O Mundo Sombrio de Sabrina: 2ª temporada ganha trailer legendado
A Netflix divulgou a versão legendada do trailer da 2ª temporada de “O Mundo Sombrio de Sabrina”. Temporada, não. A plataforma está chamando os novos episódios de 2ª parte. E ela vai estrear bem antes do esperado, conforme anuncia o vídeo. Ao som de “Cherry Bomb”, das Runaways, a prévia mostra a versão “bad girl” de Sabrina, que agora é loira platinada e se veste de preto, após negociar sua alma com o diabo para salvar seus amigos e sua cidade. Baseada na personagem de quadrinhos criada nos anos 1960 na editora Archie Comics, “O Mundo Sombrio de Sabrina” acompanha a protagonista, que continua adolescente como na época de sua série anterior, “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira” (1996–2003), mas, além de problemas românticos e provas da escola, tem agora que lidar com rituais satânicos, criaturas das trevas e tramas de terror. O clima gótico reflete os quadrinhos atuais da personagem, numa abordagem introduzida pelo roteirista Roberto Aguirre-Sacasa – que também é chefe criativo da Archie Comics. O próprio autor das HQs ajudou a criar a série, em parceria com o ubíquo produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger – o trio que lançou “Riverdale” com sucesso na TV americana. Além de Kiernan Shipka (“Mad Men”) no papel da bruxinha, o elenco inclui Miranda Otto (“Flores Raras”, série “24: Legacy”), Lucy Davis (a Etta Candy de “Mulher-Maravilha”), Chance Perdomo (série “Midsummer Murders”), Ross Lynch (série “Austin & Ally”), Jaz Sinclair (série “The Vampire Diaries”), Michelle Gomez (série “Doctor Who”), Tati Gabrielle (série “The 100”) e Bronson Pinchot (“Amor à Queima-Roupa”). A 1ª temporada da série estreou na Netflix em 26 de outubro e a 2ª (temporada ou parte, como preferir) chega em 5 de abril. Mas, antes disso, a série ainda vai ganhar um especial de Natal em 14 de dezembro.
Michele Carey (1943 – 2018)
Morreu a atriz Michele Carey, que atirou em John Wayne, foi para cama com Elvis Presley e cavalgou com Frank Sinatra. Ela tinha 75 anos e faleceu em 21 de novembro de causas naturais em Newport Beach, Califórnia, de acordo com sua página oficial no Facebook. Carey nasceu em 26 de fevereiro de 1943, em Annapolis, Maryland, onde seu pai trabalhava como instrutor de wrestling na Academia Naval dos EUA. Ela começou a carreira como modelo e fez sua estreia na atuação aos 21 anos, num episódio da série “Agente da UNCLE”, que foi adaptado para o cinema no filme “O Espião que Tem a Minha Cara” (1965). Rapidamente, suas curvas insinuantes, olhos azuis e aparência de quem não leva desaforo para casa chamaram atenção de Hollywood. Logo após figurar no filme da Turma da Praia “Como Rechear um Biquini” (1965), ela foi convidada a contracenar com três dos maiores astros de todos os tempos. O lendário diretor Howard Hawks a selecionou pessoalmente para estrelar “El Dorado” (1967) no papel da rebelde Josephine “Joey” MacDonald, que atira no personagem de John Wayne e se envolve com James Caan. Em seguida, ela teve um papel ainda maior, como a excêntrica artista Bernice, que mudava de nome conforme o humor, em “Viva um Pouquinho, Ame um Pouquinho” (1968), empolgando o “fotógrafo” Elvis Presley. Ela ainda namorou um beatnik em “A Praia dos Desejos” (1968) e viveu “As Incertezas de um Jovem” (1969), antes de virar a “pele-vermelha” sexy chamada Anna Hot Water (Ana Água Quente), que andava na garupa do cowboy Frank Sinatra em “O Mais Bandido dos Bandidos” (1970). Sua filmografia também inclui os westerns “5 Homens Selvagens” e “John Escandaloso” (1971), mas já nos anos 1970 passou a fazer mais séries que filmes, chegando a estrelar um episódio especial de duas partes de “James West”, além de aparecer em “O Rei dos Ladrões”, “Os Audaciosos”, “Gunsmoke”, “O Homem do Fundo do Mar”, “O Homem de Seis Milhões de Dólares”, “Justiça em Dobro”, “Duro na Queda” e fornecer a voz de um computador nos 12 episódios de “A Man Called Sloane”, estrelada por Robert Conrad (o James West). A atriz se aposentou logo após filmar o thriller “Pânico em Kilimanjaro” (1986).
