Em meio à crise, série do Monstro do Pântano ganha primeiro teaser
Em meio às notícias de interrupção da produção da série do Monstro do Pântano, boatos de fim da plataforma DC Universe e ausência completa de comunicado oficial, a Warner resolveu divulgar o primeiro teaser da atração. A prévia mostra os pântanos em que a trama se passa e o primeiro close do protagonista, vivido em sua forma monstruosa por Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”). A série da plataforma DC Universe está encerrando seus trabalhos após a gravação de 10 episódios, em vez dos 13 encomendados. A notícia da interrupção nos trabalhos chegou à equipe de produção na noite de terça-feira (16/4). Originalmente, a produção se estenderia até o final de maio na Carolina do Norte. Além do teaser, a Warner disponibilizou um vídeo de bastidores da produção, mas ele foi abruptamente tirado do ar após poucos minutos. Os fatos têm originado muitas especulações. Em vez de tranquilizar equipes desta e de outras séries do DC Universe, bem como assinantes do serviço e fãs dos quadrinhos, com um comunicado conciso, a estratégia da Warner parece ser ignorar a crise de bastidores, focando-se num vídeo com a data de estreia da atração. A série do “Monstro do Pântano” foi desenvolvida pelos roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”) para a produtora Atomic Monster, do diretor James Wan (“Aquaman”). A estreia está marcada para 31 de maio, ainda na plataforma DC Universe, disponível apenas nos Estados Unidos.
Produção da série do Monstro do Pântano é interrompida e boatos falam em fim da DC Universe
Uma notícia de crise nos infinitos streamings veio à tona nos pântanos do sul dos EUA. A produção da série do “Monstro do Pântano” foi interrompida, afirma um jornal da cidade de Wilmington, onde a atração está sendo rodada. Segundo a publicação Star News, a série da plataforma DC Universe vai encerrar seus trabalhos após a gravação de 10 episódios, em vez dos 13 encomendados. A notícia da interrupção nos trabalhos chegou à equipe de produção na noite de terça-feira (16/4), recomendando a rápida finalização do 10º episódio. Originalmente, a produção se estenderia até o final de maio na região. Na manhã desta quarta-feira (17/4), a atriz Virginia Madsen confirmou o encerramento da produção em um post no Instagram que dizia: “Estou muito triste. Que decisão terrível. Fomos cortados na carne por aqueles que nunca puseram os pés no Pântano”. O post foi posteriormente deletado. Mas outros integrantes da equipe compartilharam seu choque nas redes sociais. Alguns posts indicaram que a decisão foi repentina e pegou desprevenida centenas de integrantes da produção, que de uma hora para outra ficaram desempregados. O fato tem originado muitas especulações. Fala-se em retomada posterior dos trabalhos, após os roteiro serem reescritos. Mas o próprio Star News chegou a publicar uma informação mais preocupante, que foi posteriormente apagada em seu site, na qual afirmava que a decisão de parar as gravações de “Swamp Thing” (título original da série) seria consequência de discussões para encerrar a plataforma DC Universe. A WarnerMedia tem planos de lançar sua própria plataforma de streaming em 2020, mas faria mais sentido incorporar conteúdo inédito em vez de cortar, se o objetivo fosse mesmo competir com a Netflix, Amazon, Disney+ (Disney Plus) e Apple, e não apenas oferecer filmes antigos. A série do “Monstro do Pântano” foi desenvolvida pelos roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”) para a produtora Atomic Monster, do diretor James Wan (“Aquaman”). A estreia está marcada, até segunda ordem, para 31 de maio na plataforma DC Universe, disponível apenas nos Estados Unidos. Não há, até o momento, nenhum comunicado oficial para a imprensa a respeito do status da produção.
