2ª temporada de Killing Eve ganha primeiras fotos
O canal pago americano BBC America divulgou as primeiras fotos da 2ª temporada de “Killing Eve”. A série estrelada por Sandra Oh e Jodie Comer retorna para contar as consequências do confronto entre Eve e Villanelle no final da temporada inaugural. Segundo o produtor executivo Emerald Fennell, “o que Eve fez a mudou para sempre” e isso terá repercussões em todos os seus relacionamentos. Uma das série mais elogiada da temporada passada, com 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes, indicada a dois Emmys e premiada como a Melhor de 2018 pela Associação dos Críticos de TV dos Estados Unidos (TCA), “Killing Eve” não foi só um fenômeno de crítica. A atração encerrou sua 1ª temporada com uma façanha raríssima, ao conseguir aumentar seu público em todos os episódios exibidos. Isto significa que cada capítulo foi visto por mais pessoas que o anterior, o que fez o final da temporada ter 85% mais telespectadores que a sintonia da estreia. A série também quebrou recorde na plataforma digital do canal pago BBC America, que a produz, tornando-se o programa mais assistido da história de seu serviço de streaming. Na versão digital, “Killing Eve” é a única série da BBC America que atingiu mais de 1 milhão de espectadores por episódio. Criada pela atriz e roteirista inglesa Phoebe Waller-Bridge (criadora-protagonista de “Fleabag”), a série é baseada no romance homônimo de Luke Jennings e gira em torno de duas mulheres: Eve (Oh), uma oficial de segurança do MI5, o serviço secreto britânico, cujo trabalho burocrático não cumpre suas fantasias de ser uma espiã, e Villanelle (Comer), uma assassina talentosa que se apega aos luxos que seu trabalho violento lhe dá. Essas duas mulheres ferozmente inteligentes se tornam obcecadas uma com a outra e acabam se envolvendo em um jogo perigoso de gato e rato. O elenco também inclui Fiona Shaw (série “True Blood”), Kirby Howell-Baptiste (“Downward Dog”), Kim Bodnia (“The Bridge”) e David Haig (“Penny Dreadful”). Ainda não há previsão para a estreia da 2ª temporada. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Globoplay.
Série mais pesquisada no Google em 2018 é uma produção chinesa de época
O Google revelou que a série mais buscada em seu mecanismo de pesquisa em 2018 não foi nenhuma das produções mais populares do Ocidente. Ao contrário, é uma atração pouco conhecida no mundo ocidental. O feito pertence à produção chinesa “Story of Yanxi Palace”, um dos principais programas do iQiyi, serviço de streaming chinês similar a Netflix. Segundo os dados divulgados pelo Google, a maioria das pesquisas feitas sobre série vêm de regiões asiáticas como China, Cingapura, Malásia, Brunei e Hong Kong. Além de ser a mais procurada do mundo, o drama histórico ainda foi reproduzido mais de 15 bilhões de vezes neste ano. O que ajuda a explicar o fenômeno é o fato de a China ser o país mais populoso do planeta, com cerca de 1,4 bilhão de habitantes e um mercado de filmes e séries cada vez mais produtivo e relevante. Além disso, por ser uma produção feita para streaming, “Story of Yanxi Palace” sofre menos censura do governo comunista chinês, que controla o que é exibido nos canais de TV. A trama gira em torno de Wei Yingluo (Wu Jinyan), uma empregada do século 18 que, enfrentando a opressão feminina, é forçada a investigar a morte de sua irmã enquanto trabalhava no palácio do imperador Qianlong. Lançada em julho, a série tem 70 episódios e, além do sucesso em streaming, também rendeu uma trilha sonora bastante requisitada. Veja abaixo o clipe oficial com a música tema da série, que mostra diversas cenas da produção.