Atriz de Jogos Vorazes vai estrelar série baseada na comédia Quase 18
A atriz Isabelle Fuhrman, que foi “A Órfã” (2010) e um dos tributos originais de “Jogos Vorazes” (2012), vai estrelar “The Edge of Seventeen”, série do YouTube Premium baseada na comédia homônima, traduzida no Brasil como “Quase 18”. Fuhrman não vai dar vida à personagem interpretada por Hailee Steinfeld no cinema, a adolescente Nadine. Em vez disso, sua personagem vai se chamar Mira. A adaptação está sendo desenvolvida por Annabel Oakes, que escreveu episódios de “Awkward.” e “Atypical”, duas séries de temática similar. Em comunicado, ela descreveu o projeto como “uma subversão daquilo que é esperado em séries de adolescentes”. Primeiro filme dirigido por Kelly Fremon, que antes só tinha roteirizado a comédia “Recém-Formada” (2009), “Quase 18” recebeu elogios rasgados da crítica. Com 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes, foi uma das estreias mais bem cotadas de 2016 e provavelmente a melhor comédia sobre a vida no colegial (A.K.A. Ensino Médio) desde “A Mentira” (2010), com quem compartilha muitos temas. Seu enredo é um apoteose de humor adolescente amargo, cínico e autodepreciativo, como nos bons clássicos de John Hughes dos anos 1980, concentrado na falta de amor próprio de uma adolescente em crise eterna. Desinteressante, sem muitas amizades ou atrativos, ela sofre por ter um irmão perfeito (Blake Jenner no filme), que todos adoram, inclusive sua melhor amiga Krista (Haley Lu Richardson), que vira ex-amiga quando começa a namorá-lo. A partir daí, sentindo-se traída e abandonada, ela toma uma série de decisões que só pioram a situação. Sem ninguém com quem desabafar, só lhe resta conversar com o professor (Woody Harrelson) que se vê forçado a lhe dar mais atenção que a própria mãe dela (Kyra Sedgwick). Além de Isabelle Fuhrman, a atriz Liana Liberato (da série “Light as a Feather”) foi escalada como a nova versão da melhor amiga, chamada de Lou. A produção foi uma das últimas encomendadas antes do YouTube Premium anunciar uma mudança sua abordagem comercial. Originalmente concebido como um serviço de streaming para assinantes, ele passará a disponibilizar seu conteúdo de forma gratuita, mas com anúncios, a partir de 2020.
Universal planeja um “Mamma Mia” com hits de Prince
A Universal quer lançar um musical com o repertório de Prince. Segundo a revista The Hollywood Reporter, o estúdio adquiriu os direitos de vários hits do artista para produzir um filme baseado nas canções. A ideia é criar uma espécie de “Mamma Mia”, a comédia musical com trilha de sucessos do Abba, só que com músicas do cantor falecido há dois anos. A opção pelo musical em vez da cinebiografia – ao estilo do que “Bohemian Rhapsody” fez com a banda Queen – se deve ao fato de os produtores acreditarem que a biografia de Prince já está muito bem contada em “Purple Rain”, filme de 1984 estrelado pelo próprio cantor e que venceu o Oscar de Melhor Canção. A produção está a cargo de Jody Gerson, presidente e diretor executivo da Universal Music, e de Troy Carter, que cuida do legado musical do músico. O projeto ainda não tem título nem previsão de estreia. Vale lembrar que a vida de Prince também vai virar documentário, dirigido por Ava DuVernay (de “Selma” e “Uma Dobra no Tempo”) para a Netflix.
Você: Netflix “descancela” série de suspense com ator de Gossip Girl e divulga trailer da estreia em streaming
O canal pago americano Lifetime cancelou a série “Você” (You), que teve seu último episódio exibido em 11 de novembro nos Estados Unidos. Isso deixou a Netflix com uma bomba na mão, já que a plataforma comprou os direitos de exibição internacional e ainda não lançou a série, cujo final é um grande cliffhanger (tradução: continua no próximo capítulo). O Lifetime tinha demonstrado grande confiança no conteúdo ao encomendar uma 2ª temporada antes de estreia, o que entrou no pacote da Netflix. Mas a série não rendeu a audiência esperada (média de 679 mil telespectadores). Logo, veio a ordem de parar tudo. Para piorar, a notícia do cancelamento veio à tona no mesmo dia em que a Netflix divulgou o trailer para a estreia de “Você” em streaming. Veja abaixo legendado. Tudo isso conspirou para a plataforma tomar uma decisão rápida. A Netflix anunciou ter assumido a produção da 2ª temporada, “descancelando” a série em tempo recorde. Assim, a história será retomada com exclusividade em streaming no ano que vem. Adaptação do best-seller homônimo de Caroline Kepnes, “Você” é um suspense psicológico que explora a linha tênue entre o romance e a perseguição. Na trama, Penn Badgley (o “Gossip Girl”) interpreta o protagonista, um brilhante gerente de livraria que se apaixona por uma escritora aspirante e decide usar as mídias sociais como suas ferramentas para se aproximar dela, reunindo informações sobre as coisas favoritas de seu alvo, ao mesmo tempo em que age estrategicamente para remover todos os obstáculos – e pessoas – que possam atravessar seu caminho. A perseguição o faz estar no lugar e na hora certa para salvar a vida da jovem, o que os aproxima, ao mesmo tempo em que desperta a desconfiança dos amigos da vítima de sua obsessão. A série é criação de uma dupla de peso, Greg Berlanti (criador de todas as séries da DC Comics do canal CW) e Sera Gamble (criadora de “The Magicians”), e o elenco inclui Elizabeth Lail (a princesa Anna de “Once Upon a Time”) como a vítima e Shay Mitchell (a Emily de “Pretty Little Liars”) como uma amiga bastante íntima dela. A estreia na Netflix está marcada para 26 de dezembro.
