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Série

Nova série do criador de “The Crown” terá gravações no Rio

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20 de julho de 2026
  • Série

    “Young Rock”, “Kenan” e “Mr. Mayor” garantem 2ª temporada

    1 de maio de 2021 /

    A rede NBC renovou três séries de comédia que estrearam este ano em sua programação: “Young Rock”, “Kenan” e “Mr. Mayor”, mantendo na emissora os astros Dwayne “The Rock” Johnson, Kenan Thompson e Ted Danson. Em comunicado, a emissora informou que “Young Rock”, lançada em fevereiro, é a 2ª comédia nova mais vista da temporada. Seu primeiro episódio foi assistido por 13,4 milhões de telespectadores. A série conta a juventude de Johnson em três fases diferentes, acompanhando sua infância em uma família envolvida com o circuito de luta-livre profissional, a puberdade passada entre diversas escolas e o fim da adolescência como jogador de futebol americano na Universidade de Miami – décadas antes de ele virar um astro de Hollywood. Também lançada em fevereiro, “Kenan” é atualmente a quarta comédia de maior sucesso digital lançada até hoje pelo canal, com o primeiro episódio assistido por 7,4 milhões de telespectadores. Com formato de sitcom clássico, a atração segue um pai viúvo, interpretado por Thompson, que faz malabarismos para manter seu trabalho de destaque como apresentador de um programa matinal de Atlanta e criar suas duas filhas. Mais antiga da trinca, “Mr. Mayor” chegou em janeiro na NBC e seu piloto atingiu 16 milhões de espectadores, entre exibições ao vivo e digitais, tornando-se o programa de meia hora mais bem-sucedido da emissora desde o revival de “Will & Grace” em 2017. Desenvolvida por Tina Fey e Robert Carlock, criadores de “30 Rock”, a série traz Ted Danson (“The Good Place”) como um homem de negócios rico que deseja se tornar prefeito de Los Angeles, mas pelos motivos errados. Quando finalmente consegue o cargo, ele precisa ganhar o respeito da sua equipe, entender quais são seus objetivos e ainda se aproximar da sua filha adolescente. As renovações das três séries acontecem no momento em que duas das comédias mais populares do canal despedem-se da programação. “Superstore” já exibiu seu final em março, enquanto “Brooklyn Nine-Nine” vai completar sua trajetória nesta temporada. Veja abaixo os trailers das séries renovadas.

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  • Série

    Netflix cancela “A Duquesa” após 1ª temporada

    1 de maio de 2021 /

    A Netflix cancelou a série “A Duquesa” (The Duchess) após uma temporada. Lançada em setembro passado, a atração da comediante britânica Katherine Ryan (“Badults”) não teve público suficiente e não recebeu encomendas de novos episódios, segundo ela própria anunciou ao podcast “The Secreto to”. Ryan criou, estrelou e produziu a comédia, em que vive uma mãe solteira sem paciência para o mundo, mas que adora a filha pequena Olive. Na trama, após perceber que a menina era melhor coisa que já fez, ela resolve ter outro filho. Mas não encontra ou não aprova os voluntários. Diante das dificuldades do “mercado”, decide apelar a seu maior inimigo: o pai da primeira filha. Co-produzido pela Clerkenwell Films (de “The End Of The F *** ing World”), “A Duquesa” tem seis episódios e também inclui em seu elenco Rory Keenan (“O Guarda”), Steen Raskopoulos (“Feel Good”) e a menina Kate Byrne. Quando lançou a série, Katherine Ryan tinha assinado contrato para dois projetos com a Netflix. O outro foi um especial de stand-up, “Glitter Room”. Veja abaixo o trailer da série cancelada.

