“The Conners” é renovada para 6ª temporada
A sitcom “The Conners” foi renovada para a 6ª temporada pela rede de TV americana ABC nesta terça-feira (16/5), o que levará a produção à marca de 100 episódios. A decisão da emissora se deu devido ao sucesso do final da 5ª temporada, que atingiu 3,6 milhões de telespectadores ao vivo em 4 de maio. “The Conners” foi lançada em 2018 como derivado do revival de “Roseanne”, série clássica exibida de 1988 a 1996, que tinha sido trazida de volta com recordes de audiência, apenas para ser abruptamente cancelada naquele mesmo ano, graças à demissão da atriz Roseanne Barr (“A Hora do Pesadelo 6”). A trama segue os quatro principais membros remanescentes do elenco, Sara Gilbert (“Roseanne”), que também é produtora executiva, John Goodman (“A Rebelião”), Laurie Metcalf (“Lady Bird: A Hora de Voar”) e Lecy Goranson (“Furacão Bianca: Da Rússia, sem Amor”). Comandada pelo showrunner e criador Bruce Helford (“Lopes vs Lopes”), a atração é a principal comédia da ABC, ficando atrás apenas de “Abbott Elementary” em termos de índice demográfico. O spin-off começou a 5ª temporada com 3,7 milhões de telespectadores ao vivo em sua estreia e um índice demográfico de 0,53 na faixa etária de 18 a 49 anos. No geral, a temporada teve uma média de cerca de 3,8 milhões de telespectadores ao vivo no mesmo dia por episódio e uma classificação de 0,5 na faixa etária. O produtor executivo Bruce Helford já insinuou que a 6ª temporada pode ser a última da série. Antes do final da 5ª temporada, ele falou sobre o assunto ao site TV Line. “Sara Gilbert expressou à emissora que não queremos encerrar sem saber que teremos um episódio final da série, para que possamos construir o desfecho adequado – e, neste momento, sentimos que [a próxima] possivelmente será a última temporada de ‘The Conners'”, comentou. Porém, Helford também reconheceu os resultados da 5ª temporada como um motivo para “The Conners” continuar. Apesar do sucesso, a série ainda não é exibida no Brasil. Veja abaixo a apresentação original da série.
“A Mãe” tem melhor estreia de filme da Netflix em 2023
O novo thriller de ação estrelado por Jennifer Lopez, “A Mãe”, atraiu impressionantes 83,71 milhões de horas visualizadas durante seu lançamento na Netflix. O filme estreou na última sexta-feira (12/5) e a recepção do público deu à produção a melhor abertura de fim de semana de um filme da Netflix em 2023. Os números superam as últimas grandes produções da plataforma, “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” (2022) e “Mistério em Paris” (2023). O mais curioso é que a lista dos 10 filmes mais assistidos na semana não tem mais nenhum filme da Netflix. A relação traz apenas produções de cinema, como “O Pior Vizinho do Mundo” (2022), “Os Croods” (2013), “Nas Profundezas do Mar sem Fim” (1999), “Synchronic” (2019), “Kung Fu Panda 3” (2016), “No Lugar Errado” (2022), “Vingança Entre Assassinos” (2009), “Escolha Perfeita” (2012) e “Fogo contra Fogo” (1995). Já a relação das séries é totalmente composta por produções originais. “Rainha Charlotte” continua no topo da lista de séries mais assistidas em sua segunda semana de exibição. Entre os dias 8 e 14 de maio, a série acumulou impressionantes 158,68 milhões de horas visualizadas. Desde sua estreia em 4 de maio, o spin-off de “Bridgeton” já chegou a um total de 307 milhões de horas visualizadas. Vale apontar que a série “Inventando Anna” ocupa o 10º lugar entre as mais populares do streaming, com 511 milhões de horas visualizadas em seus primeiros 28 dias. Se a nova criação de Shonda Rhimes continuar no mesmo ritmo, é provável que alcance esse marco. Inclusive, cada temporada de Bridgerton teve mais de 600 milhões de horas visualizadas em seus primeiros 28 dias, marcando presença nesta lista. Outro