Nicole Kidman come fotografias no trailer de “Roar”
A Apple TV+ divulgou o pôster e o trailer de “Roar”, série descrita como uma “antologia de fábulas feministas sombrias e cômicas”. A prévia apresenta algumas dessas histórias, como a que traz Nicole Kidman (“Big Little Lies”) como uma mulher que come fotografias. Além de estrelar, Nicole Kidman também é uma das produtoras do projeto, inspirada pelo livro de mesmo nome de Cecelia Ahern, por meio de sua empresa Blossom Films. “Roar” também conta com as participações de Cynthia Erivo (“The Outsider”), Merritt Wever (“Inacreditável”), Betty Gilpin (“GLOW”) Issa Rae (“Insecure”) e Alison Brie (também de “GLOW”). A iniciativa da produção partiu das criadoras de “GLOW”, Liz Flahive e Carly Mensch. Elas comandam oito episódios de meia hora cada, com narrativas, elencos e pontos de vista diferentes, sempre lidando com o que significa ser mulher hoje – muitas vezes de forma irônica, como demonstra o trailer abaixo. A estreia está marcada para em 15 de abril.
As 10 melhores séries de fevereiro em streaming
Estão em dia com as séries, acompanhando tudo o que está sendo distribuído pelas plataformas digitais? A profusão dos serviços de streaming transformou a diversão em dificuldade, tamanha quantidade de títulos lançados semanalmente. Para ajudar a recordar e/ou apontar uma sugestão que possa ter passado batida entre as inúmeras novidades do dia-a-dia, reunimos abaixo uma seleção com as 10 melhores séries lançadas em streaming no mês passado. Veja o Top 10 de fevereiro com seus principais detalhes e os respectivos trailers. VIKINGS: VALHALLA | NETFLIX A nova série é uma continuação da recém-encerrada “Vikings” desenvolvida pelo mesmo produtor, Michael Hirst, mas se passa um século após as façanhas de Ragnar Lothbrok e seus filhos, concentrando-se nas aventuras de outros vikings famosos: os irmãos Leif Eriksson (Sam Corlett, de “O Mundo Sombrio de Sabrina”) e Freydis Eriksdotter (Frida Gustavsson, de “Swoon”), além de Harald Sigurdsson (Leo Suter, de “The Liberator”), um viking cristão que se apaixona por Freydis. Com muitas batalhas épicas, a trama acompanha nova tentativa viking de invadir a Grã-Bretanha, mas se passa numa época em que os próprios vikings se encontram divididos entre manter sua tradição pagã e abraçar a religião do velho inimigo. Desta vez, Hirst tem um papel menos ativo – está desenvolvendo várias séries históricas simultaneamente – , deixando o rumo da atração a cargo do showrunner Jed Stuart – que é nada menos que o roteirista dos filmes clássicos “Duro de Matar” (1988) e “O Fugitivo” (1993). INVENTANDO ANNA | NETFLIX A personagem do título é Anna Delvey, socialite golpista da vida real. Na minissérie de “true crime”, ela é vivida por Julia Garner, que venceu dois prêmios Emmy por “Ozark”. A cada episódio, ela incorpora uma personalidade diferente, dando a Anna o aspecto de uma esfinge que ninguém consegue decifrar. Nem mesmo a jornalista (Anna Chlumsky, de “Veep”) que investiga como ela roubou os corações – e muito dinheiro – da alta sociedade em Nova York. Criada e produzida por Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy” e produtora de “Bridgerton”), a série é a segunda adaptação de uma reportagem policial da jornalista Jessica Pressler a virar “ficção”. Outro de seus artigos inspirou o filme “As Golpistas”, com Jennifer Lopez, em 2019. PAM & TOMMY | STAR+ A minissérie lembra o vazamento da sex tape mais famosa de todos os tempos, gravada na lua de mel da estrela da série “SOS Malibu” (Baywatch) e do baterista da banda Mötley Crüe, trazendo Lily James (“Rebecca”) e Sebastian Stan (“Falcão e o Soldado Invernal”) nos papéis de Pamela Anderson e Tommy Lee. Para quem é muito jovem para lembrar, Anderson foi indiscutivelmente o maior ícone sexual da década de 1990 – ela detém o recorde de capas da revista Playboy – e Lee integrava a banda mais escandalosa de sua geração. O relacionamento dos dois, que se casaram uma semana após se conhecerem, vendeu mais tabloides que qualquer outro casal nos anos 1990. E muitos fãs puderam conferir em detalhes como foi sua lua de mel. A minissérie é produzida pela dupla Seth Rogen e Evan Goldberg (produtores de “Preacher” e “The Boys”). E além de trabalhar atrás das câmeras, Rogen ainda interpreta o homem que roubou a fita infame. Os três primeiros episódios já estão disponíveis, com os demais (de um total de oito) liberados semanalmente às quartas. MARAVILHOSA SRA. MAISEL | AMAZON PRIME VIDEO Estrelada por Rachel Brosnahan no papel-título, “Maravilhosa Sra. Maisel” conta a história de uma dona de casa de classe alta da Nova York do final dos anos 1950 que, após o divórcio e uma crise existencial, decide seguir carreira na então emergente cena de comédia stand-up na cidade. Na 4ª temporada, ela decide não se autocensurar mais, rendendo apresentações mais ousadas e feministas. Antes do estouro da atração, a criadora da série, Amy Sherman-Palladino, era mais conhecida por ter criado “Gilmore Girls”, um fenômeno de popularidade do começo dos anos 2000, estrelado por Lauren Graham e Alexis Bledel, que, entretanto, nunca foi reconhecido com prêmios. Um contraste com a série “Maravilhosa”, vencedora de 20 Emmys, incluindo Melhor Série de Comédia, além de seis Critics Choice Awards, três Globos de Ouros, cinco SAG Awards, dois PGA RAISED BY WOLVES | HBO MAX A série sci-fi produzida por Ridley Scott (“Casa Gucci”) retorna com mais mistérios, ao apresentar o lado paradisíaco do planeta desconhecido em que os últimos sobreviventes da Terra foram parar. O visual deslumbrante continua a ser um dos grandes destaques da atração na 2ª temporada. Criada por Aaron Guzikowski (roteirista de “Os Suspeitos”), a sci-fi acompanha um casal de androides que cria crianças em um planeta semi-deserto, ensinando-lhes valores humanistas e ateístas após a destruição da Terra numa guerra religiosa apocalíptica. No entanto, integrantes da facção religiosa fundamentalista e seus inimigos também sobreviveram e chegam ao planeta para estabelecer colônias rivais, iniciando uma batalha em torno da libertação das crianças dos androides. Gravados em cenários naturais da África do Sul, os episódios iniciais de “Raised by Wolves” contaram com direção do próprio Ridley Scott, em sua estreia em séries. Já os primeiros capítulos da 2ª temporada são assinados por Ernest R. Dickerson (“Os Demônios da Noite”). RUPTURA | APPLE TV+ Escrita pelo estreante Dan Erickson e dirigida por Ben Stiller (“Zoolander”), a série é uma comédia de ambiente de trabalho com um perturbador ingrediente sci-fi, digno de “Black Mirror”. A trama se passa dentro das Indústrias Lumen, uma empresa que pretende levar a vida pessoal e profissional de seus funcionários a um novo nível, graças a um procedimento que permite literalmente separar suas vidas pessoais e profissionais. Uma vez submetidos ao experimento, quando estiverem em casa os funcionários não lembrarão nada do trabalho, e o inverso vale para quando estiverem em seus empregos. Isto também