The Crown: Trailer legendado da 3ª temporada mostra monarquia britânica nos anos 1970
A Netflix divulgou o pôster e o trailer completo legendado da 3ª temporada da série “The Crown”. A prévia situa exatamente quando a trama se passa, ao mencionar a comemoração do Jubileu da Rainha Elizabeth II, que aconteceu em 1977. A data também é conhecida pela forma como foi comemorada pela banda Sex Pistols – tocando “God Save the Queen” num barco diante do Parlamento, o que resultou em caos e na prisão de todos os envolvidos. Mas a música sonora usada no vídeo é de outra época, um cover de “The Times They Are a-Changin'”, hit de Bob Dylan de 1963. Será que a série vai ignorar o impacto cultural do punk rock? O trailer registra os distúrbios políticos da época, a greve dos mineiros e os vários protestos gerados pela crise econômica dos anos 1960 na Inglaterra. Mas dá mais importância aos bastidores da monarquia, destacando o sentimento de insignificância do Príncipe Charles, ofuscado por sua mãe e tia na corte real. Outro detalhe interessante é a forma como Olivia Colman (vencedora do Oscar 2019 por “A Favorita”) assumiu o papel da Rainha, mantendo muitos dos trejeitos e da dicção de sua antecessora, a atriz Claire Foy, que estrelou as duas primeiras temporadas da série. Além de Olivia Colman, o elenco central trará Tobias Menzies (série “Outlander”) como o príncipe Philip e Helena Bonham Carter (“Cinderela”) como a princesa Margaret – papéis anteriormente vividos por Matt Smith e Vanessa Kirby. A mudança se deu por conta da passagem de tempo – cada temporada registra uma década na monarquia britânica. A série, que começou nos anos 1950, chega nos próximos episódios à década de 1970. Outros integrantes da nova fase incluem Jason Watkins (“A Bússola de Ouro”) no papel do primeiro-ministro Harold Wilson, Josh O’Connor (“Reino de Deus”) como o jovem Príncipe Charles e Emerald Fennell (“Call the Midwife”) na pele de Camilla Parker-Bowles, o primeiro amor do Príncipe. Por sinal, a intérprete da Princesa Diana também já se encontra definida, mas a atriz Emma Corrin (“Pennyworth”) deve ser introduzida só na 4ª temporada da série, gravada simultaneamente pelos produtores. O mesmo deve acontecer com a Margaret Thatcher de Gillian Anderson (“Arquivo X”), que assumiu o poder em 1979. A 3ª temporada de “The Crown” será lançada em 17 de novembro em streaming.
Spin-off de Arrow ganha primeira imagem conceitual
O showrunner do Arrowverso, Marc Guggenheim, divulgou a primeira imagem conceitual do spin-off de “Arrow”. Disponibilizada em seu Twitter, a ilustração é uma capa fictícia de quadrinhos da DC Comics sobre “Green Arrow and the Canaries” (Arqueiro Verde e as Canários). A arte reúne as personagens Mia Smoak (Katherine McNamara na série), filha do Arqueiro Verde, com Laurel Lance (Katie Cassidy) e Dinah Drake (Juliana Harkavy), também conhecidas como a Canário Negro da Terra 2 (aka Sereia Negra) e a terceira Canário Negro da Terra 1. Na legenda, Guggenheim acrescentou: “A última temporada de ‘Arrow’ está sendo lançada, então parece apropriado compartilhar essa amostra do seu futuro”. A imagem sugere que o spin-off foi aprovado e dá algumas dicas sobre a trama, ao mostrar Mia com a roupa do Arqueiro Verde e não como Blackstar, interagindo com as versões “jovens” de Laurel e