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    Mark Hamill: “A reação dos fãs ao retorno de Luke é algo que guardarei para sempre”

    31 de dezembro de 2020 /

    O astro Mark Hamill, o eterno Luke Skywalker de “Star Wars”, postou mais dois comentários sobre o episódio de “The Mandalorian” (The Mandalorian) que trouxe a versão “mestre Jedi” de seu personagem clássico de volta às telas. Depois de agradecer aos produtores de “The Mandalorian”, Jon Favreau e Dave Filoni, pelo “presente”, ele dedicou os novos posts aos fãs, publicando dois vídeos de reações à sua aparição na série. Os vídeos registram a emoção de vários fãs ao verem a entrada triunfal de Luke no capítulo final da série. “Sem palavras. Ver as reações dos fãs ao retorno de Luke é algo que guardarei para sempre. A expectativa deles em ver o X-Wing / a figura de manto e capuz / um sabre de luz / um sabre de luz VERDE / uma mão enluvada / uma mão sem luva / um estrangulamento pela Força / R2-D2… foi DESCOMUNAL e muito comovente para mim”, Hamill escreveu no Twitter. “Eu também sou um fã, então sabia que os verdadeiros fãs iriam adorar, mas vê-los emocionados além da conta, com a exuberância de crianças, gritando em êxtase, as lágrimas de pura alegria… é uma montanha-russa de emoções que nunca esquecerei”, completou. Foi uma pequena aparição. Mas representou o ponto alto de 2020 para muitas pessoas. Nos momentos finais da 2ª temporada de “The Mandalorian” – exatamente quando parecia que os mocinhos seriam exterminados sem cerimônia por um pelotão de Dark Troopers – um solitário X-Wing entrou no hangar da nave imperial de Moff Gideon. Seu piloto desceu coberto por um capuz, mantendo sua identidade escondida, enquanto passou a enfrentar e eliminar Dark Trooper após Dark Trooper, usando um sabre de luz verde empunhado por uma mão enluvada. Quando este Jedi chegou à ponte onde Mando, a Criança e os demais se trancaram, ele ergueu o capuz para revelar o rosto do jovem Luke Skywalker (Hamill) da época de “O Retorno de Jedi” (1983). Jon Favreau confirmou que o próprio Hamill participou do momento memorável (embora outro ator, Max Lloyd-Jones, tenha servido como dublê das cenas de ação de Luke). “Ter Mark Hamill no set de filmagem para, usando a tecnologia que tínhamos disponível, rejuvenescê-lo para que parecesse como nos filmes antigos – e manter isso em segredo – foi muito especial”, disse Favreau. Veja os posts de Hamill com os vídeos de reações dos fãs impressionados com a volta do jovem Luke ao universo de “Star Wars”. #NoWords-Seeing fan's reactions to Luke's return is something I will cherish forever. Their anticipation seeing the X-Wing/Ep. 6 Robes/a lightsaber/a GREEN lightsaber/a gloved hand/an ungloved hand/a Force choke/R2-was OVERWHELMING & very moving to me-1/2 https://t.co/gzKn9IVPf6 — Mark Hamill (@HamillHimself) December 31, 2020 I'm a fan myself, so I knew true fans would love it, but to see them thrilled beyond belief with the exuberance of children, whooping it up, screaming in ecstasy, the tears of sheer joy…it's a rollercoaster of emotions I'll never forget. #I_LOVE_UPFs 2/2 https://t.co/NogCFE5rqL — Mark Hamill (@HamillHimself) December 31, 2020