fator que torna o sucesso de “Rainha Charlotte” ainda mais surpreendente é sua curta duração, com apenas seis episódios – que geram menos horas de exibição por temporada que uma série convencional da Netflix. Todas as séries que estão na lista de mais populares de todos os tempos na Netflix têm pelo menos oito capítulos. O sucesso da atração derivada também trouxe “Bridgerton” de volta ao ranking do streaming. Em 5º lugar, a 1ª temporada da série acumulou mais 23,88 milhões de horas visualizadas. Já a 2ª temporada apareceu em 9º lugar, com 17,25 milhões de horas visualizadas. No restante da lista, destacam-se ainda as 2ª temporadas de “Amigas Para Sempre”, com 31,9 milhões de horas visualizadas, e “Sweet Tooth”, com 27,61 milhões de horas visualizadas. Por sinal, a temporada inaugural de “Sweet Tooth” também reviveu no ranking, retornando em 10º lugar com 11 milhões de horas visualizadas. O 4º lugar ficou com a série documental “Busca Imediata – Pessoas Desaparecidas”, com 23,95 milhões de visualizações. Enquanto isso, os mais recentes sucessos da plataforma perderam muitas posições. A série “O Agente Noturno” teve 20,34 milhões de horas visualizadas e aparece em 6º, enquanto o thriller político “A Diplomata” ficou em 8º lugar com 18,37 milhões de horas visualizadas. Embora esteja sendo rodeada de polêmicas e críticas negativas, o alvoroço em torno de “Rainha Cleópatra” a colocou entre as séries mais populares da semana. Marcando 20,18 milhões de horas visualizadas, ocupa a 7ª posição no ranking. Confira abaixo os trailers das cinco séries em inglês mais vistas da Netflix na última semana. 1 | RAINHA CHARLOTTE – UMA HISTÓRIA BRIDGERTON | NETFLIX 2 | AMIGAS PARA SEMPRE | NETFLIX 3 | SWEET TOOTH | NETFLIX 4 | BUSCA IMEDIATA – PESSOAS DESAPARECIDAS | NETFLIX 5 | BRIDGERTON | NETFLIX
“Archer” vai acabar após 14 temporadas
A série animada “Archer” vai terminar em sua 14ª temporada no FXX, canal americano de humor da marca FX. A emissora revelou, nesta segunda-feira (15/5), as datas de estreia de sua nova programação, incluindo o final da animação. Paródia de séries e filmes clássicos de espionagem, “Archer” é uma criação de Adam Reed, que ficou conhecido por outra paródia animada: “Laboratório Submarino 2021” – sátira de um desenho clássico de 1972. A trama gira em torno do espião Sterling Archer, que atende pelo codinome de Duquesa e trabalha para sua dominadora mãe e chefe, Malory, numa agência de espionagem internacional, em aventuras de envergonhar o agente secreto James Bond. Segundo o criador Adam Reed, a série já esteve para acabar duas vezes antes. Originalmente, a 7ª temporada exibida em 2016 deveria ter sido a última, mas ele teve “uma epifania” que o fez ter ideias para continuar a história até o 10º ano de produção. Só que neste segundo momento, o protagonista, que deveria ter morrido, acaba acordando miraculosamente de seu coma, permitindo a produção de novas aventuras. Também havia a expectativa de a série se despedir na 12ª temporada, após perder uma de suas principais dubladoras, a atriz Jessica Walter (também conhecida pela série “Arrested Development”), que interpretava a mãe de Archer e faleceu em 2021, enquanto dormia em sua casa, em Nova York, aos 80 anos. Além de Jessica Walter, o elenco de dublagem original destaca H. Jon Benjamin (série “Master of None”) como a voz de Archer, Aisha Tyler (série “Criminal Minds”) como a espiã Lana Kane, Chris Parnell (“Anjos da Lei”) como o espião Cyril Figgis, Amber Nash (dubladora de “Frisky Dingo”) como a diretora do RH Pam Poovey e Judy Greer (“Homem-Formiga”) como a sexy secretária da agência secreta Cheryl Tunt. A 14ª temporada vai estrear em 30 de agosto na FXX e disponibilizada no streaming Hulu, no dia seguinte. No Brasil, a atração é exibida pela Netflix.
