John Beasley, ator de “Everwood”, morre aos 79 anos
O ator John Beasley, mais conhecido pelo papel de Irv Harper na série “Everwood”(2002–2006), faleceu aos 79 anos em sua cidade natal, Omaha, Nebraska, onde estava internado. Ele morreu na terça-feira (30/5), devido a complicações no fígado. Seu filho deu a notícia na internet, chamando o ator de “herói” em uma homenagem. “Cara… você sabe que isso faz parte da vida… mas isso não torna as coisas mais fáceis”, escreveu Mike Beasley no Facebook. “Perdi o meu melhor amigo hoje. Eles dizem que você nunca deve conhecer seus heróis porque eles não são quem você pensava que eram. Isso é tão errado. Meu herói era o meu pai”. Antes de ser ator, Beasley trabalhou como ferroviário e precisou se mudar para a Filadélfia depois de receber ameaças de morte por protestar contra práticas abusivas no trabalho. Lá, ele começou a participar de algumas peças de teatro, mas sua carreira artística só começou pra valer aos 45 anos, com um papel recorrente na série “Brewster’s Place” (1989), protagonizada por Oprah Winfrey. Ele também participou dos clássicos esportivos juvenis “Nós Somos os Campeões” (1992), da Disney, e “Rudy” (1994), da Universal, além de ter aparecido em muitas séries nos 1990, como “Edição de Amanhã” (1998), “CSI: Investigação Criminal” (2000), “A Juíza” (1999) e “Millenium” (1999). Em 2002, ele conquistou seu primeiro papel fixo na TV em “Everwood”, onde interpretou Irv durante as quatro temporadas da produção. A série criada por Greg Berlanti (criador do “Arrowverso”), que contava com Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia Vol. 3”) no elenco, era transmitida no Brasil pelo SBT e ambientada na cidade fictícia do mesmo nome. O drama abordava temas de família, como relação entre pais e filhos, que sempre tinham algum impacto social. No mesmo ano, o ator também estrelou o thriller de ação “A Soma de Todos os Medos” e fundou o John Beasley Thather, em Omaha, para promover adaptações de obras de autores negros ou que apresentassem pessoas pretas. Ao fim de “Everwood”, ele ainda teve um papel recorrente na série “Treme” (em 2011), da HBO, e entrou no elenco da sitcom “The Soul Man” (2012–2016). Paralelamente, participou dos filmes “Uma Noite de Crime: Anarquia” (2014), “A Entidade 2” (2015) e “A Vida Imortal de Henrietta Lacks” (2017). Seus últimos trabalhos incluem participações nas séries “O Residente”, “The Mandalorian” e “Your Honor” e no terror “Chamas da Vingança” (2022). O artista deixa sua esposa Judy Beasley, os filhos Mike e Tyrone e seis netos: Evan, Miles, Olivia, Mika, Darius e o jogador de basquete da NBA Malik Beasley.
Black Mirror: 6ª temporada ganha trailer e data de estreia
A Netflix divulgou o trailer e a data de lançamento da 6ª temporada de “Black Mirror” (2011). A prévia dá aos fãs uma espiada em alguns episódios, entre eles o chamado “Joan Is Awful” – em que uma mulher comum descobre que uma plataforma de streaming lançou um drama baseado em sua vida, estrelado por Salma Hayek Pinault (“Casa Gucci”). A prévia também destaca as tecnologias e acontecimentos absurdos típicos da atração, incluindo até mesmo assassinatos, desaparecimentos e uma cena em que um jovem afirma que as pessoas estão sendo sendo abduzidas pelo céu. O elenco da nova temporada também conta com Annie Murphy (“Schitt’s Creek”), Aaron Paul (“El Camino: Um Filme de Breaking Bad”), Anjana Vasan (“Homem Aranha: Longe de Casa”), Auden Thornton (“Beauty Mark”), Ben Barnes (“O Sétimo Filho”), Clara Rugaard (“Love Gets a Room”), Daniel Portman (“The Control Room”), Danny Ramirez (“Top Gun: Maverick”), Himesh Patel (“Não Olhe para Cima”), John Hannah (“A Múmia: Tumba do Imperador Dragão”), Josh Hartnett (“Xeque-mate”), Kate Mara (“Quarteto Fantástico”), Michael Cera (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”), Monica Dolan (“Decisão de Risco”), Myha’la Herrold (“Modern Love”), Paapa Essiedu (“Men”), Rob Delaney (“The Man Who Fell to Earth”), Rory Culkin (“Pânico 4”), Samuel Blenkin e Zazie Beetz (ambos de “Atlanta”). Criada e co-dirigida por Charlie Brooker, “Black Mirror” estreou em dezembro de 2011 no Channel 4 do Reino Unido e foi adquirida pela Netflix a partir da 3ª temporada em 2016. Ao virar exclusiva do streaming, a série venceu oito Emmys, incluindo o prêmio de Melhor Filme para TV pelos episódios “San Junipero” (2017), “USS Callister” (2018) e “Bandersnatch” (2019). A 6ª temporada chega após hiato de quatro anos, no dia 15 de junho.
