The Walking Dead também se despediu de Lauren Cohan no episódio passado
O episódio de domingo (4/11) de “The Walking Dead” não marcou apenas a despedida de Andrew Lincoln da série. Outra protagonista também saiu de cena, ainda que de forma mais sutil. Lauren Cohan terminou sua participação contratual e não voltará a aparecer como Maggie quando a série retornar no próximo capítulo, após um salto temporal na trama. Em entrevista ao site da revista The Hollywood Reporter, a showrunner da série, Angela Kang, confirmou que a personagem não aparecerá mais no restante da 9ª temporada, mas que pode ressurgir mais adiante, já que seu destino ficou em aberto. A saída de Maggie já tinha sido anunciada pela atriz Cohan e pelos produtores da série, após problemas salariais travarem sua renovação de contrato. A atriz vai estrelar outra série, a comédia de ação “Whiskey Cavalier” na rede americana ABC, e seu possível retorno para “The Walking Dead” dependerá do desempenho dessa produção. A última aparição de Maggie se deu após seu confronto com Negan (Jeffrey Dean Morgan). Decidida a matar o homem que tirou a vida do seu amado Glenn, Maggie desiste no minuto final, ao perceber que passar a vida aprisionado seria ainda pior para ele do que a morte. Depois disso, ela é vista ao lado de Michonne (Danai Gurira), Carol (Melissa McBride) e Daryl (Norman Reedus), testemunhando o sacrifício de Rick, ao explodir a ponte que impedirá os zumbis de chegar em Hilltop, a sua comunidade. O episódio não deixa claro o que Maggie faz ao voltar para Hilltop, que lidera, mas fãs especulam que ela pode deixar tudo para trás, após verificar que sua trilha conduzia à violência, passando a questionar suas ações. Assim como Rick e Carl (Chandler Riggs), a personagem de Maggie ainda está viva e no centro da trama da história em quadrinhos em que a série é baseada. Sobre um possível retorno da personagem, a showrunner Kang diz estar esperançosa. “Nós estivemos conversando com Lauren, e espero que possamos contar mais da história de Maggie. Temos algumas cartas na manga e adoraríamos a oportunidade de mostra-las. Mas tem mais a ver com agendar as filmagens no momento certo, estão espero que cheguemos a um acordo”, ela explicou.
História de Rick Grimes vai continuar em filmes derivados de The Walking Dead
Andrew Lincoln se despediu de “The Walking Dead” no último domingo (4/11) com a exibição do episódio intitulo “What Comes After” (o que vem depois). Conforme anunciado, ele não voltará mais à série. Entretanto, o destino de seu personagem, Rick Grimes, não foi como a maioria esperava, embora tenha sido exatamente como descreviam boatos do fórum The Spoiling Dead. Se não viu, não leia abaixo. Rick Grimes foi salvo da morte certa no último minuto por Jadis (Pollyanna McIntosh) e seu destino será explorado fora da atração. O ator fechou contrato para estrelar vários filmes da franquia, revelou Scott M. Gimple, roteirista do episódio passado, durante o programa de entrevistas “Talking Dead”, exibido logo após “What Comes After”. O ex-showrunner da série tinha sido promovido a mentor de uma espécie de universo “Walking Dead” para criar novas atrações e expandir a franquia, e a primeira novidade será um filme que contará o destino de Rick, visto pela última vez sendo levado para longe num helicóptero. A ideia dos filmes foi uma forma de manter Lincoln na franquia, já que o ator não queria passar tantos meses do ano gravando no interior de Atlanta e longe da família na Inglaterra. O novo projeto consumirá menos tempo da agenda do astro, permitindo-lhe maior folga. E isso foi o maior incentivo para ele assinar o contrato. A produção do primeiro longa-metragem deve começar no início de 2019, com roteiro de Gimple, para ser exibido no final do ano na rede AMC e em outras plataformas. “Temos muitas coisas no horizonte, começando com um novo épico estrelado por um dos maiores protagonistas da história da TV e uma das melhores pessoas que já conheci”, explicou Gimple em comunicado oficial. “Esses filmes serão grandes evoluções do que estamos fazendo na série. Vamos começar com a primeira continuação da história de Rick Grimes e há muito mais no caminho, incluindo mundos ainda não vistos de ‘The Walking Dead’”. Durante “Talking Dead”, Gimple explicou que a história de Rick continuará em pelo menos três dos filmes previstos. Também serão criadas novas séries, minisséries e especiais que se passarão em outras linha de tempo, acompanhando personagens favoritos dos fãs que já morreram na série principal e novos personagens situados em momentos mais avançados do apocalipse zumbi. Além disso, serão exploradas locações bastante diversificadas, mostrando a evolução da epidemia zumbi ao redor do mundo. E Rick estará no centro disso, ganhando maior conhecimento sobre o quadro completo do mundo zumbi. Um quadro que Gimple define como a “vasta mitologia” por trás da comunidade misteriosa por trás do helicóptero que resgata Rick e busca de pessoas do tipo “A ou B” . “Isso será a base da próxima história que temos para Rick”, contou Gimple ao site The Hollywood Reporter. O presidente de programação da AMC, David Madden, completou a informação, dizendo que os filmes centrados em Rick não serão uma espécie de bônus ou episódio mais longo da série, mas sim “filmes grandiosos em escala”, com duração de duas horas e um orçamento digno de blockbuster.
