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  • Série

    “The Goldbergs” exibirá último episódio de George Segal com homenagem ao ator

    2 de abril de 2021 /

    A rede ABC pretende fazer uma homenagem ao ator George Segal durante a exibição do próximo episódio da série “The Goldbergs”. O capítulo que vai ao ar na quarta-feira (7/4), nos EUA, foi o último gravado pelo antes de falecer, em 23 de março passado. Nos últimos oito anos, Segal participou regularmente de “The Goldbergs”, série de comédia ambientada nos anos 1980, como Albert “Pops” Solomon, o avô do protagonista e grande coração da família Goldberg. De longa carreira, ele começou a se destacar nos anos 1960 em papéis extremamente dramáticos, mas acabou estourando com comédias na década seguinte e nunca mais parou de fazer graça. Na TV, além de “The Goldbergs”, seu outro grande papel foi como o dono da revista de moda em que se passava a bem-sucedida sitcom “Just Shoot Me!” (1997-2003). A exibição do episódio póstumo será acompanhada por um tributo da ABC e da Sony Pictures Television ao veterano, que morreu de complicações decorrentes de uma cirurgia de ponte de safena. Ele tinha 87 anos. Ao saber da morte do colega, o elenco de The Goldbergs e a equipe celebraram o ator em uma declaração conjunta. “Em nome de todos de ‘The Goldbergs’, estamos arrasados ​​com a perda de nosso querido amigo George”, disseram o elenco e a equipe técnica. “Ele era gentil, doce, além de talentoso e engraçado. George foi o verdadeiro epítome da classe e ele tocou todas as nossas vidas profundamente. Foi uma honra e um privilégio tê-lo como colega e amigo todos esses anos. Não é surpresa para nenhum de nós que o conhecemos tão bem que ele é um verdadeiro tesouro nacional. Ele fará falta para todos. Pops, vamos sentir falta do seu banjo e da sua risada contagiante. Descanse em paz.” Para divulgar o capítulo, a ABC vai transmitir teasers destacando Segal. Veja uma prévia abaixo.

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    Don Cheadle será o narrador da nova versão de “Anos Incríveis”

    26 de março de 2021 /

    O reboot da série clássica “Anos Incríveis” (Wonder Years) encontrou seu narrador. Don Cheadle (o Máquina de Combate da Marvel) interpretará a versão adulta do protagonista, que será ouvida comentando detalhes de sua infância ao longo dos episódios. Elisha “EJ” Williams interpreta o Dean de 12 anos na nova versão da série, que vai se centrar em uma família negra em Montgomery, Alabama, em 1968. O menino atualmente dubla o cão Bingo no desenho animado “Puppy Dog Pals” da Disney Junior e já apareceu nas séries “Henry Danger” e “Força Danger”, da Nickelodeon. Os atores Dulé Hill (“Psych” e “Suits”) e Saycon Sengbloh (“No Escuro/In the Dark”) também estão no elenco com os pais do garoto. O seriado original girava em torno de uma família de classe média dos 1960, que tinha sua típica vida suburbana recortada pelo olhar do pequeno Kevin Arnold, vivido por Fred Savage. Os episódios eram narrados por sua versão adulta, interpretada pelo ator Daniel Stern. Fenômeno de audiência, a série original rendeu seis temporadas, exibidas entre 1988 e 1993, que se tornaram referência para muitas produções que se seguiram, com seu formato imitado por várias séries de sucesso nos últimos anos, como “Todos Odeiam o Cris”, “Os Goldbergs” e “Young Sheldon”. Um detalhe curioso é que Fred Savage, o eterno Kevin, será diretor e produtor executivo do reboot. Ele dirige séries desde 1999 e já contabiliza a realização de capítulos de mais de 70 atrações diferentes no currículo. A nova versão vai partir da mesma premissa da série original, acompanhando dramas familiares nos anos 1960, mas desta vez com todo o contexto histórico apresentado pelo ponto de vista de uma criança negra. O roteirista encarregado do reboot é o comediante Saladin K. Patterson, que assinou episódios de “The Big Bang Theory” e “Psych”. Por enquanto, apenas o piloto foi encomendado pela rede ABC. O episódio de teste precisa ser aprovado para a série ser oficializada.