Galvão reclama de documentário da Globo sobre sua trajetória: “Parece que sou um monstro”
O locutor esportivo Galvão Bueno reclamou, em entrevista para o podcast “Flow”, que a Globo exagerou na abordagem da série documental “Galvão: Olha o que Ele Fez”. A produção fala sobre a carreira do narrador e está disponível no streaming Globoplay. Apesar de admitir não ser uma pessoa “boazinha”, Bueno afirmou que o 4º episódio do documentário faz com que ele “pareça um monstro”. “Eu acho que eles exageram um pouco numa parte… Eu não vi antes, não vi nada, deveria ter visto porque eu cortaria uma coisinha ali. É que o quarto episódio parece que sou meio monstro mesmo”, declarou. Mesmo assim, Galvão elogiou o produto final e disse que ficou bem feito. “A ideia não era ser chapa branca, mostrar também minhas explosões, que sou ser humano”, comentou. “Mas talvez tenham exagerado um pouquinho, mas tudo bem. Para mim foi uma honra”, completou. O locutor ainda aproveitou para divulgar que estreará um novo videocast chamado “Fala Galvão”, no Canal GB (Galvão Bueno). O primeiro episódio contará com a participação do youtuber do canal Desimpedidos e ex-participante do reality Big Brother Brasil Fred Bruno. Depois, estão na lista o automobilista Felipe Massa, o ex-jogador de futebol Denílson de Oliveira, a campeã mundial de basquete Hortência Marcari, o pugilista Acelino Popó e o apresentador do “Flow” Igor 3K. A produção estreia na quinta-feira (1/6), às 18h, no YouTube. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Galvão Bueno (@galvaobueno)
Lily-Rose Depp alcança a fama no trailer definitivo da polêmica série “The Idol”
A HBO divulgou o trailer definitivo da série “The Idol”, estrelada por Lily-Rose Depp (“O Rei”) e Abel Tesfaye (mais conhecido como The Weeknd). O trailer acompanha a cantora Jocelyn, interpretada por Depp, em sua jornada para conquistar a fama sob influência de Tedros, vivido por Tesfaye, enquanto enfrenta as consequências sombrias desse caminho. A trama gira em torno da personagem da filha de Johnny Depp, que tem paralelos com Britney Spears. Após um colapso nervoso que interrompeu sua última turnê, ela está determinada a recuperar seu merecido status como a maior e mais sensual estrela pop dos EUA, e após conhecer Tedros, começa a ser manipulada pelo suposto guru. Criada por Sam Levinson (“Euphoria”) e Tesfaye em parceria com Reza Fahim (“Untitled the Weeknd & Trey Edward Shults Project”), o elenco ainda inclui Suzanna Son (“Red Rocket”), Moses Sumney (“Creed”), Jane Adams (“Hung”), Dan Levy (“Schitt’s Creek”), Hank Azaria (“Brokmire”), Eli Roth (“Bastardos Inglórios”), Rachel Sennott (“Shiva Baby”), Hari Nef (“País da Violência/Assassination Nation”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome é Dolemite”), Ramsey (“Clementine”), o produtor musical Mike Dean, a falecida Anne Heche (“Chicago P.D”), o cantor Troye Sivan (“Boy Erased”) e Jennie Ruby Jane, mais conhecida como Jennie Kim do fenômeno musical sul-coreano BLACKPINK. Apesar de ter sido aplaudida de pé no Festival de Cannes de 2023, a série foi destruída pela crítica com adjetivos como grosseira, nojenta e sexista, atingindo apenas 27% de aprovação no Rotten Tomatoes – o que é um crescimento positivo comparado às avaliações do dia 23 de maio, quando contava com somente 9% de comentários favoráveis. Em contraste, o sucesso de Levinson, “Euphoria” (2019), registra 88% de aprovação nas duas temporadas. Os críticos ressaltam que a série exagera no conteúdo sexual e na nudez, e que esses elementos não acrescentam nada à narrativa e servem apenas para chocar o telespectador. Além disso, apontam que a trama se sustenta em clichês, deixando a desejar em termos de originalidade. A obra ainda foi