Diretor de It: A Coisa vai filmar nova versão do clássico sci-fi A Máquina do Tempo
A sci-fi clássica “A Máquina do Tempo”, escrita por H.G. Wells em 1895, vai ganhar uma nova adaptação no cinema, e quem vai assinar a direção é Andy Muschietti, responsável por “It: A Coisa”, com produção de ninguém menos que Leonardo DiCaprio. O longa será uma parceria entre Warner Bros, Paramount Pictures e Appian Way, a produtora de DiCaprio, e tem roteiro escrito por Muschietti e sua irmã, Barbara. O filme levará aos cinemas a terceira versão da famosa história do cientista que cria uma máquina capaz de enviá-lo ao futuro. Dirigida por George Pal e estrelada por Rod Taylor em 1960, a primeira adaptação é considerada um grande clássico do gênero. A segunda é bem mais recente. Foi estrelada por Guy Pearce em 2002 e dirigida por Simon Wells, bisneto de H.G. Wells. De acordo com o site Deadline, a nova versão terá “alterações criativas” na história clássica, que culmina, após o cientista testemunhar várias guerras mundiais, com a divisão da humanidade entre homens alienados e predadores canibais num futuro pós-apocalíptico. Ainda não há previsão para a estreia.
Elenco de The Walking Dead presta homenagem a Andrew Lincoln em vídeo de despedida
O canal pago americano AMC divulgou um vídeo de homenagem a Andrew Lincoln, intérprete de Rick Grimes em “The Walking Dead”. O ator saiu da série no episódio deste domingo (4/11) e a produção aproveitou para registrar depoimentos dos colegas de elenco sobre a experiência de trabalhar com ele. Os elogios rasgados incluem intérpretes que já morreram na atração – e alguns até reapareçam para se despedir pessoalmente, em participação especial no episódio final de Lincoln. Intitulado “What Comes After”, o episódio de despedida do ator contou com aparições dos intérpretes de Shane (Jon Bernthal), Sasha (Sonequa Martin-Green) e Hershell, num retorno que marcou o derradeiro trabalho do ator Scott Wilson, falecido em outubro. O próximo episódio de “The Walking Dead”, que vai ao ar em 11 de novembro, vai mostrar um grande salto no tempo. Não serão apenas meses, como aconteceu entre a temporada anterior e a atual. A diferença será significativa, a ponto de gerar trocas nos intérpretes das crianças. Já está confirmado que Macsen Lintz, intérprete do menino Henry, será substituído por seu irmão Matt Lintz (da série “The Alienist” e do filme “Pixels”), que é cinco anos mais velho. Isto significa que Henry assumirá a narrativa de Carl na série – é que Carl ainda está vivo nos quadrinhos e tem função importante no desenrolar da trama. Além disso, vários personagens novos serão introduzidos. Surgirão os Sussurradores, vilões que ganham seu nome pela forma como sobrevivem ao apocalipse zumbi: vestindo peles de zumbis, caminham em meio aos infectados e comunicando-se apenas através de sussurros. Eles são liderados por Alpha (que será interpretada por Samantha Morton, de “Minority Report”) e seu segundo em comando Beta (Ryan Hurst, de “Sons of Anarchy”), e ainda incluem Lydia (Cassady McClincy, de “Castle Rock”), a filha adolescente de Alpha. Mas Alexandria também receberá reforço de outro grupo de sobreviventes, formado por Magna (Nadia Hilker, de “The 100”), Connie (Lauren Ridloff, de “Sem Fôlego”), Yumiko (Eleanor Matsuura, de “Into the Badlands”), Kelly (a novata Angel Theory) e Luke (Dan Fogler, de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”). A série é transmitida simultaneamente no Brasil pelo canal pago Fox.
