Nova série derivada de The Walking Dead ganha primeiras fotos oficiais
O canal pago americano AMC divulgou as seis primeiras fotos da nova série derivada de “The Walking Dead”. As imagens incluem zumbis e os novos protagonistas da trama, que será focada em uma geração mais jovem, que nasceu e cresceu durante o apocalipse zumbi. “Essas crianças cresceram numa comunidade protegida com conforto e segurança, mas deixam tudo para partir numa missão perigosa, sendo perseguidas pelos adultos. Vamos ver as crianças se tornarem heróis e alguns se tornarem vilões”, descreveu o produtor Scott Gimple, ao falar sobre o novo programa na Comic-Con Internacional, em San Diego. Ainda sem título, o spin-off foi criado por Scott Gimple e Matt Negrette, produtores-roteiristas veteranos da “Walking Dead” original. O elenco destaca Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”), Aliyah Royale (de “The Red Line”) e o galã Nico Tortorella (da série “Younger”). A 1ª temporada terá 10 episódios e deve ser lançada em 2020, alternando-se na programação do AMC com “The Walking Dead” e “Fear the Walking Dead”.
Selena Gomez assina documentário e crítica contra política de imigração dos Estados Unidos
A cantora, atriz e produtora Selena Gomez (“Um Dia de Chuva em Nova York”), normalmente discreta sobre suas posições políticas, escreveu um artigo para a revista Time para destacar o orgulho que sente de sua origem mexicana e de todas as dificuldades que sua família de imigrantes enfrentou nos Estados Unidos. O testemunho foi a maneira escolhida por Selena para criticar a política de imigração do governo de Donald Trump, que também a motivou a produzir a série documental “Realidade Não Documentada” (Living Undocumented), disponibilizada na quarta-feira (2/10) na Netflix. “Como mulher mexicana-americana, eu sinto a responsabilidade de usar a minha plataforma e a minha voz pelas pessoas que têm medo de falar”, escreveu a estrela. “Nos anos 1970, minha tia cruzou a fronteira do México para os Estados Unidos escondida na traseira de um caminhão. Minha avó a seguiu, e meu pai nasceu no Texas logo depois. Em 1992, eu nasci uma cidadã americana graças à bravura e ao sacrifício deles.” Selena explicou que seus familiares estão há mais de quatro décadas lutando para conseguir a cidadania americana, e que ela agradece por não ter precisado passar por essa burocracia. “Mas quando eu leio as manchetes dos jornais e vejo esses debates sobre a raiva contra imigrantes nas mídias sociais, eu sinto medo por todos que estão nessa situação. Sinto medo pelo meu país”, salientou. Gomez acredita que a imigração é um tema que vai além da política, é uma “questão humana que afeta pessoas reais, que desmantela vidas reais”. Ela também citou a série “Realidade Não Documentada”, com histórias de famílias de imigrantes e refugiados, que vivem com medo nos Estados Unidos por poderem ser deportados. “Uma das meninas disse que deseja estudar design de interiores e conta que passou a sua vida inteira sentindo medo”, relatou. “Ela conta que foi assaltada de forma violenta na semana passada, mas teve medo de chamar a política. Ela não queria que eles descobrissem a situação ilegal de seus pais”. Veja abaixo o trailer da série “Realidade Não Documentada”, produzida por Selena Gomez – sem legendas, porque a Netflix brasileira nem divulgou o projeto.
Grand Hotel é cancelada após 1ª temporada
A rede americana ABC cancelou “Grand Hotel”, série novelesca de inspiração latina, após o final da 1ª temporada. O último episódio (o 13º) foi ao ar há menos de um mês nos Estados Unidos, visto por apenas 2,1 milhão de telespectadores ao vivo. Criada por Brian Tanen (produtor-roteirista de “Devious Maids”) e produzida pela atriz Eva Longoria (de “Desperate Housewives”), a série era adaptação de uma produção espanhola e destacava em seu elenco o astro mexicano Demián Bichir (série “The Bridge”) como o dono de um luxuoso hotel em Miami Beach. A locação em Miami ajudava a latinizar a trama, já que o local é repleto de imigrantes, além de permitir muitas cenas calientes de descamisados. Mas essa encenação também lembrou a temporada inaugural de “Jane the Virgin”. Na série, o microcosmo do hotel ainda servia de palco para conflitos de classe entre funcionários e proprietários, o indefectível romance entre a filha do dono e um empregado, segredos de família, ligações perigosas e escândalos, exatamente como numa telenovela. Além de Bichir como o patriarca milionário, o elenco incluía Roselyn Sanchez (série “Devious Maids”), Chris Warren (série “The Fosters”), Wendy Raquel Robinson (série “The Game”), Shalim Ortiz (série “Heroes”), Denyse Tontz (também de “The Fosters”), Bryan Craig (novela “General Hospital”), Lincoln Younes (série “Home and Away”) e Justina Adorno (série “Seven Seconds”).
