Invincible: Série animada do autor de The Walking Dead ganha vídeo e data de estreia
A Amazon divulgou um trecho completo de “Invincible”, série animada que adapta os quadrinhos homônimos de Robert Kirkman (o autor de “The Walking Dead”). Além de abordar o relacionamento entre pai e filho protagonistas da trama, a prévia também revela a data de estreia da produção. Lançada como “Invencível” no Brasil, a série reflete o universo dos super-heróis com um olhar sombrio, ao acompanhar Mark Grayson, um jovem aparentemente comum, exceto pelo fato de ser filho do super-herói mais poderoso do planeta, Omni-Man. Durante toda a vida, ele acreditou que seu pai era um alienígena benevolente, vindo do espaço para proteger a Terra, e que havia herdado seus poderes para continuar esse legado. Até o dia em que é convidado a se juntar ao pai em sua verdadeira missão: dominar o mundo. O elenco de dubladores reúne diversos intérpretes “clássicos” de “The Walking Dead”, a começar por Steven Yeun (o Glenn), que dubla o protagonista. Além dele, o elenco também inclui Lauren Cohan (a Maggie), Lennie James (Morgan), Khary Payton (Ezekiel), Ross Marquand (Aaron), Sonequa Martin-Green (Sasha), Michael Cudlitz (Abraham) e Chad Coleman (Tyreese). Além deles, a série também terá as vozes de JK Simmons (vencedor do Oscar por “Whiplash”) como Omni-Man e Sandra Oh (vencedora do Globo de Ouro por “Grey’s Anatomy” e “Killing Eve”) como a mãe de Mark, sem esquecer de Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Walton Goggins (“Tomb Raider”), Mark Hamill (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), Gillian Jacobs (“Community”) e Seth Rogen (“Vizinhos”), entre outros. Um elenco de superprodução. Os quadrinhos de “Invincible” foram publicados por 15 anos, encerrando sua história em 2018. Neste meio tempo, sua trama já tinha sido transformado em série animada – pela MTV em 2008. Desta vez, a produção é do próprio Kirkman e chegará ao streaming em 26 de março.
Sob Pressão: 4ª temporada começa a ser gravada em fevereiro
As gravações da 4ª temporada de “Sob Pressão” foram marcadas para fevereiro. Segundo a colunista Patrica Kogut, do jornal O Globo, a atriz Drica Moraes, que gravou remotamente os episódios especiais sobre a covid no ano passado, voltará aos estúdios com o resto do elenco para os novos capítulos. A atriz já teve problemas de saúde no passado e, por isso, a direção optou por poupá-la naquela ocasião. Ela vive a infectologista Vera na trama. Além disso, David Junior, que estreou na série como o neurocirurgião Mauro em “Plantão Covid”, seguirá no elenco. Lucas Paraizo e sua equipe já entregaram os roteiros e um deles vai abordar o incêndio no Hospital Badim, na Tijuca, ocorrido em 2019. De acordo com Kogut, o caso do morador de rua que esfaqueou três pessoas na Lagoa, no mesmo ano, também serviu de inspiração. A estreia ainda não foi marcada, mas a Globo já confirmou a produção da 5ª temporada.