Netflix renova The Last Kingdom para a 4ª temporada
A Netflix anunciou a renovação de “The Last Kingdom”. A notícia foi acompanhado por um vídeo divertido em que Alexander Dreymon, intérprete do protagonista Uhtred, aparece em trajes modernos convocando o elenco para uma nova aventura, rumo à 4ª temporada. Os próximos capítulos marcarão o segundo ano de produção da série pela Netflix, que assumiu “The Last Kingdom” após ela quase ser cancelada, com a desistência da BBC ao final da 2ª temporada. Responsável por sua distribuição internacional, a plataforma resolveu bancar sozinha a produção para continuar a contar a história, adaptada dos livros das “Crônicas Saxônicas” (The Saxon Stories), do autor inglês Bernard Cornwell. Desenvolvida por Stephen Butchard (séries “Vincent” e “Good Cop”), “The Last Kingdom” se passa nos final do século 9, quando muitos dos reinos separados que hoje formam a Inglaterra foram invadidos pelos vikings, e Wessex precisou se defender sozinho sob o comando do Rei Alfredo, o Grande (David Dawson). O elenco destaca Alexander Dreymon como o herói do “último reino”, Uhtred, que teve a família assassinada durante uma invasão dos vikings e acabou criado desde a infância como um filho por Ragnar Lothbrok. Após uma traição entre os próprios vikings implicá-lo no assassinato de Ragnar, ele foge de volta para Wessex, onde tenta reivindicar seu direito de nascença como um nobre britânico. Mas apesar das façanhas heroicas, continua a ser visto como um bárbaro pelo desconfiado Alfredo. Seguindo o padrão das temporadas anteriores, que adaptaram dois livros por vez, o quarto ano deverá se concentrar no sétimo e oitavo volumes das Crônicas: “O Guerreiro Pagão” (The Pagan Lord) e “O Trono Vazio” (The Empty Throne). Até o momento, Bernard Cornwell publicou 11 volumes de suas Crônicas Saxônicas – o mais recente em 2018. Os novos episódios não tem previsão de estreia. ATTENTION ARSELINGS. Uhtred and co. have some exciting news to bring a little extra festive cheer! .#TheLastKingdom #Netflix #GoingToSeason4 #season4 pic.twitter.com/3TRgeFgnCe — The Last Kingdom (@TheLastKingdom) December 21, 2018
Diretor de Big Little Lies e Sharp Objects vai filmar terceira série limitada para a HBO
A HBO encomendou a produção de uma nova série limitada, baseada em best-seller, que será dirigida por Jean-Marc Vallée. Será a terceira produção consecutiva comandada pelo cineasta canadense no canal, após os sucessos de “Big Little Lies” e “Sharp Objects”. A nova série é baseada no livro autobiográfico “Gorilla and the Bird” (ainda inédito no Brasil), escrito por Zack McDermott. A trama conta a história real do autor, um defensor público de 26 anos com um histórico de bipolaridade, que sofreu um surto psicótico enquanto andava por Manhattan e acabou preso e internado em um hospital psiquiátrico. O título da obra só entra em foco a partir do momento em que McDermott volta para sua cidade natal, no Kansas, onde reencontra a mãe, que o ajuda a recuperar a sanidade. O subtítulo do livro, “uma memória sobre loucura e o amor de uma mãe”, dá o tom da trama, centrada no relacionamento entre o advogado (o “gorila” do título) e a sua mãe (o pássaro). O roteiro da adaptação está a cargo de Bryan Sipe, roteirista de “Demolição” (2015), o último filme dirigido por Jean-Marc Vallée, antes de mergulhar nas séries da HBO. Além da dupla, a produção também inclui o ator Channing Tatum, que adquiriu os direitos do livro por meio de sua produtora, a Free Association. Ainda não há elenco definido, cronograma de gravações ou previsão de estreia.
Trailer da 3ª temporada da Justiça Jovem destaca os Renegados
A plataforma DC Universe divulgou um novo trailer de “Young Justice: Outsiders”, 3ª temporada da série “Young Justice”, que combina quadrinhos dos heróis adolescentes da “Justiça Jovem” e dos “Titãs”. A prévia mostra os novos super-heróis da trama ao lado de alguns dos personagens mais tradicionais da atração, como Superboy e Asa Noturna. Confira abaixo. A nova temporada traz em seu título um terceiro grupo de heróis, os Outsiders, conhecido no Brasil como Renegados – e que durante um período foi uma espécie de spin-off dos Titãs, liderado por Asa Noturna. Parte da prévia destaca integrantes clássicos dos Renegados, como Katana, Geoforça e Raio Negro. A produção está a cargo dos responsáveis pela série original, Brando Vietti e Greg Weisman, ao lado de Sam Register (de “Teen Titans Go!”). E a estreia vai acontecer em 4 de janeiro na plataforma de streaming da DC.
