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Série

Nova Avatar é caçada no trailer de “Avatar: Os Sete Refúgios”

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Série

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23 de julho de 2026
  • Filme,  Série

    Veja o trailer e a abertura do novo filme da série Psych

    28 de junho de 2020 /

    A plataforma Peacock, serviço de streaming com conteúdo da NBCUniversal, divulgou o trailer e um vídeo com os primeiros minutos do novo telefilme de “Psych”. Escrito, dirigido e produzido pelo criador da série, Steve Franks, “Psych 2: Lassie Come Home” destaca uma tentativa de assassinato do detetive Carlton Lassiter (Timothy Omundson), que começa a ver acontecimentos impossíveis durante sua recuperação. Cabe, logicamente, ao falso vidente favorito da polícia de Santa Barbara e seu fiel assistente e parceiro em duetos vocais resolverem o mistério. Mas para isso, Shawn Spencer (James Roday) e Burton “Gus” Guster (Dulé Hill) precisarão transitar por aspectos pessoais, profissionais e possivelmente sobrenaturais da vida de Lassie, com direito à participação especial de Joel McHale (“Community”) como o pai do detetive em flashbacks e/ou alucinações. A produção é uma continuação do primeiro filme de 2017, que por sua vez foi uma sequência da série, que acabou em 2014 após oito temporadas, e volta a reunir todo o elenco original. Além dos citados, também voltam os atores Maggie Lawson (Juliet O’Hara), Kirsten Nelson (Karen Vick), Corbin Bernsen (Henry Spencer) e Sage Brocklebank (Buzz McNab), com direito a participações especiais de Jimmi Simpson (como o psicólogo da polícia Mary Lightly), Kurt Fuller (o legista Woody Strode) e Christopher Heyerdahl (que foi o vilão do piloto da série). Já as novidades incluem Sarah Chalke (“Scrubs”), Richard Schiff (“The Good Doctor”) e Allison Miller (“Terra Nova”). “Psych 2: Lassie Come Home” vai estrear em 15 de julho, junto com a inauguração oficial da Peacock nos EUA. Ainda não há previsão para a chegada desse – e de vários outros – serviço de streaming ao Brasil.

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  • Série

    The Capture: Thriller britânico com 95% no Rotten Tomatoes ganha trailer para o streaming

    28 de junho de 2020 /

    A nova plataforma americana Peacock, serviço de streaming com conteúdo da NBCUniversal, divulgou o pôster e o trailer da série “The Capture”, thriller britânico que conquistou elogios rasgados da crítica. A atração foi exibida no ano passado pelo canal BBC One no Reino Unido, ocasião em que atingiu 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. Teve repercussão tão positiva que vai chegar aos EUA após ter sua 2ª temporada confirmada – que será transmitida simultaneamente pela Peacock no ano que vem. Criada, escrita e dirigida por Ben Chanan (“The Missing”), a série traz Holliday Grainger (a Lucrezia de “Os Borgias”) como a detetive policial Rachel Carey, designada para um caso corriqueiro de assassinato envolvendo um oficial condecorado das forças especiais do Reino Unido, supostamente flagrado cometendo o crime pelo serviço de câmeras públicas de Londres. Mas o oficial (vivido por Callum Turner, de “Emma.”) jura inocência e se dedica a limpar seu nome, fazendo a detetive questionar se as imagens podem ter sido manipuladas para esconder o verdadeiro assassino, alguém bastante poderoso. O elenco da 1ª temporada ainda inclui Laura Haddock (“Da Vinci’s Demons”), Ben Miles (“The Crown”), Lia Williams (também de “The Crown”), Paul Ritter (“Belgravia”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e Ron Perlman (“Sons of Anarchy”). Disponibilizada desde abril em período de teste para os assinantes da Comcast (provedora de internet e TV que é dona da NBCUniversal), a Peacock terá sua inauguração oficial em 15 de julho. Mas ainda não há previsão para a chegada desse – e de vários outros – serviço de streaming ao Brasil.

