PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Procurar

Páginas

  • #336835 (sem título)
  • Anuncie na Pipoca Moderna
  • Política de Privacidade e Proteção de Dados – Pipoca Moderna
  • Termos de Serviço

Arquivos

  • outubro 2026
  • setembro 2026
  • agosto 2026
  • julho 2026
  • junho 2026
  • maio 2026
  • abril 2026
  • março 2026
  • fevereiro 2026
  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025
  • outubro 2025
  • setembro 2025
  • agosto 2025
  • julho 2025
  • junho 2025
  • maio 2025
  • abril 2025
  • março 2025
  • fevereiro 2025
  • janeiro 2025
  • dezembro 2024
  • novembro 2024
  • outubro 2024
  • setembro 2024
  • agosto 2024
  • julho 2024
  • junho 2024
  • maio 2024
  • abril 2024
  • março 2024
  • fevereiro 2024
  • janeiro 2024
  • dezembro 2023
  • novembro 2023
  • outubro 2023
  • setembro 2023
  • agosto 2023
  • julho 2023
  • junho 2023
  • maio 2023
  • abril 2023
  • março 2023
  • fevereiro 2023
  • janeiro 2023
  • dezembro 2022
  • novembro 2022
  • outubro 2022
  • setembro 2022
  • agosto 2022
  • julho 2022
  • junho 2022
  • maio 2022
  • abril 2022
  • março 2022
  • fevereiro 2022
  • janeiro 2022
  • dezembro 2021
  • novembro 2021
  • outubro 2021
  • setembro 2021
  • agosto 2021
  • julho 2021
  • junho 2021
  • maio 2021
  • abril 2021
  • março 2021
  • fevereiro 2021
  • janeiro 2021
  • dezembro 2020
  • novembro 2020
  • outubro 2020
  • setembro 2020
  • agosto 2020
  • julho 2020
  • junho 2020
  • maio 2020
  • abril 2020
  • março 2020
  • fevereiro 2020
  • janeiro 2020
  • dezembro 2019
  • novembro 2019
  • outubro 2019
  • setembro 2019
  • agosto 2019
  • julho 2019
  • junho 2019
  • maio 2019
  • abril 2019
  • março 2019
  • fevereiro 2019
  • janeiro 2019
  • dezembro 2018
  • novembro 2018
  • outubro 2018
  • setembro 2018
  • agosto 2018
  • julho 2018
  • junho 2018
  • maio 2018
  • abril 2018
  • março 2018
  • fevereiro 2018
  • janeiro 2018
  • dezembro 2017
  • novembro 2017
  • outubro 2017
  • setembro 2017
  • agosto 2017
  • julho 2017
  • junho 2017
  • maio 2017
  • abril 2017
  • março 2017
  • fevereiro 2017
  • janeiro 2017
  • dezembro 2016
  • novembro 2016
  • outubro 2016
  • setembro 2016
  • agosto 2016
  • julho 2016
  • junho 2016
  • maio 2016
  • abril 2016
  • março 2016
  • fevereiro 2016
  • janeiro 2016
  • dezembro 2015
  • novembro 2015
  • abril 2013
  • fevereiro 2011
Filme, Série

Guia da Pipoca: Estreias de streaming destacam terror e animação

Novas versões de "Carrie, a Estranha" e "Guerreiras Mágicas de Rayearth" estão entre as 10 melhores novidades da semana

Leia mais
3 de outubro de 2026
Série

Wandinha encerra gravações e revela foto inédita da 3ª temporada

Netflix divulgou nova imagem de Jenna Ortega após sete meses de produção entre Irlanda e França

Leia mais
3 de outubro de 2026
Série

Eddie Murphy vai estrelar série dramática do criador de Mad Men

“The Chairman”, de Matthew Weiner, marcará o primeiro papel principal do ator numa série de ficção

