Capitã Marvel será o primeiro filme da Marvel com trilha criada por compositora feminina
A Marvel contratou uma compositora feminina para trabalhar no filme “Capitã Marvel”. Será a primeira vez que uma mulher comporá a trilha de um filme do estúdio. A musicista turca Pinar Toprak contou a novidade num post no Instagram, anunciando que foi contratada para criar a música do longa-metragem. “Estou emocionada de finalmente poder revelar a vocês que vou fazer a trilha sonora de ‘Capitã Marvel’! É uma honra incrível fazer parte do universo da Marvel. Tenho muitas coisas na minha cabeça para falar. A principal delas é gratidão”, ela escreveu. Curiosamente, Toprac se destacou numa produção da rival DC Comics, a série “Krypton”. Toprak também fez a trilha do jogo eletrônico “Fortnite” e de diversos filmes trash. A produção de “Capitã Marvel” está seguindo os exemplos de “Mulher-Maravilha” e “Pantera Negra” para tornar o filme o mais inclusivo possível. O primeiro filme da Marvel sobre uma super-heroína vai trazer Brie Larson como a protagonista e foi escrito só por mulheres: Meg LeFauve (“Divertida Mente”), Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”), Geneva Robertson-Dworet (“Tomb Raider”), Liz Flahive e Carly Mensch (criadoras da série “Glow”). Já a direção está a cargo de um casal, Anna Boden e Ryan Fleck, responsável por dramas e comédias indies, como “Se Enlouquecer, Não Se Apaixone” (2010), “Parceiros de Jogo” (2015) e “Half Nelson: Encurralados” (2006). “Capitã Marvel” tem estreia marcada para 14 de março de 2019 no Brasil. I’m so thrilled to finally announce that I will be scoring the upcoming CAPTAIN MARVEL! It’s an incredible honor to be a part of the Marvel Universe. So many thoughts racing through my head. And the main one is gratitude. I have so many people to thank for helping me on this journey but first and foremost, my incredible agents Laura Engel and Richard Kraft for believing in me from day one and Dave Jordan and directors Anna Boden and Ryan Fleck for giving me this opportunity of a lifetime. #captainmarvel Uma publicação compartilhada por Pinar Toprak (@pinartoprakcomposer) em 14 de Jun, 2018 às 4:39 PDT
Criador de Teen Wolf fará versão com atores da série animada Aeon Flux para a MTV
A MTV anunciou que fará uma versão com atores da série animada “Aeon Flux”, que fez sucesso na emissora nos anos 1990. A nova atração está sendo desenvolvida por Jeff Davis, criador de “Teen Wolf”, e seguirá a premissa da animação original, sobre uma jovem assassina de um futuro distópico, que se reúne com um grupo rebelde para salvar a humanidade. “Aeon Flux” teve três temporadas na época em que a MTV poderia ter virado o Adult Swim, com o projeto “Liquid Television” – que também gerou “Beavis and Butt-head”. Mas em vez de continuar explorando este filão, a emissora americana preferiu focar nos reality shows a partir do século 21, até virar o canal da “azaração”. A produção de Jeff Davis não será a primeira versão com atores da criação de Peter Chung. Em 2005, “Aeon Flux” virou filme com Charlize Theron no papel principal. A produtora do longa, Gale Anne Hurd (da série “The Walking Dead”), também faz parte do novo projeto.
Diretor de Invocação do Mal vai produzir remake de Aracnofobia
O cineasta James Wan está desenvolvendo um remake de “Aracnofobia”, clássico de terror de 1990. De acordo com o site Deadline, o diretor responsável pelas franquias “Jogos Mortais”, “Sobrenatural” e “Invocação do Mal” fará a produção da refilmagem, por meio de sua empresa Atomic Monster, em parceria com a Amblin, empresa de Steven Spielberg, responsável pelo longa original. O filme original, dirigido por Frank Marshall e protagonizado por Jeff Daniels e John Goodman, mostrava o ataque de aranhas assassinas numa cidadezinha americana. Ainda não há diretor e nem roteirista definidos para o projeto. Atualmente, Wan está trabalhando na pós-produção de “Aquaman”, além de desenvolver diversos projetos derivados de “Invocação do Mal”, como um terceiro filme da boneca “Annabelle” e “A Freira”, com estreia marcada para 6 de setembro no Brasil.