alvo de polêmica devido a uma matéria da revista Rolling Stone que acusava Abel Tesfaye de pedir alterações na trama por ser “feminista demais”. Algo de fato aconteceu nos bastidores, que gerou a substituição da diretora Amy Seimetz por Sam Levinson. Após a estreia em Cannes, Levinson comentou as primeiras reações negativas e ressaltou que isso apenas o convenceu de que a série será uma das mais comentadas. “Quando a minha mulher leu a matéria [da Rolling Stone] para mim, eu disse: ‘Vamos ter a maior série do verão’”, ele disse na entrevista coletiva logo após a sessão. A atriz Lily Rose Depp também se pronunciou em defesa da produção e das críticas sobre o figurino de sua personagem. Ela afirmou que “nunca esteve tão envolvida nas discussões sobre um personagem como nessa série”. O cantor Abel Tesfaye ainda revelou que muitas das experiências vividas pela personagem de Depp são baseadas em fatos reais que aconteceram com ele. ““Muito do que Jocelyn vive é baseado nas minhas experiências e nas de outros artistas. Eu tenho sorte de ter tomado as decisões certas”, disse. A série estreia na HBO Max simultaneamente com o canal HBO no dia 4 de junho.
“Fubar” destrona “Rainha Charlotte” como série mais assistida da semana na Netflix
A comédia de ação “Fubar”, estrelada por Arnold Schwarzenegger (“Jovem Diaba”), destronou “Rainha Charlotte” como a série em inglês mais assistida da Netflix entre os dias 22 e 28 de maio. A primeira série da carreira de Schwarzenegger conquistou 88,94 milhões de horas de visualização em quatro dias de exibição. Antes disso, “Rainha Charlotte” havia permanecido na liderança por três semanas consecutivas. Apesar do sucesso de público, os críticos torceram o nariz para a produção, que atingiu apenas 48% de aprovação no agregador de críticas Rotten Tomatoes – medíocre. “Com piadas que falham e uma história que copia liberalmente os triunfos anteriores da carreira do astro Arnold Schwarzenegger, ‘Fubar’ é apenas OK”, descreveu o site. Em sua queda do topo, o spin-off de “Bridgerton” (2020) teve 42,9 milhões de horas assistidas no período e perdeu até o 2º lugar para outro spin-off, “Com Carinho, Kitty”, série derivada da trilogia “Para todos os Garotos que já Amei” (2018), que atingiu um total de 63,78 milhões de horas visualizadas. Em 4º e 5º lugar ficaram, respectivamente, a 6ª temporada de “Sunset: Milha de Ouro” (2019) e a 1ª temporada de “S.W.A.T.” (2017). Elas conquistaram 33,35 e 20,23 milhões de horas. Já a 5ª temporada de “All American” (2018) e a 2ª temporada de “Amigas para Sempre” (2021) estão em 6º e 7º lugar no ranking, com 18,5 e 16,11 milhões de horas assistidas. A série “Maid” (2021) voltou a aparecer na lista após viralizar no Tik Tok, fazendo com que o drama figurasse no 8º lugar, com 13,96 milhões de horas de visualização. Por fim, em 9º lugar, está “O Agente Noturno”, com 12,65 milhões de horas vistas, seguido pela 2ª temporada da série original “Bridgerton”, que foi parar no último lugar da lista com 12,54 milhões de horas. Confira abaixo os trailers das cinco séries em inglês mais vistas da Netflix na última semana. 1 | FUBAR| NETFLIX 2 | COM CARINHO, KITTY | NETFLIX 3 | RAINHA CHARLOTTE | NETFLIX 4 | SUNSET: MILHA DE OURO | NETFLIX 5 | S.W.A.T. | NETFLIX
Jason Sudeikis sugere final de “Ted Lasso”: “Última partida”
