A Maldição da Chorona: Novo terror produzido por James Wan ganha trailer legendado
A Warner divulgou o pôster e o trailer legendado de “A Maldição da Chorona”, novo terror produzido por James Wan (diretor de “Invocação do Mal”). A trama é inspirada em uma popular figura fantasmagórica mexicana, conhecida como La Llorona. Reza a lenda que, quando em vida, a aparição afogou os próprios filhos e se matou logo depois. No filme, passado em Los Angeles durante os anos 1970, La Llorona passa a assombrar uma assistente social e seus filhos. Linda Cardellini (“Pai em Dose Dupla”) protagoniza o filme, que tem direção do estreante Michael Chaves, nome em que James Wan apostou para dirigir “Invocação do Mal 3”. A estreia está marcada para 18 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Escape Room: Trailer legendado de terror transforma mania de jogos de fuga em armadilhas de Jogos Mortais
A Sony divulgou o pôster, sete fotos e o trailer legendado de “Escape Room”, que explora a mania de experiências imersivas de fuga, como o Escape Hotel em São Paulo. Na trama, um grupo de crianças recebe o bilhete dourado… não, outro filme. Um grupo de adultos recebe um convite para participar do jogo Escape Room e ser o primeiro a escapar, com direito a ganhar o prêmio de US$ 1 milhão. Ao chegarem lá, os desconhecidos descobrem que a brincadeira é séria, com ameaças reais e armadilhas mortais, e que o convite não foi parar em suas mãos de forma aleatória. A trama atualiza uma premissa clássica de Agatha Christie – “E Não Sobrou Nenhum”, também conhecida como “O Caso dos Dez Negrinhos” – , em que pessoas que não se conhecem vão para uma ilha para a leitura de um testamento milionário, ficam presas no local e começam a morrer até sobrar apenas uma. Mas em vez da ilha, o ambiente está mais para “O Cubo” e as mortes acontecem em armadilhas que evocam a agenda sádica de “Jogos Mortais”. O elenco destaca Deborah Ann Woll (a Karen Page de “Demolidor”), Logan Miller (“Com Amor, Simon”), Taylor Russell (a Judy da nova série “Perdidos no Espaço”), Nik Dodani (“Atypical”), Jay Ellis (“Insecure”) e Tyler Labine (“New Amsterdam”). Com direção de Adam Robitel (“A Possessão de Deborah Logan”) e roteiro de Bragi F. Schut (“Caça às Bruxas”) e Maria Melnik (série “American Gods”), o filme estreia em 7 de fevereiro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.
Atriz de Pretty Little Liars enfrenta cadáver possuído em trailer legendado de terror
A Sony divulgou o pôster e o trailer de “Cadáver” (título original: The Possession of Hannah Grace), terror estrelado por Shay Mitchell (a Emily de “Pretty Little Lies”). Optando por contar quase todo o filme, a prévia entrega vários sustos para resumir a história. Veja abaixo em versões legendada e dublada. A personagem de Mitchell, recém-saída da reabilitação, começa a trabalhar no turno da noite do necrotério de um hospital. E logo de cara fica sozinha com o cadáver contorcido de uma mulher que morreu durante uma tentativa de exorcismo. Ignorando o que aconteceu durante o ritual, ela passa a ser perseguida pela entidade que ainda possui aquele corpo. A premissa lembra o recente “A Autópsia” (2016), e por coincidência ambos os filmes têm diretores europeus fazendo suas estreias em inglês. No caso de “Cadáver”, o holandês Diederik Van Rooijen (do bom suspense “Daglicht”). O cadáver do título é vivido pela novata Kirby Johnson, mas o elenco de coadjuvantes traz alguns rostos conhecidos de séries, como Stana Katic (de “Castle”), Grey Damon (“Station 19”) e Louis Herthum (“Westworld”). A estreia está marcada para 29 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Premiado no Festival de Gramado, A Voz do Silêncio ganha trailer
A Imovision divulgou o pôster e o trailer de “A Voz do Silêncio”, que rendeu a André Ristum (“O Outro Lado do Paraíso”) o prêmio de Melhor Direção no Festival de Gramado 2018. A prévia é de uma tristeza só, acompanhando desgraças em diversas histórias entrelaçadas na cidade de São Paulo, e também destaca o trabalho de edição de Gustavo Giani, também premiado em Gramado. O elenco destaca Marieta Severo (“A Grande Família”), Ricardo Merkin (“Zama”), Arlindo Lopes (“Alguém Como Eu”), Claudio Jaborandy (“Entre Irmãs”), Stephanie de Jongh (“O Outro Lado do Paraíso”), Marat Descartes (“Quando Eu Era Vivo”), Tássia Cabanas (“Amare”), Nicola Siri (“Os Dias Eram Assim”) e Marina Glezer (“Delicia”). O filme terá três sessões na Mostra de São Paulo, antes de chegar ao circuito comercial em novembro.