“Rainha Cleopatra” é massacrada e registra pior avaliação da Netflix
O documentário “Rainha Cleópatra” chegou na Netflix na última quarta-feira (10/5) e recebeu uma avaliação extremamente baixa do público. No agregador Rotten Tomatoes, a produção chegou a atingir 1% de aprovação do público, a nota mais baixa já atingida por uma produção do streaming – está atualmente com 2%. Além disso, o docudrama também não foi bem recebido pelos críticos e registra apenas 10% de aprovação no site. Apesar da crítica apontar diversos problemas, como atuações fracas, a trama imprecisa descreve fatos inverídicos – como o treinamento de Cleópatra como guerreira. Mas a produção também criou discórdia por representar Cleópatra como uma mulher negra. Interpretada pela atriz britânica Adele James (“Acceptable Damage”), a escalação da protagonista reacendeu o debate sobre a etnia da monarca. Muitos espectadores criticaram as imprecisões históricas e consideraram a produção desrespeitosa em relação à cultura egípcia. A criadora, Tina Gharayi, defendeu a escolha do elenco, argumentando que era mais provável que Cleópatra se parecesse com uma atriz negra do que com a representação icônica de Elizabeth Taylor no filme “Cleópatra” de 1963. “Por que Cleópatra não poderia ser uma irmã melanizada? E por que algumas pessoas precisam que Cleópatra seja branca?”, disse a Variety. No entanto, críticos e espectadores questionaram a falta de consulta a especialistas egípcios na produção do documentário e a inclusão de “especialistas” ocidentais com visões distorcidas dos fatos, usando como argumento principal o direito de imaginação. O caso ganhou ainda mais repercussão quando um advogado egípcio decidiu mover uma ação legal contra a Netflix, pedindo o fechamento imediato da plataforma no Egito devido à distorção da história egípcia. A produção também foi criticada pelo Conselho Supremo de Antiguidades do país, que confirmou que a rainha Cleópatra tinha pele clara e características gregas – ela era descendente da dinastia Ptolomeu, que se casava entre si para preservar a linhagem macedônica. O fato da obra não ser apresentada como ficção, mas sim como série documental, teria agravado a situação. Agora, a Netflix enfrenta um processo por “falsificar a identidade egípcia” e corre o risco de ser banida do país. Produzido por Jada Pinkett-Smith, o docudrama é a segunda parte de uma série documental intitulada “Rainhas Africanas”. O objetivo da produção era destacar e contar a história de rainhas africanas, apresentando encenações ficcionais dramatizadas e entrevistas com especialistas. A primeira parte da produção, intitulada “Njinga”, agradou mais a crítica, com 88% de aprovação, mas marcou apenas 17% de aprovação entre o público do Rotten Tomatoes, indicando um componente racista na avaliação. Os quatro episódios de “Rainha Cleópatra” já estão disponíveis na Netflix.