O ator Jason Sudeikis, protagonista de “Ted Lasso”, refletiu sobre o fim da série da Apple, que encerra sua trajetória nesta semana, após três temporadas. No Twitter, através do perfil do personagem, o ator compartilhou uma mensagem emotiva com um ar de despedida na manhã desta terça-feira (30/5), referir-se a sua “última partida” na produção. “Alguns anos atrás, embarquei em um avião com o treinador Beard [Brendan Hunt] para uma pequena cidade em Londres. Hoje à noite, disputaremos nossa última partida”, compartilhou Sudeikis. “É como o que eu digo sobre os filmes de David Lynch. Não posso dizer o que está acontecendo, mas com certeza não quero que acabe”. Durante entrevista ao Deadline, em março, o ator confirmou que a série já estava na hora de acabar. Embora o sucesso com o público tenha sido bastante expressivo, Sudeikis revela o sentimento de conclusão desse capítulo. “Este é o fim da história que queríamos contar, que esperávamos contar e que nos divertimos contando”, declarou. “O fato de as pessoas quererem mais e ficarem curiosas além do que ainda nem sabem, considerando que estamos na 3ª temporada, é lisonjeador”, reflete. “Talvez até o dia 31 de maio, quando todos os 12 episódios da temporada forem lançados, eles estejam tipo: ‘Cara, sabe de uma coisa, entendemos, estamos bem. Não precisamos de mais, conseguimos tudo’. Mas até que esse momento chegue, apreciarei a curiosidade além do que criamos até agora”. Por enquanto, nenhuma série derivada foi anunciada, mas os fãs pedem por mais produções no mesmo universo. Quando perguntado sobre a possibilidade de um spin-off, o ator revelou que o futuro segue em aberto e que a série conseguiu conquistar um público consistente. “Sim, acho que preparamos o terreno para todos os tipos de pessoas… para assistir à continuação dessas histórias”, instigou. “Mais uma vez, não posso deixar de considerar a pergunta como um elogio pelo que todos nós que estávamos trabalhando no programa tentamos fazer”, agradece. “É muito gentil que as pessoas considerem isso, porque nunca se sabe o que vai acontecer quando você cria algo. O fato de as pessoas quererem mais, mesmo que seja por um caminho diferente, é adorável”. “Ted Lasso” gira em torno do personagem-título, um treinador de futebol americano que é contratado para trabalhar num clube de futebol inglês, apesar de não ter nenhuma experiência no esporte que os moradores dos EUA chamam de soccer. Durante sua exibição, a série recebeu 40 indicações ao Emmy e ganhou 11 prêmios, incluindo Melhor Série de Comédia para as temporadas 1 e 2, reforçando o espaço da Apple TV+ no mapa das premiações. O mais curioso em relação à “Ted Lasso” é que o personagem e toda sua premissa já existia antes de virar série, tendo sido concebido em 2013 para comerciais do canal pago NBC Sports. A produção da Apple pegou a piada dos comerciais de Sudeikis e a estendeu em episódios completos. Com a estreia da 3ª temporada, a audiência bateu recorde. O público de “Ted Lasso” aumentou em 180% em comparação com o ano anterior, enquanto a série segue como a mais vista no serviço de streaming da Apple. O episódio final de “Ted Lasso” vai ao ar nesta quarta-feira (31/5), às 22h (no horário de Brasília), na Apple TV+. A few years ago I hopped on a plane with Coach Beard headin' to a little town in London. Tonight we play our final match. It's like what I say about the films of David Lynch. I can't tell you what's happenin', but I sure as heck don't want it to end. https://t.co/6BZss7vh3q — Ted Lasso (@TedLasso) May 30, 2023
Leandra Leal cria série juvenil para Globoplay que resgata os anos 2000
