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    Netflix elogia desempenho da Disney+ e celebra nova rivalidade

    20 de janeiro de 2021 /

    Além de celebrar uma marca histórica de assinantes mundiais, o ponto alto da apresentação de terça (20/1) da Netflix para investidores do mercado americano foi o reconhecimento da competição da Disney+ (Disney Plus). Apesar do avanço internacional da plataforma da Disney, a Netflix adicionou 8,5 milhões de assinantes no último trimestre e 37 milhões em 2020, bem acima das previsões, e com isso chegou a 203,7 milhões de assinantes mundiais. Ao mesmo tempo, a Disney+ atingiu 86,8 milhões, um crescimento recorde em apenas 14 meses, considerando seu lançamento em novembro de 2019. “É superimpressionante o que a Disney fez”, disse o fundador e co-CEO da Netflix, Reed Hastings, durante a apresentação. “E isso é ótimo. Mostra que os assinantes estão interessados ​​e dispostos a pagar mais por mais conteúdo porque estão famintos por ótimas histórias. E a Disney tem ótimas histórias”, continuou. “Isso nos deixa entusiasmados para aumentar nossas assinaturas, aumentar nosso orçamento de conteúdo e será ótimo para o mundo ver a Disney e a Netflix competirem série a série e filme a filme. Estamos muito entusiasmados em alcançá-los na área de animação infantil – talvez eventualmente até ultrapassá-los, veremos, temos um longo caminho a percorrer só para chegar onde eles estão – e manter nossa liderança no entretenimento geral, o que é muito estimulante”. Hastings citou um exemplo de sua liderança, ao destacar o desempenho da série estreante “Bridgerton”, “que eu não acho que você vai ver na Disney tão cedo”. A referência de Hastings a “Bridgerton” tem vários sentidos. A série tem cenas de sexo, que a Disney+ não permitiria, e foi criada pela empresa da produtora Shonda Rhimes, que deixou a ABC, rede televisiva de propriedade da Disney, onde lançou “Grey’s Anatomy” e outras séries, em troca de um contrato milionário com a Netflix. Primeiro programa desse acordo, “Bridgerton” teria sido assistido por 63 milhões de famílias nos primeiros 28 dias, classificando-se como o 5º maior lançamento de série original da Netflix em todos os tempos. Vale apenas reparar que os números do público de “Bridgerton” são projeções – a série ainda não completou 28 dias no ar – e a Netflix considera que uma família inteira viu uma temporada completa de série se algum morador da casa assinante der play por dois minutos num episódio.

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    Big Sky foi maior estreia de sucesso multiplataforma da TV americana em 2020

    9 de janeiro de 2021 /

    A série “Big Sky” se consolidou como o maior sucesso da temporada pandêmica de 2020 da TV americana com a soma de suas visualizações multiplataformas após um mês de exibição de seu primeiro episódio. Com mais de 35 dias de disponibilização em plataformas lineares e digitais, o episódio inaugural atingiu 14,7 milhões de espectadores totais, tornando-se a estreia mais assistida da rede ABC desde “The Good Doctor” em setembro de 2017. “Big Sky” também se destacou no alvo demográfico favorito dos anunciantes (adultos de 18 a 49 anos), subindo para uma classificação de 3,97 pontos, na escala da consultoria Nielsen – o que representa quase seis vezes a classificação inicial do dia de estreia na TV aberta (0,68). Além disso, o drama da ABC conquistou 10,5 milhões de espectadores adicionais em relação à média inicial de sua exibição ao vivo (4,2 milhões), graças à exibição em streaming e gravações digitais. O sucesso também foi acompanhado por polêmica. Com uma trama centrada no rapto de mulheres brancas, a produção foi criticada pelas comunidades indígenas por ignorar que na região em que a história se passa existe uma tendência endêmica de raptos de mulheres nativas, nem sequer mencionada pelos roteiristas. Os produtores prometeram abordar a questão nos próximos episódios. Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), a série de suspense é baseada em “The Highway”, livro de CJ Box que abre uma série de romances da personagem Cassie Dewell. No suspense rural, a detetive particular Cassie Dewell e a ex-policial Jenny Hoyt se juntam em uma busca por duas irmãs que foram sequestradas por um motorista de caminhão em uma estrada remota de Montana. Quando descobrem que essas não são as únicas garotas que desapareceram na área, elas correm contra o relógio para deter o assassino antes que outra mulher seja levada. A produção destaca Kylie Bunbury (“Olhos que Condenam”) como Cassie e Katheryn Winnick (“Vikings”) como Jenny, além de Ryan Phillippe (“Shooter”) no papel de Cody Hoyt, ex-marido da personagem de Winnick, que também é ex-policial e se envolve no caso porque uma das garotas desaparecidas é namorada de seu filho. O elenco ainda inclui Natalie Alyn Lind (“The Gifted”), Brian Geraghty (“Briarpatch”), John Carroll Lynch (“Fome de Poder”), Jesse James Keitel (“Forever Alone”), Valerie Mahaffey (“Dead to Me”), Jade Pettyjohn (“School of Rock”) e Dedee Pfeiffer (“O Segredo do Lago”). Vale destacar ainda que o primeiro episódio teve direção do cineasta Paul McGuigan (“Victor Frankenstein”). Veja abaixo o trailer da série, que deve chegar no Brasil pela plataforma Star Plus (Star+), a “Hulu brasileira” da Disney.

