Empresário de Morrissey ataca Os Simpsons por paródia do cantor
O cantor Morrissey não gostou nada de se ver parodiado em “Os Simpsons”. Seu empresário, Peter Katsis, detonou a série na conta oficial do artista no Facebook. O episódio exibido no domingo (18/4) na rede americana Fox mostrou um “cantor britânico deprimido dos anos 1980”, dublado pelo astro Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) e claramente inspirado pelo antigo vocalista dos Smiths. Na trama, ele aparece como um amigo imaginário de Lisa Simpson chamado Quilloughby, cantor da banda fictícia Snuffs, que é vegano e se parece incrivelmente com Morrissey. Intitulado “Panic on the Streets of Springfield” (referência ao single “Panic”, dos Smiths), o capítulo abordou várias passagens polêmicas da carreira de Morrissey, como abandonos de shows, opiniões de extrema direita, declarações racistas e até um falso veganismo – o desenho dá a entender que ele havia desistido da ideia e passado a comer carne recentemente. Na verdade, Morrissey fez vários comentários questionáveis sobre raça ao longo de sua carreira, principalmente nos últimos anos, nos quais apoiou um grupo político de direita britânico, que chamou o povo chinês de “subespécie” e zombou do sotaque do prefeito Sadiq Khan. Mesmo assim, o empresário de Morrissey achou ruim. “Quando uma série se rebaixa tanto para usar táticas odiosas, como mostrar o personagem Morrissey com a pança para fora da camisa (quando ele nunca se apresentou assim em qualquer momento de sua carreira) faz você se perguntar quem é o verdadeiro grupo racista e nocivo aqui. Pior ainda: chamar o personagem de Morrissey de racista, sem apontar nenhum caso específico não serve de nada. Isso só serve para insultar o artista”, diz o texto publicado, sem identificação, no Facebook do cantor. O post ainda afirma: “Morrissey nunca fez algo só por dinheiro, nunca processou qualquer pessoa por seus ataques, nunca parou ótimos shows no meio e ainda é um vegano sério e apoiador ferrenho dos direitos animais”. A mensagem finaliza acusando “Os Simpsons” de hipocrisia: “Eles deveriam pegar esse espelho e olhar para eles mesmos. O pedido de desculpas recente do ator Hank Azaria, de ‘Os Simpsons’, para o país inteiro da Índia e seu papel em manter o ‘racismo estrutural’ diz tudo. A observação é uma referência às polêmicas raciais recentes envolvendo “Os Simpsons”, após o dublador Hank Azaria ter pedido desculpa ao povo indiano pela sua interpretação, considerada racista, do personagem Apu aos longo de três décadas. https://developers.facebook.com/docs/plugins/embedded-posts/?prefill_href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2FMorrissey%2Fposts%2F304857347667167&__cft__[0]=AZViPswRys6LkTkpzFRgFjz_Km699GpPMtTjTP2fA8NbIh7KHTg8hu1HhB30LeGvi5yMddzr0_TuknL94nYrDQPssatfu4BeT0M_ZmjfuJjcryHXcpEup4mjaoqmPt1n3KSoeSaZ8-DABWwivSQECJMJ&__tn__=p%2CP-R#code-generator
2ª temporada de “Love, Death & Robots” ganha trailer com animação realista
A Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada de “Love, Death & Robots”, que dá uma mostra dos diferentes estilos – alguns extremamente realistas, com captura de performance de astros famosos – da animação dos próximos episódios. Vencedora de cinco Emmys e quatro Annies, “Love, Death & Robots” é uma série de animação com formato de antologia e temática sci-fi, desenvolvida pelos cineastas Tim Miller (“Deadpool”) e David Fincher (“Clube da Luta”). A atração se diferencia pela abordagem adulta que dá aos três itens de seu título (amor, morte e robôs) e pelo visual refinadíssimo de cada capítulo. A nova leva contará com supervisão da diretora Jennifer Yuh Nelson (da franquia “Kung Fu Panda”), contratada para o projeto após a 1ª temporada. A estreia está marcada para 14 de maio.