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  • Série

    Veja o trailer de Intelligence, que marca a volta de David Schwimmer às séries de comédia

    28 de junho de 2020 /

    A plataforma Peacock, serviço de streaming com conteúdo da NBCUniversal, divulgou o pôster e o trailer de “Intelligence”, que marca a volta de David Schwimmer (o Ross de “Friends”) às séries de comédia. Numa guinada na carreira, após o fim de “Friends” ele tinha optado por fazer papéis dramáticos, além de ter virado diretor. Agora, Schwimmer interpreta um agente americano da NSA sedento por poder, que é realocado para o Reino Unido, onde sua ineficiência se revela a principal arma para combater o combate ao terrorismo. A série foi criada pelo ator Nick Mohammed (“Perdido em Marte”), que também atua na produção, e já teve a 1ª temporada exibida no Reino Unido pelo canal pago Sky – adquirido em 2018 pela Comcast, provedora de internet e TV paga dos EUA, que é a dona da NBCUniversal. Disponibilizada desde abril em período de teste para os assinantes da Comcast, a Peacock terá sua inauguração oficial em 15 de julho. Mas ainda não há previsão para a chegada desse – e de vários outros – serviço de streaming ao Brasil.

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  • Série

    Séries animadas da nova plataforma Peacock ganham trailers

    28 de junho de 2020 /

    A nova plataforma americana Peacock, serviço de streaming com conteúdo da NBCUniversal, divulgou os trailers de três atrações animadas. Duas das séries são baseadas em publicações infantis famosas, mas apenas a terceira é inédita. Adaptação dos livros ilustrados de “Onde Está Wally”, criados pelo ilustrador Martin Handford em 1987, “Where’s Waldo” (por algum motivo, o britânico Wally é chamado de Waldo nos EUA) é uma produção da DreamWorks Animation que teve a 1ª temporada exibida no canal pago americano Universal Kids no ano passado. “Curious George”, que adapta as histórias do macaco curioso criado pelo casal judeu alemão Hans Augusto e Margret Rey após sua fuga para a França no final dos anos 1930, é, na verdade, uma produção da Universal Animation Studios de 2006 e foi exibida no canal educativo americano PBS ao longo de nove temporadas – até 2015. Por fim, “Cleopatra in Space”, em que a princesa adolescente do Egito viaja ao futuro e se junta à luta para salvar a galáxia, adapta os quadrinhos homônimos de Mike Maihac e também foi produzida pela DreamWorks, mas com exclusividade para a Peacock nos EUA. Vale destacar que a voz de Cleopatra é dublada pela atriz Lilimar, estrela das séries do Nickelodeon “Bella e os Bulldogs” (2015-2016) e “Esquadrão de Cavaleiros” (2018-2019). As séries foram disponibilizadas em abril, durante um test drive da plataforma, oferecida de forma gratuita e com anúncios para os assinantes da Comcast – empresa provedora de internet e TV paga dos EUA, que é a dona da NBCUniversal. Mas a inauguração oficial da Peacock está marcada apenas para 15 de julho. Entretanto, ainda não há previsão para a chegada desse – e de vários outros – serviço de streaming ao Brasil.

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  • Série

    Wynonna Earp: Trailer anuncia data de estreia da 4ª temporada

    27 de junho de 2020 /

    O canal pago americano SyFy divulgou o trailer da 4ª temporada da série “Wynonna Earp”, que retorna após hiato de dois anos em sua produção, ocasionados por problemas financeiros da produtora Seven24 Films. A demora foi tanta que o vídeo chama atenção para as manifestações dos fãs, ansiosos pela estreia. A prévia anuncia a chegada da 4ª temporada em 26 de julho nos EUA. Mas esconde a má notícia. Infelizmente, a produção foi interrompida pela pandemia e a temporada será dividida em duas partes. Apenas os seis primeiros episódios serão exibidos em sequência, com uma pausa de midseason na metade de agosto. Os seis capítulos finais devem ter as gravações retomadas nos próximos dias, acompanhando a retoma das produções no Canadá, e só irão ao ar no fim do ano – se tudo correr bem. Desenvolvida por Emily Andras (produtora-roteirista de “Lost Girl”), a série é baseada nos quadrinhos homônimos de Beau Smith, publicados pela editora IDW. Sua premissa é de um faroeste sobrenatural, que acompanha uma descendente do famoso delegado do Velho Oeste Wyatt Earp em sua missão de caçar demônios, para acabar com uma maldição secular de sua família. O apelo da série, porém, é a ótima química do elenco, encabeçado por Melanie Scrofano (série “Damien”), e sua mistura bem dosada de aventura, terror, western moderno, humor, sensualidade, empoderamento feminino e orgulho LGBTQIA+. A soma de todas essas partes fazem de “Wynonna Earp” uma das séries mais bem cotadas no site Rotten Tomatoes, com 92% de aprovação. O elenco também inclui Dominique Provost-Chalkley (“Vingadores: Era de Ultron”), Katherine Barrell (série “Workin’ Moms”), Varun Saranga (“Go Awat, Unicorn!”), Michael Eklund (série “Bates Motel”), Greg Lawson (“Heartland”) e Tim Rozon (série “Vagrant Queen”) como o pistoleiro reencarnado Doc Holliday. “Wynonna Earp” tem suas primeiras temporadas disponibilizadas no Brasil pela Netflix.

