Phyllis Somerville (1943 – 2020)
A atriz Phyllis Somerville, conhecida pelos filmes “Pecados Íntimos” e “As Rainhas da Torcida”, morreu na quinta (16/7) de causas naturais em sua casa, na cidade de Nova York, aos 76 anos. Ainda criança, Somerville teve uma pequena aparição na série “Guiding Light”, em 1952, mas seguiu carreira no teatro e só foi reaparecer nas telas três décadas depois, como figurante na comédia de sucesso “Arthur, o Milionário Sedutor”, lançada em 1981. Ela esperou mais uma década antes de decidir se focar no audiovisual, atuando em episódios de várias séries a partir dos anos 1990, como “Nova York Contra o Crime” (NYPD Blue), “Sex and the City”, “Família Soprano” (The Sopranos) e até em três títulos da franquia “Lei & Ordem”: a “Law & Order” original, “Law & Order: SVU” e “Law & Order: Criminal Intent”. Somerville também acumulou participações em filmes famosos, entre eles “Fé Demais Não Cheira Bem” (1992), “Adoráveis Fantasmas” (1998), “Simplesmente Irresistível” (1999) e “Vivendo no Limite” (1999), até que começou a se destacar, alcançando papéis importantes em “Pecados Íntimos” (2006), de Todd Field, como a mãe do pedófilo vivido por Jackie Earle Haley, e em “O Curioso Caso de Benjamin Button” (2008), de David Fincher, como a vovó da versão mirim da personagem de Cate Blanchett. Após seus melhores filmes, ela entrou no elenco de “The Big C”, série de 2010 da HBO sobre a luta de uma mulher com câncer, em que viveu a vizinha suicida da protagonista Laura Linney. Ainda atuou em um episódio de “House of Cards”, antes de virar a mãe do Rei do Crime em “Demolidor” (em 2015), a líder da comunidade alternativa de “Outsiders” (de 2016) e Meemaw no sucesso da Netflix “The Unbreakable Kimmy Schmidt” (em 2017). Nos últimos anos, Sommerville apareceu no suspense “Segredos de Sangue” (2013), estreia do sul-coreano Park Chan-wook em Hollywood, no romance “Nossas Noites” (2017), que voltou a reunir o casal Robert Redford e Jane Fonda, no drama “A Vida de Diane” (2018), premiado no Festival de Tribeca, e na comédia “As Rainhas da Torcida” (2019), onde teve um de seus maiores destaques como uma das personagens do título – um time de cheerleaders da Terceira Idade que também incluía Diane Keaton, Jacki Weaver e Pam Grier. O último papel da atriz foi na série de detetive “Mare of Easttown”, prevista para estrear na HBO em 2021.
Briarpatch: Série do criador de Mr. Robot é cancelada após 1ª temporada
O canal pago americano USA Network cancelou “Briarpatch”, nova série produzida por Sam Esmail, o criador de “Mr. Robot”. A atração teve uma temporada estrelada por Rosario Dawson (“Luke Cage”), que contou uma história completa, exibida de fevereiro a abril passados, com muito humor negro e tom quase de paródia de tramas de detetives. Baseada no romance homônimo do escritor Ross Thomas, “Briarpatch” acompanhava Allegra Dill (Dawson), uma investigadora que retorna para sua casa no Texas, na fronteira com o México, depois que sua irmã policial é assassinada. O que começa como a busca pelo assassino logo se transforma em luta para enfrentar uma cidade corrupta. Sam Esmail assinou a produção, mas a série era criação de Andy Greenwald (produtor de “Legion”) e ainda contava com direção da cineasta Ana Lily Amirpour (“Amores Canibais”). Além de Rosario Dawson, o elenco incluiu Kim Dickens (“Fear the Walking Dead”), Jay R. Ferguson (“The Conners”), Alan Cumming (“Instinct”), Brian Geraghty (“The Alienist”), Jon Beavers (“Animal Kingdom”), Edward Asner (“Disque Amiga para Matar”) e Edi Gathegi (“The Blacklist: Redemption”). Como o final não deixou ganchos, a atração pode ser considerada uma minissérie e assistida por quem ainda tiver curiosidade. Os 10 episódios ainda são inéditos no Brasil, mas devem aparecer em breve em algum serviço de streaming – estão na Amazon, nos EUA. Com o fim de “Briarpatch” e “Mr. Robot”, a USA Network não tem mais nenhuma série de Esmail, que se concentra agora em “Angelyne” e no remake de “Battlestar Galactica”, ambos em desenvolvimento para a plataforma Peacock, mantendo-se como um dos produtores mais valorizados da NBCUniversal.