Atriz de Rotas do Ódio foi vítima de crime denunciado na série
A atriz Renata Peron viveu na pele o tema abordado pela série “Rotas do Ódio”, que teve suas três temporadas lançadas na Globoplay na semana passada. Em 2004, ela andava pela Praça da Sé, em São Paulo, quando foi brutalmente espancada por um grupo de skinheads simplesmente por ser transexual. Além do trauma emocional, ela perdeu um dos rins e carrega até hoje uma cicatriz na barriga por conta da violência sofrida aos 27 anos. “É um trauma muito grande você ser agredida por ser quem você é. Eu demorei anos para conseguir superar esse trauma, mas hoje, aos 43 anos, posso dizer que consegui. Acabei entendendo que o problema não sou eu, mas a sociedade ruim e emburrecida em que vivemos”, ela disse à coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo. “Fisicamente, ainda carrego algumas marcas. Preciso beber três litros de água por dia, para que o meu único rim continue funcionando bem. Também não uso mais biquíni e nada que mostre a minha barriga, pois tenho vergonha da grande cicatriz que ficou”, acrescentou. Foi por conta da agressão que Renata conheceu a diretora Susanna Lira, criadora da série. Susana entrevistou Renata para o documentário “Intolerância.doc”, lançado em 2017 com o tema dos crimes de ódio. E, ao saber que ela era atriz, decidiu convidá-la para o elenco de seu próximo projeto, “Rotas do Ódio”. “A série é um trabalho maravilhoso. Não tive qualquer problema em abordar um assunto que marcou tanto a minha vida. Já passei por tanta coisa nessa vida que acabei criando uma couraça, sabe?”, contou a atriz. A 1ª temporada estreou em 2018 no canal pago Universal, mas a produção passou a repercutir com mais força com o lançamento na Globoplay. “A minha caixa de mensagem nas redes sociais e o meu e-mail estão uma loucura. Parece até que a série foi o primeiro trabalho da minha vida como atriz. Por incrível que pareça, muitas pessoas sabem que eu vivo das artes, mas acham que eu sou apenas do gueto e, por isso, não tenho valor. Foi preciso aparecer numa série de TV com destaque para que reconhecessem esse valor”, disse Renata. Atualmente, Renata vive a expectativa por uma possível nova temporada de “Rotas do Ódio”. Mas ela também é cantora, formada em assistência social e militante dos direitos humanos.
Gregory Sierra (1937 – 2021)
O ator Gregory Sierra, que estrelou sucessos televisivos dos anos 1970, morreu em 4 de janeiro em Laguna Woods, Califórnia, de câncer aos 83 anos. Sua morte se tornou pública na noite de sexta (22/1). Nascida no Harlem espanhol de Nova York, Sierra apareceu em peças off-Broadway antes de se mudar para Los Angeles em 1969, passando a aparecer em várias séries de sucesso, até conseguir um papel recorrente em “Noviça Voadora”, estrelada por Sally Field. A aparição em quatro episódios lhe abriu caminho para a estreia no cinema, em “De Volta ao Planeta dos Macacos” (1970). Sierra apareceu em pequenos papéis em muitos filmes do período, como “À Procura da Verdade” (1970), “Céu Vermelho ao Amanhecer” (1971), “Assim Nasce um Homem” (1972), “A Divina Ira” (1972) e até blockbusters como “Papillon” (1973) e “Inferno na Torre” (1974), além de ter participado do projeto de Orson Welles “O Outro Lado do Vento”, que só veio à público em lançamento pela Netflix em 2018. Em 1972, ele foi escalado como Julio, o ajudante porto-riquenho do empresário mal-humorado de ferro-velho Fred Sanford, na série “Sanford & Son”, criada por Bud Yorkin e Norman Lear (de “Tudo em Família”), tornando-se vítima frequente de piadas preconceituosas, que divertiam o público da época. O papel lhe deu popularidade e, depois de deixar a série, ele conseguiu ainda mais destaque como um dos detetives originais da série policial “Barney Miller”, em 1975. Mas Sierra saiu da série na 2ª temporada, apostando no projeto de “A.E.S. Hudson Street”, uma comédia médica muito à frente de seu tempo, que lhe deu seu primeiro papel de protagonista. A atração foi cancelada após apenas cinco capítulos. Depois de mais um par de filmes – o thriller “Corrida pela Liberdade” (1978) e a comédia “O Prisioneiro de Zenda” (1979), com Peter Sellers – , ele ainda emplacou outro papel muito lembrado, como Carlos “El Puerco” Valdez, um contra-revolucionário do Malaguai que sequestrava Jessica (Katherine Helmond) na 4ª temporada de “Soap”, em 1980. A carreira de Sierra continuou como personagem recorrente em séries como “Chumbo Grosso” (Hill Street Blues), “Zorro and Son”, “Miami Vice” e “Assassinato por Escrito” (Murder, She Wrote), entre muitos outros. Seus últimos trabalhos foram no final dos anos 1990 e incluem o terror “Vampiros de John Carpenter” (1998) e a comédia “Máfia!” (1998).