Série do Capitão Picard define elenco de sua nova geração de Star Trek
A série da franquia “Star Trek” que marcará a volta de Patrick Stewart ao papel do Capitão Picard (de “A Nova Geração”) começou a formar seu elenco. E é uma nova geração literal. Os integrantes da produção são Alison Pill (de “Scott Pilgrim Contra o Mundo” e “Vice”), Harry Treadaway (“Penny Dreadful”, “Mr. Mercedes”), Isa Briones (“Ladrões”, “American Crime Story”), Santiago Cabrera (“Heroes”, “Big Little Lies”) e Michelle Hurd (“Demolidor”, “Blindspot”). A trama da série continua em segredo, embora o produtor Alex Kurtzman tenha afirmado que vai seguir o Capitão Picard no “próximo capítulo de sua vida”, possivelmente após deixar o comando da Enterprise. Hanelle Culpepper, que trabalhou em “Star Trek: Discovery”, vai dirigir os dois primeiros episódios da série. Alex Kurtzman, que conduz produções da saga desde o filme “Star Trek” (2009), vai servir como um dos showrunners. A data de estreia da atração, que será distribuída através do serviço de streaming CBS All Access nos EUA, ainda não foi definida.
Estreia de Game of Thrones bate recorde da pirataria mundial
A estreia da 8ª e última temporada de “Game of Thrones” no último domingo (14/4) bateu recorde de audiência não apenas na HBO. O episódio “Winterfell”, visto por 17,4 milhões de espectadores no canal pago e suas plataformas nos EUA, foi baixado ilegalmente mais de 54 milhões de vezes nas primeiras 24 horas após sua exibição na TV. Segundo a empresa de monitoramento de pirataria Muso, a Índia foi o país que mais assistiu a “Game of Thrones” ilegalmente neste período, contabilizando 9,5 milhões de downloads. A China aparece em 2º lugar, com 5,2 milhões de ocorrências de pirataria envolvendo a série, enquanto os EUA surgem em 3º com 4 milhões. Outra curiosidade é que os fãs passaram um tempo se preparando para o final de “Game of Thrones” antes da estreia da 8ª temporada, maratonando ou revendo as temporadas anteriores. Entre fevereiro e abril de 2019, a procura pelos episódios antigos da série dobrou em sites de pirataria. O relatório ainda revela que 76,6% das pessoas que buscam piratear “Game of Thrones” optam por sites que fazem streaming ilegal do episódio. 12,2% procuram sites onde podem baixar o episódio diretamente para seus computadores, e apenas 10,8% usam o serviço de torrent.
Diretor de Bumblebee assume o filme do Homem de Seis Milhões de Dólares
A Warner contratou o diretor Travis Knight, responsável por dois sucessos de crítica, “Kubo e as Cordas Mágicas” (2016) e o recente “Bumblebee” (2018), para comandar o filme baseado na série clássica “Cyborg – O Homem de Seis Milhões de Dólares” (Six Million Dollar Man). A série original foi ao ar entre 1974 e 1978. A trama girava em torno do astronauta Steve Austin, que após sofrer um acidente grave é reconstruído pelo governo com partes biônicas que lhe dão superpoderes. A produção tornou o ator Lee Majors famoso e o sucesso da atração rendeu um spin-off igualmente célebre, “A Mulher Biônica”(1976), no qual ele fez algumas participações. O projeto da adaptação de cinema tem mais de uma década e começou na finada The Weinstein Company. Quase virou uma comédia estrelada por Jim Carrey (“Kick-Ass 2”), com o diretor Todd Phillips (atualmente à frente de “Coringa”) e o roteirista Kevin Smith (“Pagando Bem, Que Mal Tem?”). E também uma superprodução dirigida por Bryan Singer (“Bohemian Rhapsody”) e estrelada por Leonardo DiCaprio (“O Regresso”). Desde 2014, Mark Wahlberg está definido como o intérprete do personagem do título. Ele chegou até a fazer lobby para seu parceiro Peter Berg assumir a direção. Os dois trabalharam juntos em quatro filmes consecutivos, entre 2013 e 2018, e um quinto, “Wonderland”, estreia ainda neste ano. Até Mel Gibson (“Até o Último Homem”) foi sondado como possível diretor, antes de a Warner definir Travis Knight. Bill Dubuque (criador de “Ozark”) está escrevendo o roteiro e ainda não há cronograma de filmagens nem data de estreia prevista para a adaptação.
