Warrior: Série concebida por Bruce Lee é renovada para 3ª temporada
A série “Warrior” foi renovada para sua 3ª temporada e ainda ganhou um upgrade de distribuição. Saiu do canal pago Cinemax, versão B da HBO, para passar a ser exibida na plataforma de streaming HBO Max, prioridade do conglomerado WarnerMedia. Inspirada num projeto antigo do astro Bruce Lee (“Operação Dragão”), a série repleta de ação e artes marciais foi concebido antes do astro morrer subitamente em 1973, aos 32 anos de idade. Os manuscritos que detalhavam a trama acabaram recuperados por sua filha, Shannon Lee (“Operação Águia”), e ganharam roupagem moderna com roteiro de Jonathan Tropper, cocriador da série “Banshee”. A trama acompanha um lutador talentoso, mas moralmente corrupto, na Chinatown de San Francisco durante a segunda metade do século 19. O protagonista é Ah Sahm (Andrew Koji, da série “The Innocents”), um prodígio das artes marciais que chega da China em circunstâncias misteriosas para virar um dos principais integrantes de uma organização criminosa. A série tem produção do cineasta Justin Lin (franquia “Velozes e Furiosos”), que também assinou o piloto da atração, e da herdeira do mestre do kung fu. Em comunicado, Casey Bloys, diretor de conteúdo da HBO e HBO Max, elogiou a produção. “‘Warrior’ apresentou aos espectadores um mundo diferente do passado, executado com ação dinâmica e narrativa relevante e um elenco brilhante liderado por Andrew Koji. Mal podemos esperar para ver o que Jonathan [Tropper], Justin [Lin] e Shannon [Lee] trarão para o próximo capítulo desta série na HBO Max.” Shannon Lee acrescentou: “Justin, Jonathan e eu ficamos emocionados quando ‘Warrior’ foi colocado nas plataformas da HBO para ser descoberto por uma nova legião de fãs. Agora estamos animados e gratos pela oportunidade de fazer outra temporada e aplaudimos a HBO Max por compreender a importância de contar esta história e de continuar a apoiar este nível de representação na nossa indústria. Sei que agora o meu pai deve estar sorrindo ao ver que o programa com que sonhou há tanto tempo continua a vencer as adversidades”. O elenco da produção inclui Hoon Lee (“Banshee”), Olivia Cheng (“Deadly Class”), Jason Tobin (“Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio”), Dianne Doan (“Vikings”), Joe Taslim (“Operação Invasão”), Rich Ting (“The Man in the High Castle”), Dean Jagger (“Game of Thrones”), Langley Kirkwood (“Dominion”), Kieran Bew (“Rellik”) e, na 2ª temporada, Chen Tang (“Mulan”). “Warrior” é exibido no Brasil pelo canal pago Max Prime, versão brasileira do Cinemax. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Shannon Lee (@therealshannonlee)
2ª temporada de “Eu Nunca…” ganha fotos e data de estreia
A Netflix anunciou nas redes sociais que a 2ª temporada de “Eu Nunca…” chegará à plataforma de streaming em julho deste ano. Além disso, também divulgou algumas imagens inéditas dos novos capítulos. As fotos dão destaque aos protagonistas Devi (Maitreyi Ramakrishnan), Paxton (Darren Barnet) e Ben (Jaren Lewison) no ambiente da escola. Criada por Mindy Kaling (“Project Mindy”), “Eu Nunca…” (Never Have I Ever) é baseada na juventude da comediante e acompanha uma adolescente que precisa lidar com os problemas típicos de toda estudante de