A atriz Leandra Leal (“Aruanas”) é uma das criadoras de “A Vida Pela Frente”, uma nova série juvenil que resgata a nostalgia da virada do milênio (entre 1999 e 2000) e será disponibilizada em junho no streaming da Globoplay. A atração é ambientada no Rio de Janeiro em dezembro de 1999, e traz Leandra como Tereza, a mãe solo e superprotetora da jovem Liz (Nina Tomsic). A garota tímida e enigmática promete agitar as relações dos alunos de um colégio após sua chegada, ainda que não seja a intenção. A grande noite da virada da década, no entanto, será interrompida por um terrível acontecimento: a morte de uma adolescente amiga de todos. Repleta de referências pop que marcaram a virada do milênio, a história é contada em dois tempos: nos dias após o velório, quando cada um dos protagonistas vive à sua maneira as consequências de uma grande perda, e também em flashbacks do início do ano letivo, que revelam os acontecimentos que marcaram o fim do ano. O elenco juvenil ainda inclui Flora Camolese (“Vai na Fé”), Jaffar Bambirra (“Ricos de Amor”), Muse Maya (“A Última Festa”), Henrique Barreira (“Vai na Fé”) e Lourenço Dantas no time central da história. Além deles, a produção terá nomes como Angela Leal (a “Dona Chepa” e mãe de Leandra), Gustavo Vaz (“Aruanas”), Estrela Straus (“Cidade Pássaro”), Rodrigo Pandolfo (“O Palestrante”), Ângelo Antônio (“2 Filhos de Francisco”), Stella Rabello (“Me Chama de Bruna”) e a cantora Letrux, entre outros. “A Vida Pela Frente” possui direção geral de Leandra Leal, Rita Toledo (“O Som e o Resto”), Carol Benjamin (“As Mil Mulheres”) e Bruno Safadi (“O Fim de uma Era”), enquanto a trama tem supervisão do roteirista Lucas Paraizo (“Sob Pressão”) No total, a série terá dez episódios que serão contados em dois tempos e abordam temas como saúde mental, responsabilidade afetiva, sexo, romance, festas e luto. A estreia está marcada para 22 de junho. Veja abaixo um teaser da atração.
Ex-Malhação vai interpretar Xuxa em série sobre Ayrton Senna
A atriz Pâmela Tomé deve interpretar Xuxa Meneghel na minissérie sobre Ayrton Senna. De acordo com as informações do jornal O Globo, a atriz está em negociações com a Netflix para dar vida à apresentadora. A trama da série abordará sobre a vida e a carreira do piloto brasileiro de Fórmula 1. Gaúcha como Xuxa, a atriz é natural de Caxias do Sul, no interior do Rio Grande do Sul, e teve seu primeiro papel famoso na televisão durante a 23ª temporada da novela “Malhação”, que estreou em 2015. Na trama, ela interpretou a patricinha Alina, que foi par romântico de Uodson, interpretado pelo cantor Lucas Lucco. Em seguida, Pâmela participou de outras duas produções da Globo. Na novela “Sol Nascente” (2016) deu vida a Paty, filha de Lenita, personagem da atriz Letícia Spiller, e, em “Orgulho e Paixão” (2018), interpretou Jane. Além disso, ela também participou da competição “Dança dos Famosos” em 2018. Seus trabalhos mais recentes foram nas novelas “Gênesis” (2021) e “Reis” (2022), ambas da rede Record. Na trama de “Senna”, Xuxa será retratada no contexto de seu relacionamento amoroso com o piloto. Os dois tiveram um namoro bastante exposto pela mídia durante os anos de 1988 e 1991. Na época, o fim do relacionamento foi justificado pela incompatibilidade de agendas. Segundo a sinopse oficial, a minissérie vai mostrar a trajetória de superação, desencontros, alegrias e tristezas do tricampeão de Fórmula 1, desbravando sua personalidade e suas relações pessoais. O ponto de partida será o começo da carreira automobilística do Ayrton, quando ele se muda para a Inglaterra para competir na Fórmula Ford, até o trágico acidente em Ímola, na Itália, durante o Grande Prêmio de San Marino. Anunciada em 2020, a minissérie terá seis episódios com direção de Julia Rezende (“A Porta ao Lado”) e Vicente Amorim (“Santo”). O elenco de “Senna” ainda conta com Gabriel Leone (“Eduardo e Mônica”) no papel do protagonista, Alice Wegman (“Rensga Hits!”) como a primeira esposa do piloto, enquanto Camila Márdila (“Que Horas Ela Volta?”) dará vida a Viviane, irmã de Ayrton Senna. O ator Marco Ricca (“Hebe”) também foi confirmado no elenco. As gravações devem começar no próximo mês, na cidade de Buenos Aires, mas “Senna” ainda não tem previsão de estreia na Netflix.