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  • Série

    A Discovery of Witches: 2ª temporada ganha trailer dramático

    31 de dezembro de 2020 /

    A plataforma americana AMC+ divulgou um trailer bastante dramático da 2ª temporada de “A Discovery of Witches”, série britânica de bruxas estrelada por Teresa Palmer (“Quando as Luzes se Apagam”) e Matthew Goode (“Aliados”). A prévia mostra os personagens no passado, refletindo a trama do segundo livro da “Trilogia das Almas” (“All Souls” no original). Nas páginas de “Sombra da Noite”, os protagonistas vão parar no final do século 16, quando o personagem vampiro de Goode já existia, como um nobre influente da corte da Rainha Elizabeth I, e devem encontrar uma poderosa professora de bruxas para ajudar a protagonista a controlar sua magia, visando achar o Livro da Vida. “A Discovery of Witches” tem o nome do primeiro livro da trilogia, lançado no Brasil como “A Descoberta das Bruxas”, e se tornou a maior audiência do canal britânico Sky em 2018. A continuação será exibida quase três anos depois da transmissão do último capítulo, mas a 3ª temporada, que completa a história, não deve demorar tanto, pois teve sua aprovação e produção antecipadas. Considerada uma mistura de “Crepúsculo” com “Harry Potter”, a trama gira em torno de Diana Bishop, uma jovem professora da Universidade de Oxford que é descendente das bruxas de Salem. Quando desvenda acidentalmente um manuscrito encantado, ela é obrigada a abraçar a magia em seu sangue e descobre um mundo secreto, com direito a um romance proibido com um vampiro encantador chamado Matthew Clairmont, de 1,5 mil anos de idade. Assim como nos livros de Stephenie Meyer, o romance entre os dois desperta a ira dos que governam a aliança do mundo sobrenatural, o que fica bastante claro no trailer da 2ª temporada. Entre os demais intérpretes da atração também se destacam Owen Teale (série “Game of Thrones”), Julian Kostov (“Leatherface”), Alex Kingston (série “Doctor Who”), Valarie Pettiford (série “Valor”), Lindsay Duncan (“Alice Através do Espelho”), Gregg Chillin (série “Da Vinci’s Demon”), Louise Brealey (série “Sherlock”), Aiysha Hart (série “Atlântida”), Edward Bluemel (“O Passageiro”) e a sueca Malin Buska (“A Jovem Rainha”). A adaptação foi escrita por Kate Brooke (roteirista da série “Mr. Selfridge”), Sarah Dollard (“Doctor Who”) e Tom Farrelly (“Raw”) e a direção da 2ª temporada está a cargo de Sarah Dollard e Susie Conklin (“The Musketeers”). A estreia está marcada para 8 janeiro no Reino Unido e um dia depois nos EUA.

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    The Great North: Conheça a nova série animada da equipe de Bob’s Burgers

    31 de dezembro de 2020 /

    A Fox vai introduzir uma nova família animada em 2021. A nova série de animação “The Great North” ganhou um pôster e um teaser que revela que os Tobins se sentirão em casa entre os Simpsons, os Griffins e os Belchers. “The Great North” traz um time de estrelas como as vozes dos Tobins, uma família formada por um pai solteiro e quatro filhos que levam uma vida “comum” no distante e gélido Alasca. O elenco de dubladores destaca Nick Offerman (“Parks and Recreation”) como o patriarca Beef Tobin, Will Forte (“O Último Homem na Terra”) como o filho mais velho, Wolf, Aparna Nancherla (“Corporate”) como o filho mais novo, Moon, Paul Rust (“Love”) como o filho do meio, Ham, e Jenny Slate (“Big Mouth”) como a única filha mulher, Judy. Além deles, a série também conta com Dulcé Sloan (“The Daily Show”) como noiva de Wolf, Honeybee, Megan Mullally (“Will & Grace”) como a chefe de Judy, Alyson, e Alanis Morissette (“Dogma”) como ela mesma – ou melhor, como uma visão de Judy da famosa cantora na Aurora Boreal. Já renovada para sua 2ª temporada, “The Great North” é uma criação das irmãs Wendy Molyneux e Lizzie Molyneux-Logelin, que se destacaram escrevendo episódios de “Bob’s Burgers”. Elas também atuam como showrunners da atração, que conta, entre seus produtores, com Loren Bouchard, o criador de “Bob’s Burgers”. A estreia está marcada para 14 de fevereiro nos EUA.