Cara Gente Branca vai acabar na 4ª temporada
A Netflix anunciou o cancelamento de mais uma série, seguindo o esquema inaugurado por “Lucifer”, que consiste em informar a renovação para uma última temporada. A “renovação” da vez foi “Cara Gente Branca” (Dear White People”. A atração vai acabar após sua vindoura 4ª temporada. O anúncio foi feito pelo elenco da série em um vídeo no qual eles conversam pelo Facetime. Veja abaixo. Baseada no aclamado filme independente de mesmo nome, a série satiriza a “América pós-racial” ao retratar a vida de estudantes negros em uma conceituada universidade predominantemente branca. A atração faz um questionamento extensivo do racismo no mundo moderno, sem poupar sequer o pensamento politicamente correto e condescendente a respeito da diversidade racial. A série foi criada pelo diretor e roteirista Justin Simien, responsável pelo longa original, premiado no Festival de Sundance de 2014, e além de explorar questões de raça, também discute classes sociais e sexualidade. Assim como as três temporadas anteriores, a season finale terá 10 episódios. A data de estreia dos capítulos finais ainda não foi divulgada.
Superman encontra Superman nos bastidores de Crise nas Infinitas Terras
O ator Brandon Routh divulgou no Instagram uma foto dos bastidores do novo crossover do Arrowverso. 13 anos depois de estrelar “Superman: O Retorno” (2006), ele vai voltar a viver o herói em “Crise das Infinitas Terras”. Na imagem, Brandon aparece uniformizado ao lado de outro Superman, Tyler Hoechlin, que interpreta o personagem na série “Supergirl”. Ao fundo, é possível ver ainda o logotipo do jornal Planeta Diário. “Visão dupla – a nova habilidade de Superman”, ele brincou na legenda. A explicação para esse encontro é o multiverso da DC Comics, que vai mostrar várias versões dos mesmos personagens, vindo de realidades (na verdade, filmes e séries) diferentes. A versão de Superman interpretada por Routh é um personagem clássico do multiverso. Ele pode ser lembrado pelos leitores mais antigos de quadrinhos como o herói da Terra 2, mas os mais jovens talvez só conheçam sua existência da minissérie/graphic novel “O Reino do Amanhã” (Kingdom Come), de Mark Waid e Alex Ross. O uniforme envergado por Routh até reproduz o “S” estilizado do design de Ross para a publicação de 1996. Considerada um marco dos quadrinhos, a “Crise” original de 1985 ficou famosa por matar muitos super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos, resultado da destruição de todas Terras paralelas, menos uma. Esse evento foi tão traumático que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Assim como na publicação impressa, a expectativa é que a resolução da “Crise” acomode os personagens de “Supergirl” na mesma Terra dos demais integrantes do Arrowverso. Mas seu impacto não deve se resumir a isso, já que o crossover conduzirá ao final da série “Arrow”, que inaugurou esse universo de adaptações de quadrinhos. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Além disso, embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Ainda não há previsão oficial para a estreia de “Crise nas Infinitas Terras” no Brasil, mas muito provavelmente deve acontecer em janeiro no canal pago Warner. A participação no crossover marcará a primeira vez que Routh voltará ao uniforme de Superman desde o mal-fadado filme de Bryan Singer de 2006. A oportunidade foi comemorada pelo ator. Entretanto, ele também compartilhou uma má notícia, dando a entender que seu personagem no Arrowverso, Elektron/Ray Palmer, será uma das vítimas de “Crise das Infinitas Terras”. Tanto ele quando sua esposa, Courtney Ford, intérprete de Nora Darhk, estão deixando o