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    Grey’s Anatomy: Patrick Dempsey voltará em novos capítulos

    18 de dezembro de 2020 /

    “Grey’s Anatomy” chegou ao midseason finale de sua 17ª temporada na noite de quinta-feira (17/12) nos EUA, refletindo com uma narrativa intensa a pandemia e o estado real do mundo. Mas, para os fãs, o ponto alto da atual fase do drama médico foi o retorno de Patrick Dempsey ao papel de Derek Shepherd, ainda que tenha sido uma aparição de sonho. O personagem, que morreu na 11ª temporada após um acidente fatal de carro, apareceu nos sonhos de Meredith Grey (Ellen Pompeo), enquanto ela enfrenta a contaminação de covid-19 em sua cama de hospital. A boa notícia é que as aparições não se restringirão aos dois episódios já exibidos. McDreamy, como Shepherd também era conhecido, estará de volta na segunda parte da temporada. “Você vai ver McDreamy novamente na segunda metade da temporada”, garantiu a showrunner Krista Vernoff para a revista Variety, em entrevista após a exibição do episódio de quinta, “No Time for Despair”. Mas apesar de confirmar o retorno de Dempsey nos episódios que vão ao ar em 2021, Vernoff não disse quem mais pode aparecer. Isto porque ela tem esperança de recrutar mais atores antigos, que saíram da série de forma trágica, em cenas de morte nas últimas 17 temporadas. “Todos nós temos esperanças, mas ainda não temos nada de novo para relatar”, assumiu a produtora. Entre os atores que estariam sendo sondados estariam Chyler Leigh, a Lexie Grey, irmã de Meredith, e Eric Dane, intérprete de Mark Sloan, também conhecido como “McSteamy”, dois dos personagens favoritos dos fãs que morreram em um acidente de avião no início da 9ª temporada. Na época do retorno de Dempsey, a mídia social explodiu de entusiasmo. “Grey’s Anatomy” é o drama médico de maior duração na história da televisão, tendo ultrapassado “Plantão Médico” (ER). O programa ainda não foi renovado para uma 18ª temporada, embora continue sendo um dos mais vistos da ABC, uma vitória impressionante para uma série tão longa. A criadora Shonda Rhimes disse em várias ocasiões que encerraria a série quando Ellen Pompeo estivesse pronta para desistir de interpretar Meredith. Pompeo, que também é produtora, encerra seu contrato neste ano, mas pode renová-lo – caso a ABC aceite lhe pagar um aumento. Por conta disso, ela chegou a dizer recentemente à Variety que ninguém sabe quando o programa terminará. “Não sabemos quando a série vai acabar. Mas a verdade é que pode ser até neste ano”, afirmou Pompeo. Vernoff também não tem certeza sobre a data do final de “Grey’s Anatomy”. “’Não sei’ é a resposta honesta”, diz a produtora. “Eu não sei. Mas eu planejei uma temporada fenomenal, que pode conduzir tanto a uma nova temporada quanto ao final da série. ”