high school americana, como os hormônios à flor da pele, a ansiedade de se enturmar com a turma “cool” e perder a virgindade, mas com a pressão extra de pertencer a uma família tradicional indiana. A protagonista Devi é vivida pela estreante Maitreyi Ramakrishnan e o elenco também destaca a tunisiana Poorna Jagannathan (“Messiah”), Ramona Young (“Legends of Tomorrow”), Benjamin Norris (“WTF!”), Adam Shapiro (“Sense8”), Martin Martinez (“Fugitivos da Marvel”), Christina Kartchner (“CollegeHumor Originals”), Angela Kinsey (“The Office”), Darren Barnet (“Agents of SHIELD”) e Jaren Lewison (“Te Peguei!”). A nova temporada de Eu Nunca… chega em julho e eu tô aqui olhando as fotos só pra confirmar que – assim como todos nós – Devi continua em dúvida. pic.twitter.com/mOZhqQdkWP — netflixbrasil (@NetflixBrasil) April 14, 2021
Lee Aaker (1943–2021)
O ator Lee Aaker, que ficou conhecido como a estrela mirim de “As Aventuras de Rin-Tin-Tin”, morreu aos 77 anos. A notícia é ainda triste pela forma como aconteceu. Segundo postagem do ex-ator infantil e ativista Paul Petersen, Aaker “faleceu no Arizona em 1º de abril, sozinho e não reclamado, listado como ‘indigente’”. Aaker tinha 11 anos quando “As Aventuras de Rin-Tin-Tin” estreou em 1954 na rede americana ABC. Na série original de faroeste, ele interpretava Rusty, um menino órfão resgatado de um ataque indígena, que era criado no Forte Apache. O “cabo” honorário Rusty era o protagonista da série, ao lado do tenente Ripley “Rip” Masters (James E. Brown) e, é claro, o cachorro Rin Tin Tin, interpretado por vários pastores alemães. A série foi um fenômeno de audiência que ultrapassou as cinco temporadas produzidas até 1959, sendo repetida à exaustão nos anos seguintes, num ciclo encerrado apenas na década de 1990. Sua produção teve enorme impacto no público infantil, que sonhava em viver as aventuras do menino no Velho Oeste, o que transformou o brinquedo “Forte Apache” num dos mais populares entre as crianças por pelo menos três décadas – era vendido no Brasil pela Estrela. Lee Aaker já atuava antes de “Rin-Tin-Tin”. Aos 8 anos, fez figurações em clássicos do cinema como “O Maior Espetáculo da Terra” (1952) e “Matar ou Morrer” (1952), e teve seu primeiro papel de coadjuvante ao lado da lendária Barbara Stanwyck no thriller noir “Vida Contra Vida” (1953), do diretor John Sturges. No mesmo ano, ele coestrelou cinco outros filmes, incluindo “Caminhos Ásperos” (Hondo), ao lado de John Wayne. Mas foi “Rin-Tin-Tin” que o transformou em astro. Entretanto, ficou tão identificado como o cabo Rusty que teve dificuldades em seguir carreira como adolescente e adulto. No início dos anos 1960, Aaker ainda apareceu em episódios de “The Donna Reed Show”, “Rota 66” e “Abertura Disneylândia”, mas os papéis acabaram rapidamente. Seus últimos trabalhos foram em 1963, pequenas participações na comédia musical “Adeus, Amor”, com Ann-Margret, e num episódio de “The Lucy Show”, sitcom de Lucille Ball. Ele tinha 20 anos. Ao sair das telas, Aaker entrou na Força Aérea dos EUA, e Paul Petersen indicou nas redes sociais que estava lutando para dar-lhe um enterro adequado, que o ator teria direito por seu tempo de serviço militar. Relembre abaixo a abertura da série clássica “As Aventuras de Rin-Tin-Tin”.