“Nurse Jackie” e “Weeds” podem ganhar sequência com os atores originais
As séries “Nurse Jackie”(2009) e “Weeds”(2005) podem estar prestes a ganhar sequências com os atores originais no canal americano Showtime. De acordo com o site Deadline, há indícios de que as produções estejam em estágios iniciais. Apesar dos representantes da Showtime e da Lionsgate Television preferirem não comentar, a novidade se encaixa na nova estratégia de programação da emissora, que está focada na criação de franquias. As sequências contariam com as protagonistas originais, Edie Falco (a Nurse Jackie) e Mary-Louise Parker (“Weeds”), que também devem ser creditadas como produtoras. As fontes destacam ainda que os projetos ainda estão sendo finalizados e os acordos estão sendo negociados. “Weeds” acompanhava Nancy Botwin, uma dona de casa suburbana que passa a traficar maconha após a morte inesperada do marido, como forma de pagar as contas e sustentar a casa e os dois filhos. Logo, os meninos, seu contador e até seu cunhado se envolvem no negócio, que cresce, ultrapassa fronteiras, a chega até ao México, tornando-a foragida, em fuga da polícia e de traficantes perigosos. E vale lembrar que o capítulo final já apresentava um salto temporal para mostrar o futuro dos Botwin. Criada por Jenji Kohan, que depois ficou ainda mais famosa com as produções de “Orange Is the New Black” (2013) e “GLOW” (2017), na Netflix, a produção durou oito temporadas de 2005 a 2012 e conquistou dois prêmios Emmy, um Globo de Ouro e um prêmio do WGA ao longo de sua exibição. Já “Nurse Jackie” contava a história de Jackie Peyton, uma enfermeira talentosa e dedicada, que trabalhava no pronto-socorro de um hospital em Nova York. Porém, por trás da fachada de uma profissional exemplar, Jackie guardava um segredo sombrio: um vício em remédios controlados. A trama explorava as dificuldades enfrentadas por Jackie para equilibrar sua exigente carreira, lidar com colegas de trabalho e pacientes, ao mesmo tempo em que escondia seu vício e mantém sua vida pessoal em ordem. Com um misto de drama e humor mordaz, abordava temas como dependência química, ética profissional e os desafios da vida de uma enfermeira que se esforça para dar o melhor de si enquanto confronta seus próprios demônios. A série original foi criada por Liz Brixius (“Chicago Med: Atendimento de Emergência”), Evan Dunsky (“Hemlock Grove”) e Linda Wallem (“That ’70s Show”) e ganhou cinco prêmios Emmy, incluindo troféus de atuação para Edie Falco e Merritt Wever (“História de um Casamento”). No caso de Weeds, não é a primeira vez que surge a possibilidade de um revival. Em 2019, a Starz, empresa irmã da Lionsgate TV, anunciou que estava desenvolvendo uma sequência escrita por Victoria Morrow (“Fundação”), que iria retomar a história da família Botwin 10 anos após os acontecimentos da série original, em uma era de legalização da maconha. Embora tenham passado na TV paga no Brasil, “Nurse Jackie” e “Weeds” são inéditos no streaming no país.
Kaley Cuoco é obcecada por assassinatos em trailer de nova série
O streaming americano Peacock liberou o primeiro trailer da sua nova comédia “Based on a True Story”. Estrelada por Kaley Cuoco (“The Big Bang Theory”) e Chris Messina (“Projeto Mindy”), a série é uma sátira sobre o gênero true crime. Na prévia, a personagem de Cuoco aparece obcecada por desvendar assassinatos e se envolver em mistérios. A trama acompanha uma corretora de imóveis, uma ex-estrela do tênis e um encanador que exploram assassinatos em sua área de Los Angeles. Com um humor sombrio, a história promete satirizar a cultura contemporânea que se interessa por crimes reais seguindo os passos de outras produções, como “Only Murders in the Building” (2021). “Fiquei fascinado com a ideia de um casal simpático, cujos sonhos de juventude não se realizaram e que veem a onda de crimes reais como uma oportunidade para mudar suas vidas e salvar seu casamento”, explicou o criador da série, Craig Rosenberg. “Nosso cenário em Los Angeles – a cidade onde todos querem ser famosos – se tornou um pano de fundo vívido para nossa história de fama, ambição, aspiração e assassinato”. O elenco também conta com Tom Bateman (“Por Trás de Seus Olhos”), Priscilla Quintana (“Good Trouble”), Liana Liberato (“Pânico 6”), Natalia Dyer (“Stranger Things”), Alex Alomar Akpobome (“Industry”), Aisha Alfa (“Sorry for Your Loss”), Annabelle Dexter-Jones (“Succession”) e Li Jun Li (“Sex/Life”). “Based On A True Story” estreia no dia 8 de junho nos Estados Unidos pela Peacock e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Teaser apresenta minissérie que revive protagonista de “Justified”