Dinah e não com suas contrapartes maduras do futuro. Fotos dos bastidores de “Crise nas Infinitas Terras”, crossover que vai encerrar a série “Arrow” e preparar terreno para a nova atração, já tinham revelado Mia entre personagens do “presente” do Arrowverse. Para quem não sabe, a filha do Arqueiro Verde apareceu até agora apenas em flashforwards do futuro distante – mais exatamente, de 2040. Após os eventos de “Crise nas Infinitas Terras”, “Arrow” terá mais dois episódios para encaminhar seu final e possível spin-off. A arte abaixo foi feita pelos artistas Emanuela Lupacchino, Brett Breeding e Dave McCaig. #Arrow's final season bows today, so it feels appropriate to share this glimpse of its future. Many thanks to @DCComics @manulupac @DaveMcCaig & Brett Breeding for this stunning art. #TheFutureIsFemale@Kat_McNamara @MzKatieCassidy @JulianaHarkavy @SchwartzApprovd @ojbalderrama pic.twitter.com/i6H0WEZAEn — Marc Guggenheim (@mguggenheim) October 15, 2019
Nós Somos a Onda: Série baseada no cultuado filme alemão A Onda ganha fotos e trailer legendado
A Netflix divulgou 20 fotos e o trailer legendado de “Nós Somos a Onda” (We Are the Wave), nova série alemã baseada no cultuado filme “A Onda” (2008) A história original do filme, por sua vez, era inspirada na Terceira Onda, um experimento social de verdade, criado por um professor de história dos Estados Unidos e realizado com alunos do segundo ano do ensino médio, no ano de 1967 na Califórnia, com o objetivo de demonstrar que sociedades democráticas não eram imunes ao fascismo. A série vai variar drasticamente a premissa, mostrando uma versão de esquerda da história. Desta vez, não há professor, mas um novo aluno reunindo estudantes marginalizados em atos de protesto e empoderamento. Mas a motivação positiva de um futuro melhor e luta contra o sistema logo assume novos contornos, conforme o grupo aumenta e a situação rapidamente foge ao controle. O diretor Dennis Gansel e o roteirista Peter Thorwarth, responsáveis pelo filme de 2008, são produtores da atração, que foi criada por Jan Berger (“O Médico”), e o elenco destaca Ludwig Simon (“Beat”), Luise Befort (“Jesus Cries”) e Michelle Barthel (“Tempel”). Com seis episódios, a série estreia em 1º de novembro em streaming.
Titãs recria a dança Batusi da série de Batman dos anos 1960
O episódio de “Titãs” disponibilizado na sexta-feira (18/10) nos Estados Unidos incluiu uma referência especial à série clássica “Batman”, dos anos 1960. A trama acompanhou um mergulho na psique de Dick Grayson (Brenton Thwaites), o Robin, que passa a ser confrontado por um Bruce Wayne/Batman imaginário (Iain Glen) devido à amargura causada por um segredo. Numa das cenas, Dick vai a um cabaré atrás de informações, quando Bruce se materializa no meio de duas dançarinas exóticas e começa a dançar, repetindo os famosos passos do Batusi, a dancinha feita por Adam West como Batman num episódio de 1966. O Batusi era uma variação de uma dança que era moda na época, chamada de watusi. Ela também foi dançada por John Travolta no filme “Pulp Fiction” (1994). Compare abaixo. Os passos são idênticos. “Titãs” está atualmente na metade da sua 2ª temporada nos Estados Unidos, mas ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. A série é disponibilizada no mercado internacional pela Netflix.
