Euphoria: Fotos de bastidores revelam começo da produção da 2ª temporada
O Twitter oficial da série “Euphoria” revelou que a produção da 2ª temporada já começou. Fotos divulgadas pelo perfil mostram o elenco reunido para a leitura coletiva dos roteiros. Nas imagens, Zendaya aparece rindo enquanto lê seus novos diálogos, sentada ao lado de Angus Cloud. “Lá vamos nós!”, diz a legenda de um dos posts, celebrando o começo dos trabalhos da nova temporada. Criada pelo cineasta Sam Levinson (de “Assassination Nation”), “Euphoria” acompanha jovens problemáticos dos dias de hoje, como Rue (Zendaya), que luta contra o vício em drogas, Kat (Barbie Ferreira), que encontra aceitação com fetichistas, e Jules (Hunter Schaeffer), uma garota transgênero que vive um encontro traumático. Com cenas de nudez frontal, overdose de drogas, sexo homossexual e diversas situações fortes, a produção chegou a receber pressão de grupos conservadores para ser cancelada. Mas a controvérsia provou-se ótima, pois cada novo episódio registrou maior quantidade de telespectadores ao vivo nos Estados Unidos. A série também é exibida pela HBO no Brasil. here we go !!!!!!!!!!!!!! pic.twitter.com/Qyf0fzEAdk — euphoria (@euphoriaHBO) March 11, 2020 season freaking two pic.twitter.com/SSN39F5RFI — euphoria (@euphoriaHBO) March 11, 2020
Jon Bernthal será o novo Gigolô Americano em série baseada no filme de 1980
O ator Jon Bernthal vai trocar o colete de caveira à prova de balas pelo abdômen definido de um garoto de programa. O intérprete do Justiceiro, na série da Marvel/Netflix, fechou contrato para estrelar o piloto de “American Gigolo”, projeto de série baseado no cultuado filme “Gigolô Americano” (1980), de Paul Schrader. O projeto vai acompanhar o mesmo personagem, Julian Kaye, vivido pelo galã Richard Gere há 40 anos, mas mudar a premissa. Desta vez, ao invés de ser suspeito de um assassinato que não cometeu, ele será um ex-presidiário que passou 18 anos na cadeia pelo “crime”. Ao sair da prisão, Julian procura desvendar a conspiração que o colocou lá, ao mesmo tempo em que tentará retomar seu lugar na indústria do sexo, que mudou muito nos últimos anos, e reencontrar uma antiga paixão, a ex-cliente Michelle. A adaptação do filme foi desenvolvida pelo roteirista-produtor David Hollander, criador de “The Guardian” e um dos principais escritores de “Ray Donovan”, que já lidou com a indústria do sexo no longa “Censura Máxima” (2000). A gravação do piloto foi encomendada pelo canal pago americano Showtime para o megaprodutor Jerry Bruckheimer, responsável pelo lançamento cinematográfico de 1980, mas não contará com participação do cineasta Paul Schrader, que além de dirigir também escreveu o filme original. A encomenda segue a nova orientação da ViacomCBS para que suas empresas explorem o catálogo do conglomerado para a criação de novos conteúdos. O filme “Gigolô Americano” foi uma produção da Paramount, que faz parte da ViacomCBS. Entretanto, o episódio-teste precisará agradar os executivos da TV para a série ser oficializada. Além de catapultar Richard Gere ao estrelato, “Gigolô Americano” também é lembrado por sua música-tema, “Call Me”, um dos maiores sucessos da banda Blondie. Relembre abaixo o trailer oficial do filme e o clipe da música famosa.