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    Nicole Richie pode voltar a estrelar série de comédia

    18 de março de 2021 /

    A atriz e celebridade pioneira de reality shows Nicole Richie ensaia voltar a atuar numa série. Ela entrou no elenco do piloto de comédia “Bucktown”. Desenvolvido para a rede ABC, o projeto é criação da roteirista Emily Wilson e conta com produção da atriz Sara Gilbert e Tom Werner, todos de “The Connors”. O piloto vai acompanhar Amy, uma mulher que é abandonada pelo namorado e expulsa de seu apartamento na véspera de conseguir uma grande promoção no emprego. Ela volta a morar com sua mãe no bairro de operários onde cresceu, reconectando-se com sua sobrinha adolescente – que também está morando lá devido à última passagem da irmã de Amy pela reabilitação – e decide ficar depois de perceber que sua mãe e sobrinha não estão prontos para viverem sozinhas. A filha do cantor Lionel Richie fará o papel de Jan, a chefe de Amy. Uma força egocêntrica que tende a sugar toda a energia de uma sala, Jan é muito profissional – exceto na parceria extremamente pouco profissional com seu marido, Finn. Shannon Woodward (a cientista Elsie Hughes em “Westworld”) tem o papel principal, como Amy. Se o piloto for aprovado, “Bucktown” marcará a volta de Richie para a TV aberta após estrelar “Great News”, cancelada em 2018 na NBC, após duas temporadas. Desde então, ela estrelou e produziu “Nikki Fre$h” na pouco duradoura plataforma Quibi, no ano passado.

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    Reboot de “Anos Incríveis” com família negra define novo “Kevin”

    16 de março de 2021 /

    O reboot da série clássica dos anos 1980 “Anos Incríveis” (Wonder Years) definiu seu novo protagonista. E quem contou a novidade foi ninguém menos que o astro original da atração. Um vídeo da produção da rede ABC registrou o momento em que Fred Savage contou ao jovem Elisha “EJ” Williams que ele tinha sido escolhido para viver o novo Kevin. Ou melhor, Dean, como vai se chamar seu personagem. O seriado original girava em torno de uma família de classe média dos 1960, que tinha sua típica vida suburbana recortada pelo olhar do pequeno Kevin Arnold, vivido por Savage. Fenômeno de audiência, a série rendeu seis temporadas, exibidas entre 1988 e 1993. A nova versão vai partir da mesma premissa, acompanhando dramas familiares nos anos 1960, mas desta vez com todo o contexto histórico apresentado pelo ponto de vista de uma criança negra. O roteirista encarregado do reboot é o comediante Saladin K. Patterson, que assinou episódios de “The Big Bang Theory” e “Psych”, e também apareceu no vídeo para felicitar o jovem Elisha Williams. O menino atualmente dubla o cão Bingo no desenho animado “Puppy Dog Pals” da Disney Junior e já apareceu nas séries “Henry Danger” e “Força Danger”, da Nickelodeon. A atriz Saycon Sengbloh (“No Escuro/In the Dark”) também está definida no elenco, como a matriarca da família. Um detalhe curioso é que Fred Savage, o eterno Kevin, será diretor e produtor executivo do reboot. Ele dirige séries desde 1999 e já contabiliza a realização de capítulos de mais de 70 atrações diferentes no currículo. Não é a primeira vez que uma série clássica inspira reboot com mudança racial. “Um Dia de Cada Vez” (One Day at a Time) e “O Quinteto” (Party of Five) já tinham substituídos personagens brancos originais por elencos latinos. Ambas foram canceladas devido à baixa audiência.

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    Grey’s Anatomy mata personagem importante