Diretor de Me Chame pelo seu Nome fará filme baseado em disco clássico de Bob Dylan
O diretor Luca Guadagnino (“Me Chame pelo Seu Nome”) está trabalhando num filme baseado no disco “Blood on the Tracks”, lançado por Bob Dylan em 1975. A produtora RT Features, do brasileiro Rodrigo Teixeira (que produziu “Me Chame pelo Seu Nome”) comprou os direitos de adaptação do álbum e convidou Guadagnino para dirigir. O cineasta concordou, sob a condição de que Richard LaGravenese (“Invencível“) escrevesse o roteiro. “Trazer esse projeto para a vida é um sonho para mim”, disse Teixeira à revista Variety. “Nós trabalhamos por um longo tempo para encontrar o caminho certo para o trabalho de Bob Dylan e ter colaboradores como Luca e Richard são um privilégio absoluto.” A trama vai acompanha diversos personagens ao longo da década de 1970, inspirando-se nos temas principais do álbum. Em entrevista a New Yorker, LaGravenese falou sobre a abordagem: “Quando os personagens se reprimem, dramatizamos essa repressão e o que isso faz com eles. E nós dramatizamos o que acontece quando você deixa suas paixões assumirem o controle”. Curiosamente, o disco já inspirou um filme antes. Em 2007, o filme “Não Estou Lá”, que faz um apanhado simbólico da vida de Bob Dylan, adaptou os temas de “Blood on the Tracks” durante a passagem com participação de Heath Ledger (“O Cavaleiro das Trevas“). Considerado um de seus melhores discos de Dylan – e, segundo a revista Rolling Stone, o 16º melhor álbum de todos os tempos – , “Blood on the Tracks” está prestes a ganhar uma nova versão. Um box especial, chamado de “More Blood, More Tracks”, com faixas inéditas do período, será lançado em 2 de novembro. Por coincidência, é o mesmo dia em que estreia o novo filme de Guadagnino, o remake de “Suspiria”, nos Estados Unidos – e que, infelizmente, ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. Relembre abaixo duas músicas famosas de “Blood on the Tracks”.
Ex-ator mirim de Free Willy é preso por violência doméstica
O ator que estrelou o clássico “Free Willy” (1993) aos 13 anos de idade, Jason James Richter, foi preso por violência doméstica. De acordo com o site americano TMZ, Richter foi preso na noite de segunda-feira (15/10) no Vale de San Fernando, em Los Angeles. Ele teria passado duas noites na cadeia, antes de ser libertado na quarta-feira, após pagar fiança de US$ 20 mil. Pessoas próximas a Richter informaram ao site que ele discutiu com a namorada por volta das 19h da segunda-seira, em sua casa. A namorada se retirou para o quarto e trancou a porta. Richter então quebrou a porta para entrar e agredi-la. Quatro horas depois, ela apareceu na delegacia de polícia e prestou depoimento alegando violência doméstica. Segundo o TMZ, ela disse aos policiais que Richter agarrou seus pulsos. Os policiais, no entanto, afirmam que não havia nenhuma marca visível. Richter interpretou o personagem Jesse em três filmes da franquia “Free Willy”. Ele também fez participações em séries como “Sabrina”, “Bones” e “Criminal Minds: Suspect Behavior”. Ainda em atividade, tem cinco filmes de baixíssimo orçamento prestes a estrear nos Estados Unidos – e nenhum deles deve chegar ao Brasil.
