1917 e Era uma Vez em Hollywood vencem o Globo de Ouro 2020
O Globo de Ouro 2020 premiou “1917” e “Era uma Vez em Hollywood” como Melhores Filmes do ano, respectivamente nas categorias de Drama e Comédia. Seus diretores, também. Sam Mendes levou o troféu de Melhor Direção e Quentin Taratino o de Melhor Roteiro. Mas na soma de prêmios, “Hollywood” levou um troféu a mais: Melhor Ator Coadjuvante, conquistado por um sorridente Brad Pitt. As estatuetas de interpretação dramática ficaram com os favoritos, Joaquin Phoenix, por “Coringa”, e Renée Zellweger, por “Judy”, enquanto Taron Egerton e Awkwafina venceram em Comédia ou Musical, respectivamente por “Rocketman” e “The Farewell”. Vale ressaltar que “The Farewell” representa o desempenho mais dramático da carreira de Awkwafina. Embora a atriz seja conhecida como comediante, o filme da diretora Lulu Wang não é, de forma alguma, uma comédia. Assim como é possível questionar o quanto “Era uma Vez em Hollywood” é mais cômico que os demais filmes de Tarantino – todos considerados Dramas nos Globos de Ouro pregressos. O fato é que essas imprecisões só aumentam o folclore a respeito da falta de seriedade do troféu com o globo dourado, mesmo com interesses corporativos reforçando o mito da sua suposta importância – nunca é demais lembrar que no máximo 90 votantes elegem os 25 vencedores. A relevância do prêmio é alimentada pela rede NBC, que assumiu sua transmissão após perder o Oscar para a ABC em 1976, e pelos estúdios de cinema, que inflam o significado do prêmio para impulsionar filmes recém-lançados. É o caso de “1917”, que só vai chegar aos cinemas brasileiros em 23 de janeiro. Podem apostar: o filme vai ganhar um novo pôster com seus dois Globos de Ouro em destaque. O próprio Sam Mendes apontou, ao receber o troféu de Melhor Filme, que o reconhecimento ajudaria a levar mais público para ver seu filme no cinema. E isso realmente é verdade. O Globo de Ouro não é um premiação da indústria de entretenimento americana, como o Oscar, mas sua transmissão televisiva é uma forte ferramenta de divulgação, que inclui um verniz de prestígio embalado e marketado por Hollywood. Pela falta de solenidade, o Globo de Ouro é também a cerimônia em que os vencedores jogam as regras para cima, dando discursos muito mais longos que o combinado, repletos de palavrões e também mais politizados – o que torna o Oscar monótono, em comparação. Um exemplo típico foi representado por Joaquin Phoenix, ao receber seu troféu de atuação por “Coringa”. Metade de seu agradecimento foi censurada, com corte de som, tornando-se mais desconexo do que o habitual. Mas outros discursos desafiaram limites de duração para ressoar de forma integral, cortados apenas por aplausos efusivos. Ao agradecer sua vitória como Melhor Atriz de Minissérie, por “Fosse/Verdon”, Michelle Williams fez um verdadeiro manifesto, frisando a palavra choice (escolha), um dos slogans da luta feminista por direitos como contracepção e aborto. “Quando você coloca isso [troféu] nas mãos de uma pessoa, reconhece as escolhas que ela fez como ator. Momento a momento, cena a cena, dia a dia”, ela começou. “Mas você também reconhece as escolhas que ela faz como pessoa. A educação que ela busca, o treinamento que procura, as horas que dedica. Sou grata pelo reconhecimento das escolhas que fiz e também por viver em um momento em nossa sociedade em que essa escolha existe, porque, como mulheres e meninas, coisas podem acontecer aos nossos corpos”, ela continuou. “Eu não teria sido capaz de fazer meu papel sem empregar meu direito de escolher como uma mulher”, acrescentou. “Escolher quando ter meus filhos e com quem. Quando me sentir apoiada e capaz de equilibrar nossas vidas, sabendo, como todas as mães sabem, que a balança deve se inclinar para nossos filhos”. A atriz acrescentou que suas escolhas podem ser diferentes das dos espectadores. “Mas graças a Deus, ou a quem você ora, que vivemos em um país fundado no princípio de que eu sou livre para viver pela minha fé e você é livre para viver pela sua”, disse ela. “Então, mulheres, de 18 a 118 anos, quando for a hora de votar, faça-o por seu próprio interesse. É o que os homens fazem há anos, e é por isso que o mundo se parece tanto com eles”, continuou