Leia mais
3 de outubro de 2026
  • Série

    Fargo: Chris Rock enfrenta a máfia no trailer da 4ª temporada

    10 de janeiro de 2020 /

    O canal pago americano FX divulgou o primeiro trailer da 4ª temporada de “Fargo”, que será estrelada pelo humorista Chris Rock. A prévia confirma que os novos episódios terão humor mais evidente que nas temporadas anteriores, mas isso não vai tornar a série mais leve, já que não faltam drogas e violência na prévia. Além da mudança de tom e de apresentar seu primeiro protagonista negro, a série de antologia criminal criada por Noah Hawley também está alterando sua locação. A trama sai da zona rural do centro-oeste americano para retratar a metrópole de Kansas City. E ainda retrocede bastante no tempo para contar uma história passada durante os anos 1950. A 4ª temporada vai explorar o encontro de dois grupos de migrantes na cidade grande: os europeus, que vieram da Itália, e os afro-americanos, que deixaram os estados mais racistas do Sul, com suas leis discriminatórias. Diante do conflito dos dois grupos pelo controle do tráfico de drogas na cidade, uma tênue paz é organizada por meio de um pacto inusitado: cada família rival vai criar o filho do chefe da outra. Isto significa que Chris Rock interpreta um pai que entregou sua própria criança para ser criado pelo chefe do grupo inimigo e, em contrapartida, pega o herdeiro do inimigo para criar. Até que o chefe da máfia resolve fazer uma cirurgia de rotina e morre no hospital, mudando tudo. O elenco também destaca Ben Whishaw (“O Retorno de Mary Poppins”), Jessie Buckley (“Chernobyl”), Jack Huston (“Ben-Hur”), Jason Schwartzman (“Moonrise Kingdom”), Timothy Olyphant (“Santa Clarita Diet”) e o músico Andrew Bird (“O Caminho”). A estreia da 4ª temporada vai acontecer em abril, em data ainda não divulgada.

    Leia mais
  • Série

    Brooklyn Nine-Nine: 7ª temporada ganha trailer ao estilo de série dos anos 1980

    10 de janeiro de 2020 /

    A 7ª temporada de “Brooklyn Nine-Nine” ganhou dois pôsteres e seu primeiro trailer, com uma peculiaridade. A prévia divulgada pela rede NBC é acompanhada por uma narração à moda antiga e imagens de baixa resolução, que remetem à era do VHS. O estilo oitocentista apresenta o cotidiano de Jake Peralta (Andy Samberg) e seus colegas de distrito policial no estilo dos comerciais da série clássica – e dramática – “Chumbo Grosso” (Hill Street Blues), exibida entre 1981 e 1987 nos EUA. Os novos episódios estreiam em 6 de fevereiro na TV americana e a atração já se encontra renovada para sua 8ª temporada. Esta aprovação na emissora contrasta de forma gritante com o passado recente da série. “Brooklyn Nine-Nine” foi salva pela rede NBC após ter sido cancelada pela Fox em 2018, ao final de sua 5ª temporada. O cancelamento durou só 24 horas, porque, no dia seguinte, a NBC, que já era associada à atração via seu estúdio NBCUniversal, agarrou a oportunidade de trazer a série para seu canal. E a decisão se provou um grande acerto. “Brooklyn Nine-Nine” se tornou a série mais forte da NBC em plataformas digitais, atingindo 6,4 milhões de espectadores durante um mês de visualização multiplataforma. No Brasil, a série é transmitida pelo canal TNT Series.