Damon Lindelof diz que não faria Watchmen sem a benção de Dave Gibbons
O produtor-roteirista Damon Lindelof (criador de “Lost” e “The Leftovers”) revelou que não faria a série “Watchmen” se não contasse com o apoio de pelo menos um dos criadores da obra original. Como o escritor britânico Alan Moore odeia que façam qualquer adaptação de suas obras, ele buscou a “benção” do desenhista Dave Gibbons. Em entrevista para o site Vulture, do jornal New York Post, Lindelof afirmou que se ele fosse contra o projeto, pararia tudo. “Quando conversamos com Dave, expliquei que não estava adaptando suas 12 edições, e sim mostrando 30 anos depois. Vamos ter [Adrian] Veidt e Laurie [Jupiter]. Não seria ‘Watchmen’ se o Dr. Manhattan não aparecesse. Mas serão apenas esses três. Eles apoiam uma nova história. Dave disse algo como: ‘Isso parece muito legal.’ Se ele tivesse dito: ‘Isso não é Watchmen para mim’ ou ‘acho isso um pouco esquisito’, eu faria uma pausa séria.” Dave Gibbons não só apoiou o projeto como participou do seu desenvolvimento como consultor. Para completar, ainda criou sua própria versão da Sister Night (Irmã Noite), nova personagem criada por Lindelof para a série, como pode ser visto no vídeo abaixo. Lindelof não teve a mesma sorte com Alan Moore. Ao se comunicar com o lendário quadrinista, sua única resposta foi que ele não queria seu nome vinculado a essa produção de maneira alguma. Como o produtor adiantou, a trama vai incluir pelo menos três personagens dos quadrinhos (e do filme), dois deles em versões mais velhas. Jeremy Irons (“Liga da Justiça”) interpretará Adrian Veidt e Jean Smart (“Legion”) será Laurie Jupiter, a Espectral. O terceiro personagem é o Dr. Manhattan, que não envelhece e pode ser representado por meio de animação criada por computação gráfica. O elenco também inclui Regina King (“American Crime”), Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”), Tim Blake Nelson (“Colossal”), Tom Mison (estrela da série “Sleepy Hollow”), Yahya Abdul-Mateen II (“Aquaman”), Sara Vickers (“Endeavour”), Regina King (“American Crime”), Louis Gossett Jr. (“Extant”), Andrew Howard (“Bates Motel”), Adelaide Clemens (“O Grande Gatsby”), Frances Fisher (“Resurrection”), Jacob Ming-Trent (“White Famous”), Hong Chau (“Pequena Grande Vida”) e as meninas Dylan Schombing (“Sharp Objects”), Lily Rose Smith (“The Vampire Diaries”), Skylar Brooks (“Saved in the City”) e Adelynn Spoon (estreante). A 1ª temporada vai estrear no dia 20 de outubro. Watch Dave Gibbons, original Watchmen illustrator, draw his own depiction of #WatchmenHBO’s Sister Night. pic.twitter.com/7tnlY8Z7QT — Watchmen (@watchmen) October 16, 2019
Série baseada em High School Musical é renovada antes da estreia
A plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) anunciou a renovação de “High School Musical: The Musical: The Series” para sua 2ª temporada. Segundo Ricky Strauss, presidente de conteúdo da plataforma, a decisão se deu pela qualidade da leva inicial de episódios. “Estamos confiantes que o mundo, assim como nós, irá querer mais desses personagens incríveis, músicas e momentos de felicidade”, ele disse em comunicado. A série é um dos carros-chefes da divulgação do novo serviço de streaming. Como parte da estratégia de lançamento da plataforma, a atração terá seu primeiro episódio disponibilizado antecipadamente nos canais da Disney nos Estados Unidos – Disney Channel, Freeform e rede ABC. O piloto de “High School Musical: The Musical: The Series” chegará na TV em 8 de novembro, quatro dias antes da inauguração da Disney+ (Disney Plus). O nome um tanto quanto exótico da produção se deve a seu formato metalinguístico. A trama se passa nos bastidores da produção de uma versão escolar do telefilme “High School Musical”. Assim, além de mostrar novos protagonistas e história, cada capítulo também trará um número musical com as canções conhecidas da franquia, durante os ensaios para a estreia de peça. Também serão incluídas canções inéditas no programa, que terá 10 episódios em sua 1ª temporada. O elenco é encabeçado por um ator já conhecido do Disney Channel. Joshua Bassett, que participou da série “A Irmã do Meio” (Stuck in the Middle) vive o protagonista Ricky, que tem um plano ousado para reconquistar sua namorada Nini (Olivia Rodrigo, de “Bizaardvark”, também do Disney Channel): fazer o teste para ser par na produção de “High School Musical” da escola – nos papéis que consagraram Zac Efron e Vanessa Hudgens em 2006. Dá certo. E assim se inicia a trama. O resto do elenco inclui Kate Reinders (“Work It”) como professora e os jovens Sofia Wylie (“Andi Mack”), Matt Cornett (“Life in Pieces”), Dara Renee (“Black-ish”), Julia Lester (“Mom”), Frankie Rodriguez (“Modern Family”), Larry Saperstein (“Porno”) e Mark St. Cyr (“Marshall: Igualdade e Justiça”). Para os fãs brasileiros da franquia, resta a expectativa de que o serviço de streaming da Disney chegue ao país em 2020.