evita que comentem sobre o que realmente fazem para as Indústrias Lumen. O elenco destaca Adam Scott (“Parks and Recreation”), Patricia Arquette (“CSI: Cyber”), John Turturro (“Transformers”) e Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”). MY BRILLIANT FRIEND | HBO MAX A produção italiana baseada na saga literária “A Amiga Genial” de Elena Ferrante chegou à 3ª temporada com a adaptação de “História de Quem Foge e Quem Fica”, o terceiro dos quatro livros sobre as amigas de longa data Lenù (Margherita Mazzucco) e Lila (Gaia Girace). Numa sequência angustiante e sem espaço para a inocência de outrora, a trama contrapõe as amigas em várias questões, como amor, maternidade, busca por justiça social e principalmente como é transgressor ser mulher em um mundo comandado pelos homens. Os novos episódios tem direção de Daniele Luchetti (“Meu Irmão é Filho Único”), que assume a série após duas temporadas conduzidas pelo cineasta Saverio Costanzo (“A Solidão dos Números Primos”). REACHER | AMAZON PRIME VIDEO O personagem do escritor Lee Child, já vivido por Tom Cruise nos cinemas, é um ex-militar que está sempre se envolvendo em confusões e saindo delas na base da porrada. Suas aventuras viraram série numa adaptação de Nick Santora (criador de “Scorpion”), que leva às telas o primeiro livro, “Dinheiro Sujo” (The Killing Floor), publicado em 1997. Vivido por Alan Ritchson (o herói Rapina de “Titãs”), Jack Reacher começa sua 1ª temporada chegando à pequena cidade de Margrave, na Geórgia, onde é imediatamente preso e implicado no primeiro homicídio local em 20 anos. O problema dessa acusação aleatória é que escolheram o desconhecido errado para incriminar. Com produção do cineasta Christopher McQuarrie, que dirigiu os filmes de 2012 e 2016, a série também conta com participações de Willa Fitzgerald (“Pânico – A Série”/Scream), Malcolm Goodwin (“iZombie”), Kristin Kreuk (“Smallville”) e Bruce McGill (“Rizzoli & Isles”). E teve todos seus 8 episódios liberados nesta sexta (4/2). WHAT WE DO IN THE SHADOWS | STAR+ Criada pelos mesmos responsáveis pelo filme homônimo (“O que Fazemos nas Sombras” no Brasil), Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”) e Jemaine Clement (“Flight of the Conchords”), a série acompanha o dia-a-dia de vampiros entediados de Nova York. Os protagonistas são dois vampiros preguiçosos, uma vampira que não aceita desaforos, um vampiro enérgico (que suga energias com sua chatice) e um assistente humano. Após o assistente se revelar um matador de vampiros e eliminar os rivais que prenderam seus mestres no ano anterior, a 3ª temporada lida com a promoção dos protagonistas a líderes do que sobrou das criaturas da noite nova-iorquina. O elenco é formado por Matt Berry (da saudosa série “The IT Crowd”), Natasia Demetriou (“Year Friends”), Kayvan Novak (“As Aventuras de Paddington”), Harvey Guillen (“The Magicians”) e Mark Proksch (“The Office”). SEARCH PARTY | HBO MAX A comédia criada por Sarah-Violet Bliss, Charles Rogers e Michael Showalter gira em torno de um pequeno grupo de hipsters nova-iorquinos, que buscam estar sempre na moda, mas essa obsessão os arrasta a situações perigosas, tornando-os suspeitos e até vítimas de crimes. A 5ª e última temporada leva a acidez crítica da série ao extremo ao mostrar a transformação da protagonista equivocada Dory numa guru espiritual, diante dos olhos incrédulos e cínicos de seus melhores amigos. O elenco é encabeçado por Alia Shawkat (“Arrested Development”), John Reynolds (“Stranger Things”), John Early (“O Artista do Desastre”), Meredith Hagner (série “Younger”) e Brandon Micheal Hall (“Deus Me Adicionou”), que na despedida da série contracenam com nada menos que Jeff Goldblum (“Thor: Ragnarok”), Kathy Griffin (“Suddenly Susan”) e John Waters (diretor de “Hairspray”).
Confira 10 séries que estreiam em streaming
Quer experimentar uma série nova? Das 10 indicações da semana, apenas duas são “antigas” – chegando como uma maratona completa e uma continuação de temporada. Portanto, sobram novidades para serem descobertas pela primeira vez, entre minisséries fechadas e novas atrações para favoritar. Confira abaixo as melhores estreias, com seus respectivos trailers e informações relevantes. MINX | HBO MAX Mistura de comédia de época e comentário social, a série se inspira em publicações como Playgirl e Viva para conceber uma trama fictícia e imaginar o impacto do lançamento da primeira revista erótica para mulheres. Passada em Los Angeles nos anos 1970, evoca o período com grande autenticidade e, de forma diferente de outras produções passadas no universo do entretenimento adulto, não esconde seu tema de forma tímida. Ao contrário, exibe em closes, em todos os tamanhos, cores e formatos. A trama acompanha uma jovem feminista que, desanimada com o cenário editorial das revistas para mulheres, aceita a proposta inusitada de um editor de revistas masculinas para criar a primeira revista erótica para o público feminino – como a Viva do publisher da Penthouse. Seu idealismo acadêmico logo é posto à prova ao embarcar nesse mundo, mas a experiência se revela um enorme sucesso. Criada por Ellen Rapoport (roteirista de “Clifford, o Gigante Cão Vermelho”) e estrelada por Ophelia Lovibond (“Trying”) e Jake Johnson (“New Girl”), atingiu 94% de aprovação no Rotten Tomatoes com comparações a “Boogie Nights” e “GLOW”. Toda as quintas, a HBO Max disponibilizará dois episódios diferentes (são oito, no total). WECRASHED | APPLE TV+ A minissérie estrelada pelos vencedores do Oscar Jared Leto (“Clube de Compra Dallas”) e Anne Hathaway (“Os Miseráveis”) retrata a ascensão ambiciosa da WeWork, cujo conceito de espaços de trabalho compartilhados flexíveis chegou a torná-la uma das startups mais valiosas do mundo. Isto antes que a megalomania de seu fundador saísse de controle e a pandemia desferisse um golpe mortal nos negócios. Leto interpreta o fundador da WeWork, Adam Neumann, e Hathaway vive sua esposa e co-fundadora do negócio, Rebekah Newmann, narcisistas cujo amor caótico tornou tudo possível. Criada por Lee Eisenberg (criador de “Little America”) e Drew Crevello (produtor de “O Grito 2”), a atração é dirigida pela dupla de cineastas John Requa e Glenn Ficarra (de “Golpe Duplo” e “Amor a Toda Prova”). LIFE & BETH | STAR+ A série de comédia dramática é criada, escrita, produzida, dirigida e estrelada por Amy Schumer. Ela vive a Beth do título, uma mulher que precisa lidar com a vida de solteira, após sair de um relacionamento do qual ela era totalmente dependente, e se reencontrar, após perceber que não se encaixa entre as pessoas ao seu redor. O elenco inclui participações de famosos como Jonathan Groff (“Mindhunter”), Michael Cera (“Arrested Development”) e Michael Rapaport (“Atypical”), que surgem como interesses românticos da protagonista desinteressada por romance – além do cantor David Byrne (“Aqui é o Meu Lugar”) de cabelos brancos no papel de um médico. DMZ | HBO MAX A nova minissérie produzida e dirigida pela cineasta Ava DuVernay (“Olhos que Condenam”) é baseada nos quadrinhos de mesmo nome da Vertigo, antiga linha adulta da DC Comics, e se passa num futuro próximo, após uma guerra civil transformar Manhattan numa zona desmilitarizada (daí o título, cuja sigla significa “zona desmilitarizada” em inglês) – isto é, sem autoridades e isolada do resto do mundo. A adaptação é estrelada por Rosario Dawson (“Luke Cage”), que volta à ilha de Manhattan em busca do filho, de quem se separou durante a evacuação, encontrando no local uma cidade destruída e sem lei. A premissa escrita por Roberto Patino (“Westworld”) envolve combates com gangues e milícias, e tem vários pontos em comum com o cenário distópico de “Fuga de Nova York” (1981), de John Carpenter. THE CURSED | NETFLIX A nova série de terror sul-coreana de Yeon Sang-ho, criador de “Profecia do Inferno” e da franquia “Invasão Zumbi”, acompanha a história de três personagens: uma repórter investigativa que luta contra um terrível mal escondido por trás de um conglomerado, um poderoso empresário envolvido em rituais shamânicos e uma adolescente que tem o poder de invocar a morte usando nomes, fotos e pertences de uma pessoa. Esta última é vivida por Jung Ji-so, a atriz mais jovem de “Parasita”, que recentemente também estrelou “Profecia do Inferno”. MONSTROS DA CRACÓVIA | NETFLIX Escrita e dirigida por mulheres – as diretoras Kasia Adamik e Olga Chajdas trabalharam juntas na minissérie “1983” – , a produção polonesa segue Alex (Barbara Liberek), uma estudante de medicina que troca o interior por uma universidade de prestígio. Seu destino muda quando ela é selecionada para entrar num grupo de estudo liderado por um patologista famoso e descobre que, sob o pretexto de pesquisa científica, eles estão fazendo algo completamente diferente, que envolve mitos eslavos, monstros antigos e divindades sanguinárias. TOP BOY | NETFLIX Originalmente uma produção do Channel 4, “Top Boy” foi cancelada na 2ª temporada em 2013, mas acabou salva por um fã famoso, ninguém menos que o rapper canadense Drake, que resgatou a atração em 2019 num acordo com a Netflix. Só que muitos podem até ter esquecido que a série continuava a ser produzida, porque a pandemia atrasou a 2ª temporada (ou 4ª na contagem completa do Reino Unido) a ponto de os novos capítulos chegarem três anos após o lançamento em streaming. Com status de cult, a série retrata de forma realista os conflitos entre gangues de East London. Mas apesar do tema atrativo para fãs de séries criminais, o seriado criado por Ronan Bennett (da minissérie “Gunpowder”) enfrenta dificuldades para emplacar nos países de língua inglesa devido à quantidade de gírias e sotaques londrinos. Uma das gírias batiza a produção – “top boy” se refere ao chefão do fluxo, status que o protagonista Dushane (Ashley Walters, de “Bulletproof”) persegue a todo o custo. Vale apontar que “Top Boy” não é a única aposta de Drake no mundo das séries. Ele também é produtor de “Euphoria”. 3 TONELADA$: ASSALTO AO BANCO CENTRAL | NETFLIX A série documental relata um dos maiores assaltos já cometidos no Brasil, reunindo depoimentos inéditos e materiais de arquivo para reconstituir o roubo histórico de 2005, quando um grupo de criminosos cavou um túnel para roubar mais de R$ 150 milhões – ou três toneladas de dinheiro – de um cofre forte do Banco Central em Fortaleza sem nenhuma violência. Com três episódios, o programa de “true crime” tem roteiro e direção de Daniel Billio (“A Grande Luta”). RECURSOS HUMANOS | NETFLIX A série derivada de “Big Mouth” é focada no mundo dos monstros hormonais, que são meros coadjuvantes na produção original sobre adolescentes em crise de puberdade. A trama acompanha as criaturas em seus trabalhos cotidianos, incentivando ou atrapalhando os seres humanos, como guias dos muitos sentimentos que podem ser experimentados na vida. Além dos já conhecidos monstros Maurice (voz de Nick Kroll) e Connie (Maya Rudolph), o universo sobrenatural foi expandido com novas criaturas terríveis, como Magos da Vergonha e Gatinhos da Culpa, dublados em inglês por astros famosos como Hugh Jackman (“Logan”), Rosie Perez (“Aves de Rapina”) e Randall Park (“WandaVision”), entre outros. LABORATÓRIO SUBMARINO 2021 | HBO MAX A cultuada série animada foi exibida de 2000 a 2005 no Cartoon Network durante o bloco de animação adulta Adult Swim, seguindo a tendência lançada por “Space Ghost: De Costa à Costa” de reciclar personagens e artes originais de produções clássicas da Hanna-Barbera num contexto de comédia não indicada para crianças. O “Laboratório Submarino” original era uma série sci-fi totalmente séria – e muito obscura – , que teve só 13 episódios produzidos em 1972. A versão do século 21, criada por Adam Reed (que depois criou “Archer”) e Matt Thompson (“Frisky Dingo”), replica o visual original para zoar a premissa ecológica da atração, mostrando que a equipe do laboratório científico ficou louca após permanecer um ano isolada no fundo mar, e pouco a pouco foi deixando as pesquisas de lado. O resultado é humor nonsense, como a piada recorrente que mostra o laboratório explodindo no final de quase todos os episódios. As cinco temporadas completas foram disponibilizadas em streaming.
Estrela de “Round 6” vai estrelar série de Alfonso Cuarón
Grande revelação de “Round 6” (2021), Hoyeon já definiu sua próxima série, que marcará sua estreia numa produção americana. Ela se juntou ao elenco de “Disclaimer”, minissérie de suspense da Apple TV+ criada e dirigida pelo cineasta Alfonso Cuarón (vencedor do Oscar por “Gravidade” e “Roma”). A top model sul-coreana, que virou atriz em “Round 6”, mudou seu nome neste ano de Jung Ho-yeon para apenas Hoyeon. Depois de vencer o SAG Award, prêmio do Sindicato dos Atores dos EUA, como Melhor Atriz em Série de Drama pela produção da Netflix, ela fechou contrato com a Louis Vitton para ser embaixadora global da grife e começa sua carreira americana de atriz com a série de dois capítulos de Cuarón. Em “Disclaimer”, ela vai se juntar às estrelas de Hollywood Cate Blanchett (“O Beco do Pesadelo”), Kevin Kline (“Última Viagem a Vegas”), Sacha Baron Cohen (“Borat”) e Kodi Smit-McPhee (“Ataque dos Cães”) na série. O projeto adapta o livro homônimo de Renee Knight, que gira em torno de Catherine Ravenscroft, uma respeitada jornalista investigativa devotada a revelar as transgressões ocultas de instituições respeitadas. Quando um romance escrito por um viúvo aparece em sua mesa de cabeceira, ela fica horrorizada ao perceber que é a personagem chave de uma história que revela seu segredo mais sombrio. Blanchett interpretará o jornalista e Kline interpretará o viúvo. Tudo indica que a minissérie terá um visual de tirar o fôlego, já que a equipe que trabalhará com Cuarón inclui dois diretores de fotografia consagrados: Emmanuel Lubezki, vencedor de três Oscars – o primeiro deles com “Gravidade” – e Bruno Delbonnel, indicado quatro vezes ao prêmio da Academia – desde “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain” (2001).