    Leia mais
  • Série

    Grey’s Anatomy: Justin Chambers revela que está saindo da série

    10 de janeiro de 2020 /

    O ator Justin Chambers, um dos poucos integrantes do piloto de “Grey’s Anatomy” que ainda fazia parte do elenco, está deixando a atração após 16 temporadas. O intérprete do Dr. Alex Karev revelou sua saída da série em comunicado enviado à imprensa americana nesta sexta (10/1). “Não há tempo certo para me despedir de um programa e personagem que definiu grande parte da minha vida nos últimos 15 anos”, disse Chambers no texto. “Há algum tempo, porém, espero diversificar meus papéis de ator e minhas escolhas de carreira. E, ao completar 50 anos e abençoado por minha mulher e cinco filhos maravilhosos, agora é a hora”, completou. “Ao sair de ‘Grey’s Anatomy’, quero agradecer à família da ABC, [a criadora] Shonda Rimes, aos membros originais do elenco Ellen Pompeo, Chandra Wilson e James Pickens, e ao restante do elenco e equipe incríveis, tanto no passado quanto no presente. E, é claro, aos fãs por esta jornada extraordinária”, acrescentou. Os três atores que ele citou nominalmente são os últimos integrantes que estão na série desde sua 1ª temporada, exibida em 2005 nos EUA. Chambers interpretou Alex Karev desde o primeiro episódio. Ele iniciou como estagiário de cirurgia no fictício Seattle Grace Hospital antes de finalmente ganhar a posição de médico residente e depois se tornar um cirurgião pediátrico. No começo da 15ª temporada, atingiu o ponto mais alto da hierarquia hospitalar, ao se tornar o chefe interino do Grey Sloan Memorial Hospital, novo nome do centro médico original da série. Ele também se casou duas vezes na série, com as colegas Izzy Stevens (Katherine Heigl, que saiu da atração na 6ª temporada) e Jo Wilson (Camilla Luddington), na 14ª temporada. Apesar de toda essa trajetória, o personagem não terá uma despedida especial, como costuma acontecer quando algum ator sai série. Fontes da revista Variety afirmaram que ele não voltará mais a aparecer na atração. Sua última participação já foi ao ar, exibida em 14 de novembro nos EUA. Neste episódio, Karev decidiu voltar para sua cidade para cuidar de sua mãe doente. “Grey’s Anatomy” está atualmente na 16ª temporada, condição que a tornou a série mais longeva exibida pela rede ABC, e já se encontra renovada para a 17ª temporada, que por ser sua última, caso Ellen Pompeo (intérprete da Grey do título) também decida abandonar a produção. Em 2018, ela renovou seu contrato com grande aumento salarial. No ano passado, a atração superou “E.R.” (também conhecida no Brasil como “Plantão Médico”) como o drama médico de maior duração da TV americana.

    Leia mais
  • Série

    American Horror Story é renovada para mais três temporadas

    10 de janeiro de 2020 /

    O canal pago americano FX anunciou a renovação de “American Horror Story” por mais três temporadas. Isto garante a série no ar até a sua 13ª temporada – um número interessante para uma produção de terror. A série está atualmente produzindo os episódios de seu 10º ano, que serão exibidos no final de 2020. “Ryan [Murphy] e Brad [Falchuk, cocriadores da série] são mestres do terror televisivo. Eles criaram o formato de antologia em temporadas com ‘American Horror Story’, e a sustentaram por quase uma década como a série mais assistida do nosso canal”, comentou John Landgraf, presidente da FX, durante participação no encontro semestral de executivos de TV e imprensa, organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Lançada em 2011, “American Horror Story” popularizou as produções de formato antológico ao contar uma história diferente a cada temporada. A mais recente edição da série, exibida no ano passado, foi batizada de “1984” e apresentou um serial killer à solta num acampamento de verão dos anos 1980.

    Leia mais
  • Série

    Crime do goleiro Bruno vai virar minissérie da Globo

    10 de janeiro de 2020 /

    A condenação do goleiro Bruno de Souza, ex-Flamengo, pelo assassinato de Eliza Samudio vai virar minissérie da Globo. A história – mais macabra – do “O.J. Simpson brasileiro” está sendo desenvolvida pelo roteirista Lucas Paraíso (de “Sob Pressão”) e pela cineasta Gabriela Amaral (“A Sombra do Pai”), e é baseada no livro “Indefensável – O Goleiro Bruno e a História da Morte de Eliza Samudio”, da editora Record. A diretora Amora Mautner informou á Coluna de Leo Dias, no UOL, que após o roteiro ser aprovado, a equipe começará a definir o elenco, mas Vanessa Giácomo (“O Sétimo Guardião”) é considerada favorita para viver Eliza Samudio. Ela “está desde a origem do projeto. Todos pensamos nela como Eliza”, disse a diretora de TV. A série ainda não tem previsão de estreia, mas só deve chegar à Globo depois da exibição de “Verdades Secretas 2”. A atração deverá inaugurar uma linha de séries sobre crimes reais famosos, ao estilo de “American Crime Story” – que, vale lembrar, começou pelo crime do O.J. Simpson “americano”. A ideia é adaptar diversos crimes já solucionados e sentenciados pela Justiça brasileira.