Ryan Murphy vai doar todo o lucro da série Pose para organizações LGBTQ
O produtor Ryan Murphy (“American Horror Story”) anunciou que vai doar 100% de seu lucro com “Pose”, sua última série para o canal pago FX, para organizações envolvidas em causas da comunidade LGBTQ. Em um anúncio feito por meio da sua conta oficial do Twitter no fim de semana, Murphy revelou que a decisão leva em conta o trabalho excepcional de instituições que merecem todo o aporte financeiro necessário. Desde então, ele vem divulgando, diariamente, nomes de organizações que serão beneficiadas. “Pose” se passa na cena dançante de Nova York nos anos 1990, auge do garage (estilo house com vocais de divas) e da dança Vogue (que inspirou o hit homônimo de Madonna), e fez história ao escalar cinco intérpretes transgênero nos papéis principais, tornando-se a série com o maior elenco trans da televisão americana em todos os tempos. A estreia aconteceu em 3 de junho na TV americana. Murphy não sentirá falta dos lucros da série, porque assinou um contrato milionário com a Netflix para desenvolver novas atrações. I am donating 100 percent of my profits from my new FX show POSE towards trans and LGBTQ charitable organizations. These groups do amazing work and need our support. Every day for the next 14 days I will highlight a group I'm supporting, and encourage you to do the same! — Ryan Murphy (@MrRPMurphy) May 9, 2018
LA’s Finest: Spin-off de Bad Boys com Gabrielle Union e Jessica Alba vai virar série
“LA’s Finest”, o projeto do spin-off da franquia cinematográfica “Bad Boys”, ressurgiu das cinzas e vai virar série. Após o piloto ser rejeitado pela rede americana NBC, a Sony fechou acordo para exibir a atração no Canadá com a Bell Media, dona da rede canadense CTV. E negocia com a Charter Communications para a produção se tornar sua primeira série, numa diversificação de atividades da terceira maior provedora de acesso a canais pagos e banda larga dos Estados Unidos – e que desde 2016 tem a Warner como principal sócia. A série pretende continuar o universo de “Bad Boys”, que rendeu dois filmes estrelados por Will Smith e Martin Lawrence há mais de 15 anos. A trama é centrada na personagem Syd Burnett, irmã do detetive Marcus Burnett (Martin Lawrence), introduzida em “Bad Boys 2” (2003), que assim como no filme será interpretada pela atriz Gabrielle Union. Mas ela não é a única estrela da produção. Também replicando a dinâmica do cinema, a série terá duas protagonistas. E o papel de parceira de Syd representa o retorno de Jessica Alba (“Sin City”, “Machete”) para a TV, 16 anos após o final da série sci-fi “Dark Angel” (2000–2002). “LA’s Finest” foi desenvolvida pelos roteiristas Brandon Margolis e Brandon Sonnier (ambos da série “The Blacklist”) e sua produção está a cargo de Jerry Bruckheimer (da franquia “CSI”), que produziu os filmes. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, a NBC desistiu do projeto devido a impasses na negociação com Sony TV, que pediu muito caro pela produção. Ou seja, não houve rejeição do piloto e sim dos custos. Por conta disso, a Sony decidiu levar o projeto para outros interessados. O acordo fechado com uma rede canadense pode, inclusive, apontar outro modo de desenvolver atrações e vender projetos diretamente para o mercado internacional, uma experiência que pode revolucionar a produção televisiva dos Estados Unidos.