Joe Biden faz “Law & Order: Organized Crime” errar sobre pandemia
A série “Law & Order: Organized Crime” estreou no começo de abril nos EUA, trazendo de volta o ator Christopher Melloni ao papel de Elliot Stabler, detetive da polícia de Nova York, que ele interpretou na longeva série “Law & Order: SVU” entre 1999 e 2011. E além de um crossover com a série mais antiga, que mostrou o reencontro entre Stabler e sua antiga parceira Olivia Benson (Mariska Hargitay), os primeiros episódios chamaram atenção por equívocos narrativos relacionados à pandemia de coronavírus. Em primeiro lugar, a série optou por situar sua trama em plena pandemia, mas, apesar disso, apresenta todo o seu elenco principal sem máscaras de proteção – ao contrário da numerosa figuração. Mas o grande erro encontra-se na trama do “crime da semana”, focada numa quadrilha internacional que vende vacinas a peso de ouro no mercado ilegal para a elite de Nova York. A série teve seus episódios escritos muito antes da estreia, quando o presidente dos EUA ainda era Donald Trump e o país se encaminhava para uma situação muito parecida com a que o Brasil se encontra atualmente – onde a elite mineira foi flagrada comprando supostas vacinas num mercado paralelo. Entretanto, entre a concepção da história e sua materialização nas telas, Joe Biden venceu a eleição à presidência dos EUA e mudou os rumos de seu país. O novo presidente impulsionou a campanha de vacinação e, em menos de três meses de seu governo, até os mais jovens já estão conseguindo ser imunizados, eliminando completamente o interesse por qualquer comércio ilegal de vacinas contra o coronavírus. A previsão pessimista dos roteiristas evaporou com a simples troca de governo. Que tal?
Leandro Hassum fará comédia com Paulinho Gogó na Netflix
A Netflix já engatilhou uma nova comédia de Leandro Hassum. Depois do sucesso de “Tudo Bem no Natal que Vem”, filme mais visto da plataforma em dezembro do ano passado no Brasil, vem aí “Vizinhos”, que vai juntar Hassum com Maurício Manfrini, o Paulinho Gogó. Não se trata de um remake da comédia americana de mesmo nome, lançada em 2014 com Seth Rogen e Zac Efron, mas a premissa básica do vizinho que faz festas barulhentas todas as noites é a mesma. Hassum interpretará Walter, um sujeito estressado que tem uma síncope nervosa e recebe a recomendação médica de deixar a cidade grande e se mudar para o interior em busca de uma vida mais tranquila. Mas o plano vai por água abaixo quando Toninho da Vila, personagem de Manfrini, amigo de Walter de longa data, também se muda e começa a morar na casa ao lado. Lá, ele inferniza o vizinho ao promover ensaios de uma bateria de escola de samba todas as noites. O elenco também inclui Julia Rabello, que já estrelou uma produção da Netflix, a série “Ninguém Tá Olhando” (2019), vencedora do Emmy Internacional. Se ela interpretar a esposa de Hassum, seria um papel equivalente ao de Rose Byrne na comédia americana. “Vizinhos” foi escrito por Paulo Cursino e terá direção de Roberto Santucci, responsáveis por “Tudo Bem no Natal que Vem” e outras comédias de Hassum, como os três “Até que a Sorte nos Separe” e os dois “O Candidato Honesto”. Eles também fizeram o filme “No Gogó do Paulinho”, estrelado por Manfrini, que foi disponibilizado na Amazon Prime Video. Não há previsão para a estreia da nova produção. Vizinhos, com Leandro Hassum, Maurício Manfrini e Júlia Rabello no elenco. *surtando com esse elenco* Na trama, Walter entra em colapso por estresse, e deixa a cidade grande para relaxar… Até descobrir que o seu novo vizinho é muito animado. — netflixbrasil (@NetflixBrasil) April 14, 2021
Nova série animada de Godzilla ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Godzilla Ponto Singular”, nova série animada do rei dos monstros gigantes japoneses, que conta uma nova história original – sem relação com os três longas animados do personagem, que foram lançados pela plataforma entre 2017 e 2018. Realizada em estilo anime, a série conta com design de personagens de Kazue Kato (“Blue Exorcist”) e um novo Godzilla desenhado pelo lendário animador do estúdio Ghibli Eiji Yamamori (“Princesa Mononoke”, “A Viagem de Chihiro”, etc). A direção é de Atsushi Takahashi (diretor assistente do clássico “A Viagem de Chihiro”, vencedor do Oscar de Melhor Animação em 2003). Assim como todos conteúdos envolvendo Godzilla, a produção executiva está a cargo da Toho Company, que detém os direitos do monstro. A estreia está marcada para o mês de junho.
