La Casa de Papel: Fotos e vídeos das gravações revelam spoiler da Parte 3
O ator Álvaro Morte, que interpreta o Professor em “La Casa de Papel”, divulgou em seu Instagram três vídeos dos bastidores da Parte 3 (também conhecida como 2ª temporada) da série espanhola. Nos vídeos, ele se dirige em inglês ao público aglomerado nas ruas de Florença, na Itália, agradecendo pela colaboração nas gravações que aconteceram na cidade. Fotos dos paparazzi italianos revelaram que o centro histórico de Florença parou para acompanhar a produção, vista por milhares de pessoas. Veja abaixo. “Nós queremos a agradecer a vocês pelo respeito, pelo silêncio e por estarem aqui. Foi um prazer trabalhar com pessoas como vocês”, afirmou o ator. Mas o detalhe mais importante foi a presença do ator Pedro Alonso, o Berlim, ao seu lado durante o discurso – e nas fotos que flagraram a encenação. A continuidade do ator na série representa um grande spoiler da trama, já que Berlim levou vários tiros no final da Parte 2. Pedro Alonso também já tinha aparecido anteriormente em um vídeo da Netflix que anunciava o início das novas gravações, mas muitos fãs ainda tinham dúvidas de sua presença nos novos capítulos. Ainda não há previsão para o lançamento da Parte 3 em streaming. Visualizar esta foto no Instagram. Finalizar así un día de rodaje en #Florencia con @pedroalonsoochoro @jesus_colmenar y todo el equipazo de @lacasadepapel Mítica pura por todos los flancos y en todos los sentidos. Fans italianos que se quedan todo el día pasando un frío aterrador y alentándonos con su cariño. GRAZIE BELLA ITALIA!!!!! #bellaciao Uma publicação compartilhada por Álvaro Morte (@alvaromorte) em 4 de Jan, 2019 às 10:35 PST
Vikings vai acabar na 6ª temporada, mas ganhará spin-off
A série “Vikings” está chegando ao fim. O canal pago americano History pretende encerrar o programa após sua 6ª temporada, mas planeja um spin-off para estender o universo da trama. Atualmente, o History exibe a segunda parte da 5ª temporada da atração, mas todos os 20 episódios do próximo ano já foram gravados. Eles deverão ser lançados em duas partes, entre 2019 e 2020. Ainda não existem maiores informações sobre o spin-off, apenas que o criador de “Vikings”, Michael Hirst, está envolvido no projeto, e terá a assistência de Jeb Stuart, um dos criadores da franquia “Duro de Matar”. Sabe-se, porém, que a 6ª temporada introduzirá uma nova fase da trama, apresentando os vikings do Leste europeu. O ator russo Danila Kozlovsky (curiosamente, do filme “Viking”) foi anunciado como Oleg de Novgorod, o grande unificador das terras conhecidas como Kievan Rus, na metade do século 11. A região se estendia por grande parte da Europa Oriental, entre a Finlândia e a Turquia, onde então havia o Império Otomano, e sua capital era Kiev, hoje capital da Ucrânia. “Vikings” começou como uma narrativa das aventuras de Ragnar Lothbrok (Travis Fimmel), um dos maiores guerreiros vikings de todos os tempos, mas, após a morte do protagonista, a série se expandiu para cobrir as vidas de sua família, incluindo sua mulher Lagertha (Katheryn Winnick) e seus filhos. No Brasil, a série é disponibilizada pelo canal pago Fox Premium.