    12 de março de 2021 /

    Depois de uma pausa de pouco mais de dois meses, “Grey’s Anatomy” voltou ao ar na noite de quinta-feira (11/3) nos Estados Unidos e logo de cara… spoiler. Leia abaixo por sua conta e risco. Mas a informação pode atrapalhar o prazer de assistir a série na TV, exibida com atraso no Brasil pelo canal pago Sony. O último episódio antes da pausa só irá ao ar na terça que vem (16/3). A midseason da 17ª temporada começou com a morte de um personagem do elenco fixo, muito querido pelos fãs. Introduzido em 2015, na 11ª temporada, o dr. Andrew deLuca (Giacomo Gianniotti) não resistiu ao ser esfaqueado enquanto tentava denunciar uma operação de tráfico sexual. O médico morreu na mesa de cirurgia após os colegas tentarem salvá-lo dos ferimentos. Em suas redes sociais, Giacomo Gianniotti agradeceu aos fãs pelo apoio durante os seis anos e 126 episódios em que apareceu em “Grey’s Anatomy”. “Tanto que eu poderia dizer, mas tudo o que vem à mente é ‘obrigado’. Obrigado a todos os fãs que amaram DeLuca tanto quanto eu amei. Contar a história dele foi e será uma das maiores honras da minha vida. Obrigado”, declarou. Após a exibição do episódio, a showrunner Krista Vernoff também foi ao Twitter prometer que os fãs ainda verão o personagem de novo — em flashbacks ou sonhos, como já aconteceu com outros membros do elenco que morreram na série. “Giacomo permanece um integrante da nossa família, não só em perpetuidade, como também ainda nesta temporada. Vocês o verão novamente, como ator e como diretor. Esta era a história que precisávamos contar [sobre DeLuca]. Às vezes, nós roteiristas ficamos tão em luto pelos personagens quanto vocês”, ela contou. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, Vernoff acrescentou que a morte não foi planejada. A história fez parte de um crossover entre “Grey’s Anatomy” e seu spin-off, “Station 19”, e originalmente não deveria incluir nenhuma fatalidade. “Não havia uma decisão sobre matar o personagem e uma discussão sobre como faríamos isso. Havia uma ideia na minha cabeça de DeLuca seguindo a traficante fora do hospital, passeando pela cidade, se recusando a parar e, depois, levando um soco no estômago por algum companheiro dela”, explicou Krista. “Você pensa que ele levou um soco, mas percebe que ele foi esfaqueado. Depois vamos para ‘Grey’s Anatomy’ e sua visita a Meredith (Ellen Pompeo) na praia. Toda a sequência veio na minha mente e eu percebi: ‘Meu Deus, nós estamos matando DeLuca?’ Foi isso o que aconteceu. Ninguém queria matar DeLuca. Eu não queria matar DeLuca!”, acrescentou. “Nós queríamos honrar o fato de que não sentimos que tínhamos encerrado o arco do tráfico sexual e essa era a nossa história”, esclareceu. Na semana passada, a showrunner também revelou que a atual temporada pode ser a última da série.

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    Grey’s Anatomy pode acabar na atual temporada

    10 de março de 2021 /

    A showrunner de “Grey’s Anatomy”, Krista Vernoff, revelou ao site da revista americana The Hollywood Reporter, que o final da atual temporada de “Grey’s Anatomy” pode encerrar a série. “Estou planejando um desfecho que pode funcionar como um final de temporada ou final de série”, disse Vernoff na terça-feira (9/3). “Estou planejando para as duas possibilidades, o que é difícil e não é o ideal. Não é onde eu gostaria que estivéssemos”, acrescentou. O destino da série estaria nas mãos da atriz Ellen Pompeo. A atual temporada é a última do contrato assinado pela intérprete de Meredith Grey no final de 2017, que a tornou a atriz mais bem-paga da TV. A renovação para que ela continue à frente da série está sendo negociada há meses pela Disney, proprietária da rede ABC, mas esbarra num novo pedido de aumento salarial substancial da estrela. Por causa disso, a série está chegando pela primeira vez ao final de uma temporada sem saber se voltará no ano seguinte. Vernoff disse ao THR que pediu aos executivos da ABC lhe informarem o destino da série antes de começar a gravar o final da 17ª temporada. “Eu disse a eles que precisava saber antes de chegar ao final para definir o desfecho”, disse ela. “Porque há algumas linhas de diálogos que podem mudar. Tenho planos para ambas as situações. Ou haverá um encerramento ou vamos construir algo que gere um pouco de suspense e uma trama para a próxima temporada.” O drama médico criado por Shonda Rhimes está atualmente em sua 17ª temporada. E apesar dessa longevidade, continua a ser a atração mais vista da rede ABC. Além disso, a série é um fenômeno global, transmitida para todo o mundo, e rende muito dinheiro para a Disney e seus produtores (entre eles a própria Pompeo) num rico negócio de streaming com a Netflix. Além de estrelar “Grey’s Anatomy”, Pompeo também é creditada como produtora da série e de seu spin-off focado em bombeiros, “Station 19”. Os dois dramas são as últimas produções da Shondaland, empresa de Shonda Rhimes, que restam na ABC após a produtora assinar um contrato para desenvolver novas séries na Netflix – a primeira foi o fenômeno “Bridgerton”. Escolhida pessoalmente por Rhimes para comandar sozinha “Grey’s Anatomy”, Vernoff pode encontrar uma alternativa no lançamento de um novo spin-off da série. Ela confirmou que existem conversas a este respeito, mas que os desafios de gravar durante a pandemia pausaram estas discussões. “Estamos ansiosos. Eu realmente não tenho espaço criativo para imaginar o que pode acontecer no próximo ano; estou tentando passar por esta temporada. Assim que eu souber se esta é a última temporada ou não, posso começar a tentar imaginar outras coisas. Mas tentar planejar simultaneamente o fim da série e o fim da temporada é o mesmo que desenvolver dois programas diferentes”.