Station 19 é renovada para 4ª temporada
A rede americana ABC anunciou a inevitável renovação de “Station 19”, série de bombeiros derivada de “Grey’s Anatomy”. A renovação para a 4ª temporada foi anunciada na reta final do terceiro ano de produção e no momento em que a série alcança seus melhores índices de audiência. O episódio mais recente, exibido na quinta passada (5/3), foi visto por mais de 6 milhões de telespectadores ao vivo nos EUA. Com gravações digitais e streaming, a audiência chega a pular para 13,5 milhões. Os episódios acompanham o trabalho dos bombeiros na cidade de Seattle, cuja estação – além de dar nome à série – fica a três quadras do hospital Grey Sloan Memorial, cenário de “Grey’s Anatomy”. Para completar, um dos atores da série médica se mudou para a nova atração: o Dr. Ben Warren, interpretado por Jason George. O resto do elenco inclui Jaina Lee Ortiz (série “Rosewood”), Miguel Sandoval (“Medium”), Gray Damon (“Aquarius”), Jay Hayden (“The Catch”), Okieriete Onaodowan (da peça “Hamilton”), Danielle Savre (“Too Close To Home”), Barrett Doss (“Punho de Ferro”), Alberto Frezza (“Dead of Summer”) e Boris Kodjoe (“The Last Man on Earth”). Em comunicado, a presidente da rede, Karey Burke, agradeceu pelo trabalho da showrunner Krista Vernoff, que assumiu o comando de “Station 19” na atual temporada, mudando o tom da série e dando novos rumos a alguns personagens. “Krista é uma contadora de histórias afiada e soberba. Estamos muito gratos pelo que ela fez em ‘Station 19’, assim como pelo seu elenco e equipe talentosos. Esta série viciante e rica está cada vez melhor, e mal podemos esperar para entregar mais histórias para o público”, disse a executiva. Além de “Station 19”, Vernoff também é showrunner de “Grey’s Anatomy”, a atração mais duradoura do canal, que já se encontra renovada para sua 17ª temporada, e está por trás do piloto de “Rebel”, um drama jurídico ao estilo do filme “Erin Brockovich”, que disputa espaço na programação da ABC para o próximo outono norte-americano. Tanto “Station 19” quanto “Grey’s Anatomy” são exibidas no Brasil pelo canal pago Sony.
The Undoing: Nicole Kidman é suspeita de assassinato em trailer de minissérie da HBO
A HBO divulgou um novo trailer legendado da minissérie de suspense “The Undoing”, que volta a reunir a atriz Nicole Kidman e o roteirista-produtor David E. Kelley, após o sucesso de “Big Little Lies”. A prévia mostra Kidman surpreendida por uma investigação criminal em que é a principal suspeita. Com seis episódios, a atração é baseada no livro “You Should Have Known” (2014), de Jean Hanff Korelitz, e gira em torno da personagem de Kidman, Grace Sachs, uma terapeuta de sucesso que está às vésperas de publicar seu primeiro livro. Sua vida perfeita ainda inclui um marido dedicado e um filho que frequenta uma escola particular de elite em Nova York. Entretanto, essa aparente felicidade é abalada por um acontecimento inesperado, que põe em cheque tudo aquilo em que ela acreditava. A atração marca a estreia do ator inglês Hugh Grant em sua primeira minissérie americana, como o marido de Kidman. O elenco também destaca Edgar Ramirez (“A Garota no Trem”), Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”), Noah Jupe (“Um Lugar Silencioso”), Lily Rabe (“American Horror Story”) e Michael Devine (“Limitless”). A série tem previsão de estreia para 10 de maio.
The Third Day: Jude Law vai parar em ilha sinistra no trailer de série de terror
A HBO divulgou o primeiro trailer de “The Third Day”, minissérie de terror estrelada por Jude Law. A minissérie se passa em uma ilha misteriosa na costa da Grã Bretanha e acompanha Sam (Law), que ao chegar no local descobre o mundo nada comum de seus habitantes. Isolada do Reino Unido, a ilha tem rituais pouco convencionais, e essa experiência faz o protagonista reviver um trauma do passado, colocando-o em conflito com os moradores. Fãs de filmes terror devem perceber que certos detalhes da premissa remetem ao clássico “O Homem de Palha” (1973). “The Third Day” tem, ao todo, seis episódios escritos por Dennis Kelly (criador da série “Utopia”) e dirigidos pelo cineasta Marc Munden (“A Lenda do Tesouro Perdido”). A atração mantém Jude Law na HBO, após o ator britânico estrelar “The Young Pope” e “The New Pope”. Por coincidência, tanto as minisséries papais quanto a nova trama de terror são coproduções do canal americano com o europeu Sky. Além de Law, o elenco de “The Third Day” ainda inclui Naomie Harris (“Moonlight”), Emily Watson (“Chernobyl”), Katherine Waterston (“Animais Fantásticos”) e Freya Allan (“The Witcher”). A estreia está marcada para 11 de maio.
