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10 de outubro de 2026
  • Etc,  Filme,  Série

    Julie Adams (1926 – 2019)

    4 de fevereiro de 2019 /

    A atriz Julie Adams, que marcou época como a bela que encantou “O Monstro da Lagoa Negra” (1954), morreu na manhã de domingo (3/2) em Los Angeles, aos 92 anos. Apesar de ter sido lançada ao estrelado no clássico da Universal de 1954, ela já tinha, àquela altura, uma carreira expressiva em westerns da Paramount. Mas, curiosamente, até então era conhecida como Betty Adams, seu nome real. Ela nasceu Betty May Adams em 17 de outubro de 1926, em Waterloo, Iowa. Seu pai era um comprador de algodão e a família se mudava com frequência enquanto ela crescia. Dois anos depois de se formar na Little Rock High School, em Arkansas, a jovem Betty foi coroada Miss Little Rock em 1946. Com a coroa de miss à tiracolo, ela decidiu se mudar para Los Angeles e tentar a sorte como atriz. Precisou passar dois anos como secretária enquanto aprendia seu ofício. Sua primeira oportunidade aconteceu em 1949, quando ela conseguiu uma pequena figuração na série da NBC “Your Show Time”. Depois de fazer sua estréia no cinema em um papel não creditado em “Brasa Viva” (1949), da Paramount, Adams fechou contrato com o estúdio e foi escalada numa sequência de westerns, iniciada pela “A Gangue dos Daltons” (1949), até chegar ao papel da “mocinha” em seis filmes do cowboy James Ellison. Ela virou Julia Adams a partir do western de prestígio “E o Sangue Semeou a Terra” (1952), de Anthony Mann, seguido por outro bangue-bangue célebre, “Bando de Renegados” (1953), de Raoul Walsh. E foi com este nome que estampou o pôster de seu célebre filme de monstro. Concebida como uma versão subaquática de “A Bela e a Fera”, “A Criatura da Lagoa Negra” acompanhava uma expedição científica nos rios da Amazônia. Adams interpretava Kay Lawrence, a namorada de um dos cientistas, que se torna o objeto de desejo da criatura ao decidir nadar em seu habitat. Ela, porém, considerou que o projeto representava um passo atrás em sua carreira. “Eu pensei: ‘A criatura de quê? O que é isso?'”, ela contou em uma entrevista para a Horror Society em 2013. Ao mesmo tempo, ela temia recusar o papel num filme de grande estúdio, porque “estava trabalhando com algumas grandes estrelas” e se desistisse “além de ficar sem salário, poderia ser suspensa”. “Então pensei: ‘Que se dane! Pode ser divertido’. E, claro, de fato foi. Foi um grande prazer fazer o filme”. A bela de maiô encantou a fera aquática e o público mundial, criando uma das imagens mais icônicas do cinema, ao ser transportada, desacordada, nas garras da criatura. Outra cena famosa mostrava o monstro tentando agarrar seus pés, enquanto ela nadava alheia ao perigo. Como golpe de publicidade, a Universal declarou na ocasião que as pernas da atriz eram “as mais perfeitamente simétricas do mundo” e assegurou-as por US$ 125 mil – uma fortuna na época. Mas, apesar da popularidade conquistada pelo longa dirigido por Jack Arnold – até hoje, a ponto de inspirar diretamente “A Forma da Água”, de Guillermo del Toro – , “O Monstro da Lagoa Negra” foi uma exceção na carreira de Adams, que não voltou mais ao terror, mantendo uma filmografia focada em comédias e dramas. Até para se dissociar da sombra da criatura, ela decidiu mudar de nome pela terceira vez, passando a ser creditada como Julie Adams a partir do ano seguinte, no filme noir “Dominado pelo Crime” (1955). Ela se casou logo em seguida, ao se apaixonar pelo ator Ray Danton, seu parceiro em “Hienas Humanas” (1955). Mas decidiu não mudar mais seu nome artístico. Antes de se divorciarem nos anos 1980, os dois também contracenaram no filme de guerra “Mensagem Fatal” (1958), num episódio da série “Galeria do Terror”, de 1972, e ele a dirigiu em “Psychic Killer” (1975). Em mais de seis décadas no cinema e na televisão, a atriz também contracenou com Elvis Presley em “Cavaleiro Romântico” (1965), com Dennis Hopper em “O Último Filme” (1971) e com John Wayne em “McQ – Um Detetive Acima da Lei” (1974). Ela ainda voltou ao fundo do mar na sci-fi “A Cidade Submarina” (1962), que não fez o mesmo sucesso, apareceu em “Atraída pelo Perigo” (1990), filme estrelado por Jodie Foster, em “As Torres Gêmeas” (2006), de Oliver Stone, e foi ouvida, ao telefone, em “Deus da Carnificina” (2011), de Roman Polansky. Também fez muitas participações em séries. Muitas mesmo, contando mais de 100 aparições em produções tão diferentes quanto “Bonanza”, “A Garota da UNCLE”, “O Incrível Hulk”, “Barrados no Baile” e “CSI: New York”. Entre seus papéis mais memoráveis na TV estão o da corretora Eve Simpson em 10 capítulos de “Assassinato por Escrito” (Murder She Wrote) nos anos 1990, o de esposa de James Stewart em “The Jimmy Stewart Show” na década de 1970 e como uma das raras clientes do advogado Perry Mason a ser considerada culpada, num episódio de 1963 da famosa série jurídica. Em 2011, Adams publicou sua biografia, “The Lucky Southern Star: Reflections From the Black Lagoon”. E se despediu do público num curta do ano passado, inspirado em seu livro.