elenco fixo da série “Legends of Tomorrow” nos próximos episódios. Outra pequena informação (leia aqui) completa o quadro de despedida/transição do Elektron no Arrowverso. Ver essa foto no Instagram #DoubleVision—the new #Superman ability! ? Grateful to share the #Arrowverse as #Superman for a short time with the charming & gracious @tylerhoechlin! I never really thought I’d get to meet #Superman in person… Gotta say, it’s all it’s cracked up to be! ??? #crisisoninfiniteearths @dccomics @thecw @warnerbrostv #SupermanTeamUp ?: @redheadtattoos Uma publicação compartilhada por Brandon Routh (@brandonjrouth) em 1 de Out, 2019 às 12:28 PDT
Jorge Garcia deixa a série Hawaii Five-0
A série “Hawaii Five-0” perdeu um novo integrante de seu elenco. O ator Jorge Garcia (até hoje lembrado por “Lost”), que interpretava o personagem Jerry Ortega, deixou a atração no primeiro episódio da da 10ª temporada. A conclusão do arco do personagem é spoiler, mas não da forma como os espectadores poderiam esperar. Após o gancho deixado no final da 9ª temporada, a volta da série, que aconteceu na semana passada na rede americana CBS, revelou que o personagem de Garcia sobrevive após ser baleado, mas decide deixar a equipe depois de se recuperar. O ator comentou sua saída em um comunicado. “Sou grato pelo meu tempo no ‘Hawaii Five-0’. Adorei voltar para as ilhas [‘Lost’ também foi gravada no Havaí] e criar um personagem que se conectasse com tantas pessoas. Interpretar Jerry foi uma diversão, e estou ansioso para aparições futuras com minha ohana da TV”, escreveu, sugerindo que deve reaparecer em participações especiais. A série entrou em fase de reformulação intensa há dois anos, após a saída dos atores Daniel Dae Kim e Grace Park. Os intérpretes de Chin Ho e Kono e deixaram a série após seus pedidos por igualdade salarial com os colegas brancos serem recusados. No lugar dos dois, foram escalados Meaghan Rath (série “Being Human”) e Beulah Koale (da série sci-fi neozelandesa “The Cul De Sac”), enquanto Ian Anthony Dale, que fazia aparições recorrentes, foi promovido ao elenco regular. O episódio que marcou a saída de Garcia também serviu para introduzir uma nova personagem, Quinn Liu, interpretada por Katrina Law (a Nyssa al Ghul da série “Arrow”), mais nova integrante da série. “Hawaii Five-0” é exibida no Brasil pelo canal pago AXN.
Ava DuVernay vai dirigir e produzir nova série baseada em quadrinhos da DC Comics
A cineasta Ava DuVernay, responsável pela premiada minissérie “Olhos que Condenam” na Netflix, vai dirigir e produzir o piloto de uma nova série baseada em quadrinhos da Vertigo, antiga linha adulta da DC Comics. Trata-se de “DMZ”, que está sendo desenvolvida para a plataforma HBO Max. Criados por Brian Wood e Riccardo Burchielli, os quadrinhos de “DMZ” se passam num futuro próximo, após uma guerra civil abalar os Estados Unidos e Manhattan virar uma zona desmilitarizada (daí o título, cuja sigla significa exatamente zona desmilitarizada, em inglês) e sem lei, isolada do resto do mundo. A trama acompanha uma médica que entra em Manhattan em busca de seu filho, enfrentando gangues e milícias, mas também salvando vidas ao longo do caminho. A premissa tem vários pontos em comum com a trama clássica de “Fuga de Nova York” (1981), de John Carpenter. A adaptação está a cargo do roteirista Robert Patino (“Westworld”, “Sons of Anarchy”), que dividirá a produção com DuVernay. As gravações só devem começar no início de 2020. A série será o segundo projeto de DuVernay envolvendo quadrinhos da DC Comics. Ela está à frente do filme baseado nos “Novos Deuses”, personagens clássicos de Jack Kirby dos anos 1970, que ainda está em fase de roteiro.