ela. “Não esqueçam que somos o maior gênero de eleitores neste país. Vamos fazer com que ele se pareça mais com a gente”. Com esse texto vigoroso, Michelle Williams mostrou quão sem graça e ultrapassado se tornou Ricky Gervais, o apresentador da noite, que em seu monólogo inicial também soltou uma palavrão, mas para condenar discursos politizados no evento. De fato, Gervais desafinou completamente do tom da premiação, que já tinha embutido politização na escolha de uma de suas homenageadas, Ellen DeGeneres, cujo pioneirismo em se assumir gay na televisão americana, durante os anos 1990, abriu caminho para um mundo muito mais tolerante. Alguém poderia dizer até que abriu caminho para o século 21, mas, infelizmente, num outro país, piadas sobre homossexualidade ainda geram coquetéis molotov de militantes fascistas. Algumas marcas do próprio Globo de Ouro merecem ser citadas antes da lista dos vencedores. Com sua vitória por “The Farewell”, Awkwafina se tornou a primeira atriz asiática premiada pela Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood. A islandesa Hildur Guðnadóttir também fez história ao conquistar o troféu de Melhor Trilha Sonora por “Coringa”, virando a primeira mulher a vencer o prêmio sozinha desde que ele foi criado – até então, apenas outra compositora tinha ficado com a estatueta, Lisa Gerrard, que dividiu a honra com Hans Zimmer por “Gladiador”, há 20 anos. Também chamou atenção o fiasco da Netflix. Estúdio com maior quantidade de indicações – 34, somadas entre filmes e séries – , a plataforma só venceu dois prêmios, ambos de interpretação. As performances de Olivia Colman, Melhor Atriz em Série Dramática, por “The Crown”, e de Laura Dern, Melhor Atriz Coadjuvante de cinema, por “História de um Casamento”, impediu um desastre maior – como, por exemplo, o desempenho de “O Irlandês”, grande aposta da empresa, premiada zero vezes. A sensação deve ter sido ainda mais amarga nas categorias televisivas, onde a plataforma ficou atrás da HBO e de seus rivais de streaming, Amazon e Hulu. Graças a “Chernobyl” e “Succession”, a HBO liderou a relação de séries, com quatro troféus. Amazon e Hulu aparecem em seguida com dois troféus cada, enquanto Showtime e FX empataram com a Netflix com um Globo de Ouro televisivo. Confira abaixo a lista completa dos premiados. CINEMA Melhor Filme de Drama “1917” Melhor Ator de Drama Joaquin Phoenix, “Coringa” Melhor Atriz de Drama Renee Zellweger, “Judy” Melhor Filme de Comédia ou Musical “Era Uma Vez em Hollywood” Melhor Ator de Comédia ou Musical Taron Egerton, “Rocketman” Melhor Atriz de Comédia ou Musical Awkwafina, “The Farewell” Melhor Diretor Sam Mendes, “1917” Melhor Ator Coadjuvante Brad Pitt, “Era Uma Vez em Hollywood” Melhor Atriz Coadjuvante Laura Dern, “História de um Casamento” Melhor Animação “Link Perdido” Melhor Filme Estrangeiro “Parasita” Melhor Roteiro Quentin Tarantino, “Era Uma Vez em Hollywood” Melhor Trilha Sonora “Coringa”, Hildur Gudnadóttir Melhor Canção “I’m Gonna Love Me Again”, de “Rocketman” TELEVISÃO Melhor Série de Drama “Succession” (HBO) Melhor Série de Comédia “Fleabag” (Amazon) Minissérie ou Telefilme “Chernobyl” (HBO) Melhor Ator de Drama Brian Cox, “Succession” (HBO) Melhor Atriz de Drama Olivia Colman, “The Crown” (Netflix) Melhor Ator de Comédia Ramy Yousef, “Ramy” (Hulu) Melhor Atriz de Comédia Phoebe Waller-Bridge, “Fleabag” (Amazon) Melhor Ator de Minissérie ou Telefilme Russell Crowe, “The Loudest Voice” (Showtime) Melhor Atriz de Minissérie ou Telefilme Michelle Williams, “Fosse/Verdon” (FX) Melhor Ator Coadjuvante de Série, Minissérie ou Telefilme Stellan Skarsgård, “Chernobyl” (HBO) Melhor Atriz Coadjuvante de Série, Minissérie ou Telefilme Patricia Arquette, “The Act” (Hulu)
Globo de Ouro 2020: Onde assistir, quem concorre e o que esperar