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  • Série

    Arrow: Vídeos do episódio 150 revelam estilo diferenciado de documentário

    4 de fevereiro de 2019 /

    A rede CW divulgou as fotos, duas cenas e o trailer do 150º episódio de “Arrow”, que ai marcar a data com abordagem diferenciada e uma estrutura completamente diferente da que os espectadores estão acostumados. Intitulado “Emerald Archer” (Arqueiro Esmeralda, em tradução literal), o capítulo terá como fio condutor um documentário fictício, realizado por uma equipe de reportagem, que consegue autorização da polícia de Star City para acompanhar o dia-a-dia de Oliver Queen (Stephen Amell) como vigilante a serviço da lei. Conforme mostrou o final da primeira parte da 7ª temporada, Oliver Queen deixou a prisão e passou a atuar como consultor e auxiliar da polícia de Star City. As prévias confirmam que o episódio seguirá um estilo de documentário, contando com entrevistas e até mesmo narração, fornecida pelo ator Kelsey Grammer (“Frasier”). “Emerald Archer” vai ao ar nesta segunda (4/2) nos Estados Unidos. “Arrow” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Série baseada no filme O que Fazemos nas Sombras ganha primeiro trailer completo

    4 de fevereiro de 2019 /

    O canal pago FX divulgou três fotos e o trailer completo da série baseada na comédia vampírica “O que Fazemos nas Sombras” (What We Do in the Shadows). A atração foi criada pelos mesmos responsáveis pelo filme: Taika Waititi, que ganhou proeminência após dirigir “Thor: Ragnarok”, e Jemaine Clement, visto em outro projeto recente da Marvel, como ator na série “Legion”. Os dois colaboraram na direção, no roteiro e estrelaram a produção original, concebida como um falso documentário sobre o cotidiano de vampiros neozelandeses. “O que Fazemos nas Sombras” venceu diversos festivais, como Sitges, o mais famoso dos eventos internacionais do cinema fantástico, e a mostra Midnight Madness, do Festival de Toronto. No filme, uma equipe de documentaristas era convidada por um trio de vampiros a ter acesso exclusivo a seu mundo secreto. Mas em vez de captar momentos tensos e aterrorizantes, eles acabam testemunhando vampiros que fazem tricô e tarefas domésticas, como passar aspirador de pó – mas nunca lavar as louças, que se acumulam há séculos. Mesmo quando saem para a noite, eles não provocam medo nem fazem sucesso com as mulheres, encontrando grande dificuldade para entrar em bares sem serem convidados. A série será bem diferente. Para começar, os protagonistas não serão três vampiros preguiçosos, mas dois vampiros e uma vampira que não aceita desaforos. E ainda haverá um assistente humano, similar ao melhor amigo de um dos vampiros no longa-metragem. Além disso, vai se passar em Nova York. O elenco é formado por Matt Berry (da saudosa série “The IT Crowd”), Natasia Demetriou (“Year Friends”), Kayvan Novak (“As Aventuras de Paddington”) e Harvey Guillen (“The Magicians”). Waititi assinou o piloto aprovado, que será exibido como primeiro episódio da série em 27 de março, nos Estados Unidos. Além desta série, “O que Fazemos nas Sombras” também rendeu um spin-off na TV neozelandesa: “Wellington Paranormal”, que acompanha os policiais Karen (vivida por Karen O’Leary) e Mike (Mike Minogue), responsáveis por manter os humanos a salvo de todos as atividades sobrenaturais que ocorrem em sua cidade. Foi ao ar no ano passado no canal neozelandês TVNZ 2.

