Marcos Mion é a nova voz de Buzz Lightyear no Brasil
A Disney definiu Marcos Mion como a nova voz de Buzz Lightyear na versão dublada em português de “Lightyear”, primeiro filme solo do personagem de “Toy Story”. Até então, Buzz era dublado por Guilherme Briggs no Brasil. Mion divulgou a novidade em seu Instagram, incluindo um vídeo que, inclusive, contou com a participação de Briggs. “Não há palavras pra descrever a felicidade de receber esse desafio”, ele escreveu no post. O novo filme, intitulado “Lightyear”, também ganhou uma voz diferente em inglês, para diferenciar a produção dos demais títulos da franquia “Toy Story”. Dublador oficial do personagem, Tim Allen deu lugar a Chris Evans, o Capitão América do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Além disso, Buzz também mudou seu visual, preservando apenas referências da animação original. O tom não é tão infantil e a trama é bem diferente de “Toy Story”, ao mostrar Buzz como um astronauta de verdade – e não um boneco de astronauta – , que embarca numa aventura sci-fi legítima ao “infinito e além”. A direção é de Angus MacLane, animador da Pixar que co-dirigiu “Procurando Dory” e também já trabalhou com “Toy Story” – assinou dois curtas da franquia e animou “Toy Story 3”. A estreia está marcada para 16 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marcos Mion (@marcosmion)
“Ghost in the Shell” terá novo filme. Veja o trailer
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Ghost in the Shell SAC_2045 – Guerra Sustentável”. O longa animado é uma versão resumida, com a inclusão de cenas inéditas e nova colorização, da mais nova produção da longeva franquia, a série “Ghost in the Shell SAC_2045”. A longa trajetória de “Ghost in the Shell” começou nos mangás escritos e desenhados por Masamune Shirow em 1989, mas só foi explodir na cultura pop seis anos depois, ao originar o cultuado anime homônimo de 1995. Comparado ao impacto de “Akira” (1988), o longa original apresentou a obra de Shirow ao mundo ocidental e influenciou todas as produções focadas em sci-fi cyberpunk que vieram depois – inclusive a trilogia “Matrix”. O sucesso de filme de 1995 deu origem a uma franquia animada, composta por mais três longas, quatro OVAs (filmes lançados diretamente em vídeo) e duas séries de televisão, além de uma adaptação live-action estrelada por Scarlett Johansson, que foi muito criticada por trazer uma atriz não asiática no papel principal. Todos os lançamentos acompanham investigações da major Mokoto Kusanagi, comandante ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético chamada Seção 9, que luta contra uma conspiração de hackers, cujo objetivo é levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa do futuro. Quem assina o novo longa é Michihito Fujii, que estreia na saga animada após uma carreira repleta de longas premiados, como “A Jornalista” (2019), que virou uma série da Netflix em janeiro passado. O filme estreia em 9 de maio, duas semanas antes do lançamento da 2ª temporada de “Ghost in the Shell SAC_2045”, prevista para 23 de maio.
“Animais Fantásticos 3” desaba nas bilheterias dos EUA
As bilheterias deste fim de semana na América do Norte não foram animadoras para nenhum filme. Mas para um título em particular, os números se traduziram nas piores notícias possíveis. Mais de um mês depois de estrear no Brasil, “Os Caras Malvados” finalmente chegou aos EUA para liderar o fim de semana no país, faturando cerca de US$ 24 milhões, de acordo com a Comscore. Apesar dessa liderança, o novo desenho da DreamWorks Animation, que custou US$ 80 milhões, não é exatamente um sucesso. A trama dos animais vilões de fábulas que tentam fazer o bem só faturou US$ 63,1 milhão em seu lançamento antecipado no exterior, para atingir um total mundial de US$ 87,1 milhões. “Sonic 2: O Filme” manteve-se em 2º lugar nos EUA e Canadá, com estimados US$ 15,2 milhões, para chegar num total doméstico de US$ 145,8 milhões após três semanas. Em todo o mundo, a adaptação de videogame orçada em US$ 110 milhões já soma US$ 287,2 milhões. Com isso, “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore” caiu do 1º para o 3º lugar no segundo fim de semana de exibição. A superprodução de US$ 200 milhões da Warner Bros. perdeu 67% do público após chegar nos cinemas norte-americanos e fez apenas US$ 14 milhões nos últimos três dias em 4.245 telas. Os números do mercado domésticos dão a dimensão do prejuízo representado pelo filme. Ao todo, a Warner Bros. contabiliza US$ 67,1 milhões na América do Norte, mas metade do faturamento fica com os donos dos cinemas e ainda há taxas. A produção está se saindo melhor no exterior, onde soma US$ 213,2 milhões para um total global de US$ 280,3 milhões. Para situar o leitor, o ponto de equilíbrio da fantasia infantil gira em torno de US$ 600 milhões. Diante deste desempenho, é possível afirmar que a franquia que servia de prólogo para “Harry Potter” não concluirá sua trajetória projetada para cinco filmes. Nem terá quatro filmes. O Top 5 se completa com duas estreias. O épico viking “O Homem do Norte” abriu em 4º lugar com US$ 12 milhões. Elogiado pela crítica, com 89% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa é o mais caro da carreira do ex-indie Robert Eggers (diretor de “A Bruxa” e “O Farol”), com um orçamento entre US$ 70 e 90 milhões. Por isso, vai precisar desempenhar muito bem no exterior para compensar seu investimento. Por enquanto, o faturamento internacional é de US$ 11 milhões para uma receita global de US$ 23,5 milhões. Entretanto, o filme estrelado por Alexander Skarsgård, Anya Taylor-Joy, Ethan Hawke, Nicole Kidman, Willem Dafoe e a cantora Björk ainda não chegou em muitos países. No Brasil, o lançamento está marcado para 12 de maio. “O Peso do Talento” fecha o Top 5 com US$ 7,2 milhões, mas é a produção mais barata da lista. Custou só US$ 30 milhões. Com Nicolas Cage interpretando uma versão exagerada de si mesmo, o longa faturou US$ 2,4 milhões no exterior e está com um total de US$ 9,6 milhões. Também tem 89% de aprovação no Rotten Tomatoes e também estreia no Brasil em 12 de maio.