Após muita polêmica, Super Drags é cancelada pela Netflix
A primeira série animada brasileira da Netflix, “Super Drags”, foi cancelada após apenas uma temporada. O motivo foi o convencional: baixa audiência. Em comunicado enviado ao jornal O Estado de S. Paulo, a Netflix explicou: “‘Super Drags’ não será renovada para uma 2ª temporada na Netflix. A série não teve uma audiência tão grande quanto esperávamos”. As Super Drags eram três jovens que trabalhavam em uma loja de departamentos, mas, durante a noite, se transformavam em super-heroínas transexuais, “prontas para salvar o mundo da maldade e da caretice, enfrentando um vilão desaplaudido a cada episódio”. Entre os dubladores da atração, estava o cantor Pabllo Vittar. Havia grande expectativa pelo desempenho, após série dar muito o que falar. Apareceu tanto na mídia que parecia um sucesso consolidado. Mas sua projeção foi muito ligada a protestos conservadores. Embora fosse uma produção para maiores de 16 anos, até a Sociedade Brasileira de Pediatria decidiu se manifestar (“em defesa das futuras gerações”), assim como promotores mineiros, que tomaram para si funções do Ministério da Justiça (para “preservar os direitos das crianças, mais propensas a serem influenciadas”) ao intimar a Netflix a censurar a produção. Houve ainda um abaixo assinado, que reuniu 30 mil assinaturas pedindo seu cancelamento, e uma nota de repúdio da Frente Parlamentar pela Defesa da Vida e da Família, em que deputados evangélicos afirmaram que o desenho “retrata assuntos de cunho moral de forma obscena e não educativa”. Mas, ao contrário do que houve com “O Mecanismo”, a publicidade negativa não despertou curiosidade no público. Porém, precipitou um processo. Mais revelante que pressão política, uma ação judicial por plágio contra “Super Drags” pode ter sido o proverbial prego no caixão. O ilustrador e desenhista Wil Vasque acusou o estúdio Combo, que produziu a série, e a Netflix de plagiar sua animação “Drag Dragons”, que ele criou em 2010. Em entrevista ao site E+, do Estadão, o ilustrador disse que a plataforma contestou a acusação e o chamou de “lunático”. Mas a juíza do caso pediu para que se juntassem provas visuais e aguarda uma audiência sobre a acusação. Ele comemorou o cancelamento da série como se fosse uma vitória no processo. “Eu estou me sentindo já vitorioso de certa forma, porque o fato de tirar já é uma presunção de culpa”, disse Vasque à publicação. Ele acredita que o cancelamento, apesar da manifestação de grupos que pediam a suspensão da série e a declaração da plataforma sobre a audiência, tenha sido motivado exclusivamente pelo processo. Veja abaixo um esboço da introdução de “Drag Dragons” – ao som do tema de “Thundercats”!
Deadly Class: Série dos diretores de Vingadores revela pôsteres de seus personagens
O canal pago americano SyFy divulgou uma coleção de pôsteres de “Deadly Class”, série baseada em quadrinhos que tem produção de ninguém menos que os irmãos Russo, diretores de “Vingadores: Guerra Infinita”. As artes destacam os personagens, entre eles um professor vivido por um integrante daquele filme, Benedict Wong (o Wong de “Doutor Estranho”). A série vai acompanhar os alunos de uma escola de Ensino Médio para assassinos em 1987. E o elenco de delinquentes inclui Lana Condor (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Liam James (“O Verão da Minha Vida”), Taylor Hickson (“Deadpool”), Benjamin Wadsworth (visto num episódio de “Teen Wolf”), Luke Tennie (“Shock and Awe”), Michel Duval (série “Queen of the South”) e a cantora venezuelana María Gabriela de Faría (“Eu Sou Franky”), além dos adultos Erica Cerra (“Power Rangers”), Ryan Robbins (“Warcraft”), o roqueiro Henry Rollins (série “Z Nation”) e o citado Benedict Wong. O próprio criador dos quadrinhos da Image Comics, Rick Remender, assina o roteiro do piloto em parceria com Miles Orion Feldsott (“American Koko”). Já a direção da estreia está a cargo do cineasta Lee Toland Krieger (de “A Incrível História de Adaline”). Com estreia marcada para 16 de janeiro, “Deadly Class” evidencia uma tendência cada vez mais forte no SyFy, que tem priorizado atrações baseadas em quadrinhos – como “Krypton”, “Wynonna Earp” e “Happy!”. São, por sinal, as melhores séries atuais do canal.