Jeremy Strong revela final alternativo – e trágico – de “Succession”
O fenômeno da HBO “Succession” chegou ao fim neste domingo (28/5) e encerrou a história dos herdeiros da família Roy após quatro temporadas. No entanto, a série teve um final alternativo que não foi ao ar. Em entrevista ao podcast oficial da atração, o ator Jeremy Strong, que deu vida ao ambicioso Kendall Roy, revelou que uma cena mudaria completamente o destino do seu personagem. No episódio final, Kendall, Roman (Kieran Culkin) e Shiv (Sarah Snook) perderam a disputa pelo cargo de CEO da Waystar Royco após a morte do pai, Logan Roy (Brian Cox). Com isso, a posição foi entregue para Tom (Matthew Macfadyen), deixando os três irmãos frustrados com a decisão tomada por Lukas Matsson (Alexander Skarsgård). Embora cada um tenha recebido a notícia com decepção, a reação de Kendall poderia ter um final ainda mais trágico. Durante a cena exibida, ao perceber que havia perdido a batalha pelo comendo da empresa, o ex-executivo sai andando por Nova York, até que se senta em um banco à beira do rio. De acordo com as revelações de Strong, as gravações finalizaram com uma cena de suicídio do personagem. “Em uma das tomadas, eu subi por cima da barreira. Sempre senti que não havia retorno [para Kendall] a partir dali. Olhei para aquelas ondas, estava tão ventoso e frio. Havia um pedaço de metal batendo, era um som terrível e eu não suportava mais”, conta. “Me levantei lentamente e caminhei em direção à barreira, subindo por cima dela. E na verdade, eu não sabia o que planejava fazer. O ator que interpretava Colin me viu, correu e me impediu de prosseguir”. Da forma como foi exibida, a cena deixou em aberto o que passa pela cabeça de Kendall. “É um final completamente trágico, da minha perspectiva”, disse Strong. “Acho que Jesse [Armstrong] talvez tenha pretendido isso ao escrever, esse sentido que Kendall perdeu, mas talvez ele esteja livre. E talvez ele continue andando”. O criador da série, Jesse Armstrong, revelou em uma entrevista divulgada pela HBO que o destino do personagem sempre esteve traçado. “Isso nunca deixará de ser o evento central de sua vida”, disse. “Talvez ele pudesse abrir uma empresa ou fazer alguma coisa. Mas as chances de ele alcançar o tipo de status corporativo que seu pai alcançou são muito baixas. E acho que isso vai marcar toda a sua vida”. Todos os episódios de “Succession” estão disponíveis na HBO Max. Confira abaixo um vídeo de bastidores do último episódio.
Viajando com os Gil: Série da turnê da família de Gilberto Gil ganha trailer
A Amazon Prime Video divulgou o primeiro trailer de “Viajando com os Gil” nesta segunda-feira (29/5). A 2ª temporada do reality documental vai retratar a turnê internacional da família de Gilberto Gil. A nova produção acompanha os bastidores dos shows de “Nós, a Gente”, que celebra os 80 anos do cantor-compositor. A jornada musical foi planejada na temporada anterior do programa, intitulada “Em Casa com os Gil”, e percorreu vários países, acompanhada pela equipe da Conspiração Filmes para as gravações da série. O “elenco” da atração conta com quase 40 pessoas da família de Gilberto Gil. Dentre eles, seus sete filhos (Nara, Marília, Preta, Maria, Bem, José e Bela Gil), além de seus 12 netos e uma bisneta. “Viajando com os Gil” terá seis episódios assinados pelo cineasta Andrucha Waddington (“Sob Pressão”), com roteiro de Hermano Vianna (“Orfeu”) e Sebastian Gadea (“Pesadelo na Cozinha”). A estreia está marcada para 30 de junho.
