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Série

Ariana Grande deixa 13ª temporada de “American Horror Story”

Conflitos com a turnê “Eternal Sunshine” e o lançamento do disco “Petal” impediram participação da cantora

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10 de julho de 2026
Série

Netflix divulga trailer da 2ª temporada de “Magnatas do Crime”

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Série

“The Pitt” lidera indicações ao Emmy 2026

Série médica aparece com 25 nomeações, seguida por “Hacks”, que bateu recorde entre as comédias com 24 indicações

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8 de julho de 2026
  • Série

    Prime Video cancela três séries com astros latinos e negros

    22 de novembro de 2023 /

    A plataforma Prime Video cancelou três séries originais de seu catálogo. A lista inclui dois dramas estreantes, os suspenses “Refúgio” e “Os Horrores de Dolores Roach”, além da comédia “Com Amor”, que durou duas temporadas. Todos as três eram produções do Amazon Studios (agora rebatizado como Amazon MGM Studios). Os cancelamentos tornam a Prime Video menos diversificada, já que todas as três apresentavam minorias (negros e latinos) em papéis principais. Gloria Calderón Kellett (“Um Dia de Cada Vez”) era produtora executiva de duas das atrações, “Os Horrores de Dolores Roach” e “Com Amor”. A primeira, baseada no podcast de mesmo nome (que por sua vez foi baseada na peça “Empanada Loca”), acompanha uma mulher (Justina Machado) que é libertada após cumprir uma pena de prisão injusta e toma medidas extremas para sobreviver em seu bairro recém-gentrificado de Nova York. A situação sai de controle quando uma pessoa morre em seu ambiente de trabalho, uma lanchonete, e seu chefe tem uma ideia… Já “Com Amor” acompanhava dois irmãos (Emeraude Toubia e Mark Indelicato) que passam pelos altos e baixos da vida e do amor, com cada episódio ocorrendo em um feriado diferente. Para completar, “Abrigo”, baseado em um romance adolescente de Harlan Coben, gira em torno de um jovem (Jaden Michael) que se muda para uma nova cidade após a morte de seu pai e rapidamente se envolve no desaparecimento de um colega de classe. O próprio Coben atuou como showrunner da série, ao lado de sua filha Charlotte Coben.

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  • Série

    Disney+ cancela “Muppets e o Caos Elétrico”

    22 de novembro de 2023 /

    A Disney+ cancelou a nova série dos Muppets, “Muppets e o Caos Elétrico”, que acompanhava a veterana banda de rock dos fantoches. A série teve apenas uma temporada, com todos os seus 10 episódios lançados em maio. O produtor Adam F. Goldberg (“Os Goldbergs”), que criou a série com os veteranos dos Muppets Bill Barretta e Jeff Yorkes, agradeceu aos telespectadores do programa no X (antigo Twitter) pelo apoio: “Muito obrigado ao amor da crítica e dos fãs que nos rendeu 6 indicações ao Emmy e um álbum número 1 da Billboard. O “Caos” foi realmente a experiência mais alegre e colaborativa da minha carreira.” Yorkes também escreveu um post de agradecimento aos fãs: “Que viagem longa e estranha tem sido! Os altos (obrigado Zoot!), os baixos… Um enorme obrigado aos nossos fãs e telespectadores fiéis. Espero que o público continue a descobrir o nosso pequeno espetáculo e que ele lhes traga alguma alegria… e algum caos!!”   Os Muppets na Disney+ “Muppets e o Caos Elétrico” foi a segunda série original com os personagens criados por Jim Henson na Disney+, seguindo “Agora Muppets” de 2020. Além disso, a plataforma também disponibilizou um especial de Halloween, “Muppets Haunted Mansion: A Festa Aterrorizante”, em 2021. Goldberg revelou que, apesar do cancelamento, o trio de produtores estava preparando outras séries dos Muppets para o streaming: “Desde o primeiro dia, tudo que me importou foi criar um Muppetverso e, sim, já estou preparando mais Muppets com [Barretta e Yorkes]. Está acontecendo!!!”   O Caos Elétrico A série recém-cancelada acompanhava a banda Caos Elétrico (The Electric Mayhem, em inglês) que, depois de 45 anos de rock, embarcava em uma jornada musical épica para finalmente gravar seu primeiro álbum. Com a ajuda de uma jovem executiva da música, o grupo se deparava com a cena musical atual enquanto tentava chegar ao estrelato. Para quem não lembra, Caos Elétrico estreou no primeiríssimo episódio de “The Muppet Show” em 1975. Eles eram a banda residente do programa, com personalidades e aparências inspiradas em celebridades do rock da época. Além dos fantoches clássicos, o programa contou com participações de Lilly Singh (“Os Caras Malvados”), Tahj Mowry (“De Férias da Família”), Saara Chaudry (“A Misteriosa Sociedade Benedict”), Anders Holm (“Um Senhor Estagiário”) e várias celebridades, do diretor Kevin Smith (“O Balconista”) ao músico-comediante Weird Al Yankovic, passando pelos DJs Steve Aoki e Deadmau5.