The Orville: Vídeos da 2ª temporada destacam mais efeitos visuais
A Fox divulgou dois novos comerciais e um vídeo de bastidores da 2ª temporada de “The Orville”, que demonstra tentar continuar a ir audaciosamente onde “Star Trek: A Nova Geração” já esteve. Na prévia comentada, o criador e astro da série Seth MacFarlane (que também criou a série animada “Uma Família da Pesada/Family Guy”) destaca o maior investimento em efeitos visuais nos novos episódios, além de mais aventuras e romances. A série acompanha a tripulação da Orville, uma nave exploratória da União Planetária, comanda pelo Capitão Ed (MacFarlane), que tem um relacionamento tumultuado com a Primeira Oficial Kelly, pelo simples fato dela ser sua ex-esposa. A personagem é vivida por Adrianne Palicki (série “Agents of SHIELD”) e o elenco ainda inclui Scott Grimes (“Plantão Médico/E.R.”), Halston Sage (“Cidades de Papel”), Penny Johnson Jerald (“Castle”) e Peter Macon (“Shameless”). O piloto foi dirigido pelo cineasta Jon Favreau (“Mogli, o Menino Lobo”), que também é um dos produtores, e a lista de diretores dos episódios inclui nada menos que Brannon Braga (roteirista de “Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato”) e Jonathan Frakes (intérprete de William Riker na série “Star Trek: A Nova Geração”). A 2ª temporada estreia em 30 de dezembro.
Z Nation é cancelada na 5ª temporada
O canal americano Syfy decidiu dar misericórdia a seus telespectadores e anunciou o cancelamento de “Z Nation” ao final da sua 5ª e atual temporada. Uma das piores séries produzidas pela TV americana, “Z Nation” conseguiu baixar ainda mais seu nível de ruindade na atual temporada, afastando de vez o público. O episódio da semana passada registrou recorde negativo da série, assistido por 428 mil telespectadores ao vivo. “Z Nation” foi criada por Karl Schaefer (roteirista de “The Dead Zone” e produtor de “Eureka”) como uma série de zumbis “divertida”. Bem diferente de “The Walking Dead”, a trama original girava em torno de um grupo originalmente encarregado de levar um homem imune às mordidas de zumbis ao Centro de Controle de Doenças de Los Angeles. Esta missão foi abandonada há três temporadas, quando a série assumiu que o objetivo de seus episódios era apenas mostrar variações inusitadas de zumbis, caprichando no estilo trash. Com isso, já mostrou desde zumbis radioativos até zumbis transgênicos, que, cultivados numa plantação de cannabis, rendiam uma maconha mais potente. Apareceram também zumbis alienígenas, zumbis falantes, a versão zumbi de George R.R. Martin e zumbinardos, vindos do céu em tornados, como os famosos tubarões dos telefilmes do canal. Isto porque a produtora que faz a série, Asylum, é a mesma da franquia “Sharknado”. O elenco quase amador incluía Kellita Smith (série “The Bernie Mac Show”), Russell Hodgkinson (“Candidatos a Encrenca”), Anastasia Baranova (“A Brasileira”), Keith Allan (“A Invasão Zumbi”), DJ Qualls (série “Sobrenatural”), Ramona Young (agora em “Legends of Tomorrow”), Katy O’Brian (figurante em “The Walking Dead”) os estreantes Nat Zan e Natalie Jongjaroenlarp. Como cada temporada teve final apocalíptico, milagrosamente desfeito no início de cada temporada seguinte, é bem provável que o final oficial seja apoteótico. O último capítulo será exibido na sexta que vem, dia 28 de dezembro.
Midnight, Texas é cancelada na 2ª temporada
Depois de torturar os fãs com uma longa demora para anunciar a renovação de “Midnight, Texas” para a 2ª temporada, a rede NBC fez o contrário, anunciando o cancelamento da série no dia em que ela bateu seu recorde de audiência. A série foi vista por 2,6 milhões de telespectadores ao vivo na noite de sexta (21/12), num aumento consistente e consecutivo de público pela segunda semana, após amargar seus piores números, em torno de 1,8 milhão ao vivo. A 1ª temporada foi vista por 2,9 milhões, o que a tornou a mais assistida do verão de 2017 entre adultos de 18 a 49 anos nos Estados Unidos. Seu episódio de estreia, com direção do dinamarquês Niels Arden Oplev (“Os Homens que Não Amavam as Mulheres”), foi visto por 3,6 milhões de telespectadores ao vivo e o final da temporada teve público de 2,7 milhões. Mas a NBC resolveu mudar tudo, transferindo a série para o outono. Para completar, cortou o orçamento, o que levou à dispensa de dois integrantes do elenco fixo. E ainda a colocou na sexta, dia das piores audiências da TV americana. Nada disso passou batido pela Universal Television, que avisou que irá tentar emplacar a série em outro local. A série era estrelada por François Arnaud (série “The Borgias”), Parisa Fitz-Henley (série “Luke Cage”), Arielle Kebbel (série “The Vampire Diaries”), Peter Mensah (série “Spartacus”), Dylan Bruce (série “Orphan Black”) e Jason Lewis (“Sex and the City”). O último episódio vai ao ar na próxima sexta, dia 28 de dezembro, nos Estados Unidos. A série teve sua 1ª temporada exibida no Brasil pelo canal pago Space