Jason Momoa pede desculpas aos fãs por desistir de O Corvo
O ator Jason Momoa (“Aquaman”) fez uma publicação em seu Instagram para comentar sua recém-anunciada saída do remake de “O Corvo”. “Esperei oito anos por este papel dos sonhos. Eu amo você, Corin Hardy [diretor que também saiu do projeto] e a Sony Pictures, mas infelizmente terei que esperar mais oito anos. Este não é nosso time. Mas juro que esperarei. James O’Barr [quadrinista], eu sinto muito te desapontar, mas no próximo não o desapontarei. Este filme precisa ser livre. E aos fãs; desculpem. Eu não posso interpretar menos do que este filme merece, e ele precisa de amor. Estarei pronto quando o projeto for certo. Amo você Corin. Aloha”, escreveu. O site Deadline especula que a desistência do ator e do diretor aconteceu devido a diferenças criativas e financeiras com o produtor Samuel Hadida, da Davis Films, que adquiriu os direitos do personagem após a falência do estúdio Relativity. A Sony faria a distribuição internacional, mas também tinha ameaçado desistir do projeto diante de problemas com Hadida. A implosão aconteceu poucas semanas antes da data marcada para as filmagens do longa, que aconteceriam em julho em Budapeste. Momoa e Hardy foram os últimos de uma longa lista de envolvidos a desistirem de filmar o remake, respectivamente o quinto ator e o quarto diretor. A franquia lida com negatividade desde a trágica morte do ator Brandon Lee durante as filmagens de “O Corvo” original em 1994, e o projeto da refilmagem vem batendo o recorde de desistências. A maldição é real, pelo menos para o estúdio Relativity, que faliu desde o anúncio do projeto sem recuperar os gostos, mais de US$ 20 milhões com a pré-produção, e sem que nem uma cena sequer tenha sido filmada – gastos em desenvolvimento, roteiros não filmados, adiantamentos de contratos, reserva de estúdios, locações etc, tudo se perdeu. Graças à esta crise infinita, o produtor Samuel Hadida comprou os direitos do filme bem barato e achou que tinha dado sorte, com a entrada de Momoa no projeto. Que inocente. O remake seria originalmente dirigido por Stephen Norrington (“A Liga Extraordinária”) e estrelado por Mark Wahlberg (“Transformers: O Último Cavaleiro”), os primeiros a desistirem há oito anos. Seus substitutos, o ator Bradley Cooper (“Sniper Americano”) e o diretor Juan Carlos Fresnadillo (“Extermínio 2″), foram, respectivamente, substituídos por Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) e F. Javier Gutierrez (“3 Dias”). Jack Houston (“Ben-Hur”) virou a opção seguinte, antes de Momoa se candidatar, sob direção de Corin Hardy – que tinha apenas um longa em seu currículo, o terror “A Maldição da Floresta”. O roteiro que Hardy ia filmar tinha sido escrito por Jesse Wigutow (“Acontece Nas Melhores Famílias”), que também era responsável por escrever a sequência abortada de “Tron: O Legado” (2010). Mas aparentemente ele encomendou outra nova versão para a história, já que o roqueiro Nick Cave (!!!) aparece creditado no IMDb como roteirista, ao lado de Cliff Dorfman (“Guerreiro”). Embora mais conhecido como cantor e compositor, Cave já escreveu alguns filmes, entre eles “A Proposta” (2005) e “Os Infratores” (2012), ambos dirigidos por John Hillcoat. Segundo o autor de quadrinhos James O’Barr, criador do personagem, o novo “O Corvo” seria uma adaptação mais fiel de sua história original. A trama foi concebida como terapia, após sua namorada morrer num acidente de carro, vítima de um motorista bêbado. Nos quadrinhos, o personagem central e sua namorada são mortos, mas ele volta à vida para se vingar dos assassinos. O personagem é o mesmo Eric Draven dos quadrinhos, que Brandon Lee morreu interpretando. Mais que outra perda de ator e diretor, a saída da Sony é que deve representar a estaca final no coração da franquia. Por isso, é provável que “O Corvo” finalmente descanse em paz, sem voltar a ressuscitar no corpo de um novo intérprete. Embora seja provável que, num último suspiro, acabe estrelado e dirigido por iniciantes e lançado direto em streaming, como saída para o produtor recuperar seu investimento. I’ve waited 8 years to play this dream role. I love you @corinhardy and @sonypictures unfortunately I may have to wait 8 more. Not our team. But I swear I will. James O’Barr sorry to let you down I won’t on the next. This film needs to be set free. And to the fans. Sorry. I can’t play anything but what this film deserves and it needs love. I’m ready when it’s right. Love u Corin aloha j Uma publicação compartilhada por Jason Momoa (@prideofgypsies) em 31 de Mai, 2018 às 9:15 PDT