Segunda Chamada: Trailer da nova série da Globo é uma tragédia atrás da outra
Preparem os lencinhos descartáveis. A Globo divulgou quase 40 fotos e um trailer de 11 minutos de duração da nova série “Segunda Chamada”. A prévia tem tom tão dramático que pode ser considerada uma coleção de tragédias. Apesar disso, suas histórias são claramente extraídas do noticiário real. Em contraste com a boa vida dos protagonistas ricos das novelas da emissora, “Segunda Chamada” acompanha apenas personagens da classe trabalhadora. A trama gira em torno de professores e estudantes de uma escola noturna de Ensino Médio em São Paulo. A trama aborda diversos problemas sociais atuais, de aborto clandestino aos imigrantes venezuelanos, ilustrados por uma coleção de alunos que não se vê na Escolinha do Professor Raimundo, incluindo mãe adolescente que leva bebê pra escola, prostituta que enfrenta bullying, crentes que condenam tudo, aluno traficante que leva arma pra aula e até travesti vítima de homofobia. O elenco inclui Paulo Gorgulho (“O Matador”) como diretor da escola, Debora Bloch (“Justiça”), Hermila Guedes (“Paraíso Perdido”), Silvio Guindane (“1 Contra Todos”), Thalita Carauta (“S.O.S.: Mulheres ao Mar”), como professores, além de uma grande diversidade de intérpretes de alunos, familiares, amantes e professores substitutos, incluindo Nanda Costa (“Entre Irmãs”), Carol Duarte (“A Vida Invisível”), Caio Blat (“Califórnia”),Marcos Winter (“Magnífica 70”), Otávio Müller (“Benzinho”), José Dumont (“Tungstênio”), Felipe Simas (“Os Dias Eram Assim”), Mariana Nunes (“Divino Amor”), Teca Pereira (“Trash”) e Linn da Quebrada (“Corpo Elétrico”), que deve roubar as cenas como a travesti da trama. A série é uma criação de Carla Faour e Julia Spadaccini (roteiristas de “Chacrinha: O Velho Guerreiro”), com direção artística de Joana Jabace (“Filhos da Pátria”), e estreia na próxima terça-feira (8/10) por volta das 22h.
Claws vai acabar em sua 4ª temporada
O canal pago americano TNT anunciou que a série “Claws” vai acabar em sua 4ª temporada. A atração foi renovada para seus episódios finais, quase dois meses após o desfecho de seu terceiro ano de produção. Criada por Eliot Laurence (roteirista de “Bem-Vindos ao Mundo”) e produzida pela atriz Rashida Jones (séries “Parks and Recreation” e “Angie Tribecca”), “Claws” conquistou a audiência mais jovem do canal. A série acompanha funcionárias de um salão de manicures, que resolvem virar gângsteres. Niecy Nash (série “Scream Queens”) lidera o elenco no papel de Desna Simms, a proprietária do salão localizado no sul da Flórida, onde trabalham outras cinco mulheres: Polly (Carrie Preston, da série “True Blood”), que cumpriu pena por roubo de identidade, Jennifer (Jenn Lyon, da série “Justified”), uma garota tentando se livrar dos vícios, Quiet Ann (Judy Reyes, da série “Devious Maids”), a segurança do lugar, e Virginia (Karrueche Tran, da série “The Bay”), sempre entediada com o próprio trabalho. O problema é que, sob esse esmalte de normalidade, o salão é uma fachada para lavagem de dinheiro da máfia russa. E, ao longo da série, as manicures resolvem peitar os criminosos e construir seu próprio império. O elenco ainda conta com Dean Norris (série “Breaking Bad”), Kevin Rankin (também de “Breaking Bad”), Jack Kesy (série “The Stain”), Jason Antoon (série “Famous in Love”) e Harold Perrineau (“Lost”). “Nas últimas três temporadas, ‘Claws’ lidou com temas delicados e culturalmente relevantes, como raça, classe, gênero, idade e orientação sexual, com graça e humor, por meio de uma narrativa excelente”, disse Brett Weitz, gerente geral da TNT, TBS e TruTV, em comunicado. “Os fãs adoram os momentos ‘clawsianos’ exagerados que definiram a produção e faremos justiça a eles ao encerrarmos a história de Desna [Nash] e sua equipe”, concluiu. A 4ª e última temporada vai estrear em 2020, em data ainda não divulgada.