Brie Larson será química feminista em série da Apple TV+
A atriz Brie Larson vai estrelar e produzir sua segunda série para a plataforma Apple TV+. Intérprete da Capitã Marvel no cinema e vencedora do Oscar de Melhor Atriz por “O Quarto de Jack” (2015), ela não tinha papel fixo numa produção do gênero há uma década. Ainda era adolescente quando viveu a filha de Toni Collette em “O Mundo de Tara” (United States of Tara), exibida entre 2009 e 2011 na TV americana. Mas agora tem dois projetos simultâneos na Apple. A novidade é uma adaptação do romance ainda inédito de Bonnie Garmus, “Lessons in Chemistry” (Lições em Química, na tradução literal), ainda sem capa divulgada ou previsão de lançamento. Passada no início dos anos 1960, a trama segue Elizabeth Zott (Larson), uma jovem química que tem o grande sonho de se tornar uma cientista importante. No entanto, devido a época, ela precisa colocar seu sonho de lado por viver uma sociedade que ainda espera que as mulheres desempenhem apenas funções domésticas. Quando Elizabeth fica grávida, sozinha e é demitida do laboratório em que trabalhava, ela aceita um emprego como apresentadora de um programa de culinária na televisão. Mas ao começar sua nova carreira, ela percebe que pode aliar seu amor à ciência com as atuais circunstâncias que lhe são impostas, ensinando ao seu público cativo muito mais do que simples receitas. A adaptação está a cargo da roteirista Susannah Grant, indicada ao Oscar por “Erin Brockovich” (2000). Ela e Larson dividirão a produção com o também ator Jason Bateman (“Ozark”) e Michael Costigan (produtor de “The Outsider”). Além desse projeto, Larson está envolvida desde 2019 com o desenvolvimento de outra série da Apple TV+, baseada na autobiografia “Life Undercover: Coming of Age in the CIA”, de Amaryllis Fox, uma autêntica espiã da CIA, que era especialista em disfarces. Nenhuma das duas atrações têm previsão de estreia.
Walker: Estreia da nova série de Jared Padalecki bate recorde de audiência
A estreia da série “Walker”, estrelada por Jared Padalecki (o Sam de “Supernatural”), rendeu audiência recorde para a rede The CW nos EUA. Exibida na noite de quinta (21/1) nos EUA, a atração foi assistida ao vivo por 2,43 milhões de telespectadores. Trata-se do maior pico de uma quinta-feira no canal desde 2018. No horário das 20h, essa audiência só é superada pela estreia de “Legends of Tomorrow”, em 2016. Mais que isso, os números representam o maior público sintonizado na rede de TV desde janeiro de 2018, quando um episódio da 4ª temporada de “The Flash” atingiu 2,59 milhões. Já a crítica odiou. A série recebeu apenas 27% de aprovação no Rotten Tomatoes, com críticas lamentando o tom genérico e a falta de ação, especialmente quando comparada à produção original que a inspirou. “Walker” é um remake da série clássica “Walker, Texas Ranger”. Para quem não lembra, a série original era estrelada por Chuck Norris e foi exibida no Brasil nos anos 1990 como “Chuck Norris: Homem da Lei”. Mas a nova versão é bem diferente, com temas tirados do noticiário atual sobre imigrantes ilegais nos EUA. Na trama, o personagem-título volta para sua cidade natal depois de trabalhar dois anos infiltrado em um caso de alta prioridade da força policial de elite do Texas. Seu retorno é anticlimático. Pai de dois filhos, ele precisa compensar a ausência, negociar confrontos familiares e encontrar um consenso com sua nova parceira (uma das primeiras mulheres na história do Texas Rangers), enquanto investiga as circunstâncias que cercaram a morte de sua esposa, falecida quando ele estava longe. Como curiosidade, a atriz Genevieve Padalecki, casada com Jared Padalecki na vida real, aparece como a esposa do ator em flashbacks da série. Os dois se conheceram no set de “Supernatural”, quando a atriz interpretou a demônio Ruby. Ela também morreu nessa série após se envolver com o personagem de Jared, Sam Winchester, um matador de demônios – na 4ª temporada. Além do casal, “Walker, Texas Ranger” tem outro egresso de “Supernatural”. O ator Mitch Pileggi, que interpretou o avô materno de Sam na 6ª temporada de “Supernatural”, vive o pai de Cordell Walker. O elenco tem mais atores conhecidos da TV americana, como Lindsey Morgan (a Raven de “The 100”), Keegan Allen (o Toby de “Pretty Little Liars”), Coby Bell (o Jesse de “Burn Notice”), Violet Brinson (a Kelsey de “Sharp Objects”), Odette Annable (a Sam de “Supergirl”) e Kale Culley (“IO que Ficou Perdido”), entre outros. A série tem roteiro de Anna Fricke (criadora de outro remake questionado, “Being Human”) e produção executiva de Dan Lin (“Lethal Weapon”) e do próprio Padalecki. Ainda não há previsão para o lançamento de “Walker” no Brasil.