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    L.A. Law vai ganhar continuação com ator original

    17 de dezembro de 2020 /

    Um dos dramas jurídicos mais famosos da televisão americana pode ganhar continuação. A rede ABC encomendou o piloto de uma nova encarnação de “LA Law”, fenômeno de público e crítica da década de 1980, que venceu nada menos que quatro Emmys de Melhor Série de Drama. Ao todo, a série original, criada por Steven Bochco, faturou 15 prêmios Emmy durante seu auge. A trama girava em torno dos funcionários de um poderoso escritório de advocacia de Los Angeles, mostrando os casos que defendiam e também suas vidas fora do trabalho, com ênfase para as competições entre os advogados dentro da própria firma. Há três anos, a Fox recusou o projeto de um remake da atração, escrito pelo próprio Bochco. Agora o projeto se apresenta como uma continuação, centrada num dos personagens dos anos 1980. Blair Underwood vai reprisar seu papel como advogado Jonathan Rollins e também participará do projeto como produtor executivo. Na trama, o escritório de advocacia McKenzie Brackman será reinventado como um escritório de litígio especializado apenas nos casos mais importantes e incendiários, que desafiam limites legais. Nesta versão, Rollins deixou de ser idealista para se mostrar mais conservador, ao entrar em conflito com uma geração mais jovem para decidir o melhor caminho para a empresa, em meio às mudanças políticas e jurídicas dos dias atuais. Embora o foco seja numa nova geração de advogados, outros membros do elenco original provavelmente farão aparições se a série for aprovada. O piloto está sendo desenvolvido pelo produtor-roteirista Marc Guggenheim (cocriador de “Arrow”) e sua parceira Ubah Mohamed (roteirista de “Arrow”) e terá direção de Anthony Hemingway (“Esquadrão Red Tails”). O projeto tem a benção do filho de Bochco, o diretor e produtor de TV Jesse Bochco, e da viúva do falecido produtor, Dayna Bochco. Os dois terão créditos na produção, por meio de sua empresa, Steven Bochco Productions. A “LA Law” original durou oito temporadas na NBC, de 1986 a 1994, e ainda rendeu um filme de reunião em 2002. Muitos dos casos apresentados no programa tratavam de questões polêmicas, como pena de morte, aborto, racismo, homofobia, assédio sexual, HIV e violência doméstica. Underwood juntou-se ao elenco na 2ª temporada e permaneceu no programa até o final, ganhando uma indicação ao Globo de Ouro por seu papel.

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    Plataforma de streaming adulto da Disney, Star+ chega ao Brasil em junho

    10 de dezembro de 2020 /

    Durante seu evento do Dia do Investidor, na noite desta quinta (10/12), a Disney revelou seus planos de streaming para suas marcas adultas, como ABC, FX e 20th Century Studios. Enquanto este conteúdo é disponibilizado na plataforma Hulu nos EUA, ele alimentará um novo serviço no resto do mundo, batizado de Star, cujo logo e cronograma de lançamento foi apresentado pela primeira vez em público. A oficialização da plataforma Star confirma notícias que estavam surgindo a conta-gotas, como a transformação dos canais Fox em Star a partir de 2021 na América Latina. O nome Star vem de uma propriedade adquirida pela Disney na compra dos negócios da Fox, a rede Star India, uma espécie de Globo indiana, com atividades multimídias. A marca agora se tornará lar da ampla gama de conteúdo que não se encaixa na proposta da Disney+ (Disney Plus), como os filmes “Logan”, “Deadpool” e “Alien”. Mas a forma como a Star será disponibilizada será diferente de região a região. Na Europa, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, o conteúdo da Star poderá ser encontrado dentro do aplicativo Disney+ (Disney Plus) a partir de 23 de fevereiro. Os interessados passarão a pagar um pouco mais pela assinatura, concentrando a cobrança num único produto. Na Europa, por exemplo, o app com acesso à Disney+ (Disney Plus) e Star custará 9 euros. Na América Latina, a Star se tornará um serviço de streaming independente com nome ligeiramente diferente. Será Star+, com lançamento já marcado para junho de 2021. A Star+, na versão que chega ao Brasil, contará com filmes, séries e também esportes ao vivo, incluindo partidas de futebol. Isto indica que a Disney optou por não apostar numa versão internacional da ESPN+. A nova plataforma não será disponibilizada nos Estados Unidos, onde o conglomerado manterá seu conteúdo adulto e de entretenimento geral na Hulu e o esporte na ESPN+. A Disney teria considerado a possibilidade de internacionalizar a Hulu, que tem quase 39 milhões de assinantes americanos, mas decidiu que seria melhor lançar um novo serviço com marca de maior apelo global. O streaming da Star India, Hotstar, já parte com 18 milhões de assinantes na região.