Séries da semana trazem Julia Roberts, Viola Davis e Natasha Lyonne
A variedade e quantidade de séries que chegam ao streaming até domingo (24/4) acabou tornando a seleção desta semana um pouco diferente. Para priorizar os títulos que geram maior expectativa, produções menos vistosas acabaram cedendo espaço na lista para obras menos recomendáveis. O dilema surgiu pela dificuldade de ignorar uma atração estrelada por Viola Davis e Michelle Pfeiffer em favor de produções europeias com nomes totalmente desconhecidos. Mas como qualidade nunca passa em branco, semana que vem tem resgate. A lista também destaca trabalhos elogiados de Julia Roberts, Sean Penn, Natasha Lyonne, Bill Hader, Kaley Cuoco, Bob Odenkirk e Don Cheadle. Confira abaixo as 10 estreias selecionadas e comentadas, com seus respectivos trailers. BONECA RUSSA | NETFLIX Uma das melhores séries da Netflix ficou ainda melhor na 2ª temporada, recompensando o espectador com um destemor absurdo ao correr grandes riscos com sua trama mirabolante. Na história original de looping temporal, a personagem de Natasha Lyonne (“Orange Is the New Black”) morria várias vezes durante sua noite de aniversário na cidade de Nova York, apenas para voltar ao começo da festa e se preparar para morrer novamente, continuamente, vitimada por detalhes fortuitos e pessoas desatentas. Mas esta foi só a primeira fase de suas desventuras, que agora trocam o looping temporal por viagem no tempo. Após conseguir sobreviver à morte insistente, ela se vê embarcando num trem para o passado, que a leva aos anos 1980. Não só isso, ela passa a habitar o corpo de sua mãe, então grávida dela mesma. E tem a brilhante ideia de mudar o passado para corrigir seu presente. Só que essa ideia nunca deu certo em nenhum filme de viagem no tempo já produzido. Além de estrelar, Lyonne criou a atração em parceria com a atriz Amy Poehler (“Parks and Recreation”) e a cineasta Leslye Headland (“Quatro Amigas e um Casamento”). GASLIT | STARZPLAY A minissérie de época deve finalmente dar a Julia Roberts seu perseguido Emmy. A atriz dá um show como Martha Mitchell, socialite casada com o Procurador-Geral da República John Mitchell (um irreconhecível Sean Penn sob quilos de maquiagem) e personagem central de um dos maiores escândalos políticos dos EUA. Trata-se do escândalo Watergate, nome do prédio onde funcionava um importante escritório do Partido Democrata, invadido na calada da noite por “espiões” do Partido Republicano em 1972 com o objetivo de plantar escutas. Só que a “missão secreta” se provou uma sucessão de trapalhadas. Denunciada pela imprensa, a espionagem política e sua tentativa de acobertamento levaram à renúncia do presidente Richard Nixon em 1974. Apesar de sua filiação partidária, Martha gostava de “aparecer” e tinha fama de ser “boca aberta”. E por saber dos segredos, foi logo considerada o elo fraco dos conspiradores, levando seu marido a ter que escolher entre a esposa e o presidente dos EUA. Na minissérie, a situação tensa rapidamente evoluiu do drama de família para o suspense psicológico e político. Com estreia marcada para domingo (24/4), a produção criada por Robbie Pickering (roteirista de “Mr. Robot”) também traz em seu elenco Dan Stevens (“Legion”), Erinn Hayes (“Bill & Ted: Encare a Música”), Shea Whigham (“Perry Mason”), Brian Geraghty (“Big Sky”), Darby Camp (“Clifford, O Gigante Cão Vermelho”), Nat Faxon (“The Conners”) e Patton Oswalt (“A.P. Bio”). ANOS INCRÍVEIS | DISNEY+ A nova série é um reboot da famosa e influentíssima “Anos Incríveis” (The Wonder Years), exibida nos anos 1980, sobre uma família de classe média dos 1960 que tinha sua típica vida suburbana recortada pelo olhar do pequeno Kevin Arnold, vivido por Fred Savage. A nova versão repete a premissa, a estrutura e a época da produção original, mas desta vez com todo o contexto histórico apresentado pelo ponto de vista de uma criança negra. O menino Elisha Williams é quem interpreta o novo protagonista, Dean, de 12 anos, que vive em Montgomery, Alabama, em 1968. E além dos intérpretes de sua família, encabeçada por Dulé Hill (“Psych” e “Suits”) e Saycon Sengbloh (“No Escuro/In the Dark”), a produção inclui o astro Don Cheadle (o Máquina de Combate da Marvel) como narrador dos episódios, dando voz à versão adulta de Dean, que conta detalhes de uma infância passada numa época extremamente racista. Um detalhe curioso é que Fred Savage, o eterno Kevin, é diretor de oito episódios e produtor executivo do reboot. Ele dirige séries desde 1999 e já contabiliza a realização de capítulos de mais de 70 atrações diferentes no currículo. Já o roteirista responsável pela adaptação é o comediante Saladin K. Patterson, que assinou episódios de “The Big Bang Theory” e “Psych”. WU-TANG: AN AMERICAN SAGA | STAR+ Demorou três anos, mas a série que conta a história do grupo de hip-hop Wu-Tang Clan finalmente chegou ao Brasil. Desenvolvida por um dos fundadores do Wu-Tang Clan, The RZA, em parceria com o roteirista Alex Tse (“Watchmen: O Filme”), a trama mostra como Bobby Diggs (o próprio The RZA) conseguiu unir uma dezena de jovens de personalidades distintas, que se encontravam divididos entre a música e o crime no começo dos anos 1990, para originar uma das histórias mais improváveis de sucesso da música popular americana. Reverenciado pela forma como juntou hip-hop e referências de kung fu em seu disco de estreia, criando um som distinto e inigualável, Wu-Tang Clan se tornou um dos grupos mais influentes do hip-hop em todos os tempos. Ao todo, a banda lançou cinco álbuns, que venderam 40 milhões de cópias em todo o mundo. Além disso, a maioria de seus integrantes também desenvolveu carreiras individuais bem-sucedidas. Junto de RZA, a série conta com a produção de outro membro do grupo, Method Man, e inclui Ghostface Killa, Inspectah Deck, Masta Killa e GZA, bem como herdeiros de Ol ‘Dirty Bastard (falecido em 2004), como consultores. Por enquanto, a Star+ disponibilizou apenas a 1ª temporada, mas a atração já exibiu seu segundo ano de produção nos EUA e encontra-se renovada para a 3ª e última leva de episódios. BETTER CALL SAUL | NETFLIX O lançamento dos dois primeiros capítulos inaugura oficialmente o início do fim, também conhecido como primeira parte da 6ª e última temporada de “Better Call Saul”. Estruturado como um interminável flashback, o spin-off de “Breaking Bad” vem contando desde 2015 como o advogado idealista Jimmy McGill se transformou no inescrupuloso vigarista que batiza a atração: Saul Goodman. E a produção fez o público aguardar cinco temporadas para chegar no ponto mais esperado, quando a trama se cruza com os eventos de “Breaking Bad”, trazendo de volta Walter White (Bryan Cranston) e Jesse Pinkman (Aaron Paul) para conduzir a trama aos eventos fatídicos que levaram o personagem vivido por Bob Odenkirk a perder carreira e fortuna ao final da série original. Vale lembrar que o primeiro episódio de “Better Call Saul” iniciava bem depois dos eventos de “Breaking Bad”, e há grande expectativa para ver em que condições Jimmy/Saul se tornou um dos poucos sobreviventes da trama criminal. HEARTSTOPPER | NETFLIX A adaptação dos quadrinhos homônimos de Alice Oseman sobre dois garotos apaixonados virou uma comédia romântica light, onde tudo dá certo e praticamente inexistem traumas. Uma produção cor-de-rosa, que transmite conforto e ternura como a primeira série adolescente de temática gay produzida pela Netflix. A trama gira em torno de dois adolescentes britânicos: Charlie (vivido pelo estreante Joe Locke), um jovem abertamente gay e muito intenso, e Nick (Kit Connor, de “Rocketman”), um jogador de rúgbi atlético e de coração mole, que um dia são forçados a sentar juntos na classe e rapidamente se tornam amigos. Mas logo Charlie se vê profundamente apaixonado por Nick, embora não ache que tenha uma chance. Só que Nick está mais interessado em Charlie do que qualquer um dos dois imagina – e isto pode lhes custar suas amizades ou se transformar no primeiro amor de suas vidas. A história foi originalmente lançado em 2015 como quadrinhos na web, antes de ser posteriormente publicado pela divisão infantil da editora Hachette numa coleção de graphic novels. Mas, curiosamente, os