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  • Etc,  Série

    Johnny Crawford (1946–2021)

    1 de maio de 2021 /

    Johnny Crawford, um dos integrantes do Clube do Mickey original e estrela mirim da série clássica “O Homem do Rifle”, morreu na quinta-feira (29/4) aos 75 anos, após contrair covid-19. Ele sofria de Alzheimer há dois anos. John Ernest Crawford nasceu numa família de artistas – seu avô paterno trabalhou com o grande compositor Irving Berlin – e tinha apenas quatro anos quando começou a aparecer na TV como “cantor”. Quando completou nove anos em 1955, entrou no Clube do Mickey, estrelando 16 episódios da 1ª temporada, de onde saiu para uma carreira de participações televisivas em séries como “O Cavaleiro Solitário” (The Lone Ranger), “Caravana” (The Wagon Train), “Paladino do Oeste” (Have Gun, Will Travel), “The Frank Sinatra Show”, “The Danny Thomas Show” e muitas outras. Em 1958, ele conseguiu o papel de Mark McCain, filho do protagonista da série “O Homem do Rifle”, um rancheiro viúvo do Velho Oeste interpretado por Chuck Connors. A participação na série lhe rendeu uma indicação ao Emmy como Melhor Ator Coadjuvante em 1959, com apenas 13 anos de idade. Por sinal, a cerimônia marcou a história da família do menino, porque a mesma edição também teve indicação ao irmão de Johnny, Bobby Crawford, por sua performance num episódio de “Playhouse 90”, e até para seu pai, Robert Crawford, como editor no programa “The Bob Cummings Show”. Aproveitando o sucesso de “O Homem do Rifle”, o jovem Crawford gravou várias músicas e lançou alguns discos. O maior hit, “Cindy’s Birthday”, chegou a atingir o 8º lugar nas paradas de sucesso dos EUA em junho de 1962. A série, porém, chegou ao fim no ano seguinte, após cinco temporadas. Embora não tenha encontrado outro papel de destaque, o ator permaneceu na TV até os anos 1970, aparecendo nas mais diversas atrações, especialmente séries de western como “Couro Cru” (Rawhide), “Lancer”, “Big Valley”, “Glenn Ford é a Lei” (Cade’s County) e, mais tarde, “Os Pioneiros” (Little House on the Prairie). Ele também viveu um adolescente rebelde com destaque no filme “The Restless Ones”, de 1965, e ainda apareceu na comédia sci-fi “A Cidade dos Gigantes” (1965), ao lado de Ron Howard, e no western clássico “El Dorado” (1966) com John Wayne. Mas foi convocado a lutar no Vietnã e encontrou grande dificuldade de retomar a carreira ao voltar da guerra. Mesmo assim, ele ainda estrelou a cultuada comédia “O Macaco Nu” (1973), produzida por Hugh Hefner (o dono da Playboy) e co-estrelada por Victoria Principal (que logo depois faria “Dallas”). Nos anos 1980, ainda teve um papel recorrente na série de aventura “Crossbow: As Aventuras de Guilherme Tell”, mas a esta altura já tinha praticamente abandonado a TV, devotando-se a sua outra especialidade: a música. Ele se tornou cantor de bandas como The Nighthawks e The Johnny Crawford Dance Orchestra, devotada ao swing da era das big bands. E foi como cantor que voltou a aparecer nos cinemas em 1999, fazendo uma participação no thriller sci-fi “13º Andar”. Curiosamente, ele também se tornou um membro da associação profissional de cowboys de rodeio, aproveitando que sua experiência com cavalos vinha desde a infância televisiva.