Jason Momoa desiste de estrelar o remake de O Corvo
O remake de “O Corvo” perdeu seu ator e diretor. Você já ouviu isto antes, mas esta não é uma notícia antiga. É que a produção perdeu seu quinto protagonista e seu quarto diretor consecutivos, desde que foi anunciada há cerca de uma década. O ator Jason Momoa (“Aquaman”) e o diretor Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”) foram os últimos de uma longa lista de envolvidos que desistiram de filmar o remake na véspera da data marcada para o começo das filmagens. Desta vez, as câmeras iam começar a trabalhar em cinco semanas, em Budapeste. A franquia lida com negatividade desde a trágica morte do ator Brandon Lee durante as filmagens de “O Corvo” original em 1994, e o projeto da refilmagem vem batendo o recorde de desistências. A maldição é real, pelo menos para o estúdio Relativity, que faliu desde o anúncio do projeto sem recuperar os gostos, mais de US$ 20 milhões com a pré-produção, e sem que nem uma cena sequer tenha sido filmada – gastos em desenvolvimento, roteiros não filmados, adiantamentos de contratos, reserva de estúdios, locações etc. Graças à crise, o produtor Samuel Hadida comprou os direitos do filme bem barato e achou que tinha dado sorte. Que inocente. O remake seria originalmente dirigido por Stephen Norrington (“A Liga Extraordinária”) e estrelado por Mark Wahlberg (“Transformers: O Último Cavaleiro”), os primeiros a desistirem há oito anos. Seus substitutos, o ator Bradley Cooper (“Sniper Americano”) e o diretor Juan Carlos Fresnadillo (“Extermínio 2″), foram, respectivamente, substituídos por Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) e F. Javier Gutierrez (“3 Dias”). Jack Houston (“Ben-Hur”) virou a opção seguinte, antes de Momoa se candidatar, sob direção de Corin Hardy – que tinha apenas um longa em seu currículo. O roteiro que Hardy ia filmar tinha sido escrito por Jesse Wigutow (“Acontece Nas Melhores Famílias”), que também era responsável por escrever a sequência abortada de “Tron: O Legado” (2010). Mas aparentemente ele encomendou outra nova versão para a história, já que o roqueiro Nick Cave (!!!) aparece creditado no IMDb como roteirista, ao lado de Cliff Dorfman (“Guerreiro”). Embora mais conhecido como cantor e compositor, Cave já escreveu alguns filmes, entre eles “A Proposta” (2005) e “Os Infratores” (2012), ambos dirigidos por John Hillcoat. Segundo o autor de quadrinhos James O’Barr, criador do personagem, o novo “O Corvo” seria uma adaptação mais fiel de sua história original. A trama foi concebida como terapia, após sua namorada morrer num acidente de carro, vítima de um motorista bêbado. Nos quadrinhos, o personagem central e sua namorada são mortos, mas ele volta à vida para se vingar dos assassinos. O personagem é o mesmo Eric Draven dos quadrinhos, que Brandon Lee morreu interpretando. O impressionante, na verdade, é que o remake de “O Corvo” ainda não foi oficialmente cancelado, mesmo sem ator, diretor e depois de tantas desistências. Mas o site Deadline afirma que a saída de Momoa e Hardy aconteceu após um impasse entre o produtor e a Sony, responsável por uma fatia substancial do financiamento, em troca da distribuição internacional do longa. A saída da Sony teria inviabilizado o orçamento. Por isso, é provável que “O Corvo” finalmente descanse em paz, sem voltar a ressuscitar no corpo de um novo intérprete. Embora seja provável que, num último suspiro, acabe estrelado e dirigido por iniciantes e lançado direto em streaming.