Insatiable: 2ª temporada da série mais odiada da Netflix ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da 2ª temporada de “Insatiable”, que virou alvo de polêmicas após ser acusada de incentivar a gordofobia e humilhação corporal (body shaming). A série deu muito o que falar e aparentemente isso agradou a Netflix, mesmo que todos os comentários tenham sido negativos. E, pela prévia, o ultraje deve continuar. Com a pior avaliação já registrada por uma série da Netflix, apenas 13% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes, “Insatiable” tem paradoxalmente 84% de aprovação na votação do público no mesmo Rotten Tomatoes. Com isso, pode ter virado um caso de “tão ruim que é divertido”. Criada por Lauren Gussis (roteirista de “Dexter”), a trama traz a atriz Debby Ryan (estrela da série “Jessie”, do Disney Channel) no papel principal, como uma ex-gordinha que muda de dieta, fica glamourosa e resolve se vingar de quem a fez sofrer bullying no colegial. O elenco ainda inclui Alyssa Milano (de “Charmed” e “Mistresses”), Dallas Roberts (“The Walking Dead”), Christopher Gorham (“Covert Affairs”), Erinn Westbrook (“Awkward.”), Michael Provost (“Em Defesa de Cristo”), Sarah Colonna (“Chelsea Lately”), Kimmy Shields (“Big Little Lies”), Irene Choi (“As Calouras”), Arden Myrin (“Shameless”), James Lastovic (novela “Days of Our Lives”) e Beverly D’Angelo (do cássico “Férias Frustradas”). A 2ª temporada estreia em 11 de outubro em streaming.
Crise nas Infinitas Terras: Foto de bastidores mostra encontro de Lois Lane com dois Clark Kent
A atriz Elizabeth Tulloch confirmou sua participação no novo crossover do Arrowverso, “Crise nas Infinitas Terras”, com uma foto dos bastidores da produção. Ela foi introduzida no papel de Lois Lane no crossover passado, “Elseworlds”, e repetirá o desempenho no novo evento especial da rede The CW. E com um grande diferencial. Desta vez, ele não contracenará apenas com Superman, mas com dois Supermen. Na imagem de bastidores, Tulloch aparece ao lado de Tyler Hoechlin, o Superman oficial da série “Supergirl”, e Tom Welling, o herói da série clássica “Smallville”. Ela aproveitou para brincar na legenda: “Lois e Clarks”. O crossover ainda terá outro Superman, interpretado por Brandon Routh (de “Superman – O Retorno”), e outra Lois Lane, vivida por Erica Durance, também de “Smallville”. As várias versões dos mesmos personagens vão conviver e colidir graças ao tema de “Crise nas Infinitas Terras”: o colapso do multiverso, que apresentará inúmeras realidades alternativas. O multiverso foi introduzido na TV durante a 2ª temporada de “The Flash”. A ideia de que existem várias Terras paralelas, cada uma com sua própria versão dos heróis da DC, possibilitou que personagens mortos nas séries do Arroverso, como Canário Negro e Senhor Frio, reaparecessem com novas personalidades. E também serviu para justificar a falta de repercussão dos eventos apocalípticos das tramas de “Supergirl” nas demais atrações – porque a prima de Superman existe em outro universo. Essas “infinitas Terras” sofrerão agora uma “crise” sem precedentes, inspirada na história mais famosa da DC Comics. Considerada um marco dos quadrinhos, a “Crise” original de 1985 ficou famosa por matar muitos super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos, resultado da destruição de todas Terras paralelas, menos uma. Esse evento foi tão traumático que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Assim como na publicação impressa, a expectativa é que a resolução da “Crise” acomode os personagens de “Supergirl” na mesma Terra dos demais integrantes do Arrowverso. Mas seu impacto não deve se resumir a isso, já que o crossover conduzirá ao final da série “Arrow”, que inaugurou esse universo de adaptações de quadrinhos. Para chegar nisso, a versão televisiva da “Crise nas Infinitas Terras” pretende demonstrar que todas as séries e filmes já lançados dos heróis da DC existem em seu próprio universo. Assim, o público descobrirá o que aconteceu com o Robin de Burt Ward, após o último episódio da série clássica de “Batman”, em 1968. E o que o Clark Kent de Tom Welling fez após virar Superman no final de “Smallville” em 2011. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Além disso, embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Ainda não há previsão oficial para a estreia de “Crise nas Infinitas Terras” no Brasil, mas muito provavelmente deve acontecer em janeiro no canal pago Warner. Ver essa foto no Instagram Lois and Clarks ? Uma publicação compartilhada por Elizabeth Tulloch (@bitsietulloch) em 30 de Set, 2019 às 11:13 PDT
Série do espião juvenil Alex Rider ganha primeiras fotos e trailer
A Sony divulgou três fotos e o primeiro trailer da série do espião adolescente “Alex Rider”, sucesso da literatura infanto-juvenil. A prévia mostra o recrutamento do jovem do título e algumas cenas de ação. Desenvolvida pelo roteirista Guy Burt (de “Os Borgias” e “Beowulf: Return to the Shieldlands”) e com produção do autor dos livros, Anthony Horowitz, a série traz o britânico Otto Farrant (das minisséries “Guerra e Paz” e “The White Queen”) como Alex Rider, substituindo Alex Pettyfer (“Magic Mike”), que viveu o agente secreto juvenil na única vez que o personagem foi levado às telas, no filme “Alex Rider Contra o Tempo” (2006). A série vai adaptar o segundo livro do espião juvenil, em que ele é enviado para investigar uma escola de elite frequentada por filhos de bilionários, dois dos quais recentemente foram mortos de formas bem similares. O elenco também inclui Brenock O’Connor (“Game of Thrones”), Stephen Dillane (“The Tunnel”), Vicky McClure (“Line of Duty”), Andrew Buchan (“Broadchurch”), Ronkẹ Adékoluẹjo (“Doctor Who”), Ace Bhatti (“Bohemian Rhapsody”) e Nyasha Hatendi (“Casual”). Lançada em 2001, a franquia literária continua a ser publicada até hoje – o 12º livro, intitulado “Nightshade”, tem previsão de lançamento para abril de 2020. Já o projeto da Sony não tem previsão de estreia. O estúdio desenvolveu a série sem ter um canal definido para sua exibição – repetindo a estratégia de produção de “Absentia”, atualmente em sua 3ª temporada.