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  • Série

    Criador de “Ahsoka” é novo Direção de Criação do universo Star Wars

    21 de novembro de 2023 /

    O arquiteto das séries de “Star Wars” na Disney+, Dave Filoni, foi promovido a Chief Creative Officer, Diretor de Criação da Lucasfilm, consolidando ainda mais sua influência no futuro da galáxia muito, muito distante. Mantendo seu título de Vice-Presidente Executivo obtido em 2020, Filoni agora terá uma participação mais intensa no desenvolvimento narrativo da Lucasfilm, enquanto Kathleen Kennedy segue como Presidente da empresa. Filoni tem sido uma figura-chave na construção do universo “Star Wars” desde a criação das séries animadas “Star Wars: The Clone Wars” (2008) e “Rebels” (2014), mas seu conhecimento do universo concebido por George Lucas provou-se especialmente útil a partir do lançamento de “The Mandalorian” em 2019 e todas as produções live-action que se seguiram na Disney+. Próximos projetos Em uma entrevista à Vanity Fair, Filoni revelou estar “explorando uma possível 2ª temporada” da série “Ahsoka”, protagonizada por Rosario Dawson, e que marca a transição da personagem do universo animado para o live-action. Além disso, ele se prepara para dirigir seu primeiro longa-metragem “Star Wars” em live-action, que promete unificar as narrativas das séries da Disney+. Fora as criações de Filoni, “Star Wars” também terá em breve duas novas séries na Disney+: “Skeleton Crew”, de Jon Watts e Christopher Ford, e “The Acolyte”, dirigida por Leslye Headland. Sem esquecer a 2ª temporada de “Andor”, de Tony Gilroy. Outros projetos em desenvolvimento incluem filmes de James Mangold, Taika Waititi, Shawn Levy e Sharmeen Obaid-Chinoy. Filoni enfatiza a importância de sua experiência prática: “Para realmente ajudar cineastas, foi muito importante para mim vivenciar isso em primeira mão. Posso também oferecer uma perspectiva sobre os desafios que contar essas histórias apresentará. Sinto-me mais capaz de ser realmente útil, além de apenas dizer, ‘Bem, os Jedi são assim, e os Sith são assim…'”

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    Giulia Be vai estrelar série internacional de fantasia da Amazon

    21 de novembro de 2023 /

    A cantora e atriz Giulia Be (“Depois do Universo”) entrou no elenco internacional de uma produção baseada nos romances de fantasia de Charlie Bone. A Amazon MGM Studios encomendou um piloto baseado na franquia literária criada por Jenny Nimmo, que deve virar série da plataforma Prime Video. As gravações já estão em andamento no Reino Unido e o elenco também inclui Joseph Fiennes (“The Handmaid’s Tale”), Carmen Ejogo (“The Crowded Rooom”), Emma Sidi (“Starstruck”), Orlando Norman (“Wreck”), Beth Alsbury (“Blindspot”), Lewis Brophy (“The Virtues”), Olivia-Mai Barrett (“Invasion”), Fisayo Akinade (“Hearstopper”) e o estreante Cory McClane no papel de Charlie Bone. A série A adaptação segue Charlie Bone, um garoto que sempre foi rotulado como “problema”. Ele foi expulso de todas as escolas de Londres. Mas não consegue evitar – seu cérebro simplesmente não funciona como o das outras pessoas. Ele tem sido assombrado por “O Ruído” desde que seu pai morreu misteriosamente. Sua última chance surge quando ele é enviado para a Bloor’s Academy, uma escola para adolescentes desafiadores. Aqui, o diretor pioneiro, Dr. Bloor (Fiennes), vê as coisas de forma diferente – ele está convencido de que o que os outros veem como falhas são, na verdade, dons não diagnosticados, até uma espécie de superpoder. Bone deve negociar amizades, paixões, hormônios, dramas familiares e, o mais perigoso, uma perigosa conspiração no seio do sistema. Péraí, isso não é “Wandinha”? Na verdade, a história é bem diferente, com mais pontos em comum com “Harry Potter”. A saga literária Conhecida no Reino Unido como “Children of the Red King”, a saga literária acompanha Charlie Bone em suas jornadas para desvendar mistérios, enfrentar desafios e lidar com personagens intrigantes, enquanto explora temas de amizade, lealdade e autodescoberta. A premissa da série é baseada no primeiro livro, lançado em 2002, “Midnight for Charlie Bone”. Na trama, ele descobre ser capaz de ouvir as conversas das pinturas e retratos nas paredes do Instituto Bloor, a escola para crianças superdotadas da família Yewbeam. Mas essa habilidade especial o coloca no centro de um segredo ancestral e perigoso. O Instituto é dirigido por Manfred Bloor, um bruxo malévolo que tem a capacidade de hipnotizar as pessoas. Ele é o neto do lendário feiticeiro Ezekiel Bloor. Quando Charlie começa a frequentar a escola, ele se depara com vários outros jovens com habilidades mágicas peculiares, cada um com seu próprio dom único. A trama se intensifica quando Charlie descobre que uma das crianças desapareceu sob circunstâncias misteriosas. Com a ajuda de seus amigos, em especial Benjamin e Olivia, Charlie se lança em uma busca para desvendar o enigma do desaparecimento, e começa a entender a verdade por trás dos segredos antigos da família Yewbeam e a ameaça que Manfred Bloor representa. Os dez romances de fantasia da popular série foram escritos pela autora britânica Jenny Nimmo e publicados entre 2002 e 2010. Mas a franquia também inclui uma trilogia de prólogo e dois livros subsequentes. Mudanças e equipe A escalação do elenco sugere que o piloto decidiu envelhecer os personagens, que deixam de ser crianças para se tornarem jovens adultos – como em outra série de magia recente, “The Magicians”. O roteiro foi escrito por Max Gill (“Vitória: A Vida de uma Rainha”), a direção do piloto é de Toby MacDonald (“A Duquesa”), e a produção está a cargo de Rory Aitken e Eleanor Moran (ambos de “Teto Para Dois”).