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  • Etc,  Série

    Séries estreladas por Noel Clarke são interrompidas após denúncias de abusos

    1 de maio de 2021 /

    Os canais britânicos ITV e Sky romperam suas relações profissionais com o ator, diretor e produtor Noel Clarke, após uma reportagem publicada na quinta (29/4) pelo jornal The Guardian trazer denúncias de mais de 20 mulheres contra o comportamento do artista, classificado como sexualmente abusivo. O último capítulo da minissérie “Viewpoint”, que deveria ter ido ao ar na sexta na rede ITV, não foi exibido e a atração deve ficar sem desfecho. Além disso, o canal pago Sky anunciou que não voltará a trabalhar com Clarke, inclusive na encomendada 4ª temporada da série policial “Bulletproof”, que deve ser cancelada porque, além de ser estrelada pelo artista, também era produzida por ele. Nos EUA, a rede The CW, que exibe a atração, afirmou que não pretende continuar a transmiti-la. O artigo do Guardian contém depoimentos nominais e em off de várias mulheres que trabalharam com o astro em uma variedade de projetos de cinema e TV nos últimos anos, trazendo alegações que vão desde toques inadequados até a filmagem secreta de uma atriz nua durante uma audição. As denúncias assumidas foram feitas por Gina Powell, que trabalhou para Clarke como produtora por três anos, e a atriz Jahannah James, que apareceu no filme “Brotherhood” (2016), final da trilogia que Clarke dirigiu e estrelou. A notícia chocou a indústria britânica porque o astro sempre foi considerado uma personalidade complexa, mas nunca deixou de ser aplaudido ao longo de sua carreira por seu firme compromisso em promover a diversidade e a representação no cinema e TV britânicos. Ele se tornou popular graças à sua participação marcante nas primeiras temporadas do revival de “Doctor Who” de 2005 e abriu as portas para a representatividade da juventude negra na indústria britânica com o sucesso de seu filme “Juventude Rebelde” (Kidulthood) em 2006, além das sequências que completaram a trilogia. Por suas realizações, ele até foi homenageado no BAFTA Awards (o Oscar britânico) deste ano, que aconteceu há apenas duas semanas, com um prêmio especial de contribuição para o Cinema britânico. De acordo com a investigação do Guardian, o BAFTA estava ciente das acusações contra Clarke antes de conceder-lhe o prêmio, mas como eram anônimas decidiu ir em frente apesar da perspectiva da história vir à público. Após o jornal The Guardian trazer declarações de mulheres conhecidas, a Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas suspendeu o artista. “À luz das alegações de má conduta grave em relação a Noel Clarke no The Guardian, a BAFTA tomou a decisão de suspender sua filiação e o prêmio especial imediatamente e até novo aviso”, disse a instituição por comunicado. Além disso, ele foi dispensado pela agência de talentos CAA, que cuidava de sua carreira, e sua produtora Unstoppable Entertainment perdeu o apoio da All3Media, que fornecia o financiamento para a realização de seus projetos. “Temos uma abordagem de tolerância zero para abuso, intimidação e assédio”, disse um porta-voz da All3Media. A princípio, Clarke negou firmemente todas as alegações. “Em uma carreira de 20 anos, coloquei a inclusão e a diversidade como foco do meu trabalho e nunca tive uma reclamação contra mim”, afirmou o artista num primeiro comunicado. “Se alguém que trabalhou comigo alguma vez se sentiu incomodado ou desrespeitado, peço desculpas sinceramente. Eu nego veementemente qualquer má conduta sexual ou delito e pretendo me defender contra essas falsas alegações. ” Mas conforme as consequências foram ficando mais claras para o artista, inclusive com o encaminhamento de uma denúncia criminal para a Política Metropolitana de Londres, ele acrescentou que estava “buscando ajuda profissional para me educar e mudar para melhor”.