Minissérie da Apple revela fotos com Tom Hiddleston e Claire Danes
A Apple TV+ divulgou as primeiras fotos oficiais de “The Essex Serpent”, minissérie estrelada por Tom Hiddleston (o Loki da Marvel) e Claire Danes (“Homeland”). A produção de época é baseada no romance “A Serpente do Essex” de Sarah Perry, vencedor do prêmio de Livro do Ano de 2016 no Reino Unido, e foi desenvolvida pela roteirista Anna Symon (“Sra. Wilson”), com direção da cineasta Clio Barnard (“O Gigante Egoísta” e “Dark River”). A trama gira em torno da personagem de Danes, chamada Cora, que, ao se tornar viúva e encerrar um casamento abusivo na Londres vitoriana, muda-se com o filho para o pequeno vilarejo de Aldwinter em Essex. Lá, fica intrigada com uma superstição local, de que uma criatura mítica conhecida como a serpente de Essex voltou para a área. Naturalista amadora sem interesse por superstições ou questões religiosas, Cora se empolga com a ideia de que aquilo que as pessoas da região tomam por uma criatura sobrenatural possa, na realidade, ser uma espécie animal ainda não descoberta. Hiddleston interpreta Will Ransome, o líder da pequena comunidade inglesa. A atração estreia na plataforma em 13 de maio.
“Ataque dos Cães” vence Critics Choice
O filme “Ataque dos Cães” venceu o Critics Choice Awards na noite de domingo (13/3) em Los Angeles, completando um fim de semana perfeito, após conquistar o BAFTA, prêmio da Academia Britânica. Além disso, a diretora Jane Campion venceu o troféu do Sindicato dos Diretores, o BAFTA e agora levou o Critics Choice de Melhor Direção, além de Melhor Roteiro Adaptado. Com essa avalanche, “Ataque dos Cães” e sua cineasta viraram grandes favoritos para faturar também o Oscar, que será entregue em 27 de março. “Estamos muito orgulhosos e muito agradecidos ao Critics Choice Awards por nos escolher. Ainda tenho um pouco de transtorno de estresse pós-traumático pelas críticas do início de minha carreira”, brincou Campion, ao receber os prêmios. “Agora sou como a avó no movimento das mulheres no cinema. Mas ainda estou aqui”, acrescentou a diretora neozelandesa. Dirigindo-se a Venus e Serena Williams que estavam no evento, Jane Campion completou: “Serena e Venus, vocês são maravilhosas, porém vocês não jogam contra os caras como eu tenho que jogar”. Mais tarde, ela pediu desculpas para as duas pela declaração “impensada”: “Eu celebro vocês”. Por falar nas irmãs Williams, Will Smith levou o prêmio de Melhor Ator por “King Richard: Criando Campeãs”, filme sobre as jovens tenistas, enquanto Jessica Chastain ficou com o prêmio de Melhor Atriz por “Os Olhos de Tammy Faye”. Nas categorias coadjuvantes, os vencedores também repetiram o BAFTA: Troy Kotsur por “No Ritmo do Coração” e Ariana DeBose por “Amor, Sublime Amor”. Para completar, entre as séries “Succession” venceu como Melhor Drama, “Ted Lasso” na categoria de Comédia, “Round 6” foi a Melhor Série Internacional, “Mare of Easttown” foi eleita a Melhor Minissérie e “What If…?” a Melhor Animação. Melhor Filme “Ataque dos Cães” Melhor Ator Will Smith – “King Richard” Melhor Atriz Jessica Chastain – “Os Olhos de Tammy Faye” Melhor Ator Coadjuvante Troy Kotsur – “No Ritmo do Coração” Melhor Atriz Coadjuvante Ariana DeBose – “Amor, Sublime Amor” Melhor Ator/Atriz Jovem Jude Hill – “Belfast” Melhor Elenco “Belfast” Melhor Direção Jane Campion – “Ataque dos Cães” Melhor Roteiro Original Kenneth Branagh – “Belfast” Melhor Roteiro Adaptado Jane Campion – “Ataque dos Cães” Melhor Fotografia Ari Wegner – “Ataque dos Cães” Melhor Design de Produção Patrice Vermette, Zsuzsanna Sipos – “Duna” Melhor Edição Sarah Broshar and Michael Kahn – “Amor, Sublime Amor” Melhor Figurino Jenny Beavan – “Cruella” Melhor Cabelo e Maquiagem “Os Olhos de Tammy Faye” Melhores Efeitos Especiais “Duna” Melhor Comédia “Licorice Pizza” Melhor Animação “A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas” Melhor Filme em Língua Estrangeira “Drive My Car” (Japão) Melhor Canção No Time to Die – “007 – Sem Tempo para Morrer” Melhor Trilha Sonora Hans Zimmer – “Duna” Melhor Série – Drama “Succession” (HBO) Melhor Ator em Série – Drama Lee Jung-jae – “Round 6” Melhor Atriz em Série – Drama Melanie Lynskey – “Yellowjackets” Melhor Ator Coadjuvante em Série – Drama Kieran Culkin – “Succession” Melhor Atriz Coadjuvante em Série – Drama Sarah Snook – “Succession” Melhor Série – Comédia “Ted Lasso” (Apple TV+) Melhor Ator em Série – Comédia Jason Sudeikis – “Ted Lasso” Melhor atriz em Série – Comédia Jean Smart – “Hacks” Melhor Ator Coadjuvante em Série – Comédia Brett Goldstein – “Ted Lasso” Melhor Atriz Coadjuvante em Série – Comédia Hannah Waddingham – “Ted Lasso” Melhor Minissérie “Mare of Easttown” (HBO) Melhor Telefilme “Oslo” (HBO) Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme Michael Keaton – “Dopesick” Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme Kate Winslet – “Mare of Easttown” Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Murray Bartlett – “The White Lotus” Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Jennifer Coolidge – “The White Lotus” Melhor Série em Língua Estrangeira “Round 6” (Netflix) Melhor Série Animada “What If…?” (Disney+) Melhor Talk Show “Late Night With Seth Meyers” (NBC) Melhor Especial de Comédia “Bo Burnham: Inside” (Netflix)
Spirit Awards: “A Filha Perdida” vence o Oscar do cinema independente