    Leia mais
  • Série

    Criadora de Lizzie McGuire é afastada do revival

    10 de janeiro de 2020 /

    Uma das séries mais antecipadas da Disney+ (Disney Plus), o revival de “Lizzie McGuire”, perdeu sua showrunner Terri Minsky. A produtora e criadora da série original deixou o revival após a gravação de dois episódios. Em comunicado oficial, a Disney informou que a saída de Minsky se deu pelos famosos “conflitos criativos”. Houve uma mudança de perspectiva sobre a produção da série após o estúdio perceber o tamanho da expectativa do público em relação à estreia. “Os fãs têm um apego sentimental a ‘Lizzie McGuire’ e grandes expectativas para uma nova série”, disse um porta-voz da Disney ao site TVLine. “Depois de gravar dois episódios, concluímos que precisamos avançar em uma direção criativa diferente e estamos colocando uma nova abordagem na série”. Minsky também estava ligada ao revivel como produtora executiva, mas atualmente não está claro se ela continuará nesse papel. A busca por um novo showrunner está em andamento. Todo o elenco central estava confirmado na série – além de Hilary Duff no papel-título, Hallie Todd (Jo), Robert Carradine (Sam) e Jake Thomas (Matt) voltariam a viver os parentes da protagonista. Para quem não lembra, “Lizzy McGuire” fez muito sucesso ao mostrar as aventuras de uma garota adolescente em seu dia-a-dia, com um detalhe: seus pensamentos e emoções eram expressados por um alter-ego animado e cheio de sarcasmo. A continuação pretendia manter essa característica. Só que o alter-ego animado não cresceu. Ainda é uma jovem Lizzie, que faz comentários “sincerões” sobre as situações da protagonista adulta. A ideia original era mostrá-la morando em Nova York e lidando com questões da vida adulta. Uma coisa é certa: a personagem, que tinha 14 anos quando “Lizzy McGuire” foi lançada no Disney Channel em 2001, voltará às telas com mais de 30 anos de idade.

    Leia mais
  • Filme,  Série

    Parasita vai virar série americana

    10 de janeiro de 2020 /

    O suspense dramático sul-coreano “Parasita”, vencedor do Festival de Cannes e considerado o Melhor Filme de 2019 pela Pipoca Moderna, vai virar série. O diretor do longa, Bong Joon Ho, juntou-se ao cineasta americano Adam McKay (vencedor do Oscar de Melhor Roteiro por “A Grande Aposta”) no projeto, que foi oferecido ao mercado. A HB0 entrou firme nas negociações para produzir a obra, mas nada está fechado. McKay tem uma boa relação com o canal, para quem produz “Succession”, que venceu o recente Globo de Ouro 2020 de Melhor Série Dramática. Mas a Netflix também está interessada. “Parasita” também venceu o Globo de Ouro, na categoria de Melhor Filme Internacional. Não há maiores informações sobre como será a série. Não está claro se a ideia é fazer um remake do filme em inglês, como minissérie, ou contar uma história derivada da trama original. Curiosamente, “Parasita” será o segundo longa de Bong Joon Ho a virar série americana. Sua estreia em inglês, “Expresso do Amanhã” (2013), está ganhando uma adaptação do canal pago TNT, com estreia marcada para o começo deste ano.