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    “Black Mirror” é renovada para 7ª temporada

    21 de novembro de 2023 /

    A Netflix renovou “Black Mirror” para sua 7ª temporada. A série britânica de antologia sci-fi, criada por Charlie Brooker, encerrou sua 6ª temporada em junho. De volta após um hiato de 4 anos, a atração teve boa audiência, entrando para o TOP 10 da plataforma em 92 países. Com episódios centrados em novas tecnologias e distopias futuristas, a atração foi lançada em 2011 no Channel 4 do Reino Unido e passou para a Netflix em 2016, com um aumento significativo em seu orçamento. Desde então, seus episódios venceram sete Emmys – mas, curiosamente, na categoria de Telefilme, incluindo o prêmio de Melhor Filme para TV pelos episódios “San Junipero” (2017), “USS Callister” (2018) e “Bandersnatch” (2019). Em seu sexto ano, a atração se reinventou ao trocar o futuro pelo passado. Três dos cinco episódios foram ambientados em décadas anteriores, enquanto um quarto se desenrola no presente, mas se concentra principalmente em eventos antigos. Os temas incluíram ansiedade diante da ascensão da IA (inteligência artificial), mas também personagens obcecados por fitas VHS. E, para completar, o último capítulo nem é sci-fi, mas um terror sobrenatural com direito até à aparição de um demônio. Repleto de famosos, o elenco da 6ª temporada contou com Annie Murphy (“Schitt’s Creek”), Aaron Paul (“El Camino: Um Filme de Breaking Bad”), Anjana Vasan (“Homem Aranha: Longe de Casa”), Auden Thornton (“Beauty Mark”), Ben Barnes (“O Sétimo Filho”), Clara Rugaard (“Love Gets a Room”), Daniel Portman (“The Control Room”), Danny Ramirez (“Top Gun: Maverick”), Himesh Patel (“Não Olhe para Cima”), John Hannah (“A Múmia: Tumba do Imperador Dragão”), Josh Hartnett (“Xeque-mate”), Kate Mara (“Quarteto Fantástico”), Michael Cera (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”), Monica Dolan (“Decisão de Risco”), Myha’la Herrold (“Modern Love”), Paapa Essiedu (“Men”), Rob Delaney (“The Man Who Fell to Earth”), Rory Culkin (“Pânico 4”), Samuel Blenkin e Zazie Beetz (ambos de “Atlanta”), além de Salma Hayek Pinault. Confira o trailer dos capítulos mais recentes.

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    “La Brea” vai acabar na 3ª temporada

    21 de novembro de 2023 /

    A rede americana NBC confirmou que a série de fantasia “La Brea” vai acabar na 3ª temporada. A última temporada vai estrear em 9 de janeiro nos EUA e terá apenas seis episódios para encerrar sua trama. A temporada curta foi produzida de forma emergencial para que os episódios ficassem prontos antes das greves de Hollywood. A produção foi gravada antes das paralisações, como estratégia do canal para ter um programa inédito para exibir no começo de 2024. “La Brea” – que ganhou o subtítulo nacional de “A Terra Perdida” – foi a primeira série criada por David Appelbaum (produtor-roteirista de “O Mentalista” e “NCIS: New Orleans”), mas apesar da repercussão positiva entre o público, que lhe rendeu boa audiência, sua mistura de trama de catástrofe com aventura clássica de Júlio Verne/Edgar Rice Burroughs não apeteceu a crítica, ficando com apenas 38% de aprovação no Rotten Tomatoes. A história começa com a abertura de um buraco gigante em Los Angeles, que engole várias pessoas. Mas em vez de morrerem, as vítimas da tragédia vão parar no centro da Terra com criaturas pré-históricas e prédios futuristas, em meio à pistas sobre o verdadeiro segredo daquele lugar. A produção tem um grande elenco, que inclui Natalie Zea (“Justified”), Eoin Macken (“Plantão Noturno”), Nicholas Gonzalez (“The Good Doctor”), Jon Seda (“Chicago P.D.”), Karina Logue (“NCIS: Los Angeles”), Catherine Dent (“Agents of SHIELD”), Angel Parker (“Fugitivos da Marvel/Runaways”), Jag Bal (“The Romeo Section”), Ione Skye (“Camping”), Chiké Okonkwo (“O Nascimento de Uma Nação”), Chloe de los Santos (“Tidelands”), Josh McKenzie (“Entre Segredos e Mentiras”) e os adolescentes Jack Martin, Zyra Gorecki e Veronica St. Clair em seus primeiros papéis. No Brasil, a série é disponibilizada pela plataforma Globoplay e exibida na TV Globo. Veja os trailers nacionais das duas primeiras temporadas.