O Suspeito da Rua Arlington vai virar série da Paramount+
A plataforma Paramount+ está desenvolvendo uma série baseada no filme “O Suspeito da Rua Arlington” (Arlington Road), de 1999. E o projeto está a cargo do próprio diretor do filme original, Mark Pellington, que vai trabalhar com o produtor-roteirista Seth Fisher (“O Alienista”), a CBS Studios e a produtora Village Roadshow na adaptação. O filme de suspense paranoico de 1999 foi escrito por Ehren Kruger, antes de se tornar conhecido como roteirista do remake de “O Chamado” e três “Transformers”. A trama acompanhava um professor universitário (Jeff Bridges) que suspeita que seus novos vizinhos estão envolvidos com terrorismo, ficando obcecado em frustrar seus planos. O elenco também incluía Tim Robbins, Joan Cusack e Hope Davis. Assista ao trailer do longa original abaixo.
David Beckham vai apresentar série de futebol na Disney+
David Beckham vai apresentar uma nova série da Disney+ (Disney Plus) chamada “Save Our Squad”. Co-produzida pela Twenty Twenty e pelo estúdio de produção de Beckham, Studio 99, a série encontrará o ícone do futebol mundial retornando aos campos de futebol do Leste de Londres, onde jogou quando criança. Ele será o mentor de uma jovem equipe de base que está lutando para sobreviver na liga. Na série, Beckham ajudará os jogadores, seu treinador e sua comunidade a passar por uma jornada transformadora de sua vida. “Save Our Squad” terá produção executiva de Sean Doyle, diretor do departamento de produções sem script da Disney. Em comunicado, Doyle afirmou: “Esta é uma oportunidade fantástica de mostrar a importância e o impacto do futebol de base nas comunidades do Reino Unido. A série será emocionante, dramática, edificante e cheia de coração e coragem – tudo o que David tinha em seu próprio dias como jogador”. Beckham acrescentou: “É fantástico fazer o ‘Save Our Squad’ para iluminar o tipo de futebol de base que experimentei quando criança e que tanto me deu no início da minha vida no futebol. Tive a sorte de ter uma longa e bem-sucedida carreira de jogador e é incrível ter agora a oportunidade de retribuir a essas comunidades como mentor. Desenvolver e nutrir jovens talentos é muito importante no jogo e é ótimo trabalhar com a Disney+ neste projeto.”
Produtora ficou chocada com reação de fãs à saída de Regé-Jean Page de “Bridgerton”
A produtora do fenômeno “Bridgerton”, Shonda Rhimes, se disse “chocada” com a reação dos fãs à saída de Regé-Jean Page da série. Ele não vai voltar ao papel do encantador Duque de Hastings nas próximas temporadas. “Fiquei realmente em choque, porque isso geralmente acontece quando eu mato um personagem. Tipo, a gente não o matou, ele ainda está vivo!”, disse Rhimes em entrevista à revista Vanity Fair, lembrando sua predileção por remover personagens de forma trágica – conforme visto em “Grey’s Anatomy”, “Scandal” e “How to Get Away with Murder”. A dona da produtora Shondaland confirmou que o contrato de Regé-Jean Page sempre foi de apenas uma temporada, mas após o sucesso da série ela tentou convencê-lo a aparecer em alguns episódios da 2ª temporada. Entretanto, ele se negou. Ela elogiou o ator e também a si mesma ao comentar a repercussão conquistada pelo Duque de Hastings na série. “Ele é um ator poderoso e incrível, e isso significa que fizemos o nosso trabalho — em todas as temporadas, o nosso trabalho é encontrar as pessoas certas para montar esse romance maravilhoso e impactante”. Para concluir, ela voltou a se dizer surpresa com a comoção dos fãs. “Não sei se eu esperava toda essa explosão, porque cada um dos livros foca em um romance diferente. Como seria o futuro desse casal? Sério: o que o Regé-Jean faria, sabe? Já demos o ‘felizes para sempre’ deles! E agora temos um novo casal chegando”. Embora tenha criado “Grey’s Anatomy” e “Scandal”, Rhimes não assina a criação de “Bridgerton”. O desenvolvimento ficou a cargo do roteirista-produtor Chris Van Dusen, funcionário da Shondaland, que trabalhou nas séries anteriores da produtora. Lançada no final de dezembro, “Bridgerton” se tornou a série mais bem-sucedida da Netflix. Segundo a plataforma, a atração foi vista por 82 milhões de assinantes em seu primeiro mês, tornando-se o maior hit da sua história. Com isso, teria superado o recorde anterior de 76 milhões de visualizações que pertencia a “The Witcher”. A série é baseada na coleção literária “Os Bridgerton”, de Julia Quinn, que possuiu ao todo nove volumes, e foi renovada nesta terça-feira (13/4) até a 4ª temporada. Os primeiros episódios levaram às telas “O Duque e Eu”, o primeiro livro, com foco em Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor), a filha mais velha da família, durante seu debut na alta sociedade, quando atrai a atenção de vários pretendentes e termina casada com Simon Basset (Regé-Jean Page), o Duque de Hastings. Cada exemplar da obra original conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton e, no segundo volume, o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey), um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Simone Ashley (de “Sex Education”) já foi escalada como a improvável noiva na nova história romântica da produção.