Georgia Engel (1948 – 2019)
Georgia Engel, a atriz com voz de bebê que interpretou a namorada e eventual esposa do apresentador de TV Ted Baxter na série clássica “Mary Tyler Moore”, morreu na sexta-feira (12/4) aos 70 anos em Princeton, Nova Jersey. Engel ficou conhecida e foi indicada a dois Emmys de Melhor Atriz Coadjuvante por seu trabalho em “Mary Tyler Moore”. Ela se juntou à série em 1972, durante a 3ª temporada, como Georgette Franklin, logo após fazer sua estreia no cinema na comédia “Procura Insaciável” (1971), de Milos Forman. “Seria apenas um episódio”, ela recordou ao The Toronto Star em 2007, “e eu deveria ter algumas falas em uma cena de festa, mas eles continuavam me dando mais e mais coisas para fazer”. Assim, sua personagem se tornou recorrente e depois integrante fixo da produção, que marcou época como a primeira série assumidamente feminista da TV americana. Após o fim de “Mary Tyler Moore” em 1977, a atriz ainda apareceu como Georgette no spin-off “Rhoda” e seguiu carreira na televisão, participando de muitas outras séries: no elenco fixo de “The Betty White Show” (1977-1978) e “Goodtime Girls” (1980) e como integrante recorrente de “Coach” (entre 1991 e 1997) e “Everybody Loves Raymond”. Ela entrou em “Everybody Loves Raymond” em 2003, durante a 7ª temporada do sitcom de Ray Romano, no papel de Pat MacDougall, a sogra do personagem de Brad Garrett. Também era para ser uma aparição simples, que acabou virando recorrente e lhe rendeu mais três indicações ao Emmy, desta vez como Melhor Atriz Convidada. Depois disso, continuou a aparecer em sitcoms populares da TV americana, recorrendo em vários episódios de “The Office”, “Two and a Half Men” e “Hot in Cleveland”. Também dublou três longas animados da franquia “O Bicho Vai Pegar” (de 2006 a 2010) e integrou o elenco da comédia “Gente Grande 2” (2013), como a mãe de Kevin James. Até encerrar a carreira com uma participação na série “One Day at a Time”, da Netflix, no ano passado.
Série Deadly Class ganha data de estreia no Brasil
A série “Deadly Class”, produzida pelos irmãos Russo, diretores de “Vingadores: Ultimato”, finalmente ganhou data de estreia no Brasil. A 1ª temporada será disponibilizada em 26 de abril na plataforma Globoplay. Melhor série atual do canal pago SyFy, “Deadly Class” exibiu seus 10 episódios entre janeiro e março nos Estados Unidos. A trama é baseada nos quadrinhos homônimos de Rick Remender e gira em torno de alunos de uma escola de Ensino Médio para assassinos. Como se passa em 1987, sua trilha sonora (sensacional!) se destaca por incluir muitas músicas do underground da época, refletindo que alguns dos estudantes são punks e há até uma gótica. O elenco de delinquentes inclui Lana Condor (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Liam James (“O Verão da Minha Vida”), Taylor Hickson (“Deadpool”), Benjamin Wadsworth (visto num episódio de “Teen Wolf”), Luke Tennie (“Shock and Awe”), Michel Duval (série “Queen of the South”) e a cantora venezuelana María Gabriela de Faría (“Eu Sou Franky”), além dos adultos Erica Cerra (“Power Rangers”), Ryan Robbins (“Warcraft”), o roqueiro Henry Rollins (série “Z Nation”) e Benedict Wong (de “Vingadores: Guerra Infinita”). O próprio criador dos quadrinhos da Image Comics assina o roteiro e a produção. E entre os diretores dos episódios incluem-se os cineastas Lee Toland Krieger (de “A Incrível História de Adaline”) e Ami Canaan Mann (“Em Busca de um Assassino”). A série ainda não foi renovada, o que tem causado muita apreensão nos fãs, mas não em seu criador. Rick Remender tem tanta certeza que a produção vai continuar que já está escrevendo os próximos episódios.