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  • Série

    Mark Hamill agradece O Mandaloriano por resgatar Luke Skywalker

    31 de dezembro de 2020 /

    Mark Hamill está terminando 2020 feliz da vida, graças a “The Mandalorian” (The Mandalorian). Duas semanas depois que a série do Disney+ (Disney Plus) ressuscitou Luke Skywalker, naquela que foi indiscutivelmente a participação especial mais legal do ano, o ícone de “Star Wars” foi às redes sociais para expressar sua felicidade e gratidão aos produtores executivos Jon Favreau e Dave Filoni. “Às vezes, os maiores presentes são os mais inesperados e algo que você nem sabia que queria até que foi dado”, Hamill tuitou, adicionando “#ThankYouJonAndDave” e uma imagem de Luke Skywalker no episódio. Nos momentos finais da 2ª temporada de “The Mandalorian” – exatamente quando parecia que os mocinhos seriam exterminados sem cerimônia por um pelotão de Dark Troopers – um solitário X-Wing entrou no hangar da nave imperial de Moff Gideon. Seu piloto desceu coberto por um manto, mantendo sua identidade escondida, enquanto passou a enfrentar e eliminar Dark Trooper após Dark Trooper, usando um sabre de luz verde empunhado por uma mão enluvada. Quando este Jedi chegou à ponte onde Mando, a Criança e os demais se trancaram, ele ergueu o capuz para revelar o rosto do jovem Luke Skywalker (Hamill) da época de “O Retorno de Jedi” (1983). Jon Favreau confirmou que o próprio Hamill participou do momento memorável (embora outro ator, Max Lloyd-Jones, tenha servido como dublê das cenas de ação de Luke). “Ter Mark Hamill no set de filmagem para, usando a tecnologia que tínhamos disponível, rejuvenescê-lo para que parecesse como nos filmes antigos – e manter isso em segredo – foi muito especial”, disse Favreau. O próprio Hamill se maravilhou com a falta de vazamentos da sua participação e o impacto causado nos fãs. “O fato de termos conseguido manter meu envolvimento em segredo por mais de um ano, sem vazamentos, é nada menos que um milagre. Um verdadeiro triunfo para quem odeia spoiler em todos os lugares!”, ele escreveu no Twitter. Sometimes the greatest gifts are the most unexpected and something you never realized you wanted until it was given.#ThankYouJonAndDave 🙏 pic.twitter.com/4nNjSvbvIN — Mark Hamill (@HamillHimself) December 30, 2020 The fact that we were able to keep my involvement a secret for over a year with no leaks is nothing less than a miracle. A real triumph for spoiler-haters everywhere!#LooseLipsSinkStarships #STFU pic.twitter.com/TOBqlXYyHN — Mark Hamill (@HamillHimself) December 19, 2020

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    Dawn Wells (1938 – 2020)

    30 de dezembro de 2020 /

    A atriz Dawn Wells, que interpretou a náufraga Mary Ann na icônica série de comédia de TV “A Ilha dos Birutas” (Gilligan’s Island), morreu na manhã desta quarta-feira (30/11) em Los Angeles de complicações relacionadas à covid-19. Ela tinha 82 anos. Natural da cidade de Reno, Wells se tornou Miss Nevada no concurso de Miss América de 1959, e a projeção obtida pela disputa a levou a aparecer em várias séries do começo dos anos 1960 antes de conseguir seu papel mais famoso – incluindo “77 Sunset Strip” (em quatro episódios como quatro personagens diferentes), “Caravana”, “Laramie”, “Cheyenne”, “Maverick”, “Salto à Aventura” (Ripcord) e “Hawaiian Eye”. Ela derrotou 350 candidatas para ficar com o papel de Mary Ann em 1964. Mas, apesar da longevidade das reprises na TV, “A Ilha dos Birutas” foi apenas um sucesso moderado para a rede CBS durante sua exibição original de três temporadas, indo ao ar em noites e horários diferentes a cada ano até ser cancelada em 1967. A ironia é que, quando passou a ser reprisada em horário fixo nas estações locais, a atração se tornou um dos maiores sucessos da TV americana da década de 1970, inspirando até duas produções animadas, a primeira exibida de 1974 a 1977 e a segunda (“Gilligan’s Planet”) de 1982 a 1984. Wells voltou a viver Mary Ann na dublagem das duas produções, além de aparecer com o elenco original em três telefilmes de reencontro, do final dos anos 1970 ao início dos 1980. Após o fim da série, ela ainda apareceu no cultuado terror “Assassino Invisível” (The Town That Dreaded Sundown, 1976) e num punhado de filmes inexpressivos, acomodando-se como atriz convidada de sucessos televisivos, como “James West”, “Columbo”, “Ilha da Fantasia”, “O Barco do Amor”, “Roseanne”, “SOS Malibu” (aywatch) e “ALF, o Eteimoso”. Wells continuou a trabalhar na TV esporadicamente até 2019, encerrando a carreira ao dublar um episódio da animação “As Épicas Aventuras do Capitão Cueca”. Mas, além de atuar, ela também foi produtora, escritora, jornalista, palestrante motivacional, professora, presidente da Fundação Terry Lee Wells, com foco em mulheres e crianças no norte de Nevada, e ainda dirigiu um acampamento de atores, Film Actors Boot Camp, por sete anos em Idaho.