A 77ª edição do Globo de Ouro 2020 acontece neste domingo (5/1) em Los Angeles. O prêmio entregue pela Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood aos melhores do cinema e da televisão pode ser assistido ao vivo no Brasil pelo canal pago TNT e pelo app TNT Go, que começam a exibição a partir das 21 horas (horário de Brasília), com o tapete vermelho, seguido da premiação oficial, às 22h. Quando o comediante inglês Ricky Gervais estiver constrangendo os vencedores no palco do evento, a responsabilidade de conduzir o programa estará a cargo de Dane Taranha e Michel Arouca, com participação de Carol Ribeiro e Phelipe Cruz direto da recepção dos famosos no hotel Beverly Hilton. Além do canal oficial, há outras formas de acompanhar a premiação. A mais popular é pelo canal E!, que cobre apenas o tapete vermelho, mas com mais fôlego: a exibição começa às 20h. Fora da TV brasileira, o Facebook também oferece uma cobertura alternativa do tapete vermelho na aba Facebook Watch – o programa oficial se chama “HFPA Presents Globes Red Carpet Live”. E o Twitter ainda programou um aftershow, com entrevistas com os vencedores e comentários de jornalistas especializados. Em relação à cerimônia propriamente dita, vários canais do YouTube farão a transmissão nos Estados Unidos. Não está claro se essa programação – e talvez a cobertura das redes sociais – será aberta para residentes fora dos EUA, mas os interessados em assistir a transmissão podem fazer uso de uma VPN (informações no Google), o que não é proibido por nenhuma lei brasileira ou americana, e dá acesso a qualquer site que realize restrição geográfica. Apesar de não ter influência alguma na premiação da Academia – trata-se de uma lista de favoritos de cerca de 80 jornalistas quem sequer são americanos – , o Globo de Ouro acaba ganhando projeção pela cobertura desproporcional que recebe da imprensa – num desdobramento da guerra de audiência da TV dos EUA, em que a NBC investe pesado em seu programa de prêmios para fazer frente à ABC, casa oficial do Oscar. Mesmo sem relevância na indústria do entretenimento, a cerimônia é bastante popular pelas saias-justas que alimenta, graças à liberação – e incentivo – do consumo de bebidas durante sua transmissão. Não é segredo que a Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood torce por memes – senão, escândalos. Tanto é assim que insiste em trazer o polêmico Ricky Gervais para apresentar a premiação. Esta é a quinta vez, que ele apresentará a cerimônia, estabelecendo um recorde para a premiação. Nas anteriores, ele comprou brigas com Mel Gibson, Angelina Jolie, Jennifer Lawrence, Jim Carrey, Ewan McGregor, Tim Allen e Kathleen Jenner. Entre os candidatos a receber os troféus dourados, a lista é dominada por produções da Netflix – algo que já tem chamado atenção nas demais premiações da temporada. Se no ano passado a plataforma tinha em “Roma” sua principal aposta, neste ano ela tem vários favoritos a prêmios. Dos dez filmes que receberam indicações, quatro são da Netflix. Mais impressionante que isso, dos cinco indicados a Melhor Filme de Drama, três são produções da gigante do streaming: “Dois Papas”, do brasileiro Fernando Meirelles, “História de um Casamento”, de Noah Baumbach, e “O Irlandês”, de Martin Scorsese. O quarto filme da empresa é “Meu Nome É Dolemite”, que disputa na categoria de Comédia ou Musical, O longa com maior número de indicações foi “História de um Casamento”, com seis. Metade delas foi para o elenco, liderado por Scarlett Johannson e Adam Driver, além de Laura Dern, como Melhor Atriz Coadjuvante. Empatados em 2º lugar, com cinco indicações cada, aparecem “O Irlandês” e o novo longa de Quentin Tarantino, “Era Uma Vez em Hollywood”. Vencedor do Festival de Veneza, “Coringa” conquistou quatro indicações, assim como o “Dois Papas”. Já o vencedor do Festival de Cannes, o sul-coreano “Parasita”, do Bong Joon-ho, recebeu três indicações, e vai disputar a categoria de Melhor Filme Estrangeiro com “Dor e Glória”, do espanhol Pedro Almodóvar”, dois filmes franceses (“Retrato de uma Jovem em Chamas” e “Os Miseráveis”) e um longa americano. Isto mesmo, “The Farewell” apareceu na categoria de filmes estrangeiros porque o Globo de Ouro… é o Globo de Ouro. Estrelado por Awkwafina, que vem vencendo vários prêmios da crítica, a comédia da diretora americana Lulu Wang tem elenco asiático como “Podres de Ricos”, e diálogos em inglês, mandarim e japonês, o que talvez explique a confusão. Nas categorias televisivas, o Globo de Ouro decidiu esnobar “Game of Thrones” — a temporada final da série da HBO teve apenas uma indicação, de Melhor Ator para Kit Harrington – , o que aumentou