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    “Blue Bloods” vai acabar na 14ª temporada

    20 de novembro de 2023 /

    A rede americana CBS anunciou nesta segunda (20/11) que o longevo drama policial “Blue Bloods” vai acabar em sua 14ª temporada. O último ano da produção terá 18 episódios e será dividido em duas partes, ambas exibidas em 2024. “’Blue Bloods’ será para sempre uma parte querida do legado da CBS. Ela liderou as noites de sexta-feira com um domínio sem precedentes desde sua estreia e se estabeleceu como um pilar de nossa programação vencedora com uma base de fãs excepcionalmente devotada”, disseram Amy Reisenbach, presidente da CBS Entertainment, e David Stapf, presidente da CBS Studios, em um comunicado conjunto. Apesar de ser líder de audiência do canal nos EUA, “Blue Bloods” quase não foi renovada para a 14ª temporada, devido a seu alto orçamento. Por conta de gatilhos salariais, séries longas se tornam muito caras para serem produzidas. Por isso, no início deste ano, o elenco e os produtores concordaram em reduzir seus ganhos para que a atração continuasse. A renovação, porém, já previa o cancelamento. Os últimos capítulos serão produzidos com a missão de encerrar a trama da atração. Criada em 2010 por Mitchell Burgess e Robin Green (roteiristas de “Família Soprano”), a série gira em torno de uma família de policiais, liderada pelo veterano Tom Selleck (o Magnum original). O elenco também destaca Donnie Wahlberg, Bridget Moynahan, Will Estes, Len Cariou, Marisa Ramirez e Vanessa Ray. Nos EUA, a primeira parte da última temporada de Blue Bloods, com 10 episódios, vai ao ar em 16 de fevereiro. A segunda leva ainda não tem data de estreia anunciada. No Brasil, “Blue Bloods” é transmitida na Universal TV e é disponibilizada em streaming pela Globoplay.

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    Matt Bomer confirma conversas para reviver “White Collar”

    19 de novembro de 2023 /

    A série “White Collar”, também conhecida no Brasil como “Crimes do Colarinho Branco”, deve ganhar continuação. O ator Matt Bomer , que interpretou um vigarista reformado Neal Caffrey na série exibida de 2009 a 2014, disse ao site americano TVLine que “tem havido conversas. Na verdade, uma conversa muito legítima… muitas coisas precisam se encaixar, mas há pelo menos um plano em vigor, então veremos o que acontece.” Bomer e o criador Jeff Eastin começaram a falar sobre um revival de “White Collar” em 2020, durante uma reunião beneficente do elenco no canal “Stars in the House” no YouTube. “Não há nada que eu queira mais do que estar novamente no set com esse grupo de pessoas”, disse Bomer, que organizou a reunião. ”White Collar” acompanhava uma unidade especial do FBI dedicada a desvendar o que a produção chamava de crimes de “colarinho branco”. Enquanto a conotação desses crimes no Brasil envolvem empresários e integrantes do governo, na série eram grandes golpes envolvendo falsificações e roubos de arte. Mas a atração não seguia o padrão típico das séries policiais, destacando a dinâmica entre os personagens e o humor irônico. No centro da trama estava a relação entre um famoso falsificador e ladrão de artes, interpretado por Matthew Bomer, e o agente que o prendeu, vivido por Tim DeKay. Forçado a colaborar com o agente para não ir para a prisão, ele usando sua expertise no crime para ajudar a prender criminosos. Caso a série realmente volte, não poderá contar, infelizmente, com dois atores de seu elenco original. Diahann Carroll, intérprete de June, dona da cobertura que servia de residência para Neal, morreu em 2019 aos 84 anos, enquanto Willie Garson, interprete do divertido vigarista Mozzie, ajudante de Neal Caffrey, faleceu em 2021 aos 57 anos. Mozzie era um dos personagens principais da trama, e Bomer mencionou que uma volta da série deveria encontrar uma forma de homenageá-lo. “Obviamente, essa foi a primeira coisa que me veio à mente, mas senti que o projeto, que Jeff Eastin apresentou pra mim e Tim, honra o que ele contribuiu para a série e o honra como pessoa”, disse o ator. “De jeito nenhum eu estaria envolvido se isso não acontecesse. Então eu acho que é uma maneira de ele, de certa forma, ainda fazer parte da série.”