A produção da Netflix “A Filha Perdida” foi a grande vencedora da 37ª edição do Film Independent Spirit Awards, considerado o Oscar do cinema independente. Realizada na noite de domingo (6/3) em Santa Mônica, Califórnia, a premiação teve os comediantes Nick Offerman (“Parks and Recreation”) e Megan Mullally (“Will & Grace”) como apresentadores e foi uma noite de gala para o streaming. Além de Melhor Filme, o longa de estreia da atriz Maggie Gyllenhaal como diretor e roteirista ainda venceu os troféus de Melhor Direção e Roteiro. Adaptação do romance homônimo de Elena Ferrante, a obra protagonizada por Olivia Colman apresenta a maternidade como um experiência de vida sufocante e frustrante, e também está na disputa de três Oscars – mas não de Melhor Filme. Curiosamente, “Ataque dos Cães”, favorito ao Oscar, não foi indicado ao Spirit Awards deste ano. O que diferencia as duas produções da Netflix é apenas o orçamento – a organização Film Independent estabelece um teto de US$ 22,5 milhões para que um filme seja considerado elegível. Afinal, a gigante do streaming não é de forma alguma um estúdio indie. Entre os vencedores da noite, ainda houve destaque para Troy Kotsur, Melhor Ator Coadjuvante por “No Ritmo do Coração”, que fez história como o primeiro ator surdo a ganhar um Spirit Award. Detalhe: “No Ritmo do Coração” também representa uma vitória do streaming. A Apple TV+ exibiu o longa com exclusividade nos EUA. Já o filme “Zola”, que abriu vantagem na largada com sete indicações, venceu dois prêmios: Melhor Atriz (Taylour Paige) e Edição. O prêmio de Melhor Ator ficou com Simon Rex por “Red Rocket”, novo filme de Sean Baker (“Projeto Flórida”), e o de Melhor Atriz Coadjuvante com Ruth Negga por “Identidade”, mais uma produção da Netflix. De todos os intérpretes premiados, apenas Troy Kotsur está indicado ao Oscar – e é favorito em sua categoria. A edição de 2022 do Spirit Awards foi realmente uma das que mais se distanciou das indicações da Academia. Mas mesmo com poucos títulos em comum, consolidou o favoritismo de mais dois candidatos ao Oscar: o registro musical “Summer of Soul” como Melhor Documentário e o drama japonês “Drive My Car” como Melhor Filme Internacional. A premiação ainda inclui categorias televisivas, que consagraram a série “Reservoir Dogs”, a atriz Thuso Mbedu, de “The Underground Railroad”, e Lee Jung-jae, de “Round 6”, que se tornou o primeiro ator sul-coreano de série a vencer o troféu indie. Seu agradecimento pelo troféu pode ser conferido após a lista completa dos vencedores abaixo. Melhor Filme “A Filha Perdida” Melhor Direção Maggie Gyllenhaal, “A Filha Perdida” Melhor Filme de Estreia “7 Days” Melhor Atriz Taylour Paige, “Zola” Melhor Ator Simon Rex, “Red Rocket” Melhor Atriz Coadjuvante Ruth Negga, “Identidade” Melhor Ator Coadjuvante Troy Kotsur, “No Ritmo do Coração” Melhor Roteiro Maggie Gyllenhaal, “A Filha Perdida” Melhor Roteiro de Estreia Vanessa Block e Michael Sarnoski, “Pig” Melhor Fotografia “Identidade” Melhor Edição “Zola” Prêmio Robert Altman (Combo de direção e elenco) “Mass” Melhor Documentário “Summer of Soul” Melhor Filme Internacional “Drive My Car” Prêmio Alguém para Acompanhar (Diretor revelação) Alex Camilleri, “Luzzu” Prêmio Mais Verdadeiro que Ficção (Revelação em documentários) “Faya Dayi” Prêmio John Cassavetes (Filmes de baixíssimo orçamento) “Shiva Baby” Prêmio de Produtores Lizzie Shapiro Melhor Série Nova “Reservation Dogs” Melhor Série Nova Documental “Black and Missing” Melhor Atriz em Série Thuso Mbedu, “The Underground Railroad” Melhor Ator em Série Lee Jung-jae, “Round 6”
Gary Oldman lidera espiões fracassados no trailer de “Slow Horses”
A Apple TV+ divulgou o primeiro trailer da minissérie de espionagem “Slow Horses”, estrelada por Gary Oldman, vencedor do Oscar por “O Destino de uma Nação” (2017). Desenvolvida por Will Smith (não o ator, mas o roteirista da série “Veep”), a adaptação do livro homônimo de Mick Herron acompanha uma equipe de agentes da inteligência britânica que atua no departamento menos importante do MI5, onde funcionários vão para encerrar a carreira após cometerem erros no trabalho. Onze anos depois de estrelar “O Espião que Sabia Demais”, Oldman lidera a equipe dos espiões fracassados, lembrando a todos da irrelevância de suas funções, até que eles se envolvem num complô inesperado e precisam mostrar a competência que nunca tiveram para não virarem danos colaterais de seus superiores. O elenco estelar da produção ainda inclui Kristin Scott Thomas (também de “O Destino de uma Nação”), Jonathan Pryce (“Dois Papas”), Jack Lowden (“Dunkirk”) e Olivia Cooke (“Jogador Nº 1”). Com seis episódios, a minissérie estreia em 1º de abril.
Michael Douglas será Benjamin Franklin em série da Apple TV+
A Apple TV+ anunciou uma minissérie que vai trazer o ator Michael Douglas (“Homem-Formiga”) como Benjamin Franklin. Criada por Kirk Ellis (“John Adams”) e dirigida por Tim Van Patten (“Boardwalk Empire”), a atração será baseada no livro “A Great Improvisation: Franklin, France, and the Birth of America”, da vencedora do Prêmio Pulitzer Stacy Schiff. Franklin, redator e signatário da Declaração de Independência dos EUA, foi um dos líderes revolucionários americanos que uniu as Treze Colônias, liderou a guerra pela independência da Grã-Bretanha e construiu uma estrutura de governo inédita. A trama explorará a maior aposta política da carreira de Benjamin Franklin. Aos 70 anos e sem nenhum treinamento diplomático, Franklin convenceu a França – uma monarquia absolutista – a patrocinar a experiência democrática dos Estados Unidos. Em virtude de sua fama, carisma e engenhosidade, ele superou espiões britânicos, informantes franceses e colegas hostis para arquitetar uma aliança com a França em 1778, que encurralaria a Inglaterra e levaria a um acordo definitivo de paz em 1783, encerrando os combates da revolução americana. Ainda sem título oficial, a produção será a terceira série histórica de Ellis a contar trechos da história de Benjamin Franklin. O personagem histórico também apareceu na minissérie “John Adams”, da HBO, interpretado por Tom Wilkinson, e na série “Sons of Liberty”, do History, interpretado por Dean Norris.