Série baseada no filme Operação Big Hero é renovada para a 3ª temporada
O Disney Channel renovou a série animada “Operação Big Hero”, baseada no filme de mesmo nome, para sua 3ª temporada. O detalhe é que o desenho, que continua o filme de 2014, foi renovado para o terceiro ano antes mesmo da estreia da 2ª temporada, que será exibida nos EUA apenas a partir de maio. Com produção de Mark McCorkle e Bob Schooley, os criadores de “Kim Possible”, a série se passa imediatamente após os eventos vistos no cinema e continua as aventuras de Hiro, o gênio tecnológico de 14 anos, ao lado de seu companheiro inflável Baymax e demais personagens, que formam o primeiro grupo de super-heróis da Marvel desenvolvidos para uma animação da Disney. Os dubladores americanos são praticamente os mesmos do filme: Jamie Chung como Go Go Tamago, Genesis Rodriguez como Honey Lemon, Scott Adsit como robô Baymax, Maya Rudolph como a tia Cass, Alan Tudyk como guru da tecnologia Alistair Krei, Ryan Potter como o protagonista Hiro e até Stan Lee como o pai de Fred. As mudanças ficam por conta das vozes de Brooks Wheelan (do humorístico “Saturday Night Live”) como Fred (dublado por T.J. Miller no filme) e Khary Payton (o Ezekiel de “The Walking Dead”) como Wasabi (Damon Wayans Jr. no cinema).
Netflix sugere que Umbrella Academy é sua série de maior audiência
A Netflix abriu novos dados de audiência num relatório para o mercado de ações. O texto traz algumas revelações, como o fato de “Umbrella Academy” ter sido vista por 45 milhões de pessoas em seu primeiro mês. Este é o maior número já revelado pela Netflix a respeito de uma série. Anteriormente, a plataforma só tinha aberto o público de duas séries, “Você” (You) e “Sex Education”, que estariam “prestes” a atingir 40 milhões em seu primeiro mês. Na terminologia da Netflix, uma série é considerada “vista” se um usuário assistiu a pelo menos 70% de um único episódio. A plataforma vem, aos poucos, eliminando o sigilo sobre sua audiência, como forma de estabelecer um patamar diante da chegada de novos rivais ao mercado. E porque suas ações estão em queda. Mas os números não impressionam. Considerando que “Umbrella Academy” teve 10 episódios em sua 1ª temporada, isso significa que cada capítulo foi visto por 4,5 milhões de pessoas. Seria razoável em canais de baixa audiência, como Fox e The CW. Só que esse número não é relativo ao público americano. É mundial. Imagina-se que “Stranger Things” tenha mais público. Mas a boa-vontade da Netflix em relação à transparência é recente e não incluiu os números dessa série. Quando e caso isso ocorra, pode representar um choque de realidade. Afinal, o relatório também aponta o público total da Netflix. Está em 148,9 milhões em todo o mundo, tendo crescido 9,6 milhões no último ano. Na prática, isto significa que uma série de 10 episódios, vista por absolutamente todos os assinantes do serviço, teria menos público por capítulo que “Game of Thrones”. O negócio muda de figura em relação a filmes, cuja audiência não se pulveriza entre muitos episódios. A Netflix revelou que “Operação Fronteira” foi assistido por 52 milhões de pessoas em um mês, o que o transforma num blockbuster de seu gênero. Até o medíocre “Estrada Sem Lei” – 55% de aprovação no Rotten Tomatoes – teria obtido sucesso, com 40 milhões em um mês. Mas nenhum dos dois atingiu o status de “Bird Box”, visto por 45 milhões em uma semana, um fenômeno cultural que também rendeu desafios na internet e turismo ligado ao cenário real da produção. “Bird Box continuou a ser visto até atingir 80 milhões de pessoas. Os dados impressionantes são da própria plataforma, mas também indicam um limite para seus maiores sucessos globais: 53,7% de sua audiência total. Os 148,9 milhões de assinantes representaram um faturamento anual de US$ 4,5 bilhões para a companhia, que teria investido muito mais em conteúdo no mesmo período. A estimativa é de uma diferença de US$ 3,5 milhões negativos. Após a divulgação do relatório, as ações da Netflix reagiram, subindo 3% – após caírem os mesmos 3% na sexta-feira (12/4), dia seguinte à apresentação da plataforma concorrente Disney+ (Disney Plus).