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    Grey’s Anatomy: Ator do elenco original retorna em participação especial

    4 de dezembro de 2020 /

    A série “Grey’s Anatomy” voltou a trazer um antigo personagem, presente no piloto da série e morto há muitas temporadas passadas, para se reunir com Meredith Grey (Ellen Pompeo) na praia “mágica” em que ela se encontra, durante seu estado inconsciente, no começo do 17º ano da atração. Depois de trazer de começar a temporada com a volta do falecido marido de Meredith, o Dr. Derek Shepherd (Patrick Dempsey), o quarto capítulo, intitulado “You’ll Never Walk Alone”, resgatou o Dr. George O’Malley (T.R. Knight). O personagem morreu na 5ª temporada, em 2009, e reaparece para discutir sobre a morte com Meredith, durante os delírios da médica, provocados pela luta contra a covid-19. Após a exibição do capítulo na noite de quinta (3/12) nos EUA, o ator T.R. Knight usou as redes sociais para falar de seu retorno a “Grey’s Anatomy”. “George O’Malley sempre terá o meu coração. Obrigado a Ellen [Pompeo], Chandra [Wilson], Jim [Pickes], Krista [Vernoff] e a todos os rostos familiares que mais uma vez dividiram sua luz comigo”, ele escreveu num primeiro post. Em seguida, acrescentou elogios exclusivos à colega de cena. “Ellen é o tipo de atriz com quem sou eternamente grato por contracenar. Ela é a personificação da verdade. George e Meredith se amam, com certeza, mas não acho que isso possa se comparar ao amor que tenho por Ellen”, completou. Atualmente, T.R. Knight faz parte do elenco de “The Flight Attendant”, nova série da plataforma HBO Max, que traz Kaley Cuoco no papel principal. Veja os posts abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por T.R. Knight (@t.r.knight) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por T.R. Knight (@t.r.knight) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por T.R. Knight (@t.r.knight)

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    Variety diz que Oscar 2021 será presencial

    1 de dezembro de 2020 /

    “Não haverá Oscar ‘virtual'”, afirmou a revista Variety nesta terça (1/12), citando representantes (não nomeados) da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas e da rede ABC, responsável pela transmissão de TV, que lhe garantiram que o evento de 2021 será presencial. A Academia postergou o evento em dois meses justamente para materializar uma cerimônia com a participação de todos os indicados. Geralmente realizado entre fevereiro e março, o próximo Oscar acontecerá no dia 25 de abril, devido à pandemia do coronavírus. Apesar do anúncio oficial da mudança de data, os organizadores não revelaram quais medidas de segurança será adotadas para o evento, que costuma lotar os 3,4 mil assentos do Teatro Dolby, em Los Angeles, onde tradicionalmente tem sido realizado. Além disso, a proposta de um Oscar presencial precisará levar em conta se os indicados se sentirão confortáveis para comparecer a uma plateia lotada, já que muitos integrantes da Academia são idosos e pertencem ao grupo de risco da covid-19. Entre os atores que podem disputar os prêmios, após performances elogiadas pela crítica, estão Anthony Hopkins, de 82 anos, Ellen Burstyn, 88, Sophia Loren, 86, Meryl Streep, 71, David Strathairn, 72, Yuh-Jung Youn, 73, e Gary Oldman, 62. Neste ano, o Emmy Awards aconteceu em formato híbrido. Parte da cerimônia foi presencial e os indicados receberam seus prêmios de casa, acompanhando o evento por meio de videoconferência. A transmissão neste formato foi considerada um grande sucesso.