As Five: Globoplay anuncia data de estreia da série derivada de Malhação
A Globoplay divulgou a data de estreia de “As Five”, série teen derivada de “Malhação: Viva a Diferença”, que vai continuar a história mais bem-sucedida da novelinha da Globo, premiada com o Emmy Kids Internacional. Uma mensagem nas redes sociais anunciou que a série será lançada em 12 de novembro. O cineasta Cao Hamburger (de “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias” e “Xingu”) assina o spin-off, que vai mostrar o que aconteceu com as “Five”, as cinco protagonistas da história original, após cada uma seguir um rumo diferente no final da novelinha, exibida entre entre 2017 e 2018 – e recentemente reprisada na rede Globo. As cinco vão se encontrar “três anos, seis meses e dois dias” depois dos acontecimentos de “Malhação: Viva a Diferença”. Algumas mudaram de cidade, outras se casaram e até o bebê que as juntou cresceu, mas o motivo do reencontro, segundo tem sido divulgado, será um enterro – de Mitsuko (Lina Agifu), mãe de Tina (Ana Hikari). Tina continua morando em São Paulo e virou uma produtora musical ao lado do namorado, Anderson (Juan Paiva). Quando a notícia da morte de sua mãe chega nas amigas, ela recebe apoio das quatro para superar o momento difícil. Mas logo vai ficar claro que cada uma delas também atravessa uma crise particular. Além de Ana Hikari, o elenco voltará a trazer Daphne Bozaski, Gabriela Medvedovski, Manoela Aliperti e Heslaine Vieira. Com o reencontro, as amigas vão relembrar da juventude em que eram inseparáveis e, a partir daí, uma vai tentar ajudar a outra. É NOVEMBRO! É DIA 12 DE NOVEMBRO! EU TÔ CHORANDO DEMAIS! #VemAsFive #Malhação pic.twitter.com/rdXiTC4Jxq — Vivendo a ≠ no 𝔾𝔸𝕃ℙÃ𝕆 𝔻𝔸𝕊 𝔽𝕀𝕍𝔼 (@malhacaogshow) July 16, 2020
Chucky: Série do Brinquedo Assassino ganha primeiro teaser
Um ano e meio após o canal Syfy encomendar seu piloto, chega o primeiro teaser de “Chucky”, série baseada na franquia “Brinquedo Assassino”. E com um detalhe inesperado. O vídeo afirma que “Chucky” é um mal grande demais para ficar restrito a apenas um canal e anuncia que a série será exibida no SyFy e no USA simultaneamente. Os dois canais fazem parte do conglomerado americano ViacomCBS. A versão seriada de “Chucky” foi criada por Don Mancini, que escreveu o roteiro do “Brinquedo Assassino” original em 1988 e desde então explora sem parar a franquia, tendo escrito todas as seis continuações e dirigido três longas do monstro de plástico. Além de escrever os roteiros e produzir os episódios, Mancini também dirigiu o piloto que foi aprovado – e que vai virar o capítulo inaugural da série. Ele vai trabalhar na série com David Kirschner, produtor da franquia cinematográfica, e Nick Antosca, criador das séries “Channel Zero” e “The Act”. Um detalhe que pode ser conferido na prévia é que a série vai manter a dublagem original de Chucky, feita pelo ator Brad Dourif, servindo assim de contraponto ao remake dublado por Mark Hamill (o Luke Skywalker) e exibido em 2019 nos cinemas – por sinal, a primeira e única versão de “Brinquedo Assassino” sem envolvimento de Mancini. “Chucky” ainda não tem data de estreia nem previsão de ser exibido no Brasil.