Demi Lovato desenvolve série de comédia sobre transtornos alimentares
A rede NBC encomendou o piloto de uma série de comédia desenvolvida pela cantora Demi Lovato. Intitulada “Hungry”, a produção abordará um grupo de pessoas com transtornos alimentares. Lovato deve estrelar e ser produtora executiva do projeto, que segue “amigos que pertencem a um grupo de pessoas com problemas alimentares que se ajudam em busca de amor, sucesso e o que houver de mais perfeito na geladeira para deixar tudo melhor”. A comédia também conta com produção do ator Sean Hayes (“Will & Grace”) e do empresário musical Scooter Braun, que cuida da carreira da cantora. Lovato assumiu ter um transtorno alimentar no passado. “Eu comia compulsivamente quando tinha oito anos de idade”, ela disse à ABC News em 2011. “Então, acho que nos últimos 10 anos tive uma relação realmente doentia com a comida”. Ela também contou que na adolescência, quando era estrela do Disney Channel nos telefilmes de “Camp Rock”, foi intimidada por seus colegas de aula por causa de seu peso, o que por sua vez levou à bulimia. “Eu estava fazendo shows com o estômago vazio”, disse ela. “Eu estava perdendo minha voz por causa disso”. Se o piloto for aprovado, marcará o primeiro papel regular de Lovato na TV desde que ela saiu da série “Sunny Entre Estrelas” (Sonny With a Chance), do Disney Channel, há dez anos.
Pais por Acidente: Nova série latina da Disney+ começa a ser gravada
A plataforma Disney+ (Disney Plus) anunciou nesta terça (13/4) o início das gravações da série mexicana “Pais por Acidente” (Papás por Encargo), que traz em seu elenco atores conhecidos de produções da Disney. O anúncio foi acompanhado pela divulgação das primeiras fotos das gravações, que podem ser vistas abaixo. Protagonizada por Jorge Blanco (“Violetta”), Michael Ronda (“Sou Luna”) e Lalo Brito (“Buscando a Timbiriche: La Nueva Banda”), junto com a jovem Farah Justiniani (“La Voz Kids”), a nova série apresenta a viagem de uma garota de 13 anos (Justianini) junto com seus três pais adotivos, após sua mãe lhe enviar as chaves de uma antiga van. A jornada tem o objetivo de encontrar a mãe, que desapareceu misteriosamente há muito tempo no interior do México. Os pais adotivos não estão muito convencidos da ideia, mas ela sente que essa viagem os levará à felicidade: ela finalmente poderá ver sua mãe e por fim eles estarão todos juntos para sempre. Gravada em várias cidades mexicanas, como Zacatecas, Mazatlán, Pátzcuaro, La Paz e Durango, a produção ao estilo “Três Homens e uma Pequena Dama” pretende celebrar a família em toda a sua diversidade, além de destacar o valor da identidade cultural. A produção está alinhada com o objetivo da The Walt Disney Company de desenvolver conteúdo local, em parceria com produtoras latinas e protagonizado por talentos reconhecidos da região, para promover o crescimento da Disney+ na América Latina. Realizada pela pela BTF Medi e escrita por Ana Sofia Clerici (“El Jeremías”), “Pais por Acidente” vai estrear na Disney+ no início de 2022.