    Leia mais
  • Etc,  Filme,  Série

    Buck Henry (1930 – 2020)

    10 de janeiro de 2020 /

    Morreu o ator, roteirista e diretor Buck Henry, duas vezes indicado ao Oscar, pelo roteiro de “A Primeira Noite de um Homem” (1967) e pela direção de “O Céu Pode Esperar” (1978). Ele também foi cocriador da série clássica “Agente 86” (1965-1970) e faleceu nesta quinta (9/1) aos 89 anos, em Los Angeles, após sofrer uma parada cardíaca no hospital Cedars-Sinai. Henry Zuckerman era filho de um general da Força Aérea dos EUA e da atriz Ruth Taylor, estrela do cinema mudo que protagonizou a primeira versão de “Os Homens Preferem as Loiras” (1928), no papel que 30 anos depois seria vivido por Marilyn Monroe. “Buck” era um apelido de infância, que ele adotou como nome artístico ao estrear como ator. O mais curioso é que Henry ficou famoso como ator antes mesmo de estrelar uma peça, um filme ou uma série, graças a uma pegadinha histórica. Entre 1959 e 1963, ele apareceu como G. Clifford Prout, presidente de uma organização conservadora, numa série de entrevistas em jornais, revistas e programas de TV, para defender a agenda da fictícia Sociedade contra a Indecência dos Animais Nus (SINA, na sigla em inglês). O objetivo era divulgar campanhas, petições e angariar fundos para vestir animais selvagens, que poderiam causar acidentes nas estradas com a distração de sua nudez, e animais domésticos, que traumatizavam crianças por exibir suas partes íntimas sem pudor. A SINA tentou até fechar o Zoológico de São Francisco por mostrar animais indecentes à menores, mas, após quatro anos de zoeira, a farsa foi descoberta. Muitos jornalistas ficaram irritados por terem caído na pegadinha. Mas isso lançou a carreira de Henry. Ele passou a integrar uma trupe de humoristas nova-iorquinos, chamada The Premise, fez stand-up e foi escrever programas de comédia, onde pudesse exercitar seu humor febril. Em 1964, ajudou a criar a série “That Was the Week That Was”, uma sátira de telejornais, em que também apareceu como ator, e roteirizou seu primeiro projeto de cinema, “O Trapalhão”, estrelado por vários integrantes da trupe The Premise. Logo depois disso, juntou-se a outro maluco beleza, Mel Brooks, para conceber uma comédia de espionagem para a televisão. Por incrível que pareça, a rede ABC não achou a premissa engraçada. Mas a NBC, que estava atrás de uma série para o humorista Don Adams, adorou o roteiro de Henry e Brooks, que resultou num dos maiores clássicos televisivos dos anos 1960. Com Adams no papel-título, “Agente 86” durou cinco temporadas, entre 1965 e 1970, continuou em telefilmes até 1995 e ainda rendeu um remake cinematográfico em 2008. Henry ganhou um Emmy de Melhor Roteiro pelo episódio de duas partes “Ship of Spies”, da 1ª temporada. Mas depois de criar o célebre Cone de Silêncio, preferiu seguir carreira no cinema. O diretor Mike Nichols estava descontente com o roteiro de seu segundo longa, que adaptava o livro