Ator de Sintonia é demitido por não cumprir protocolos contra covid-19
Paulo Bronks, que interpreta o personagem Torto na série “Sintonia”, teve seu contrato encerrado após não cumprir “protocolos de segurança para prevenção da covid-19”. O desligamento aconteceu durante as gravações da 2ª temporada da série, que é realizada pela produtora KondZilla para exibição na Netflix. No entanto, o comunicado não informou se a saída do ator terá impacto na trama. Em nota, a Netflix informou que ele também não cumpriu outras cláusulas previstas em contrato, sem especificações. O comentário de alguns colegas, postados nas redes sociais, indicam que Bronx faltou em gravações e se recusava a realizar testes periódicos de covid-19. De acordo com a plataforma, tais atitudes colocaram “em risco a segurança de todos os envolvidos na produção”. O ator, também conhecido como É o Bronks, se pronunciou via stories do Instagram e afirmou ter recebido um “ok” para realizar trabalhos externos enquanto as gravações estavam paralisadas por conta da pandemia. Ele informou que estava na Praia Grande, litoral de São Paulo, trabalhando com divulgação de marcas, quando foi comunicado que realizaria uma cena dentro de um carro e, segundo ele, por ter se exposto ao coronavírus, foi comunicado da rescisão contratual. “Eu estava trabalhando, não estava na praia. Preciso de dinheiro. Eles poderiam remarcar a cena, acho que foi uma injustiça. Eu nunca me neguei a fazer teste”, disse Bronks, via Instagram Intérprete do protagonista Doni, MC Jottapê também se manifestou em seu stories, reforçando que Bronks não vinha cumprindo suas obrigações contratuais. “Sou muito grato ao projeto, por isso que eu defendo mesmo. Soube aproveitar”, ele explicou.
Mira Furlan (1955 – 2021)
A atriz croata Mira Furlan, que teve papéis marcantes nas cultuadas séries “Babylon 5” e “Lost”, morreu na quarta-feira (20/1) aos 65 anos, em sua casa em Los Angeles, de complicações do vírus do Nilo Ocidental. Ela se tornou mundialmente conhecida ao estrelar “Quando Papai Saiu em Viagem de Negócios”, filme de Emir Kusturica que venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes em 1985. Embora tivesse apenas 20 anos, a estrela nascida em Zagreb, na ex-Iugoslávia, já tinha uma ampla carreira estabelecida no teatro e no cinema iugoslavos, mas a repercussão do longa de Kusturica, que também foi indicado ao Oscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira, a colocou em evidência internacional. Furlan filmou a sci-fi francesa “Bunker Palace Hotel” (1989), de Enki Bilal, antes de migrar para os EUA em 1991. Dois anos depois, estrelou seu papel mais lembrado, como a embaixadora Deleen, da raça alienígena Minbari, em “Babylon 5”. Ela apareceu em 111 episódios de todas as cinco temporadas (1993-98) da série, que se passava numa estação orbital diplomática, espécie de ONU espacial, num período em que a paz interplanetária era ameaçada pela guerra. Após o fim de “Babylon 5”, ela repetiu seu papel em dois telefilmes derivados e dublou a heroína Sabre de Prata nos desenhos do Homem-Aranha, antes de voltar a se destacar em “Lost”. A atriz apareceu em todas as seis temporadas da atração, entre 2004 e 2010, no papel da misteriosa francesa Danielle Rousseau, uma das primeiras náufragas na ilha, que vive isolada com medo dos “outros”. Sua carreira também inclui o filme “Prova de Redenção” (2012), com Penélope Cruz, e participação recorrente na série infantil “Uma Pitada de Magia” (Just Add Magic), da Amazon. Criador de “Babylon 5”, J. Michael Straczynski prestou homenagem à atriz nas redes sociais, destacando seu “lado impetuoso e destemido que lutou incessantemente por sua arte”.