“Wandinha” vai explorar raízes latinas da personagem na 2ª temporada
A série “Wandinha”, que se destacou como um dos maiores sucessos recentes da Netflix, vai trazer na 2ª temporada uma exploração mais aprofundada da herança latina da icônica personagem-título. Em entrevista ao site IndieWire, o cocriador Miles Millar revelou que pretende explorar mais na série o fato de Wandinha ser interpretada por Jenna Ortega, uma atriz com descendência porto-riquenha e mexicana, após ser vivida por Lisa Loring e Christina Ricci no passado. Vale apontar que, como o pai da personagem se chama Gomez, obviamente a Família Addams sempre foi latina. “É tão raro encontrar uma personagem [latina] icônica dessa estatura”, disse Millar. “Nós realmente tentamos encontrar maneiras de [destacar isso] autenticamente. O que Wandinha ouviria quando estava crescendo? O que Gomez estaria tocando? E encontrar momentos em que poderíamos realmente fazer parecer uma menina que cresceu em Nova Jersey com um pai latino, e como isso ressoaria nela como adolescente? Certamente, nesta temporada estamos procurando mais maneiras de explorar isso.” Com “Wandinha”, Ortega não só virou uma das poucas estrelas latinas de séries produzidas dos EUA, como também se tornou uma das únicas atrizes com menos de 30 anos em alta demanda entre os espectadores de cinema. “Isso a catapultou para o estrelato”, disse Millar. “Como se faz uma estrela de cinema hoje? Coloca-se em uma série de sucesso na Netflix. É assim que acontece. E eu acho que você vê isso com Jenna, e obviamente é incrivelmente merecido.” Em outro ponto da conversa, Miles Millar revelou o que ele e seu parceiro Al Gough foram surpreendidos pelo sucesso retumbante da série da Netflix. “Embora pensássemos que era algo óbvio, muitas pessoas claramente não acreditaram nisso”, disse Millar, referindo-se às dificuldades para tirar “Wandinha” do papel. Ele e Cough trabalharam no desenvolvimento da série desde 2019 e só conseguiram fechar com a Netflix após o diretor Tim Burton entrar a bordo. “Nós pensamos: ‘Bem, talvez seja um sucesso para jovens adultos, mais como uma série da CW’, mas então se tornou muito, muito mais do que isso. Nunca previmos o nível de impacto e reação que a série atingiu.”
George Maharis, da série clássica “Rota 66”, morre aos 94 anos
O ator George Maharis, que estrelou a série clássica “Rota 66”, morreu na quarta-feira (24/5) em sua casa em Beverly Hills, aos 94 anos. Nova-iorquino filho de imigrantes gregos, ele estudou atuação no famoso The Actors Studio, junto com Marlon Brando, e fez algumas peças de vanguarda no circuito off-Broadway antes de começar a encaixar pequenos papéis na TV e ser escalado em 1960 como coprotagonista de “Rota 66”. Criada por Stirling Silliphant e Herbert B. Leonard, a série era inspirada na literatura beatnik e acompanhava dois jovens (Maharis e Martin Milner) percorrendo as rodovias dos EUA num Corvette – e encontrando aventuras ao longo do caminho. A produção foi um fenômeno televisivo, que rendeu a Maharis uma carreira paralela como cantor – ele chegou a lançar discos no período. Entretanto, não foi um trabalho fácil. Todos os 116 episódios da série, ao longo de quatro temporadas, foram filmados em cidades diferentes dos EUA, resultando em um cronograma de produção desgastante. O deslocamento constante criou problemas de alimentação e saúde na equipe, e no meio da 3ª temporada, no final de 1962, Maharis contraiu hepatite, foi hospitalizado por um mês e perdeu vários episódios. Indicado ao Emmy em 1962 por seu papel, o ator quis voltar para a série, mas sofreu uma recaída. Dispensado da produção, acabou substituído por outro ator na 4ª temporada – o público rejeitou a mudança e, com queda na audiência, a série acabou cancelada no mesmo ano. Após dois anos lutando contra a hepatite, Maharis resolveu tentar uma carreira menos desgastante no cinema, estrelando a comédia de espionagem “Depressa, Antes que Derreta”, de Delbert Mann, em 1964. O sucesso lhe permitiu emplacar ainda o thriller sci-fi “O Mundo Marcha para o Fim” (1965), de