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  • Série

    “The Last Kingdom” vai acabar na 5ª temporada

    1 de maio de 2021 /

    A Netflix anunciou que a vindoura 5ª temporada será a última de “The Last Kingdom”, ponto fim à saga viking iniciada originalmente na BBC há seis anos. A produção estão em andamento na Hungria para as gravações dos dez episódios finais das aventuras de Uhtred de Bebbanburg (Alexander Dreymon), um guerreiro nascido saxão, mas criado como dinamarquês, na Inglaterra dos séculos IX e X. A história será baseada no nono e no décimo volumes da franquia literária conhecida como “Crônicas Saxônicas”, do autor inglês Bernard Cornwell, que ao todo têm 13 livros. Bastaria mais uma temporada para condensar as obras finais e contar a história completa, mas a Netflix optou por cancelar a série antes do final da saga. Intérprete do protagonista, Alexander Dreymon fará sua estreia como diretor na última temporada, assinando um episódio. Em comunicado, ele disse que “interpretar Uhtred por cinco temporadas foi uma jornada maravilhosa”.

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  • Série

    Naomi: Série de super-heroína da DC ganha primeira foto oficial

    30 de abril de 2021 /

    O piloto da série “Naomi”, baseada em quadrinhos da DC Comics que a cineasta Ava DuVernay (“Selma”, “Olhos que Condenam”) está desenvolvendo para a rede The CW, ganhou sua primeira foto oficial. A imagem traz a jovem atriz Kaci Walfall, de 16 anos e conhecida por sua participação em “Army Wives”, recriando uma cena dos quadrinhos. Vale a pena comparar a imagem live-action com a ilustração original logo abaixo. Na trama, Naomi (Walfall) é uma estudante popular e confiante, que vive em uma cidade militar com seus pais. Mesmo sem ter vergonha de admitir seu lado geek e ser apaixonada por histórias em quadrinhos, ela leva um choque quando eventos sobrenaturais fazem com que descubra ter superpoderes. O resto do elenco inclui Alexander Wraith (“Orange Is the New Black”), Cranston Johnson (“Filthy Rich”) e a novata Camila Moreno. O projeto é baseado na revista em quadrinhos “Naomi”, criada por Brian Michael Bendis, David F. Walker e Jamal Campbell em 2019, e publicada no Brasil pela editora Panini. A adaptação está a cargo da roteirista-produtora Jill Blankenship (da série “Arrow”). DuVernay assina a produção e a direção do piloto, que está sendo realizado por sua produtora Array em parceria com a Warner Bros. TV. Caso a série seja aprovada, “Naomi” será a primeira adaptação da DC a estrear na rede CW sem a chancela do produtor Greg Berlanti desde “Arrow” em 2012. Até “Stargirl”, recém-transferida do DC Universe, é uma produção de Berlanti. Além de “Naomi”, Ava DuVernay tem outra atração baseada em quadrinhos da DC prestes a estrear: a minissérie “DMZ”, atualmente em pós-produção para a plataforma HBO Max. Ela também iria dirigir o filme “Novos Deuses”, que a Warner cancelou no começo de abril.

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  • Série

    Ator de “American Horror Story” vai estrelar série do herói Lanterna Verde

    30 de abril de 2021 /

    A HBO Max escalou Finn Wittrock, ator conhecido por participar de várias temporadas de “American Horror Story”, como um dos protagonistas na vindoura série do Lanterna Verde. Wittrock interpretará a versão do herói representada por Guy Gardner. Nos quadrinhos da DC Comics, Guy Gardner foi o segundo Lanterna Verde da Terra, criado por John Broome e Gil Kane em 1968. Mas sua personalidade se alterou bastante nos anos 1980, quando ganhou mais destaque e virou quase um alívio cômico na Liga da Justiça, como um símbolo do hiper-patriotismo e masculinidade tóxica do período. Segundo informações, a série não terá apenas um protagonista. O projeto deve contar histórias dos várias integrantes da Tropa dos Lanternas Verdes, explorando a mitologia dos personagens, especialmente Guy Gardner, Jessica Cruz, Simon Baz, Alan Scott, Sinestro e Kilowog. A 1ª temporada terá 10 episódios escritos e produzidos por Seth Grahame-Smith (“Lego Batman: O Filme”) e Marc Guggenheim (um dos roteiristas do filme do “Lanterna Verde”). Eles trabalharão na produção com outro responsável pelo filme de 2011, o produtor Greg Berlanti, que se tornou o mentor do Arrowverso na rede The CW. Berlanti e Guggenheim foram justamente os responsáveis pelo roteiro do piloto de “Arrow”, que inaugurou o universo de séries atuais da DC Comics na TV americana. O projeto dos produtores é reintroduzir o Lanterna Verde como uma saga que se estende por décadas e galáxias, que servirá para introduzir vários Lanternas Verdes diferentes. Nos quadrinhos, eles são os policiais galácticos que patrulham o universo conhecido e desconhecido. Ainda não há previsão de estreia.