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    Falando de Amor: Filme de Whitney Houston pode virar série

    28 de novembro de 2020 /

    O longa-metragem romântico “Falando de Amor” (Waiting for Exhale), de 1995, pode virar série. A rede ABC encomendou o roteiro de um projeto baseado no filme da 20th Century Fox, desenvolvido pelas irmãs Attica e Tembi Locke. A primeira escreveu vários episódios de “Empire”, enquanto a segunda é mais conhecida como atriz da série “Eureka”. Embora tenha sido considerado medíocre pela crítica (56% no Rotten Tomatoes), o filme dirigido pelo ator Forest Whitaker (“Pantera Negra”) fez sucesso de público nos EUA, abrindo em 1ª lugar das bilheterias em dezembro de 1995. O grande atrativo da produção era seu elenco, encabeçado pela cantora Whitney Houston, ao lado de Angela Bassett, Lela Rochon e Loretta Devine. Elas viviam quatro amigas que se ajudavam em suas lutas na vida e no romance. Além disso, a trilha sonora estourou com canções da protagonista Whitney Houston, além de Mary J. Blige, Brandy e Toni Braxton. Caso seja confirmada, a série terá relação direta com o longa, ao acompanhar as filhas do quarteto original, mantendo o humor, a sinceridade e a sensualidade do filme. O cineasta Lee Daniels, produtor de “Empire”, vai assinar a produção para a 20th Television ao lado das irmãs Locke e o diretor Anthony Hemingway (“Esquadrão Red Tails”), que deve comandar o piloto, se a ABC gostar do roteiro inicial. O projeto reflete uma intenção da ABC de diversificar sua programação. Entre outros projetos encomendados pela rede de TV do grupo Disney para a temporada de outono de 2021 estão uma nova versão de “Anos Incríveis” com uma família negra, o drama familiar latino “Chicano”, uma comédia familiar ainda sem título focada em um casal LGBTQIA+ e “Old-ish”, um novo spin-off de “Black-ish”, que será estrelado pelos veteranos Laurence Fishburne e Jenifer Lewis. Confira abaixo o trailer do filme e o grande sucesso de Whitney Houston que o acompanhou nos cinemas em 1995.

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    Associações indígenas protestam contra retrato parcial da nova série Big Sky