Bella Thorne denuncia ter sofrido bullying da produção da série Famous in Love
A atriz Bella Thorne afirmou ter sofrido bullying da produção da série “Famous in Love”, que ela estrelou no canal pago americano Freeform por duas temporadas. Em entrevista ao jornal Los Angeles Times, ela denunciou que foi chamada de “feia e gorda” por executivos do canal, que pertence à Disney, via e-mail. Segundo Thorne, a emissora a definia como “incontrolável e louca” e a rotulou de diva, “porque eles estavam com medo que eu fosse abrir o bico se me irritassem. Eles me chamaram de ‘feia e gorda’ em e-mails”, comentou. “Quando você tem uma garota jovem como protagonista da sua série, você não pode soltar insultos assim. Esse tipo de coisa pode fazê-la se sentir muito mal consigo mesma”, continuou a atriz, que já lutou contra a depressão. “Uma vez não foi por e-mail, mas sim no set, na frente de todo mundo. E o elenco não sabia o que estava acontecendo antes disso, então eles ficaram chocados. Eles me mandaram mensagens pedindo desculpas e dizendo ‘eu não acredito que eles fizeram isso com você'”, contou ainda. Thorne disse que confrontou a produção sobre o caso e os insultos por e-mail, e que a Freeform prometeu que tudo mudaria na 2ª temporada. “Basta dizer que isso não aconteceu”, revelou a atriz. Quando o cancelamento da série foi anunciado pela Freeform em junho, a revista The Hollywood Reporter noticiou que o fim abrupto da trama podia ter sido por conta de “brigas entre Thorne e a showrunner I. Marlene King”. A roteirista e produtora, que também criou “Pretty Little Liars”, maior sucesso do canal (e que vai ganhar spin-off), negou tudo no Twitter. Após a publicação da entrevista do Los Angeles Times, vários veículos da imprensa americana buscaram confirmar a história junto ao canal pago Freeform, que ofereceu, em resposta, o tradicional “sem comentários”. O que não é uma negação.
O Doutrinador: Filme de super-herói do Brasil atual ganha novo trailer
A Downtown Filmes divulgou um novo trailer do filme do super-herói brasileiro “O Doutrinador”. A prévia reforça paralelos com o clima político atual do Brasil, com apologia à violência armada, atentado contra político, denúncias de corrupção e a sensação de revolta popular que conduz o país para a extrema direita. Quem achou “O Mecanismo” caricato pode se preparar para ver mais imagens de políticos corruptos com copos de whisky, membros do judiciário que engavetam processos de corrupção e empresários que carregam malas de dinheiro. Entretanto, são cenas que habitam noticiários reais. E entram na trama como combustível para o surgimento de um justiceiro fictício, que nada mais é que a corporificação da raiva dos eleitores que votam em Bolsonaro. Vivido pelo ator Kiko Pissolato (“Os Dez Mandamentos”), o Doutrinador foi originalmente concebido em 2008 pelo quadrinista Luciano Costa, que deixou os quadrinhos na gaveta até 2013, quando resolveu publicar as primeiras páginas em seu Facebook. Três meses depois, explodiram as manifestações de protesto no país e o Doutrinador virou cult, ao encarnar, ainda que de forma extrema, a indignação com o panorama político e a revolta generalizada da população. A adaptação tem tudo para ser polêmica, já que o personagem divide opiniões. Há quem o considere fascista e outros que o enxerguem como manifestação da anarquia. Agente da polícia federal, Miguel virou justiceiro por não aguentar mais tanta impunidade. Revoltado com o sistema e com sede de vingança por uma tragédia pessoal, ele não mede esforços para eliminar políticos, donos de empreiteiras, dirigentes do futebol e até líderes religiosos, matando corruptos de todos os matizes. Luciano Costa assumiu ter se inspirado nos quadrinhos do Batman de Frank Miller. Mas o personagem está mais para o Zorro, o mascarado perseguido pela justiça por enfrentar os governantes corruptos do pueblo de Los Angeles. Com roteiro a cargo do ator Gabriel Wainer (visto na novela “Passione”), reescrito por mais cinco nomes, e direção de Gustavo Bonafé (do recém-lançado “Legalize Já!”, cinebiografia da banda Planet Hemp) e Fabio Mendonça (“A Noite da Virada”), o filme ainda inclui no elenco Marília Gabriela, Helena Ranaldi, Tainá Medina, Carlos Betão, Samuel de Assis e Tuca Andrada, entre outros. A estreia deveria acontecer originalmente em plenas eleições presidenciais, mas foi adiada para depois do resultado e agora acontecerá em 1 de novembro.