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    Apresentador de The Bachelor se afasta após comentários racistas

    15 de fevereiro de 2021 /

    O apresentador americano Chris Harrison, que comanda o popular reality show “The Bachelor”, anunciou que vai deixar o programa após ser criticado por fazer comentários racistas. Harrison admitiu no Instagram que errou ao defender uma concorrente do programa que teve que se desculpar por participar de uma festa temática do “Velho Sul” – a era dos Estados Unidos caracterizada por riqueza rural construída com trabalho escravo. “Ao justificar o racismo histórico, eu o defendi”, escreveu. “Tenho vergonha de como estava desinformado. Eu estava muito errado. Para a comunidade negra, para a comunidade BIPOC: sinto muito. Minhas palavras doeram”, escreveu Harrison, usando uma sigla que, em inglês, designa comunidades indígenas, negras e “pessoas de cor” em geral. À frente do reality show “The Bachelor” desde 2002, Harrison disse que depois de consultar a produtora Warner Bros. TV e a rede ABC, decidiu “se afastar por um período de tempo” de seu cargo. O reality show “The Bachelor” gera em torno da seleção de uma mulher num grupo de candidatas para virar esposa em potencial de um homem solteiro (o bachelor do título em inglês). A atual temporada conta com seu primeiro protagonista negro, e uma das concorrentes, que é branca e tida como favorita, foi criticada nas últimas semanas após o surgimento de fotos dela na festa temática racista que aconteceu em 2018. Harrison já havia se desculpado antes de decidir se afastar. Ele tomou a decisão após uma petição por sua demissão ganhar força e chegar a quase 40 mil assinaturas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Chris Harrison (@chrisbharrison)

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    Criadores de Once Upon a Time desenvolvem nova série sobre contos de fadas da Disney

    29 de janeiro de 2021 /

    Os produtores Adam Horowitz e Edward Kitsis, criadores da série “Once Upon a Time”, vão voltar a adaptar contos de fadas da Disney numa nova série da rede americana ABC. A emissora encomendou o piloto de “Epic” para a dupla. A produção é descrita como uma antologia romântica que reinventa contos de fadas para um novo público, e será focado em propriedades da Disney, exatamente como “Once Upon a Time” – que explorou Branca de Neve e outros personagens icônicos. A roteirista Brigitte Hales, que trabalhou com Kitsis e Horowitz em “Once Upon a Time”, vai escrever o roteiro do piloto e produzir junto com a dupla para o estúdio ABC Signature. A série em potencial marca o retorno de Kitsis e Horowitz ao universo das fábulas da Disney, após sete temporadas de “Once Upon a Time”, que se tornou um fenômeno global e uma fonte de renda para o estúdio. A série terminou em maio de 2018.