John Sturges, o drama “Sylvia” (1965), de Gordon Douglas, em que fez par com Carroll Baker, o drama criminal “Tirado dos Braços da Morte” (1967), de Lamont Johnson, e a comédia criminal “Acontece Cada Coisa” (1967), de Elliot Silverstein, na qual viveu um hippie. Mas ele logo se viu de volta à TV, integrando o elenco da série “Jogo Mortal”, que acabou cancelada na 1ª temporada em 1971. A partir daí, passou a acumular participações especiais em episódios de séries clássicas, como “Jornada ao Desconhecido”, “Galeria do Terror”, “Barnaby Jones”, “A Mulher Biônica”, “Os Novos Centuriões”, “Fuga das Estrelas”, “Ilha da Fantasia” e “Assassinato por Escrito”. Maharis ainda fez ocasionais retornos aos filmes, incluindo “Veja o que Aconteceu ao Bebê de Rosemary” (1976), continuação televisiva do clássico de Roman Polanski, no papel do marido de Rosemary, vivido por John Cassavetes em 1968. Depois disso, reapareceu no cinema como um feiticeiro ressuscitado na fantasia “A Espada e os Bárbaros” (1982). Seu filme seguinte foi também seu último papel nas telas, como um médico que examina Drew Barrymore no terror “Enigma Mortal” (1993). Veja abaixo a versão oficial do primeiro episódio completo de “Rota 66” (sem legendas).
Protagonista compartilha bastidores e se despede de “Maravilhosa Srta Maisel”
A atriz Rachel Brosnahan, que estrela a série “Maravilhosa Srta Maisel”, usou o Instagram para comentar o lançamento do último episódio da série. Emocionada, ela afirmou que “riu até chorar e chorou até rir”, além de compartilhar alguns vídeos e fotos de bastidores dos momentos após a gravação da última cena. Na legenda de um dos posts, ela falou sobre a experiência que adquiriu na produção, chamando-a de “maravilhosa aventura”. “Eu conheci algumas das melhores pessoas que eu já vi e agora posso chamar de família, mentores e amigos. Eu participei de um intensivo de televisão e aprendi a aprimorar minhas habilidades como artista, líder e produtora”, escreveu. “Eu vesti roupas deslumbrantemente belas, deliciei-me com uma quantidade constrangedora de comida cenográfica, recebi diariamente o dedo do meio de Alex [Borstein]. Eu amadureci. Ri até chorar e chorei até rir”, continuou. No texto, Brosnahan elogiou todos os seus colegas de trabalho. “Tantas pessoas têm dedicado seu tempo e talento a este programa desde sua 1ª temporada, e nada disso teria sido possível sem sua dedicação”, disse. “Nós temos o melhor elenco, escritores, produtores, chefes de departamento e a [criadora] Amy Sherman-Palladino norteando nosso navio”, continuou. Além disso, a atriz ainda homenageou os fãs. “Vocês foram o vento em nossas velas durante longos dias e noites difíceis. Estou transbordando de gratidão e assim será por muito, muito tempo. Brindemos ao capítulo final”, concluiu. “Maravilhosa Sra. Maisel” conta a história de uma dona de casa de classe alta da Nova York dos anos 1950 que, após o divórcio e uma crise existencial, decide seguir carreira na então emergente cena de comédia stand-up na cidade. Os capítulos finais mostram Midge Maisel já nos anos 1960, durante a era de ouro dos programas televisivos de variedades. Essa jornada começa com sua agente, Susie, interpretada por Alex Borstein, tentando conseguir um emprego para ela como redatora de um late show apresentado por uma variação de Johnny Carson. As interações de Midge numa produção dominada por homens introduzem serviram de gancho para a nova temporada, que teve a inevitável missão de responder se ela finalmente consegue se firmar como uma comediante profissional. A série foi vencedora de 20 Emmys, incluindo Melhor Série de Comédia, além de seis Critics Choice Awards, três Globos de Ouros, cinco SAG Awards, dois PGA Awards, um WGA Award e um Peabody Award. O último episódio de “Maravilhosa Sra. Maisel” foi disponibilizado nesta sexta (26/5) no streaming da Amazon Prime Video. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Rachel Brosnahan (@rachelbrosnahan) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Rachel Brosnahan (@rachelbrosnahan)