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  • Série

    Lucifer encontra Deus no trailer dos próximos capítulos

    30 de abril de 2021 /

    A Netflix divulgou os pôsteres e o trailer da segunda parte da 5ª temporada de “Lucifer”, que destaca o reencontro do protagonista com seu pai, também chamado de Deus pelo resto dos mortais. O ator Dennis Haysbert foi escalado no papel. Ele ficou conhecido por viver o primeiro presidente negro da TV americana, David Palmer, na série de ação “24 Horas”, e por curiosidade seu irmão naquela série era vivido pelo ator D.B. Woodside, que em “Lucifer” interpreta o anjo Amenadiel, outro filho de Deus. Na prévia, Deus decide que vai se aposentar, o que faz Lucifer (Tom Ellis) considerar ocupar sua vaga. A ideia tem paralelos com o desfecho dos quadrinhos em que a série é (vagamente) baseada. Mas a execução sugere um encaminhamento completamente diferente, na linha da disputa entre Michael (Miguel) e Lucifer explorada em “Supernatural”. O final da 5ª e penúltima temporada de “Lucifer” será lançado em 28 de maio.

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  • Série

    Top 10: “A Vida Depois do Tombo” e as melhores séries da semana

    30 de abril de 2021 /

    A série mais comentada da semana é um spin-off de reality show: a atração documental “A Vida Depois do Tombo”, que mostra como a ex-confinada Karol Conká está lidando com o recorde de rejeição do “BBB 21” e as consequências de suas ações ao reencontrar a carreira em ruínas do lado de fora da casa mais vigiada do Brasil. A produção também é um registro de como se dá um cancelamento, detalhando o horror dos dois lados, o cometido por Conká no reality da Globo e o que ela encontrou ao cair na real(idade). E como toda boa história de monstro, também busca demonstrar que por trás da criatura vista como malvada existe um ser humano ferido, cheio de questões não resolvidas, que ajudam a explicar tudo o que aconteceu ao vivo diante de todo o Brasil. Fãs de aventuras fictícias podem preferir “The Mosquito Coast”, adaptação do famoso romance de Paul Theroux publicado em 1981 e já levado aos cinemas em 1986. Se no longa dirigido por Peter Weir e estrelado por Harrison Ford, a motivação para o protagonista conduzir sua família para as florestas da América Latina era a desilusão com os Estados Unidos e o desejo de criar uma utopia, a série segue um viés menos altruísta para mostrar uma fuga pelo México alimentada por tensão, suspense e problemas legais. A principal curiosidade da nova versão, entretanto, é a escalação do ator Justin Theroux (“The Leftovers”) no papel principal. Ele é sobrinho do escritor do livro original. O resto do elenco destaca Melissa George (“30 Dias de Noite”) como sua esposa e os jovens Gabriel Bateman (“Brinquedo Assassino”) e Logan Polish (“Sonhando Alto”) como seus filhos. Além disso, a direção do cineasta Rupert Wyatt (“Planeta dos Macacos: A Origem”) materializa um visual extremamente cinematográfico. Entre as demais novidades, destacam-se os climas sombrios de “Fatma” e “Coroner”, especialmente a primeira, uma série turca de suspense, em que uma faxineira desimportante aproveita a falta de interesse em sua vida para se tornar uma serial killer bem-sucedida. Já a canadense “Coroner” oferece uma alternativa ao padrão procedimental das tramas de “CSI” por se centrar numa investigadora forense feminina, vivia por Serinda Swan (a Medusa de “Os Inumanos”). Confira abaixo a seleção com trailers das 10 melhores séries disponibilizados em streaming nesta semana.     A Vida Depois do Tombo | Brasil | Minissérie (Globoplay)     The Mosquito Coast | EUA | 1ª Temporada (Apple TV+)     Fatma | Turquia | 1ª Temporada (Netflix)     Coroner | Canadá | 2 Temporadas (Globoplay)     O Inocente | Espanha | Minissérie (Netflix)     Sexify | Polônia | 1ª Temporada (Netflix)     Charmed | EUA | 3ª Temporada (Globoplay)     Yasuke | Japão, EUA | 1ª Temporada