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  • Série

    Disney+ revela trailer da série baseada no clássico infantil Nós Somos Campeões

    28 de janeiro de 2021 /

    A plataforma Disney+ (Disney Plus) divulgou o primeiro trailer de “Virando o Jogo dos Campeões” (The Mighty Ducks: Game Changers), série baseada na trilogia cinematográfica “Nós Somos Campeões” (The Mighty Ducks). A prévia destaca o retorno do ator Emilio Estevez ao papel de Gordon Bombay, que volta para treinar mais um time inadequado de hóquei infantil. A prévia, na verdade, parece um novo filme da franquia – e não uma série. O vídeo introduz rapidamente o tema da produção, ao acompanhar a tristeza de um garoto que não é considerado bom o bastante para jogar hóquei. Mas sua mãe não aceita isso e o estimula a montar seu próprio time com outras crianças rejeitadas. É quando o acaso coloca no caminho dessa família o famoso especialista em treinar times de hóquei que desafiam as probabilidades. Além de Esteves, o elenco destaca Lauren Graham (a eterna Lorelai de “Gilmore Girl”) como a mãe e Brady Noon (o Thor de “Bons Meninos”) como seu filho. Para quem não lembra ou não viu o filme original (ou seja, a faixa etária visada pela série), “Nós Somos Campeões” foi um sucesso enorme da Disney em 1992, ao acompanhar a história de um jovem advogado (Emilio Estevez), que após ser detido por dirigir sob influência de álcool, acaba sentenciado a prestar um curioso serviço comunitário: treinar o pior time de hóquei da liga juvenil. O sucesso da produção foi tanto que o estúdio produziu mais duas continuações, em 1994 e 1996, todas com Emilio Estevez repetindo o papel de treinador. A proposta de transformar a premissa original em série partiu do roteirista dos três filmes, Steven Brill, que também assina o roteiro do primeiro episódio – dirigido por James Griffiths, da comédia “Ritmo Cubano” (2014). A estreia foi marcada para 26 de março nos EUA. Vale observar que a Disney+ ainda não disponibilizou a versão nacional do vídeo e não tem feito estreias simultâneas no Brasil de todas as suas séries.

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    Netflix elogia desempenho da Disney+ e celebra nova rivalidade

    20 de janeiro de 2021 /

    Além de celebrar uma marca histórica de assinantes mundiais, o ponto alto da apresentação de terça (20/1) da Netflix para investidores do mercado americano foi o reconhecimento da competição da Disney+ (Disney Plus). Apesar do avanço internacional da plataforma da Disney, a Netflix adicionou 8,5 milhões de assinantes no último trimestre e 37 milhões em 2020, bem acima das previsões, e com isso chegou a 203,7 milhões de assinantes mundiais. Ao mesmo tempo, a Disney+ atingiu 86,8 milhões, um crescimento recorde em apenas 14 meses, considerando seu lançamento em novembro de 2019. “É superimpressionante o que a Disney fez”, disse o fundador e co-CEO da Netflix, Reed Hastings, durante a apresentação. “E isso é ótimo. Mostra que os assinantes estão interessados ​​e dispostos a pagar mais por mais conteúdo porque estão famintos por ótimas histórias. E a Disney tem ótimas histórias”, continuou. “Isso nos deixa entusiasmados para aumentar nossas assinaturas, aumentar nosso orçamento de conteúdo e será ótimo para o mundo ver a Disney e a Netflix competirem série a série e filme a filme. Estamos muito entusiasmados em alcançá-los na área de animação infantil – talvez eventualmente até ultrapassá-los, veremos, temos um longo caminho a percorrer só para chegar onde eles estão – e manter nossa liderança no entretenimento geral, o que é muito estimulante”. Hastings citou um exemplo de sua liderança, ao destacar o desempenho da série estreante “Bridgerton”, “que eu não acho que você vai ver na Disney tão cedo”. A referência de Hastings a “Bridgerton” tem vários sentidos. A série tem cenas de sexo, que a Disney+ não permitiria, e foi criada pela empresa da produtora Shonda Rhimes, que deixou a ABC, rede televisiva de propriedade da Disney, onde lançou “Grey’s Anatomy” e outras séries, em troca de um contrato milionário com a Netflix. Primeiro programa desse acordo, “Bridgerton” teria sido assistido por 63 milhões de famílias nos primeiros 28 dias, classificando-se como o 5º maior lançamento de série original da Netflix em todos os tempos. Vale apenas reparar que os números do público de “Bridgerton” são projeções – a série ainda não completou 28 dias no ar – e a Netflix considera que uma família inteira viu uma temporada completa de série se algum morador da casa assinante der play por dois minutos num episódio.