Sessões de Bohemian Rhapsody são alvo de homofobia no Brasil
Relatos no Twitter revelaram que projeções do filme “Bohemian Rhapsody” estão inspirando gritos homofóbicos nos cinemas brasileiros. O longa que conta a história de Freddie Mercury e da banda Queen, que estreou na quinta-feira (1/11), tem sido saudado por fãs de rock e conquistou uma bilheteria acima das expectativas nos Estados Unidos, mas também levou aos cinemas quem não sabia que o cantor da banda era gay. Durante as cenas de beijos e carinhos de Freddie Mercury em outros homens, o filme está sendo vaiado e xingado por telespectadores. Há relatos até de ameaças de que Bolsonaro vai pegar o cantor, que morreu em 1991. Veja abaixo alguns dos tuítes que registram essas manifestações impressionantes de intolerância. que doideira ler que teve gente em sessão de Bohemian Rhapsody vaiando quando tinha cena de flerte/beijo LGBT os caras foram pro cinema assistir um filme sobre o FREDDIE MERCURY esperando O QUE exatamente — cansada do fascismo em niterói (@anarcobs) 3 de novembro de 2018 Na sessão que a minha mãe foi gritaram “bolsonaro vai pegar vcs” na cena do beijo. O pior de tudo é que todo mundo riu — BRUNA MELO (@mrunabelo) 3 de novembro de 2018 Na minha sessão gritaram “Bolsonaro” logo no primeiro beijo. Não pararam de dizer durante todo o filme “que nojo”, “que tristeza”. Que tristeza digo eu, que plateia é essa? Achei que eu tinha sido azarada, pelo visto a idiotice é generalizada — Rosimar Guarize (@rguarize) 3 de novembro de 2018 Na sessão em que fui, um cara foi embora — Paula Belchior (@paulabel) 3 de novembro de 2018 Isso que, como tem um pessoal dizendo, pegaram leve ao mostrar essa parte da vida do Freddie. Imagina se fosse como o Sacha queria. Iriam até começar uma campanha para banir o filme do país. — Fabio Farro ♋ (@FabioFarro) 3 de novembro de 2018 … e essa idiotice tende a só piorar …? — Kroll Ferro (@KarolFerro) 4 de novembro de 2018
Bohemian Rhapsody supera expectativas com US$ 50 milhões nas bilheterias da América do Norte
A estreia de “Bohemian Rhapsody” superou as expectativas, conquistando US$ 50 milhões nas bilheterias da América do Norte e US$ 141 milhões em todo o mundo neste fim de semana. Trata-se da segunda maior estreia de uma cinebiografia musical no mercado norte-americano, atrás apenas dos US$ 60 milhões de “Straight Outta Compton: A História do NWA”, lançada em 2015. O filme sobreviveu a bastidores tumultuados para conseguir sua façanha. O diretor Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) sumiu na reta final das filmagens e acabou demitido. Apesar de ser creditado como único diretor do longa, o trabalho foi completado por Dexter Fletcher (“Voando Alto”). Além disso, as críticas se dividiram, com 56% de aprovação no Rotten Tomatoes. Embora com aplausos para a interpretação de Rami Malek (“Mr. Robot”) como Freddie Mercury, grande destaque do longa, a cinebiografia foi considerada muito superficial. Produzida pelos músicos da banda, deixou as polêmicas de lado, em especial a vida desregrada do cantor, que o levou a se contaminar e morrer de Aids, e preferiu destacar sua antiga relação heterossexual em vez do parceiro do final de sua vida. Em compensação, os fãs do Queen foram servidos com um repertório clássico fantástico e recriações de shows marcantes da carreira da banda. Até com exagero. A certa altura, a impressão chega a ser de um documentário sobre o Live Aid, por exemplo. O bom desempenho do filme também marcou a segunda maior abertura da Fox no ano, atrás de “Deadpool 2” (US$ 125,5 milhões), e serve de canto de despedida do estúdio como produtora independente. Os próximos lançamentos da Fox já devem ser distribuídos pela Disney. A própria Disney ficou em 2º lugar com “O Quebra – Nozes e os Quatro Reinos”, fábula infantil destruída pela crítica (34% no Rotten Tomatoes), que abriu em sentido oposto ao de “Bohemian Rhapsody”, muito abaixo das expectativas, com US$ 20 milhões, depois de custar US$ 125 milhões de produção. Trata-se da pior estréia doméstica da Disney em mais de dois anos, excluindo documentários. Mas isto não é o mais alarmante. Todos os lançamentos de 2018 do estúdio Walt Disney Pictures deram prejuízo, mostrando como o conglomerado depende da Marvel. Os demais foram “Uma Dobra no Tempo” e “Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível”. Assim, a expectativa está agora voltada para “O Retorno de Mary Poppins”, que chega aos cinemas em 20 de dezembro. Outra estreia ocupou o 3º lugar: “Nobody’s Fool”, novo filme de Tyler Perry estrelado por Tiffany Haddish, que fez US$ 14 milhões. O valor também representa uma das piores aberturas da carreira do diretor, mas as críticas se mantiveram na média – negativa – com execráveis 25%. Com isso, “Nasce uma Estrela” caiu para o 4º lugar e “Halloween” desabou, saindo do 1º para o 5º lugar em sua terceira semana em cartaz. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Bohemian Rhapsody Fim de semana: US$ 50m Total EUA e Canadá: 50m Total Mundo: US$ 141,7m 2. O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos Fim de semana: US$ 20m Total EUA e Canadá: US$ 20m Total Mundo: US$ 58,5m 3. Nobody’s Fool Fim de semana: US$ 14m Total EUA e Canadá: US$ 14m Total Mundo: US$ 14,2m 4. Nasce uma Estrela Fim de semana: US$ 11,1m Total EUA e Canadá: US$ 165,6m Total Mundo: US$ 293,9m 5. Halloween Fim de semana: US$ 11m Total EUA e Canadá: US$ 150,4m Total Mundo: US$ 229,6m 6. Venom Fim de semana: US$ 198,6m Total EUA e Canadá: US$ 198,6m Total Mundo: US$ 541,5m 7. PéPequeno Fim de semana: US$ 3,8m Total EUA e Canadá: US$ 77,4m Total Mundo: US$ 192,6m 8. Goosebumps 2 – Halloween Assombrado Fim de semana: US$ 3,7m Total EUA e Canadá: US$ 43,8m Total Mundo: US$ 82,4m 9. Fúria em Alto Mar Fim de semana: US$ 3,5m Total EUA e Canadá: US$ 12,9m Total Mundo: US$ 21,5m 10. O Ódio que Você Semeia Fim de semana: US$ 3,4m Total EUA e Canadá: US$ 23,4m Total Mundo: US$ 25,5m
Novo trailer da série de She-Ra revela música-tema e princesa com… bigode!
A DreamWorks Animation divulgou um novo trailer da série “She-Ra e as Princesas do Poder”, que vai estrear em 12 dias na Netflix. A prévia destaca a nova musiquinha da produção, “Warriors”, cantada por Aaliyah Rose, além de apresentar as princesas do título, inclusive uma princesa com… bigode! Aguarda-se reações contra o “kit gay” da agenda LGBTQIA+ para desencaminhar as criancinhas. Por outro lado, “Super Drags” deixará de ser alvo exclusivo da extrema direita. Curiosamente, a produção já foi alvo de controvérsia quando suas primeiras imagens foram reveladas. Fãs do desenho original reclamaram do visual da heroína, bastante modificado em relação à versão dos anos 1980. Menos que a aparência de anime, o que chamou atenção foi a dessexualização da personagem, com diminuição do tamanho de seus seios e a inclusão de shorts sob sua saia curta. O desenho de “She-Ra: A Princesa do Poder” surgiu em 1985 como spin-off de “He-Man e os Mestres do Universo”, um brinquedo que virou série animada, e logo se tornou mais popular que a atração original. A personagem era o alter ego da Princesa Adora, irmã gêmea do He-Man, que lutava pela honra de Greyskull para livrar o planeta Eternia da tirania. A nova versão não tem He-Man, mas um monte de princesas aliadas, e é descrita como “uma jornada épica e atemporal, em celebração à amizade feminina e ao empoderamento, liderada por uma princesa guerreira feita sob medida para os dias de hoje”, segundo a descrição oficial. Nota-se, pela coleção de Princesas, uma proposta de diversidade e inclusão, por meio de sua representação com cores, alturas, larguras e sexualidades diferentes. A produção está sendo realizada sob o comando de Noelle Stevenson, roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”, e traz em seu elenco de dubladores diversos atores conhecidos, a começar por Aimee Carrero (de “O Último Caçador de Bruxas” e a voz de “Elena de Avalor”), que vive She-Ra, além de Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), AJ Michalka (“The Goldbergs”), Marcus Scribner (“Black-ish”), Reshma Shetty (“Royal Pains”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Keston John (“The Good Place”), Lauren Ash (“Superstore”), Christine Woods (“Hello Ladies”), Genesis Rodriguez (“Time After Time”), Jordan Fisher (“Grease Live!”), Vella Lovell (“Crazy Ex-Girlfriend”), Merit Leighton (“Alexa & Katie”), Sandra Oh (“Killing Eve”) e Krystal Joy Brown (“Motown: The Musical”). A atração estreia na Netflix em 16 de novembro.