de Charles Webb sobre um universitário recém-formado, envolvido com a esposa do parceiro de negócios de seu pai. Num impulso, resolveu apostar no roteirista televisivo em ascensão. O resultado foi outro clássico: “A Primeira Noite de Um Homem” (1967), que rendeu a Henry sua primeira indicação ao Oscar – de Melhor Roteiro Adaptado. Henry ainda criou um papel para se divertir no filme, como o gerente do hotel que sugere ter flagrado a atividade sexual do graduado (Dustin Hoffman) e da Mrs. Robinson (Anne Bancroft). Nichols manteve a parceria com o roteirista em seus longas seguintes, “Ardil 22” (1970) e “O Dia do Golfinho” (1973), e nesse meio-tempo Henry ainda assinou o cult psicodélico “Candy” (1968) e as comédias de sucesso “O Corujão e a Gatinha” (1970) e “Essa Pequena é uma Parada” (1972), ambas estreladas por Barbra Streisand. Paralelamente, alimentou sua carreira de ator com pequenos papéis nos filmes que escrevia e também em produções como “O Homem que Caiu na Terra” (1976), com David Bowie, e “Glória” (1980), um dos maiores clássicos de John Cassavetes, além de virar quase um integrante fixo do humorístico “Saturday Night Live”. A experiência atrás e à frente das câmeras o impulsionou a estrear como diretor. Em seu primeiro trabalho na função, dividiu o comando de “O Céu Pode Esperar” (1978) com o astro Warren Beatty. Remake de “Que Espere o Céu” (1941), o filme trazia Beatty como um jogador de futebol americano que voltava a vida no corpo de um milionário, e recebeu nada menos que nove indicações ao Oscar, inclusive Melhor Filme e Direção. Entusiasmado, Henry resolveu dirigir sozinho seu filme seguinte, que ele também escreveu. Mas “Primeira Família” (1980) foi um fracasso clamoroso de público e crítica. Ele nunca mais dirigiu outro filme. E assinou apenas mais quatro roteiros de cinema, todos comédias: a clássica “Trapalhadas na Casa Branca” (1984), com Goldie Hawn, a cultuada “Um Sonho sem Limites” (1995), que transformou Nicole Kidman numa atriz de prestígio, o fracasso “Ricos, Bonitos e Infiéis” (2001), num reencontro com Warren Beatty, e “O Último Ato” (2014), que juntou Al Pacino e Greta Gerwig sem muita repercussão. Nos últimos anos, Henry vinha se dedicando mais à atuação, fazendo pequenas participações em filmes repletos de celebridades. Ele chegou a encarnar o “difícil” papel de si mesmo em “O Jogador” (1992), de Robert Altman, em que tenta convencer o executivo de cinema vivido por Tim Robbins a produzir “A Primeira Noite de um Homem – Parte II”. Mas os demais trabalhos foram todos fiascos de bilheteria, como “À Beira da Loucura” (1999), “Gente Famosa” (2000) e “Luzes, Câmera, Ação” (2004). Acabou chamando mais atenção na TV, com papéis recorrentes nas séries “30 Rock”, na qual viveu o pai de Tina Fey (entre 2007 e 2010), e “Hot in Cleveland”, como noivo de Betty White (em 2011). Sua última aparição televisiva foi como juiz em dois episódios de “Franklin & Bash”, exibidos em 2013.