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  • Série

    Série baseada nos quadrinhos de Y: O Último Homem é finalmente confirmada pelo FX

    4 de fevereiro de 2019 /

    O canal pago americano FX confirmou a produção da série baseada nos cultuados quadrinhos de “Y: O Último Homem” (Y: The Last Man). Em desenvolvimento há uma década, o projeto finalmente ganhou sinal verde para sua 1ª temporada. A série vai se chamar apenas “Y” e já tem elenco completo, encabeçado por Diane Lane (“Batman vs Superman”), Barry Keoghan (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”), Imogen Poots (“Sala Verde”), Lashana Lynch (“Capitã Marvel”), Juliana Canfield (“Succession”), Marin Ireland (“Sneaky Pete”) e Amber Tamblyn (“Two and a Half Men”). O próprio criador de “Y”, Brian K. Vaughan, trouxe o projeto para o FX há quatro anos, em parceria com o roteirista Michael Green (“Logan”). Mas o piloto só foi produzido no ano passado e apenas agora aprovado. Um dos quadrinhos mais cultuados da Vertigo, a linha adulta da DC Comics, e vencedor de cinco prêmios Eisner, o Oscar dos quadrinhos, “Y: O Último Homem” teve 60 edições, publicadas entre 2002 e 2008, em que contou a história do jovem ilusionista Yorick Brown, sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções. Quando grupos de mulheres mal-intencionadas descobrem que ele é o último homem da terra, passam a caçá-lo de todas as formas possíveis. Mas ele também encontra aliadas em sua jornada, que veem em sua sobrevivência uma chance de encontrar uma cura que permita o nascimento de novos homens e, assim, impedir a extinção da humanidade. O projeto é a segunda criação de Vaughan que a virar série. Ele também criou os quadrinhos dos Fugitivos (Runaways), transformado em atração da plataforma Hulu. Além disso, Vaughan é um roteirista experiente de séries, tendo trabalhado em “Lost” e “Under the Dome”. E Green é um dos escritores mais valorizados da atualidade por Hollywood, autor de “Logan”, “Blade Runner 2049” e “O Assassinato do Expresso Oriente”, além de cocriador da série “American Gods”. Michael Green e Aïda Mashaka Croal (“Luke Cage”) serão showrunners da série, que teve seu piloto dirigido por Melina Matsoukas (das séries “Insecure”, “Master of None” e de clipes premiados de Beyoncé e Rihanna). A estreia é esperada apenas em 2020, pois não se trata de uma produção simples e barata.

