) como os pais, Brooke Lyons (série “The Affair”) e Jayson Blair (série “The New Normal”) como os irmãos, e Elliot Knight (o Merlin de “Once Upon a Time”) como o marido.