Grey’s Anatomy ganha novo médico bonitão
O ator irlandês Richard Flood, mais conhecido pelo seu papel em “Shameless”, entrou no elenco de “Grey’s Anatomy”. Ele virou o mais novo médico bonitão da produção, conhecida por objetificar seus personagens masculinos com apelidos como McDreamy e McSteamy. Flood vai interpretar um novo personagem fixo da série médica, o Dr. Cormac Hayes, que será o chefe da cirurgia pediátrica no hospital Grey Sloan Memorial, ambiente em que trabalham os personagens da atração. Hayes vai ocupar a vaga aberta pela demissão de Alex Karev (Justin Chambers), que saiu do Grey Sloan no final da temporada passada e agora trabalha no Pacific Northwest General, considerado o pior hospital de Seattle – ao menos, na ficção. Esta não será a única mudança prevista para a 16ª temporada da série, que começou a ser exibida em 26 de setembro nos Estados Unidos. Spoilers. O Dr. Owen Hunt (Kevin McKidd) pediu demissão no episódio exibido na noite de quinta (17/12) na rede americana ABC para se juntar a Karev e Richard Webber (James Pickens Jr.) no Pac North, como é conhecido o novo hospital da série. “Grey’s Anatomy” já tem sua 17ª garantida, que pode encerrar a produção. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.
John Cho sofre grave acidente nas gravações da série Cowboy Bebop
O ator John Cho (o Sulu de “Star Trek”) sofreu um grave acidente nas gravações da série “Cowboy Bebop”, que aconteciam na Nova Zelândia. Detalhes do acidente não foram revelados, embora tenha acontecido há quase duas semanas. A notícia se tornou pública porque o ator foi trazido para Los Angeles para passar por uma cirurgia. Apesar da aparente gravidade, ele não corre risco de vida. O problema seria em seu joelho, e Cho precisará passar por extensa reabilitação para voltar a andar normalmente. Fontes ouvidas pelo site Deadline descreveram a lesão como um acidente bizarro que aconteceu na última tomada de uma cena de rotina e bem ensaiada. Por conta disso, as gravações de “Cowboy Bebop” foram interrompidas e só serão retomadas no segundo semestre de 2020. O novo cronograma da produção só será definido quando o estado de saúde de Cho, que interpreta o protagonista Spike Spiegel, estiver claro. A Netflix poderia optar por substituir o ator, pois nenhum episódio chegou a ser finalizado, mas a plataforma estaria comprometida com Cho. “Nossos pensamentos estão com John e ele tem nosso total apoio enquanto se recupera dessa lesão”, disse um porta-voz da Netflix em comunicado. “Cowboy Bebop” é um anime cultuadíssimo, que estreou no Japão em 1998, contando as aventuras de um grupo de caçadores de recompensa que viajava na espaçonave Bebop atrás de criminosos perigosos no ano de 2071. Originalmente, a versão americana ia ser um filme, que entrou em desenvolvimento na década passada, quando os direitos da adaptação foram adquiridos pela Fox. No projeto de 2009, Keanu Reeves viveria o protagonista Spike Spiegel, mas a produção foi abandonada pelo orçamento beirar os US$ 500 milhões – segundo revelou o ator. A nova encarnação começou a ganhar vida em 2017 num estúdio televisivo, o Tomorrow Studios, responsável pelas séries “Aquarius” e “Good Behavior”, numa parceria com o estúdio japonês Sunrise, proprietário da franquia, e a produtora Midnight Radio, de Josh Appelbaum, Andre Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg, criadores da série “Zoo”. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”) e conta com o diretor do anime, Shinichiro Watanabe, como consultor da produção. Além de Cho no papel principal, a série inclui Elena Satine (a Dreamer de “The Gifted”) no papel de Julia, Daniella Pineda (a bruxa Sophie Deveraux de “The Originals”) como Faye Valentine, Mustafa Shakir (o vilão John “Bushmaster” McIver em “Luke Cage”) como Jet, e Alex Hassell (“Suburbicon”) como Vicious, o assassino mais notório da galáxia. Mas apenas o cachorro corgi, que complementa o elenco, reflete o visual dos personagens nos desenhos originais. A 1ª temporada terá dez episódios, que agora só devem estrear em 2021.
Bless the Harts é a primeira série renovada na atual temporada da TV americana
A rede americana Fox renovou a série animada “Bless the Harts” para sua 2ª temporada. A notícia foi anunciada pelas redes sociais da atração e confirmada por comunicado. Veja o tuíte sobre a novidade abaixo. A renovação aconteceu após a exibição de apenas três episódios, que tiveram uma média de 3,3 milhões de telespectadores ao vivo, e a rapidez dessa decisão tornou “Bless the Harts” a primeira série renovada da atual temporada televisiva dos Estados Unidos. Desenvolvida por Emily Spivey, que antes tinha criado a sitcom “Up All Night”, e produzida pela prolífica dupla Phil Lord e Cris Miller (“Uma Aventura Lego”), a série é estrelada por comediantes famosos do cinema, como Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”), Maya Rudolph (“Alma da Festa”), Ike Barinholtz (“Não Vai Dar”), Jillian Bell (“A Noite É Delas”) e Kumail Nanjiani (“Stuber”), responsáveis pelas vozes da família Hart, os “novos Simpsons” da Fox. Michael Thorn, presidente da Fox Entertainment, empresa que resultou da separação da rede e de seus estúdios (comprados pela Disney), elogiou a produção em comunicado, descrevendo-a como incrível, afiada, mas também doce e um complemento perfeito para o bloco dominical de animações do canal. “Não dá para ter algo melhor do que uma comédia trazida à vida pelos talentos de Kristen Wiig, Maya Rudolph, Ike Barinholtz, Jillian Bell e Kumail Nanjiani”, disse Thorn. “Nós queremos agradecer a criadora e produtora executiva Emily Spivey, que com sua voz e experiência pessoal única trouxe essa família à vida, assim como aos produtores executivos Phil Lord e Cris Miller, e nossos parceiros na 20th Century Fox Television. Nós estamos ansiosos para assistir a família Hart viver novas aventuras e problemas regados a vinho de caixa por mais uma temporada”. A série atingiu 82% de aprovação no agregador de críticas Rotten Tomatoes e ainda tem 9 episódios inéditos (de um total de 13) produzidos em sua 1ª temporada. Who cares what time it is?! Crack open a cold one and celebrate with us because #BlesstheHarts will be back for Season 2! ? pic.twitter.com/zAuAsCMRDe — Bless The Harts (@BlessTheHarts) October 18, 2019
Sunnyside é a primeira série cancelada na atual temporada da TV americana
A rede americana NBC anunciou o primeiro cancelamento da atual temporada da TV norte-americana. “Sunnyside”, série de comédia criada e estrelada pelo ator Karl Penn (“House”), foi tirada do ar após seu quarto episódio. A atração estreou com 1,7 milhão de telespectadores e 0,4 ponto na demo em 26 de setembro, tornando-se o lançamento menos visto da temporada nas quatro maiores redes – e com menos público que “Batwoman” na pequenina The CW. Na terceira semana, o público caiu para 1,1 milhão e 0,3 ponto, levando a NBC a tomar uma atitude