    25 de novembro de 2020 /

    Diversas organizações indígenas dos EUA estão protestando contra a forma parcial escolhida pela nova série da rede da ABC, “Big Sky”, para retratar um problema que as afeta com gravidade. A União dos Chefes Índios da Colúmbia Britânica, a Associação dos Presidentes Tribais das Grandes Planícies, o Conselho de Líderes Tribais das Montanhas Rochosas, o Conselho Indígena Global e a Tribo Coushatta da Louisiana emitiram comunicados à imprensa entre segunda e esta quarta-feira (25/11) alertando para a falta de preocupação com a questão das mulheres indígenas desaparecidas e assassinadas na trama da série, que relata a alta incidência de desaparecimento de mulheres brancas nas rodovias no estado de Montana – em regiões próximas às reservas indígenas. Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), a série de suspense rural, baseada no livro de CJ Box, segue a detetive particular Cassie Dewell e a ex-policial Jenny Hoyt, que se juntam em uma busca por duas irmãs que foram sequestradas por um motorista de caminhão em uma estrada remota de Montana. Quando descobrem que essas não são as únicas garotas que desapareceram na área, elas correm contra o relógio para deter o assassino antes que outra mulher seja levada. O problema para a comunidade indígena é que isso acontece seguidamente e de forma traumática com mulheres indígenas, o que a série decidiu prontamente ignorar. Entre os apelos dos representantes das tribos nativo-americanas está o pedido para que “Big Sky” inclua entre seus créditos algum tipo de informativo sobre a crise factual das mulheres indígenas mortas e desaparecidas, que poderia se dar por meio de citação ao documentário “Somebody’s Daughter” ou com link para organizações que tratam da questão. Muitas destas ONGs ajudaram a produzir “Somebody’s Daughter” e ficaram revoltadas sobre a omissão da produção, que parece afirmar que este é problema de mulheres brancas. “Abordar o sequestro e tráfico de mulheres como entretenimento no horário nobre já é ruim o suficiente. Apagar a tragédia da vida real da crise de mulheres e meninas indígenas mortas e desaparecidas é inescrupuloso”, disse A. Gay Kingman, diretor executivo da Associação dos Presidentes Tribais das Grandes Planícies. “Vivemos com as consequências dessas perdas e trauma diariamente, mas a ABC nem mesmo reconhece o problema, mesmo tendo a oportunidade de fazê-lo.” Em seu comunicado à imprensa, a União dos Chefes Índios da Colúmbia Britânica também pediu que a ABC “retratasse e retificasse sua representação incompleta da violência contra mulheres e meninas”. “A União dos Chefes Índios da Colúmbia Britânica está sediada em Vancouver, o local central das filmagens de ‘Big Sky’ e uma das áreas do Canadá mais afetadas pela violência sistêmica contra mulheres e meninas indígenas. Como os governos federais do Canadá e dos EUA não conseguiram lidar com a epidemia multigeracional que é esta crise, é imperativo que uma empresa influente como a ABC demonstre alguma consciência e competência cultural a respeito do problema”, ele protestou. A representante feminina da União, Melissa Moses, acrescentou que os cenários de ‘Big Sky’ e do romance ‘The Highway’, em que a série é baseada, tem muita semelhança com uma notória rodovia da Colúmbia Britânica. “A violência contra as mulheres indígenas é particularmente endêmica na Colúmbia Britânica, onde uma das rodovias mais famosas do Canadá, ‘a Rodovia das Lágrimas’, está localizada. Esta rodovia é um símbolo doloroso e assustador da violência que destrói vidas indígenas e tem semelhança com a descrita em ‘The Highway’, o romance que inspirou ‘Big Sky'”, comparou. Ela ainda acrescentou: “Infelizmente, a violência e o genocídio de gênero representados pela Rodovia das Lágrimas também são terrivelmente prevalentes em Montana, onde 26% das pessoas desaparecidas foram identificadas como índios americanos, apesar dos membros tribais constituírem apenas 7% da população. A ABC agora tem a oportunidade inestimável de ser nosso aliado, de mostrar respeito e compaixão às vítimas e familiares afetados e entes queridos, e de ajudar a informar o público no Canadá e dos Estados Unidos sobre esta crise internacional e nacional e sua verdade infame.” Estrelada por Kylie Bunbury (“Olhos que Condenam”), Katheryn Winnick (“Vikings”) e Ryan Phillippe (“Shooter”), “Big Sky” estreou em 17 de novembro com uma audiência considerável, vista por 4,15 milhões de telespectadores ao vivo.

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    Isaiah Washington lembra sua demissão polêmica de Grey’s Anatomy com ataque à Katherine Heigl