Sex Education: Vídeo apresenta personagens da série estrelada por Asa Butterfield
A Netflix divulgou um novo vídeo de “Sex Education”, em que o elenco apresenta seus personagens. A série de comédia britânica é estrelada por Asa Butterfield (“O Lar das Crianças Peculiares”) como um adolescente virgem, que percebe que todos os anos embaraçosos em que viveu com sua mãe, uma terapeuta sexual, podem ajudá-lo a se tornar popular e ainda ganhar dinheiro em sua escola. Coagido pela bad girl do colégio (vivida por Emma Mackey, de “Badger Lane”) e apoiado por seu melhor amigo e gay assumido (Ncuti Gatwa, de “Stonemouth”), ele decide abrir uma consultoria sexual para adolescentes inexperientes. O elenco ainda destaca Gillian Anderson (série “Arquivo X”) como a mãe terapeuta sexual. A série foi criada pela curtametragista Laurie Nunn e será produzida pela Eleven, produtora britânica de Jamie Campbell e Joel Wilson (criadores de “Cast Offs”). A estreia está marcada para a próxima sexta (11/1), com oito episódios dirigidos por Ben Taylor (diretor de “Catastrophe”) e Kate Herron (“Five by Five”).
Nova série animada de Carmen Sandiego ganha primeiro trailer dublado
A Netflix divulgou fotos e o trailer dublado de “Carmen Sandiego”, nova série animada baseada no jogo e nos desenhos de “Em que Lugar da Terra Está Carmen Sandiego?”. Ironicamente, o vídeo falado em português destaca em letras garrafais os nomes dos dubladores da versão original em inglês. Ou seja, para ouvir um áudio que combine com as imagens, é preciso assistir à versão americana do trailer, disponibilizada logo abaixo – sem legendas. A série “Carmen Sandiego” é dublada por Gina Rodriguez (a “Jane The Virgin”), que tem o papel-título, e Finn Wolfhard (“Stranger Things”), no papel de Player/Jogador, amigo e cúmplice da protagonista. Carmen Sandiego surgiu pela primeira vez num jogo (“Where in the World Is Carmen Sandiego?”) de 1985, criado por Gene Portwood e Lauren Elliott, ex-funcionários da Disney, com o intuito de ensinar geografia às crianças. No game, detetives da agência ACME tentam prender um grupo de ladrões liderados por Carmen Sandiego, que realizam roubos impossíveis ao redor do mundo. Seu prazer é vencer os desafios. Como a ACME é marca registrada da Warner, a agência não é mencionada na prévia do novo desenho, que, entretanto, destaca seu alvo original, a organização criminosa V.I.L.E. Na verdade, “Carmen Sandiego” é a segunda série animada da personagem, que estreou pela primeira vez numa produção exibida entre 1994 e 1999 pela Fox Kids. As duas produções tem visuais bem diferentes, embora a atração da Netflix preserve as roupas vermelhas e até o chapelão da protagonista. Em sua nova versão, Carmen também ganhou contornos de uma Robin Hood moderna. Embora seja publicamente percebida como uma criminosa pela maioria das agências da lei – correção, uma mestre criminosa, devido à escala e teatralidade de seus assaltos – ela na verdade só rouba de outros ladrões. Suas novas escapadas começam em 18 de janeiro no serviço de streaming.
Friends from College: Uma das piores séries da Netflix retorna com trailer da 2ª temporada
A Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada de “Friends from College”, considerada a pior série da plataforma em 2017. Como a plataforma de streaming não divulga dados de audiência, um dos parâmetros para se medir a aceitação de uma série é sua repercussão na mídia. E “Friends from College” teve apenas 24% de aprovação no Rotten Tomatoes, a pior avaliação de um lançamento de 2017 da Netflix, só superada pelos 12% de “Insatiable” em 2018 – também renovada. Criada pelo roteirista e diretor Nick Stoller (“Vizinhos”) e sua mulher Francesca Delbanco, a série gira em torno de um grupo de amigos que estudaram juntos na Universidade de Harvard e, anos depois, reencontram-se para compartilhar seus sucessos e fracassos na vida – tudo isso regado a álcool, drogas, infidelidade e situações bizarras. O destaque da produção é seu elenco, que inclui Cobie Smulders (série “How I Met Your Mother”), Fred Savage (“Era uma Vez um Deadpool”), Nat Faxon (“O Verão da Minha Vida”), Jae Suh Park (“A Grande Aposta”), Keegan-Michael Key (“Tinha Que Ser Ele?”) e Annie Parisse (de “The Following”). “Friends from College” retorna com mais 8 episódios em 11 de janeiro.