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    Dom: Gabriel Leone é “bandido gato” em teaser da série de Breno Silveira

    29 de abril de 2021 /

    A Amazon divulgou o primeiro teaser de “Dom”, série brasileira estrelada por Gabriel Leone (o Roberto Carlos de “Minha Fama de Mau”). A prévia curta, de apenas 30 segundos, apresenta o “bandido gato”, entre cenas de narcisismo explícito, crime, direção perigosa e perseguições em alta velocidade. “Dom” adapta o livro homônimo de Tony Bellotto (autor de ficções policiais e também guitarrista dos Titãs), baseado na figura real de Pedro Dom (1981-2005), filho de policial que se tornou chefe de uma quadrilha especializada em assaltar prédios de luxo no Rio de Janeiro. A trama explora a dinâmica entre o pai policial e o filho viciado, que se torna “criminoso fashion” para sustentar o vício, até um desfecho trágico. Produção da Conspiração Filmes, a série tem direção do cineasta Breno Silveira (dos filmes “2 Filhos de Francisco”, “Gonzaga: De Pai pra Filho”, “Entre Irmãs” e da série “1 Contra Todos”) e seu elenco também destaca Flávio Tolezani (“Boca a Boca”) como o pai policial do protagonista. A estreia está marcada para 4 de junho.

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  • Série

    Sweet Tooth: Série baseada em quadrinhos ganha trailer épico

    29 de abril de 2021 /

    A Netflix divulgou fotos e o primeiro trailer de “Sweet Tooth”, série baseada nos quadrinhos de mesmo nome da Vertigo/DC Comics. Com elementos de fábula encantada e sci-fi pós-apocalíptica, a prévia parece um épico cinematográfico. A trama se passa uma década após o nascimento de bebês mutantes e a devastação do planeta por uma pandemia inexplicável, e acompanha Gus, um menino nascido com chifres de veado. Ele faz parte de uma nova raça de crianças híbridas humano-animal que surgiram após o surto, todas aparentemente imunes à infecção. Perseguido por milícias, caçadores de recompensas e seitas apocalípticas, ele tenta chegar num refúgio distante com ajuda de um andarilho benevolente. Produção do astro Robert Downy Jr. (o Homem de Ferro da Marvel) e sua esposa Susan Downey, a atração reúne em seu elenco os atores Will Forte (“O Último Cara da Terra”), Nonso Anozie (“Zoo”), Dania Ramirez (“Once Upon a Time”), Adeel Akhtar (“Utopia”), Stefania LaVie Owen (“Messiah”) e o menino Christian Convery (“Descendentes 3”), além do veterano James Brolin (“Life in Pieces”), pai de Josh Brolin (o Thanos), que faz a narração dos episódios – é dele, por sinal, a voz ouvida no trailer. “Sweet Tooth” teve 40 edições publicadas em quadrinhos entre 2009 a 2013, todas escritas por seu criador, Jeff Lemire. A adaptação foi feita pela roteirista Beth Schwartz (showrunner de “Arrow”) e o cineasta Jim Mickle (dos terrores “Somos o que Somos” e “Stake Land”), que também assina a direção de episódios. A estreia está marcada para 4 de junho.