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  • Série

    Muppets Now: Nova série de Kermit, Miss Piggy e cia. ganha primeiro trailer

    27 de junho de 2020 /

    A Disney divulgou um novo banner e o trailer de “Muppets Now”, nova série com os fantoches dos Muppets, que será lançada com exclusividade na plataforma Disney+ (Disney Plus). A prévia explora a dificuldade de descrever o programa, usando um advogado muppet para impedir Kermit de divulgar detalhes da produção. Mas o vídeo permite ver uma combinação de esquetes e entrevistas de celebridades – como RuPaul (“AJ and the Queen”), Seth Rogen (“Vizinhos”) e Linda Cardellini (“Disque Amiga para Matar”). Com apenas seis episódios, “Muppets Now” promete mostrar os personagens conhecidos, como Kermit, Miss Piggy e companhia “soltos… para realizar o tipo de situação surpreendente e diversão caótica que os tornou famosos. Desde experimentos doidos com o Dr. Bunsen Honeydew e Beaker até dicas de estilo de vida da fabulosa Miss Piggy, cada episódio é repleto de segmentos hilários, apresentados pelos Muppets, mostrando o que os Muppets fazem de melhor.” A Disney adquiriu The Muppets Studio em 2004 e, após lançar dois filmes, já tinha tentado emplacar os personagens numa série de comédia da rede ABC, que, infelizmente, não acertou o tom e foi cancelada após uma temporada em 2016. A estreia está marcada para 31 de julho.

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  • Série

    Gangs of London: Série violenta do diretor de The Raid é renovada para 2ª temporada

    27 de junho de 2020 /

    O canal pago britânico Sky Atlantic renovou “Gangs of London”, série criada, produzida e dirigida por Gareth Evans, para sua 2ª temporada. O cineasta por trás do fenômeno indonésio “The Raid – Operação Invasão”, marco do cinema de ação do século 21, concebeu a premissa para um videogame, que chegou a ser lançado sem muito alarde em 2006 pela Sony. A série leva a premissa do jogo a um nível mais brutal, ao mostrar a luta de várias gangues pelo controle do submundo da capital inglesa. A produção causou furor no Reino Unido pelas cenas violentas e atingiu 78% de aprovação no Rotten Tomatoes. A repercussão acabou chamando atenção do canal pago americano AMC, que fechou uma parceria para viabilizar a 2ª temporada e passar a transmitir a atração nos EUA. “‘Gangs of London’ é uma aventura cinematográfica que incendia as telas com um elenco estelar, drama elevado e histórias épicas”, disse Dan McDermott, presidente de programação original da AMC, em comunicado sobre a negociação. “Não poderíamos estar mais empolgados em aumentar o pulso de nosso público com esta série de crimes explosivos”. A história começa com o assassinato de Finn Wallace, o chefão criminal mais poderoso de Londres nos últimos 20 anos, deixando um buraco na rede de crime organizado que ele comandava. Quando seu filho e herdeiro Sean Wallace coloca os negócios de lado para dar prioridade à vingança, tentando descobrir quem orquestrou o crime, uma variedade multicultural de gangues armadas até os dentes se movimenta para tirar proveito do vácuo repentino no topo dos negócios ilícitos da metrópole. A produção é estrelada por Joe Cole, que ficou conhecido como John Shelby em “Peaky Blinders”. Sua presença na trama, inclusive, rendeu algumas comparações entre as duas produções. Ambas são centradas em gângsteres britânicos de diferentes culturas e etnias, embora “Peaky Blinders” seja uma série de época e “Gangs of London” se passe nos dias atuais. O elenco ainda destaca Michelle Fairley (“Game of Thrones”), David Bradley (também de “Game of Thrones”), Richard Harrington (“Hinterland”), Mark Lewis Jones (“Chernobyl”), Jing Lusi (“Podres de Ricos”), Narges Rashidi (“Sob a Sombra”), Emmett J Scanlan (“Krypton”), Lucian Msamati (“His Dark Materials”), Ray Panthaki (“Marcella”), Ian Beattie (outro de “Game of Thrones”) e Colm Meaney (“Hell on Wheels”) como o falecido Finn Wallace. Além do galês Gareth Evans, os 10 episódios da 1ª temporada são dirigidos por mais dois cineastas: o inglês Corin Hardy (“A Freira”) e o francês Xavier Gens (“(A) Fronteira”), ambos especialistas em filmes de terror. Ou seja, todos são conhecidos por trabalhos sangrentos. Veja abaixo o trailer da atração.