O canal pago FX divulgou o primeiro teaser de “Justified: City Primeval”, revival da série “Justified”, finalizada há oito anos. A prévia mostra o protagonista Rayland Givens num cenário bem diferente. Em vez dos confins do Kentucky, o delegado cowboy interpretado por Timothy Olyphant aparece em meio às ruas lotadas de Detroit. O projeto é uma adaptação do romance “City Primeval: High Noon in Detroit”, do escritor Elmore Leonard (1925–2013). Outra história de Leonard, “Fire in the Hole”, serviu como fonte para “Justified”, que durou seis temporadas, entre 2010 e 2015. O livro “City Primeval” gira em torno de Raymond Cruz, um detetive de homicídios de Detroit, que tenta prender o assassino de um juiz, apelidado de Oklahoma Wildman. Mas a produção televisiva terá outro protagonista, trazendo de volta o delegado federal Raylan Givens. Vale notar que a presença de Givens é uma grande licença criativa em relação à trama original de Leonard, que foi publicado em 1980 – cerca de 13 anos antes da criação literária do protagonista de “Justified”. A atração reflete o desfecho da série original. Tendo deixado o interior de Kentucky oito anos atrás, Raylan agora vive em Miami, um anacronismo ambulante que equilibra sua vida como delegado federal e pai de uma menina de 14 anos. Seu cabelo está mais grisalho, seu chapéu está mais sujo e a estrada à sua frente de repente parece muito mais curta do que a estrada que ficou para trás. Até que um encontro casual em uma estrada desolada da Flórida acaba levando-o para Detroit, onde cruza o caminho de Clement Mansell, também conhecido como Oklahoma Wildman, um criminoso violento e sociopata que já escorregou pelos dedos da polícia de Detroit antes. A adaptação está a cargo de Michael Dinner e Dave Andron, que trabalharam em “Justified”. Dinner também vai dirigir episódios. Além deles, a minissérie contará com produção de Graham Yost, criador de “Justified”, em parceria com o mesmo estúdio que produziu a série, a Sony Pictures TV. “Justified: City Primeval” estreia em 18 de julho nos EUA, no canal pago FX e na plataforma Hulu. As seis temporadas estão disponíveis na Star+ e na Amazon Prime Video.
Caos reina no trailer da 2ª temporada de “O Urso”
A produtora FX divulgou o trailer da 2ª temporada de “O Urso” (The Bear), que destaca o caos cotidiano em torno da lanchonete em que se passa a atração – premiada como Melhor Série Estreante no Spirit Awards (o Oscar independente) deste ano. A prévia revela reformas físicas e de cardápio, além da busca por novos funcionários, enquanto os atritos da equipe seguem rendendo faíscas. A atração acompanha um premiado chef jovem de cozinha (Jeremy Allen White, de “Shameless”), que troca a cena gastronômica de Nova York pela lanchonete decadente da família em Chicago, após herdar o negócio com a morte repentina e chocante de seu irmão. A mudança é radical e completa. Superqualificado para o lugar, ele precisa superar o luto e vencer as resistências dos funcionários para fazer mudanças, já que quase todas suas tentativas para melhorar o local geram protestos e transformam a cozinha num inferno, com panelas gigantes fervendo sem parar, canos explodindo e luzes queimando nos piores momentos. Criada por Christopher Storer (produtor-diretor de “Ramy”), a série também inclui em seu elenco Ebon Moss-Bachrach (“O Justiceiro”), Ayo Edebiri (“Dickinson”), Lionel Boyce (“Hap and Leonard”), Liza Colón-Zayas (“Em Terapia”), Edwin Lee Gibson (“Fargo”), Corey Hendrix (“The Chi”) e Abby Elliott (“Doze É Demais”). Os novos episódios estreiam em 22 de junho na plataforma americana Hulu. A série é disponibilizada no Brasil pela Star+, que ainda não anunciou sua data de lançamento.