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    James Gunn diz que série do Pacificador será para maiores

    30 de dezembro de 2020 /

    O cineasta James Gunn resolveu se pronunciar sobre a classificação etária da série “Peacemaker”, spin-off de “O Esquadrão Suicida” focado no vilão Pacificador, vivido por John Cena. Após as redes sociais espalharem rumores de que a série, anunciada em setembro para a HBO Max, poderia ter uma estreia simultânea na rede CW, Gunn disse no Twitter que a produção será voltada para adultos e, portanto, não tem a menor possibilidade de chegar a um canal de TV aberta. Segundo o diretor, que está escrevendo e produzindo a série, caso “Peacemaker” fosse editada para se adequar às restrições etárias de uma rede de TV, ela “teria apenas 40 segundos de duração”. Gunn não explicou porque motivo a produção seria “inapropriada” para menores, mas provavelmente se trata de uma trama com bastante violência. Produzido por Gunn, Cena e Peter Safran (produtor de “Aquaman”), a atração irá explorar a origem do Pacificador, embora o cineasta aponte que isso não a torna automaticamente um prólogo de “O Esquadrão Suicida”. A série também pode apresentar aparições de outros membros da Força Tarefa X (mais conhecida como Esquadrão Suicida), sugeriu Gunn. A série de oito episódios ainda não recebeu uma data de estreia na HBO Max. Lol. No. If we edited it for broadcast TV it would be forty seconds long. https://t.co/cVfKP8iFLz — James Gunn (@JamesGunn) December 28, 2020

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    Chaves e Chapolin Colorado vão ganhar novas produções

    30 de dezembro de 2020 /

    Chaves e Chapolin Colorado vão ganhar novos aventuras. Os personagens de Roberto Bolaños serão revividos por seu filho, Roberto Gómez Fernández, que está contando com sua astúcia para retomar a produção de uma série sobre Chaves e filmes do Chapolin. Os projetos foram revelados durante uma entrevista do herdeiro de Bolaños à revista GQ. É um novo capítulo para as obras mais famosas do ator e diretor mexicano, morto em 2014, e que deixaram de ser exibidas em toda a América Latina em agosto deste ano após um impasse com a Televisa. Um filme de animação 3D do super-herói colorado já está em produção, mas existe a ideia de filmar também uma versão live-action. Já Chaves terá uma espécie de série sobre sua origem, baseada em manuscritos originais em que Bolaños explora histórias paralelas de personagens como o professor Jirafales e dona Florinda. “Tem uma história que nunca apareceu na televisão: de onde veio o cara (Chaves). Ele (Bolaños) a publicou em livro (‘O Diário do Chaves’, esgotado no Brasil), e também há a visão dos diferentes personagens que estão na vizinhança”, citou Fernández. Tudo isso, porém, está em fase muito inicial. “Temos que fazer todo um processo que tem a ver com o tamanho do que pode ser feito. O orçamento é uma limitação monstruosa. Não temos certeza se podemos fazer um filme de super-herói americano que custa US$ 20 milhões, mas algo que tenha uma produção de primeira qualidade”, disse Fernández. Um filme de super-herói americano custa, na verdade, US$ 200 milhões. Fernández sabe que deixou passar uma oportunidade de lançar um filme em 2020, quando Chapolim completou 50 anos de criação. No ano que vem, será a vez de Chaves. Os dois personagens, que seguiam fazendo sucesso em reprises na TV, deixaram de ser exibidos na América Latina este ano, após um desacordo entre o Grupo Chespirito, dono dos direitos autorais sobre as obras, do qual faz parte Fernández, e a Televisa, dona do material gravado em vídeo. Na entrevista à GQ, Fernández afirmou que “se não concordarmos, nem a Televisa pode transmiti-los nem eu posso fazer nada com os programas originais”. Esta limitação não abrange novas produções. Por isso, ele disse que os projetos já foram apresentados a diversas produtoras, estúdios e plataformas de streaming, mas não revelou as empresas com as quais as ideias foram discutidas. “Estamos em contato, avaliando a melhor opção”, disse. Não devem faltar interessados.