    18 de novembro de 2020 /

    O ator Isaiah Washington retomou uma controvérsia de 13 anos para reclamar de Katherine Heigl por sua demissão na série “Grey’s Anatomy”. “Essa mulher uma vez disse que eu nunca mais deveria falar publicamente. O mundo concordou com ela na época e pediu minha cabeça e meu emprego em 65 idiomas. Eu gostaria de ter uma conta no Twitter em 2007 porque eu nunca vou parar de praticar meu direito de liberdade de expressão”, escreveu o ator, ao lado de uma foto de Heigl. Ele ainda completou: “Eu aprendi que nem todo dinheiro é bom e que não há quantia de dinheiro que substitua sua dignidade e integridade. Alguns chamam isso de viver com princípios”. Isaiah Washington se tornou o primeiro ator do elenco principal de “Grey’s Anatomy” a deixar a série, devido a uma polêmica de bastidores. Intérprete do cirurgião Preston Burke da 1ª à 3ª temporada, ele foi demitido da produção após ser acusado de se dirigir de forma homofóbica a colegas de elenco, com agressões verbais e, segundo boatos, até físicas. Os rumores da época diziam que Katherine Heigl, intérprete de Izzie Stevens no drama médico, teria defendido o colega T.R. Knight durante uma dessas discussões e exigido a demissão de Washington. A história ganhou volume depois de Washington pegar o microfone diante da criadora da série, Shonda Rhimes, para comentar o assunto durante o Globo de Ouro de 2007. “Não, eu não chamei T.R. de ‘bichinha'”, o ator afirmou na sala de imprensa da premiação. Ele depois acrescentou: “Não há possibilidade de eu ter dito algo tão perverso e tão horrível, não somente a um colega de elenco, mas a um ser humano”. Mais tarde, veio à tona que Washington não teria brigado com TR Knight, que ainda não havia assumido a homossexualidade na época, mas sim com outro colega de elenco. Ele chegou a pedir desculpas, mas o caso tomou grandes proporções e seu contrato foi finalizado em 2007. Depois disso, tanto Knight (primeiro) quanto Heigl (mais tarde) pediram para sair da produção. Por ironia, deste trio, apenas Washington acabou voltando a aparecer na série, numa participação especial no episódio de despedida de Sandra Oh, intérprete de Christina Yang, que foi noiva de seu personagem na série. Heigl, por sinal, tornou-se persona non grata na produção. Muitos acreditavam que isso se devia à sua decisão de abandonar “Grey’s Anatomy” para seguir carreira no cinema – um grande erro de cálculo, como sua filmografia pode atestar. Mas nesta semana, a showrunner Krista Vernoff revelou um fato que ajuda a explicar o desamor entre as partes. O motivo de Izzy nunca ter recebido um episódio de despedida na série deveu-se simplesmente à vontade de Heigl, que decidiu não aparecer no estúdio para fazer sua aparição final prevista. Desde a demissão, Washington culpa o incidente, que se tornou público devido à declarações de Heigl, pelo fracasso de sua carreira artística. Após a polêmica, seu único papel de destaque foi como coadjuvante das primeiras temporadas de “The 100”. This woman once proclaimed that I should ‘never’ be allowed to speak publicly again. The world agreed with her proclamation back then and protested for my job and my head in 65 languages. I wish I was on Twitter in 2007, because I will NEVER stop exercising my free speech. pic.twitter.com/fQ6L1zfQRR — The Tweet Sniper💥 (@IWashington) November 16, 2020 I’ve learned that all money ain’t good money and no amount of money can replace your dignity and integrity. Some call it living by your principles. — The Tweet Sniper💥 (@IWashington) November 16, 2020

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    Alec Baldwin e Kelsey Grammer vão estrelar nova série do criador de Modern Family

    16 de novembro de 2020 /

    A rede ABC vai juntar Alec Baldwin (“30 Rock”) e Kelsey Grammer (o “Frasier”) numa nova série de comédia de Chris Lloyd, co-criador de “Modern Family”. Ainda sem título, a série foi encomendada para a próxima temporada de estreias, com lançamento previsto para o outono norte-americano (entre setembro e novembro) de 2021. Escrita por Lloyd e um dos roteiristas-produtores de “Modern Family”, Vali Chandrasekaran, a série vai girar em torno de três antigos companheiros de quarto que se separaram brigados há muitas décadas, mas agora voltam a se juntar em busca das vidas que sempre quiseram. Baldwin e Grammer também serão produtores executivos da atração, ao lado de Lloyd e Chandrasekaran. A comédia vai voltar a reunir antigos parceiros. Lloyd trabalhou anteriormente com Grammer em “Back to You” e “Frasier”. Baldwin colaborou com Chandrasekaran em “30 Rock”. E, é claro, Lloyd co-criou o mega-hit “Modern Family”, onde Chandrasekaran trabalhou como escritor em mais da metade dos episódios. A nova série é uma produção da 20th Television, uma das divisões televisivas da Disney, que, por sua vez, é dona da rede ABC.

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    Grey’s Anatomy surpreende fãs com volta emocionante de personagem