Jamie Foxx vai estrelar filme do herói Spawn
O ator Jamie Foxx (“Em Ritmo de Fuga”) foi confirmado como o protagonista de um novo filme do herói demoníaco “Spawn”. Rumores de sua participação já circulavam há algumas semanas, mas a notícia agora é oficial. Ele estrelará a segunda adaptação cinematográfica do personagem de quadrinhos, criado por Todd McFarlane. “Há alguns anos atrás eu voei para o Arizona para conhecer o homem por trás de um dos mais incríveis personagens de quadrinhos do universo… Todd McFarlane. Ele ficou surpreso quando eu lhe disse com o entusiasmo de uma criança que mais do que qualquer coisa eu queria incorporar seu amado personagem Spawn. Eu lhe disse que ninguém trabalharia mais duro do que eu se tivesse a oportunidade… bem … a oportunidade está aqui!!”, pronunciou-se Foxx durante o anúncio do projeto. A produção está a cargo da Blumhouse, estúdio especializado em terrores baratos, que originou fenômenos como “Corra!” e “Fragmentado”. O próprio Todd McFarlane escreveu o roteiro e vai dirigir o longa, fazendo sua estreia em ambas funções. Criado pelo artista em 1991, “Spawn” foi o maior sucesso da então recém-criada editora Image Comics, vendendo 1,7 milhão de exemplares de seu primeiro número. A trama dos quadrinhos gira em torno de Al Simmons, um ex-agente de operações secretas da CIA que é traído e assassinado. Após sua morte, sua alma é enviada para o inferno, mas chama atenção de um demônio por todos os inocentes que ele matou. Assim, Simmons acaba fazendo um acordo, que lhe permite retornar ao plano terrestre. No entanto, cinco anos se passaram e sua esposa seguiu em frente, enquanto ele se tornou uma criatura desfigurada e superpoderosa do inferno, que é caçado por anjos e tem que lidar com outras ameaças, incluindo o Violator, outro demônio enviado à Terra para cultivar o mal e gerar mais soldados para o exército do inferno. No auge de sua popularidade, “Spawn” gerou linhas de brinquedos, videogames e uma série de animação na HBO, além de um filme de 1997 da New Line, estrelado por Michael Jai White. A filmagem vai acontecer 21 anos após o fracasso daquele filme – único longa live action da carreira do diretor Mark A.Z. Dippé. Destruído pela crítica – teve só 18% de aprovação no Rotten Tomatoes – , rendeu apenas US$ 87,8 milhões de bilheteria em todo o mundo. A produção marcará o segundo longa de Foxx baseado em quadrinhos. Ele viveu o vilão Electro em “O Espetacular Homem-Aranha 2”, de 2014. Será também a segunda adaptação recente consecutiva de um personagem de McFarlane, que também é o criador de “Venom”, cujo filme individual estreia em outubro.