Sex Education: Gillian Anderson é terapeuta sexual em trailer de série adolescente
A Netflix divulgou 26 fotos, o pôster nacional e o primeiro trailer de “Sex Education”, série de comédia adolescente em que Gillian Anderson (série “Arquivo X”) vive uma terapeuta sexual. E, curiosamente, o vídeo liberado é dublado em português. Por isso, é grande a possibilidade de choque, quando a atriz começa a falar em masturbação com uma voz que parece ser de criança. De todo modo, é possível ouvir as vozes originais no trailer (sem legendas) disponibilizado pela Netflix americana. E assim se chocar com outra surpresa sonora: o fato de a eterna agente Scully falar com sotaque britânico. É que a série se passa na Inglaterra. Anderson, na verdade, não é a protagonista. O papel principal pertence a Asa Butterfield (“O Lar das Crianças Peculiares”), que interpreta seu filho. Na trama, ele é um adolescente virgem e com dificuldades sociais, que se vê cercado por conversas abertas e entediantes sobre sexo, devido à profissão de sua mãe. Percebendo-se um especialista relutante no assunto, ele resolve iniciar uma prática clandestina de terapia sexual na sua escola. A série foi criada pela curtametragista Laurie Nunn e será produzida pela Eleven, produtora britânica de Jamie Campbell e Joel Wilson (criadores de “Cast Offs”). A estreia vai acontecer em 11 de janeiro, com oito episódios dirigidos por Ben Taylor (diretor de “Catastrophe”) e Kate Herron (“Five by Five”).
Diretor de Game of Thrones vai comandar piloto da série da Batwoman
A repercussão da participação de Batwoman no crossover “Elseworlds”, no final do ano passado, animou a rede CW a investir na produção do piloto da série própria da heroína. A possibilidade de Batwoman ganhar uma série já existia antes mesmo da contratação de Ruby Rose (“Megatubarão”) para o papel. Mas a CW decidiu consolidar a aposta ao trazer o diretor David Nutter para comandar seu piloto. Conhecido nos bastidores das séries como “encantador de pilotos”, ele foi o responsável pelos pilotos de “Arrow” e “The Flash”, as duas principais séries da CW inspiradas nos quadrinhos da DC Comics – além de “Smallville”, “Supernatural” e até a “Roswell” original, para citar apenas as produções da WBTV. Em toda sua carreira, ele nunca dirigiu um piloto que não fosse aprovado, ajudando a lançar nada menos que 20 séries desde a cultuada “Comando Espacial” (Space: Above & Beyond) em 1995. Só que isso também o tornou famoso demais (leia-se caro) para a TV aberta, levando-o a seguir carreira como um dos principais diretores das produções da HBO. Episódios do canal pago já lhe renderam dois Emmys – vencidos por “Band of Brothers” e “Game of Thrones” – além de diversas indicações ao prêmio máximo da Academia da Televisão. Para se ter noção do quanto ele é valorizado, Nutter assina nada menos que metade dos episódios da vindoura temporada final de “Game of Thrones”. Em “Batwoman”, ele vai dirigir um roteiro de Caroline Dries (“The Vampire Diaries”), que será a showrunner quando a série for oficialmente aprovada. Refletindo a personagem dos quadrinhos, Kate Kane, a Batwoman, será a primeira super-heroína abertamente lésbica a ter sua própria série de TV. E tanto sua intérprete quanto a showrunner da atração compartilham essa mesma orientação sexual. Com a expectativa de aprovação inevitável, a série da heroína deve ir ao ar ainda em 2019.