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    Marcus D’Amico (1965 – 2020)

    29 de dezembro de 2020 /

    O ator Marcus D’Amico, mais conhecido por sua interpretação como Michael “Mouse” Tolliver na minissérie original de “Crônicas de San Francisco” (Tales of the City) morreu em 16 de dezembro de pneumonia em Oxfordshire, Inglaterra, aos 55 anos. A notícia foi compartilhada por sua irmã, Melissa D’Amico, chefe da agência de atuação juvenil do Reino Unido, APA Talent. “Não apenas perdi meu lindo irmão, mas o mundo perdeu um ator e diretor incrivelmente talentoso. Palavras não podem expressar o quanto sinto falta dele”, ela escreveu em um post no Instagram. Mouse era o doce jardineiro (e confidente gay de Mary Ann Singleton, personagem de Laura Linney) que era diagnosticado com AIDS na série passada em de São Francisco, que estreou no Channel 4 britânico em 1993 – antes de ser transmitida na PBS nos Estados Unidos. O personagem foi interpretado por Paul Hopkins em duas minisséries subsequentes, em 1998 e 2001, e por Murray Bartlett no reboot da Netflix em 2019. Nascido em 4 de dezembro de 1965 em Frankfurt, Alemanha, e criado no Reino Unido, D’Amico foi indicado ao prêmio Olivier de melhor ator por interpretar Louis na produção de 1992 “Angels in America”, de Tony Kushner. Na Broadway, ele recebeu o prêmio Theatre World por sua atuação como Eric Birling em um revival de 1994 de “An Inspector Calls”, dirigido por Stephen Daldry. D’Amico também apareceu em filmes como “Superman II” (1980) e “Nascido para Matar” (Full Metal Jacket, 1987) de Stanley Kubrick – como o soldado apelidado de “Hand Job”. Mais recentemente, ele teve um papel na minissérie “The Alienist: Angel of Darkness” (2018).

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    William Link (1933 – 2020)

    29 de dezembro de 2020 /

    O roteirista e produtor William Link, co-criador de séries clássicas como “Columbo” e “Assassinato por Escrito”, entre outras, morreu no domingo (27/12) de insuficiência cardíaca congestiva em Los Angeles, aos 87 anos. Em uma carreira de mais de 60 anos, Link ficou conhecido por sua colaboração com o falecido Richard Levinson. Os dois se conheceram aos 14 anos e começaram a colaborar quase imediatamente em histórias, roteiros de rádio e TV. Eles viram o potencial da TV para contribuir para a discussão sobre assuntos como relações raciais, homossexualidade, inquietação estudantil e violência armada, e inovaram o conteúdo televisivo. Link e Levinson começaram a escrever para séries no final dos anos 1950, em produções como “Johnny Ringo” e “The Rebel”. Logo passaram a criar episódios para séries populares, como “Alfred Hitchcock Apresenta”, “Dr. Kildare”, “A Lei de Burke” e “O Fugitivo”, até criarem suas primeiras atrações, a série de espionagem da 2ª Guerra Mundial “Jericho” (1965) e principalmente “Mannix” (1967), um megasucesso desenvolvido em parceria com Bruce Geller (criador de “Missão: Impossível”), que durou 8 temporadas até 1975. Considerada uma das séries mais violentas de sua época, a atração acompanhava as aventuras do investigador particular Joe Mannix (Mike Connors), de Los Angeles, que a cada episódio travava muitas brigas, perseguições de carros e tiroteios. Oposto de “Mannix”, “Columbo” era uma série de investigação criminal que dava mais ênfase à ação intelectual, destacando a sagacidade do detetive vivido por Peter Falk. O ator encarnou o detetive de homicídios de Los Angeles Columbo de 1971 a 2003, um recorde, graças à quantidade de telefilmes que se seguiram ao desfecho oficial da série (originalmente exibida entre 1971 e 1978). O personagem e o programa acabaram revolucionando a TV, ao mostrar um formato de história invertida, que começa mostrando o crime e seu autor, antes da investigação de Columbo apontar o criminoso. Este formato acabou virando padrão e é usado até hoje em séries da franquia “Law & Order”, por exemplo. A parceria de Link e Levinson também tendeu o sucesso de “Assassinato por Escrito” (Murder She Wrote), que fez sua estreia em 1984. A série estrelada por Angela Lansbury seguia a romancista de mistério Jessica Fletcher, que resolvia crimes como detetive amadora. Apesar dos executivos da rede lamentarem que o programa não tinha sexo, exibia pouca violência e sua protagonista era uma mulher de certa idade, a série foi extremamente popular e durou 12 anos. Outras séries de televisão criadas por Link e Levinson incluem “Tenafly” (1973, um dos primeiros programas de TV com protagonistas afro-americanos), “Ellery Queen” (1975) e “Blacke’s Magic” (1986). Mas a parceria também se estendeu a vários telefilmes inovadores, incluindo “My Sweet Charlie” (1970) sobre a amizade entre uma fugitiva adolescente, branca e grávida e um advogado afro-americano injustamente acusado de assassinato; “That Certain Summer” (1972) um dos primeiros retratos simpáticos da homossexualidade na televisão e “A Execução do Soldado Slovik” (1974), um poderoso relato do único soldado dos EUA executado por deserção durante a 2ª Guerra Mundial. Os dois últimos filmes apresentaram o jovem Martin Sheen ao grande público. Além de seu trabalho na televisão, Link e Levinson ainda escreveram roteiros de cinema, como os filmes de desastre “O Dirigível Hindenburg” (1975) e “Terror na Montanha Russa” (1977). A dupla ainda escreveu o livro “Stay Tuned: An Inside Look at the Making of Prime-Time Television” (1981), um relato de bastidores da televisão de sua época, e compartilhou muitos reconhecimentos da indústria do entretenimento, incluindo dois Emmys, dois Globos de Ouro, um Peabody e inúmeros outros. Link e Levinson também foram introduzidos no Hall da Fama da Academia da Televisão em 1994.