Prima de Luísa Sonza é escalada na série dos Mamonas Assassinas
Nadine Gerloff, prima de Luísa Sonza, está no elenco da série biográfica dos Mamonas Assassinas, desenvolvida pela Record TV. A atriz será a personagem Fânia, namorada do produtor musical Rick Bonadio. A princípio, a modelo foi escalada para viver a namorada de um dos cinco integrantes da banda. Contudo, Nadine realizou um novo teste artístico e foi aprovada para seu novo papel. “Quando surge uma oportunidade assim, gosto de me alinhar com a energia do projeto”, contou à revista Quem. Nadine revelou que o papel exigiu uma pesquisa intensa, pois não acompanhou a trajetória da banda e a repercussão da morte trágica do quinteto, que aconteceu num acidente aéreo em 2 de março de 1996 após um show realizado em Brasília. “Já comecei a pesquisar e acreditar que daria certo. Como atriz, é um sonho porque o que mais gosto de consumir são conteúdos biográficos. Poder contar essa história é emocionante”, confessou ela. “Estudei muito sobre a história dos meninos porque nasci em 1997, então não peguei tudo.” “A preparação foi basicamente entender o quão especial essa história foi e é, e como ela impactou várias gerações. Era muito forte a mágica deles. Busquei reportagens em sites e revistas e procurei imagens. Fiquei muito impactada com o vídeo do Júlio falando que sonhou com o avião caindo [12 horas antes do acidente], e realmente aconteceu. Apesar de tudo, a história deles é muito linda”, completou a atriz. A série biográfica foi criada Carlos Lombardi (“Uga Uga”), será escrito pelo repórter Carlos Amorim. A direção ficará a cargo de Edson Spinello (“Apocalipse”). Além de Nadine, o elenco principal conta com Ruy Brissac (vocalista Dinho), que repetirá o papel que viveu no teatro em “Mamonas, o Musical”, Adriano Tunes (baixista Samuel Reoli), Robson Lima (tecladista Júlio Rasec) e Rhener Freitas (baixista Sérgio Reoli). Já o ator Alberto Hinomoto fará sua estreia interpretando seu próprio tio, o guitarrista Bento. A série “Mamonas Assassinas” ainda não tem previsão de lançamento.
Trailer de especiais de “Doctor Who” destaca volta de David Tennant
A rede britânica BBC divulgou um novo trailer com cenas de três especiais da série britânica “Doctor Who”, que contarão com a volta surpreendente de David Tennant ao papel-título da atração. Os especiais marcarão os 60 anos da produção, que surgiu em 1963, foi resgatada em 2005 e até hoje é um sucesso na TV do Reino Unido O ator estrelou “Doctor Who” do final da 1ª temporada do revival de 2005 até a 4ª temporada completa, e teve a companhia de Donna Noble, personagem de Catherine Tate, a partir do terceiro ano da produção. Ela também aparece no trailer, 12 anos após sua última aparição na série – no especial de Ano Novo de 2010. Apesar os especiais comemorativos, Tennant não deve permanecer muito tempo como Doutor. Ncuti Gatwa (o Eric de “Sex Education”) vai assumir o papel logo no começo da 14ª temporada, prevista para ir ao ar em novembro de 2023. O artifício narrativo que justifica as mudanças de intérpretes é simples: sempre que o Doutor é ferido de morte, ele(a) se transforma em outra pessoa, ganhando não apenas nova aparência, mas também um nova personalidade, ainda que mantenha intacta toda a sua memória. O truque foi a forma encontrada pelos produtores para continuar a série quando William Hartnell (1908–1975), o primeiro astro de Doctor Who, resolveu largar o papel na metade da 4ª temporada original (exibida em 1966). A volta de Tennant tem um significado simbólico por ressaltar uma mudança nos bastidores da produção. O produtor-roteirista Russell T. Davis, responsável pelo relançamento da série clássica em 2005, está retomando o comando da atração e convenceu o ator a reviver sua participação para marcar sua chegada. Tennant aparecerá como o protagonista a partir de novembro de 2023, no episódio “Star Beast”. Ainda não está claro qual plataforma exibirá os especiais no Brasil. Vale lembrar que em outubro passado a Disney fechou acordo com a BBC para exibir a 14ª temporada de “Doctor Who” em seu serviço de streaming em todo o mundo. Mas os especiais são capítulos avulsos. “Doctor Who” tem seus episódios mais recentes disponíveis na Globoplay.