drástica. A premissa de “Sunnyside” era politizada, por abordar os chamados “dreamers”, filhos de imigrantes que têm sua permanência nos EUA questionada pelo governo americano. Ela foi criada por Karl Penn em parceria com Matt Murray (produtor-roteirista de “The Good Place”), e tinha entre seus produtores o prestigiado Michael Schur, criador de “Brooklyn Nine-Nine” e “The Good Place”. Na trama, Penn vivia Garrett Modi, um ex-vereador da cidade de Nova York, descendente de imigrantes, que perdeu o rumo e foi preso por intoxicação pública. Enquanto tenta entender como tudo deu errado, é abordado para ajudar um grupo diversificado de imigrantes que sonham em se tornar cidadãos americanos, encontrando assim um novo objetivo e uma chance de redenção. O elenco também incluía Diana Maria Riva (“Man with a Plan”), Joel Kim Booster (“Funemployed”), Kiran Deol (“Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”), Poppy Liu (“Mercy Mistress”), Moses Storm (“Youth & Consequences”) e Samba Schutte (“The Grind”).
Reese Witherspoon e Jennifer Aniston recriam cena clássica de Friends
As atrizes Reese Witherspoon e Jennifer Aniston recriaram os diálogos de um cena clássica de “Friends”, série em que interpretaram irmãs. O episódio revisitado, por sinal, chamava-se “The One with Rachel’s Sister”. O vídeo foi compartilhado por Whiterspoon em seu perfil no Instagram, e também serviu para divulgar o novo projeto que volta a juntá-las. “Uma das melhores partes de trabalhar com a Jen é reviver minhas frases favoritas de Friends”, escreveu a atriz na legenda. Atualmente, Jennifer Aniston e Reese Witherspoon trabalham juntas na série “The Morning Show”, que estreia na plataforma Apple TV+ em 11 de novembro. As atrizes vão ganhar uma bolada pela série: US$ 2 milhões por episódio. “The Morning Show” é a primeira série de Aniston desde o fim de “Friends”, em 2004, e já se encontra renovada para sua 2ª temporada. Na atração, as duas dividirão a bancada de um telejornal. Criação de Kerry Ehrin (“Bates Motel”), a trama gira em torno de um telejornal matutino, que, após a demissão de um de seus apresentadores, busca um substituto, dando origem a uma nova rivalidade na produção. O elenco ainda destaca Steve Carell, que também volta às séries, após sair de “The Office” em 2011. Ele vive o jornalista demitido. Já Reese Witherspoon, além de interpretar a substituta novata, produz a atração. Ver essa foto no Instagram One of the best parts of working with Jen is reliving my favorite lines from #FRIENDS! ? #theGreenSisters Uma publicação compartilhada por Reese Witherspoon (@reesewitherspoon) em 18 de Out, 2019 às 8:54 PDT
Roteirista de Rogue One vai comandar série Star Wars derivada do filme
A nova série de “Star Wars” da plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), derivada de “Rogue One”, sofreu mudanças em seus bastidores. Tony Gilroy, co-roteirista de “Rogue One” e diretor “secreto” das refilmagens do longa de 2016, foi contratado para escrever e dirigir os episódios da atração, que será centrada no personagem Cassian Andor, interpretado por Diego Luna. Além de Luna, o elenco também trará de volta Alan Tudyk para reprisar a dublagem da voz do robô K-2SO. A Lucasfilm não anunciou mudanças no cargo de showrunner, exercido por Stephen Schiff, produtor de “The Americans”, mas boatos compartilhados pelo editor do site Collider em seu Twitter afirmam que a produção foi paralisada várias vezes há algumas semanas. Segundo