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    Nicole Kidman diz que “Big Little Lies” terá 3ª temporada

    18 de novembro de 2023 /

    “Big Little Lies” deve ganhar uma 3ª temporada. Quem diz é a atriz Nicole Kidman, estrela e produtora da série. Ela confirmou que a série voltará a ser produzida em uma entrevista durante um evento na Flórida. “Eu adorei 1Big Little Lies'”, disse durante o CME Group Tour Championship, acrescentando: “Nós vamos dar uma terceira [temporada], para sua informação”. Segundo apurou o Deadline, há realmente uma intenção de produzir novos episódios de “Big Little Liars”, mas os planos esbarram nas agendas cheias dos envolvidos. A situação, portanto, não é diferente de quatro anos trás, quando a série encerrou sua 2ª temporada. “Todo mundo está trabalhando. Esperamos que possamos colidir novamente em algum momento”, disse Kidman na ocasião. Seu sentimento foi ecoado na época pelo chefe da HBO, Casey Bloys. “Acho que o problema com ‘Big Little Lies’ é que você tem um grupo de pessoas que realmente amam trabalhar juntas, mas obviamente são algumas das pessoas mais importantes que trabalham no entretenimento. Reese [Witherspoon], Nicole, Zoe [Kravitz], Laura [Dern], todo mundo está tão ocupado. Seria ótimo reunir a banda novamente em algum momento, mas agora todo mundo está tão ocupado e não há uma ideia que faça todos dizerem ‘isso faz todo o sentido’. Acho que é mais um daqueles ‘algum dia’”, disse ele ao Deadline. Nicole Kidman confirms a third season of Big Little Lies is in the works via @deuxmoiworld's Instagram story pic.twitter.com/UyfVkhrWnu — Nicole Kidman News (@KidmanUpdates) November 18, 2023

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    Ted Lasso | Nick Mohammed revela 4ª temporada da série

    17 de novembro de 2023 /

    O ator Nick Mohammed, interprete de Nate em “Ted Lasso”, indicou a renovação da série para sua 4ª temporada num post publicado na rede social X (antigo Twitter). Junto de uma foto de bastidores da produção, o ator relembrou o momento em que acidentalmente deu um spoiler do terceiro ano e afirmou que isso não “iria se repetir na 4ª temporada”. “Um ano depois do fim das gravações de ‘Ted Lasso’. E um ano depois do dia em que postei acidentalmente este spoiler de Nate no uniforme do AFC Richmond! Prometo que não acontecerá novamente na 4ª temporada – espera, o quê?”, escreveu Mohammed. Confira abaixo. O post marca o fim de um longo período de suspense sobre o destino da atração.   Série teria acabado na 3ª temporada O final da 3ª temporada de “Ted Lasso” foi ao ar em 31 de maio de 2022 e, na época, nem o elenco sabia se o desfecho tinha sido o fim da série. Ninguém foi avisado se a série teria 4ª temporada ou spin-offs. Tampouco a Apple TV+ se manifestou, apesar do sucesso estrondoso da atração, que bateu recorde de audiência no streaming. Jason Sudeikis, que interpreta o personagem-título e atua como produtor, chegou a dizer que não tinha planos para novos episódios. “Esta história acabou”, afirmou ele ao podcast Fly on the Wall. “Parece uma resposta tão política, mas é a verdade. Nós apenas concebemos essas três [temporadas], então essa coisa se tornou uma coisa grande”. A declaração reforçava uma anterior, antes da estreia dos últimos capítulso, quando Sudeikis anunciou que a 3ª temporada seria a última. “Este é o fim desta história que queríamos contar, que esperávamos contar, que gostávamos de contar”, ele disse ao Deadline. “O fato de as pessoas quererem mais e ficarem curiosos além do que ainda nem sabem – a 3ª temporada – é lisonjeador”. Inconformados, usuários do Reddit questionaram o ator Brendan Hunt, que interpreta o treinador Beard, sobre se o desfecho da temporada, que terminava com Ted Lasso voltando aos EUA, era realmente o fim da série. “Minha resposta padrão, que também é 100% verdadeira: não sabemos”, confessou. “Precisamos de uma pausa e faremos uma no momento. Nada foi descartado, tudo é possível; mas isso inclui a possibilidade de terminarmos. Não saberemos até que tenhamos refletido sobre isso por um tempo e descomprimido”, completou. Além de interpretar Beard, Hunt também é produtor, roteirista e cocriador da série, o que demonstra o nível de incerteza que cercou o destino da atração. Todos os episódios de “Ted Lasso” estão disponíveis na Apple TV+. One year to the day since #TedLasso wrapped. And one year to the day that I accidentally posted this spoiler of Nate in AFC Richmond kit! Promise it won’t happen again on season 4- now wait pic.twitter.com/BR61TTUVrV — Nick Mohammed (@nickmohammed) November 17, 2023

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    Bookie | Veja o trailer da nova série do criador de “Two and a Half Men” com Charlie Sheen

    17 de novembro de 2023 /

    A HBO Max divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Bookie”, sitcom que volta a juntar o ator Charlie Sheen e o produtor Chuck Lorre, mais de uma década após a briga feia entre os dois, que resultou na demissão do astro da série “Two and a Half Men”.  Desta vez, o ator não é o protagonista, mas tem um papel recorrente. Para quem não lembra, em 2011 Sheen causou diversos escândalos, motivado por vício em drogas. Numa ocasião, xingou publicamente Lorre e a própria série, fazendo com que seu personagem terminasse a participação no programa morto esmagado por um piano. Desde então, Sheen disse que se arrependeu por suas ações e que esperava fazer as pazes com o produtor. “Bookie” acompanha Danny, um cobrador de apostas experiente que luta para sobreviver à iminente legalização das apostas esportivas, além de clientes instáveis, sua família disfuncional, colegas de trabalho tensos e um estilo de vida que o leva a todos os cantos de Los Angeles. O papel principal é vivido pelo comediante Sebastian Maniscalco (“Meu Pai é um Perigo”) e o elenco também conta com Omar J. Dorsey (“Halloween Ends”), Andrea Anders (“Ted Lasso”), Vanessa Ferlito (“NCIS: New Orleans”) e Jorge Garcia (“Lost”). A estreia vai acontecer em 30 de novembro.