personagens já existiam antes dos quadrinhos, introduzidos no primeiro romance de Alice Oseman, “Solitaire”, publicado em 2014 quando ela tinha 17 anos. A trama de “Heartstopper”, na verdade, serve de prólogo para “Solitaire”. A série é escrita pela própria Oseman e tem direção de Euros Lyn, que já assinou episódios de séries como “Doctor Who”, “Torchwood”, “Demolidor” e “His Dark Materials”. THE FLIGHT ATTENDANT | HBO MAX A comissária de bordo vivida por Kaley Cuoco (a Penny de “The Big Bang Theory”) retorna na 2ª temporada como uma agente secreta da CIA e logo se vê inadvertidamente envolvida em nova intriga internacional cheia de reviravoltas, com direito a uma rival que tem exatamente a sua cara. O enredo explora a possibilidade desta doppelgänger ser uma alucinação causada pela sobriedade forçada da protagonista, mas também é uma citação hitchockiana dos produtores – assim como a loira que sabe demais. Inspirada no livro homônimo de Chris Bohjalian, a série foi desenvolvida pelo roteirista Steve Yockey (“Supernatural”) e a produção está a cargo da própria atriz principal, via sua empresa Yes Norman, em parceria com o ubíquo Greg Berlanti (“The Flash”, “Riverdale”, etc), o produtor com mais séries exibidas simultaneamente nos EUA. Entre as novidades do segundo ano, destaca-se a participação da atriz Sharon Stone (“Instinto Selvagem”) como a mãe de Cuoco. BARRY | HBO MAX A primeira série estrelada por Bill Hader – depois de oito temporadas no programa humorístico “Saturday Night Live” – gira em torno de um ex-militar que trabalha como assassino de aluguel no Meio-Oeste americano. Bem sucedido, mas não apaixonado por sua linha de trabalho, ele descobre que pode ser bom em outra coisa ao viajar até Los Angeles para um “serviço” e se deparar com uma comunidade de teatro amador, encantando-se com as possibilidades da atuação. O problema é que seu passado não quer lhe dar uma chance de mudar de vida e a 3ª temporada, que estreia no domingo (24/4), sofre uma guinada dramática após a vida dupla do protagonista ser colocada em cheque. Bastante sombrios, os novos capítulos trazem Barry ponderando se mata seu professor de teatro (Henry Winkler), que também virou seu melhor amigo, para preservar seu segredo e garantir sua vida atual. Hader criou “Barry” em parceria com Alec Berg (roteirista de “Silicon Valley”) e a atração lhe rendeu dois prêmios consecutivos de Melhor Ator de Comédia no Emmy Awards, além de um prêmio de Melhor Coadjuvante para Henry Winkler. SISSI | GLOBOPLAY A produção alemã conta a história da Imperatriz da Áustria, que é adorada nos países de língua alemã – e na Hungria – tanto pela modernidade de seu reinado como pelo status de heroína romântica forjado numa trilogia cinematográfica de enorme sucesso nos anos 1950, que catapultou a atriz Romy Schneider ao estrelato mundial. Mas a nova Sissi é bem diferente dos “filmes de princesa”. A série não é açucarada nem indicada para crianças, traz cenas picantes e apresenta os personagens sem a mesma pureza. A versão interpretada por Dominique Devenport chega a ser teimosa e até egoísta. Ao conhecer o mulherengo Imperador Frans Jozef (Jannik Schümann), já sabe que ele pretende se casar com sua irmã Helena (Pauline Rénevier), mas isso não a impede de ir atrás dele até conquistá-lo… com 16 anos de idade. THE FIRST LADY | PARAMOUNT+ A minissérie conta a história de três primeiras-damas dos Estados Unidos com interpretação de atrizes famosas. Viola Davis (“O Esquadrão Suicida”) vive Michelle Obama, Gillian Anderson (“The Crown”) interpreta Eleanor Roosevelt e Michelle Pfeiffer (“Homem-Formiga e a Vespa”) é Betty Ford. Mas, apesar do talento envolvido, a criação do roteirista Aaron Cooley (“Melhor. Pior. Finde. De. Todos.”) é a opção mais fraca da semana. Com falta de foco, os episódios são apanhados de situações trazidos à tela de forma superficial e sem desenvolvimento dramático. Para o público internacional, ainda há ausência de contexto em detalhes da política americana. Mesmo com direção da dinamarquesa Susanne Bier, que já venceu o Oscar de Melhor Filme...
