Novo trailer da animação WiFi Ralph destaca a personagem de Gal Gadot
A Disney divulgou um novo trailer de “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”, ainda sem legendas ou dublagem em português. E a prévia destaca a personagem recém-anunciada da atriz Gal Gadot (a “Mulher-Maravilha”), além de fazer uma piada divertida às custas da Pixar. A personagem de Gadot é uma piloto de corrida de rua durona, não muito diferente da personagem que ela viveu na franquia “Velozes e Furiosos” – e com visual que lembra a própria atriz. Já a piada da Pixar acontece no encontro das princesas da Disney, quando Vanellope revela que não consegue entender nada que fala a princesa Merida, da animação “Valente”, dublada por Kelly Macdonald com forte sotaque escocês. Pois as outras princesas também não entendem nada. Ela é a única com sotaque, porque pertence a outro estúdio. Depois do primeiro filme mostrar Ralph (voz original de John C. Reilly) e sua amiguinha Vanellope (voz de Sarah Silverman) interagindo com games clássicos, a continuação os leva a viver aventuras na internet, graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney, pois agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama serve para evidenciar franquias do próprio estúdio, além de juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Novamente dirigido por Rich Moore, desta vez em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.
Teaser de Punho de Ferro apresenta transformação de Davos no vilão Serpente de Aço
A Netflix divulgou um novo teaser da 2ª temporada de “Punho de Ferro” no Twitter. A prévia é curta, mas mostra Davos (Sacha Dhawan) demonstrando novas habilidades. Ele enfrenta vários adversários e acende seu punho, como Danny Rand (Finn Jones) costuma fazer. Como Davos obtém o Punho de Ferro ainda permanece um mistério, mas, nos quadrinhos, o personagem absorve o poder do herói para virar o vilão Serpente de Aço. Entretanto, o preço que ele paga é muito alto. Seu corpo não consegue suportar a energia mística e o uso do Punho do Ferro resulta em sua morte. Isto porque Davos nunca passou pelo teste enfrentado por Danny, que derrotou o dragão Shou-Lao para ficar com seu poder. Mas como se trata da Marvel, depois de morrer, o vilão melhorou para voltar a brigar com o herói em novas aventuras. Além de retomar essa rivalidade, a nova temporada vai introduzir uma nova personagem, Mary Tyfoid (Typhoid Mary, no original), interpretada por Alice Eve (“Além da Escuridão: Star Trek”). Nas publicações da Marvel, Mary costuma aparecer mais como inimiga/amante do Demolidor. Ela possui poderes psiônicos, incluindo leve telecinesia e forte pirocinese (capacidade de provocar chamas), além de ser uma grande artista marcial. Geralmente, ela trabalha como assassina contratada pelo crime organizado e sofre com distúrbios mentais, que a fazem ter mais de uma personalidade. Com sua identidade de Mary Walker, ela é uma mulher tímida e pacifista. Já Tyfoid é aventureira, desinibida e violenta. E ainda há a personalidade de Bloody Mary, uma assassina sádica que odeia os homens. A 2ª temporada de “Punho de Ferro” está a cargo de um novo showrunner, Raven Metzner (produtor-roteirista de “Sleepy Hollow”), após Scott Buck sair para comandar a série dos “Inumanos”, pior produção da Marvel. E o novo chefe trouxe a bordo um coreógrafo para melhorar as cenas de lutas: o coordenador de dublês Clayton Barber, que trabalhou em “Pantera Negra”. Os novos episódios chegam ao streaming no feriado de 7 de setembro. Living weapon. pic.twitter.com/zr2kcjktKF — Iron Fist (@MarvelIronFist) August 10, 2018
Big Fish & Begonia: Animação chinesa ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o trailer legendado de “Big Fish & Begonia”, uma animação chinesa com uma história bizarra de peixes que viram humanos e vice-versa. Além do tema sobrenatural, o estilo caprichado do desenho aponta uma grande influência do estúdio Ghibli japonês. A trama se passa num universo paralelo sob os oceanos, onde os seres místicos controlam o equilíbrio da natureza na Terra. Neste lugar, a adolescente Chun pode fazer as plantas crescerem com um estalar dos dedos e seu avô é praticamente Deus. Quando a jovem é enviada para a Terra – na forma de um golfinho vermelho, inexplicavelmente – ela se apaixona por um rapaz que morre afogado ao tentar resgatá-la de uma rede de pesca. Então, troca metade de sua vida com um Guardião das Almas caolho para trazer o humano de volta à vida. Só que ele retorna como uma bebê baleia-unicórnio que ela deve nutrir até a idade adulta. E esta é apenas a premissa. Ou seja, a história coloca a “Pequena Sereia” em “A Viagem de Chihiro” e se torna cada vez mais estranha, como um sonho maluco, conforme a trama avança. Produzido originalmente em 2016, “Big Fish & Begonia” tem roteiro e direção de Liang Xuan e Zhang Chun, que estreiam nas funções. O lançamento na Netflix está marcado para sexta-feira, dia 17 de agosto.