Cancelamento Cultural: Globo desiste de série sobre crime do goleiro Bruno
A patrulha politicamente correta comemora seu primeiro cancelamento cultural importante no Brasil. A Globo desistiu de produzir uma série sobre o crime do goleiro Bruno, condenado por assassinar Eliza Samúdio, modelo com quem teve um filho, após pressão da escritora de novelas Gloria Perez e da mãe da vítima. A produção estava em fase embrionária, mas deveria ser protagonizada por Vanessa Giácomo (“Divã a 2”), dirigida por Amora Mautner (“Assédio”) e escrita por Lucas Paraizo (“Sob Pressão”). Para este projeto, a emissora chegou a adquirir os direitos do livro “Indefensável – O Goleiro Bruno e a História de Morte de Eliza Samúdio”, lançado em 2014. Após descobrir o projeto da Globo, Gloria Perez usou seu perfil no Twitter para reclamar. “Oi? Só pode ser piada! E de mau gosto!”, ela postou em resposta a uma reportagem sobre a produção. A repercussão negativa ganhou força após a divulgação de que a primeira cena da produção teria cachorros da raça rottweiler devorando o corpo de Eliza, simulando parte do crime. Vale lembrar que Perez também é mãe de uma vítima de feminicídio e reage com extrema sensibilidade ao tema. Mas muitos também esquecem que uma das séries mais premiadas dos últimos tempos abordou uma história real com muitos paralelos em relação ao caso de Bruno. Lançada em 2016, “The People v. OJ Simpson: American Crime Story” contou a história de um atleta famoso dos EUA que teria matado a ex-mulher e, pior do que aconteceu no Brasil, se safado na justiça americana. O canal pago FX jamais cogitou cancelar a produção. O resultado foram 13 prêmios Emmy (o Oscar da televisão), inclusive como Melhor Série Limitada. Mais que isso: lançou outra temporada de “American Crime Story” em 2018, focada em novo assassinato famoso: o do estilista Gianni Versace, enfrentando a ira da poderosa família italiana. “The Assassination of Gianni Versace” voltou a vencer 13 troféus no Emmy, entre eles, novamente, o de Melhor Série Limitada. Nenhuma das duas temporadas glorificou os crimes ou os assassinos. Ao contrário, ajudou a denunciar o machismo, a impunidade gerada pela fama e pelo dinheiro e até a má vontade da polícia em investigar certos casos que, como diria o governo Bolsonaro, são de minorias. Tudo indica que a série sobre o assassinato de Eliza Samúdio faria parte de uma iniciativa da Globoplay para dramatizar crimes brasileiros famosos, que será inaugurado por uma minissérie centrada no assassinato da vereadora Marielle Franco – contra a qual não há registro de protesto da turba politicamente e seletivamente correta. É um filão que sempre fez sucesso na imprensa nacional, mas ainda permanece pouco explorado no audiovisual. “O Assalto ao Trem Pagador” (1962), “O Bandido da Luz Vermelha” (1968), “Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia” (1977), “O Caso Cláudia” (1979), que inclusive retrata um feminicídio, o recente “O Sequestro do Ônibus 174” (2002) e a própria série “Assédio” (2018), da Globo, são exemplos de produções brasileiras do gênero “true crime”, que na próxima semana receberá mais dois exemplares, “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”, sobre o caso de Suzane von Richthofen. Mas talvez o mais importante de todos esses filmes venha a ser o vindouro “Ângela”, de Hugo Prata (“Elis”), que pretende contar a história do assassinato da socialite Ângela Diniz, a “Pantera de Minas”, pelo “playboy” Doca Street em 1976, a história mais famosa de feminicídio do país, que ao usar a tese da “defesa da honra” em seu julgamento deu origem ao movimento “quem ama não mata” e à primeira grande mobilização de mulheres contra a violência doméstica no Brasil. Os politicamente corretos serão contra esse conteúdo?