as fontes do jornalista Steven Weintraub, o roteiro do piloto “não era bom”. Depois disso, a bola de neve aumentou nas redes sociais a ponto de alimentar notícias de que a série quase foi cancelada. Gilroy vai agora escrever uma nova história para o piloto e assinar sua direção. A série ainda sem nome vai acompanhar Andor durante a formação da Aliança Rebelde, antes dos eventos apresentados em “Rogue One” e também do primeiro longa da saga clássica, “Guerra nas Estrelas” (1977), mas depois de “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005). O projeto vai se juntar a “The Mandalorian”, uma criação original do cineasta Jon Favreau (“Homem de Ferro” e “Mogli”), que estreia junto com a Disney+ (Disney Plus) em 12 de novembro e já foi renovada para a 2ª temporada, além de uma anunciada produção sobre Obi Wan Kenobi, estrelada por Ewan McGregor. Por “coincidência”, as três atrações se passam no mesmo período da cronologia de “Star Wars”. I'd heard the Cassian Andor series was shut down a few weeks ago & everyone working on it was sent home. Heard the story/scripts weren’t good enough. Was getting ready to write a story about what I’d been hearing & the news about Tony Gilroy hit. Wonder what day he was hired 2/2 https://t.co/aQtosuhWLW — Steven Weintraub (@colliderfrosty) October 16, 2019
As Patricinhas de Beverly Hills vai render nova série
Comédia clássica adolescente, “As Patricinhas de Beverly Hills” (Clueless) vai inspirar uma nova série. O detalhe é que sem a protagonista Cher, personagem imortalizado por Alice Silverstone no filme de 1995 e vivida por Rachel Blanchard na série derivada de 1996. O sumiço de Cher, por sinal, fará parte da premissa. A produção em desenvolvimento pela CBS TV Studios será um suspense ao estilo de “Riverdale”, centrado na personagem Dionne, que terá que investigar o desaparecimento da sua melhor amiga Cher. Interpretada no filme e na série por Stacey Dash, Dionne se verá em uma situação inusitada ao virar a garota mais popular da escola ao mesmo tempo em que tenta desvendar o que aconteceu com antiga dona do posto. Ainda sem elenco ou canal definidos, a série está sendo escrita por Jordan Reddout e Gus Hickey (ambos de “Will & Grace”) e conta com produção de Corinne Brinkerhoff (“No Tomorrow”) e Robert Lawrence, que foi o produtor do filme original. O filme de 1995 tinha roteiro e direção de Amy Heckerling. No elenco estavam Alicia Silverstone, Paul Rudd, Breckin Meyer, Jeremy Sisto, Stacey Dash, Donald Faison e Brittany Murphy, a maioria iniciante na época. A trama girava em torno de um grupo de adolescentes ricas que resolvia ajudar uma “novata” do colégio a se transformar em Patricinha para aumentar sua popularidade e arranjar um namorado. Mais que uma combinação das histórias clássicas de “Pigmalião” e “Emma”, o que tornou o filme tão bem-sucedido foi a junção de moda, gírias, músicas e comportamento, num registro de época que se tornou uma legítima cápsula do tempo. O sucesso da produção inspirou uma série com o mesmo nome, que contou com o retorno de boa parte do elenco original e teve três temporadas exibidas entre 1996 e 1999. Como prova da popularidade duradoura da produção, “As Patricinhas de Beverly Hills” também inspirou recentemente o lançamento de uma revista em quadrinhos com seus personagens e uma adaptação teatral no circuito off-Broadway de Nova York, com Cameron Dove (do telefilme “Descententes”) no papel de Cher.