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    Shunsuke Kikuchi (1931-2021)

    29 de abril de 2021 /

    O compositor japonês Shunsuke Kikuchi, conhecido por ter criado os temas de “Kamen Rider” e da franquia “Dragon Ball”, faleceu de pneumonia no último sábado (24/4) aos 89 anos. Kikuchi começou sua carreira de compositor de trilhas em 1961 e trabalhou em cerca de 70 filmes antes de se dedicar às produções de televisão na década seguinte. Entre seus primeiros trabalhos estão clássicos do cinema japonês, como o filme de samurais “Sangue de Vingança” (1965), a icônica produção de gângsteres “Contos Brutais de Honra” (1965) e a cultuada franquia de garotas malvadas “Female Prisioner Scorpion” (inaugurada em 1972) – cujo tema acabou incorporado por Quentin Tarantino à trilha de “Kill Bill”. Dez anos depois de sua primeira composição para o cinema, Kikuchi assinou seu primeiro sucesso televisivo, a abertura da série “Kamen Rider”, exibida originalmente de 1971 a 1973. O tema do tokusatsu continuou a ser utilizado durante as várias reencarnações da franquia. Ele também trabalhou na popular série animada “Doraemon” desde 1979. Mas foi só a partir da década de 1980 que sua música virou febre mundial, após conceber a composição total de “Dragon Ball” (1986-1989) e suas continuações, “Dragon Ball Z” (1989-1996) e “Dragon Ball Z Kai” (2009-2015), além das várias adaptações da série para o cinema. Com longa carreira, o compositor só foi se aposentar em 2017 por conta de sua saúde, deixando um legado de várias trilhas de cinema e animes.

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    Volta de “Dexter” ganha novo teaser

    29 de abril de 2021 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o segundo teaser do revival de “Dexter”, a série do serial killer “bonzinho” vivido por Michael C. Hall. A prévia mostra o protagonista em sua cabana de lenhador no meio de uma floresta congelada, enquanto muda sua expressão de tristeza para um sorriso de cumplicidade com o público – ao som do blues “Don’t Let Me Be Misunderstood” na voz de Nina Simone. A volta de “Dexter” foi anunciada em outubro passado. A trama será uma continuação da série original, que durou oito temporadas e terminou em 2013 com Dexter Morgan optando por se afastar de todos. A última cena revelava que ele tinha assumido a identidade de um lenhador e se escondido numa floresta, vivendo uma vida solitária. A produção terá formato de minissérie e contará com apenas 10 capítulos, comandados pelo showrunner original da atração, Clyde Phillips, com estreia planejada para o outono norte-americano de 2021 (entre setembro e novembro). Phillips atuou como showrunner nas primeiras quatro temporadas de “Dexter”, saindo em 2009. Foi sob comando que a atração virou um fenômeno, ganhando três indicações ao Emmy de Melhor Série de Drama e quatro indicações ao troféu do Sindicato dos Roteiristas (WGA Awards) na mesma categoria. Hall, por sua vez, recebeu cinco indicações consecutivas ao Emmy por interpretar Dexter, vindo a ganhar o Globo de Ouro e o prêmio do Sindicato dos Atores (SAG Awards) pelo papel em 2010. Depois da série, nenhum dos novos projetos do ator teve o mesmo sucesso. Seus créditos mais recentes incluem a série “Safe” (2018), na Netflix, e o thriller “O Relatório” (2019), na Amazon. A volta de “Dexter” integra uma linha de revivals que a Showtime vem explorando nos últimos anos, entre eles “Twin Peaks: The Return”, “The L Word: Generation Q” e “Penny Dreadful: City of Angels”. A atração será exibida no Brasil pela plataforma Paramount+.

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