Johnny Depp investiga o assassinato do rapper Notorious B.I.G. em trailer de filme policial
A Global Road divulgou o trailer de “City of Lies”, filme em que Johnny Depp vive o detetive originalmente encarregado de investigar a morte dos rappers Tupac Shakur e Notorious B.I.G., assassinados em 1996 e 1997, respectivamente. A trama ganha vida por meio de uma investigação jornalística. O repórter vivido por Forest Whitaker junta os fatos, com ajuda do obstinado detetive que não foi capaz de solucionar o caso, e vai montando um quebra-cabeças, com imagens documentais de Biggie e Tupac, até revelar um complô da polícia responsável pela ausência de suspeitos. “Um assassinato como este só fica sem solução se a polícia não quiser solucioná-lo”, diz o personagem de Depp, que interpreta na trama o detetive Russell Poole, da polícia de Los Angeles. A trama tem como base o livro de Randall Sullivan intitulado “Labyrinth: A Detective Investigates the Murders of Tupac Shakur and Notorious B.I.G., the Implication of Death Row Records’ Suge Knight, and the Origins of the Los Angeles Police Scandal”. O título de fôlego é autoexplicativo, mostrando também que a trama envolverá o empresário Suge Knight, dono da Death Row Records, gravadora criada em sociedade com Dr. Dre, que produzia os discos de Tupac. Esta história já foi pincelada em três filmes anteriores, “Notorious B.I.G.: Nenhum Sonho é Grande Demais” (2009), “Straight Outta Compton: A História do NWA” (2015) e All Eyez on Me” (2017), além da série recém-finalizada “Unsolved: The Murders of Tupac & The Notorious B.I.G.”. Com direção de Brad Furman (“Conexão Escobar”), o filme estreia em setembro nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Roswell, New Mexico: Remake da série sci-fi dos anos 1990 ganha banners e sinopse estendida
A rede The CW divulgou os primeiros banners e a sinopse estendida do remake de “Roswell”, que foi batizado de “Roswell, New Mexico”. O subtítulo, com o nome do estado em que se localiza a cidade de Roswell, também alude à revisão étnica da trama. Assim como no remake de “Charmed”, outra série dos anos 1990 revivida pelo mesmo canal, a trama sci-fi original foi reimaginada com uma protagonista latina. A sinopse oficial diz: “Mais do que em qualquer outro lugar na Terra, Roswell, no Novo México, é o ponto zero para aqueles que buscam provas de que os alienígenas existem. Nascida em Roswell, Liz Ortecho deixou tudo para trás há 10 anos, após a morte de sua amada irmã mais velha, Rosa. Mas com o pai doente, ela retorna relutantemente à cidade natal turística para voltar a morar com ele. Quando Liz chega, ela se reconecta com Max Evans, sua paixão adolescente, que agora é um policial de Roswell. Sua química é instantaneamente elétrica. Mas Liz logo descobre uma verdade chocante: Max é um alienígena, que manteve suas habilidades sobrenaturais escondidas durante toda a sua vida, junto com as de seus irmãos extraterrestres, Isobel e Michael. À medida que os dois se aproximam depois de uma década separados, Liz acha difícil manter a verdade escondida de sua melhor amiga, Maria de Luca, e de ex-namorado do colegial, o dr. Kyle Valenti. Também escondendo suas origens extraterrestres, Isobel nem mesmo revelou a verdade para seu marido, Noah, e Michael mantém sua identidade escondida sob um exterior bad-boy de rebeldia e conexões casuais. Enquanto isso, uma antiga conspiração do governo liderada pelo primeiro sargento Jesse Manes, juntamente com uma política de medo e ódio que corre solta em Roswell, ameaça expor Max e sua família, e poderia colocar em risco seu profundo romance com Liz … assim como suas vidas.” Ou seja, é basicamente a mesma história, com algumas mudanças pontuais, como a transformação dos personagens em adultos. Para quem não lembra, a série clássica foi desenvolvida por Jason Katims (criador de “Parenthood”) e era baseada na coleção literária adolescente “Roswell High”, de Melinda Metz, sobre três alienígenas que viviam disfarçados entre humanos no colegial. Vale lembrar que seu piloto de 1999 antecipou em detalhes a história depois escrita por Stephenie Meyer com o título “Crepúsculo”, com uma pequena diferença – Meyer usou vampiros em vez de aliens. A nova versão é da roteirista Carina MacKenzie (escritora de “The Originals”) e também explora o passado de Roswell, cidade conhecida por supostamente ter sido o local da queda de um disco voador nos anos 1950. Mas busca atualizar o romance alienígena juvenil com uma subtrama de imigrantes ilegais (que também são chamados de aliens em inglês). A protagonista da atração dos anos 1990 era a então adolescente Shiri Appleby (hoje na série “UnReal”) e os alienígenas foram vividos pelos jovens Jason Behr (série “Breakout Kings”), Brendan Fehr (série “The Night Shift/Plantão Noturno”) e Katherine Heigl (ela mesmo, antes de “Grey’s Anatomy”). Além deles, o bom elenco de apoio incluía Majandra Delfino (série “Friends with Better Lives”), Nick Wechsler (série “Revenge”), Colin Hanks (série “Fargo”), Emilie de Ravin (séries “Lost” e “Once Upon a Time”), Adam Rodrigues (série “Criminal Minds”) e William Sadler (série “Power”), único adulto do elenco central. Todos tiveram carreiras de sucesso. No remake, Jeanine Mason (intérprete da Dra. Sam Bello em “Grey’s Anatomy”) vive Liz, Nathan Parsons (o Jackson de “The Originals”) interpreta Max, Lily Cowles (“BrainDead”) é Isobel, Michael Vlamis (visto em “New Girl”) vive Michael, Michael Trevino (o Tyler de “The Vampire Diaries”) é Kyle, Heather Hemmens (série “Hellcats”) dá vida a Maria, Trevor St. John (série “Contaiment”) interpreta o militar malvado, e Tyler Blackburn (o Caleb de “Pretty Little Liars”) vive seu filho, que esconde que é gay. Outra curiosidade sobre a produção é que seu piloto marca a estreia na direção de Julie Plec, criadora de “The Vampire Diaries”, “The Originals” e da vindoura “Legacies”. Ela também vai produzir a série com Carina MacKenzie. “Roswell, New Mexico” tem estreia prevista para a midseason, no começo de 2019 nos Estados Unidos.
Charmed: Irmãs bruxas viram latinas nas imagens e primeiro trailer do remake
A rede The CW divulgou as primeiras fotos, banners, uma cena e o trailer do remake de “Charmed”, que muda a etnia das jovens bruxas dos anos 1990. As três irmãs agora são latinas, cortesia da imaginação da equipe de “Jane the Virgin”. Após a morte trágica de sua mãe, duas irmãs muito unidas descobrem que tem uma terceira irmã mais velha. Mas a surpresa não fica nisso. Elas experimentam, de forma inesperada, poderes que até então não sabiam que possuíam. Logo, um conselheiro de bruxas explica a situação para as jovens. É muito simples, na verdade: as três são bruxas. A sinopse oficial ainda acrescenta um viés feminista na trama, ao afirmar que “esse poderoso trio deve se unir para combater as batalhas cotidianas e sobrenaturais que todas as bruxas modernas devem enfrentar: desde derrotar demônios poderosos até derrubar o patriarcado”. A série original de 1998, produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), acompanhava três irmãs brancas (Alyssa Milano, Holly Marie Combs e Shannen Doherty) lidando com o despertar de seus poderes – uma quarta irmã (Rose McGowan) acabou surgindo mais tarde, quando a produção precisou “trocar” uma das atrizes (Doherty) por problemas de bastidores. A série durou oito temporadas, até 2006, mas fez tento sucesso que continuou sua trama nos quadrinhos, publicados até 2012. As três poderosas de 2018 são vividas por Madeleine Mantock (“Into the Badlands”), Melonie Diaz (“Fruitvale Station”) e Sarah Jeffery (“Descendentes”), e o elenco de apoio ainda inclui Rupert Evans (série “The Man In The High Castle”), Ser’Darius Blain (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) e Charlie Gillespie (série “Degrassi: Next Class”). A produção é de Jennie Snyder Urman, criadora de “Jane the Virgin”, e o projeto foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, também roteiristas de “Jane the Virgin”. Vale lembrar que, por causa dessa série, a rede CW teria abrido mão de produzir “Chilling Adventures of Sabrina”, reboot de terror de “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”, que acabou na Netflix, para não ter duas séries de bruxas na sua programação. “Charmed” vai estrear na temporada de outono, entre setembro e novembro nos Estados Unidos.