Netflix renova “Bridgerton” até a 4ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série “Bridgerton” até sua 4ª temporada, em post publicado em sua conta oficial do Twitter. Trata-se de uma decisão bastante antecipada. Atualmente, a série está produzindo a sua 2ª temporada. “Esta renovação para duas temporadas é um voto de confiança em nosso trabalho, e me sinto grata por ter parceiros tão criativos e colaborativos quanto a Netflix. Estamos felizes por poder continuar trazendo o mundo dos Bridgerton para a audiência internacional da plataforma”, disse a produtora Shonda Rhimes, em comunicado. Lançada no final de dezembro, “Bridgerton” se tornou a série mais bem-sucedida da Netflix. Segundo a plataforma, a atração foi vista por 82 milhões de assinantes em seu primeiro mês, tornando-se o maior hit da sua história. Com isso, teria superado o recorde anterior de 76 milhões de visualizações que pertencia a “The Witcher”. A série é baseada na coleção literária “Os Bridgerton”, de Julia Quinn, que possuiu ao todo nove volumes. A renovação garante a adaptação de quase metade de toda a obra. Os primeiros episódios levaram às telas “O Duque e Eu”, o primeiro livro, com foco em Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor), a filha mais velha da família, durante seu debut na alta sociedade, quando atrai a atenção de vários pretendentes e termina casada com Simon Basset (Regé-Jean Page), o Duque de Hastings. Infelizmente, Regé-Jean Page já adiantou que não voltará à série, embora a trama continue a abordar a família de sua esposa. A adaptação do segundo volume, intitulado em português “O Visconde que Me Amava”, contará apenas com o retorno de Phoebe Dynevor em pequena participação. Cada exemplar da obra original conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton e, no segundo volume, o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey), um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Simone Ashley (de “Sex Education”) foi escalada como a improvável noiva. Eu tô só a Daphne lendo as últimas novidades da Lady Whistledown. A 3ª e 4ª temporadas de Bridgerton estão confirmadas. 🐝 👑 pic.twitter.com/jlC8lp1DfX — netflixbrasil (@NetflixBrasil) April 13, 2021
Os Simpsons: Dublador quer pedir desculpas a todos os indianos por Apu
O ator Hank Azaria, antigo dublador do personagem Apu em “Os Simpsons”, disse que gostaria de se desculpar individualmente com todos os indianos nos Estados Unidos pela representação preconceituosa do personagem. Ele abandonou o papel há mais de um ano, após críticas da comunidade indiana. “Eu realmente sinto muito. É importante. Eu peço desculpas pelo meu papel em criar e contribuir com isso. Parte de mim sente que eu preciso ir até cada indiano neste país e me desculpar pessoalmente. E às vezes eu faço isso”, disse Azaria em entrevista ao podcast “Armchair Expert”. Apu sempre foi considerado um personagem polêmico por retratar de forma estereotipada o comportamento dos imigrantes da região da Índia. Mas a abordagem politicamente incorreta passou a ganhar ainda mais projeção após o documentário “O Problema com Apu”, dirigido por Hari Kondabolu em 2017, que criticou a forma como as produções americanas tratam as pessoas da região. Azaria acabou se tornando o principal alvo do filme e desde então vinha sofrendo pressões para abandonar o personagem – o que só fez três anos depois. Em sua participação no podcast, Azaria disse que, após as críticas, decidiu procurar entender por que a representação do personagem indiano era problemática. Segundo ele, foi uma conversa com crianças descendentes de indianos na escola de seu filho que o fizeram desistir do personagem. Azaria contou que um garoto pediu, “com lágrimas em seus olhos”, que ele falasse aos executivos de Hollywood que as obras que eles produzem afetam a vida das pessoas. “Um menino de 17 anos… Ele nunca viu ‘Os Simpsons’, mas sabe o que o Apu representa. Já é praticamente um xingamento. Tudo o que ele sabe é que é assim que seu povo é visto por tantas pessoas neste país”, contou o ator.