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  • Série

    Little Voice: Série musical criada por Sara Bareilles ganha primeiro trailer

    27 de junho de 2020 /

    A Apple TV+ divulgou o primeiro trailer de “Little Voice”, série musical produzida por J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), com músicas originais da cantora e compositora Sara Bareilles, e roteiro e direção da cineasta Jessie Nelson (“Uma Lição de Amor”). Bareilles e Nelson já tinham colaborado antes no musical da Broadway “Waitress”, de 2015, indicado ao Tony Awards. Descrito como uma carta de amor à diversidade musical de Nova York, a série tem o mesmo título do álbum de estreia de Bareilles, de 2007, e vai explorar a jornada de uma jovem em busca de sua própria voz aos 20 e poucos anos. A protagonista é vivida por Brittany O’Grady, que já tinha demonstrado seus dotes musicais na série “Star”, da Fox, e o elenco também inclui Sean Teale (“The Gifted”), Colton Ryan (“Homeland”), Shalini Bathina (“Undergrad”) e Nadia Mohebban (“Project Inferno”). Jessie Nelson, que também atua como showrunner, escreveu e dirigiu o primeiro episódio. A estreia está marcada para 10 de julho na plataforma de streaming da Apple.

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  • Etc,  Série

    Ator da série The Expanse é acusado de assédio

    27 de junho de 2020 /

    O estúdio Alcon Entertainment, responsável pela produção da série sci-fi “The Expanse”, iniciou uma investigação independente sobre o ator canadense Cas Anvar, que nesta semana viu seu nome envolvido em inúmeras acusações de assédio e abuso sexual. A polêmica aumentou nos últimos dias, com mais mulheres se apresentando para compartilhar suas histórias no Twitter, incluindo capturas de tela do que dizem ser mensagens inapropriadas de Anvar. Nenhum dos supostos incidentes de agressão sexual aconteceu no set da série, que foi resgatada pela Amazon após seu cancelamento pelo canal pago Syfy. A maioria dos casos seria relacionado a convenções de fãs. Daniel Abraham, um dos co-autores da série de livros em que a atração é baseada, revelou que depois que descobriu que um membro do elenco havia sido acusado de má conduta sexual, “imediatamente transmitiu essas graves acusações ao estúdio Alcon. A Alcon contratou uma empresa independente para investigar esse assunto e leva essas acusações muito a sério”. O perfil de James SA Corey, pseudônimo usado por Abraham e Ty Franck para assinar os livros, também tuitou as notícias da investigação, agradecendo às mulheres que se manifestaram. As acusações contra Anvar ganharam visibilidade em um tópico do Reddit que agregou todas as reivindicações, e também contou com tuítes e reações de Abraham e Corey, além de membros do elenco da Expanse. Isso inclui Steven Strait, Wes Chatham e Dominique Tipper, cuja declaração foi publicada na conta dos autores. Ao contrário das recentes e refutadas acusações contra o elenco de “Riverdale”, as contas de Twitter das acusadoras não são recém-criadas. Ao contrário, interagem na rede social há anos, possuem fotos e identificações claras. Depois de três temporadas no Syfy, “The Expanse” teve seu quarto ano lançado em dezembro passado pela Amazon. A série foi renovada para uma 5ª temporada na plataforma de streaming.