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  • Série

    Legion vai acabar na 3ª temporada

    4 de fevereiro de 2019 /

    O canal pago FX anunciou que “Legion” vai acabar em sua 3ª temporada. Apesar da queda brutal de audiência, o presidente do canal, John Landgraf, explicou durante evento da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA) que o produtor Noah Hawley (criador também de “Fargo”) sempre planejou concluir a história no terceiro ano. A trama surreal da série fez com que a 2ª temporada tivesse episódios vistos por apenas 365 mil telespectadores ao vivo e com 0,15 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Ou seja, 1,3 milhão de telespectadores a menos que na temporada inaugural. A baixa audiência já vinha alimentando rumores de cancelamento, mas a série foi renovada para mais um ano. Sabe-se agora que a renovação foi feita para encerrar a trama. “Legion” é inspirada pelos universo dos quadrinhos dos “X-Men”. Nas publicações da Marvel, David Haller (o personagem vivido por Dan Stevens) é filho do Professor Xavier. A série também é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.

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  • Série

    Comercial da série baseada no thriller Hanna destaca cenas de ação

    4 de fevereiro de 2019 /

    A Amazon divulgou o pôster e um novo comercial da série baseada no filme “Hanna” (2011). Exibido na TV americana durante o intervalo do Super Bowl, destaca a protagonista em cenas de ação. O filme estrelado por Saoirse Ronan (“Lady Bug”) acompanhava uma adolescente treinada desde pequena para ser uma assassina e enviada em uma missão secreta por seu pai Erik (Eric Bana). Quando a missão dá errado, ela acaba perseguida por uma agente da CIA chamada Marissa (papel de Cate Blanchett), o que a faz se esconder com uma família comum e questionar quem realmente é. A série foi criada por David Farr, que coescreveu o roteiro do filme original, e deve se concentrar na jornada de Hanna, enquanto foge da busca implacável da CIA e tenta desvendar a verdade sobre sua identidade. Além de Farr, o produtor do filme, Marty Adelstein, também está envolvido na adaptação. Já o elenco voltará a reunir Mireille Einos e Joel Kinnaman após “The Killing”, respectivamente nos papéis de Erik e da agente Marissa. O papel-título, por sua vez, é desempenhado por Esme Creed-Miles (“Dark River”). Com produção da NBCUniversal, a série estreia em março, mas a Amazon já está disponibilizando o primeiro episódio por 24 horas a partir da noite de domingo (3/2) para seus assinantes.

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  • Série

    Jordan Peele apresenta primeiro comercial da nova versão de Além da Imaginação

    4 de fevereiro de 2019 /

    O serviço de streaming CBS All Access divulgou o primeiro comercial da nova versão da série clássica de antologia sci-fi “Além da Imaginação” (Twilight Zone). Aproveitando a exibição televisiva no intervalo do Super Bowl, a prévia usou uma abordagem temática, gravando suas imagens no estádio da final do campeonato de futebol americano. Ao melhor estilo da série clássica, o comercial abre com interferências na TV, fazendo o público do estádio lotado desaparecer. A única pessoa que resta é o ator, roteirista e diretor Jordan Peele (vencedor do Oscar por “Corra!”), que caminha até o centro do campo do jogo para encontrar uma porta misteriosa, que abre para outras dimensões – e para os episódios da série. “Em que dimensão você está?”, pergunta Peele, que também se multiplica nas cadeiras da audiência, como se fosse de várias dimensões e realidades diferentes, antes de sumir pela porta que conduz ao além. O remake tem produção de Peele, que também aparecerá na introdução de cada capítulo para apresentar a história fantástica semanal que o espectador irá acompanhar. Ele vai assumir a função exercida pelo criador da atração, Rod Serling, que apareceu no começo de todos os episódios da série original, entre 1959 e 1964, para comentar os temas abordados. “Além da Imaginação” é pioneira do formato das antologias sci-fi, contando histórias completas por episódio, numa estrutura que inspirou séries como “Quinta Dimensão” (The Outer Limits), “Black Mirror” e “Philip K. Dick’s Electric Dreams”. A marca é tão forte que, além dos 156 episódios originais, a CBS já tinha feito dois revivals de sucesso da atração – o primeiro durou entre 1985 a 1989 (65 episódios) e o segundo entre 2002 a 2003 (44 episódios). O programa também virou filme: a antologia “No Limiar da Realidade” (Twilight Zone: The Movie, 1983), que apresentava quatro histórias dirigidas simplesmente por Steven Spielberg (“Guerra dos Mundos”), Joe Dante (“Gremlins”), John Landis (“Um Lobisomem Americano em Londres”) e George Miller (“Mad Max”). Serling, que faleceu em 1975, apresentou apenas a versão original – e outra série clássica, “Galeria do Terror” (1969–1973), que também deve voltar em breve. Como curiosidade, o remake mais recente já tinha sido apresentado por um ator negro: Forest Whitaker (“Pantera Negra”). A nova “Além da Imaginação” vai estrear em 1 de abril no serviço de streaming da CBS e, para atrair o público, o elenco da produção é uma verdadeira constelação de astros e estrelas. Os episódios vão contar com John Cho (“Star Trek”), Taissa Farmiga (“American Horror Story”), Greg Kinnear (“Pequena Miss Sunshine”), Luke Kirby (“A Maravilhosa Sra. Maisel”), Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”), Kumail Nanjiani (“Doentes de Amor”), Adam Scott (“Big Little Lies”), Rhea Seehorn (“Better Call Saul”), Alison Tolman (“Fargo”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Jessica Williams (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Steven Yeun (“The Walking Dead”) e DeWanda Wise (“Ela Quer Tudo”), entre outros. O CBS All Access não é comercializado no Brasil, mas suas séries tem aparecido por aqui em outras plataformas, como a Amazon (“Good Fight”) e Netflix (“Star Trek: Discovery”).