Megatubarão devora negativismo da imprensa com 1º lugar nas bilheterias da América do Norte
“Megatubarão” trucidou as pitonisas profissionais da imprensa dos Estados Unidos ao faturar US$ 44,5m (milhões) em sua estreia na América do Norte. O maremoto causado pelo filme foi considerado uma grande surpresa, porque afogou bocas-abertas que gargantearam seu fracasso. O filme enfrentou enorme pressão negativa da mídia em seu primeiro fim de semana nos cinemas, e mesmo assim arrecadou mais que o dobro de “Missão: Impossível – Efeito Fallout” para conquistar o 1º lugar com folga. Especialistas em profecias cravaram que o filme seria um fracasso abissal. A revista The Hollywood Reporter chegou a apostar que a estreia faria só US$ 20m, afundando as pretensões da Warner. Isto foi na quinta (16/8), baseando-se apenas em projeções de pré-venda. Na sexta, a Variety aumentou a previsão para US$ 32m. No sábado, o Deadline corrigiu o montante para US$ 40m, mas manteve o tom alarmante: “Será suficiente?”. No mesmo tom, o THR tratou de encomendar o enterro do projeto de franquia que o lançamento pretende criar, num texto que recomendava Jason Statham a se focar no spin-off de “Velozes e Furiosos”. Neste domingo (12/8), “surpresa”… nos títulos dos artigos sobre bilheterias do fim de semana publicados nos três sites. O valor arrecadado representa a maior abertura de um filme de tubarão nas bilheterias da América do Norte em todos os tempos. E para envergonhar ainda mais os profetas, a maior abertura do ano para a Warner, à frente de “Jogador Nº 1” (US$ 41,7m) e “Oito Mulheres e um Segredo” (US$ 41,6m). E tem o detalhe: o filme do tubarão chamado Meg engoliu a concorrência não apenas nos Estados Unidos e no Canadá, mas também no mercando internacional, onde faturou o dobro. Só na China o faturamento foi de US$ 50m, resultando num montante mundial de US$ 141,5m nos primeiros dias de exibição. Trata-se, na verdade, de um começo muito positivo para a produção, orçada em US$ 130m. Nada indica que o filme dará prejuízo. E a Warner pode já começar a planejar sua continuação. Em 2º lugar, o novo “Missão Impossível” fez mais US$ 20m para chegar a US$ 161,9m em seu terceiro fim de semana em cartaz na América do Norte. Em todo o mundo, a arrecadação está em US$ 437,5m. Com isso, o objetivo de superar a bilheteria do filme anterior continua plausível – US$ 195m nos EUA e US$ 682,7m no mundo. Com mais dificuldades para recuperar o investimento, “Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível” atingiu US$ 50m após dois fins de semana no mercado doméstico. Para piorar as contas, a fábula da Disney ainda engatinha o mercado internacional, por não ter sido lançada na maioria dos países. A estreia no Brasil está marcada para quinta (16/8). Duas estreias amplas da semana completam o Top 5. O terror “Slender Man” e a premiada comédia de época “Infiltrado na Klan”, de Spike Lee, vencedor do Grande Prêmio do Juri no último Festival de Cannes, abriram em 4º e 5º lugares com quantias muito próximas, respectivamente US$ 11,3m e 10,7m. Só que o segundo foi lançado em 700 cinemas a menos. Os dois também tiveram a pior e a melhor avaliação da imprensa norte-americana entre os lançamentos da semana. “Slender Man” foi destruído com somente 15% de críticas positivas, enquanto “Infiltrado na Klan” se tornou favorito ao Globo de Ouro – já que o Oscar não gosta de comédias – com impressionantes 97% de aprovação. Infelizmente, o filme bom só deve chegar ao Brasil em novembro, enquanto o ruim estará disponível em duas semanas. Para completar, a comédia de cachorros “Dog Days” implodiu e nem conseguiu entrar no Top 10. Distribuída em mais salas que “Slender Man”, rendeu apenas US$ 2,6m e amargou o 12º lugar no ranking norte-americano. Este filme nem tem previsão de lançamento no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Megatubarão Fim de semana: US$ 44,5m Total EUA e Canadá: 44,5m Total Mundo: US$ 141,5m 2. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 20m Total EUA e Canadá: US$ 161,9m Total Mundo: US$ 437,5m 3. Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível Fim de semana: US$ 12,4m Total EUA e Canadá: US$ 50m Total Mundo: US$ 62,1m 4. Slender Man Fim de semana: US$ 11,3m Total EUA e Canadá: US$ 11,3m Total Mundo: US$ 11,3m 5. Infiltrado na Klan Fim de semana: US$ 10,7m Total EUA e Canadá: US$ 10,7m Total Mundo: US$ 11,1m 6. Meu Ex É um Espião Fim de semana: US$ 6,6m Total EUA e Canadá: US$ 24,5m Total Mundo: US$ 26,2m 7. Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo Fim de semana: US$ 5,8m Total EUA e Canadá: US$ 103,84m Total Mundo: US$ 280,8m 8. O Protetor 2 Fim de semana: US$ 5,5m Total EUA e Canadá: US$ 89,6m Total Mundo: US$ 99,8m 9. Hotel Transilvânia 3 Fim de semana: US$ 5,8m Total EUA e Canadá: US$ 146,8m Total Mundo: US$ 378,2n 10. Homem-Formiga e a Vespa Fim de semana: US$ 4m Total EUA e Canadá: US$ 203,5m Total Mundo: US$ 448,9m
Slaughterhouse Rulez: Comédia de terror com Simon Pegg e Nick Frost ganha primeiro trailer
A Sony divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Slaughterhouse Rulez”, comédia britânica sobre estudantes de uma escola atacada por monstros. A prévia sugere uma paródia de “Harry Potter” para a geração de “Stranger Things”, mas acaba chamando mais atenção pelo bom elenco envolvido na produção. O filme marca uma nova reunião da dupla Simon Pegg e Nick Frost após de “Heróis de Ressaca” (2013). Mais relevante ainda é que se trata da primeira comédia de terror que fazem juntos desde a cultuada “Todo Mundo Quase Morto” (2004). Pegg é um professor na escola do título, um internato de elite localizado numa região afastada do interior do Reino Unido. Frost é um caçador local que descobre um enorme buraco na região, de onde sai um monstro assustador. Além de estrelarem o filme, Pegg e Frost também são produtores do filme, o primeiro realizado após se associarem para criar a produtora Stolen Pictures em 2016. O elenco ainda destaca Michael Sheen (série “Masters of Sex”) como o diretor do colégio, além dos adolescentes Asa Butterfield (“O Lar das Crianças Peculiares”), Finn Cole (série “Animal Kingdom”), Hermione Corfield (“xXx: Reativado”), Jamie Blackley (“O Homem Irracional”), Jo Hartley (“Voando Alto”), Tom Rhys Harries (“Jekyll & Hyde”), Kit Connor (“Somente o Mar Sabe”) e Isabella Laughland (que foi estudante em “Harry Potter”). Escrito e dirigido por Crispian Mills (da comédia “Um Medo Fantástico de Tudo”, também estrelada por Pegg), “Slaughterhouse Rulez” estreia no Reino Unido em 31 de outubro, dia do Halloween, e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Julianne Moore vira refém de guerrilheiros latinos no trailer do suspense Bel Canto
O estúdio indie Screen Media Films divulgou fotos, pôster e o primeiro trailer de “Bel Canto”, suspense estrelado por Julianne Moore (“Kingsman: O Círculo Dourado”). No filme, ela vive uma famosa cantora de ópera, que é convidada a se apresentar na festa de um magnata japonês, interpretado por Ken Watanabe (“A Origem”), num país ditatorial sul-americano. Todos acabam virando reféns quando o evento de gala é interrompido por guerrilheiros latinos, que exigem a libertação de prisioneiros políticos em troca das vidas dos presentes ao concerto. A história é baseada no best-seller homônimo de Ann Patchett, por sua vez vagamente inspirado pela crise dos reféns da embaixada japonesa em 1996, em Lima, no Peru. Mas também, pelo que mostra a prévia, desenvolvida com todos os clichês do gênero, como a inevitável Síndrome de Estocolmo, na qual há identificação dos prisioneiros com a causa de seus sequestradores. “Bel Canto” tem roteiro e direção de Paul Weitz (“Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família”) e também traz em seu elenco Sebastian Koch (“Ponte dos Espiões”), Christopher Lambert (o eterno “Highlander”) e Olek Krupa (“Estrelas Além do Tempo”). A estreia está marcada para 14 de setembro em circuito limitado nos Estados Unidos e não tem previsão de lançamento no Brasil.