Buzz Lightyear vai ao “infinito e além” em novo trailer
A Pixar divulgou um novo pôster e o terceiro trailer de “Lightyear”, animação derivada da franquia “Toy Story”. A prévia explica a premissa do filme, mostrando o famoso astronauta catapultado para o futuro e enfrentando pela primeira vez o vilão Zurg. A esta altura, fãs de “Toy Story” já perceberam que a nova produção é muito distinta do desenho original. Na trama, o personagem não é um boneco, mas um astronauta de verdade, que embarca numa aventura sci-fi legítima ao “infinito e além”. O tom tampouco é infantil – como se pode perceber, inclusive, por uma das piadas da prévia. O personagem também mudou seu design e até sua voz. Dublador oficial de Buzz Lightyear em “Toy Story”, Tim Allen deu lugar a Chris Evans, o Capitão América do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Uma curiosidade sobre os dois é que ambos fazem aniversário no mesmo dia. A direção é de Angus MacLane, animador da Pixar que co-dirigiu “Procurando Dory” e também já trabalhou com “Toy Story” – assinou dois curtas da franquia e animou “Toy Story 3”. A estreia está marcada para 16 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Andy Serkis vai dirigir versão animada de “A Revolução dos Bichos”
O ator e cineasta Andy Serkis está desenvolvendo uma versão animada por computador de “A Revolução dos Bichos”, clássico literário de George Orwell. “A jornada desafiadora para trazer essa história extraordinária para a tela foi finalmente recompensada pela oportunidade de fazer parceria com a equipe brilhante da Aniventure e Cinesite”, declarou Serkis em comunicado, anunciando a produção e os estúdios responsáveis pela animação. “Juntos, esperamos fazer nossa versão da obra-prima sempre relevante de Orwell, emocionalmente poderosa, bem-humorada e acessível para todas as idades. Um conto não apenas para os nossos tempos, mas para as gerações futuras.” O diretor de “Venom: Tempo de Carnificina” vai trabalhar com o roteirista Nick Stoller (“Os Muppets”) na produção, enquanto os efeitos visuais ficarão a cargo da Cinesite (“Riverdance: Uma Aventura Dançante”). Publicada originalmente em 1945 como crítica ao comunismo stalinista, “A Revolução dos Bichos” conta como porcos convencem os bichos de uma fazenda a se rebelarem contra o fazendeiro humano, apenas para assumirem seu lugar como novos mestres tiranos. A obra já teve muitas adaptações audiovisuais ao longo dos anos. As mais famosas são uma animação de 1954 e um filme híbrido com animais lançado em 1999. Ainda não há previsão de estreia para a versão de Andy Serkis.
“Love, Death + Robots” volta em maio com sua 3ª temporada. Veja o teaser
A Netflix divulgou fotos, o teaser e a data de estreia da 3ª temporada de “Love, Death + Robots”. Vencedora de cinco Emmys e quatro Annies, “Love, Death & Robots” é uma série de animação adulta com formato de antologia e temática sci-fi, desenvolvida pelos cineastas Tim Miller (“Deadpool”) e David Fincher (“Clube da Luta”). A atração se diferencia pela abordagem extrema que dá aos três itens de seu título (amor, morte e robôs) e pelo visual refinadíssimo de cada capítulo. Os novos episódios estreiam em 20 de maio. pic.twitter.com/oSUSNBvw8z — netflixbrasil (@NetflixBrasil) April 19, 2022
Séries “Big Mouth” e “Recursos Humanos” são renovadas
A Netflix anunciou a renovação de “Big Mouth” para a 7ª temporada e de seu spin-off, “Recursos Humanos”, para a 2ª temporada. O detalhe é que a 6ª temporada da animação original ainda não estreou e nem tem data definida de lançamento, apenas uma expectativa de que aparecerá ainda em 2022. A 5ª temporada chegou ao streaming no ano passado, introduzindo os insetos do amor e as larvas do ódio, criaturas que podem mudar rapidamente entre seus dois estados e afetar os adolescentes da trama. A criatividade dos monstros hormonais foi o que rendeu o spin-off da série, “Recursos Humanos”, que estreou em março, focando-se especificamente nessas criaturas. As renovações antecipadas ajudam a equipe criativa por trás dos dois programas a não se dispersar, concentrando esforços na produção. “Big Mouth” foi criada por Nick Kroll (criador do “Kroll Show”), Andrew Goldberg (roteirista de “Uma Família da Pesada/Family Guy”) e Jennifer Flackett (roteirista de “O Projeto Adam”), e, apesar de apresentar monstros, gira em torno de sexo, hormônios e genitália, acompanhando pré-adolescentes que só pensam nisso, ao passar pelas mudanças físicas da puberdade. O elenco de dubladores originais inclui John Mulaney (série “Mulaney”), Maya Rudolph (série “Up All Night”), Jason Mantzoukas (“Como Ser Solteira”), Jordan Peele (humorístico “Key and Peele”), Fred Armisen (humorístico “Portlandia”) e Jenny Slate (a voz da Arlequina em “Lego Batman: O Filme”). Já “Recursos Humanos” foi criada por Jennifer Flackett, Andrew Goldberg e Kelly Galuska (produtora-roteirista de “Big Mouth”) e seu elenco ampliado de vozes inclui, além das vozes de “Big Mouth”, os talentos vocais de Hugh Jackman (“Logan”), Rosie Perez (“Aves de Rapina”) e Randall Park (“WandaVision”).