Séries da Marvel para a Disney+ terão orçamento de filmes do estúdio
A Disney abriu os cofres para financiar as novas séries da Marvel para o Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A revista Variety apurou que cada temporada das atrações de super-heróis do serviço de streaming custará o equivalente a um longa-metragem do Marvel Studios, com orçamentos entre US$ 100 e 150 milhões. Com duração de seis a oito episódios por temporada, essas séries custarão, portanto, entre US$ 12 e US$ 15 milhões por capítulo. São valores bem mais próximos de “Game of Thrones” que das produções anteriores da Marvel Television. Os títulos feitos para a Netflix, como “Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro” e “Justiceiro”, custavam em torno de US$ 3,8 milhões por episódio. A diferença fundamental é que as novas produções estão a cargo da divisão cinematográfica, o Marvel Studios, presidido por Kevin Feige. A iniciativa foi tomada com a justificativa de se tratar de uma expansão do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), com o lançamento de séries centradas em personagens já vistos no cinema, como “Loki”, “WandaVision” (série da Feiticeira Escarlate com o Visão), “Hawkeye” (atração do Gavião Arqueiro), “The Falcon and The Winter Soldier” (de Falcão e Soldado Invernal) e até a animação “What If…?” (série animada que explora universos alternativos, com dublagem do elenco dos filmes). Mas a desculpa foi por terra quando três novas séries foram anunciados na D23, a Comic Con da Disney: “Ms. Marvel”, “She-Hulk” e “Moon Knight” (Cavaleiro da Lua), centradas em personagens inéditos no cinema. Trata-se de uma estratégia para tirar da Marvel Television a responsabilidade por desenvolver séries live-action, após o fiasco de “Inumanos”, o cancelamento de todos os títulos produzidos para a Netflix e a vergonha de ter a série do “Motoqueiro Fantasma” abortada na pré-produção. Atualmente, a Marvel Television responde apenas por “Agents of SHIELD”, que vai acabar na próxima temporada, “Cloak and Dagger” (Manto e Adaga), que ainda não foi renovada, e “Runaways” (Fugitivos), além de desenvolver “Helstrom” (Filho de Satã) para a plataforma Hulu. Todas essas séries tem orçamento bastante limitado, porque a Marvel Television é diretamente subordinada ao CEO da Marvel, Isaac “Ike” Perlmutter, famoso pelo pão-durismo. Já o Marvel Studios é atualmente uma divisão do Walt Disney Studios, fora do alcance de Perlmutter. Lançado na semana passada nos Estados Unidos, o livro de memórias do CEO da Disney, Bob Iger, revelou a existência de uma briga criativa muito grande entre a visão da Disney para os personagens da Marvel e a abordagem ultraconservadora de Perlmutter. O CEO da Marvel tentou até barrar as produções dos filmes “Pantera Negra” e “Miss Marvel”, o que fez com que o Marvel Studios fosse tirado do organograma controlado pelo empresário israelense. A recente incursão de Kevin Feige na produção de séries indica uma nova fase desse conflito. A vasta diferença de orçamentos para a realização das séries do Marvel Studios sugere uma pressão para que a Marvel Television se limite apenas à produção de animações para crianças.