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    Big Sky foi maior estreia de sucesso multiplataforma da TV americana em 2020

    9 de janeiro de 2021 /

    A série “Big Sky” se consolidou como o maior sucesso da temporada pandêmica de 2020 da TV americana com a soma de suas visualizações multiplataformas após um mês de exibição de seu primeiro episódio. Com mais de 35 dias de disponibilização em plataformas lineares e digitais, o episódio inaugural atingiu 14,7 milhões de espectadores totais, tornando-se a estreia mais assistida da rede ABC desde “The Good Doctor” em setembro de 2017. “Big Sky” também se destacou no alvo demográfico favorito dos anunciantes (adultos de 18 a 49 anos), subindo para uma classificação de 3,97 pontos, na escala da consultoria Nielsen – o que representa quase seis vezes a classificação inicial do dia de estreia na TV aberta (0,68). Além disso, o drama da ABC conquistou 10,5 milhões de espectadores adicionais em relação à média inicial de sua exibição ao vivo (4,2 milhões), graças à exibição em streaming e gravações digitais. O sucesso também foi acompanhado por polêmica. Com uma trama centrada no rapto de mulheres brancas, a produção foi criticada pelas comunidades indígenas por ignorar que na região em que a história se passa existe uma tendência endêmica de raptos de mulheres nativas, nem sequer mencionada pelos roteiristas. Os produtores prometeram abordar a questão nos próximos episódios. Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), a série de suspense é baseada em “The Highway”, livro de CJ Box que abre uma série de romances da personagem Cassie Dewell. No suspense rural, a detetive particular Cassie Dewell e a ex-policial Jenny Hoyt se juntam em uma busca por duas irmãs que foram sequestradas por um motorista de caminhão em uma estrada remota de Montana. Quando descobrem que essas não são as únicas garotas que desapareceram na área, elas correm contra o relógio para deter o assassino antes que outra mulher seja levada. A produção destaca Kylie Bunbury (“Olhos que Condenam”) como Cassie e Katheryn Winnick (“Vikings”) como Jenny, além de Ryan Phillippe (“Shooter”) no papel de Cody Hoyt, ex-marido da personagem de Winnick, que também é ex-policial e se envolve no caso porque uma das garotas desaparecidas é namorada de seu filho. O elenco ainda inclui Natalie Alyn Lind (“The Gifted”), Brian Geraghty (“Briarpatch”), John Carroll Lynch (“Fome de Poder”), Jesse James Keitel (“Forever Alone”), Valerie Mahaffey (“Dead to Me”), Jade Pettyjohn (“School of Rock”) e Dedee Pfeiffer (“O Segredo do Lago”). Vale destacar ainda que o primeiro episódio teve direção do cineasta Paul McGuigan (“Victor Frankenstein”). Veja abaixo o trailer da série, que deve chegar no Brasil pela plataforma Star Plus (Star+), a “Hulu brasileira” da Disney.

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    Grey’s Anatomy: Patrick Dempsey voltará em novos capítulos