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    Estreias | 10 novidades do streaming para assistir no fim de semana

    17 de novembro de 2023 /

    Os 10 principais destaques da programação de streaming da semana contabilizam sete séries e três filmes. A novidade mais esperada é “Monarch: Legado de Monstros”, continuação do blockbuster “Godzilla vs. Kong” em forma de série. “The Crown” também retorna para contar os últimos dias da Princesa Diana. E ainda há a nova criação das mentes responsáveis por “The OA”, o mistério “Um Assassinato no Fim do Mundo”, que merece especial atenção. A lista também traz nada menos que três produções brasileiras e a versão anime de “Scott Pilgrim”. Já entre os filmes, o destaque fica por conta de “Besouro Azul”, estreia de Bruna Marquezine em Hollywood, que chega à HBO Max. Confira abaixo as dicas em detalhes.   SÉRIES   MONARCH: LEGADO DE MONSTROS | APPLE TV+   A superprodução do estúdio Legendary leva a franquia dos monstros gigantes para a televisão, apresentando um desafio único ao adaptar as espetaculares batalhas de titãs para uma tela menor. Ambientada um ano após o “Dia G” – o confronto entre Godzilla, King Kong e os kaijus, que destruiu grande parte de São Francisco no filme “Godzilla vs. Kong” (2021) – a história segue Cate (Anna Sawai), uma professora da área da baía de São Francisco, que vai a Tóquio em busca de respostas sobre seu falecido pai, Hiroshi (Takehiro Hira). Lá, ela descobre que Hiroshi tinha uma segunda família, conhece um meio-irmão e investiga a conexão da família com a Monarch, uma organização secreta comparada à CIA, mas focada em monstros. Apesar de se relacionar também à trama de “Kong: Ilha da Caveira” (2017), a produção não exige conhecimento prévio sobre os filmes do Monstroverso, embora isso possa enriquecer a experiência. A série funciona como uma história de origem da Monarch, alternando-se entre o presente e eventos que se seguiram à 2ª Guerra Mundial. A dinâmica entre as diferentes eras é facilitada pelo uso de um mesmo personagem, com Wyatt Russell (“Falcão e o Soldado Invernal”) retratando um soldado americano na época da guerra e seu pai da vida real, Kurt Russell (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”), aparecendo como sua versão mais velha. Visualmente, a produção é impressionante, com cenas de ação que evocam o Monstroverso, enquanto a trama se expande para locais tão distantes quanto o Alasca e a Argélia. Mas há um inevitável diferencial de escala – obviamente, Godzilla não aparece na maioria dos capítulos – , o que os escritores sabem usar a seu favor, ao manter um foco maior nos personagens humanos da história, que sempre ficam em segundo plano nos filmes. Criada por Chris Black (“Outcast”) e Matt Fraction (“Gavião Arqueiro”), a atração também é estrelada por Kiersey Clemons (“A Dama e o Vagabundo”), Joe Tippett (“Mare of Easttown”), Elisa Lasowski (“Versailles”) e o cantor japonês Ren Watabe (“461 Lunch Boxes”), além de trazer participação especial de John Goodman revivendo seu papel de “Kong: A Ilha da Caveira” (2017).   UM ASSASSINATO NO FIM DO MUNDO | STAR+   A nova série de mistério de Brit Marling e Zal Batmanglij (a dupla criativa de “The OA”) mescla serial killer, mudança climática e avanços tecnológicos. O elenco é encabeçado por Emma Corrin (“The Crown”), que interpreta Darby Hart, uma detetive amadora e escritora, que se desdobra na narrativa em duas linhas temporais. Em flashbacks, Darby une forças a outro detetive amador, vivido por Harris Dickinson (“Um Lugar Bem Longe Daqui”), para investigar um serial killer. Anos depois, os dois parceiros se reencontram no “fim do mundo”, um retiro organizado por um bilionário da tecnologia (Clive Owen, de “Lisey’s Story”) num local distante em meio ao gelo. Contudo, quando um dos convidados é encontrado morto, ela precisa utilizar todas as suas habilidades para provar que se trata de um assassinato e impedir que o assassino tire mais vidas. Alterando-se entre o presente (ou futuro, pela evolução da Inteligência Artificial na trama) no retiro e flashbacks da investigação inicial, a trama busca explorar as relações e a evolução dos personagens, enquanto a cinematografia contrasta as duas linhas do tempo, realçando o calor dos flashbacks e o ambiente frio e isolado do presente. Apesar dos desafios na balancear a narrativa e em dar profundidade aos temas, a série mantém um bom nível de engajamento nas duas linhas temporais, em grande parte devido à presença magnética de Corrin na tela. O restante do elenco é formado pela própria Brit Marling (“The OA”), Joan Chen (“Ovelhas sem Pastor”), Raúl Esparza (“Candy”), Jermaine Fowler (“Um Príncipe em Nova York 2”), Ryan J. Haddad (“The Politician”), Pegah Ferydoni (“Almania”), Javed Khan (“Lapwing”), Louis Cancelmi (Billions”), Edoardo Ballerini (“7 Splinters in Time”), Britian Seibert (“The Knick”), Christopher Gurr (“A Idade Dourada”), Kellan Tetlow (“This Is Us”), Daniel Olson (“Nossa Bandeira É a Morte”), Neal Huff (“Radium Girls”) e a brasileira Alice Braga (“O Esquadrão Suicida”).   THE CROWN 6 – PARTE 1 | NETFLIX   A primeira parte da 6ª e última temporada de “The Crown” é toda focada na Princesa Diana, mostrando sua melancolia, o cerco dos paparazzi e os instantes que antecederam sua morte trágica. Os episódios giram em torno o final da vida da princesa interpretada por Elizabeth Debicki e seu relacionamento com os filhos, William e Harry, e com seu namorado Dodi Al Fayed, papel de Khalid Abdalla (“O Caçador de Pipas”), até o acidente em Paris, durante uma fuga de paparazzi que matou os dois. O elenco também inclui Imelda Staunton (“Harry Potter”) como rainha Elizabeth II, Jonathan Pryce (“Game of Thrones”) como Príncipe Philip, Lesley Manville (“Trama Fantasma”) como Princesa Margaret, Dominic West (“Tomb Raider”) como Príncipe Charles e Olivia Williams (“Meu Pai”) como Camilla Parker-Bowles. Criada por Peter Morgan (“A Rainha”), a série dramática acompanha a vida de Elizabeth II desde os anos 1950, quando assumiu o trono, até dias mais recentes, em seus últimos anos como Rainha do Reino Unido. Após os quatro episódios disponibilizados nesta quinta (16/11), a segunda parte, composta pelos seis episódios derradeiros, chegará ao streaming em 14 de dezembro.   