Pachinko: Série estrelada por primeira coreana vencedora do Oscar ganha trailer da Apple
A Apple TV+ divulgou o pôster e o trailer da série dramática “Pachinko”. A prévia traz imagens belíssimas que reforçam a ambição e a amplitude da trama, ao reunir cenas que atravessam décadas de histórias sobre integrantes da mesma família. Falada em três idiomas, a produção é baseada no aclamado romance homônimo de Min Jin Lee sobre três gerações de imigrantes coreanos no século 20. Como pano de fundo, há uma história de amor proibido que atravessa décadas e se transforma em uma saga épica, acompanhando a protagonista Sunja entre a Coréia, o Japão e os EUA, e por guerra, paz, amor, perda, triunfo e acerto de contas. O elenco destaca as atrizes Minha Kim, Yu-na Jeon e Youn Yuh Jung (vendedora do Oscar pelo filme “Minari: Em Busca da Felicidade”) que interpretam a personagem principal em três fases distintas da história. Criada, escrita e produzida por Soo Hugh (criadora da série de terror “The Whispers”), a série também inclui em elenco Soji Arai (“O Sabor de uma Paixão”), Jin Ha (“Devs”), Lee Min-ho (“Lutador Misterioso”), Kaho Minami (“Oh Lucy!”), Steve Sanghyun Noh (“Sense8”), Anna Sawai (“Velozes & Furiosos 9”) e Jimmi Simpson (“Westworld”), entre outros. Com oito capítulos, “Pachinko” estreará seus três primeiros episódios em 25 de março e seguirá com exibição de inéditos todas as sextas-feiras até 29 de abril.
Amanda Seyfried vai coestrelar série da Apple TV+ com Tom Holland
A atriz Amanda Seyfried (“Mank”) entrou no elenco da série “The Crowded Room”, da Apple TV+, onde viverá a psicóloga de Tom Holland (“Homem-Aranha: Sem Volta para a Casa”). A nova série criada por Akiva Goldsman (roteirista vencedor do Oscar por “Uma Mente Brilhante”) tem formato de antologia e irá explorar histórias verdadeiras e inspiradoras de pessoas que enfrentam doenças mentais. Na 1ª temporada, Holland vai viver Billy Millilgan, que foi a primeira pessoa a ser absolvida de um crime por causa do Transtorno de Personalidades Múltiplas (atualmente chamado de Transtorno Dissociativo de Identidade). Já Seyfried interpretará Rya, uma psicóloga clínica diante do caso mais desafiador de sua carreira. Além de estrelar, Holland será um dos produtores, por meio de sua empresa EMJAG Productions, junto com Goldsman, a produtora New Regency e o recém-lançado estúdio da Apple – que, assim como seus concorrentes, decidiu ter uma participação acionária em seu conteúdo original. A produção ainda não tem previsão de estreia.
As 10 melhores séries da semana
As voltas de “The Walking Dead”, em sua reta final, e “Maravilhosa Sra. Maisel”, em sua penúltima temporada, são as séries mais esperadas da semana, que também oferece algumas novidades com potencial para se tornarem novas favoritas. Vejam “Ruptura” para confirmar. A lista das 10 melhores estreias pode ser conferida abaixo, com mais detalhes e seus respectivos trailers. THE WALKING DEAD | STAR+ A 11ª temporada, que vai encerrar a série, chega ao segundo de seus três blocos de oito capítulos centrada no encontro entre os sobreviventes de Alexandria e as tropas da nova comunidade da trama, o Império (Commonwealth, no original). Os novos episódios também apresentam uma nova personagem importante: a Governadora Pamela Milton, interpretada por Laila Robins (“The Blacklist”). Apesar do nome Governador trazer lembranças sombrias, ela não é uma vilã típica da série. Nos quadrinhos de Robert Kirkman, Pamela e Rick até tentam se entender, como líderes de suas comunidades, apesar de pensarem diferente sobre como sobreviver ao apocalipse zumbi. Claro, Rick não está mais na série televisiva, o que pode gerar mudanças no relacionamento entre os grupos. Os novos episódios começam a ser exibidos no domingo (20/2), simultaneamente à estreia na TV dos EUA e exclusivamente em streaming. MARAVILHOSA SRA. MAISEL | AMAZON PRIME VIDEO Estrelada por Rachel Brosnahan no papel-título, “Maravilhosa Sra. Maisel” conta a história de uma dona de casa de classe alta da Nova York do final dos anos 1950 que, após o divórcio e uma crise existencial, decide seguir carreira na então emergente cena de comédia stand-up na cidade. Na 4ª temporada, ela decide não se autocensurar mais, rendendo apresentações mais ousadas e feministas. Antes do estouro da atração, a criadora da série, Amy Sherman-Palladino, era mais conhecida por ter criado “Gilmore Girls”, um fenômeno de popularidade do começo dos anos 2000, estrelado por Lauren Graham e Alexis Bledel, que, entretanto, nunca foi reconhecido com prêmios. Um contraste com a série “Maravilhosa”, vencedora de 20 Emmys, incluindo Melhor Série de Comédia, além de seis Critics Choice Awards, três Globos de Ouros, cinco SAG Awards, dois PGA Awards, um WGA Award e um Peabody Award. RUPTURA | APPLE TV+ Escrita pelo estreante Dan Erickson e dirigida por Ben Stiller (“Zoolander”), a série é uma comédia de ambiente de trabalho com um perturbador ingrediente sci-fi, digno de “Black Mirror”. A trama se passa dentro das Indústrias Lumen, uma empresa que pretende levar a vida pessoal e profissional de seus funcionários a um novo nível, graças a um procedimento que permite literalmente separar suas vidas pessoais e profissionais. Uma vez submetidos ao experimento, quando estiverem em casa os funcionários não lembrarão nada do trabalho, e o inverso vale para quando estiverem em seus empregos. Isto também evita que comentem sobre o que realmente fazem para as Indústrias Lumen. O elenco destaca Adam Scott (“Parks and Recreation”), Patricia Arquette (“CSI: Cyber”), John Turturro (“Transformers”) e Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”). O JOVEM WALLANDER: A SOMBRA DO ASSASSINO | NETFLIX A 2ª temporada de “O Jovem Wallander” ganhou subtítulo e um novo enredo, que acompanha o personagem dos best-sellers de Henning Mankell de volta ao trabalho de detetive na polícia sueca. Ao ser encarregado da investigação de um atropelamento banal, ele acaba encontrando uma ligação com um assassinato famoso. Logo, percebe que há mais coisas no caso do que a situação demonstra e precisa decidir se segue sua determinação de buscar a verdade, mesmo correndo o risco de a investigação conduzi-lo a pessoas que podem matar sua carreira em um instante. Vale lembrar que a primeira adaptação de “Wallander” estreou em 2005 na Suécia e sua versão mais famosa foi estrelada por Kenneth Brannagh (“Morte no Nilo”) de 2008 a 2016 na rede britânica BBC. A