    Leia mais
  • Etc,  Filme,  Série

    Edd Byrnes (1933 – 2020)

    9 de janeiro de 2020 /

    O ator Edd Byrnes, mais conhecido pela série clássica “77 Sunset Strip”, morreu nesta quinta (9/1) de causas naturais aos 87 anos. Byrnes chegou em Hollywood em 1955, logo após a morte de James Dean, e conseguiu várias papéis pequenos de “rebelde”, entre eles no clássico de reformatório juvenil “Reform School Girl” (1957). Logo conseguiu se destacar como um assassino que penteava compulsivamente seus cabelos em “Uma Vida em Perigo” (1958). Seu destino era trágico naquele filme, que acabou servindo de ponto de partida para a série “77 Sunset Strip” (1958-1964), mas os produtores gostaram do ator e decidiram mantê-lo – e seu pente – na atração que estavam desenvolvendo, só que em outro papel: Gerald Lloyd Kookson III, o Kookie. O novo personagem era um atendente de estacionamento do clube localizado ao lado da agência dos detetives Stuart Bailey (Efrem Zimbalist Jr.) e Jeff Spencer (Roger Smith), na Sunset Strip de Los Angeles. E quando não estava manobrando conversíveis, costumava aparecer estalando os dedos e penteando o topete rockabilly, numa tentativa de imitar Elvis Presley. De personalidade folgada, mas legal, Kookie foi o protótipo de Fonzie, que surgiria duas décadas depois em “Happy Days”. E virou um fenômeno de popularidade, com muitas fãs adolescentes – ele bateu o recorde de número de cartas recebidas nos estúdios da Warner – e inspirou até uma música, “Kookie, Kookie, Lend Me Your Comb”, que virou disco de ouro em 1959, em gravação de Connie Stevens. Uma vez, Byrnes contou ter aparecido em 26 capas de revistas diferentes… na mesma semana. Mas, infelizmente, não pôde aproveitar essa popularidade. Seu contrato o proibia de assumir papéis de protagonista no cinema. Assim, decidiu abandonar a série. Mas a carreira não decolou como ele imaginava – seu melhor papel foi como coadjuvante de Clint Walker no western “A Lei do Mais Valente” (1959) – , mergulhando no alcoolismo. Assim, acabou negociando um retorno à série, num papel mais destacado, agora como sócio da agência de detetives – e trajando paletó e gravata. Ao final da série, ele filmou um thriller de espionagem com Roger Corman (“A Invasão Secreta”, 1964) e protagonizou “Farra Musical” (Beach Ball, 1965), seu papel mais importante no cinema, dentro do ciclo dos chamados “beach movies”. Neste filme, Byrnes vivia um roqueiro que tenta juntar dinheiro para comprar sua guitarra e acaba entrando em contato com muitos artistas de verdade, via participações especiais das Supremes, The Righteous Brothers, The Four Seasons, The Hondells e até “o sensacional novo grupo” Walker Brothers. Só a trilha sonora já garante a fama de cult da produção. Depois disso, mudou-se para a Europa, onde estrelou vários spaghetti westerns. Sua trajetória, inclusive, inspirou parte da história de “Era uma Vez em Hollywood”. Ele voltou aos EUA nos anos 1970, mas jamais repetiu seu sucesso, reduzindo seu trabalho a diversas aparições em séries – de “As Panteras” a “Ilha da Fantasia”. Mesmo assim, ainda teve um último papel famoso no cinema, embora pequeno, como Vince Fontaine no musical “Grease: No Tempo da Brilhantina” (1978). O personagem era o apresentador (inspirado em Dick Clark) de um concurso televisivo de danças na escola Rydel High. Relembre abaixo. Byrnes continuou aparecendo em séries até os anos 1990 e seu último trabalho foi uma volta ao rock’n’roll, no bem-avaliado telefilme “Shake, Rattle and Roll: An American Love Story” (1999), sobre uma banda fictícia na era de ouro do rock.

    Leia mais
  • Série

    Diretor do novo 007 vai transformar O Último dos Moicanos em série

    8 de janeiro de 2020 /

    O cineasta Cary Joji Fukunaga, que está a frente do vindouro “007 – Sem Tempo para Morrer”, já definiu seu próximo projeto. Ele vai adaptar “O Último dos Moicanos”, obra clássica de James Fenimore Cooper, passada durante as guerras indígenas do século 18 na América do Norte, numa série para a plataforma HBO Max. “O Último dos Moicanos” tem sido filmado desde o cinema mundo. A versão mais recente de cinema foi lançada em 1992, dirigida por Michael Mann e estrelada por Daniel Day-Lewis. A trama acompanha a história de duas irmãs, Cora e Alice Munro, filhas de um comandante inglês, que viajam por território selvagem para se juntar ao pai. Nessa perigosa jornada, ambas são acompanhadas pelo mestiço Hawkeye e os seus companheiros, Chingachgook e Uncas, os últimos sobreviventes da tribo dos moicanos. A história destaca um romance improvável entre Cora e um de seus companheiros de viagem, mas tem fim trágico, após suas vidas serem ameaçadas por Mangua, um índio huron traidor, que captura as irmãs, querendo se vingar dos homens brancos que o viciaram em whisky e o fizeram cair em desgraça. Por coincidência, Wes Studi, intérprete de Mangua, é um dos homenageados do Oscar 2020 pelas realizações de sua carreira. Ele será o primeiro ator indígena a receber esse reconhecimento. Fukunaga escreveu o roteiro da nova adaptação em parceria com Nicholas Osborne (produtor de “Lembranças”), mas não vai dirigir a série. O piloto será comandado por Nicole Kassell, experiente no universo das séries – assinou episódios de “The Killing”, “Better Call Saul”, “The Americans”, “The Leftovers” e “Watchmen”. Ainda não há previsão para a estreia da atração. Já a HBO Max será lançada em maio nos EUA.