Protagonista de “O Rei da TV” rebate crítica de filha de Sílvio Santos: “Preguiça mental”
O ator José Rubens Chachá (“Carinha de Anjo”), que interpreta Sílvio Santos na série “O Rei da TV”, rebateu críticas à produção feitas pela filha do apresentador, Cíntia Abravanel. Ela havia comentado recentemente ao repórter Weslley Neto que, caso se deparasse com os atores da série, daria um puxão de orelha. Porém, ela também alegou ter se recusado a assistir a obra. Em sua crítica, Abravanel também chamou a produção de porcaria: “Tenho amigos que estão lá, atores que trabalharam comigo no teatro. O dia que encontrar vou puxar a orelha, dizer ‘o que você está fazendo lá naquela porcaria? Eu não te coloquei na carreira para você fazer merda não'”. Para rebater, Chachá procurou o mesmo jornalista. “Acho lamentável a querida Cíntia vir a público declarar a sua preguiça mental. Dizer que não se dispôs a assistir à série é declarar que trechos vistos e opiniões de terceiros a fizeram concluir que o nosso trabalho é ‘uma merda’. Isso a expõe de forma vexatória”, declarou. “Caso a preguiça fosse menor, poderia ter assistido a uma ficção baseada na vida real. Veria que o fato de tratar Silvio como um ser humano de carne e osso, e não um mito, o fez mais compreendido e querido até por quem não gostava dele”, acrescentou. O ator ainda comentou que o roteiro contou com apoio jurídico. “O fato de os autores terem trabalhado assessorados por uma equipe de advogados, que norteavam a história para que não fossem acionados juridicamente no futuro, já atesta a seriedade da série”. Além disso, Chachá, que atuou na novela “Carinha de Anjo”, do SBT, entre 2016 e 2018, assegurou ter estudado o dia a dia do comunicador: “O modo de Silvio Santos ser fora dos holofotes está bem próximo ao que pude observar trabalhando por anos no SBT, onde tive contatos fortuitos com ele e pude estudar o seu natural dia a dia, longe do sorriso constante para as câmeras”. A série tem despertado a ira da família Abravanel desde a 1ª temporada, quando Patrícia comentou que o enredo não faz jus ao dono do SBT. “O Rei da TV” cobre desde a juventude de Senor Abravanel como camelô nas ruas do Rio de Janeiro, passando pela descoberta de como poderia ganhar dinheiro com carnês do Baú da Felicidade e sua ambição de chegar à TV, culminando em seus dias como dono de canal televisivo. O elenco destaca ainda Mariano Mattos Martins (“Hebe: A Estrela do Brasil”) como a versão jovem de Sílvio Santos e Leona Cavalli (“Órfãos da Terra”) como sua esposa Íris Abravanel. A série, que está em sua 2ª temporada, é exibida no streaming Star+. Uma possível renovação ainda não foi confirmada, mas há informações de que ela possui boa audiência.