Ginny e Georgia: Netflix renova série que irritou Taylor Swift
A Netflix renovou “Ginny e Georgia” para sua 2ª temporada. A notícia foi acompanhada por um vídeo com o elenco, que faz caras, bocas e dancinhas para contar, num jogral com gritinhos socialmente distantes, “a maior novidade de todas”. A série gira em torno de mãe e filha que se mudam para uma cidade interiorana. Ginny Miller (Antonia Gentry) é uma garota de 15 anos que está literalmente deslocada e, além de não conhecer os colegas, precisa lidar com a reação deles à beleza de sua jovem e atraente mãe de 30 anos, Georgia (Brianne Howey). Esta dinâmica similar a “Gilmore Girls” ainda é acompanhada por uma reviravolta, pois Georgia esconde um segredo sombrio: o verdadeiro motivo para sua mudança para um lugar distante, pequeno e no qual ninguém a conhece. Inicialmente pouco comentada, “Ginny e Georgia” acabou tendo mais repercussão pela reação negativa de Taylor Swift a uma frase do episódio final da 1ª temporada. A polêmica aconteceu num momento em que a mãe solteira Georgia pergunta à sua filha Ginny sobre o status de um relacionamento recente, e a adolescente retruca: “O que te importa? Você passa por homens mais rápido do que a Taylor Swift”. “Hey ‘Ginny e Georgia’, 2010 ligou e quer sua piada preguiçosa e profundamente machista de volta”, tuitou Swift. “Que tal pararmos de degradar mulheres trabalhadoras definindo esse tipo de besteira como engraçada”, completou a cantora irritada. Além de Antonia Gentry (“Doce Argumento”) e Brianne Howey (“Batwoman”), o elenco da série ainda inclui Felix Mallard (“Neighbours”), Sara Waisglass (“October Faction”), Jennifer Robertson (“Schitt’s Creek”), Scott Porter (“Friday Night Lights”), Raymond Ablack (“Caçadores de Sombras”), Katie Douglas (“Mary Kills People”) e o menino Diesel La Torraca (“Pequenos Monstros”).
Olivia Colman negocia estrelar nova série da Marvel
A especialista em viver rainhas, Olivia Colman, estrela de “The Crown” que venceu o Oscar por “A Favorita”, está negociando um papel na série “Secret Invasion”, produção da Marvel para a plataforma Disney+ (Disney Plus). Ainda sem previsão de estreia, a série seguirá os eventos de “Capitã Marvel”, acompanhando Nick Fury (Samuel L. Jackson) e Talos (Ben Mendelsohn), o líder dos alienígenas conhecidos como skrulls, lidando com uma invasão de extraterrestres à Terra. A série é uma adaptação dos quadrinhos homônimos, escritos por Brian Michael Bendis em 2008 e lançados no Brasil como “Invasão Secreta”. Na trama original, uma facção maligna dos skrulls (raça de alienígenas com poder de metamorfose que apareceu em “Capitã Marvel”) tenta se infiltrar em posições-chave dos governos da Terra. Escrita por Kyle Bradstreet (“Mr. Robot”), a adaptação também destaca em seu elenco Kingsley Ben-Adir, visto recentemente em “Uma Noite em Miami”. Ele vai interpretar o vilão principal, cujo nome ainda não foi revelado.
Final feliz de “Wynonna Earp” foi feito antes do aviso de cancelamento
A criadora e showrunner de “Wynonna Earp”, Emily Andras, admitiu numa entrevista ao jornal The Los Angeles Times que escreveu o final feliz da 4ª temporada, exibido na sexta passada 9/4) nos EUA, antes de saber que aquele seria o final da série, cancelada pelo canal pago americano SyFy. “Eu não sabia e foi uma verdadeira montanha-russa”, disse Andras. “Mas meu instinto me dizia que eu tinha que garantir que a 4ª temporada fosse satisfatória para os fãs, nossos Earpers, que se esforçaram tanto para nos trazer de volta em meio a nossos problemas financeiros após a 3ª temporada.” Andras conseguiu garantir que a 4ª temporada fosse “emocionalmente gratificante” por não querer arriscar terminar a série com um monte de perguntas sem resposta. Por isso, a temporada terminou com casamento e reconciliação entre os personagens, mostrando o destino de cada um deles ao seu final. Mas se tivesse certeza que teria outra temporada, Andras confessou que teria atrasado o casamento altamente antecipado entre Waverly Earp e Nicole Haught. “Eu poderia ter prolongado o suspense, prolongado o drama”, ela