Amazon inícia dublagens da 2ª temporada de “Invencível”
A Amazon Prime Video divulgou um vídeo nas redes sociais para avisar que as gravações da dublagem da 2ª temporada de “Invencível” (Invencible) já começaram. O post traz o ator Steven Yeun (“Minari”) se preparando para gravar as novas falas de seu personagem, o protagonista da série, Mark Grayson. A animação adulta adapta os quadrinhos homônimos de Robert Kirkman (o autor de “The Walking Dead”), que abordam o universo dos super-heróis com um olhar sombrio. A trama acompanha Mark Grayson, um jovem aparentemente comum, exceto pelo fato de ser filho do super-herói mais poderoso do planeta, Omni-Man. Durante toda a vida, ele acreditou que seu pai era um alienígena benevolente, vindo do espaço para proteger a Terra, e que havia herdado seus poderes para continuar esse legado. Até o dia em que é convidado a se juntar ao pai em sua verdadeira missão: dominar o mundo. O detalhe é que esta evolução narrativa é acompanhada por uma mudança radical de tom, refletida pela troca do humor leve dos primeiros episódios por uma abordagem ultraviolenta pesadíssima – que nos quadrinhos originais é ainda pior. O elenco de dubladores reúne diversos intérpretes “clássicos” de “The Walking Dead”, a começar pelo próprio Steven Yeun (o Glenn). Além dele, o elenco de vozes originais ainda inclui Lauren Cohan (a Maggie), Lennie James (Morgan), Khary Payton (Ezekiel), Ross Marquand (Aaron), Sonequa Martin-Green (Sasha), Michael Cudlitz (Abraham) e Chad Coleman (Tyreese). A produção também conta com dublagens de JK Simmons (vencedor do Oscar por “Whiplash”) como Omni-Man e Sandra Oh (vencedora do Globo de Ouro por “Grey’s Anatomy” e “Killing Eve”) como a mãe do protagonista, sem esquecer de Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Walton Goggins (“Tomb Raider”), Mark Hamill (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), Gillian Jacobs (“Community”) e Seth Rogen (“Vizinhos”), entre outros. Um elenco impressionante que mais que justifica a opção por assistir aos episódios no idioma original. This is not a drill. @steveyeunpic.twitter.com/XeZhFuFxXE — Prime Video (@PrimeVideo) April 15, 2022
Astro de “Riverdale” vai estrelar filme dos Super Gêmeos
A HBO Max encontrou seus Super Gêmeos. A produção, baseada nos personagens da DC Comics, será estrelada por KJ Apa (o Archie de “Riverdale”) e Isabel May (a Elsa de “1883”). Eles vão viver Zan e Jayna, que, apesar de aparecerem ao lado de Batman, Superman e outros heróis da DC, na verdade foram criados pela produtora de desenhos animados Hanna-Barbera, como alívio cômico da segunda configuração da popular série “Superamigos” – versão da Liga da Justiça produzida para a TV nos anos 1970. Os personagens foram introduzidos em 1977 em substituição a outros coadjuvantes dos “Superamigos”, os adolescentes sem poderes Wendy e Marvin e seu cachorro. E também ganharam um pet como companhia: Gleek, um macaco azul trapalhão. Jayna tem a habilidade de se transformar em qualquer animal (terrestre, alienígena, extinto ou mitológico), enquanto Zan pode virar água na forma sólida, líquida ou gasosa. O detalhe é que eles só podem mudar de forma após suas mãos entrarem em contato, quando gritam seu famoso bordão: “Super Gêmeos, ativar!”. Foi só após fazer a estreia no desenho que os gêmeos ganharam sua própria revista em quadrinhos. Também participaram de outras produções animadas da DC, como “Jovens Titãs em Ação”, e estrearam em live-action em um episódio de “Smallville”. Além disso, o final do crossover televisivo “Crise nas Infinitas Terras”, que introduziu a Sala da Justiça e a versão dos Superamigos do Arrowverso, fez uma referência a Gleek. As filmagens dos Super Gêmeos (Wonder Twins, em inglês) vão marcar a estreia do roteirista Adam Sztykiel como diretor. Ele já escreveu o roteiro de uma adaptação da Hanna Barbera, a animação “Scooby: O Filme” (2020), e assina o vindouro longa da DC Comics “Adão Negro”, que estreia em outubro nos cinemas. Lembre abaixo como eram os personagens na antiga série animada, com a dublagem nacional original.