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  • Série

    Sandy e Junior terão dois projetos inéditos na Globoplay

    27 de junho de 2020 /

    A plataforma Globoplay vai lançar dois projetos inéditos envolvendo a dupla Sandy e Junior em julho. A produção principal é uma série documental exclusiva, que será lançada no dia 12. “Sandy & Junior: A História” vai contar a trajetória dos irmãos músicos em sete episódios, nos quais os fãs poderão acompanhar vários momentos da vida da dupla. Além disso, celebridades como Roberto Carlos e Ivete Sangalo gravaram depoimentos descritos como “carinhosos” para a produção. A série documental terá registros do outro programa, previsto para ir ao ar intercalado com seus capítulos. Trata-se de um documentário da turnê “Nossa História”, que marcou o retorno dos irmãos à música no ano passado. São imagens de diversas apresentações, mas principalmente do show que ocorreu no Allianz Parque, em São Paulo. Vai ao ar em 17 de julho. Como preparação para os projetos, a plataforma ainda vai investir na nostalgia, disponibilizando a novela “Estrela-Guia”, de 2001, que teve Sandy num dos papéis principais, como Cristal. Chega na Globoplay já em 6 de julho.

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  • Série

    Simpsons, Família da Pesada, Big Mouth e Central Park trocam dubladores brancos de personagens negros

    27 de junho de 2020 /

    Várias produtoras e canais de séries animadas americanas anunciaram que não utilizarão mais atores brancos para dublar personagens negros ou de outras etnias. A decisão foi resultado de uma súbita conscientização causada pelo questionamento do racismo estrutural, que virou pauta urgente, após o assassinato de George Floyd por policiais brancos e o movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) tomar as ruas dos EUA. As atrizes Kristen Bell e Jenny Slate foram quem chamaram atenção para o problema, denunciando a si mesmas, na quarta passada (24/6), como mulheres brancas que estavam dando vozes para personagens mestiças (meninas negras, filhas de mães brancas). “Este é um momento para reconhecer nossos atos de cumplicidade”, postou Kristen Bell nas redes sociais. Aqui está um dos meus. Interpretar a personagem Molly em ‘Central Park’ mostra uma falta de consciência do meu privilégio generalizado. A escalação de um personagem mestiça com uma atriz branca prejudica a especificidade da raça mista e da experiência dos negros americanos”, apontou. “Estava errado e nós, da equipe do ‘Central Park’, estamos comprometidos em fazer a coisa certa”, continuou Bell. “Fico feliz em renunciar a esse papel e passá-lo a alguém que possa dar uma interpretação muito mais precisa e me comprometerei a aprender, crescer e fazer minha parte por maior igualdade e inclusão”. Em uma declaração conjunta, a equipe do programa da plataforma Apple TV+ tentou justificar a escolha da atriz, que esteve no elenco da série “desde quase o primeiro dia de desenvolvimento do programa – antes mesmo de haver uma personagem para ela interpretar – e desde então ela apresentou uma performance engraçada, sincera e bonita”. “Mas, após reflexão, Kristen, junto com toda a equipe criativa, reconhece que a escalação da personagem Molly é uma oportunidade de obter uma representação correta – escalar uma atriz negra ou de raça mista e dar a Molly uma voz que ressoe com todas as nuances e experiências da personagem como a desenhamos”, continuam. Kristen Bell, porém, continuará a ser parte da série, dublando uma nova personagem que será introduzida na 2ª temporada, enquanto a interpretação de Molly passará para outra atriz. Já Jenny Slate perdeu o emprego, após decidir parar de interpretar Missy em “Big Mouth”, da Netflix. “No começo do programa, eu raciocinei comigo mesma que era admissível que eu interpretasse Missy porque a mãe dela é judia e branca — assim como eu”, afirmou a atriz em sua conta no Instagram. “Mas Missy também é negra, e personagens negros em programas animados devem ser interpretados por pessoas negras”, acrescentou. As decisões das duas atrizes criaram um efeito cascata. Na sexta (26/6), o ator Mike Henry, também branco, anunciou que deixaria de dublar o personagem negro Cleveland Brown na popular série animada “Uma Família da Pesada” (Family Guy), da rede Fox. “Foi uma honra interpretar Cleveland por 20 anos. Eu amo esse personagem, mas pessoas de cor (não brancas) devem interpretar os personagens de cor. É por isso que estou deixando o papel”, escreveu ele no Twitter. Além do personagem aparecer em “Uma Família da Pesada”, ele também estrelou sua própria série, “The Cleveland Show”, por quatro anos, exibida entre 2009 e 2013. A iniciativa de Henry, por sua vez, repercutiu em outra série da Fox, que se viu forçada a repensar sua atitude pouco responsável em relação à escalação de seus papéis. “Os Simpsons”, que já tinha um problema histórico com Apu, finalmente deu o braço a torcer, anunciando também na sexta que não escalaria mais atores brancos para interpretar personagens de minorias étnicas. “A partir de agora ‘Os Simpsons’ não terão mais atores brancos representando personagens que não são brancos”, informou uma nota sucinta da Fox. O anúncio, na verdade, é bem tardio. Em janeiro, o ator branco Hank Azaria já tinha dito que não dublaria mais o comerciante indiano Apu, após a representação racista do personagem ter ganhado até documentário – “O Problema com Apu”, dirigido por Hari Kondabolu em 2017, que criticou a forma como as produções americanas tratam as pessoas do sul da Ásia. Azaria tinha ficado incomodado com a forma escolhida pelos produtores de “Os Simpsons” para lidar com o questionamento racial. O tema virou piada, num episódio exibido em 2018 que criticou a forma como situações “inofensivas no passado” tinham virado “politicamente incorretas”. O fato é que, neste caso, “Os Simpsons” não previram o futuro e quase foram atropelados pela História. A mudança tardia de atitude agora deve afetar também o personagem do Dr. Hibbert, médico negro interpretado pelo ator branco Harry Shearer. Assim como Azaria (voz de Moe e do Comic Book Guy), Shearer dubla vários personagens e deve permanecer na série como o Sr. Burns, Ned Flanders e o diretor Skinner.