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    Superman & Lois: Nova série de super-heróis ganha teaser

    29 de dezembro de 2020 /

    A rede americana The CW divulgou um teaser de “Superman & Lois”, que apresenta os personagens do próximo programa de super-heróis. A prévia destaca o esforço simbólico que Superman percisa fazer para preservar sua família. Segundo a sinopse oficial, “Superman & Lois” “segue o super-herói e a jornalista mais famosos dos quadrinhos” enquanto eles “lidam com todo o estresse, pressão e complexidades de pais que trabalham na sociedade de hoje”. Na série, o casal, interpretado por Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch, terá dois filhos adolescentes, Jonathan (Jordan Elass) e Jordan Kent (Alexander Garfin). Rumores apontam que a trama irá acompanhar a evolução dos jovens até se transformarem em super-heróis como o pai. Nunca é demais lembrar que a paternidade de Superman chegou a ser explorada no filme “Superman – O Retorno” (2006), mas era um tema inédito na TV. “Superman & Lois” também será a primeira série protagonizada por Superman neste século – a primeira desde “Lois & Clark: As Novas Aventuras de Superman” (1993-1997) – , lembrando que “Smallville” era centrada em Clark Kent, o herói conhecido como “Borrão” (Blur). Na época, os produtores foram proibidos de chamar o super-herói de Superman por imposição da divisão de cinema da Warner. Curiosamente, Tyler Hoechlin e Tom Welling, o intérprete do “Borrão”, chegaram a dividir uma cena durante o crossover do Arrowverso do ano passado, “Crise nas Infinitas Terras”, que mostrou o que aconteceu com Clark após o final de “Smallville”. Neste encontro, foi revelado que ele também teve filhos com sua Lois (Erica Durance). A nova série tem estreia marcada para 23 de fevereiro nos EUA.

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    Tuck Tucker (1961 – 2020)