Warrior: Série baseada em manuscritos de Bruce Lee ganha primeiro trailer
O canal pago americano Cinemax divulgou o primeiro trailer de “Warrior”, série inspirada num projeto antigo do astro Bruce Lee (“Operação Dragão”). A prévia, claro, é cheia de ação e artes marciais. A produção chegou a ser esboçada por Lee antes dele morrer subitamente em 1973, aos 32 anos de idade. Os manuscritos que detalhavam a trama foram recuperados por sua filha e ganharam roupagem moderna com roteiro de Jonathan Tropper, cocriador da série “Banshee”. A trama é descrita como visceral, sobre um lutador talentoso, mas moralmente corrupto, na Chinatown de San Francisco durante a segunda metade do século 19. O protagonista é Ah Sahm (Andrew Koji, da série “The Innocents”), um prodígio das artes marciais que chega da China em circunstâncias misteriosas para virar um dos principais integrantes de uma organização criminosa. A série tem produção do cineasta Justin Lin (franquia “Velozes e Furiosos”), que também assina o piloto da atração, e da atriz Shannon Lee (“Operação Águia”), herdeira do mestre do kung fu. “Warrior” vai estrear neste ano, mas ainda não teve sua data de lançamento divulgada.
Bastidores de Black Mirror: Bandersnatch mostram desafios da produção sem revelar segredos
A Netflix finalmente divulgou um vídeo de bastidores sobre “Black Mirror: Bandersnatch”, filme interativo que estreou há uma semana (28/12). A prévia dá caras, bocas e sons às diversas frases já registradas sobre a produção da obra, numa espécie de resumo dos desafios enfrentados. Não há nenhuma novidade que não tenha sido coberta pelas reportagens sobre a produção. Há até a recusa inicial de Charlie Brooker, criador de “Black Mirror”, ao ser abordado para materializar o projeto do primeiro filme adulto interativo da plataforma. “Primeiro pensei: ‘não, não quero fazer isso’. Depois, de forma irritante, tive uma ideia que cairia bem”, conta ele, que acabou feliz com o resultado: “É muito, muito ‘Black Mirror’. Tem vários elementos diferentes de ‘Black Mirror’, todos ao mesmo tempo, e acho que funciona”. O vídeo também lembra que a Netflix começou a introduzir elementos interativos em séries infantis, como “Kong: O Rei dos Macacos”, disponibilizada em abril de 2016. E aprimorou o formato com o lançamento de três outras produções infantis, “Gato de Botas: Preso num Conto Épico”, “Buddy Thunderstruck: A Pilha do Talvez” e “Stretch Armstrong: The Breakout”. “Black Mirror” é a primeira experiência interativa da plataforma com atores reais – mas foi precedida por uma série do cineasta Steven Soderbergh realizada inteiramente neste formato: “Mosaic”, lançada em janeiro do ano passado na HBO. A diferença é que a história de Charlie Brooker inclui muito mais opções e layers narrativos. E levou à criação de uma nova tecnologia. Isto mesmo, “Black Mirror” deixou de ser uma produção sobre tecnologia futurista para virar uma produção que cria tecnologia futurista. O filme foi desenvolvida com o auxílio de uma nova ferramenta de roteiro, que trabalha a história em layers, de modo que cada opção interativa seja levada em consideração e faça sentido em relação às conclusões oferecidas. Também inovou na criação de buffers para servir as diferentes versões para diferentes pessoas simultaneamente. Além de incluir a inteligência artificial que “lembra” opções tomadas anteriormente ao conduzir e retomar a história. Mas o vídeo de bastidores tem pouquíssimo a falar sobre isso, provavelmente para não revelar os segredos comerciais do negócio. Há planos para lançar outros projetos a partir da tecnologia desenvolvida para “Bandersnatch”. Veja o que a Netflix preferiu contar no vídeo abaixo, que não poupa o espectador de enorme louvação sobre a própria Netflix.
Novo teaser de O Justiceiro confirma data de estreia da 2ª temporada
A Netflix divulgou as primeiras fotos oficiais e um novo teaser da 2ª temporada de “O Justiceiro”, que confirma a data de estreias da atração. O vídeo também junta o personagem-título, vivido por Jon Bernthal, e seu antagonista Billy Russo, papel de Ben Barnes, que voltarão a se enfrentar nos próximos capítulos. Apesar de Russo aparecer com uma máscara, ele não vai assumir a alcunha de Retalho, como é conhecido nos quadrinhos. A série do “Justiceiro” é uma das duas produções da Marvel remanescentes na Netflix, após os cancelamentos de “Punho de Ferro”, “Luke Cage” e “Demolidor”. A outra é “Jessica Jones”, que vai estrear sua 3ª temporada em data ainda não revelada. Os novos episódios do Justiceiro chegam em 18 de janeiro em streaming.