explicou, possivelmente aludindo à trama da Waverly Anjo do Mal, resumida em dois episódios. “Mas, no meu coração, eu simplesmente senti que não poderíamos arriscar pelo público. E, estranhamente, eu esperava que isso também fosse um presente para o elenco – tanto o casamento quanto a resolução da história de Doc e Wynonna.” No final, a showrunner concluiu que queria deixar os personagens em um lugar onde eles pudessem ver que todos os seus esforços na trama – e dos fãs nos bastidores – valeram a pena. “Não precisa ser perfeito. Não há garantia de que vai durar”, acrescentou Andras. “Mas vale a pena lutar pelo seu momento, lutar pelo que você quer, lutar por alguém que te emociona.” Apesar do final bastante conclusivo, Andras não desistiu de encontrar um novo canal ou plataforma nos Estados Unidos para viabilizar a produção de uma potencial 5ª temporada, em coprodução com a produtora canadense SEVEN24 Films e a IDW Entertainment, divisão responsável pelas adaptações das histórias em quadrinhos da editora IDW. Para quem não conhece, “Wynonna Earp” teve suas três primeiras temporadas disponibilizadas recentemente no Brasil pela plataforma Globoplay. Baseada nos quadrinhos de Beau Smith, a atração desenvolvida pela produtora-roteirista Emily Andras (de “Lost Girl”) traz Melanie Scrofano (série “Damien”) como a ovelha negra da família Earp e heroína do título, Dominique Provost-Chalkley (“Vingadores: Era de Ultron”) como sua irmã caçula e anjo bissexual, Katherine Barrell (série “Workin’ Moms”) como a policial lésbica “hot” (ou melhor, Haught) e Tim Rozon (série “Vagrant Queen”) como o pistoleiro imortal do Velho Oeste Doc Holliday. Inicialmente comparada a “Buffy: A Caça-Vampiros”, a série logo se tornou cultuada por seus próprios méritos, ao combinar feminismo, rebeldia, monstros e sensualidade LGBTQIA+ para atingir 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. Veja abaixo o trailer do lançamento na Globoplay e um documentário emocionante dos bastidores do episódio final, que foi exibido nos EUA após a despedida da série.
Nova série de Dave Grohl explora relação de roqueiros e suas mães
A Paramount+ divulgou o trailer de “From Cradle to Stage”, nova série documental produzida por Dave Grohl, líder da banda Foo Fighters. Inspirada pelo livro homônimo da mãe do roqueiro, lançado em 2017, a série vai explorar a dinâmica da relação entre músicos de sucesso e suas mães, e contará com as participações das cantoras country Brandi Carlile e Miranda Lambert, do rapper Pharrell Williams e dos roqueiros Geddy Lee (do Rush), Tom Morello (do Rage Against the Machine) e Dan Reynolds (do Imagine Dragons) juntos de suas mães, além, claro, de Dave e Virginia Grohl. “Eu acredito que a relação entre um músico e sua mãe é muito importante porque é a base de sua compreensão do amor, que é certamente a maior musa de todo artista”, disse Grohl, em comunicado sobre o projeto. “Ter a oportunidade de viajar pelo país e contar as histórias dessas mulheres incríveis por trás da cortina não só iluminou a música que elas inspiraram, mas também me fez apreciar o amor que recebi de minha própria mãe, minha melhor amiga. Nem é preciso dizer o que todos devemos às mulheres que nos deram a vida. Sem elas, não haveria música. ” “Esta série, baseada no aclamado livro de Virginia Grohl, oferece um raro olhar sobre os momentos íntimos e inspiradores entre alguns dos maiores artistas do mundo e suas mães – bem a tempo para o Dia das Mães”, acrescentou Bruce Gillmer, Presidente de Programação de Eventos e Músicas da ViacomCBS. A estreia está marcada para o dia 6 de maio, três dias antes do Dia das Mães, na plataforma de streaming Paramount+. Além desse projeto, Dave Grohl ainda tem outro lançamento previsto para as próximas semanas: o documentário “What Drives Us”, sobre a relação dos músicos de rock com a estrada à bordo das vans de turnês, que estreia na Amazon Prime Video em 30 de abril. Ele também já lançou uma série sobre a história do lendário estúdio californiano Sound City em 2013 e documentou o 20º aniversário do Foo Fighters em 2014.