Cinema brasileiro bate recorde de ingressos vendidos em 2018
Há dois meses do final do ano, o público de cinema nacional já superou os números de 2017, registrando recorde de ingressos vendidos. Segundo o site Filme B, 21,2 milhões de pessoas viram filmes brasileiros em 2018, contra 18,5 milhões no ano passado. O curioso é que, mesmo com mais público, o cinema nacional não conseguiu bater o recorde de arrecadação do ano passado. A culpa é de um filme. A produção mais vista do ano, “Nada a Perder”, cinebiografia do Bispo Edir Macedo, teve ingressos vendidos com valor abaixo da média do mercado. Vários lotes foram arrecadas por pessoas ligadas à Igreja Universal com descontos. Isto explica o sucesso do filme. E também porque, enquanto em 2017 o cinema nacional arrecadou R$ 253 milhões, neste ano a arrecadação está em R$ 247 milhões, com quase 15% mais público. Além de “Nada a Perder”, só dois outros filmes nacionais venderam mais de 2 milhão de ingressos: as comédia “Os Farofeiros”, com 2,6 milhões e “Fala Sério, Mãe!”, com 2,4 milhões. Depois disso, a diferença é brutal. O Top 5 não tem mais nenhum filme visto por mais de 1 milhão de pessoas. A lista dos mais assistidos se completa com “Tudo por um Pop Star” (939 mil) e “Uma Quase Dupla” (636 mil).
Raymond Chow (1927 – 2018)
Morreu Raymond Chow, considerado o “padrinho” do cinema de ação de Hong Kong e que lançou as carreiras internacionais de Bruce Lee e Jackie Chan. O produtor, nascido em Hong Kong em 1927, tinha 91 anos e produziu mais de 170 filmes ao longo de sua carreira. Co-fundador dos estúdios Golden Harvest, em 1971, Chow obteve seu primeiro sucesso mundial com o lançamento de “O Dragão Chinês” (1971). O filme impulsionou a carreira do mestre das artes marciais Bruce Lee como ator de cinema e ainda lhe rendeu o apelido do título. O produtor também foi responsável pelos dois filmes seguintes de Bruce Lee, que estão entre seus trabalhos mais conhecidos: “O Voo do Dragão” (1972) e “Operação Dragão” (1973), além do póstumo “Jogo da Morte” (1978). “Obrigado Raymond por ter dado uma oportunidade ao jovem Bruce Lee e por tê-lo ajudado a realizar seu sonho. Descanse em paz, Raymond”, tuitou a filha do ator, Shannon Lee. Raymond Chow também teve papel importante na carreira do diretor John Woo, gênio do cinema de ação, lançando seus primeiros longa-metragens, como “Chacina em Pequim” (1974) e “O Domador de Dragões” (1975), além de ter impulsionado o sucesso de Jackie Chan, com quem trabalhou nos filmes “O Jovem Mestre do Kung Fu” (1980), “O Grande Lutador” (1980), “Projeto China” (1983), “Police Story” (1985), entre outros. O sucesso internacional de seus filmes acabou levando-o a Hollywood, onde firmou parcerias importantes e realizou filmes de sucesso com atores americanos, como o cultuadíssimo filme de guerra “Os Rapazes da Companhia C” (1978), de Sidney J. Furie, a comédia “Quem Não Corre, Voa” (1981), que juntou Burt Reynolds, Roger Moore e Jackie Chan, a franquia dos anos 1990 “As Tartarugas Ninjas” e até “Assassinato Sob Duas Bandeiras” (1990), dirigido pelo brasileiro Bruno Barreto. Ele continuou filmando sucessos de Jackie Chan até “Espião por Acidente” (2001), antes de se aposentar no mesmo ano. Mas seu nome estava relacionado ao remake de “Quem Não Corre, Voa”, atualmente em desenvolvimento, com direção de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”). Em 2008, ele recebeu um prêmio pelas realizações da carreira numa homenagem da Academia do Cinema de Hong Kong, e três anos depois ganhou a mesma honra da Academia do Cinema Asiático.