Super Drags: Série animada dublada por Pabllo Vittar ganha trailer contra haters
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Super Drags”, sua primeira animação brasileira, que vem precedido por um aviso de que se trata de material adulto. É a deixa para a prévia enfiar o pé na jaca e abusar dos closes. O desenho é basicamente “As Meninas Superpoderosas” com drag queens, com três super-empoderadas que voam espalhando raios de arco-íris contra os terríveis haters, vilões do mal. Com alusões anatômicas e sexualmente óbvias, a prévia também é garantia de mais chiliques conservadores. “Super Drags” foi anunciada no fim de maio pela Netflix e desde então desperta chiliques e pitis. Os protestos começaram nos Estados Unidos, onde uma entidade cristã lançou uma petição online para impedir que a série fosse exibida. “Encorajada pelo ‘orgulho gay’, a Netflix está lançando um programa voltado para crianças, onde homossexualidade e travestismo são o ponto focal”, reclamava a petição. A ojeriza foi imitada no Brasil por duas outras entidades: a Sociedade Brasileira de Pediatria (“em defesa das futuras gerações”) e o Ministério Público Federal de Minas Gerais (para “preservar os direitos das crianças, mais propensas a serem influenciadas”). A primeira emitiu um comunicado oficial de protesto contra a produção. A segunda enviou intimação e deu prazo para cumprimento, invadindo atribuições do Ministério da Justiça, como, por exemplo, a classificação etária. Por conta disso, a Netflix chegou a divulgar um vídeo em que Vedete Champanhe explica que não se trata de uma animação para crianças. “Cês tão achando que eu tô com cara de Galinha Pintadinha?”, perguntava a personagem animada. Veja aqui. Criada por Anderson Mahanski, Fernando Mendonça e Paulo Lescaut, do Combo Estúdio (que lançou a primeira youtuber animada brasileira, a Any Malu), a série acompanha Patrick, Donny e Ramon, três amigos que trabalham em uma loja de departamento durante o dia. Mas que, à noite, se transformam nas fabulosas drags Lemon Chiffon, Safira Cian e Scarlet Carmesim para combater os haters com muita purpurina. Para dar ainda mais credibilidade à brincadeira, as super-empoderadas tem vozes famosas, dubladas pelo cantor Pabllo Vittar, pela ícone da noite paulistana Silvetty Montilla (“Do Lado de Fora”), pela drag queen mais debochada do Rio Suzy Brasil (da vindoura comédia “Carlinhos & Carlão”) e o ator Rapha Vélez (da série “Macho Man”). A série também ganhou data de estreia. Os cinco episódios da 1ª temporada serão disponibilizados em 9 de novembro.
Já ouviu falar na série Segurança em Jogo? “Tradução” da Netflix esconde maior sucesso britânico da década
A série inglesa “Bodyguard”, estrelada por Richard Madden (“Game of Thrones”) e Keeley Hawes (“Line of Duty”), bastante comentada por bater recorde de audiência no Reino Unido, ganhou trailer legendado para seu lançamento na Netflix. O detalhe é que a plataforma resolveu ignorar toda a divulgação espontânea da imprensa nacional, que destacou o sucesso sem precedentes da atração, ao trocar seu título por um nome que nem forçando muito a barra dá para chamar de tradução. A divulgação está sendo focada em algo chamado “Segurança em Jogo”, que provavelmente causará indiferença aos assinantes que aguardam para ver “Bodyguard” (Guarda-costas, em inglês). As decisões tomadas pela Netflix nacional são de espantar até descrentes. Criada por Jed Mercurio (do sucesso “Line of Duty”), a série traz Richard Madden como o personagem-título – não “Segurança em Jogo”, mas o título original. Ele interpreta David Budd, um veterano de guerra que agora trabalha como guarda-costas, conquistando destaque como especialista na proteção de políticos e da realeza na Polícia Metropolitana de Londres. Quando é designado para proteger a ambiciosa e poderosa Secretária do Estado Julia Montague (Keeley Hawes), cuja política representa tudo o que ele despreza, Budd se vê dividido entre seu dever e suas crenças. A exibição do último episódio da temporada no canal BBC One registrou o maior público de uma série dramática da TV britânica desde o auge de “Downton Abbey”, com 11 milhões de telespectadores. A série tinha estreado com 6,7 milhões de telespectadores, sendo que outros 3 milhões assistiram as reprises – números que já faziam de “Bodyguard” a maior estreia da TV britânica em mais de uma década. O mais impressionante é que continuou a registrar crescimento constante de audiência ao longo de seus seis capítulos. A BBC ainda não se pronunciou a respeito de uma 2ª temporada, mas parece óbvio que ela será produzida. Jed Mercurio já falou em planos para quatro temporadas. A série vai chegar ao Brasil na quarta-feira (24/10), e é uma pena que a Netflix tenha decidido dificultar que o público a identifique em sua programação.