ainda mais a distância da Netflix para os rivais. Liderada pelo elenco renovado da 3ª temporada de “The Crown” e o lançamento de “Inacreditável” (Unbelievable), as atrações “televisivas” da plataforma somaram 17 indicações – duas a mais que a HBO e o mesmo número atingido por suas produções “cinematográficas”, levando o total da Netflix a impressionantes 34 nomeações. Fora da Netflix, “Chernobyl”, da HBO, foi a produção televisiva mais reverenciada, com 4 citações – empatada com “The Crown” e “Inacreditável”. O reconhecimento a “The Crown” e “Chernobyl” ainda marcou uma invasão britânica, com 15 indicações no total para programas e estrelas do Reino Unido. Outro dado interessante foi que Hulu, Amazon e até a recém-lançada Apple TV+ também se destacaram, levando as plataformas de streaming a superar a TV convencional, com 30 indicações ao todo. Atrações da TV paga conquistaram 22 nomeações. E sabe quantas séries da TV aberta foram lembradas? Nenhuma. Entre feitos individuais, a atriz Meryl Street aumentou ainda mais seu recorde como estrela mais indicada ao Globo de Ouro em todos os tempos. Seu papel de coadjuvante em “Big Little Lies” lhe valeu sua 34ª indicação ao prêmio. Confira abaixo a lista completa dos indicados aos prêmios. CINEMA Melhor Filme de Drama “1917” “O Irlandês” “Coringa” “Dois Papas” “História de um Casamento” Melhor Ator de Drama Christian Bale, por “Ford vs. Ferrari” Antonio Banderas, por “Dor e Glória” Adam Driver, “História de um Casamento”Joaquin Phoenix, “Coringa” Jonathan Pryce, “Dois Papas” Melhor Atriz de Drama Cynthia Erivo, “Harriet” Scarlett Johansson, “História de um Casamento” Saoirse Romana, “Little Women” Charlize Theron, “Bombshell” Renee Zellweger, “Judy” Melhor Filme de Comédia ou Musical “Meu Nome É Dolemite” “Jojo Rabbit” “Entre Facas e Segredos” “Era Uma Vez em Hollywood” “Rocketman” Melhor Ator de Comédia ou Musical Daniel Craig, por “Entre Facas e Segredos” Roman Griffin Davis, por “Jojo Rabbit” Leonardo DiCaprio, por “Era Uma Vez em Hollywood”) Taron Egerton, por “Rocketman” Eddie Murphy “Meu Nome É Dolemite” Melhor Atriz de Comédia ou Musical Awkwafina, por“The Farewell” Ana de Armas, por “Entre Facas e Segredos” Beanie Feldstein, por “Fora de Série” Emma Thompson, por “Late Night” Cate Blanchett, “Cadê você, Bernadette?” Melhor Diretor Bong Joon-ho, por “Parasita” Sam Mendes, por “1917” Todd Phillips, por “Coringa” Martin Scorsese, por “O Irlandês” Quentin Tarantino, por “Era Uma Vez em Hollywood” Melhor Ator Coadjuvante Tom Hanks, por “Um Lindo Dia na Vizinhança” Al Pacino, por “O Irlandês” Joe Pesci, por “O Irlandês” Brad Pitt, por “Era Uma Vez em Hollywood” Anthony Hopkins, por “Dois Papas” Melhor Atriz Coadjuvante Annette Bening, por “O Relatório” Margot Robbie, por “O Escândalo” Jennifer Lopez, por “As Golpistas” Kathy Bates, por “Richard Jewell” Laura Dern, por “História de um Casamento” Melhor Animação “Frozen 2” “O Rei Leão” “Toy Story 4” “Como Treinar seu Dragão 3” “Link Perdido” Melhor Filme Estrangeiro “Parasita” “Dor e Glória” “The Farewell” “Os Miseráveis” “Retrato de uma Jovem em Chamas” Melhor Roteiro “Parasita” “Dois Papas” “O Irlandês” “Era Uma Vez em Hollywood” “História de um Casamento” Melhor Trilha Sonora “Brooklyn Sem Pai Nem Mãe” “Adoráveis Mulheres” “Coringa” “1917” “História de um Casamento” Melhor Canção “Beautiful Ghosts”, de “Cats” “I’m Gonna Love Me Again”, de “Rocketman” “Into the Unknown”, de “Frozen 2” “Spirit”, de “O Rei Leão” “Stand Up”, de “Harriet” TELEVISÃO Melhor Série de Drama “Big Little Lies” (HBO) “The Crown” (Netflix) “Killing Eve” (BBC America) “The Morning Show” (Apple TV+) “Succession” (HBO) Melhor Série de Comédia “Barry” (HBO) “Fleabag” (Amazon Prime Video) “O Método Kominsky” (Netflix) “Maravilhosa Sra. Maisel” (Amazon Prime Video) “The Politician” (Netflix) Minissérie ou Telefilme “Catch-22” (Hulu) “Chernobyl” (HBO) “Fosse/Verdon” (FX) “The Loudest Voice” (Showtime) “Inacreditável” (Netflix) Melhor Ator de Drama Brian Cox, “Succession” Kit Harington, “Game of Thrones” Rami Malek, “Mr. Robot” Tobias Menzies, “The Crown” Billy Porter, “Pose” Melhor Atriz de Drama Jennifer Aniston, “The Morning Show” Jodi Comer, “Killing Eve” Nicole Kidman, “Big Little Lies” Reese Witherspoon, “The