    Leia mais
  • Série

    Willow: Roteirista anuncia começo de trabalho na série derivada do filme dos anos 1980

    8 de janeiro de 2020 /

    O roteirista Jonathan Kasdan revelou no Twitter que já começou a trabalhar na série de “Willow”, produção da plataforma do Disney+ (Disney Plus) que adapta a clássica Sessão da Tarde “Willow: Na Terra da Magia” (1988), do diretor Ron Howard. “O escritório está aberto”, escreveu Kasdan, compartilhando a foto de um chapéu estampado com a imagem do personagem-título. Para quem não lembra, o filme original era centrada no anão Willow Ufgood (Warwick Davis), que relutantemente é forçado a proteger um bebê caçado pela Rainha Bavmorda (Jean Marsh). Uma profecia dizia que a criança traria a queda da rainha do mal. E para cumprir sua missão, Willow acaba sendo ajudado por um espadachim mercenário (Val Kilmer), que cruza seu caminho. O projeto é da Lucasfilm, para quem Howard dirigiu recentemente “Han Solo: Uma História Star Wars”. Vale lembrar que “Willow” foi escrito por ninguém menos que George Lucas. Durante uma participação no podcast “Happy Sad Confused”, da MTV, Howard disse que é produtor da série e que seus planos incluíam trazer de volta o ator Warwick Davis, intérprete original de Willow, para reprisar o seu papel. A ideia seria mostrar um Willow maduro, já que ele era muito jovem na trama original. “Warwick é tão legal e ele é tão bom ator que eu realmente espero que tenhamos a chance de ver o Willow maduro em ação”, disse Howard. O projeto será sua segunda parceria com o roteirista Jonathan Kasdan, que escreveu, justamente, “Han Solo: Uma História Star Wars” junto de seu pai, o célebre Lawrence Kasdan (roteirista de “O Império Contra-Ataca”, “O Retorno de Jedi” e “Os Caçadores da Arca Perdida”). Ainda não existe uma previsão de estreia para a série. The office is open. pic.twitter.com/wty5ENi3He — Jon Kasdan (@JonKasdan) January 6, 2020

    Leia mais
  • Série

    12ª temporada de Doctor Who estreia no Brasil ainda neste mês

    8 de janeiro de 2020 /

    A Globoplay anunciou que a 12ª temporada de “Doctor Who”, vai estrear na plataforma no dia 31 de janeiro, um mês após seu lançamento no Reino Unido e nos EUA. O serviço de streaming da Globo informa ainda que a disponibilização dos episódios será realizada de maneira tradicional, com a liberação de um capítulo novo por semana. Produzida pela rede BBC, a atual fase de “Doctor Who” estreou em 1º de janeiro no exterior. A 12ª temporada do revival (iniciado em 2005) também é a segunda a trazer Jodie Whittaker no papel principal.

    Leia mais
  • Série

    Ozark ganha teaser e data de estreia da 3ª temporada

    8 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou o teaser da 3ª temporada de “Ozark”, thriller criminal premiado no Emmy 2019 com os troféus de Melhor Atriz Coadjuvante e Direção. O vídeo não mostra cenas da trama, mas alude ao clima de riscos da próxima temporada, mostrando um croupier numa mesa de cassino, além de revelar a data de estreia em 27 de março. Criada por Bill Dubuque (roteirista de “O Contador”) e Mark Williams (diretor de “Um Homem de Família”), “Ozark” acompanha a família formada pelo contador Marty (Jason Bateman), sua mulher (Laura Linney) e seus filhos, que se mudam para uma região remota dos Estados Unidos após ele se envolver com um cartel do narcotráfico mexicano. O elenco também inclui Skylar Gaertner e Sofia Hublitz como os filhos do casal, além de Julia Garner, a vencedora do Emmy, como uma criminosa local que se associa a Marty. Além de estrelar, Bateman também é produtor e dirige vários episódios. Foi pelo trabalho no episódio de estreia da 2ª temporada, que ele levou o Emmy de Melhor Direção.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie