Lucifer: Conheça os pôsteres da 5ª temporada
A Netflix divulgou os pôsteres da 5ª temporada de “Lucifer”, que trazem Tom Ellis no papel-título e Lauren German como a detetive Chloe Decker, acompanhados por um texto sobre cair em tentação. Após o final dramático da 4ª temporada, em que Lucifer é enviado de volta ao inferno, a nova temporada trará o protagonista ligeiramente diferente. Isto porque seu “irmão gêmeo” resolveu tomar seu lugar na Terra, fingindo ser o diabo. O falso Lucifer é ninguém menos que Michael, mais conhecido como o arcanjo Miguel no Brasil. Por sinal, a ideia de colocar Michael no lugar do protagonista também é conhecida – como podem atestar os fãs da série “Supernatural”. A estreia dos novos episódios está marcada para 21 de agosto.
3%: Veja as fotos da temporada final
A Netflix divulgou as fotos da 4ª temporada de “3%”, que vai concluir a trama da primeira série brasileira da plataforma. O final da sci-fi nacional será disponibilizado no dia 14 de agosto – um ano após a Netflix anunciar que a série acabaria em seu quarto ano de produção. “3%” se passa em um futuro distópico, onde a maior parte da população vive no “Lado de Cá”: um lugar decadente, miserável, corrupto. Quando atingem 20 anos de idade, as pessoas passam pelo “Processo”, a única chance de chegar ao “Maralto” – o melhor lugar, com oportunidades e promessas de uma vida digna. Apenas três por cento dos candidatos são aprovados nesse árduo processo seletivo, que os coloca em situações perigosas e testa suas convicções por meio de dilemas morais. Mas existe uma resistência ao “Processo”, chamada de “Causa”. A temporada anterior resgatou a discussão sobre a suposta meritocracia do “Processo”, focando em Michele (Bianca Comparato), Joana (Vaneza Oliveira) e Rafael (Rodolfo Valente). Ainda não há detalhes sobre a trama de encerramento.
Série pretende imaginar Hillary Clinton presidente dos EUA
A plataforma Hulu encomendou o roteiro de uma série baseada no livro “Rodham”, de Curtis Sittenfeld, que imagina uma realidade alternativa em que Hillary Clinton não se casou com Bill Clinton e virou presidente dos EUA. Rodham é o nome de solteira de Hillary, atual senadora dos EUA. Em 1971, Hillary Rodham era uma jovem com futuro promissor: ela estudava Direito na Universidade de Yale e liderava movimentos de ativismo entre estudantes e na luta por direitos das mulheres. Segundo o Deadline, a série pretende mostrar como, após decidir não casar com Clinton, ela conquista espaço com seu próprio nome e, posteriormente, acaba eleita presidente. A adaptação está a cargo de Sarah Treem, criadora da série “The Affair”, e ainda não recebeu encomenda formal de episódios, apenas de seu roteiro inicial. Caso a produção avance, “Rodham” será a segunda série focada em Hillary Clinton na Hulu. A plataforma também se uniu à senadora para realizar “Hillary”, uma série documental de quatro partes com entrevistas com a ex-candidata presidencial e dezenas de amigos, colegas, jornalistas e familiares, traçando um painel de sua vida e carreira. Essa série teve première no Festival de Sundance e foi lançada em março nos EUA.
Perry Mason é renovada para 2ª temporada
Apresentada originalmente como uma minissérie, “Perry Mason” agradou tanto que vai virar série anual. O canal pago americano HBO anunciou ter renovado a atração estrelada por Matthew Rhys para uma 2ª temporada. A produção teve uma estreia promissora no mês passado, atraindo 1,7 milhões de telespectadores nos EUA. Os números foram maiores que os da estreia da incensada “Watchmen”, vista por 1,5 milhões de americanos após uma campanha de marketing significativamente mais intensa. “Foi uma jornada emocionante trabalhar com a equipe imensamente talentosa por trás de ‘Perry Mason'”, disse Francesca Orsi, vice-presidente executiva de programação da HBO, em comunicado. “Os telespectadores gostaram de ser transportados de volta no tempo para a Los Angeles da década de 1930 e estamos felizes em receber o programa de volta para uma 2ª temporada.” O maior diferencial do reboot é justamente sua encenação nos anos 1930, época dos primeiros livros do personagem, criado por Erle Stanley Gardner. Essa característica não chamou atenção nos filmes e séries anteriores, porque eram contemporâneos dos livros – os sete longas de “Perry Mason” foram lançados entre 1934 e 1940 e a série imensamente popular, que consagrou o ator Raymond Burr, seguiu-se de 1957 e 1966. As histórias eram contemporâneas porque Gardner só parou de escrever os casos do mais famoso advogado da literatura ao morrer em 1970 – ele até apareceu no último episódio da série clássica, em 1966. Com isso, a maioria do público acabou esquecendo que o personagem surgiu como detetive na época da Lei Seca e dos gângsteres de chapéu e metralhadora. Mas é esta encenação original que a nova série retoma. O revival de “Perry Mason” foi desenvolvido pelos roteiristas Rolin Jones e Ron Fitzgerald (ambos de “Friday Night Lights”) para a Team Downey, a produtora do ator Robert Downey Jr., que chegou a considerar uma adaptação cinematográfica. Além de Rhys, o elenco destaca a vencedora do Emmy Tatiana Maslany (“Orphan Black”) e o vencedor do Emmy John Lithgow (“The Crown”), além de Chris Chalk (o Lucius Fox de “Gotham”), Juliet Rylance (“McMafia”), Madeline Zima (“Californication”), Shea Whigham (“Agent Carter”), Robert Patrick (“O Exterminador do Futuro 2”) e outros. Dirigida e coproduzida pelo também vencedor do Emmy Tim Van Patten (“Boardwalk Empire”), a 1ª Temporada de 8 episódios de “Perry Mason” segue no ar, com seu encerramento marcado para 9 de agosto.
Dirty John: 2ª temporada ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de “Dirty John”, que apresenta a premissa dos novos episódios. A produção, que tem formato de antologia, traz uma nova trama passional e verídica a cada ano e desta vez contará a história de Betty Broderick. Passada entre as décadas de 1960 e 1980, a trama vai contar o caótico divórcio entre a protagonista e seu marido Daniel T. Broderick III, que culminou num homicídio duplo. O elenco destaca Amanda Peet (“Togetherness”) no papel de Betty e Christian Slater (“Mr. Robot”) como o marido. Criada por Alexandra Cunningham, que também criou “Chance” e “Prime Suspect”, a série é adaptação de um podcast investigativo sobre casos reais e na 1ª temporada contou a história de John Michael Meehan, um aproveitador gatão de meia-idade (Eric Bana, de “Rei Arthur: A Lenda da Espada”), que invade a vida de uma mãe solitária (vivida por Connie Britton, de “Nashville”). A 2ª temporada foi lançada em junho na TV americana e vai ganhar lançamento nacional em 14 de agosto.
Listas de séries mais vistas da Netflix revelam distorções
A Netflix divulgou duas listas com suas séries mais assistidas em todos os tempos. Os nomes não trazem surpresas, nem números, mas revelam distorções causadas por critérios diferentes de apuração. A primeira lista contém séries que foram assistidas por pelo menos dois minutos. São elas “The Witcher”, “La Casa de Papel” (Parte 4), “Tiger King”, “Você” (2ª temporada), “Brincando com Fogo”, “Eu Nunca…”, “Space Force”, “Jogo de Lava”, “Criando Dion”, “Casamento às Cegas”, “Ozark” (3ª temporada) e “The Crown” (2ª temporada). A segunda classificação reúne produções que tiveram pelo menos 70% de seus episódios assistidos. No top 3 ficaram “Stranger Things, “The Umbrella Academy” e “La Casa de Papel”, seguidos por “Você”, “Sex Education”, “Nosso Planeta”, “Inacreditável”, “Disque Amiga para Matar”, “Olhos que Condenam” e “Elite”. A comparação entre as duas relações revela grandes diferenças e ajuda a demonstrar como o atual critério de medição de audiência da Netflix gera resultados irreais. Desde janeiro, a Netflix adota o critério dos dois minutos para considerar a audiência completa de sua séries. Por isso, tornaram-se costumeiros os comunicados que celebram 40 milhões de visualizações para seus lançamentos. Mas basta comparar as duas lista para perceber como essa medição gera distorções. A lista de séries vistas por dois minutos tem apenas duas atrações em comum com o Top 10 dos programas realmente assistidos. E a produção campeã dos dois minutos nem sequer entrou no Top 10 dos 70%.
Escritores de Psicopata Americano e Trainspotting farão série sobre indústria de fofocas
Dois autores celebrados da literatura contemporânea, o americano Bret Easton Ellis (“Psicopata Americano”) e o britânico Irvine Welsh (“Trainspotting”), vão se juntar para criar uma nova série, sobre os bastidores da indústria midiática da fofoca. Batizada de “American Tabloid”, a série foi encomendado pela produtora britânica Burning Wheel Productions e vai se passar ao longo de décadas, acompanhando a evolução de uma revista semanal até os dias da internet. Segundo os produtores, a atração descreverá a “cavalgada indisciplinada de patifes, vigaristas e palhaços – em outras palavras, jornalistas – que se juntam para mudar não apenas a paisagem, mas o poder da imprensa para sempre, expondo desde boatos escandalosos até marionetes políticos”. “Para fazer justiça à produção, sempre soubemos que precisaríamos de escritores que não se contivessem e fossem muito além do que muitos ousariam”, disse Shelley Hammond, da Burning Wheel, em comunicado sobre o projeto. “Estamos muito satisfeitos por estarmos prestes a contar com o incrível talento de Bret e Irvine. Será a primeira vez que os dois colaborarão profissionalmente – e com o apoio para permitir sua liberdade criativa, nós estão confiantes de que coisas espetaculares vão acontecer”. Apesar do anúncio, os contratos ainda não foram assinados. Os produtores afirmam que estão “positivos” de que o acordo será firmado nas próximas semanas e já preparam um cronograma de desenvolvimento para trabalhar rapidamente. A Burning Wheel Productions concluiu recentemente a produção do longa-metragem “Creation Stories”, sobre a gravadora Creation e seu fundador, o músico e empresário Alan McGee, com roteiro de Irvine. Saiba mais sobre este projeto aqui.
Burden of Truth é renovada para 4ª temporada
A rede canadense CBC renovou “Burden of Truth” para sua 4ª temporada, duas semanas após a exibição do final do terceiro ano pelo canal americano CW. Embora o final da 3ª temporada tenha servido como um desfecho satisfatório para a série, o ator Peter Mooney disse ao site TVLine no início de julho que “gostaria de fazer mais, porque acho que há mais histórias para desenvolver”. Criada por Bradley Simpson (roteirista de “Rookie Blue”), a série é estrelada por Kristin Kreuk (“Smallville”) e Peter Mooney (“Rookie Blue”), nos papéis de Joanna Hanley e Billy Crawford. Sócios numa firma de advocacia, que defende casos com poucas probabilidades de vitória, os personagens também entraram em um relacionamento romântico na 3ª temporada, com direito a uma gravidez inesperada. O último episódio avançou no tempo para mostrá-los prestes a se tornar pais. A evolução do relacionamento foi bem explorada pela série, que começou com a personagem de Kreuk enfrentando seu parceiro. Na estreia, Joanna Hanley era uma advogada corporativa, que retornara à sua pequena cidade natal para representar um grande cliente em um caso contra algumas garotas do ensino médio, que ficaram doentes. Ela despacha seu caso de forma rápida e eficiente, esmagando as meninas e o advogado delas – seu ex-colega de escola Billy Crawford. Mas, depois da vitória, descobre que as meninas estão mais doentes do que pensava e que havia algo sério por trás daquele caso. Assim, de forma relutante, ela deu início à parceria com Crawford, que levou à progressão da história e à renovação da série canadense. A CW ainda não anunciou se vai continuar exibindo a série nos EUA, onde é vista, em média, por apenas 505 mil pessoas ao vivo.
Elena de Avalor vai terminar com coroação da primeira rainha latina da Disney
A Disney anunciou o fim do desenho animado “Elena de Avalor” por meio de um vídeo de bastidores, em que intérpretes e produtores se despedem da atração. A série de Elena, a primeira princesa latina da Disney, vai chegar ao fim em 23 de agosto, no canal pago Disney Junior, num episódio especial em que a jovem finalmente se tornará rainha de seu reino. Assim, ela também se tornará a primeira rainha latina do estúdio de animação mais famoso do mundo. Criada por Craig Gerber (criador também da “Princesinha Sofia”), Elena é originalmente dublada pela atriz dominicana Aimee Carrero (série “Young & Hungry”) e, ao longo de três temporadas, salvou seu reino de uma feiticeira chamada Shuriki e demonstrou como é possível governar como benevolência, mesmo sem ter idade para isso. O capítulo final, batizado de “Elena de Avalor: Dia da Coroação”, apresentará a ascensão de Elena ao trono, agora que ela cresceu o suficiente para se tornar rainha. Vários integrantes do elenco estelar de convidados da série ao longo da produção, retornarão para dublar seus personagens no final. Os astros incluem Jaime Camil e Gina Rodriguez (ambos de “Jane the Virgin”), Mario Lopez (“Galera do Barulho”), Rachel Brosnahan e Tony Shalhoub (“The Marvelous Mrs. Maisel”), Whoopi Goldberg (“Ghost – Do Outro Lado da Vida”), Melissa Fumero e Stephanie Beatriz (“Brooklyn Nine-Nine”), Gina Torres (“Suits”), Kether Donohue (“You’re the Worst”), Tyler Posey (“Teen Wolf”) e Nestor Carbonell (“Bates Motel”). Além disso, Mark Hamill (“Star Wars”), Fred Armisen (“Portlandia”), Andy Garcia (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”), Jenny Slate (“Big Mouth”) e Patrick Warburton (“Lemony Snicket: Desventuras em Série”) participarão em novos papéis no final. O encerramento da série não significa que a personagem será abandonada. Ela pode ganhar especiais na plataforma Disney+ (Disney Plus), onde a série também é disponibilizada.
Vídeo e fotos apresentam intérpretes americanos do remake de Julie e os Fantasmas
A Netflix divulgou um teaser, o pôster e as primeiras fotos do remake americano da série juvenil brasileira “Julie e os Fantasmas”. A prévia mostra os atores escolhidos, após vários testes, revelando uma mudança racial no papel principal. A Julie americana é uma latina negra. A escolhida para o papel principal também é uma estreante. Madison Reyes só tinha figurado num curta-metragem antes de assumir o papel de Julie, interpretado por Mariana Lessa no Brasil. Já os músicos da banda fantasma têm bastante experiência em produções adolescentes. Charlie Gillespie apareceu em “Charmed”, “Degrassi: Next Class” e no filme “Runt” (2020), ao lado de Cameron Boyce. Jeremy Shada trabalha como dublador desde criança – é dele a voz de Finn em “A Hora da Aventura”, por exemplo. E Owen Patrick Joyner estrelou “100 Coisas para Fazer Antes do High School” e “Esquadrão de Cavaleiros”. Os três substituirão os brasileiros Bruno Sigrist, Fabio Rabello e Marcelo Ferrari. Para completar o elenco, Carlos Ponce (“Devious Maids”, “Major Crimes”) foi contratado para o papel de pai de Julie, que nesta versão é viúvo – no Brasil, os pais da jovem foram interpretados por Will Prado e Camila Raffanti. E o menino Sonny Bustamante (visto na série “Law & Order True Crime”) será o irmão mais novo da protagonista – vivido por Vinícius Mazzola por aqui. O diretor e coreógrafo Kenny Ortega, que comandou os fenômenos televisivos “High School Musical” e “Descendentes”, foi o responsável por esta escalação e vai produzir o remake, após assinar contrato para desenvolver projetos exclusivos para a plataforma de streaming. A série original foi desenvolvida pelo estúdio Mixer numa coprodução da rede Band e o canal pago Nickelodeon, e teve ao todo 26 episódios exibidos entre 2011 e 2012. A atração agradou tanto seu público-alvo que até hoje os fãs fazem campanha pela 2ª temporada. Além do Brasil, “Julie e os Fantasmas” chegou em toda a América Latina pelo Nickelodeon e até na Itália pelo canal Super!. Mas a razão de seu reconhecimento nos Estados Unidos se deve a ter vencido em 2013 o Emmy Internacional como Melhor Série Infantil do mundo. A trama gira em torno da Julie do título, uma jovem apaixonada por música que começa a tocar com uma banda formada por três fantasmas, Daniel, Martim e Félix, mortos há 25 anos. Essa premissa será mantida com os atores americanos, mas os nomes dos personagens mudaram. Foram americanizados para Luke, Reggie e Alex. Intitulada em inglês “Julie and the Phantoms”, a versão americana terá roteiros e produção da dupla Dan Cross e David Hoge (criadores de “Os Thundermans” e “Par de Reis”), enquanto os criadores da série original, Hugo Janeba e João Daniel Tikhomiroff, serão creditados como produtores da adaptação. A produção gringa tem estreia marcada para 10 de setembro na Netflix.