Valley of the Boom: Série sobre a popularização da internet nos anos 1990 ganha primeiro trailer
O canal pago National Geographic divulgou três fotos e o primeiro trailer da série “Valley of the Boom”, sobre o início da era da internet. O tema já foi abordado pela excelente “Halt and Catch Fire”, mas a nova produção se foca na chamada guerra dos browsers dos anos 1990, época em que o Netscape revolucionou a navegação online e popularizou a “web”, originalmente chamada de WWW (world wide web), e ameaçou o monopólio da Microsoft entre os softwares de computação. A produção é um híbrido que combina dramatização, ou melhor, “comeditização”, já que o tom é humorístico, com depoimentos de técnicos de informática e testemunhas reais da História, típicos de documentários televisivos. O formato híbrido já tinha sido experimentado pelo canal na série “Mars”, renovada para a 2ª temporada, apesar de ter decepcionado quem esperava uma sci-fi de ação. Criada, escrita, produzida e dirigida por Matthew Carnahan (criador da série “House of Lies”), “Valley of the Boom” traz em sua parte cômica os atores Lamorne Morris (série “New Girl”), Steve Zahn (série “The Crossing”), John Karna (série “Scream”) e Bradley Whitford (“Corra!”). A jornalista Arianna Huffington, fundadora do site The Huffington Post, é uma das produtoras da atração, que terá seis episódios. Ainda sem data de estreia, “Valley of the Boom” deve chegar à TV durante a temporada de outono (entre setembro e novembro) nos Estados Unidos.
2ª temporada de Mr. Mercedes ganha imagens, trailer e vídeos de bastidores
O canal pago americano AT&T’s Audience Network divulgou fotos, pôster, trailer e vídeos de bastidores da 2ª temporada de “Mr. Mercedes”, baseada numa trilogia literária de Stephen King. As prévias mostram como a história irá continuar, após o personagem-título entrar em coma. A atração foi originalmente concebida como uma minissérie baseada no livro homônimo de Stephen King, que conta uma história completa. Mas fez tanto sucesso que ganhou renovação e ímpeto para explorar mais o universo do escritor. King escreveu três livros de mistérios com o detetive aposentado Bill Hodges, vivido na série por Brendan Gleeson (“O Guarda”). “Mr. Mercedes” foi o primeiro deles. O título batizava um serial killer motorizado, vivido por Harry Treadaway (Dr. Frankenstein na série “Penny Dreadfull”) na 1ª temporada. O vilão retorna no terceiro volume, “End of Watch”, que será usado como base da nova temporada. “End of Watch” mostra a evolução de Brady Hartsfield, o assassino conhecido como Mr. Mercedes, que, durante um coma, começa a desenvolver poderes mentais e afetar as pessoas no hospital em que está internado, para continuar seu reinado de terror. A nova temporada também contará com participações de Jack Huston (“Ben-Hur”) e Tessa Ferrer (série “Grey’s Anatomy”). Ambos têm grande destaque nas prévias, como médicos responsáveis por experiências capazes de despertar a mente do serial killer. David E. Kelley volta a escrever a nova temporada de 10 episódios e Jack Bender continua como diretor. A 2ª temporada tem estreia marcada para 22 de agosto nos Estados Unidos.