nova versão foi desenvolvida por Ben Harris (“Devils”) e reimagina o experiente detetive literário como um jovem no início da carreira, com interpretação de Adam Pålsson. O detalhe é que a produção não é um prólogo, mas um reboot passado na Suécia contemporânea. UM DE NÓS ESTÁ MENTINDO | NETFLIX A primeira produção em inglês do criador de “Elite”, Darío Madrona, adapta o best-seller homônimo de Karen M. McManus sobre um grupo de estudantes suspeitos de homicídio. O suspense começa com cinco estudantes passando juntos uma tarde de detenção em sua escola – como no clássico “O Clube dos Cinco” (1985). No entanto, no fim do dia, um deles está morto e os investigadores policiais acreditam que a morte não foi acidental. Além do elenco de jovens atores americanos, a produção ainda inclui a atriz Jennifer Morrison (“Once Upon A Time”) como diretora de episódios e já se encontra renovada para a 2ª temporada – baseada no segundo livro da franquia, “Um de Nós É o Próximo”. SPACE FORCE | NETFLIX Concebida pelo ator Steve Carell e Greg Daniels, que trabalharam juntos em “The Office”, a série foi inspirada num projeto alucinado de Donald Trump, que resolveu criar a Força Espacial dos EUA – uma nova força armada, ao lado do Exército, Marinha e Aeronáutica. Na trama, Carell vive o general encarregado de formar a tal Força Espacial, que não sabe por onde começar. Por isso se une – muito a contragosto – a um excêntrico cientista e uma equipe sem noção. Só que seu humor não decolou, implodindo com apenas 39% de aprovação. Razão pela qual a 2ª temporada é encarada como um reboot, sob supervisão de um novo showrunner, Norm Hiscock (de “Brooklyn Nine-Nine” e “Parks and Recreation”). O grande elenco também destaca John Malkovich (“The New Pope”), Lisa Kudrow (“Friends”), Diana Silvers (“Fora de Série”), Noah Emmerich (“The Americans”), Ben Schwartz (“Parks and Recreation”), Tawny Newsome (“Brockmire”), Alex Sparrow (“UnREAL”), Jimmy O. Yang (“Silicon Valley”) e Jane Lynch (“Glee”). LOV3 | AMAZON PRIME VIDEO Voltada ao público adulto, a nova série criada por Felipe Braga (criador “Samantha!”) acompanha três irmãos, que moram em São Paulo e se recusam a experimentar amor e sexo da mesma maneira que seus pais. Ana, a mais velha, tem 33 anos e resolve reatar com o ex-marido, sem, contudo, abrir mão de ficar com quem quiser. Sofia tem 24 anos, acabou de ser demitida do milésimo emprego e precisa dividir o teto com um trisal que não a reconhece como parte da relação. E Beto é um jovem gay que só sente atração por homens heteros que o dispensam, o que afeta sua autoestima. O elenco destaca Bella Camero (“Marighella”), Elen Clarice (“Sob Pressão”) e João Oliveira (“Deus Salve o Rei”) como os irmãos protagonistas. Produzidos pela LB Entertainment, os episódios tem direção de Mariana Youssef (“As Seguidoras”) e Gustavo Bonafé (“Insânia”). CUPHEAD – A SÉRIE | NETFLIX A adaptação do game “Cuphead”, notoriamente difícil, acompanha dois copos antropomorfizados (Cuphead e Mugman) que tentam pagar uma dívida para o diabo e reconquistar suas almas. O visual da série, assim como o jogo, é inspirado em animações dos anos 1930, principalmente desenhos clássicos de Rudolf Ising e Max Fleischer, que incorporavam elementos de terror e musicais às histórias. A 1ª temporada de 11 episódios tem produção do Studio MDHR, responsável pelo game, e os desenvolvedores da atração são os irmãos Chad e Jared Moldenhauer, os criadores do jogo. BLEACH | HBO MAX Um dos animes mais bem-sucedidos e cultuados deste século no Japão, “Bleach” acompanha Ichigo Kurosaki, um estudante de 15 anos que desde criança se sentia amaldiçoado por poder ver fantasmas. Graças a essa capacidade, ele descobre a existência de uma ceifadora de almas chamada Rukia Kuchiki, que integra uma complexa sociedade de shinigamis (guardiões de almas) responsável por impedir o ataque de criaturas das trevas à Terra. Entretanto, numa luta mortal com um desses seres (hollows), a ceifadora acaba ferida e precisa deixar o único garoto capaz de vê-la como responsável pelas almas humanas. E este é só começo da história, que leva Ichigo a descobrir um complexo mundo sobrenatural que sequer imaginava existir. A série é baseada num mangá escrito e desenhado por Tite Kubo, que é publicado no Japão desde 2001. Assim como os quadrinhos, a adaptação se tornou bastante ambiciosa com o passar do tempo, expandindo seu universo para outros planos de existência e incluindo centenas de personagens, entre eles mais de uma dezena de ceifadores da Sociedade das Almas – os mocinhos da trama, que surgem inicialmente como antagonistas. A HBO Max disponibilizou as duas primeiras temporadas, produzidas em 2004 e 2005, mas a série dura ao todo 16 temporadas (a última é de 2012) e vai ser retomada em 2022 com um especial. Apesar de longa, é completamente viciante. JEEN-YUHS: A KANYE TRILOGY | NETFLIX A chamada “trilogia de Kanye” é, na verdade, uma minissérie de três capítulos, que terá uma estratégia de divulgação diferenciada (para a Netflix, mas não para qualquer outro canal), com o lançamento de um episódio por semana durante três quartas consecutivas – o primeiro foi disponibilizado no dia 16. O documentário em três partes narra a trajetória de Kanye West desde antes da fama. A produção condensa mais de duas décadas de imagens nunca antes vistas, cobrindo a carreira do rapper desde que ele surgiu na cena hip-hop de Chicago nos anos 1990 até sua candidatura presidencial fracassada em 2020, passando pela morte de sua mãe e seu casamento com Kim Kardashian, que acabou recentemente em divórcio. A direção está a cargo da dupla Clarence “Coodie” Simmons e Chike Ozah, mais conhecida como Coodie & Chike, que dirigiu e produziu vários clipes de Kanye, como “Jesus Walks (Version 3)” e “Through the Wire”. A dupla também produziu e dirigiu os documentários “Benji” (2012) e “A Kid From Coney Island” (2019) sobre antigos astros de basquete, além de clipes para Lupe Fiasco, Erykah Badu e outros. E sem maiores planejamentos, vinha filmando bastidores de shows e gravações, e momentos íntimos de Kanye há mais de 20 anos. No entanto, o controle criativo do projeto está totalmente nas mãos do rapper, famoso por centralizar as decisões de sua carreira e também por ser uma das pessoas mais difíceis de lidar na indústria musical americana, graças a surtos causados por transtorno bipolar e a convicção inabalável de que é mesmo o maior gênio da raça (ou “jeen-yuhs”).