    28 de dezembro de 2020 /

    O animador, roteirista e diretor Tuck Tucker, que trabalhou em desenhos icônicos como “A Pequena Sereia”, “Bob Esponja”, “Hey Arnold” e “Padrinhos Mágicos”, morreu na terça passada (22/12) anos 59 anos. A notícia foi confirmada por familiares à imprensa americana, sem citar a causa da morte. Tucker começou sua carreira como animador na Disney, onde trabalhou em “A Pequena Sereia” (1989), antes de se destacar na TV, em séries como “Rugrats: Os Anjinhos” (1991), “Ren & Stimpy” (1992-1993) e “Os Simpsons” (1990-1995). Sua primeira oportunidade como diretor foi em “Hey Arnold”, comandando vários episódios da série e também o longa-metragem lançado em 2002. Como diretor, também assinou episódios de “A Casa Animada” (2005-2006), recém-disponibilizada na Paramount+, e “Padrinhos Mágicos” (2013-2014). O seu trabalho como animador, roteirista e pau para toda obra de “Bob Esponja Calça Quadrada”, entre 2007 e 2014, lhe rendeu um Annie, o Oscar da animação, em 2011, por suas contribuições para a trilha sonora da série. Seus últimos créditos vão chegar ao cinema em 2021. Ele estava trabalhando em “Bob’s Burgers: O Filme”, baseado na série homônima da rede americana Fox.

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    Nancy Drew encontra novo mistério sobrenatural no trailer da 2ª temporada

    27 de dezembro de 2020 /

    A rede americana The CW divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Nancy Drew”. Com clima aterrorizante, a prévia introduz um novo mistério e a maldição do além que passa a perseguir a protagonista e seus amigos após eles investigarem o caso. Tudo começa quando uma jovem não identificada é atacada… e diz o nome de Nancy (Kennedy McMann) antes de perder a consciência. As cenas envolvem muitas luzes de lanterna, assombrações, sustos de terror e situações literais de cliffhanger – expressão popularizada na era dos seriados de aventura (anos 1930 e 1940), que em inglês significa ficar agarrado na beira de um abismo. A 2ª temporada de “Nancy Drew” também vai introduzir o personagem Tom Swift, que pode ganhar sua própria série, baseada na coleção literária iniciada em 1910 pelo editor Edward Stratemeyer – o mesmo que, duas décadas depois, lançou o primeiro livro de Nancy Drew. Bem diferente da versão literária, o personagem será negro, gay e bilionário, mas continuará a manter sua principal característica, como um jovem gênio inventor perseguido por indivíduos mal-intencionados. Ele será lançado em um mundo de conspiração de ficção científica após o desaparecimento de seu pai e precisará deixar para trás o conforto de seu estilo de vida cheio de dinheiro para escapar de um grupo misterioso em seu encalço. O plano é fazer com que o personagem colida com uma das investigações de Nancy, num caso que ela interpreta como sobrenatural e que ele acredita ter explicação científica. Os novos episódios estreiam em 21 de janeiro na rede The CW.

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    Power Book III: Raising Kanan volta aos anos 1990 no primeiro teaser

    27 de dezembro de 2020 /

    O Starz divulgou o primeiro teaser de “Power Book III: Raising Kanan”, segunda série derivada da campeã de audiência do canal, “Power”, encerrada em fevereiro passado. O breve vídeo dá aos fãs um vislumbre do que está por vir no prólogo da série original de Courtney Kemp. A atração leva os espectadores de volta aos anos 1990, época do pager, boombox e A Tribe Called Quest, que canta a música “Excursions” (1991) na trilha sonora. A série vai se passar na juventude de Kanan Stark, retratado em “Power” pelo rapper, ator e produtor da franquia Curtis “50 Cent” Jackson. Em “Raising Kanan”, o personagem será vivido por Mekai Curtis (“Alexandre e o Dia Terrível, Horrível, Espantoso e Horroroso”). A trama vai acompanhar sua criação na região conhecida como Jamaica, no Queens, em Nova York, os amigos e as conexões que levaram à seu destino trágico. “Esta é a minha história, esta é a história de Southside Jamaica, Queens”, narra Kanan, ainda com a voz de Jackson na prévia, mostrando que o ator vai continuar associado ao personagem, como condutor da trama. O elenco da nova atração também vai incluir Patina Miller (“Madam Secretary”), Omar Epps (“House”), London Brown (“Ballers”), Malcolm M. Mays (“Snowfall”), Shanley Caswell (“NCIS: Nova Orleans”), Lovie Simone (“Jovens Bruxas: Nova Irmandade”), Toby Sandeman (“The Royals”) e Joey Bada$$ (“Mr. Robot”). “Power Book III: Raising Kanan” tem produção de Courtney Kemp e Curtis Jackson, mas é uma criação de Sascha Penn (que trabalhou como produtor em “Power”). Rob Hardy assina o episódio de estreia, que tem estreia prevista para o verão norte-americano de 2021 (entre maio e agosto).

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