Galyn Görg (1964 – 2020)
A atriz e dançarina Galyn Görg, que atuou em “Twin Peaks” e “RoboCop 2”, morreu em um hospital no Havaí na terça-feira (14/7), um dia antes de completar 56 anos. Natural de Los Angeles, Görg apareceu no popular videoclipe de “Sharp Dressed Man”, sucesso de 1983 da banda ZZ Top, e um ano depois fez sua estreia numa produção televisiva, como dançarina num episódio de “Fama”. Ela apareceu em diversas séries famosas, de “Esquadrão Classe A” a “Lost”, passando por duas atrações da franquia “Star Trek” – “Deep Space Nine” e “Voyager”. No cinema, além de “RoboCop 2” (1990), também foi vista em “Caçadores de Emoção” (1991), “Storyville, um Jogo Perigoso” (1992) e “Uma Jogada do Destino” (1993). Apesar de pequenos, alguns de seus papéis marcaram época, como a pugilista que nocauteou Will Smith em um ringue de boxe, na série “Um Maluco no Pedaço” (The Fresh Prince of Bel-Air) em 1996, ou como Nancy, a irmã de Blackie O’Reilly (Victoria Catlin) em três capítulos de “Twin Peaks”, em 1990. Mas ela conseguiu um papel de protagonista, na pele da detetive da polícia Leora Maxwell na série sci-fi “M.A.N.T.I.S.”, criada pelo cineasta Sam Raimi, que só durou uma temporada na Fox, entre 1994 a 1995. Depois do fim desta série, Raimi ainda a escalou num capítulo de “Xena: A Princesa Guerreira”. Mais recentemente, ela também foi vista em “Parks and Recreation”, “Colony” e “How to Get Away with Murder”.
Netflix vai produzir série animada baseada nos quadrinhos de Usagi Yojimbo
A Netflix anunciou a produção de “Samurai Rabbit: The Usagi Chronicles”, nova série animada baseada nos cultuados quadrinhos de “Usagi Yojimbo”, criados por Stan Sakai. O projeto foi anunciado pela primeira vez em 2018 por Sakai e o cineasta James Wan (“Aquaman”), que vão produzir juntos a adaptação. A ideia é fazer uso de computação gráfica e trazer referências de anime. A saga de Usagi Yojimbo, um ronin (samurai sem mestre) do Japão medieval, começou em 1984 em publicações independentes de Sakai, em meio a muitas lutas de espadas, intrigas políticas, Yokais (fantasmas) e criaturas mitológicas. Mas sempre se diferenciaram de criações do gênero por um detalhe. Seus personagens são bichos antropomórficos – como em “Zootopia” (2016), por exemplo. O protagonista é nada menos que um audacioso coelho espadachim. Ao contrário dos quadrinhos, porém, a série não acompanhará acompanhará o grande guerreiro Miyamoto Usagi, mas um descendente adolescente do futuro, Yuichi na sua jornada para se tornar um verdadeiro samurai, seguindo o exemplo do seu grande antepassado. Acompanhado de aliados, como um ninja e um ladrão acrobata, ele enfrentará todo tipo de desafios e inimigos até atingir seu objetivo. A série animada será uma coprodução do estúdio francês Gaumont, a Atomic Monster (produtora de James Wan) e a Dark Horse Entertainment (divisão de mídia da editora que atualmente publica o personagem). Apesar de nunca ter estrelado sua própria série, Usagi Yojimbo já apareceu na TV, num crossover que se estendeu a três produções animadas diferentes das “Tartarugas Ninja”. Mais recentemente, ele coestrelou um arco de três episódios de “As Tartarugas Ninja” da Nickelodeon em 2017. Ainda não há previsão para a estreia da atração da Netflix.