Retrospectiva: As 50 melhores séries de 2018
A lista das melhores séries de 2018 é dominada por produções de streaming, principalmente da Netflix. E não é surpresa. Trata-se da plataforma que mais produz séries no mundo. Tamanha quantidade tem levado, inclusive, a cancelamentos precoces. Não por acaso, até séries que tiveram suas produções interrompidas pela gigante do streaming acabaram entrando na seleção abaixo. Mas não é só quantidade. Outro fator que valoriza as atrações da Netflix, Amazon Prime Video, Crackle, YouTube Premium e Facebook Watch é seu alcance internacional. As séries desses serviços chegam no mundo inteiro de forma simultânea. Este é um dos desafios que ainda enfrentam Hulu e CBS All Access, por exemplo. Por conta da falta de distribuição, a incensada “The Handmaid’s Tale” só chegou por aqui após quase um ano de atraso numa negociação com um canal pago. Não bastasse a acessibilidade, Netflix e Amazon também desbravam fronteiras para garimpar programas do mercado internacional. Séries de impacto local, como “La Casa de Papel”, acabam se tornando fenômenos mundiais ao chegar ao streaming. E a ambição desses serviços ainda gera investimento em novas produções exclusivas globais. Sinal do quanto essa tendência ficou forte é que até a Globo entrou no streaming, dando maior atenção ao Globoplay, tanto no fomento de conteúdo exclusivo quanto na distribuição de séries estrangeiras. Essa mudança de paradigma fez com que, pela primeira vez, a maioria das séries que se destacaram nos Estados Unidos em 2018 puderam ser acompanhadas sem muito atraso no Brasil. O resultado reflete-se na lista das 50 melhores séries e minisséries do ano. Organizada em ordem alfabética e levando em conta apenas programas disponibilizados no Brasil, a relação inclui links que trazem mais informações sobre cada produção – basta clicar nos títulos das atrações para saber mais sobre elas. A Very English Scandal – Amazon Prime Video Altered Carbon – Netflix Atlanta – Fox Premium Babylon Berlin – Netflix Barry – HBO Better Call Saul – Netflix Big Mouth – Netflix Billions – Netflix Black Mirror – Netflix Bodyguard (Segurança em Jogo) – Netflix Brooklyn Nine-Nine – TBS Cobra Kai – YouTube Premium Counterpart – TNT Series Daredevil (Demolidor) – Netflix Derry Girls – Netflix Glow – Netflix Homecoming – Amazon Prime Video Ilha de Ferro – Globoplay Jack Ryan – Amazon Prime Video Killing Eve – Globoplay La Casa de Papel – Netflix Legends of Tomorrow – Warner Maniac – Netflix My Brilliant Friend (A Amiga Genial) – HBO Narcos: México – Netflix Ozark – Netflix Pose – Fox Premium Sharp Objects (Objetos Cortantes) – HBO Sally4Ever – HBO Samantha! – Netflix Sorry for Your Loss – Facebook Watch Watch Succession – HBO The Americans – Fox Premium The Assassination of Gianne Versace – FX The Deuce – HBO The End of the F***ing World – Netflix The Good Fight – Amazon Prime Video The Good Place – Netflix The Handmaid’s Tale – Paramount The Haunting Of Hill House (A Maldição da Casa Hill) – Netflix The Last Kingdom – Netflix The Marvelous Mrs. Maisel (A Maravilhosa Sra. Maisel) – Amazon Prime Video The Oath – Crackle The Terror – AMC The 100 – Warner Travelers – Netflix Trust – Fox Premium Westworld – HBO Wynonna Earp – Netflix You (Você) – Netflix
Retrospectiva: 50 talentos que perdemos em 2018