Series online: Especial de Euphoria é destaque entre as estreias da semana
O segundo capítulo especial de “Euphoria” é o destaque entre o conteúdo online de séries desta semana. Embora a exibição esteja marcada para domingo (24/1) na TV, a atração já chega à HBO Go às 23h desta sexta (22/1). A estreia acontece um dia após a divulgação do clipe de sua trilha sonora, “Los Vas a Olvidar”, primeira música em espanhol de Billie Eilish, cantada em parceria com a espanhola Rosalía. Focado na personagem Jules, da atriz Hunter Schafer, o capítulo estendido se passa durante o feriado do fim de ano, enquanto ela reflete sobre tudo o que lhe aconteceu. Além de atuar, Schafer é creditada como co-produtora executiva e co-roteirista da trama, em parceria com Sam Levinson, criador da série. A produção complementa a história do primeiro especial, que seguiu Rue (Zendaya) durante o mesmo fim de semana, após as duas se separarem no final da 1ª temporada da série. Os dois capítulos foram gravados no auge da pandemia, observando as diretrizes de precaução contra a covid-19, e contam com poucos coadjuvantes. Os diversos serviços digitais disponíveis no Brasil também recebem muitas atrações novas. Vale destacar “Losing Alice”, thriller sexual israelense estrelada por Ayelet Zurer (a mãe biológica de Superman no filme “Homem de Aço” e a Vanessa da série “Demolidor”) na Apple TV+. Ela vive a Alice do título, uma cineasta de cerca de 50 anos que entrou em decadência após constituir família. Mas um encontro casual a aproxima de uma bela e jovem roteirista (Lihi Kornowski, de “The Burglar”), que é autora de uma história que pode recuperar sua carreira. O envolvimento vira obsessão sexual, ao mesmo tempo em que Alice começa a descobrir segredos sinistros da garota – como o fato de seu roteiro sombrio ser mais relato de fatos que ficção. A Apple ainda disponibiliza a série de comédia “Little America”, uma antologia focada em histórias de imigrantes, criada pelo casal Kumail Nanjiani (o Dinesh de “Silicon Valley”) e Emily V. Gordon, indicados ao Oscar 2018 pelo roteiro “Doentes de Amor”. E outra estreia adulta vem pela Globoplay: “Por que as Mulheres Matam”, nova dramédia criminal de Marc Cherry, o criador de “Desperate Housewives”. Por falar em séries criminais, a Globoplay também traz “Carcereiros: A Noite Sem Fim”, versão ampliada de “Carcereiros: O Filme”, que ganhou novas cenas para servir como 3ª e última temporada da série presidiária brasileira. Para quem só tem Netflix, a opção é “Fate: A Saga Winx”, adaptação live-action do desenho animado italiano “O Clube das Winx”, criado por Iginio Straffi em 2004. A série mediana acompanha a jornada de cinco fadas adolescentes em Alfea, um internato mágico que fica em Outro Mundo – literalmente, Outro Mundo é o nome do lugar – e segue basicamente a mesma premissa sobrenatural adolescente de outras séries do gênero que a Netflix adora cancelar sem concluir. “A Ordem”, vítima recente desta tendência, era bem melhor. O Top 10 semanal reserva ainda boas atrações para as crianças, como “Sessão Pipoca com a Pixar”, antologia de curtas com personagens dos filmes animados da Pixar (“Toy Story”, “Procurando Dory”, “Carros”, “Viva – A Vida É uma Festa” e até o recém-lançado “Soul”), além do novo programa dos Muppets, “Agora Muppets”, e a 2ª temporada de “Jurassic World: Acampamento Jurássico”. Confira abaixo a relação completa e os trailers das estreias das 10 melhores séries disponibilizadas para streaming nesta semana. Euphoria | EUA | Especial (HBO Go) Losing Alice | Israel | 1ª Temporada (Apple TV+) Little America | EUA | 1ª Temporada (Apple TV+) Por que as Mulheres Matam | EUA | 1ª Temporada (Globoplay) Fate: A Saga Winx | Itália, Reino Unido | 1ª Temporada (Netflix) Sessão Pipoca com a Pixar | EUA | 1ª Temporada (Disney+) Agora Muppets | EUA | 2ª Temporada (Disney+) Jurassic World: Acampamento Jurássico | EUA | 2ª Temporada (Netflix) Dix pour Cent | França | 4ª Temporada (Netflix) Carcereiros: A Noite sem Fim | Brasil | 3ª Temporada (Globoplay)