    13 de novembro de 2020 /

    Os fãs americanos de “Grey’s Anatomy” levaram um choque com a estreia da 17ª temporada. O episódio especial de duas horas, exibido na noite de quinta (12/11) na rede ABC, não tratou apenas da pandemia de coronavírus, como esperado. Os produtores mantiveram em segredo uma grande participação especial: Patrick Dempsey, retomando seu papel como o Dr. Derek Shepherd. O personagem não era visto há cinco anos, desde sua morte na série. O impacto foi tanto que o spoiler se tornou inescapável para quem perdeu a exibição ao vivo, porque as redes sociais e a imprensa lotaram de comentários e fotos. As próprias páginas oficiais da série divulgaram imagens da volta surpreendente. Procurada por vários sites, a showrunner Krista Vernoff resolveu soltar um comunicado sobre a surpresa, que foi replicado a exaustão. “Nós tínhamos que achar formas criativas para permitir que nossa série continuasse divertida e romântica, para oferecer algum escapismo. Entra Patrick Dempsey. O tema da praia, que vai continuar além da estreia, nos deu uma forma de viver além da pandemia, mesmo que um pouco aqui e lá. E o retorno de Derek é pura alegria para nós, para Meredith e para os fãs”, declarou a showrunner. A estreia da temporada focou no estresse dos médicos na batalha contra o coronavírus, simbolizado pelo colapso de Meredith (Ellen Pompeo) após um longo dia. Ela desmaia no estacionamento e acorda numa praia, com alguém chamando seu nome. É Derek, sorrindo em direção à sua viúva. A médica vai acordar desse sonho, mas ficará em recuperação, como apontam as cenas do próximo capítulo. O detalhe é que Dempsey gravou mais cenas inéditas e voltará a aparecer na atraçaõ, enquanto Meredith passa por sua recuperação. No Brasil, a 17ª temporada de Grey’s Anatomy tem previsão de estreia para janeiro de 2021 no canal pago Sony. Veja abaixo o trailer do segundo episódio, que confirma a extensão da participação de Patrick Dempsey na série. Reunited ❤️ | 📷 @KristaVernoff pic.twitter.com/EhHLZy2nuy — Greys Anatomy (@GreysABC) November 13, 2020

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    Única atriz negra de American Housewife sai da série por “ambiente tóxico”

    9 de novembro de 2020 /

    A atriz Carly Hughes, integrante da série “American Housewife”, deixou o elenco da comédia da rede ABC denunciando um “ambiente tóxico” no set de gravações. Integrante fixa das primeiras quatro temporadas do programa, também exibido no Brasil com o título “Bela, Recatada e do Lar”, Hughes apareceu no episódio de estreia da 5ª temporada, exibido em 28 de outubro nos EUA, mas sumiu no segundo capítulo, tendo seu nome retirado até dos créditos da produção. Entre a estreia e o segundo episódio, os bastidores esquentaram. E houve bastante tempo para isso, já que o capítulo inaugural foi gravado antes da pandemia e a produção foi paralisada durante meses até a retomada dos trabalhos. Nesse período, o departamento de recursos humanos da ABC teria apurado denúncias de racismo. “Não pude mais trabalhar no ambiente tóxico que foi criado em ‘American Housewife’. Então, tomei a decisão de sair para me proteger desse tipo de discriminação”, disse Hughes em um comunicado. “Como uma mulher negra na indústria de entretenimento, sinto a responsabilidade de defender o que mereço, o que todos nós merecemos – ser tratada com igualdade. Desejo o melhor ao programa e estou animada para um novo capítulo e para poder prosseguir com as oportunidades à frente.” Em comunicado, o estúdio ABC Signature, que produz a série, disse ter investigado as alegações de Hughes e feito “mudanças positivas” após as denúncias. Como resultado, a criadora Sarah Dunn não está mais ativamente envolvida com as gravações (embora ela tenha sido creditada como produtora executiva e co-roteirista do episódio de 5 de novembro) e o produtor Mark J. Greenberg foi afastado. Além disso, os showrunners Kenny Schwartz e Rick Wiener precisaram fazer treinamento de sensibilidade. “Carly era um membro valioso do elenco, e esperávamos que ela voltasse ao show nesta temporada”, disse um porta-voz da produção. “As preocupações que ela levantou levaram a mudanças positivas no local de trabalho e melhorias, mas respeitamos a decisão que ela tomou de seguir em frente. Desejamos a ela apenas o melhor.” Hughes era a única integrante negra fixa do elenco de “American Housewife”. Ela interpretava Angela, uma das duas melhores amigas de Katie (Katy Mixon), a personagem do título. Seus créditos também incluem a série “Insaciável” da Netflix e o telefilme natalino da Lifetime, “The Christmas Edition”, que estreia no próximo domingo (15/11) na TV dos EUA. No Brasil, a série é exibida pelo canal Sony. Veja abaixo o elenco da atração.

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