Lady Gaga revela ter chorado muito ao se ver pela primeira vez no filme Nasce uma Estrela
A agora atriz Lady Gaga revelou não ter conseguido parar de chorar ao se ver na tela em “Nasce uma Estrela”. A primeira sessão que presenciou do filme foi uma cachoeira do começo ao fim, ela assumiu em entrevista para a revista Entertainment Weekly, que dedicou a capa de sua edição dessa semana para o remake estrelado por Gaga e Bradley Cooper. O ator, por sinal, também assina a direção, fazendo sua estreia na função. “Bradley Cooper mostrou o filme para mim e para alguns amigos meus. Eu só lembro que comecei a chorar a partir da primeira cena. Eu literalmente chorei assistindo o filme inteiro. Eu tive que assistir o filme várias vezes antes que eu sentisse que conseguiria assisti-lo como alguém do público geral”, disse Lady Gaga. Ela também afirmou que este projeto é uma de suas principais realizações. “Eu me sinto muito, muito grata por fazer parte deste filme, e por ter sido a primeira atriz de um filme dirigido por Bradley Cooper”, concluiu. Em sua estreia como diretor, Bradley Cooper conta a história de Jackson Maine, renomado músico cuja carreira está em decadência quando encontra Ally, uma cantora em busca de uma grande chance, que logo se torna uma grande estrela. Esta é a quarta vez que esta história é levada às telas, mas a apenas segunda passada no mundo da música. Nas versões iniciais, de 1937 e 1954, os bastidores do relacionamento dos protagonistas envolviam a indústria cinematográfica. Apenas a versão mais recente, filmada em 1976 com Kris Kristofferson e Barbra Streisand, mostrava o casal como cantores de country rock. O roteiro é de Will Fetters, conhecido por adaptações dos livros “Um Homem de Sorte” (2012) e “O Melhor de Mim” (2014), ambos do escritor Nicholas Sparks. A première mundial do filme vai acontecer no Festival de Veneza 2018, no dia 31 de agosto. Já o lançamento comercial está marcado para 11 de outubro no Brasil, uma semana após os Estados Unidos.
Ruby Rose deleta Twitter após sofrer ataques pelo papel de Batwoman
A atriz Ruby Rose deletou sua conta no Twitter, alguns dias após ter sido anunciada como Batwoman na próxima série do Arrowverse da rede CW. Oficialmente, foi para não se distrair e focar no trabalho. Mas como ela também removeu comentários de suas fotos no Instagram, ficou claro que se trata de uma reação ao patrulhamento que transforma as redes sociais em ambientes tóxicos. Assim como aconteceu com Daisy Ridley (a Rey de “Star Wars: O Despertar da Força”), Kelly Marie Tran (a Rose de “Star Wars: Os Últimos Jedi”) e Anna Diop (a Estelar da série “Titans”), o Twitter de Ruby Rose foi tomado nos últimos dias por uma avalanche de ataques. O bullying veio de todos os lados: patrulheiros da direita, que querem parar a “influência” LGBTQIA+ na TV, e até patrulheiros da esquerda, que não consideram a atriz lésbica o suficiente para o papel. A última mensagem da australiana, pouco antes de deletar o Twitter foi: “De onde surgiu isso de ‘Ruby não é lésbica então não pode interpretar a Batwoman’? Provavelmente a coisa mais engraçada que já li – eu me assumi aos 12 anos de idade, sendo que nos últimos 5 anos tive de lidar com críticas de ‘ser gay até demais’. Como vocês viram a casaca assim? Eu não mudei”, criticou a atriz. Seja como for, ela continua escalada para viver a personagem – e até foi elogiada por Greg Rucka, o cocriador da versão pós-reboot da heróina nos quadrinhos: “Não que alguém tenha me perguntado, nem importa, mas eu gosto muito de Ruby Rose. A Kate dela vai honrar o trabalho dos escritores”. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Agora, Ruby Rose será a primeira atriz a interpretar uma versão “live action” de Batwoman. Mais que isso, será a primeira protagonista lésbica de uma série de super-heróis. Caroline Dries será a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína e da atriz.