    18 de dezembro de 2020 /

    “Grey’s Anatomy” chegou ao midseason finale de sua 17ª temporada na noite de quinta-feira (17/12) nos EUA, refletindo com uma narrativa intensa a pandemia e o estado real do mundo. Mas, para os fãs, o ponto alto da atual fase do drama médico foi o retorno de Patrick Dempsey ao papel de Derek Shepherd, ainda que tenha sido uma aparição de sonho. O personagem, que morreu na 11ª temporada após um acidente fatal de carro, apareceu nos sonhos de Meredith Grey (Ellen Pompeo), enquanto ela enfrenta a contaminação de covid-19 em sua cama de hospital. A boa notícia é que as aparições não se restringirão aos dois episódios já exibidos. McDreamy, como Shepherd também era conhecido, estará de volta na segunda parte da temporada. “Você vai ver McDreamy novamente na segunda metade da temporada”, garantiu a showrunner Krista Vernoff para a revista Variety, em entrevista após a exibição do episódio de quinta, “No Time for Despair”. Mas apesar de confirmar o retorno de Dempsey nos episódios que vão ao ar em 2021, Vernoff não disse quem mais pode aparecer. Isto porque ela tem esperança de recrutar mais atores antigos, que saíram da série de forma trágica, em cenas de morte nas últimas 17 temporadas. “Todos nós temos esperanças, mas ainda não temos nada de novo para relatar”, assumiu a produtora. Entre os atores que estariam sendo sondados estariam Chyler Leigh, a Lexie Grey, irmã de Meredith, e Eric Dane, intérprete de Mark Sloan, também conhecido como “McSteamy”, dois dos personagens favoritos dos fãs que morreram em um acidente de avião no início da 9ª temporada. Na época do retorno de Dempsey, a mídia social explodiu de entusiasmo. “Grey’s Anatomy” é o drama médico de maior duração na história da televisão, tendo ultrapassado “Plantão Médico” (ER). O programa ainda não foi renovado para uma 18ª temporada, embora continue sendo um dos mais vistos da ABC, uma vitória impressionante para uma série tão longa. A criadora Shonda Rhimes disse em várias ocasiões que encerraria a série quando Ellen Pompeo estivesse pronta para desistir de interpretar Meredith. Pompeo, que também é produtora, encerra seu contrato neste ano, mas pode renová-lo – caso a ABC aceite lhe pagar um aumento. Por conta disso, ela chegou a dizer recentemente à Variety que ninguém sabe quando o programa terminará. “Não sabemos quando a série vai acabar. Mas a verdade é que pode ser até neste ano”, afirmou Pompeo. Vernoff também não tem certeza sobre a data do final de “Grey’s Anatomy”. “’Não sei’ é a resposta honesta”, diz a produtora. “Eu não sei. Mas eu planejei uma temporada fenomenal, que pode conduzir tanto a uma nova temporada quanto ao final da série. ”

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    L.A. Law vai ganhar continuação com ator original

    17 de dezembro de 2020 /

    Um dos dramas jurídicos mais famosos da televisão americana pode ganhar continuação. A rede ABC encomendou o piloto de uma nova encarnação de “LA Law”, fenômeno de público e crítica da década de 1980, que venceu nada menos que quatro Emmys de Melhor Série de Drama. Ao todo, a série original, criada por Steven Bochco, faturou 15 prêmios Emmy durante seu auge. A trama girava em torno dos funcionários de um poderoso escritório de advocacia de Los Angeles, mostrando os casos que defendiam e também suas vidas fora do trabalho, com ênfase para as competições entre os advogados dentro da própria firma. Há três anos, a Fox recusou o projeto de um remake da atração, escrito pelo próprio Bochco. Agora o projeto se apresenta como uma continuação, centrada num dos personagens dos anos 1980. Blair Underwood vai reprisar seu papel como advogado Jonathan Rollins e também participará do projeto como produtor executivo. Na trama, o escritório de advocacia McKenzie Brackman será reinventado como um escritório de litígio especializado apenas nos casos mais importantes e incendiários, que desafiam limites legais. Nesta versão, Rollins deixou de ser idealista para se mostrar mais conservador, ao entrar em conflito com uma geração mais jovem para decidir o melhor caminho para a empresa, em meio às mudanças políticas e jurídicas dos dias atuais. Embora o foco seja numa nova geração de advogados, outros membros do elenco original provavelmente farão aparições se a série for aprovada. O piloto está sendo desenvolvido pelo produtor-roteirista Marc Guggenheim (cocriador de “Arrow”) e sua parceira Ubah Mohamed (roteirista de “Arrow”) e terá direção de Anthony Hemingway (“Esquadrão Red Tails”). O projeto tem a benção do filho de Bochco, o diretor e produtor de TV Jesse Bochco, e da viúva do falecido produtor, Dayna Bochco. Os dois terão créditos na produção, por meio de sua empresa, Steven Bochco Productions. A “LA Law” original durou oito temporadas na NBC, de 1986 a 1994, e ainda rendeu um filme de reunião em 2002. Muitos dos casos apresentados no programa tratavam de questões polêmicas, como pena de morte, aborto, racismo, homofobia, assédio sexual, HIV e violência doméstica. Underwood juntou-se ao elenco na 2ª temporada e permaneceu no programa até o final, ganhando uma indicação ao Globo de Ouro por seu papel.

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