Confira 10 filmes novos para ver em streaming
A programação digital da semana capricha nas comédias, algumas bastante estilizadas e a maioria romântica. Mas também há espaço para suspense, drama e um documentário fenômeno. Confira abaixo quais são os 10 melhores títulos para ver nas plataformas de streaming e VOD neste fim de semana. A CRÔNICA FRANCESA | STAR+ Quem já viu um filme de Wes Anderson sabe o que esperar: elenco numeroso e repleto de famosos (de Tilda Swinton a Timothée Chalamet), cenas estáticas, inclusive em momentos de ação, fotografia em tons pastéis, proporção de tela full (pré-widescreen), figurino e cenografia minunciosamente detalhistas, etc. O décimo longa do diretor tem tudo isso, muitas outras excentricidades e ainda estrutura de antologia, ao reunir diferentes histórias como se fossem sessões da publicação que batiza a produção – um jornal francês de expatriados, editado pelo personagem de Bill Murray. A comédia é estilizadíssima, venceu 20 troféus internacionais e tem 75% de aprovação no Rotten Tomatoes. BIGBUG | NETFLIX A nova comédia sci-fi do cineasta francês Jean-Pierre Jeunet, diretor visionário de “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain” (2001), “Delicatessen” (1991) e “Ladrão de Sonhos” (1995), mostra um futuro suburbano distópico que lembra os anos 1960, mas com robôs altamente avançados transformados em aparelhos domésticos comuns. Numa bela tarde, as máquinas decidem fazer seus donos de reféns em suas próprias casas. Mantendo o costume, o elenco reúne atores tradicionais dos filmes de Jeunet, como Dominique Pinon, Isabelle Nanty, Claude Perron, Francois Levantal e Youssef Hajdi. KIMI | HBO MAX O novo suspense de Steven Soderbergh (“Contágio”) traz Zoë Kravitz (“Alta Fidelidade”) de cabelos azulados e uma estética de produção de quarentena de coronavírus, com várias interações acontecendo por meio de tela de computador. Kravitz leva o filme nas costas, ótima como uma programadora agorafóbica que descobre evidências gravadas de um crime violento durante uma revisão de dados de sua assistente virtual Kimi. Ao tentar denunciar o crime, ela esbarra em resistência e burocracia empresarial, e logo percebe que, se quiser se envolver, terá que fazer o que mais teme: sair de seu apartamento. Apesar do enfoque tecnológico, trata-se de mais uma variação/recombinação dos velhos clássicos hitchcockianos “Janela Indiscreta” (1954) e “Um Corpo que Cai” (1958). Também é o terceiro filme de Soderbergh para a HBO Max, seguindo a comédia improvisada “Let Them All Talk” (2020), com Meryl Streep, e o suspense noir “Nem um Passo em Falso” (2021). I WANT YOU BACK | AMAZON PRIME VIDEO Com 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, a comédia romântica segue os personagens de Charlie Day (“It’s Always Sunny in Philadelphia”) e Jenny Slate (“Entre Risos e Lágrimas”), que se conhecem no dia em que são dispensados por suas respectivas caras metades e resolvem beber juntos para esquecer. Em pouco tempo, eles decidem firmar um pacto, planejando como recuperar seus respectivos ex-namorados, separando-os de seus novos amores – uma premissa que lembra de passagem “A Lente do Amor” (1997). O elenco inclui Gina Rodriguez (“Jane the Virgin”) e Scott Eastwood (“Velozes & Furiosos 8”) como os ex-namorados, além de Manny Jacinto (“The Good Place”) e Clark Backo (“Letterkenny”) como os novos namorados dos ex-namorados. O roteiro é da dupla Isaac Aptaker e Elizabeth Berger (parceiros de “Com Amor, Simon”) e a direção está a cargo de Jason Orley (“Amizade Adolescente”). O CÉU ESTÁ EM TODO LUGAR | APPLE TV+ O romance dramático adolescente acompanha uma jovem tímida, vivida por Grace Kaufman (“O Chefe da Casa”/Man with a Plan), que descobre o amor e a perda quase ao mesmo tempo, com a chegada de um garoto novo na escola e a morte de sua irmã mais velha e mais extrovertida. Repleto de imagens belíssimas, o filme envereda pela fantasia lúdica e onírica dos musicais, com direção estilosa de Josephine Decker (“Shirley”), que evita a maioria dos lugares-comuns e capricha na leveza ao adaptar o best-seller homônimo de Josephine Decker. AMOR COM FETICHE | NETFLIX A comédia romântica sul-coreana mostra de forma leve, divertida e sem tabus o relacionamento entre dois colegas de trabalho, após a personagem de Seohyun, integrante do grupo musical Girls’ Generation, descobrir sem querer que um de seus subordinados gosta de ser submisso (Lee Jun-young). O que começa como curiosidade logo vira prazer compartilhado, conforme ela demonstra cada vez mais interesse nos joguinhos do rapaz com gostos peculiares. Dirigido por Park Hyun-jin, “Amor com Fetiche” é baseado em um popular webtoon intitulado “Moral Sense”. CRUSH À ALTURA 2 | NETFLIX A continuação da comédia romântica de 2019 ensina que para atingir maiores conquistas é preciso superar maiores inseguranças. Depois de deixar para trás os traumas causados por ser a garota mais alta da escola, Jodi (Ava Michelle) agora enfrenta seus bloqueios em relação ao tamanho de seu talento artístico. E no meio disso, como se trata de uma produção juvenil da Netflix, ela ainda se envolve num triângulo amoroso. A produção ainda traz de volta Sabrina Carpenter (“Garota Conhece o Mundo”), Griffin Gluck (“Vândalo Americano”), Luke Eisner (que viveu o cantor Evan Dando em “Os Goldbergs”), Anjelika Washington (“Star Girl”) e os adultos Angela Kinsey (série “The Office”) e Steve Zahn (“The Crossing”) como os pais de Jodi. Já a principal novidade é Jan Luis Castellanos (“13 Reasons Why”). ÚLTIMA NOITE | NOW, VIVO PLAY, *VOD Na véspera de um Natal sombrio, um casal e seu filho se preparam para acolher amigos e familiares numa ceia perfeita, onde todos pretendem se confraternizar como se não houvesse amanhã. Porque não haverá. Enquanto na casa decorada o clima assume uma comicidade dramática, do lado de fora é literalmente uma sci-fi apocalíptica. A estreia na direção de Camille Griffin (assistente de câmera de “Star Wars: A Ameaça Fantasma”) traz Keira Knightley (“Colette”) e Matthew Goode (“A Descoberta das Bruxas”) nos papéis principais. FALLING – AINDA HÁ TEMPO | NOW, VIVO PLAY, *VOD O primeiro longa dirigido por Viggo Mortensen, indicado ao Oscar de Melhor Ator por “Green Book” (2018), traz o astro como um homem gay casado que recebe o pai conservador em sua residência para ajudá-lo a lidar com os sintomas de Alzheimer. Visões de mundo colidem e discussões sérias são travadas, que percutem em muito drama e renderam ao filme o troféu Sebastiane, prêmio LGBTQIAP+ do Festival de San Sebastián. O GOLPISTA DO TINDER | NETFLIX Novo documentário-sensação da Netflix, saiu na semana passada e rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais. A produção conta a história de um golpista que se apresenta com uma identidade falsa no famoso aplicativo de namoro. Ele se diz um magnata do ramo dos diamantes, convida pretendentes para viagens românticas e, após deixá-las apaixonadas, aplica-lhes um golpe milionário, tirando tudo o que elas têm e até o que não tem. Trata-se de uma produção com moral da história, mas sem final feliz – o golpista segue em atividade. Depois de dar prejuízo de mais de US$ 10 milhões a mulheres, foi preso e solto, mudou de identidade, virou coach e “ostenta” no Instagram. * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente nas plataformas Apple TV, Google Play, Looke, Microsoft Store e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.