Primeira série animada de “Resident Evil” ganha novo teaser
A Netflix revelou um novo teaser de “Resident Evil: No Escuro Absoluto” (Resident Evil: Infinite Darkness), primeira série animada da franquia de games da Capcom. O vídeo confirma que a trama terá aparições de Claire Redfield e Leon S. Kennedy, personagens clássicos dos jogos desde “Resident Evil 2” (de 1998), e também faz referência à Racoon City, cidade onde os games acontecem. Apesar disso, as cenas apresentam um ataque zumbi à Casa Branca. Outro detalhe é que a dublagem original está a cargo de Stephanie Panisello e Nick Apostolides, intérpretes de Claire e Leon no remake de 2019 do game “Resident Evil 2”, o que sugere a possibilidade de uma continuação direta do jogo. A sinopse oficial ainda não foi divulgada. A série é produzida e supervisionada por Hiroyuki Kobayashi, da Capcom, que é responsável pela produção de vários títulos da franquia – originalmente conhecida como “Biohazard” no Japão. Já o visual em computação gráfica está a cargo da Quebico, sob comando de Kei Miyamoto, o produtor de “Resident Evil: Vendetta”, último longa animado do game, lançado em 2017. A prévia também anuncia a estreia para julho, três meses após uma data especial de aniversário da franquia. O primeiro “Resident Evil” completou 25 anos de seu lançamento em 22 de março.
The Underground Railroad: Série do diretor de Moonlight ganha trailer dublado
A Amazon divulgou o trailer completo de “The Underground Railroad”, que, sem querer, reforça o incômodo – e o equívoco – do Prime Video Brasil por disponibilizar no YouTube apenas versões dubladas em português de suas prévias. Por conta dessa opção, a abertura poética soa quase como português de Portugal aos ouvidos brasileiros. “The Underground Railroad” é um ficção de história alternativa, sobre um casal de escravos em uma plantação de algodão na Geórgia, no sul dos EUA, que buscam encontrar a rota de fuga utilizada por escravos foragidos para escapar de seus captores. O detalhe é que essa rota, que tem nome figurativo de “trilhos subterrâneos”, revela-se na trama da Amazon um inesperado metrô de verdade, funcionando com funcionários e clientes exclusivamente negros, em pleno século 19. Baseada no livro homônimo de Colson Whitehead, a série é uma criação do diretor Barry Jenkins, que venceu o Oscar de Melhor Filme com “Moonlight” (2016), e destaca em seu elenco Thuso Mbedu (“Scandal!”) e Aaron Pierre (“Krypton”) como o casal principal, além de Joel Edgerton (“O Rei”), Amber Gray (“Escape at Dannemora”), Lily Rabe (“American Horror Story”), Peter Mullan (“Ozark”) e William Jackson Harper (“The Good Place”). Jenkins escreveu o piloto e dirigiu todos os 10 episódios da atração. A estreia vai acontecer em 14 de maio. Veja abaixo o trailer em versão dublada em português e, para ouvidos mais sensíveis, o original em inglês – mas sem legendas.
Criador de “Euphoria” prepara nova série na HBO
O cineasta Sam Levinson, criador de “Euphoria”, está desenvolvendo uma nova série para a HBO baseada no livro “Ohio”. Primeiro romance do escritor Stephen Markley, “Ohio” foi recebido com elogios rasgados da crítica ao ser publicado em 2018. “Uma estreia sinceramente ambiciosa”, definiu o New York Times, enquanto a NPR (National Public Radio) o chamou simplesmente de “obra-prima selvagem”. A história gira em torno do retorno de quatro ex-colegas de classe à sua cidadezinha natal devastada pela recessão, numa noite sufocante do verão de 2013, cada um carregando seus próprios arrependimentos, segredos e amores perdidos. O que se segue é, em parte, um mistério de assassinato e, em grande medida, também crítica social, focando-se numa geração que atingiu a maioridade em meio à guerras no Iraque e no Afeganistão, crise econômica, desemprego, hostilidade racial e radicalismo partidário. Levinson vai escrever a adaptação e produzir a série ao lado de sua esposa Ashley Levinson, em parceria com a MGM Television. “Ohio” será a terceira produção de Sam Levison exibida pela HBO desde um começo de relacionamento em 2017, quando ele co-escreveu a biografia de Bernie Madoff, “O Mago das Mentiras”, dirigida por seu pai, o veterano cineasta Barry Levinson (“Rainman”). O jovem roteirista, diretor e produtor está atualmente trabalhando na 2ª temporada de sua aclamada série “Euphoria”, que rendeu o Emmy de Melhor Atriz para Zendaya no ano passado.