10 séries que estreiam em streaming
A lista de séries da semana tem diversão para todos os gostos, desde fantasia feminista até ação violenta masculina. Há também duas produções brasileiras, resultado da competição de plataformas rivais tentando aumentar sua influência no mercado nacional. E até a despedida de um estúdio de cinema indicado ao Oscar, com uma atração animada baseada em seu icônico mascote. Confira a seguir as 10 principais séries que chegam ao streaming, com informações e trailers de cada uma delas. ROAR | APPLE TV+ Antologia de fábulas sombrias e cômicas, “Roar” é um “Além da Imaginação” feminista, com oito episódios de meia hora que trazem narrativas, elencos e pontos de vista diferentes, sempre lidando com experiências bizarras de personagens distintos. Um dos capítulos, por exemplo, traz Nicole Kidman (“Big Little Lies”) como uma mulher que come fotografias. Em outro, Issa Rae (“Insecure”) é uma escritora que começa a desaparecer. A iniciativa da produção partiu das criadoras de “GLOW”, Liz Flahive e Carly Mensch, inspiradas pelo livro de mesmo nome de Cecelia Ahern. Além de estrelar, Nicole Kidman também é uma das produtoras do projeto, que ainda destaca em seu elenco Cynthia Erivo (“The Outsider”), Merritt Wever (“Inacreditável”), Fivel Stewart (“Atypical”), Betty Gilpin e Alison Brie (ambas de “GLOW”). OUTER RANGE | AMAZON PRIME VIDEO Parte “Yellowstone” e parte “Twin Peaks”, o neo-western fantasioso traz Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Ultimato”) como um fazendeiro de Wyoming “lutando por sua terra e família”. Mas ao mesmo tempo em que enfrenta um rival (Will Patton, de “Yellowstone”) interessado em sua fazenda, uma mulher desconhecida (Imogen Poots, de “Natal Sangrento”) chega no local em busca de sinais misteriosos e um buraco negro, aparentemente sem fundo, abre-se na propriedade. Criada pelo estreante Brian Watkins, a série tem produção da Plan B, produtora de Brad Pitt, e conta com a cineasta Amy Seimetz (“Vou Morrer Amanhã”) entre seus diretores. O bom elenco ainda inclui Lili Taylor (“Perry Mason”), Tamara Podemski (“Coroner”), Lewis Pullman (“Top Gun: Maverick”) e Tom Pelphrey (“Ozark”). A RETALIAÇÃO | GLOBOPLAY O novo hit criminal israelense foi criado por Rotem Shamir e Yuval Yefet, respectivamente diretor e roteirista do fenômeno “Fauda”. Passada há 15 anos na costa dourada de Israel e inspirada em eventos reais, a trama traz Tsahi Halevi (o Naor de “Fauda”) como um detetive de polícia idealista e moralmente inabalável, que deixa para trás uma carreira de sucesso para voltar para sua cidade natal. Só que, ao chegar, encontra uma comunidade dominada por um senhor do crime e logo percebe que a única maneira de derrubar o criminoso é se tornar pior que ele. Maior sucesso de audiência da TV israelense dos últimos sete anos, já se encontra renovada para sua 2ª temporada. ANATOMIA DE UM ESCÂNDALO | NETFLIX A minissérie de suspense dramático produzida por David E. Kelley repete o clima de “The Undoing”, mergulhando numa família da elite britânica que se vê abalada por um escândalo, no qual a verdade se perde entre a justiça e o privilégio. A trama é baseada num best-seller de Sarah Vaughn e acompanha o impacto de uma acusação de estupro contra um membro do Parlamento britânico, levada adiante por uma advogada sem medo de abalar o poder político do Reino Unido, muito menos receio de destruir um casamento e a estima pessoal de uma família poderosa. Apesar de muitas reviravoltas e um elenco afinado, encabeçado por Rupert Friend (“Homeland”), Sienna Miller (“Sniper Americano”), Naomi Scott (“As Panteras”) e Michelle Dockery (“Downton Abbey”), foi considerada a mais fraca criação recente de Kelley, autor também de “Big Little Lies”, “Nove Desconhecidos” e “Big Sky”. SENTENÇA | AMAZON PRIME VIDEO Camila Morgado (“Bom Dia, Verônica”) vive uma advogada criminalista no mais novo thriller brasileiro. Acreditando que todos têm direito à defesa, por pior que tenha sido o crime cometido, ela assume um caso que chocou o país, de uma mulher que incendiou um policial. Mas isso a coloca no meio de uma disputa entre o líder da maior facção criminosa do Brasil e pessoas misteriosas que o querem morto. Criada por Paula Knudsen (“Spectros”) e dirigida por Marina Meliande (“A Alegria”) e a argentina Anahí Berneri (“Alanis”), a minissérie de seis episódios ainda traz Fernando Alves Pinto (“Vou Nadar Até Você”), Lena Roque (“Quanto Vale Ou É Por Quilo?”), Rui Ricardo Diaz (“Impuros”), Heloisa Jorge (“Sob Pressão”), Lourinelson Vladmir (“Insânia”), Samya Pascotto (“Amarração do Amor”), Pedro Caetano (“Sem Fôlego”), Lucinha Lins (“O Rico e Lázaro”), Arthur Kohl (“O Mecanismo”) e Bárbara Colen (“Bacurau”) em seu elenco. A SOGRA QUE TE PARIU | NETFLIX A sitcom brasileira criada e estrelada por Rodrigo Sant’anna evoca o clima de “Sai de Baixo”, com encenação teatral e risinhos da plateia – presentes até quando as piadas não tem graça. Novamente em papel feminino, após a Valéria do “Zorra Total” e a Graça do “Tô de Graça”, o humorista vive a Dona Isadir, que durante a pandemia se muda para a mansão do