Wi-Fi Ralph terá participação dos Guardiões da Galáxia
A Disney finalmente confirmou que “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” terá falas de pelo menos um personagem da Marvel. Desde que o projeto surgiu na D23 Expo (a Comic-Con da Disney) em 2017, a continuação de “Detona Ralph” vinha sendo apresentada como primeira produção a juntar personagens de todos os estúdios do conglomerado. Trailers já tinham destacado, como ponto alto da trama, a participação das princesinhas da Disney, entre elas Mérida, do filme da Pixar “Valente”, aparições dos stormtroopers de “Star Wars”, e, para quem prestasse muito atenção, o Homem de Ferro voando ao longe. Faltava maior destaque para a Marvel. E ele finalmente surgiu na lista dos dubladores oficiais da trama. Assim como as Princesas da Disney serão dubladas pelas atrizes que trabalharam nos longas animados individuais de cada uma delas – com exceção das que já morreram – , pelo menos um personagem da Marvel terá mesma a voz ouvida nos filmes dos super-heróis. A voz de Vin Diesel, dublando Groot. Ele deve voltar a dublar o Baby Groot em “WiFi Ralph” Outros heróis da Marvel também foram confirmados, entre eles os demais integrantes dos Guardiões da Galáxia e já mencionado o Homem de Ferro, que entretanto não tiveram dubladores anunciados – o que pode significar uma breve figuração. Na época da D23, os produtores ainda afirmaram que até Stan Lee aparecia, dublando a si mesmo, mas a participação não voltou a ser mencionada desde então. Além deles, outras vozes da Pixar e da Lucasfilm foram incluídas na produção: Tim Allen voltará a dublar Buzz Lightyear, o herói espacial de “Toy Story”, e Anthony Daniels fará a icônica voz do robô C-3PO, de “Star Wars”. Outro detalhe: o compositor Michael Giacchino também está na lista, como voz de FN-3181, droide que ele dublou em “Star Wars: O Despertar da Força”. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para 21 de novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.
Os Sete Samurais lidera lista dos 100 Melhores Filmes em Língua Estrangeira em enquete da BBC
A rede pública britânica BBC divulgou uma lista com os 100 Melhores Filmes de Todos os Tempos em Língua Estrangeira – isto é, que não são falados em inglês. A seleção é resultado de uma enquete entre 209 críticos de 43 países, e abre com o clássico japonês “Os Sete Samurais” (1954), de Akira Kurosawa. “‘Os Sete Samurais’ não apenas é uma nova forma de filme de ação, mas também criou um subgênero no cinema: os filmes que falam sobre um grupo de heróis inesperados numa missão impossível que lutam para salvar suas almas”, escreveu a crítica brasileira Ana Maria Bahaiana. Kurosawa é um dos cineastas mais reverenciados, com quatro títulos na lista, dois deles no Top 10 – “Roshomon” (1950) aparece em 4º lugar. Mas não é o diretor com mais filmes selecionados. A honra cabe ao mestre espanhol do surrealismo Luis Buñuel, com nada menos que cinco clássicos. Ao todo, o Top 100 reúne filmes dirigidos por 67 diretores diferentes, de 24 países, feitos em 19 idiomas. Mas a língua francesa claramente predomina, com 27 títulos na lista, seguida de 12 filmes em mandarim e 11 em italiano e japonês. Em espanhol há sete. Em português, há um único filme, o brasileiro “Cidade de Deus” (2002), de Fernando Meirelles, representante solitário do cinema nacional. Mas vale apontar que “Aguirre, a Cólera dos Deuses” (1972), do alemão Werner Herzog, foi filmado no Brasil e conta em seu elenco com atores do país. Também chama atenção o fato de que apenas quatro dos filmes foram dirigidos por mulheres, obras das cineastas Chantal Akerman, Agnès Varda, Kátia Lund e Claire Denis. A lista completa pode ser conferida abaixo, que abrange, de forma cronológica, da obra-prima “O Encouraçado Potemkin” (1925), do grande mestre do cinema soviético Sergei M. Eisenstein, ao recente “Amor” (2012), do austríaco-alemão Michael Haneke. 