Murphy Brown: Vídeo anuncia revival da série clássica como reação à eleição de Donald Trump
A rede CBS divulgou um vídeo de apresentação do revival de “Murphy Brown”, que atualiza o público sobre o que aconteceu com os antigos funcionários do programa de notícias (fictício) “FYI” nos últimos 20 anos, e como a eleição de Donald Trump para presidente virou catalisador para o reencontro da turma. Após os depoimentos dos personagens, o vídeo também relembra momentos clássicos da série original – destacando que já nos anos 1990 Murphy fazia piadas contra Trump. A série original foi exibida durante dez anos, de 1988 à 1998, acompanhando os bastidores de um telejornal, que tinha como estrela a jornalista celebridade Murphy Brown, uma ex-alcoólatra que se tornou mais ranzinza após passar por reabilitação. Assumidamente liberal, ela considerava o governo Bush seu maior inimigo, e quando não reclamava de tudo, tentava lidar com a família e problemas financeiros. Essa premissa acabou rendendo 17 troféus Emmy para a produção, tornando-a uma das séries mais premiadas da CBS. O revival está a cargo da criadora da atração, Diane English, e a produção contará com todo o elenco original, inclusive a estrela Candice Bergen, vencedora de cinco Emmys de Melhor Atriz de Série de Comédia pelo papel-título. Com ela, retornam Faith Ford (Corky Sherwood, na série), Joe Regalbuto (Frank Fontana), Grant Shaud (Miles Silverberg) e, segundo a prévia, até Dena Dietrich (Phyllis), que fez três participações na série. Além destes, há duas novas adições confirmadas: Nik Dodani (da série “Atypical”) como Pat Patel, um jovem que tem a responsabilidade de atualizar Murphy e a equipe do telejornal para as mídias sociais do século 21, e Jake McDorman (astro de “Limitless”) como o filho adulto da protagonista. Avery Brown era uma criança no final da série e será reintroduzido como um jornalista que segue os passos de sua mãe e se tornou muito parecido com ela, inclusive no espírito competitivo. Vale lembrar que o intérprete original do menino seguiu carreira de ator, mas os produtores não o convidaram para reprisar o papel porque seu tipo físico se tornou bem diferente do idealizado para o personagem. O Avery mais crescido da série foi vivido por ninguém menos que Haley Joel Osment, que após o fim de “Murphy Brown” foi ver gente morta em “O Sexto Sentido” (1999) e hoje em dia aparece gordinho e com indícios de calvície precoce em séries como “Arquivo X” e “Silicon Valley”. O revival vai estrear em setembro nos Estados Unidos.
Schooled: Spin-off de The Goldbergs ganha primeiras imagens
A rede americana ABC divulgou duas imagens de “Schooled”, spin-off de “The Goldbergs” passado nos anos 1990. As imagens destacam os professores da William Penn Academy, vividos Tim Meadows, Bryan Callen e AJ Michalka, todos vistos em “The Goldbergs”. O spin-off chegou a ser rejeitado pela ABC e seu piloto incorporado como um episódio comum de “The Goldbergs”, em que os personagens imaginavam o futuro (a série original se passa nos anos 1980). Mas o capítulo agradou ao público, que pediu mais e acabou atendido. O próprio Adam F. Goldberg, cujas memórias de infância servem de base para a série original, desenvolveu a nova atração em parceria com o produtor de “The Goldbergs” Marc Firek. “Schooled” tem estreia prevista para a midseason, no começo de 2019 nos Estados Unidos.