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  • Série

    Comercial de The Handmaid’s Tale introduz vingança de June

    4 de fevereiro de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o comercial da 3ª temporada de “The Handmaid’s Tale”. Exibido na TV americana durante o intervalo do Super Bowl, o vídeo começa como uma propaganda fascista do regime de Gilead, até June/Offred (Elizabeth Moss) decidir que é hora dessa narrativa mudar. Sua determinação é acompanhada por cenas de explosão, incêndio e desespero dos poderosos. É interessante reparar que a narração do comercial utiliza um texto famoso da campanha para a reeleição de Ronald Reagan em 1984. Compare abaixo. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a trama de “The Handmaid’s Tale” se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado. A trama foi adaptada por Bruce Miller (de “The 100”) e já deixou para trás a história do livro, adentrando território inédito na 2ª temporada para continuar acompanhando a trajetória de sua protagonista. A data de estreia dos novos episódios ainda não foi divulgada. As duas primeiras temporadas foram exibidas no Brasil pelo canal pago Paramount e estão sendo disponibilizadas também pela Globoplay.

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  • Série

    Foto de minissérie traz Russell Crowe irreconhecível como fundador da Fox News

    2 de fevereiro de 2019 /

    O canal pago Showtime divulgou a primeira foto oficial do ator Russell Crowe como Roger Ailes, o fundador da Fox News, para a minissérie “The Loudest Voice”. Baseada no livro homônimo de Gabriel Sherman, a produção foca a trajetória e a queda do todo-poderoso, que morreu em maio de 2017, aos 77 anos, poucos meses após ser afastado da chefia do canal, envolvido num escândalo. Roger Ailes era uma das figuras mais poderosas da política e da mídia norte-americana, graças ao canal Fox News, que ele transformou no principal porta-voz da direita e do conservadorismo americano, até cair em desgraça por acusações de assédio sexual. Em julho de 2016, Gretchen Carlson, uma ex-Miss norte-americana que participou do popular programa matutino “Fox and Friends” antes de ganhar sua sua própria atração, processou o jornalista, acusando-o de prejudicar sua carreira ao se ver rejeitado. Duas semanas depois, Ailes foi afastado da emissora com uma indenização milionária. Ainda sem título, a minissérie foi desenvolvida por Tom McCarthy, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro por “Spotlight”, trabalho também focado numa história sobre bastidores do jornalismo. A produção é de Jason Blum, mais conhecido como produtor de filmes de terror bem-sucedidos, como “Corra!” e “Fragmentado”. Vencedor do Oscar por “Gladiador”, em 2001, Crowe só tinha trabalhado em séries no começo da carreira, em pequenos papéis na TV australiana antes de vir para Hollywood. Ele estreou como ator há cerca de três décadas com uma participação de quatro episódios na interminável novela australiana “Neighbours” – exibida até hoje. O elenco da atração conta ainda com Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”, Sienna Miller (“American Sniper”), Seth MacFarlane (“The Orville”), Simon McBurney (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), Guy Boyd (“Sharp Objects”) e Annabelle Wallis (“A Múmia”). “The Loudest Voice” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Travelers é cancelada após 3ª temporada sem divulgação da Netflix