DNA DO CRIME | NETFLIX   Série brasileira mais cara da Netflix, o thriller criminal se destaca por integrar ação intensa com uma investigação detalhada. A trama é baseada em uma história real que ocorreu na América do Sul entre 2013 e 2020, e começa com um assalto bem planejado em Ciudad del Este, no Paraguai. Mais de 50 assaltantes fortemente armados usam explosivos para entrar e fugir com US$ 44 milhões da sede de uma empresa de private equity. À medida que as investigações se desdobram, com o envolvimento de agentes federais brasileiros, sediados em Foz do Iguaçu, a história se aprofunda em uma complexa rede de crimes que cruza fronteiras. Os protagonistas são os agentes Benicio, interpretado por Romulo Braga (“O Rio do Desejo”), e Suellen, interpretada por Maeve Jinkings (“Os Outros”), ambos apoiados por seu chefe Rossi, vivido por Pedro Caetano ( de “O Escolhido”). Eles enfrentam o líder dos assaltantes, Sem Alma, interpretado por Thomas Aquino (também de “Os Outros”), num momento em que a polícia brasileira começa a usar amostras de DNA para encontrar criminosos. A descoberta de uma pista liga o roubo a outros crimes recentes e leva à revelação de um esquema ainda maior, misturando criminosos do Paraguai e do Brasil. Embora “DNA do Crime” não inove na narrativa das séries criminais, entrega ação intensa, com cenas de perseguição de carros e tiroteios reminiscentes do estilo visual de Denis Villeneuve em “Sicario”. Há também uma obsessão compartilhada com cidades de fronteira e a atmosfera especial que envolve as operações ilegais que ocorrem ali. A direção é dos cineastas Pedro Morelli (do filme “Zoom” e da série “Irmandade”) e Heitor Dhalia (do filme “Tungstênio” e da série “Arcanjo Renegado”), este último também listado como um dos criadores, ao lado do também cineasta Aly Muritiba (“Deserto Particular”) e dos roteiristas Bernardo Barcellos (“Quero Ter 1 Milhão de Amigos”) e Leonardo Levis (“Irmandade”).   AMAR É PARA OS FORTES | PRIME VIDEO   A série criada pelo músico Marcelo D2 lembra a estética do filme “Cidade de Deus”, e não é por acaso. Uma das diretoras é Katia Lund, codiretora do clássico de 2002. A produção conta a saga de duas mulheres negras cariocas que veem seus destinos entrelaçadosdurante uma operação policial no Dia das Mães. Rita (Tatiana Tiburcio) perde seu filho de 11 anos, Sushi (João Tiburcio), para a violência policial, e Edna (Mariana Nunes) é mãe de Digão (Maicon Rodrigues), o policial que matou a criança. Buscando justiça e redenção, ambas irão enfrentar a corrupção policial e a morosidade do sistema judiciário. Rita terá o apoio de seu filho mais velho, o artista plástico Sinistro (Breno Ferreira), que, junto com a comunidade da Maré, lutará por justiça para Sushi. Além de D2, a série tem criação de Antonia Pellegrino (“Tim Maia”) e Camila Agustini (“As Seguidoras”). Rica Amabis (“Manhãs de Setembro”) é responsável pela trilha sonora original.   ANDERSON SPIDER SILVA | PARAMOUNT+   a minissérie biográfica acompanha a vida do campeão de UFC Anderson Silva da infância à consagração. A produção mostra o bullying sofrido pelo futuro astro das lutas, Seu Jorge (“Marighella”) como o adulto responsável por sua criação e muitas lutas no ringue. O lutador é vivido por Caetano Vieira e Bruno Vinícius na infância e juventude, quando aprendeu a lutar para sobreviver na periferia de Curitiba, enquanto sua versão adulta é interpretada por William Nascimento (“Genesis”), que passou três meses treinando em academias no Rio de Janeiro para encarnar o auge de um dos maiores campões de MMA do UFC. Parte dos roteiristas da série veio do projeto Narrativas Negras, que desenvolve conteúdo exclusivo para a ViacomCBS, conglomerado dono da Paramount+. Marton Olympio (“Alemão 2”) é o roteirista principal e Caito Ortiz (“Papai é Pop”) dirige a produção, que ainda destaca no elenco Tatiana Tiburcio (“Malhação: Viva a Diferença”), Douglas Silva (“Fuzuê”), Jean Paulo Campos (“Carrossel: O Filme”), Jeniffer Dias (“Rensga Hits!”), Larissa Nunes (“Coisa Mais Linda”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) e Vaneza Oliveira (“3%”).   SCOTT PILGRIM: A SÉRIE | NETFLIX   A animação é inspirada nos quadrinhos de Bryan Lee O’Malley e no filme cult de Edgar Wright. Com estilo anime fofinho, seus episódios narram o romance entre o personagem-título e Ramona Flowers, a garota de seus sonhos, mas quando o crush está prestes a virar date, a situação vira uma luta interminável. É que, para namorar Ramona, Scott precisará enfrentar sete ex-namorados dela. O detalhe mais interessante da produção é que os atores que participaram da adaptação cinematográfica de 2010, “Scott Pilgrim contra o Mundo”, voltam a dar voz aos seus personagens. O elenco grandioso traz Michael Cera (“Arrested Development”) como a voz do personagem-título e Mary Elizabeth Winstead (“Aves de Rapina”) como Ramona, sem esquecer de Kieran Culkin (“Succession”), Chris Evans (“Vingadores: Ultimato”), Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”), Brie Larson (“Capitã Marvel”), Alison Pill (“The Newsroom”), Aubrey Plaza (“The White Lotus”), Brandon Routh (“Legends of Tomorrow”), Jason Schwartzman (“Fargo”), Satya Bhabha (“Sense8”), Johnny Simmons (“The Late Bloomer”), Mark Webber (“Sala Verde”), Mae Whitman (“Intimidade Forçada”) e Ellen Wong (“GLOW”). Até o diretor Edgar Wright retorna como produtor do desenho, juntando-se ao autor dos quadrinhos originais nos bastidores da produção. A adaptação é assinada pelo roteirista BenDavid Grabinski (“A Felicidade é de Matar”), a direção é de Abel Gongora (“Star Wars: Visions”) e a animação está a cargo do estúdio japonês Science SARU (“Devilman: Crybaby”). FILMES   BESOURO AZUL | HBO MAX   O primeiro filme de super-herói latino da DC – e estreia de Bruna Marquezine em Hollywood – conquistou a crítica internacional graças a um elenco carismático e ao uso extensivo da família do herói, que alimenta cenas de humor bem alinhadas com as sequências de ação. Mesmo assim, não escapa dos clichês dos filmes de origem e dos problemas crônicos das produções da DC, como vilões genéricos e efeitos visuais fracos. Em seu primeiro papel em inglês, Marquezine vive Jenny Kord, personagem que não existe na DC Comics, mas que no filme é apresentada como...