100. Cinzas e Diamantes (Polônia, 1958) – Andrzej Wajda 99. Paisagem na Neblina (Grecia, 1988) – Theo Angelopoulos 98. No calor do Sol (China, 1994) – Jiang Wen 97. Sabor de Cereja (Irã, 1997) – Abbas Kiarostami 96. Shoah (França, 1985) – Claude Lanzmann 95. Nuvens Flutuantes (Japão, 1955) – Mikio Naruse 94. Onde Fica a Casa do Meu Amigo? (Irã, 1987) – Abbas Kiarostami 93. Lanternas Vermelhas (China, 1991) – Zhang Yimou 92. Cenas de um Casamento (Suécia, 1973) – Ingmar Bergman 91. Rififi (França, 1955) – Jules Dassin 90. Hiroshima Meu Amor (França, 1959) – Alain Resnais 89. Morangos Silvestres (Suécia, 1957) – Ingmar Bergman 88. Crisântemos Tardios (Japão, 1939) – Kenji Mizoguchi 87. As Noites de Cabíria (Itália, 1957) – Federico Fellini 86. A Pista (França, 1962) – Chris Marker 85. Umberto D (Itália, 1952) – Vittorio de Sica 84. O Discreto Charme da Burguesia (França, 1972) – Luis Buñuel 83. A Estrada (Itália, 1954) – Federico Fellini 82. O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (França, 2001) – Jean-Pierre Jeunet 81. Céline e Julie Vão de Barco (França, 1974) – Jacques Rivette 80. Os Esquecidos (México, 1950) – Luis Buñuel 79. Ran (Japão, 1985) – Akira Kurosawa 78. O Tigre e o Dragão (China – Taiwán, 2000) – Ang Lee 77. O Conformista (Itália, 1970) – Bernardo Bertolucci 76. E Sua Mãe Também (México, 2001) – Alfonso Cuarón 75. A Bela da Tarde (França, 1967) – Luis Buñuel 74. O Demônio das Onze Horas (França, 1965) – Jean-Luc Godard 73. Um Homem com uma Câmera (União Soviética, 1929) – Dziga Vertov 72. Viver (Japão, 1952) – Akira Kurosawa 71. Felizes Juntos (China, 1997) – Wong Kar-wai 70. O Eclipse (Italia, 1962) – Michelangelo Antonioni 69. Amor (França, Áustria, 2012) – Michael Haneke 68. Contos da Lua Vaga (Japão, 1953) – Kenji Mizoguchi 67. O Anjo Exterminador (México, 1962) – Luis Buñuel 66. O Medo Consome a Alma (Alemanha, 1973) – Rainer Werner Fassbinder 65. A Palavra (Dinamarca, 1955) – Carl Theodor Dreyer 64. A Liberdade É Azul (França, 1993) – Krzysztof Kie?lowski 63. Primavera Numa Pequena Cidade (China, 1948) – Fei Mu 62. A Viagem da Hiena (Senegal, 1973) – Djibril Diop Mambéty 61. Intendente Sansho (Japão, 1954) – Kenji Mizoguchi 60. O Desprezo (França, 1963) – Jean-Luc Godard 59. Vá e Veja (União Soviética, 1985) – Elem Klimov 58. Desejos Proibidos (França, 1953) – Max Ophüls 57. Solaris (União Soviética, 1972) – Andrei Tarkovsky 56. Amores Expressos (China, 1994) – Wong Kar-wai 55. Jules e Jim – Uma Mulher para Dois (França, 1962) – François Truffaut 54. Comer Beber Viver (Taiwan, 1994) – Ang Lee 53. A Grande Testemunha (França, 1966) – Robert Bresson 52. Pai e Filha (Japão, 1949) – Yasujirô Ozu 51. Os Guarda-Chuvas do Amor (França, 1964) – Jacques Demy 50. O Atalante (França, 1934) – Jean Vigo 49. Stalker (União Soviética, 1979) – Andrei Tarkovsky 48. Viridiana (Espanha, México, 1961) – Luis Buñuel 47. 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias (Romênia, 2007) – Cristian Mungiu 46. O Boulevard do Crime (França, 1945) – Marcel Carné 45. A Aventura (Itália, 1960) – Michelangelo Antonioni 44. Cléo das 5 às 7 (França, 1962) – Agnès Varda 43. Bom Trabalho (França, 1999) – Claire Denis 42. Cidade de Deus (Brasil, 2002) – Fernando Meirelles e Kátia Lund 41. Tempo de Viver (China, 1994) – Zhang Yimou 40. Andrei Rublev (União Soviética, 1966) – Andrei Tarkovsky 39. Close-Up (Irã, 1990) – Abbas Kiarostami 38. Um Dia Quente de Verão (Taiwan, 1991) – Edward Yang 37. A Viagem de Chihiro (Japão, 2001) – Hayao Miyazaki 36. A Grande