Morning Show” Olivia Colman, “The Crown” Melhor Ator de Comédia Ben Platt, “The Politician” Paul Rudd, “Cara x Cara” (Living with Yourself) Ramy Yousef, “Ramy” Bill Hader, “Barry” Michael Douglas, “O Método Kominsky” (The Kominsky Method) Melhor Atriz de Comédia Christina Applegate, “Disque Amiga para Matar” (Dead to Me) Phoebe Waller-Bridge, “Fleabag” Natasha Lyonne, “Boneca Russa” (Russian Doll) Kirsten Dunst, “On Becoming a God in Central Florida” Rachel Brosnahan, “Maravilhosa Sra. Maisel” (The Marvelous Mrs. Maisel) Melhor Ator de Minissérie ou Telefilme Chris Abbott, “Catch-22” Sacha Baron Cohen, “O Espião” (The Spy) Russell Crowe, “The Loudest Voice” Jared Harris, “Chernobyl” Sam Rockwell, “Fosse/Verdon” Melhor Atriz de Minissérie ou Telefilme Michelle Williams, “Fosse/Verdon” Helen Mirren, “Catherine the Great” Merritt Wever, “Inacreditável” (Unbelievable) Kaitlyn Dever, “Inacreditável” (Unbelievable) Joey King, “The Act” Melhor Ator Coadjuvante de Série, Minissérie ou Telefilme Alan Arkin, “O Método Kominsky” (The Kominsky Method) Kieran Culkin, “Succession” Andrew Scott, “Fleabag” Stellan Skarsgård, “Chernobyl” Henry Winkler, “Barry” Melhor Atriz Coadjuvante de Série, Minissérie ou Telefilme Meryl Streep, “Big Little Lies” Helena Bonham Carter, “The Crown” Emily Watson, “Chernobyl” Patricia Arquette, “The Act” Toni Collette, “Inacreditável” (Unbelievable)
Outlander: Jamie lidera revolução americana no trailer da 5ª temporada
O canal pago americano Starz divulgou os pôsteres e o trailer da 5ª temporada de “Outlander”. A prévia intercala momentos de calmaria e de combates, com Claire (Caitriona Balfe) e Jamie (Sam Heughan) tornando-se responsáveis pela fagulha revolucionária que gerou a independência dos Estados Unidos (mas sem a ironia de “Legends of Tomorrow”). Mantendo o costume de adaptar um livro da escritora Diana Gabaldon por temporada, o quinto ano seguirá a história de “A Cruz de Fogo” (2001) e vai encontrar os Frasers finalmente reunidos no século 18, lutando por sua família e pelo lar que eles construíram em Fraser’s Ridge, na Carolina do Norte, em meio às tensões crescentes da guerra da independência dos Estados Unidos, prestes a estourar. A atração estrelada por Caitriona Balfe, Sam Heughan, Sophie Skelton, Richard Rankin, Maria Kennedy Doyle e Duncan Lacroix combina romance, drama de época e viagem no tempo, e figura entre os líderes de audiência da TV paga dos Estados Unidos, com média de 1,5 milhões de telespectadores ao vivo – que sobe para 5,8 milhões em todas as plataformas. Entre os programas do Starz, a série criada por Ronald D. Moore (“Battlestar Galactica”) só tem menos audiência que “Power”, que vai acabar ao final de sua 6ª e atual temporada. A estreia da 5ª temporada de “Outlander” está marcada para 16 de fevereiro nos Estados Unidos e a série já está renovada para seu 6º ano de produção. No Brasil, a atração faz parte do catálogo do Fox Play.
Anne with an E: Ryan Reynolds protesta contra fim da série na Netflix
O ator Ryan Reynolds (“Deadpool”) é um dos muitos fãs inconformados com a notícia do cancelamento de “Anne with an E” na Netflix. A 3ª e última temporada estreou na sexta-feira (3/2), e diante da expectativa do final, Reynolds resolveu protestar nas redes sociais. Respondendo a um anúncio do final de “Anne with an E” no Twitter oficial da Netflix, ele fez um apelo. “Vocês deveriam renovar ‘Anne With an E’. A não ser que ‘temporada final’ seja um jeito divertido de dizer ‘ponto intermediário'”. Coprodução da rede canadense CBC, “Anne with an E” é inspirada num dos maiores clássicos da literatura canadense, “Anne de Green Gables”, de L.M. Montgomery, que rendeu mais 10 volumes de continuação. A saga foi publicada entre 1908 e 1939 e acompanhou praticamente toda a vida da personagem, da infância à velhice. A decisão de terminar a produção, porém, deve-se ao modo como a série foi concebida, visando apenas o público infantil. Assim, o crescimento da atriz Amybeth McNulty, que chegou aos 16 anos de idade, foi considerado o ponto de encerrar a história, atingindo a idade de Anne ao final do primeiro livro – ela vai dos 11 aos 16 no romance original. O fim da série encerra a expectativa de mostrar a chegada de Anne na vida