    1 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix cancelou “Travelers” após lançar a 3ª temporada da série praticamente sem divulgação. Para se ter ideia, a Netflix Brasil não divulgou um trailer legendado sequer em seu canal no YouTube para avisar que os episódios estavam disponíveis. E a versão americana da plataforma só produziu um único vídeo sobre a produção, e isso uma semana antes da estreia. Um vídeo apenas, sem legendas. Com menos destaque que produções novatas da Índia, da Polônia e da Austrália, a série tinha obtido 100% de aprovação em sua temporada inaugural na média do Rotten Tomatoes. Criação de Brad Wright, que desenvolveu o universo “Stargate” na televisão (as séries “Stargate SG-1”, “Stargate Atlantis” e “Stargate Universe”), a atração girava em torno dos últimos sobreviventes da humanidade, que enviavam suas consciências através do tempo para “possuírem” as mentes de pessoas no século 21, e assim tentar mudar o futuro apocalíptico. Estes “viajantes” assumiam a vida de pessoas aparentemente aleatórias, destinados a morrer de causas fortuitas, trabalhando secretamente em conjunto para salvar a humanidade da destruição. Ironicamente, a falta de empenho da Netflix contrastou com o investimento feito na atração. Realizada pelo canal canadense Showcase em suas primeiras temporadas, os últimos episódios de “Travelers” foram os primeiros totalmente financiados pela Netflix. E essa iniciativa foi fruto da ótima repercussão do material inicial. Ao final, a plataforma nem se deu ao trabalho de revelar aos fãs o cancelamento. Quem fez isso foi o ator Eric McCormack nesta sexta-feira (1/2) em suas redes sociais. Protagonista e produtor da série, McCormack (mais conhecido como o Will de “Will & Grace”) publicou um vídeo para dar a má notícia. “Muitos de vocês vêm perguntando sobre a possibilidade de uma 4ª temporada, mas muitos têm dito: ‘Veja, se for só isso, que final emocionante e profundo que tivemos'”, disse o ator. “Bem, receio que seja só isso. Quem sabe o que o futuro reserva, mas o Programa de Viajantes 1, como nós o chamamos, está completo… Muito amor de 3468 para o século 21”. Além de Eric McCormack, o elenco incluía Mackenzie Porter (série “Hell on Wheels”), Patrick Gilmore (“O Segredo da Cabana”), Jared Paul Abrahamson (série “Awkward”), Nesta Marlee Cooper (série “Heroes Reborn”) e Reilly Dolman (“Percy Jackson e o Ladrão de Raios”). To all our fellow #Travelers… ❤️ ⁦@MacKenziePMusic⁩ ⁦@NestaCooper⁩ ⁦@JaredAbrahamson⁩ ⁦@PatrickGilmore⁩ ⁦@LeahCairns⁩ ⁦@SpenceJen⁩ ⁦@jalexbrinson⁩ ⁦@bradtravelers⁩ ⁦@Carrie_Mudd⁩ pic.twitter.com/76Y3wYmnSQ — Eric McCormack (@EricMcCormack) February 1, 2019

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  • Série

    Veja toda a 1ª temporada e a estreia gratuita do segundo ano de Ryan Hansen Solves Crimes on Television