Falcão e o Soldado Invernal tem gravações paralisadas devido ao coronavírus
A Disney paralisou as gravações da série “Falcão e o Soldado Invernal” em Praga, por conta da epidemia de coronavírus. O projeto estava sendo filmando em Atlanta (EUA), onde a Marvel Studios filmou a maioria de seus filmes, mas a Disney transferiu a produção para a capital da República Tcheca na semana passada. Nesta terça (10/3), todo o elenco e a equipe foram instruídos a voltar para Atlanta. A decisão de paralisar as gravações foi tomada depois que o Ministério da Saúde tcheco fechou escolas e impôs outras restrições a eventos e viagens. Também hoje, o Festival Internacional de Cinema de Praga foi cancelado. O estúdio não informou se a série continuará a ser gravada em nova locação, nem se a previsão de estreia para agosto de 2020, na plataforma Disney+ (Disney Plus), será mantida. “Falcão e o Soldado Invernal” aborda o legado do Capitão América e continua a história do filme “Vingadores: Ultimato”, mostrando o que aconteceu após Sam Wilson, o Falcão, receber o escudo de Steve Rogers. Além do Falcão (Anthony Mackie), Buck Barnes (Sebastian Stan), o Soldado Invernal, era outro forte candidato para a vaga de sucessor do Capitão. Mas a série vai introduzir ainda um terceiro postulante, John Walker, o Agente Americano – vivido por Wyatt Russell (“Operação Overlord”), filho dos atores Kurt Russell e Goldie Hawn. A história está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e, além dos heróis citados, também traz Emily Van Camp de volta ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América, e Daniel Brühl, que retoma a identidade de Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”.
Resgatada do cancelamento, One Day at a Time ironiza a Netflix
O Pop TV antecipou a primeira cena da 4ª temporada de “One Day at a Time”, série que o canal pago americano “salvou” do cancelamento, após ser dispensada pela Netflix. O vídeo mostra logo nos primeiros segundos uma alfinetada na plataforma de streaming, ironizando sua programação após o cancelamento. “E aí, já decidimos o que vamos assistir?”, pergunta a personagem Penelope (Justina Machado) ao entrar na sala onde sua família a espera. “Não. Não tem nada mais de bom na Netflix”, responde o filho Alex (Marcel Ruiz). A piada, entretanto, também vale para a própria Pop TV, que na semana passada cancelou três de suas cinco séries originais – e a quarta acaba em 7 de abril. Antes de terminar, a prévia de um minuto ainda introduz a participação especial de Ray Romano (“Everybody Loves Raymond”), na pele de um pesquisador de censo demográfico. Ao contrário do que acontecia na Netflix, a nova temporada de “One Day at a Time” terá seus episódios disponibilizados semanalmente na TV americana. A estreia está marcada para 24 de março e não há expectativa de transmissão no Brasil. Allow us to reintroduce: The Alvarezs. 😂 Here's your first look at the season premiere of #ODAAT, returning March 24th on @PopTV! pic.twitter.com/LSquYoZOWQ — One Day at a Time (@OneDayAtATime) March 10, 2020
Vin Diesel diz que O Último Caçador de Bruxas vai ganhar continuação
Segundo o ator Vin Diesel, a Lionsgate está desenvolvendo uma sequência para “O Último Caçador de Bruxas”. O filme não fez sucesso de bilheterias – custou cerca de US$ 90 milhões e arrecadou apenas US$ 147 milhões mundiais. Mesmo assim, em entrevista ao site Collider o ator afirmou que a produção tem fãs e que um roteiro para uma continuação está sendo desenvolvido. “O fascinante é como os filmes dão um jeito de te encontrar. Talvez seja por eu fazer parte dos Vingadores [como Groot], da Disney, e de Velozes [& Furiosos], e eu tive tantas experiências incríveis, que quando as pessoas me dizem que amam ‘Caçador de Bruxas’, e que elas querem ver eu e Michael Caine em mais um, eu fico ‘Uau’!”. Questionado se voltaria ao personagem, Vin Diesel disse que esteve recentemente em uma reunião com a Lionsgate e que eles tem um roteirista envolvido, já trabalhando ativamente na produção da sequência. Lançado em 2015, “O Último Caçador de Bruxas” trazia Diesel como um guerreiro medieval amaldiçoado com a imortalidade. Ele vaga pelas ruas de uma Nova York atual e se vê obrigado a juntar forças com uma de suas inimigas naturais, uma bruxa interpretada por Rose Leslie (a Ygritte de “Game of Thrones”), para enfrentar uma rainha bruxa maléfica, que planeja soltar uma praga em toda a humanidade. Elijah Wood e Michael Caine também integraram o elenco.