Sarah Drew revela foto e data de sua volta à “Grey’s Anatomy”
A atriz Sarah Drew anunciou quando vai acontecer sua volta ao hospital Grey-Sloan na 17ª temporada de “Grey’s Anatomy”. Ela postou uma foto do capítulo para revelar que estará no ar em 6 de maio. Drew vai retomar sua personagem adorada pelos fãs da série, a Dra. April Kepner, e já tinha revelado uma foto dos bastidores em que aparece ao lado de Jesse Williams, que interpreta seu ex-marido na série. A Dra. April Kepner era uma cirurgiã de trauma no Gray Sloan Memorial Hospital, que veio do Mercy West Medical Center após a fusão entre os dois hospitais. Ela divide uma filha com seu ex, o Dr. Jackson Avery (Jesse Williams). A atriz saiu da série no final da 14ª temporada em 2018, após aparecer em nove temporadas. Na trama, ela se juntou a Matthew (Justin Bruening) e saiu do emprego, embora muitos fãs – e a própria Drew – esperassem que ela acabasse com Jackson. O retorno pode ajudar a encerrar a história do ex-casal. Mas será uma passagem breve, devido aos outros compromissos da atriz. Atualmente, ela integra duas séries novas, que estão prestes a estrear, com papel recorrente em “Cruel Summer”, prevista para terça (20/4) no canal pago Freeform, e como a personagem-título de “Republic of Sarah”, que chega em junho na rede The CW. A volta de April Kepner é mais um retorno entre muitos da atual temporada, que já mostrou participações de Patrick Dempsey como Derek Shepherd, TR Knight como George O’Malley, Chyler Leigh como Lexie Grey e Eric Dane como Mark Sloan. Tantos retornos parecem preparar “Grey’s Anatomy” para seu final. A showrunner Krista Vernoff já admitiu que a atual temporada pode ser a última da série. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony. We have a date! April is back on @GreysABC Thursday, May 6 at 9|8c on ABC! ☺️☺️☺️ pic.twitter.com/1JEa7iCRnD — Sarah Drew (@sarahdrew) April 16, 2021
Dominic Purcell abandona “Legends of Tomorrow”
O ator Dominic Purcell anunciou ter “abandonado” seu papel como Mick Rory/Onda Térmica (Heat Wave) na série “Legends of Tomorrow”, baseada em quadrinhos da DC Comics. Fiel ao temperamento de seu personagem, ele deixou uma mensagem inflamada na despedida. “Não teve acordo. Não importa quanto dinheiro joguem em cima de mim, estou abandonando ‘Legends of Tomorrow’. Foi um prazer total e uma experiência incrível dar vida ao personagem icônico Onda Térmica, também conhecido como Mick Rory, da DC Comics. Eu arrebentei com esse personagem – nenhum ator no mundo poderia ter feito melhor. Fato. Um babaca muito engraçado. Hora de seguir em frente e ver como a m*rda se desenrola”, ele escreveu no Instagram. Falando diretamente aos colegas da série e ao estúdio, ele acrescentou: “Caity Lotz e Nick Zano, cuidem das crianças que estão chegando. Eles precisam de educação. Ensine-os a não confiar na lealdade do estúdio. O estúdio não se importa. A dedicação e o talento dos atores devem dar-lhes a confiança para questionarem a autoridade. Muito amor a todos. Não perdi de vista o quanto tive sorte. Atores, entrem em contato para discutirmos como lidar com os babacas fingidos”. Depois desta explosão, Purcell apagou a mensagem original e a republicou com um final em tom completamente diverso: “Muito obrigado ao elenco e equipe e todos os relacionamentos incríveis que fiz ao longo dos anos. Obrigado a todos. Dom.” Só que também apagou essa nova versão, voltando com um texto ainda mais diferente, em que acrescentou: “A verdade é que estou deixando ‘Legends of Tomorrow’, mas voltarei periodicamente.” Ele explicou: “Firmei um acordo de aperto de mão com meu chefe Phil Klemmer. Eu não tenho nada contra o estúdio Warner Bros. TV”. Logo em seguida, também excluiu este post. O texto original, porém, sobreviveu em cópias na internet. Veja abaixo. Os representantes da rede The CW e do estúdio Warner Bros. TV, que produz “Legends of Tomorrow”, não comentaram as declarações de Purcell. Segundo fontes ouvidas pelo site Deadline, o estúdio ainda não iniciou negociações com o elenco para renovar seus contratos visando a produção da próxima temporada. “Legends of Tomorrow” estreia sua 6ª temporada em 2 de maio nos EUA e foi uma das 12 séries da CW que recebeu encomenda antecipada de uma nova temporada em fevereiro. No more Mick Rory 😭 Dominic Purcell has confirmed he's leaving #LegendsOfTomorrow in an instagram post. Link: https://t.co/XAnl9Y3K1o pic.twitter.com/tK32Hj9YrN — Legends Clips (@LegendsClips_) April 17, 2021