Michelle Pfeiffer viverá Betty Ford em série sobre Primeiras-Damas dos EUA
O canal pago americano Showtime adicionou mais uma estrela de primeiro classe à “The First Lady”, série dedicada às Primeiras-Damas dos EUA. A atriz Michelle Pfeiffer (“Vingadores: Ultimato”) interpretará Betty Ford na série, que também trará Viola Davis (“As Viúvas”) como Michelle Obama. A produção desenvolvida pelo roteirista Aaron Cooley (“Melhor. Pior. Finde. De. Todos.”) ainda definiu a cineasta dinamarquesa Susanne Bier, que já venceu o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro (por “Em um Mundo Melhor”) e o Emmy (pela minissérie “The Night Manager”), como responsável pela direção e produção dos episódios. “Michelle Pfeiffer e Susanne Bier se juntaram à brilhante e incomparável Viola Davis para trazer as histórias notáveis dessas mulheres com um foco urgente, envolvente e há muito esperado”, disse Amy Israel, vice-presidente de programação roteirizada da Showtime. “Michelle traz autenticidade, vulnerabilidade e complexidade a todos os seus papéis, e Susanne é uma diretora visionária que comanda a tela com uma honestidade feroz e um estilo visual singular. Com esses artistas formidáveis na frente e atrás das câmeras, não poderíamos estar mais emocionados – especialmente neste momento único para a nossa nação – com a poderosa promessa de ‘First Lady'”, completou. “First Lady” se concentrará em três das mais famosas Primeiras-Damas do país, Michelle Obama, Betty Ford e Eleanor Roosevelt, e nos papéis que desempenharam na formulação de decisões impactantes, sendo responsáveis por grandes transformações durante suas passagens pela Casa Branca. Betty Ford foi Primeira-Dama de 1974 a 1977 durante a presidência de Gerald Ford. Ela teve um papel ativo na política social e foi uma das primeiras-damas mais abertas e politicamente ativas da história. Ela também aumentou a conscientização sobre o vício e o abuso de substâncias ilícitas, ao tornar público seu próprio alcoolismo. Sua relação com esse tema se estendeu à fundação de um famoso centro de tratamento de vícios que leva seu nome. O papel será a primeira participação regular de Michelle Pfeiffer numa série desde o início de sua carreira – ela estreou na série “Delta House”, em 1979.
Billie Eilish e Rosalía lançam clipe da parceria na trilha da série Euphoria
Após conquistar o Grammy e gravar o tema do próximo filme de 007, Billie Eilish lançou sua primeira canção em espanhol. A balada eletrônica “Los Vas a Olvidar” é uma parceria com a espanhola Rosalía e ganhou um clipe atmosférico do diretor Nabil Elderkin (de “Don’t Start Now”, da Dua Lipa), em que as estrelas surgem em um cenário escuro, com enfeites de cristal nas unhas – uma característica de Rosalía compartilhada agora pela americana. A faixa com tom melancólico e letra em espanhol faz parte da trilha do segundo especial da série “Euphoria”, que tem estreia marcada para domingo (24/1) no canal pago HBO – mas que já chega nesta sexta (22/1) no streaming da HBO Go.