Russell Crowe vira fundador da Fox News em fotos e teaser de minissérie
O canal pago Showtime divulgou o primeiro teaser e novas fotos da minissérie “The Loudest Voice”, que traz o ator Russell Crowe como Roger Ailes, o fundador da Fox News. A produção foca a trajetória e a queda do todo-poderoso, que morreu em maio de 2017, aos 77 anos, poucos meses após ser afastado da chefia do canal, envolvido num escândalo. Roger Ailes era uma das figuras mais poderosas da política e da mídia norte-americana, graças ao canal Fox News, que ele transformou no principal porta-voz da direita e do conservadorismo americano, até cair em desgraça por acusações de assédio sexual. Em julho de 2016, Gretchen Carlson, uma ex-Miss norte-americana que participou do popular programa matutino “Fox and Friends” antes de ganhar sua própria atração, processou o jornalista, acusando-o de prejudicar sua carreira ao se ver rejeitado. Duas semanas depois, Ailes foi afastado da emissora com uma indenização milionária. Ainda sem título, a minissérie foi desenvolvida por Tom McCarthy, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro por “Spotlight”, trabalho também focado numa história sobre bastidores do jornalismo. A produção é de Jason Blum, mais conhecido como produtor de filmes de terror bem-sucedidos, como “Corra!” e “Fragmentado”. Vencedor do Oscar por “Gladiador”, em 2001, Crowe só tinha trabalhado em séries no começo da carreira, em pequenos papéis na TV australiana antes de vir para Hollywood. Ele estreou como ator há cerca de três décadas com uma participação de quatro episódios na interminável novela australiana “Neighbours” – exibida até hoje. O elenco da atração conta ainda com Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”), Sienna Miller (“American Sniper”), Seth MacFarlane (“The Orville”), Simon McBurney (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), Guy Boyd (“Sharp Objects”) e Annabelle Wallis (“A Múmia”). “The Loudest Voice” também ganhou data de estreia. Vai ao ar em 30 de junho nos Estados Unidos.