Série de comédia de Marlon Wayans é cancelada após a 2ª temporada
A rede americana NBC anunciou o cancelamento de “Marlon”, série de comédia estrelada por Marlon Wayans (“Cinquenta Tons de Preto”), após sua 2ª temporada. A atração tinha registrado uma ótima audiência durante sua exibição entre agosto e setembro no ano passado, com uma média de 5,6 milhões de telespectadores e 1,5 pontos na demo. Mas os números desabaram no segundo ano, perdendo metade do público ao ser antecipada para junho neste ano. A série era uma criação do próprio Marlon Wayans em parceria com os produtores Christopher Moynihan (série “100 Questions”), Rick Alvarez (produtor dos filmes de Wayans) e Michael Rotenberg (série “It’s Always Sunny in Philadelphia”). A trama era uma típica comédia familiar sobre um pai amoroso mas imaturo, que divide a responsabilidade de criar seus dois filhos com a ex-esposa, mas não tem segurança financeira para sequer ir morar em outro lugar após o divórcio. “Marlon” marcou o retorno do ator à TV, duas décadas depois de estourar com “Dupla do Barulho” (The Wayans Brothers), que foi ao ar entre 1995 e 1999. O elenco ainda incluía Essence Atkins (de “Inatividade Paranormal”) como a esposa, Amir O’Neil (telefilme “White Water”) e Notlim Taylor (série “Real Husbands of Hollywood”) como os filhos. Marlon Wayans será visto a seguir na comédia “Sextuplets”, atualmente em produção, que será lançada na Netflix em 2019.
HBO combina Aquaman e Entourage em divertido comercial metalinguístico
A HBO mergulhou no sucesso de “Aquaman”, ao encontrar uma forma metalinguística de divulgar o filme e promover a si mesma. Um vídeo do canal resolveu misturar cenas do longa com a série “Entourage”. Para quem não lembra, na 2ª temporada da série, exibida em 2005, o protagonista Vinny Chase (Adrian Grenier) é convencido a estrelar um filme de “Aquaman”, dirigido por James Cameron (“Titanic”). O comercial mostra a chegada de Vinny e sua entourage no tapete vermelho da première de “Aquaman”. Mas quando o grupo se acomoda no cinema, o “Aquaman” exibido é outro, estrelado por Jason Momoa e dirigido por James Wan, deixando Vinny perplexo. Vale lembrar que a Warner Bros. Pictures, que produziu “Aquaman”, e o canal HBO fazem parte do mesmo conglomerado, a WarnerMedia. “Aquaman”, que está em exibição nos cinemas brasileiros desde a semana passada, estreou neste fim de semana nos Estados Unidos. Well this is aquward. pic.twitter.com/HEwIWwgJMY — HBO (@HBO) December 19, 2018
NOS4A2: Zachary Quinto vira monstro na primeira foto da nova série de terror
O canal pago americano AMC divulgou a primeira foto de sua nova série de terror, “NOS4A2”. A imagem traz Zachary Quinto (o Spock dos filmes “Star Trek”) irreconhecível. Ele vive o vilão macabro da série, um monstro sugador de almas chamado Charlie Manx. A série é baseada no best-seller homônimo de Joe Hill (“Amaldiçoado”), filho do escritor Stephen King (“It – A Coisa”). A trama gira em torno de Vic McQueen (Ashleigh Cummings, de “Guerreiros do Amanhã”), uma jovem artista que descobre que tem uma habilidade sobrenatural de rastrear Charlie Manx (Quinto), um vilão aparentemente imortal, que se alimenta de almas de crianças e depois joga o que sobrou delas em “Christmasland” – “uma distorcida vila natalina imaginada por Manx, onde todos os dias são Natal e a infelicidade é contra a lei”, segundo a descrição oficial. Sim, essa ideia de crianças raptadas e abandonadas numa espécie de “Christmasland” já apareceu numa série antes, “Happy!”, que estreou no ano passado no canal pago Syfy. O elenco também inclui Olafur Darri Olafsson (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Virginia Kull (“Sneaky Pete”) e Ebon Moss-Bachrach (“O Justiceiro”). A adaptação é assinada pela produtora-roteirista Jami O’Brien (de “Fear the Walking Dead”) e terá 10 episódios em sua 1ª temporada. Hill também atuará como produtor executivo. E esta será sua segunda obra transformada em série em 2019. “Locke and Key” está atualmente escalando o elenco para começar a ser produzida pela Netflix. Ainda não há previsão de estrei para “NOS4A2”.