adulta – ela completa 18 anos no segundo volume – , que assim se encerra como a adaptação mais premiada da obra de Montgomery, levada inúmeras vezes para as telas de cinema e televisão – até mesmo como animação. “Anne with an E” venceu o Canadian Screen Awards como Melhor Série Dramática e até mesmo o DGA Awards, prêmio do Sindicato dos Diretores dos Estados Unidos, conquistado pela cineasta neozelandesa Niki Caro (“Terra Fria”) – atualmente à frente da versão live-action de “Mulan” para a Disney. A série foi desenvolvida por Moira Walley-Beckett (criadora de “Flesh and Bone” e roteirista de “Breaking Bad”) e também conta com direção da canadense Patricia Rozema (“Palácio das Ilusões”), entre outros. You guys might want to renew Anne with an E. Unless “final season” is just a fun way of saying “halfway point”. — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) January 3, 2020
Hunters: Al Pacino caça nazistas no trailer legendado de sua primeira série
A Amazon Prime Video divulgou o pôster e o trailer legendado de “Hunters”, que destaca a participação do ator Al Pacino (“O Irlandês”) na primeira série de sua carreira. O astro narra a prévia, apresentando a premissa e a organização secreta da trama, ao recrutar o jovem interpretado por Logan Lerman (“As Vantagens de Ser Invisível”) para vingar o assassinato de sua avó judia. O material também informa a data de estreia da produção. Passada nos anos 1970, “Hunters” reflete uma história supostamente real de caça a criminosos nazistas, que fugiram após a 2ª Guerra Mundial e se disfarçaram de pessoas comuns nos Estados Unidos. “Os Caçadores” descobrem que vários oficiais nazistas do alto escalão estão vivendo de forma impune, sob disfarce, e conspirando para criar um Quarto Reich, e decidem fazer justiça com as próprias mãos. Escrita por David Weil (do vindouro “Moonfall”) e Nikki Toscano (“Revenge”), e com produção de Jordan Peele (diretor de “Corra!” e “Nós”), a série também destaca em seu elenco Jerrika Hinton (“Grey’s Anatomy”), Lena Olin (“A Insustentável Leveza do Ser”), Josh Radnor (“How I Met Your Mother”), Carol Kane (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Saul Rubinek (“Warehouse 13”), Tiffany Boone (“The Chi”), Louis Ozawa Changchien (“Bosch”), Greg Austin (“Class”) e Dylan Baker (“Homem-Aranha”). O lançamento vai acontecer em 21 de fevereiro em todo o mundo.
Drácula: Novo trailer legendado realça clima sinistro da série na véspera da estreia na Netflix
A Netflix divulgou um novo trailer legendado de “Drácula”, série coproduzida pela rede britânica BBC, que revisita a famosa história de terror gótico de Bram Stoker. A prévia sinistra evoca passagens conhecidas do famoso romance, mas também traz novidades, como freiras armadas com estacas de madeira. Tudo ao som – bastante apropriado – de “Killing Moon”, clássico da banda Echo and the Bunnymen regravado pela dupla Roman Remains (projeto paralelo da vocalista e do baixista do grupo The Duke Spirit). “Drácula” foi desenvolvida pelos roteiristas-produtores Mark Gatiss e Steven Moffat, criadores de “Sherlock”, que assinam todos os episódios. A série, que traz o ator dinamarquês Claes Bang (de “The Square: A Arte da Discórdia”) no papel-título, estreou em 1 de janeiro e se encerra nesta sexta (3/1) no Reino Unido, com a exibição do terceiro e último episódio da temporada. Apesar de conclamada pela crítica, com elogios rasgados – 80% de aprovação no Rotten Tomatoes – , a atração acabou tendo público menor que o esperado. A sintonia ao vivo na BBC One foi de 3,2 milhões na estreia e 2,8 milhões no segundo episódio. A série tem o mesmo formato de “Sherlock”, com uma 1ª temporada curta, contendo capítulos de longa duração, como se cada história fosse um filme. São, ao todo, três episódios de 90 minutos, que contam como o vampiro da Transilvânia medieval vai parar na “moderna” Londres vitoriana, do final do século 19. A produção britânica traz de volta o personagem de Stoker à TV seis anos após o cancelamento de uma série homônima da rede americana NBC, que apresentou Jonathan Rhys Meyers no papel-título em 13 episódios. Esta série dividiu a crítica (54% de aprovação) e foi cancelada na 1ª temporada. A estreia na Netflix acontece neste sábado (4/1).