The Alienist: Daniel Bruhl, Luke Evans e Dakota Fanning retornam no trailer da 2ª temporada
A TNT divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “The Alienist”, um dos maiores sucessos da TV paga americana de 2018. Batizada de “The Alienist: The Angel of Darkness”, a continuação volta a reunir os atores Daniel Bruhl (“Capitão América: Guerra Civil”), Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contada”) e Dakota Fanning (“Movimentos Noturnos”), que desta vez trocam a caça a um serial killer por um caso envolvendo o sequestro de um bebê recém-nascido. Brühl interpreta o brilhante e excêntrico Dr. Laszlo Kreizler, um prodígio da psicologia forense, que é o alienista do título – como eram chamados os primeiros psiquiatras, que tratavam pacientes “alienados da realidade”. Evans vive John Moore, repórter investigativo do New York Times. E Fanning é a ex-secretária da polícia Sara Howard, que está determinada a se tornar a primeira detetive feminina dos EUA. Os novos episódios adaptam o segundo livro escrito por Caleb Carr sobre os personagens, traduzido no Brasil como “O Anjo das Trevas”, que gira em torno do sequestro da filha de um diplomata espanhol em visita a Nova York. O crime tem como pano de fundo as tensões crescentes entre Espanha e Estados Unidos no período, que culminariam logo em seguida na Guerra Hispano-Americana do final do século 19. Na trama, o trio de especialistas não convencionais volta a se juntar para encontrar o bebê desaparecido. A exibição da 1ª temporada rendeu a maior audiência da TNT em seis anos. Originalmente assistido por 3,1 milhões de telespectadores em sua primeira transmissão em janeiro de 2018, o episódio inaugural quadruplicou o público ao longo de exibições por streaming, atingindo 13,1 milhões em sua primeira semana de disponibilidade online. Segundo a TNT, a performance multiplataforma atingiu 16 milhões de telespectadores em um mês, tornando “The Alienist” o lançamento mais bem sucedido do canal pago desde 2012. O episódio de estreia também bateu o recorde de visualizações nos aplicativos e sites da TNT, somando 4 milhões de minutos de consumo de seus usuários, além de ter gerado 10 milhões de menções nas redes sociais. A 2ª temporada deveria chegar em junho à TV dos Estados Unidos, mas teve a estreia adiada para o próximo domingo (19/7), quando exibirá dois episódios consecutivos. No Brasil, a temporada inaugural foi lançada pela Netflix, que ainda não programou a exibição dos novos capítulos.
Heather Morris homenageia Naya Rivera com fotos dos filhos das duas
A atriz Heather Morris, que interpretou Brittany em “Glee”, par romântico de Santana, a personagem de Naya Rivera, prestou uma homenagem tocante à colega em seu Instagram, em que falou da forte amizade que partilhavam fora das telas e que era estendida a seus filhos. O corpo de Naya Rivera foi encontrado na segunda-feira (13/7), cinco dias após desaparecer num lago da Califórnia, enquanto passeava com o filho. Morris chegou a ir até o lago Piru para acompanhar as buscas e acabou participando de uma despedida à amiga, cuja morte motivoumuitos tributos do elenco de “Glee”. “Começamos como melhores amigas e, como todas as coisas novas, passamos por uma fase um pouco difícil. No entanto, ficamos do lado uma da outra e criamos a mais bela amizade construída a partir do amor e da compreensão”, ela escreveu, lembrando que a última vez que elas deveriam ter se visto foi quando Naya foi até sua casa buscar laranjas, mas, por conta da quarentena, apenas pegou o saco com as frutas que ela tinha deixado na frente da porta. “Eu queria dizer ‘Oi’ pela janela, mas meu telefone não tocou quando você ligou (o que nunca acontece, maldito celular); então, você e Josey deixaram duas suculentas à nossa porta como agradecimento. Plantei elas e as olho todos os dias e penso em você”, escreveu. “Ainda ouço o seu EP repetidamente, porque a partir do momento em que o ouvi, fiquei impressionada e sempre desejei que o mundo soubesse mais da sua voz. Você me enviou mais de cinco dúzias de vídeos do SnapChat quando você e Josey acordavam de manhã, e eu me bato por não ter salvo nenhum deles. Você sempre compartilhou receitas e eu admirava seu amor por comida. Prometemos passar toda Páscoa juntas, mas a covid roubou esta última de nós. Você é e sempre será o ser humano mais forte e resistente que eu conheço, e prometo levar isso comigo enquanto continuar vivendo minha vida”, continuou. Morris revelou que aprendeu muito com sua parceira de elenco. “Você constantemente me ensinou lições sobre dor, beleza e equilíbrio, sobre ser forte, resistente e não dar a mínima (mas ainda ser respeitosa). No entanto, a lição mais importante que aprendi com você foi ser uma amiga consistente e amorosa. Você foi a primeira a se apresentar, a primeira a fazer perguntas, a primeira a ouvir… Você valorizou nossa amizade e eu nunca reconheci isso”, lamentou. A atriz também