Manifest é renovada para sua 2ª temporada
A rede NBC anunciou a renovação de “Manifest” para sua 2ª temporada. A trama, que tinha acabado num cliffhanger, vai continuar a partir do outono norte-americano (entre setembro e novembro). A confirmação foi divulgada após dois meses da exibição do último episódio, o que chegou a deixar os fãs aflitos, mesmo que “Manifest” tenha sido a estreia de maior audiência entre as séries novas do ano passado. Em seu lançamento, a produção surpreendeu com uma audiência muito acima da esperada, vista por 10,3 milhões de telespectadores ao vivo e marcando 2,2 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Esses números foram caindo progressivamente conforme a série começou a arrastar seu “mistério”, perdendo 50% do público ao final da temporada inaugural. Criada por Jeff Rake (que também criou “The Mysteries of Laura”) e produzida pelo cineasta Robert Zemeckis (“O Voo”, “De Volta para o Futuro”), “Manifest” acompanha um avião que desaparece dos radares e retorna cinco anos depois de ser considerado perdido no mar. Os passageiros estão exatamente como eram, sem que o tempo tivesse passado para eles, o que afeta seus retornos para suas famílias. Além do mistério do desaparecimento, eles passam a lidar com um efeito colateral inesperado, passando a ouvir “chamados” para fazer determinadas coisas. Segundo os produtores, a trama foi inspirada pelo desaparecimento misterioso do voo 370 da Malaysia Airlines, mas a premissa também sugere influência de “Lost” e “The 4400”. O elenco é liderado por Josh Dallas (o Príncipe Encantado de “Once Upon a Time”), Melissa Roxburgh (série “Valor”), Parveen Kaur (série “Beyond”), Luna Blaise (série “Fresh Off the Boat”), J.R. Ramirez (série “Jessica Jones”), Joel de la Fuente (série “The Man in the High Castle”), Athena Karkanis (série “Zoo”) e Curtiss Cook (série “House of Cards”). “Em sua 1ª temporada, ‘Manifest’ respondeu a muitas perguntas sobre o mistério do vôo 828, mas, espertamente, pede muito mais”, disseram Lisa Katz e Tracey Pakosta, co-presidentes de programação na rede NBC, no comunicado sobre a renovação. “Parabéns ao [criador] Jeff Rake, nossos produtores, elenco e equipe que criaram uma série incrivelmente viciante com personagens convincentes e relacionamentos complexos”, completaram.
Estreia da 8ª temporada de Game of Thrones bate recorde de audiência nos EUA
O primeiro episódio da 8ª temporada de “Game of Thrones”, exibido no domingo (14/4), foi assistido por 17,4 milhões de espectadores em sua exibição ao vivo e online, segundo dados fornecidos pelo canal pago HBO. Os números representam um aumento de 4% na audiência em relação ao final da temporada passada. E marcam um novo recorde de audiência da série. Dentre o público total, 11,8 milhões de americanos assistiram ao episódio ao vivo na televisão. A HBO também revelou que a estreia da temporada final teve 50% mais público que o último capítulo exibido da 7ª temporada em suas plataformas de streaming, HBOGo e HBO Now, e impressionantes 97% a mais que a abertura do sétimo ano da produção. Caso a tendência dos anos anteriores se repetir, a audiência aumentará ainda mais conforme o final da série for se aproximando. O segundo capítulo da 8ª e última temporada da atração vai ao ar no próximo domingo (21/4) no canal pago.
Ed Sheeran sobreviveu ao ataque de Daenerys em Game of Thrones
O primeiro episódio da temporada final de “Game of Thrones” trouxe várias revelações. Mas uma delas pode ter passado batido para a maioria do público. Trata-se do destino do personagem do cantor Ed Sheeran, que fez uma pequena aparição na 7ª temporada da série. Ele teria ficado deformado, mas sobreviveu ao ataque de dragão comandado por Daenerys (Emilia Clarke), que dizimou as tropas dos Lannisters na temporada passada. O próprio Ed Sheeran reagiu à descoberta nas redes sociais, postando na sessão Stories do seu Instagram um agradecimento pela menção. “Obrigado, ‘Game of Thrones’. Eu sabia que eu era um sobrevivente”. O destino de “Eddie” veio à tona na única cena de nudez do episódio do domingo passado (14/4), em meio a uma conversa entre três prostitutas que atendiam Bronn (Jerome Flynn). Enquanto comentam sobre os soldados Lannister que retornaram do ataque brutal, uma delas menciona “aquele garoto Eddie”. “O ruivo?”, acrescenta outra. “Ele mesmo. Voltou com o rosto todo queimado. Ele não tem mais pálpebras”, descreveu a primeira. “Como alguém consegue dormir sem pálpebras?”, completou a colega, antes de Bronn interrompê-las, querendo mais atenção para si mesmo. Relembre abaixo a participação do cantor na série.