Invasão Secreta: Elenco enfatiza clima de espionagem da nova série da Marvel
A Marvel divulgou um vídeo de bastidores de “Invasão Secreta”, série que destaca o personagem Nick Fury. O material traz cenas das filmagens e depoimentos do elenco, repleto de atores conhecidos e alguns novatos da Marvel, que enfatizam o clima de thriller de espionagem da produção. “Invasão Secreta” (Secret Invasion) é sequência de eventos vistos em “Capitã Marvel” e “Homem-Aranha: Longe de Casa”, e traz Nick Fury (Samuel L. Jackson), Maria Hill (Cobie Smulders) e Talos (Ben Mendelsohn) para o centro da ação. A trama é uma adaptação dos quadrinhos homônimos, escritos por Brian Michael Bendis em 2008, sobre uma facção maligna dos skrulls (raça de alienígenas com poder de metamorfose), que planeja se infiltrar em posições-chave dos governos da Terra para dominar o planeta sem que ninguém saiba. Para impedir que isso aconteça, Fury vai se juntar a alguns aliados, como Talos, Maria Hill, James “Rhodey” Rhodes (Don Cheadle), também conhecido como Máquina de Combate, e o agente Everett K. Ross (Martin Freeman). Além deles, o elenco também destaca Emilia Clarke (“Game of Thrones”), Olivia Colman (“The Crown”), Kingsley Ben-Adir (“Uma Noite em Miami”), Christopher McDonald (“Space Jam: Um Novo Legado”) e Dermot Mulroney (“Hanna”), que estreiam no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). A série foi escrita por Kyle Bradstreet (“Mr. Robot”) e tem direção de Thomas Bezucha, que fez sucesso durante a pandemia com o thriller “Deixe-o Partir” (estrelado por Kevin Costner), e Ali Selim, especialista em séries de ação cerebral como “Condor”, “Manhunt” e “The Looming Tower”. A estreia acontece em 21 de junho.
“Alasca” e “Em Má Companhia” são canceladas na 1ª temporada
A rede americana de televisão ABC cancelou as séries “Alasca: Em Busca da Notícia” (Alaska Daily) e “Em Má Companhia” (The Company You Keep) após o fim de suas temporadas inaugurais. A decisão foi tomada devido aos baixos números de audiência atingidos pelas produções – respectivamente, 2,8 milhões e 2,2 milhões de telespectadores ao vivo. “Em Má Companhia” trazia Milo Ventimiglia (“This is Us”) como Charlie, um golpista que se envolve com Emma (Catherine Haena Kim, de “FBI”), uma agente secreta disfarçada da CIA. Após um noite de paixão, eles descobrem que estão em rota de colisão profissional. Enquanto Charlie aumenta o “negócio da família”, Emma está se aproximando do criminoso vingativo que detém as dívidas da família de Charlie, o que os força a se confrontar e reconhecer as mentiras que contaram um para o outro. Desenvolvida por Julia Cohen (“Um Milhão de Coisas”), a série era remake da sul-coreana “My Fellow Citizens” (2019). Já “Alasca: Em Busca da Notícia” tinha Hilary Swank (“Away”) no papel da jornalista investigativa Eileen Fitzgerald, uma repórter que cai em desgraça e deixa sua vida elegante em Nova York para se juntar a um jornal diário em Anchorage, no Alasca, em uma jornada para encontrar redenção pessoal e profissional. A série era uma criação do cineasta Tom McCarthy, vencedor do Oscar pelo filme “Spotlight”, e também incluía em seu elenco Jeff Perry (“Inventando Anna”), Matt Malloy (“Perry Mason”), Meredith Holzman (“The Good Fight”), Grace Dove (“A Ordem”), Pablo Castelblanco (“Scream Queens”), Ami Park (“This Is Us”) e Craig Frank (“The Messengers”). Por ironia, “Alasca: Em Busca de uma Notícia” vai estrear no Brasil na próxima semana. Chega na Star+ na quarta-feira (17/5). Já “Em Má Companhia” segue inédita e sem previsão de lançamento nacional. Veja abaixo os trailers das duas atrações.