Audiência de Suits desaba sem Meghan Markle e Patrick J. Adams
A saída de Meghan Markle e Patrick J. Adams derrubou a audiência da série “Suits”, que voltou ao ar com muito menos público que o esperado. No ar desde 18 de julho, a 8ª temporada – e primeira sem a agora duquesa de Sussex – perdeu 300 mil telespectadores ao vivo, de 1,3 milhão para 1 milhão. Mas o maior tombo ocorreu na demografia visada pelos anunciantes – pessoas com idades entre 18 e 49 anos. Neste nicho, apenas 317 mil telespectadores assistiram o retorno de “Suits” no mês passado, enquanto a fatia dessa audiência específica que conferiu o primeiro episódio da 7ª temporada foi de 432 mil telespectadores. Na medição do instituto Nielsen, a média atual desceu para 0,25 ponto. E isto é sinal vermelho para qualquer programa. É grande o risco do canal pago USA Network, que produz e exibe “Suits” nos Estados Unidos, cancelar a série ao final da atual temporada, tanto que já existem conversas sobre a possibilidade de um resgate na Netflix. Caso o cancelamento se confirme, manterá uma espécie de maldição para Katherine Heigl, que entrou em “Suits” para ocupar o lugar do protagonista Patrick J. Adams. Sua participação em “Suits” é sua terceira tentativa de emplacar uma volta à TV, após sua carreira cinematográfica implodir. Revelada em “Roswell” e transformada em estrela em “Grey’s Anatomy”, a atriz abandonou a TV em 2010, após fazer sucesso em algumas comédias românticas, mas a decisão de priorizar o cinema resultou apenas numa coleção de fracassos comerciais. Ela tentou voltar em “State of Affairs”, em 2014, cancelada após 13 episódios. E sua série anterior, “Doubt”, em que também vivia uma advogada, foi tirada do ar após somente dois episódios.
Marvel vai relançar todos os seus filmes em IMAX para comemorar 10 anos do estúdio
A Marvel vai relançar todos os seus filmes em IMAX para comemorar o aniversário de 10 anos de estúdio. E preparou um trailer para o evento. Confira abaixo. Além de imagens dos filmes, o vídeo traz depoimentos do elenco dos diversos longas do estúdio, desde “Homem de Ferro” em 2008, sobre como as imagens ficam maiores e melhores na tela gigante dos cinemas IMAX. São 20 filmes ao todo, inclusive alguns que jamais foram exibidos em IMAX. Eles integrarão uma espécie de “festival Marvel” entre 30 de agosto e 6 de setembro, a princípio apenas nos Estados Unidos.
Terror lésbico What Keeps You Alive ganha trailer sangrento
O estúdio indie IFC divulgou o poster e o trailer de “What Keeps You Alive”, terror lésbico que transforma um romance no campo em chacina sangrenta. A trama gira em torno do casal formado por Hannah Emily Anderson e Brittany Allen (ambas de “Jogos Mortais: Jigsaw”), que resolve comemorar seu aniversário de um ano de relacionamento numa cabana em meio a uma paisagem paradisíaca de montanhas, lago e floresta. O cenário é velho conhecido dos fãs do gênero slasher. Mas há uma reviravolta na trama tradicional. Desta vez, não há um assassino mascarado à solta. Quem gosta de usar facas é uma das garotas. E a outra terá que lutar com todas as suas forças para sobreviver ao amor da sua vida. Além de viver a “mocinha” da história, Allen também é coprodutora. Mas apesar do tema, roteiro e direção são assinados por um homem, Colin Minihan, que já ganhou prêmios com seus terrores anteriores, “Fenômenos Paranormais” (2011) e “It Stains the Sands Red” (2107), além de ser conhecido como diretor de clipes de Carly Rae Jepsen, Papa Roach, Mother Mother e outros artistas. O filme teve première em março, durante o Festival SXSW, ocasião em que obteve 88% de aprovação da crítica no site Rotten Tomatoes. A estreia comercial está marcada para 24 de agosto nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.