Estreia de Orange Is the New Black levanta audiência da Band
A rede Band registrou aumento de 27% de sua audiência com a estreia da série “Orange Is the New Black”, produção premiada da Netflix, na noite de sábado passado (7/3). A emissora exibiu os dois primeiros episódios da série de forma consecutiva, das 23h às 0h40, e marcou 3,2 pontos no Ibope, tirando público dos canais rivais, principalmente da rede Record (que caiu 10% no horário). A atração que mais sofreu com a estreia foi “Chicago Fire”. Normalmente líder de audiência, a série de bombeiros americanos registrou 3,8 pontos, numa queda de 12% em comparação ao sábado anterior, quando teve média de 4,3. “Orange Is the New Black” é a primeira série da Netflix a ter uma temporada completa exibida numa rede de TV do Brasil. E com um detalhe: com a estreia na Band, pulou a janela de exibição na TV paga para chegar diretamente na TV aberta. Criada por Jenji Kohan (série “Weeds”) e baseada no livro de memórias de Piper Kerman, “Orange Is The New Black” mostra o dia a dia de detentas do sistema prisional norte-americano. A série foi lançada em 2013 e acompanhava a jornada de Piper Chapman (Taylor Schilling), como a novata que precisa aprender a se situar num presídio, após ser condenada por narcotráfico. Ela aprende sobre divisões raciais, relacionamentos afetivos e problemas de convivência entre prisioneiras e carcereiros, até ter a liberdade antecipada por bom comportamento. A história da garota loira da classe média, que se vê num mundo desconhecido e ameaçador, não demorou a ampliar sua perspectiva para destacar as demais presidiárias latinas e negras da trama, numa narrativa plural que rendeu quatro prêmios Emmy, além de cinco troféus do SAG (Sindicado dos Atores dos EUA) para seu elenco. A série teve 91 episódios divididos em sete temporadas e encerrou sua história em 2019. Os últimos episódios foram exibidos em julho passado na plataforma de streaming. Por enquanto, apenas a 1ª temporada de “Orange Is the New Black” tem exibição confirmada na Band.
Perdidos no Espaço é renovada e cancelada pela Netflix
A Netflix anunciou a renovação de “Perdidos no Espaço” (Lost in the Space) para sua 3ª temporada. E também seu cancelamento. A próxima será a última temporada. A notícia foi dada com muita cara de pau nas redes sociais. “Eu amo dar boas notícias de galáxias distantes”, disse um post da plataforma sobre o final da série. Uma das melhores atrações da Netflix, “Perdidos no Espaço” deu um salto gigante de qualidade em sua 2ª temporada, lançada em 24 de dezembro, graças a efeitos visuais de dar inveja a blockbusters cinematográficos, elenco inspirado e muita ação, em ritmo intenso de aventura. Infelizmente, a Netflix não tem demonstrado interesse em prolongar muito as histórias de suas produções, em contraste com as atrações que importa da TV, que, ao serem exibidas em streaming, lideram sua audiência – como “Friends”, de 10 temporadas, ou “The Office”, de 9. A série renovada e cancelada é uma releitura moderna da produção homônima, lançada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”). Mas mesmo esta também era uma versão moderna de outro clássico, “A Família Robinson”, história de uma família que naufragava numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na trama televisiva, a ilha é substituída por outro planeta. Por coincidência, a série original também durou três temporadas. A diferença é que, como o cancelamento foi anunciado com antecedência, a nova versão deve dar um final para a viagem da família Robinson, algo que a produção dos anos 1960 nunca ofereceu aos fãs. O novo “Perdidos no Espaço” se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi desenvolvido por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), em parceria com Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”. A data de estreia dos últimos episódios ainda não foi marcada. Eu amo dar boas notícias de galáxias distantes: Perdidos no Espaço foi renovada pra sua terceira e última temporada. pic.twitter.com/WOpn76n3HP — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) March 9, 2020