Killing Eve é renovada para 4ª temporada antes da estreia do terceiro ano
O canal pago BBC America anunciou a renovação de “Killing Eve” para a sua 4ª temporada. Não, a gente não escreveu errado. A decisão da emissora foi compartilhada meses antes da estreia do terceiro ano da série protagonizada por Sandra Oh e Jodie Comer. A inédita 3ª temporada ainda não tem nem sequer previsão de estreia, o que deve acontecer entre março e maio, mas a série já garantiu sua continuação. Geralmente, isto costuma indicar detalhes dos bastidores da produção, como o fato de a próxima leva de episódios conduzir a um grande cliffhanger, mas principalmente a vontade do canal de explorar seu contrato com produtores e astros de forma integral, confirmando a duração possível da série, antes dela se encerrar. Neste cenário, a 4ª temporada seria concebida como final, antecipando-se a impasses em futuras tentativas de renovações contratuais. A dupla de protagonistas e a produtora da série foram valorizadíssimas na temporada de premiações. Sandra Oh ganhou o Globo de Ouro e Jodie Comer o Emmy, na categoria de Melhor Atriz de Drama em 2019. Já Phoebe Waller-Bridge, criadora de “Killing Eve”, levou o Emmy por outra atração, a comédia “Fleabag”, além de ter virado roteirista de cinema com nada mais, nada menos que o próximo filme de James Bond, “007: Sem Tempo Para Morrer”. “Killing Eve” acompanha Eve Polastri (Sandra Oh), uma agente secreta que passa a perseguir a assassina de aluguel Villanelle (Jodie Comer) e desenvolver uma estranha obsessão por ela. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Globoplay.
Crise nas Infinitas Terras: Reta final do crossover do Arrowverso ganha novo trailer e 15 fotos
A rede The CW divulgou um trailer e 15 fotos do quarto episódio de “Crise nas Infinitas Terras”, o megacrossover de séries do Arrowverso. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, a versão live-action de “Crise nas Infinitas Terras” começou a ser exibida em dezembro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Supergirl”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow”, “Arrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, o herói Raio Negro (Black Lightning) também participou da história, assim como personagens de diversas outras atrações, tanto atuais quanto clássicas. Após a exibição dos três primeiros episódios, o evento entrou em hiato de fim de ano e só será concluído em 14 de janeiro nos Estados Unidos, com a exibição de capítulos consecutivos de “Arrow” e “Legends of Tomorrow”. Ainda não há previsão para a estreia do crossover no Brasil, que deve acontecer pelo canal pago Warner.
Grace & Frankie: 6ª temporada ganha pôster e trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da 6ª temporada de “Grace & Frankie”, que traz muitas novidades, a começar pelo casamento surpresa entre Grace (Jane Fonda) e Nick (Peter Gallagher). Mas também há destaque para mais uma invenção geriátrica maluca concebida por Grace e Frankie (Lily Tomlin), que buscam investimento no reality show “Shark Tank”. Criada por Marta Kauffman (“Friends”) e Howard J. Morris (“Home Improvement”), a 6ª temporada será a penúltima de “Grace & Frankie”, que vai acabar em 2021. Os próximos episódios vão estrear em 15 janeiro.
Criando Dion: Netflix renova série produzida por Michael B. Jordan
A Netflix renovou “Criando Dion” (Raising Dion), série de super-herói produzida por Michael B. Jordan (“Pantera Negra”), que vai para sua 2ª temporada, ainda sem previsão de estreia. A renovação foi confirmada logo depois que a Netflix divulgou dados sobre seus programas “mais populares” de 2019. “Criando Dion” apareceu na 10ª posição entre as séries originais da Netflix. A atração é baseada nos quadrinhos e no curta-metragem homônimos de Dennis Liu, e conta a história de Nicole Reese (vivida por Jazmyn Simon, de “Ballers”), uma viúva tentando criar seu filho Dion (Ja’Siah Young, de “A Noite é Delas”) após a morte de seu marido. O problema é que o menino começa a manifestar superpoderes, atraindo a atenção de pessoas interessados em explorar suas habilidades. Além de produzir, Michael B. Jordan também fez participação especial na 1ª temporada como Mark, o pai de Dion. O elenco também destaca Jason Ritter (“Kevin (Probably) Saves the World”) como Pat, o melhor amigo de Mark, que também é um cientista e compartilha um vínculo especial com Dion. A roteirista Carol Barbee (“UnReal”) desenvolveu a adaptação e permanece à frente da série, que terá mais oito episódios, com produção prevista para o longo do ano.
Disney+ (Disney Plus) antecipa estreia de WandaVision para 2020
A plataforma Disney+ (Disney Plus) divulgou um vídeo para anunciar sua programação para 2020. E entre as atrações originais, acabou revelando uma novidade. “WandaVision”, série do Marvel Studios prevista para 2021, teve seu lançamento adiantado para 2020, de acordo com a prévia. Assim, deve se tornar a segunda série da Marvel na plataforma de streaming, após “Falcão e o Soldado Invernal”, que está atualmente em produção. A previsão de lançamento de “WandaVision” tinha sido anunciada originalmente durante a Comic-Con Internacional de San Diego. E é considerada uma das produções mais importantes do Disney+ (Disney Plus), pelas ramificações de sua trama. O chefão da Marvel Kevin Feige revelou que os acontecimentos da série da Feiticeira Escarlate e do Visão vão repercutir no próximo filme do Doutor Estranho, que, inclusive, contará com a participação de Wanda, a Feiticeira Escarlate. A série será estrelada pelos intérpretes dos personagens nos filmes, Elizabeth Olsen e Paul Bettany, e foi desenvolvida por Jac Schaeffer, a roteirista do vindouro filme solo da “Viúva Negra”. O elenco também trará de volta Kat Dennings e Randall Park aos papéis que eles já desempenharam no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), respectivamente como Darcy Lewis (vista em “Thor” e “Thor: O Mundo Sombrio”) e o agente Jimmy Woo (“Homem-Formiga e a Vespa”). Além disso, Teyonah Parris (da série “Cara Gente Branca”) aparecerá como Monica Rambeau, que foi introduzida ainda criança em “Capitã Marvel” (passado em 1995), e Kathryn Hahn (“Perfeita é a Mãe!”) está escalada como “uma vizinha barulhenta”. O nome da personagem da atriz não foi revelado, porque, se por acaso fosse Agatha Harkness, confirmaria a trama que todos já imaginam.