    1 de fevereiro de 2019 /

    O YouTube Premium disponibilizou na quarta (30/1) com divulgação mínima a 2ª temporada de “Ryan Hansen Solves Crimes on Television”, uma das séries de comédia mais subestimadas da atualidade. E para convencer quem ainda não sabe do que se trata, a plataforma também abriu acesso gratuito para toda a 1ª temporada – apenas até o dia 13 de fevereiro. Abusando da metalinguagem, a série satiriza a premissa absurda de atrações televisivas de sucesso, que colocam um civil famoso – um escritor como “Castle” ou “mentalista” como “The Mentalist” – para investigar crimes ao lado de parceiros policiais. A ideia é que esse seria um costume corriqueiro, com a polícia recorrendo a celebridades para combater o crime em Los Angeles. A atração acompanha um ator (não tão célebre) de Hollywood em seu dia-a-dia desvendando casos criminais, ninguém menos que Ryan Hansen. E antes que alguém pergunte quem é Ryan Hansen, ele viveu Dick Casablancas na série “Veronica Mars”, que lançou a carreira de Kristen Bell. Os dois ficaram tão amigos que ela também fez participação na 1ª temporada, interpretando a si mesma – e zoando o protagonista o tempo inteiro. Há ainda participações de Jon Cryer (série “Two and a Half Men”), Joel McHale (série “Community”), Donald Faison (série “Scrubs”), Rob Corddry (“A Ressaca”), Thomas Lennon (“Lethal Weapon”), Jane Lynch (“Glee”) e outros famosos como eles próprios. A série é uma criação do cineasta Rawson Marshall Thurber (“Família do Bagulho”, “Um Espião e Meio”), que, além de escrever e produzir, dirige dois dos oito episódios da 1ª temporada e mais um par de capítulos do segundo ano. Outro cineasta, Jeff Wadlow (“Kick-Ass 2”) também assina vários episódios. Arrisque-se abaixo, com a íntegra da 1ª temporada e o primeiro episódio do segundo ano.

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  • Série

    Richard Gere precisa escolher entre o filho e seus negócios no trailer de sua primeira série de TV

    1 de fevereiro de 2019 /

    A BBC divulgou o trailer de “MotherFatherSon”, a primeira série estrelada pelo veterano ator Richard Gere (de “Uma Linda Mulher”). Desenvolvida por Tom Rob Smith (criador de “London Spy” e cocriador de “American Crime Story”) e com direção do cineasta James Kent (“Juventudes Roubadas”), a atração de oito capítulos é descrita como um psycho-thriller ambientado em sistemas de poder na política, na mídia e na polícia. Na trama, Gere vive Max, um americano que fez fortuna sozinho e virou um dos nomes mais influentes de Londres com seu poderoso jornal. Entretanto, ele pode perder tudo devido a seu filho, que tem um estilo de vida desregrado, colocando em risco os negócios da família. Ele vai dividir a tela com Helen McCrory (“Peaky Blinders” e franquia “Harry Potter”) e Billy Howle (“Dunkirk”), que vivem sua ex-mulher e o filho, além de Elena Anaya (“Mulher-Maravilha”) e Ciarán Hinds (“Game of Thrones”). Ainda não há previsão para a estreia.

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    Sex Education é renovada e ganha vídeos divertidos

    1 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix renovou “Sex Education” para sua 2ª temporada. A série se tornou uma das raras produções a ter sua audiência revelada pela plataforma. Logo após seu lançamento em janeiro, a empresa tornou público o número de 40 milhões de espectadores num relatório para o mercado. Ainda não há data de estreia previstas para o segundo ano, mas a empresa divulgou teasers regionais para informar que os novos episódios foram encomendados. A versão em inglês é uma sátira de “Meninas Malvadas”. A cena traz os personagens descrevendo de forma elogiosa Otis (Asa Butterfield), do mesmo modo como a comédia de 2004 fazia com Regina George (Rachel McAdams). Já a versão brasileira é apresentada por Marcelinho, um fantoche popularizado pelo YouTube nacional, conhecido por ler contos eróticos com voz esganiçada. O resultado é tão bizarro quanto hilário. Veja abaixo. A série foi criada pela curtametragista Laurie Nunn e também é estrelada por Gillian Anderson (série “Arquivo X”) como a mãe do jovem protagonista.

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