Felix Silla (1937–2021)
O ator Felix Silla, que interpretou o Primo Coisa na série “A Família Addams” e o robô Twiki de “Buck Rogers”, morreu na sexta (16/4) aos 84 anos, após lutar contra um câncer no pâncreas. O falecimento foi anunciado por seu amigo de longa data Gil Gerard, o Buck Rogers da série exibida entre 1979 e 1981. “Vou sentir muita falta dele, especialmente do quanto nos divertíamos em convenções, quando ele me mandava me f…”, escreveu Gerard. Com menos de 1,2 m de altura e pesando 30 quilos, Silla estreou na TV num episódio de 1963 de “Bonanza”. Mas seu primeiro papel de destaque só veio dois anos depois, ainda que ninguém pudesse vê-lo. Ele fez grande sucesso ao aparecer como o Primo Coisa (Cousin Itt), no 20º capítulo de “A Família Addams” em 1965, escondido atrás de uma cabeleira imensa, que levava um tratador a confundi-lo com um animal exótico e tentar colocá-lo numa jaula. Silla repetiu o papel em 17 episódios da série. Em uma entrevista ao jornal Los Angeles Times em 2014, ele contou que a peruca usada para interpretar o personagem era feita inteiramente de cabelo humano: “Era quente e pesada. Como vestir um tijolo”. Na 2ª temporada, a produção trocou a peruca original por outra feita de cabelos sintéticos, porque muita gente fumava durante as gravações. “Todo mundo no set fumava. Eles só jogavam as bitucas no chão e pisavam nelas. Os produtores tinham medo de que eu pisasse em uma ainda acesa e pegasse fogo. Eles me deram cabelo sintético, que retarda as chamas”, explicou. O personagem foi ideia de um produtor e nunca fez parte dos desenhos de Charles Addams em que a série era baseada. Entretanto, desde a aparição de Silla passou a integrar a franquia sempre que ela ganhou uma nova adaptação. Ele também apareceu nas séries “Os Monkees”, “A Garota da U.N.C.L.E.”, “A Feiticeira”, “A Flauta Encantada” e até no piloto original de “Jornada nas Estrelas” (Star Trek), antes de entrar nas produções de Glen A. Larson, que em 1978 o escalou como o cylon Lucifer em 10 episódios de “Battlestar Galactica”, e no ano seguinte o colocou sob a “armadura” do robô Twiki, o parceiro do protagonista de “Buck Rogers”. Silla trabalhou ao lado de Gil Gerard, intérprete do herói espacial, em todos os episódios das duas temporadas de “Buck Rogers”, exibida até 1981. Depois disso, ainda foi um ewok em “Star Wars: O Retorno do Jedi” (1983), uma criatura sobrenatural do terrir “A Casa do Espanto” (1985) e Dink, uma paródia dos jawas de “Star Wars”, na comédia “S.O.S.: Tem um Louco Solto no Espaço” (1987), além de vestir a fantasia de um pinguim em “Batman: O Retorno” (1992). Aposentado nos anos 1990, ele voltou a atuar em “CHARACTERz” (2016), uma comédia que, de certa forma, homenageava sua carreira, ao acompanhar profissionais que ganhavam dinheiro para se fantasiar e divertir crianças num parque de diversões.
Série do “Senhor dos Anéis” custará quase meio bilhão de dólares por temporada
O orçamento da 1ª temporada da série derivada de “O Senhor dos Anéis” veio à tona. O ministro de Desenvolvimento Econômico e Turismo da Nova Zelândia, Stuart Nash, revelou numa entrevista televisiva que a Amazon vai gastar US$ 465 milhões (o equivalente a R$ 2,5 bilhões) apenas com a produção da 1ª temporada. “Isso é fantástico, realmente é, esta será a maior série de televisão já feita”, ele afirmou, diante dos números. Trata-se realmente de um orçamento recordista. Em termos de comparação, “Game of Thrones”, da HBO, custou cerca de US$ 100 milhões por temporada, enquanto a trilogia cinematográfica de “O Senhor dos Anéis”, dirigida por Peter Jackson, custou no total US$ 281 milhões. Os valores foram confirmados como parte da Lei de Informações Oficiais do governo da Nova Zelândia. Segundo Nash, o próprio governo neozelandês desembolsou cerca de US$ 71 milhões em estímulos e subsídios para a produção, citando como contrapartida o benefício que a série trará para o crescimento da indústria de entretenimento no país. Ao todo, a Amazon Studios pretende filmar cinco temporadas da série no país, além de possíveis produções derivadas.