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  • Série

    Instável | Netflix renova comédia de Rob Lowe

    16 de novembro de 2023 /

    A Netflix renovou para a 2ª temporada a comédia “Instável” (Unstable), protagonizada pelo ator Rob Lowe (“9-1-1: Lone Star”) e seu filho, John Owen Lowe (“Resgate do Coração”). Todo o projeto foi idealizado pelos dois em parceria com o roteirista Victor Fresco (“Santa Clarita Diet”). A premissa do seriado é inspirada na forma como John Owen costuma zoar seu pai famoso nas redes sociais. A trama gira em torno de Jackson Dragon (John), um rapaz introvertido que vai trabalhar para seu excêntrico e bem-sucedido pai na tentativa de impedir um desastre na empresa da família. O pai, Ellis Dragon (Rob), é um empresário extremamente egocêntrico e admirado universalmente, mas que está enfrentando sérios problemas emocionais. Mas o filho acha que pode salvá-lo, além dos negócios da família e ainda se impor como um homem adulto. Pai e filho já trabalharam juntos antes na série “The Grinder” (2015-2016) e na comédia “Resgate do Coração”, esta última lançada pela própria Netflix em 2019. Além da dupla, o elenco conta com as participações de Sian Clifford (“Fleabag”), Emma Ferreira (“Learn to Swim”) e Aaron Branch (“Christmas at the Ranch”). A 1ª temporada de oito episódios estreou na Netflix no dia 30 de março, com pouca repercussão.

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