Jennifer Lopez pode estrelar nova série policial
A atriz Jennifer Lopez pode voltar à TV em nova série policial. Ela está comprometida com o projeto de “Blood Ties”, que teve seu roteiro encomendado pela rede NBC. Até agosto, Lopez estava à frente do elenco de outra série policial, “Shades of Blue”, que durou três temporadas na emissora e foi encerrada com baixa audiência, diante de 3,2 milhões de telespectadores. “Blood Ties” é uma criação de Tom Szentgyorgyi, roteirista de diversos episódios de “The Mentalist” e “Bates Motel”, e deve voltar a reunir Lopez com o ator Vincent Laresca, que também fazia parte de “Shades of Blue”. A trama gira em torno de um ex-policial condenado por homicídio, que sai da prisão após vários anos, quando novas provas apontam sua inocência, e é readmitido em seu emprego. Tentando se adaptar à vida fora da prisão e com um conhecimento maior sobre os criminosos que enfrenta, ele vai tentar descobrir quem o incriminou falsamente e por quê. Se essa sinopse parece conhecida, é porque se trata da trama de “Life”, série estrelada por Damien Lewis (“Billions”), que durou duas temporadas entre 2007 e 2009.
Série clássica Alice pode retornar em nova versão escrita pela roteirista de Juno
A série clássica “Alice” é a próxima candidata a ganhar remake nos Estados Unidos. A rede Fox encomendou o roteiro de uma nova versão para Diablo Cody (“Juno”, “Tully”) e Liz Astrof (séries “2 Broke Girls” e “The King Of Queens”). A produção original era baseada no filme de Martin Scorsese de 1974, “Alice Não Mora Mais Aqui”, e durou nove temporadas, exibidas entre 1976 e 1985. Criada por Robert Getchell, que também escreveu o filme, a série girava em torno da personagem-título, uma aspirante a cantora, interpretada por Linda Lavin, que após ficar viúva se muda com o filho para Phoenix, no Arizona, e passa a trabalhar em uma lanchonete de beira de estrada. Na nova versão, Alice se divorcia de um marido traidor e encontra uma nova família em seu trabalho como garçonete. A diferença reflete o fato de que mulheres divorciadas ainda não eram bem-vistas nos anos 1970 – mães solteiras tinham que ser viúvas nas séries da época. Ao longo de sua exibição, “Alice” ganhou oito prêmios Globo de Ouro, incluindo Melhor Série de Comédia e Melhor Atriz para Lavin, e recebeu cinco indicações ao Emmy. O longa “Alice Não Mora Mais Aqui”, por sua vez, foi indicado a três Oscars e rendeu a Ellen Burstyn o troféu de Melhor Atriz pelo papel principal. O roteiro de Cody e Astrof precisará agradar aos executivos da Fox para que o projeto receba encomenda de piloto – a etapa seguinte a ser vencida para a produção virar série.
Tom Holland veste novo uniforme do Homem-Aranha no programa de TV de Jimmy Kimmel
O ator Tom Holland fez uma rápida aparição como Homem-Aranha no talk show de Jimmy Kimmel na noite de quinta-feira (18/10), apresentando oficialmente seu novo traje preto e vermelho para o público da televisão. O uniforme já tinha sido bastante difundido em fotos e vídeos de paparazzi, durante as filmagens finais de “Homem-Aranha: Longe de Casa” em Nova York. Portanto, não foi mais um spoiler protagonizado por ator. Mas houve uma brincadeira de Kimmel, que tentou tirar uma explicação de Holland a respeito de como ele poderia estar fazendo um novo filme do Homem-Aranha se o herói tinha sido apagado da existência por Thanos no final de “Vingadores: Guerra Infinitas”. Esta foi a deixa para o astro fantasiado sair pulando de cena, com a desculpa de precisar resolver um crime urgente, e sair sem dar resposta. Obviamente, a morte do Homem-Aranha e diversos heróis da Marvel será revertida em “Vingadores 4”, algo que todos sabem, mas que os atores não têm autorização para confirmar. Novamente escrito pelos roteiristas Erik Sommers e Chris McKenna, e com direção de Jon Watts, responsáveis pelo filme anterior, “Homem-Aranha: Longe de Casa” estreia em 4 de julho de 2019 no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.