Ilusão (França, 1937) – Jean Renoir 35. O Leopardo (Itália, 1963) – Luchino Visconti 34. As Asas do Desejo (Alemanha, 1987) – Wim Wenders 33. Playtime – Tempo de Diversão (França, 1967) – Jacques Tati 32. Tudo Sobre Minha Mãe (Espanha, 1999) – Pedro Almodóvar 31. A Vida dos Outros (Alemanha, 2006) – Florian Henckel von Donnersmarck 30. O Sétimo Selo (Suécia, 1957) – Ingmar Bergman 29. Oldboy (Coreia do Sul, 2003) – Park Chan-wook 28. Fanny e Alexander (Suécia, 1982) – Ingmar Bergman 27. O Espírito da Colmeia (Espanha, 1973) – Víctor Erice 26. Cinema Paradiso (Itália, 1988) – Giuseppe Tornatore 25. As Coisas Simples da Vida (Taiwan, Japão, 2000) – Edward Yang 24. O Encouraçado Potemkin (União Soviética, 1925) – Sergei M. Eisenstein 23. A Paixão de Joana d’Arc (França, 1928) – Carl Theodor Dreyer 22. O Labirinto do Fauno (Espanha, México, Estados Unidos, 2006) – Guillermo del Toro 21. A Separação (Irã, 2011) – Asghar Farhadi 20. O Espelho (União Soviética, 1974) – Andrei Tarkovsky 19. A Batalha de Argel (Itália, Argélia, 1966) – Gillo Pontecorvo 18. A Cidade do Desencanto (Taiwan, 1989) – Hou Hsiao-hsien 17. Aguirre, a Cólera dos Deuses (Alemanha, 1972) – Werner Herzog 16. Metrópolis (Alemanha, 1927) – Fritz Lang 15. A Canção da Estrada (Índia, 1955) – Satyajit Ray 14. Jeanne Dielman (Bélgica, 1975) – Chantal Akerman 13. M – O Vampiro de Düsseldorf (Alemanha, 1931) – Fritz Lang 12. Adeus, Minha Concubina (China, 1993) – Chen Kaige 11. Acossado (França, 1960) – Jean-Luc Godard 10. A Doce Vida (Itália, 1960) – Federico Fellini 9. Amor À Flor da Pele (China, 2000) – Wong Kar-wai 8. Os Incompreendidos (França, 1959) – François Truffaut 7. Oito e Meio (Itália, 1963) – Federico Fellini 6. Persona (Suécia, 1966) – Ingmar Bergman 5. A Regra do Jogo (França, 1939) – Jean Renoir 4. Rashomon (Japão, 1950) – Akira Kurosawa 3. Era Uma Vez em Tóquio (Japão, 1953) – Yasujirô Ozu 2. Ladrões de Bicicletas (Itália, 1948) – Vittorio de Sica 1. Os Sete Samurais (Japão, 1954) – Akira Kurosawa
Loucura de Ivar mergulha novo trailer de Vikings no inferno
O canal pago americano History divulgou um novo comercial da segunda metade da 5ª temporada de “Vikings”, centrado em Ivar (Alex Høgh Andersen). A prévia mostra a arrogância e violência do filho de Ragnar Lothbrok, que se proclama rei e até deus, mergulhando na insanidade, em meio a cenas flamejantes do inferno na Terra, causado por seu desejo de conquistas. Os novos episódios começam a ser exibidos em 28 de novembro na TV americana. A série, que já foi renovada para sua 6ª temporada, é exibida no Brasil pelo Fox Premium.
Doctor Who não terá especial de Natal em 2018
O novo showrunner de “Doctor Who”, Chris Chibnall, decidiu encerrar a tradição do especial de Natal da atração. Pela primeira vez desde que a série foi relançada em 2015, o próximo dia 25 de dezembro vai acontecer sem grandes ameaças apocalípticas e invasões alienígenas. Aparentemente, após 13 anos do evento anual, a equipe criativa ficou sem ideias para uma nova história de Grinchs intergaláticos. “Eu meio que acho que já sugamos tudo que pudemos sobre o Natal em Doctor Who”, chegou a dizer o antecessor de Chibnall, Steven Moffat, também conhecido como o fantasma do Natal passado. Mas isso não significa que não haverá um episódio extra da atração. Durante a San Diego Comic-Con, Chibnall revelou que a temporada, supostamente de 10 episódios, terá 11 capítulos. De acordo com o jornal britânico The Mirror, o capítulo extra é um especial de réveillon. Em vez de um evento natalino, a versão do Doctor Who vivida por Jodie Whittaker viverá uma história relacionada à noite do novo ano. “Doctor Who” é exibido no Brasil pelo serviço de streaming Crackle, da Sony.