2018 acabou. Mas antes de deixar o ano para trás, a Pipoca Moderna vai celebrar suas lembranças. Antes de mais nada, saudar os que farão falta em 2019. Verdadeiros gênios se foram em 2018, e não apenas do cinema e da TV, mas também dos quadrinhos, como Stan Lee, da música, como Aretha Franklyn, da literatura, como Harlan Ellison, e do teatro, como Neil Simon. Estes quatro tiveram intersecção importante com as telas, mas outros não entraram na lista abaixo por conta dessa diferença – gente como o desenhista Steve Dikto, o escritor Tom Wolfe e o radialista Gil Gomes, que deixaram suas passagens marcadas no site. Dubladores famosos, ilustradores de pôsteres clássicos e até atores e cineastas menos conhecidos também foram celebrados com suas respectivas despedidas ao longo do ano. Entretanto, na hora de listar 50 nomes, diversos cortes tiveram que ser feitos. Até não ser possível cortar mais ninguém. O que fez que o número não ficasse exatamente redondo. São 50 e poucos nomes reverenciados abaixo, entre eles alguns dos maiores diretores do cinema mundial, do italiano Bernardo Bertolucci ao tcheco Milos Forman, sem esquecer o brasileiro Nelson Pereira dos Santos. São, ainda, criadores e atores de séries clássicas, heróis e vilões do cinema, cowboys inesquecíveis, mulheres de outro mundo e até a melhor malvada que a TV brasileira já produziu. Relembre com saudades e clique em seus nomes para ler sobre as carreiras de cada um deles. Agildo Ribeiro Aretha Franklin Audrey Wells Barbara Harris Beatriz Segall Bernardo Bertolucci Bill Daily Bradford Dillman Burt Reynolds Charles Aznavour Clint Walker Deanna Lund Donald Moffat Dorothy Malone Eloísa Mafalda Ermanno Olmi Etty Fraser Francis Lai Harlan Ellison Isao Takahata Joel Barcellos John Gavin John Mahoney Joseph Campanella Laurie Mitchell Leonardo Machado Lewis Gilbert Margot Kidder Mark Salling Michael Anderson Milos Forman Oswaldo Loureiro Neil Simon Nelson Pereira dos Santos Nicolas Roeg Pedro Carlos Rovai Penny Marshall R. Lee Ermey Reg E. Cathey Ringo Lam Robby Müller Robert Dowdell Roberto Farias Scott Wilson Sondra Locke Stan Lee Stéphane Audran Stephen Hillenburg Steven Bochco Susan Anspach Tab Hunter Tônia Carrero Verne Troyer Vittorio Taviani
Black Summer: Universo de Z Nation vai ganhar prólogo na Netflix
Uma das piores séries da TV americana, “Z Nation” teve um final à altura no canal pago SyFy na sexta (28/12), para constar em antologias dos piores series finales já feitos. Mas isso ainda não significa misericórdia para esse universo trash de zumbis falantes. Após cinco temporadas irredimíveis, a podridão agora vai se infiltrar na Netflix, com a produção de uma série derivada. A produtora Asylum, responsável por “Z Nation” e os telefilmes de “Sharknado”, está atualmente gravando “Black Summer”, um prólogo centrado no começo do surto zumbi. A nova atração é do mesmo criador de “Z Nation”, Karl Schaefer, em parceria com o produtor daquela série, John Hyams, e será estrelada pela atriz Jaime King (“Hart of Dixie”). Na trama, a atriz interpretará uma mãe, que é separada de sua filha durante o surto zumbi e embarca em uma jornada angustiante a sua procura. Confiando em um pequeno grupo de sobreviventes, ela deve desbravar em um novo mundo hostil e tomar decisões brutais durante o verão mais mortal do apocalipse zumbi. Durante a última San Diego Comic-Con, Shaefer prometeu que “Black Summer” não seria uma nova série de zumbis palhaços como “Z Nation”. Em vez disso, seria outra “The Walking Dead”. Ou melhor, uma versão não trash e assustadora do surto zumbi. “Black Summer” terá oito episódios e ainda não tem previsão de estreia.