Messiah: Netflix entra em nova polêmica religiosa internacional com série sobre “segunda vinda de Cristo”
O Especial de Natal do Porta dos Fundos não é a única produção recente a envolver a Netflix numa polêmica religiosa. Na véspera da estreia da série “Messiah”, a Royal Film Commission da Jordânia solicitou que a produção não fosse disponibilizada no país por violar “a santidade da religião” e as leis do país. O diretor da organização do governo da Jordânia, Mohannad al-Bakr, realizou uma entrevista coletiva na segunda-feira (30/12) em Amã para fazer o anúncio, que também foi publicado no site da RFC. “Ao tomar conhecimento de seu conteúdo, a RFC pediu oficialmente à direção da Netflix que se abstivesse de disponibilizar a série na Jordânia”, diz o comunicado da comissão. Um porta-voz da Netflix indicou que não recebeu uma solicitação legal formal para remover a série de seu serviço de streaming no país. “‘Messiah’ é uma obra de ficção”, disse um porta-voz da Netflix em comunicado publicado pelo site Deadline. “Não é baseado em nenhum personagem, figura ou religião. Todos os programas da Netflix apresentam classificações e informações para ajudar os membros a tomar suas próprias decisões sobre o que é certo para eles e suas famílias.” “A história é puramente fictícia e os personagens também”, concordou a comissão, antes de fazer ressalvas. “No entanto, a RFC considera que o conteúdo da série pode ser amplamente percebido ou interpretado como uma violação da santidade da religião, possivelmente violando as leis do país”. O anúncio da RFC representa uma reviravolta para a organização. “Messiah” foi parcialmente filmado na Jordânia em 2018 e teria recebido incentivos fiscais do governo jordaniano para sua produção. Criada pelo belga Michael Petroni (roteirista de “A Menina que Roubava Livros”) e produzida pelo casal americano Mark Burnett e Roma Downey, responsável por várias produções cristãs, como a série “A Bíblia” e o remake de “Ben-Hur”, “Messiah” acompanha o surgimento de um homem milagroso que poderia representar o Segundo Advento – a segunda vinda de Cristo. Quando uma oficial da CIA investiga este homem – conhecido por alguns como Al-Masih – , que atrai atenção e seguidores internacionais durante atos de perturbação pública, ela embarca em uma missão global de alto risco para descobrir se ele é uma entidade divina ou um trapaceiro enganador. A série traz o belga Mehdi Dehbi (da série “Tyrant”) no papel-título e ainda destaca em seu elenco Michelle Monaghan (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”), Jane Adams (“Hung”), John Ortiz (“Bumblebee”), Melinda Page Hamilton (“Damnation”), Stefania LaVie Owen (“Chance”), Tomer Sisley (“Família do Bagulho”), Dermot Mulroney (“Álbum de Família”), Beau Bridges (“Homeland”) e Wil Traval (“Jessica Jones”). A estreia está marcada para 1 de janeiro em streaming.
Sacred Lies: Juliette Lewis investiga crime no trailer fantasmagórico da 2ª temporada
O Facebook divulgou o pôster e o trailer fantasmagórico da 2ª temporada de “Sacred Lies”. Com estrutura de antologia, a série de investigação criminal acompanha uma nova história com personagens diferentes em seus novos episódios, e recebeu um subtítulo para se diferenciar do arco anterior. Chamada de “Sacred Lies: The Singing Bones”, a trama traz Juliette Lewis (“Segredos e Mentiras”) como uma detetive que investiga um caso de garota desaparecida em meio a uma floresta sombria, e foi inspirada pela fábula “O Osso Cantador”, dos irmãos Grimm. Realização da Blumhouse, produtora especializada em terror, a série é uma criação de Raelle Tucker, roteirista-produtora de “True Blood” e “Jessica Jones”, e também traz no elenco de sua 2ª temporada os atores Ryan Kwanten (“True Blood”), Emily Alyn Lind (“Code Black”), Kimiko Glenn (“Orange Is the New Black”) e Siobhan Williams (“Deadly Class”). A estreia dos novos episódios está marcada para 20 de fevereiro no Facebook Watch.