falou como as fotos da convivência entre seus filhos era bem representativa sobre a relação das duas, como famílias. “Nunca tiramos fotos juntas porque ambas odiamos tirar fotos… Nosso relacionamento significava mais que isso. Tenho inúmeras fotos de nossos bebês brincando, porque compartilhamos esse tipo de orgulho e alegria. Então, eu estou mostrando ao mundo uma foto dos nossos ‘bobões’, porque eu sei que isso significava para você mais do que tudo, e elas me lembram você e eu”. As crianças que ilustram o post são Josey, o filho de 4 anos que estava com Rivera quando ela se afogou, Elijah, de 6, e Owen, de 4, filhos de Mirris. “Falo com você todos os dias porque sei que você ainda está comigo”, continuou a atriz. “E, embora esteja me sentindo insaciável por não termos mais tempo juntas, aprecio cada momento que tivemos e guardo junto ao meu coração”. Ver essa foto no Instagram We started out as the closest friends and then like all new things, we went through a bit of a rocky phase. However, we stuck by each other’s side and created the most beautiful friendship built out of love and understanding. The last I had the chance to see you in person, I had left oranges outside our home for you to take. I wanted to say hi through the window but my phone didn’t ring when you called (which it never does, f*cking T-Mobile), so instead you and Josey left two succulents on our doorstep as a thank you. I planted those succulents and I look at them everyday and think of you. I still listen to your EP on repeat because from the moment I heard it, it struck me and I always wished the world knew more of your voice. You sent me over 5 dozen SnapChat videos when you and Josey woke up in the morning and I kick myself that I didn’t save one of them. You always shared recipes and I admired your love for food. We vowed to spend every Easter together, even though Covid stole this last one from us. You are and always will be the strongest and most resilient human being I know, and I vowed to carry that with me as I continue to live my life. You constantly taught me lessons about grief, about beauty and poise, about being strong, resilient and about not giving a fuck (but still somehow respectful ). Yet, the utmost important lesson I learned most of all from you was being a consistent and loving friend. You were the first to check in, the first to ask questions, the first to listen..you cherished our friendship and I never took that for granted. We never took photos together because we mutually hated taking pictures…our relationship meant more than proof. I have countless pictures of our babies playing, because we shared that kind of pride and joy. So I’m showing the world a photo of our little goof balls for you, because I know that meant more than anything and they remind me of you and I. I speak to you everyday because I know you’re still with me and even though I’m feeling greedy that we don’t get more time together, I cherish every moment we had and hold it close to my heart. Uma publicação compartilhada por Heather Morris (@heatherrelizabethh) em 15 de Jul, 2020 às 2:03 PDT
Cursed: Clipe da série revela música cantada por Katherine Langford
A Netflix divulgou um novo vídeo de “Cursed: A Lenda do Lago”, que é na verdade um clipe com a letra da música “I Could Be Your King”, criada para a série de fantasia. A canção foi gravada pela atriz Katherine Langford (a Hannah de “13 Reasons Why”), que demonstra outro aspecto de seu talento artístico. Ela é formada em Teatro Musical, já cantou em montagens teatrais australianas e tem algumas músicas originais no YouTube – em que acompanha a si mesmo no piano. A letra de “I Could Be Your King” é basicamente um resumo da trama da série, mencionando a luta pela coroa britânica e o desejo da protagonista de ser mais que seu destino lhe reserva. “Eu não quero me afogar/ Posso ser o seu rei”, canta ela em um trecho. Criada por Frank Miller (o autor dos quadrinhos de “300”, “Cavaleiro das Trevas” e “Sin City”) e Tom Wheeler (roteirista da animação “O Gato de Botas”), a série propõe uma revisão radical da conhecida lenda do Rei Arthur, por meio de uma reinvenção de Nimue, vivida por Langford. Na trama, a personagem (mais conhecida como a Dama do Lago) surge como guardiã da espada mágica Excalibur e é ajudada pelo jovem Arthur em sua missão para encontrar o mago Merlin e salvar a magia. Ao longo dessa jornada, eles se tornam símbolos de coragem e rebelião contra os terríveis paladinos vermelhos do Rei Uther. O elenco também destaca Gustaf Skarsgård (o Floki de “Vikings”) como Merlin e Devon Terrell (Barack Obama no drama indie “Barry”) no papel de Arthur, além de Daniel Sharman (“The Originals”), Peter Mullan (“Westworld”), Sebastian Armesto (“Amor e Tulipas”), Billy Jenkins (“Humans”), Lily Newmark (“Han Solo”) e Catherine Walker (“Versailles”). Com 10 episódios, a 1ª temporada estreia na sexta-feira (17/7) em streaming.
Marco Pigossi estreia como agente secreto no trailer da 3ª temporada de Alto Mar
A Netflix divulgou o trailer legendado da 3ª temporada do suspense marítimo de época “Alto Mar”, que destaca a entrada do brasileiro Marco Pigossi (da novela “A Força do Querer”) no elenco central. Falando espanhol, ele se diz, na prévia, agente do serviço britânico e tenta convencer as irmãs Villanueva a ajudá-lo a encontrar um homem a bordo do navio, que carrega um vírus mortal capaz de “exterminar milhares de inocentes”. Lançada em 2019, essa série espanhola começou com Eva (Ivana Baquero, de “The Shannara Chronicles”) e Carolina (Alejandra Onieva, de “Novatos”) descobrindo segredos familiares perturbadores depois de uma sequência de mortes misteriosas em sua viagem de navio entre a Espanha e o Brasil nos anos 1940. A trama original era claramente inspirada em “Morte no Nilo”, o romance de mistério de Agatha Christie sobre um assassinato num navio de luxo – que vai ganhar nova versão no cinema em breve. As primeiras temporadas foram justamente isto: uma morte misteriosa durante uma viagem de navio luxuoso, em que todos a bordo são suspeitos. A nova temporada traz nova trama com ingredientes de espionagem e o tema atual do vírus letal. Criada por Ramón Campos e Gema R. Neira, dupla de criadores de “As Telefonistas” (Las Chicas del Cable), um dos primeiros sucessos espanhóis da Netflix, “Alto Mar” estreia sua 3ª temporada no dia 7 de agosto em streaming.
The Rain: Trailer mostra conflito final da série sobre pandemia apocalíptica
A Netflix divulgou o trailer legendado da 3ª e última temporada de “The Rain”, que destaca o conflito final entre os irmãos protagonistas. A primeira série dinamarquesa da plataforma tornou-se mais atual que nunca devido ao tema, ao se passar seis anos depois que um vírus mortal, transmitido pela chuva, dizimou a Dinamarca. A trama acompanha um grupo de sobreviventes em uma perigosa viagem em busca de segurança. Por coincidência, a 2ª temporada, exibida há um ano, chamou atenção pelo fato de esquecer a chuva de seu título em inglês e, em vez disso, explorar o acirramento da pandemia por contato com os infectados. A prévia dos episódios finais mostra a busca por uma cura a partir do paciente zero, o infectado Rasmus (Lucas Lynggaard Tønnesen, de “Departamento Q”). Mas a solução dos cientistas não é uma vacina. É uma mutação genética que transforma os curados em ameaças mortais à vida no planeta. Criada por Jannik Tai Mosholt (principal roteirista de “Rita”), Esben Toft Jacobsen (da animação “O Reino do Rei Pena”) e Christian Potalivo (produtor da série “Dicte”), “The Rain” também é estrelada por Alba August (“Dryads – Girls Don’t Cry”), Mikkel Boe Følsgaard (“O Amante da Rainha”), Evin Ahmad (“Filhas do Sol”) e Clara Rosager (“Misbehaviour”), entre outros. Os capítulos finais serão disponibilizados em 6 de agosto.