filho Carlos (Rafael Zulu), na Barra da Tijuca, e cria vários atritos com a nora Alice (Lidi Lisboa). Mas suas trapalhadas também divertem os netos (Pedro Ottoni e Bárbara Sut) e a emprega Marinez (Daniela Fontan), que trabalha há anos para a família. Importante destacar que o elenco é todo negro, algo ainda muito raro de se ver numa produção brasileira. VOTE JUAN | HBO MAX A comédia espanhola chega em suas três temporadas completas, contando a ascensão de um político ambicioso e sem caráter, vivido por Javier Cámara (de “Truman” e “Os Amantes Passageiros”). Ex-prefeito do interior transformado em ministro da Agricultura, ele cisma em concorrer ao cargo de presidente da Espanha e, em meio a uma sucessão de trapalhadas, o plano vai ganhando força. Com humor politicamente incorreto, a série criada por Diego San José (“Super Lopez”) lembra um pouco “Veep” em sua caricatura da política eleitoral. LEGENDS OF TOMORROW | NETFLIX Em uma de suas melhores temporadas, os heróis que viajam no tempo vão parar na era do jazz, são perseguidos por Elliott Ness, tentam impedir a 1ª Guerra Mundial e o desastre nuclear de Chernobyl, enfrentam cópias robóticas de si mesmos, conhecem o inventor da viagem no tempo e comemoram a produção de seu 100º episódio com a participação especial do elenco da temporada inaugural. Entretanto, o sétimo ano da produção também marcou as despedidas de mais dois personagens, John Constantine (Matt Ryan) e Nick Zano (Nate Heywood), e foi encerrado com a estreia de Booster Gold (Donald Faison) num cliffhanger que está matando os fãs de suspense, já que a próxima temporada ainda não foi confirmada. ULTRAMAN | NETFLIX Continuação da série clássica Tokusatsu dos anos 1960, o novo “Ultraman” foi desenvolvido pela Production I.G., produtora de “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”, em parceria com a Sola Digital Arts, de “Appleseed Alpha”. São duas escolas bem diferentes de animação, que se combinam com uma junção de computação gráfica e desenho tradicional, sob a direção de Kenji Kamiyama (de “Cyborg 009”) e Shinji Aramaki (de “Appleseed Alpha”). Em sua 2ª temporada, a atração junta várias gerações de heróis para enfrentar alienígenas que ameaçam extinguir a vida da Terra. A ERA DO GELO: AS AVENTURAS DO SCRAT | DISNEY+ A série animada estrelada pelo personagem Scrat, da franquia animada “A Era do Gelo”, introduz Baby Scrat, o filho adotivo do famoso esquilo pré-histórico, que apesar do amor compartilhado entra na disputa com o “pai” pela sonhada noz. Mas seu tom é de despedida. Com apenas seis episódios curtos, a única série derivada dos filmes de Chris Wedge e Carlos Saldanha marca a despedida do estúdio Blue Sky, criador de “A Era do Gelo”, “Rio” e “O Touro Ferdinando”, que foi extinto pela Disney em consequência da aquisição da 20th Century Fox. “As Aventuras de Scrat” foi sua última produção completada.
Billie Eilish vai estrelar especial de “Os Simpsons”
A cantora Billie Eilish anunciou nas redes sociais que vai participar de um novo especial de “Os Simpsons”, que será lançado na Disney+ no dia 22 de abril. Ela compartilhou o pôster da produção, em que aparece em sua versão animada, ao lado de Lisa Simpson. Concebido como uma história completa, o especial não faz parte da 33ª temporada da série animada. Intitulado “When Billie Met Lisa”, vai contar como o talento de Lisa Simpson é descoberto por Billie e seu irmão, Finneas O’Connell, ao procurar um local para praticar seu saxofone. Por conta disso, Billie convida Lisa para uma sessão em seu estúdio que ela jamais vai se esquecer. “When Billie Met Lisa” é o quarto especial de “Os Simpsons” produzido para a Disney+. O primeiro foi “Maggie Simpson in The Force Awakens From Its Nap”, inspirado em “Star Wars”, seguido por “The Good, The Bart, And The Loki”, com o vilão da Marvel Loki, e “The Simpsons in Plusaversary”, uma celebração da plataforma digital. Billie is guest starring in @TheSimpsons: “When Billie Met Lisa”, the new short streaming April 22 on @disneyplus. pic.twitter.com/baLe70Gxad — billie eilish (@billieeilish) April 14, 2022
Novo anime do diretor de “Your Name” ganha primeiro teaser
A Toho divulgou dois pôsteres e o teaser do novo filme de Makoto Shinkai, diretor de alguns dos animes mais famosos dos últimos tempos, como “Your Name” (2016) e “O Tempo com Você” (2019). Intitulada em inglês “Suzume’s Door-Locking” (Suzume no Tojimari), a animação escrita e dirigida por Shinkai acompanha a adolescente Suzume, que encontra uma porta mágica em meio a ruínas em sua pequena cidade no Japão. Ao tentar passar por ela, Suzume percebe que outros portais semelhantes por todo o país também se abrem, causando destruição ao seu redor. É quando ela decide desfazer seu erro e partir para fechar todas as portas, buscando desvendar o mistério por trás delas. Em comunicado sobre a produção, Shinkai apontou que a trama é uma metáfora. “Precisamos pensar em como fechar as muitas portas que deixamos abertas em nossas vidas”, mencionou. A estreia está marcada para 11 de novembro no Japão e ainda não há previsão de lançamento nos demais países.