Astro de Timeless viverá Drácula em novo projeto de série
O ator croata Goran Visnjic, que estrelou a série “Plantão Médico” (E.R.) e recentemente foi o anti-herói de “Timeless”, viverá o vampiro Drácula no piloto da série “The Brides”, em desenvolvimento na rede ABC. Como indica o título, o projeto é mais focado nas três noivas de Drácula e é apresentado como uma “reinvenção contemporânea e sexy” das personagens icônicas com “fortes elementos de horror”. Para quem não sabe, as “noivas” foram criadas por Bram Stoker em seu clássico gótico “Drácula”. Eram originalmente três vampiras que viviam com Drácula em seu castelo na Transilvânia, onde usavam seu charme para seduzir e enfeitiçar os homens, antes de sugá-los, até serem exterminadas por Van Helsing. Além de aparecerem em inúmeros filmes sobre a origem de “Drácula”, elas também já tiveram um filme próprio em 1960, um clássico da Hammer lançado no Brasil como “As Noivas do Vampiro”. O piloto foi encomendado em janeiro passado, mas o projeto na verdade é antigo. A premissa chegou a ser apresentada para a rede americana NBC em 2015, que na época não se interessou. Mas, desde então, o criador da série, Roberto Aguirre-Sacasa, se tornou um dos produtores-roteiristas mais bem-sucedidos da WBTV (Warner Bros. Television), autor de “Riverdale”, “O Mundo Sombrio de Sabrina” e “Katy Keene”. A premissa do projeto é que as três noivas de Drácula não só sobreviveram ao ataque de Van Helsing como vivem na Nova York dos dias atuais. A trama irá mostrar “o que elas fazem para manter a riqueza, o prestígio e o legado de sua família não-tradicional”. Gina Torres (“Suits”) e Katherine Reis (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) já foram escaladas como duas das noivas, Cleo e Lily, a mais velha e a mais nova, respectivamente. O papel da noiva do meio, Renée, ainda não foi preenchido. O elenco também conta com Chris Mason (“Pretty Little Liars: The Perfectionists”), no papel de um magnata que confronta Cleo, e Sophia Tatum (“I Am Not Ok with This”) como uma modelo que cruza o caminho de Renée.
Angelina Jolie revela que duas filhas passaram por cirurgias recentes
Angelina Jolie revelou que duas de suas filhas com Brad Pitt foram submetidas a procedimentos cirúrgicos recentes, sem revelar detalhes específicos. Em um artigo escrito para a revista Time, ele escreveu: “Passei os últimos dois meses entrando e saindo de cirurgias com minha filha mais velha e, dias atrás, vi sua irmã mais nova sendo operada.” Ela acrescentou: “Elas sabem que estou escrevendo isso, porque eu respeito a privacidade delas e discutimos juntas, e elas me incentivaram a escrever. Elas entendem que passar por desafios médicos e lutar para sobreviver e se curar é algo do que se orgulhar.” Angelina contou que Zahara, de 15 anos, e Shiloh, de 13 anos, se apoiaram em meio a seus problemas de saúde, e também receberam apoio da irmã mais nova, Vivienne, de 11. “Vi minhas filhas cuidarem umas das outras. Minha filha mais nova estudou com a irmã e depois ajudou com a outra”, explicou ela. “Vi como todas as minhas garotas pararam tudo tão facilmente e se colocaram em primeiro lugar, e senti a alegria de prestar serviço àquelas que amam.” “Eu também assisti ao rosto delas com uma coragem resoluta. Todos nós sabemos daquele momento em que ninguém mais pode nos ajudar, e tudo o que podemos fazer é fechar os olhos e respirar. Quando apenas podemos dar o próximo passo ou respirar através da dor, então nos firmamos e fazemos isso”, acrescentou. A atriz revelou que a condição das meninas era séria e que elas “lutaram por suas vidas”. O texto foi escrito no hospital, onde as meninas ainda estão internadas, e não faz nenhuma menção a Brad Pitt. Mas uma fonte confirmou ao site Page Six, do jornal New York Post, que ele não foi a Londres receber seu prêmio de Melhor Ator na premiação da BAFTA (Academia Britânica de Artes do Cinema e da TV) para ficar ao lado de uma das filhas, após cirurgia. Angelina Jolie e Brad Pitt se separaram em 2016 e atualmente brigam na justiça pela custódia dos filhos.