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    Trailer de série traz Zac Efron em busca de soluções de sustentabilidade pelo mundo

    26 de junho de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer da série documental “Curta Essa com Zac Efron”, que não é nem parecido com a tradução de “Down to Earth with Zac Efron”. De todo modo, traz o ator de “High School Musical” e “Baywatch” viajando ao redor do mundo para mostrar maneiras saudáveis e sustentáveis de levar a vida – uma vida mais “pé no chão” (quem diria, é o que significa “down to earth”!). “Estamos viajando pelo mundo para encontrar novas perspectivas para antigos problemas”, diz o ator na prévia. Acompanhado por um especialista em sustentabilidade, ele se aventura por lugares distantes e até em florestas, revelando suas descobertas. A mais notável é um saco gigante que acumula as flatulências de uma comunidade inteira. A estreia está prevista para o dia 10 de julho.

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    Série documental da filha de Michael Jackson revela cenas inéditas do cantor

    26 de junho de 2020 /

    O Facebook divulgou o trailer do documentário sobre Paris Jackson, a filha do cantor Michael Jackson. Na verdade, o documentário é sobre Paris e “mais um”, porque não esconde a intenção de promover seu atual trabalho musical como parte de uma dupla hippie-romântica, apresentando-se pelos EUA com uma van e um violão. Mas o fato é que ninguém vai ver “Unfiltered: Paris Jackson & Gabriel Glenn” por causa do namorado hippie da filha de Michael Jackson. E a prévia já deixa claro que Paris é o foco de atenção, mostrando-a desde criança, por meio de registros inéditos com seu famoso pai. O vídeo destaca uma conversa entre os dois. Michael pergunta o que a menina quer fazer quando crescer e ela diz: “Eu quero fazer o que você faz”. Michael pergunta o que ele faz e a garota responde: “Você dança e canta”. O cantor morreu em 2011 devido a uma parada cardíaca motivada por overdose de medicamentos, quando Paris tinha apenas 11 anos de idade. A série documental vai mostrar como ela lidou com a perda do pai, a luta para lidar com a pressão e a exposição que acompanha seu sobrenome, enquanto tenta divulgar sua banda Soundflowers. A estreia está marcada para terça-feira (30/6) na rede social.

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