HBO desenvolve segunda série derivada de Game of Thrones
A HBO está desenvolvendo “Tales of Dunk and Egg”, que pode se tornar sua segunda série derivada de “Game of Thrones”. O projeto é baseado numa coleção de três livros curtos de George R.R. Martin, passados no mesmo universo de “Game of Thrones”. Curiosamente, o próprio Martin sugeriu essa história quando a HBO começou a considerar derivados de sua atração principal. Isto foi antes da 6ª temporada de “Game of Thrones”, em 2016. “São tramas mais leves que ‘As Crônicas de Gelo e Fogo’, e mais no reino da ação/aventura”, chegou a dizer Martin há cinco anos, indicando, inclusive, que funcionariam melhor como três telefilmes independentes do que como uma série, pela curta duração de cada história. Os três volumes contam a saga de Sor Duncan, o Alto, e seu escudeiro, conhecido como Egg, um menino que na verdade é Aegon Targaryen, futuro rei de Westeros e bisavô de Daenerys. Trata-se de uma história mais próxima da época original de “Game of Thrones” que o primeiro spin-off, “House of the Dragon”, atualmente em produção – e que se situa três séculos antes do nascimento de Daenerys. Por enquanto, o projeto está em fase muito inicial e, segundo apuraram as principais publicações de entretenimento dos EUA, nenhum roteirista ainda foi confirmado para a adaptação. Vale lembrar que a HBO já chegou a encomendar um piloto de spin-off de “Game of Thrones” que não deu em nada, apesar de ter sido completamente gravado a custos elevados. Era uma história original, escrita por Jane Goldman (“Kingsman”) e estrelada por Naomi Watts (“Diana”). Depois disso, o canal encomendou “House of the Dragon” sem realizar um novo piloto. Esta série, que vai acompanhar a complicada família Targaryen e o período em que uma guerra civil dividiu os ancestrais de Daenerys, tem estreia prevista para 2022.
Superman & Lois ganha primeiro trailer sombrio
A rede americana The CW divulgou o primeiro trailer de sua nova série de super-heróis “Superman & Lois”. A prévia é completamente diferente do esperado, com um tom sombrio, mais próximo do filme “O Homem de Aço” que das séries do Arrowverso, apesar do vídeo destacar que a atração é dos mesmos produtores de “The Flash”. Criada por Todd Helbing (produtor executivo de “The Flash”) e pelo arquiteto do Arrowverso, Greg Berlanti, a série encontra Clark Kent e Lois Lane numa fase que ainda não tinha sido retratada em live-action, muitos anos após seu casamento e com filhos já adolescentes. Após perderem os empregos no Planeta Diário, eles também não moram mais em Metrópolis, ocupando a antiga fazenda Kent em Smallville. Mas mantém a identidade heroica de Clark em segredo dos filhos. O vídeo mostra o momento em que Clark revela ser o Superman para os filhos incrédulos. Além de Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch nos papéis principais (que eles já viveram em “Supergirl”), o elenco destaca Jordan Elass como Jonathan e Alexander Garfin como Jordan Kent, os filhos adolescentes do casal. Elsass, que já atuou em diversos videoclipes e na série “Little Fires Everywhere”, na Hulu, tem 20 anos. Já Garfin, que é mais reconhecido por seu trabalho como dublador, tendo interpretado Linus em “Snoopy & Charlie Brown: Peanuts, o Filme” (2015), tem 15 anos. A série ainda traz Dylan Walsh (que estrelou “Nip/Tuck” e atualmente está em “Blue Bloods”) como o pai de Lois, o general Samuel Lane (interpretado por Glenn Morshower na 1ª temporada de “Supergirl”), Emmanuelle Chriqui (“The Passage”) como Lana Lang e Erik Valdez (de “Graceland” – ou “Segredos do Paraíso” na TV aberta) como seu marido, Kyle Cushing. “Superman & Lois” vai estrear com um episódio expandido, de 90 minutos de duração – a duração de episódio duplo – e ainda será acompanhada pela exibição de um especial adicional na noite de 23 de fevereiro nos EUA. No Brasil, a série pode seguir “Batwoman” e ser lançada na HBO. Mas dependendo da velocidade de implementação, também pode aparecer diretamente na HBO Max nacional. Na terça (19/1), a WarnerMedia contratou Luis Duran para comandar a chegada do serviço à América Latina, o que deve acontecer ainda no primeiro semestre deste ano.