Netflix desiste de fazer série turca após censura contra personagem gay
A Netflix desistiu de produzir uma nova série turca depois que autoridades locais pediram a remoção de um personagem gay no roteiro. “If Only” foi anunciada no mês de março e contaria com a produção da empresa local Ay Yapim e da estrela turca Özge Özpirincci (“Kadin”). O governo da Turquia alegou que, por conta da presença de um personagem gay no roteiro da série, a Netflix não conseguiria obter uma licença para as gravações. O serviço de streaming, por sua vez, optou por cancelar a produção em vez de censurar o texto. A homossexualidade deixou de ser criminalizada no país em 1923, mas o governo de Recep Tayyip Erdoğan tem usado leis contra “ofensas à moral pública” para ampliar restrições à comunidade LGBTQIA+ local. De acordo com o site The Hollywood Reporter, outros séries da Netflix que contam com personagens LGBTQIA+ — como “Orange Is The New Black” e “Hollywood” — são transmitidas normalmente na Turquia sem cortes. No entanto, essa não foi a primeira vez que autoridades locais tentam censurar um roteiro da Netflix. Houve também uma reclamação contra um episódio da série americana “Designated Survivor”, sob alegação de que representava um líder político turco como vilão. Na ocasião, a reação da plataforma foi a mesma: tirou o episódio do ar. Isto aconteceu há apenas dois meses. Após esses episódios de censura, a Netflix afirmou que não vai alterar seus planos de continuar a produzir séries e filmes no país. “Estamos orgulhosos do talento incrível com o qual trabalhamos. Atualmente, temos várias atrações originais turcas em produção — e mais por vir — e esperamos compartilhar essas histórias com nossos membros em todo o mundo”, disse a plataforma, por meio de um comunicado.
Grey’s Anatomy vai abordar pandemia de covid-19 na próxima temporada
A série de médicos “Grey’s Anatomy” terá “a oportunidade e a responsabilidade” de abordar a pandemia da covid-19 na sua próxima temporada, disse a showrunner Krista Vernoff. Em evento virtual promovido pela Academia de Televisão dos EUA, responsável pelo Emmy Awards, ela disse que os roteiristas estão ouvindo histórias de médicos reais para escrever os episódios que abordarão o coronavírus. “Todos os anos temos conversas com médicos, que nos contam suas histórias. Normalmente, são as coisas mais engraçadas ou loucas que eles já viram. Este ano, é mais como uma terapia. Muitos deles estão falando pela primeira vez sobre isso [a pandemia], e começam a chorar e tremer. Eles falam sobre isso como se fosse uma guerra para a qual não foram treinados”, ela contou. Nesta comparação, a equipe do hospital televisivo Grey Sloan Memorial leva uma vantagem em relação a seus colegas de hospitais reais: a presença de Owen (Kevin McKidd), que já serviu como médico em um campo de guerra de verdade, no Iraque. Vernoff disse que, de fato, a experiência do personagem vai fazer a diferença nos próximos episódios. “Ele foi treinado para lidar com isso de uma forma que os outros médicos não foram”. Além de refletir a pandemia, os roteiristas da série enfrentarão outro problema, que é “manter o humor e o romance vivos”, características que diferencia “Grey’s Anatomy” das outras atrações médicas, enquanto contam as histórias traumáticas da luta contra a covid-19. A produção da 17ª temporada ainda não começou, justamente devido à pandemia. A data da volta ao trabalho não foi definida, nem há previsão para a estreia dos novos capítulos.
La Casa de Papel: Começa a produção da Parte 5
A produção da Parte 5 de “La Casa de Papel” já começou. O ator Álvaro Morte confirmou sua volta ao trabalho com um posto em seu Instagram nesta terça (21/7). Ele aparece usando máscara de proteção contra covid-19 na imagem. “Eu estou de volta. O professor está de volta”, escreveu o ator espanhol. Antes dele, Pedro Alonso já tinha mostrado sua preparação para retomar o papel de Berlim. Na semana passada, ele escreveu: “Acabei de cortar o cabelo e experimentar as roupas. Todos usavam máscaras. Por um momento isso pareceu o Pentágono. Ou um [filme de] Spielberg sobre encontros em quem sabe que época. O fato é que em breve eu serei ele novamente. Chama-se Berlim e é puro amor.” Veja abaixo. Lançada em 3 de abril, a Parte 4 da série espanhola é considerada um dos maiores sucesso do ano no catálogo da Netflix, vista por mais de 65 milhões de pessoas, segundo informação da própria plataforma ao mercado. Ver essa foto no Instagram I’m back. The Professor is back. @netflixes @netflix @vancouvermedia_ Uma publicação compartilhada por Álvaro Morte (@alvaromorte) em 21 de Jul, 2020 às 4:09 PDT Ver essa foto no Instagram Me acaban de cortar el pelo, probado ropa. Todos llevaban máscara. Aquello por momentos parecía el Pentágono. O una de Spielberg sobre encuentros en a saber qué fase. El caso es que dentro de poco volveré a ser él. Se llama Berlín y es puro amor. A ratos. 😋🦧🚀🔥 Uma publicação compartilhada por Pedro Alonso (@pedroalonsoochoro) em 13 de Jul, 2020 às 5:57 PDT