Helstrom: Nova série da Marvel ganha primeiras fotos
A Marvel divulgou as primeiras fotos de sua nova série “Helstrom”, que vai estrear na plataforma americana Hulu em outubro. A atração conseguiu completar seus episódios antes da paralisação causada pela pandemia de coronavírus. A série é o último programa da extinta Marvel Television e chegará à plataforma Hulu com um futuro incerto. Não só a divisão que a desenvolveu foi fechada como o showrunner do programa, Paul Zbyszewski (produtor-roteirista de “Agents of SHIELD”, “Hawaii Five-0” e “Lost”), foi dispensado em abril, durante a quarentena. “Helstrom” deveria estrear ao lado uma série do “Motoqueiro Fantasma”, que foi descartada antes do começo de sua produção. Assim, ficou sozinha com a missão de introduzir o universo de terror da Marvel na televisão. Nos quadrinhos, Daimon Helstrom é filho de um demônio, concebido por uma mulher mortal chamada Victoria Wingate. Tanto que suas publicações foram lançadas no Brasil com o título de “Filho de Satã”. Na trama original, Daimon e sua irmã, Satana Helstrom, herdaram poderes da escuridão. No entanto, enquanto Satana abraçou sua herança, Daimon se agarrou a sua humanidade. Ainda criança, foi internado num orfanato jesuíta e cresceu obcecado em destruir o mal. Ele se estabeleceu como um investigador ocultista e exorcista, e tomou posse de um tridente satânico, que transformou em arma para lutar contra o próprio pai e seus seguidores. Mas a série pretende mudar tudo isso. Daimon será filho de um serial killer e sua irmã vai se chamar Ana. Os irmãos terão um relacionamento complicado, pela forma como lidam com o que existe de pior na humanidade, cada um com uma atitude diferente. A adaptação vai trazer Elizabeth Marvel (presidente dos EUA na série “Homeland”) como Victoria Helstrom, que está enclausurada em um hospício há décadas, acusada de uma série de assassinatos, enquanto Tom Austen (o Jasper de “The Royals”) e Sydney Lemmon (vista como piloto de helicóptero de um episódio memorável de “Fear the Walking Dead”) vivem seus filhos. Traumatizados pelos supostos crimes da mãe, os irmãos Daimon e Ana dedicarão suas vidas a combater os membros mais sórdidos e violentos da sociedade, um capítulo por vez. O elenco ainda inclui Robert Wisdom (“Ballers”), June Carryl (“Mindhunters”) e Alain Uy (“The Passage”), além de Ariana Guerra (“Raising Dion”), que vive um personagem importante dos quadrinhos. Ela interpreta Gabriella Rosetti, que na verdade é Gabriel Rosetti nos quadrinhos, um padre inspirado no filme “O Exorcista” (1973) e conhecido como Devil-Hunter, o caçador de demônios.
Kidding: Série estrelada por Jim Carrey é cancelada após duas temporadas
O canal pago americano Showtime anunciou o cancelamento de “Kidding”, série estrelada pelo comediante Jim Carrey (“Sonic: O Filme”), após duas temporadas. A ironia é que a série vinha ganhando cada vez mais público e repercussão. Após uma 1ª temporada com 77% de aprovação no Rotten Tomatoes e uma média baixíssima de 243 mil telespectadores ao vivo nos EUA, o segundo ano atingiu 100% de críticas positivas e viu seu público quadruplicar, atingindo 834 mil telespectadores. Além disso, o último episódio, exibido em março passado, registrou a maior audiência da atração, visto por 1,2 milhões ao vivo. O episódio também deixou a porta aberta para a 3ª temporada, que não será produzida. “Depois de duas temporadas, ‘Kidding’ concluiu sua exibição no Showtime”, informou o canal em comunicado, sem maiores explicações, seguindo com os agradecimentos de praxe. “Estamos muito orgulhosos por exibir essa série imaginativa, aclamada pela crítica e recompensadora, e gostaríamos de agradecer a Jim Carrey, Dave Holstein, Michael Aguilar, Michel Gondry e todo o elenco e equipe por seu trabalho brilhante e incansável”, concluiu o texto. “Kidding” trazia Jim Carrey de volta à TV, mais de duas décadas após estrelar o humorístico “In Living Color” entre 1990 e 1994. Criada por Dave Holstein, roteirista-produtor de “Weeds” e “I’m Dying Up Here”, a série trazia o astro do humor como um comediante chamado Jeff, mais conhecido como Mr. Pickles, um ícone infantil da TV americana, que representava uma marca bilionária de licenciamentos. Mas seu futuro era posto em cheque quando um acidente o fez passar por uma crise. O visual surreal, que combinava fantoches e humor negro, era resultado do reencontro de Carrey com o diretor francês Michel Gondry, responsável por um de seus filmes mais cultuados, “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças” – vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original em 2005. Gondry assinou a produção e a direção da maioria dos episódios, o que conferia à série uma aparência de fábula, bem ao estilo de seus filmes, em que os limites da fantasia e da realidade parecem se confundir. Além de Carrey, o ótimo elenco de “Kidding” também incluía Judy Greer (“Homem-Formiga”), Frank Langella (indicado ao Oscar por “Frost/Nixon”) e Catherine Keener (“Corra!), respectivamente como a mulher do protagonista, o produtor de Mr. Pickles e a criadora dos fantoches do programa. Vale destacar que a 2ª temporada também contou com participação especial da cantora Ariana Grande, que é fã confessa de Carrey. A atração só chegou no Brasil no mês passado, com lançamento pela plataforma de streaming Globoplay.