The Outsider: Ben Mendelsohn vai estrelar série baseada no mais novo livro de Stephen King
O livro mais recente (da fonte inesgotável) de Stephen King vai virar série. Lançado no Brasil em junho, “The Outsider” está sendo adaptado por Richard Price (criador de “The Night of”) para o canal pago HBO. A atração será estrelada e coproduzida por Ben Mendelsohn (“Rogue One”) e terá seus dois primeiros episódios dirigidos pelo ator Jason Bateman (“A Noite do Jogo”), que já dirigiu capítulos de sua própria série na Netflix, “Ozark”. Ele também pode interpretar um dos personagens da série, segundo apurou o site Deadline. A HBO adquiriu a atração após a produtora MRC colocar o projeto no mercado. Foram encomendados 10 episódios de uma série limitada, que adaptará o livro completo. A trama gira em torno da investigação do assassinato de um menino 11 anos, encontrado morto num parque de Flint City. Testemunhas e impressões digitais apontam o criminoso como uma das figuras mais conhecidas da cidade – o treinador da Liga Infantil de beisebol, que também é professor, casado e pai de duas filhas. O detetive Ralph Anderson não hesita em ordenar a prisão, fazendo com que toda a cidade saiba que o “Treinador T” é o principal suspeito do crime. O caso parece resolvido, mas, conforme a investigação se desenrola, a história se transforma em uma montanha-russa, cheia de tensão, suspense e, claro, sobrenatural. Ainda não há previsão de estreia para “The Outsider”.
Bumblebee vai ganhar a voz de Dylan O’Brien em seu primeiro filme solo
O filme solo de Bumblebee vai finalmente revelar a voz do Transformer mais querido do público. Se anteriormente, nos filmes da franquia “Transformers”, Bumblebee não tinha voz, comunicando-se por meio de reproduções de falas de filmes e trechos de músicas, desta vez ele aparecerá com uma voz distinta. E bem conhecida. O ator Dylan O’Brien, da série “Teen Wolf” e dos filmes “Maze Runner”, será o dublador oficial do autobot. O produtor Lorenzo di Bonaventura explicou a decisão em comunicado para a imprensa. “Como estávamos abordando o filme como uma história de origem, sentimos que era apropriado que você ouvisse a voz dele, essa é a lógica simples que empregamos. A implicação a longo prazo disso é diferente. Mas a implicação de curto prazo disso é que estamos realmente redefinindo a mitologia de quem é o Bumblebee. E assim, pareceu-nos apropriado ter a chance de ouvir como ele soa”. Di Bonaventura também comentou a escolha de Dylan O’Brien. “Dylan tem uma qualidade distinta em sua voz, que é jovem e exuberante, além de ser muito confiável. Era isso que queríamos que Bumblebee tivesse. Os poucos que viram o filme em exibições teste responderam muito bem à escalação. Nunca se sabe, isso pode ser algo sensível para os fãs, mas parece que acertamos a forma como eles imaginavam a voz de Bumblebee”. O primeiro filme derivado da franquia “Transformers” é um prólogo, passado na Califórnia dos anos 1980, e traz Bumblebee como um fusca amarelo. Não por acaso, era assim que ele aparecia no desenho animado da época. A trama do spin-off revisita a história do primeiro “Transformers”, em que Shia LaBeouf descobria que seu carro era Bumblebee. Com mudança de sexo do protagonista, agora é Hailee Steinfeld (“Quase 18”) quem se surpreende com o motor robótico de seu veículo. A ideia também remete ao clássico filme da Disney “Se Meu Fusca Falasse” (1968). Mas não demora para essa fábula motorizada virar um típico “Transformers”, com as inevitáveis explosões, perseguições, lutas contra decepticons e a chegada de Optimus Prime. O roteiro foi escrito por Christina Hodson (“Refém do Medo”) e a direção está a cargo de Travis Knight, da aclamada animação “Kubo e as Cordas Mágicas” – indicada ao Oscar 2017 – , que fará seu primeiro trabalho com atores reais. Já o elenco coadjuvante conta com John Cena (“Pai em Dose Dupla 2”), Pamela Adlon (série “Better Things”), Jorge Lendeborg Jr. (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Jason Drucker (“Diário de um Banana: Caindo na Estrada”), Kenneth Choi (série “The Last Man on Earth”), John Ortiz (“Kong: a Ilha da Caveira”), Stephen Schneider (série “Imaginary Mary”), Ricardo Hoyos (série “Degrassi: Next Class”), Abby Quinn (“The Journey Is the Destination”), Rachel Crow (“Deidra & Laney Rob a Train”) e Grace Dzienny (série “Zoo”). A estreia vai acontecer em 25 de dezembro no Brasil, quatro dias após o lançamento nos Estados Unidos.
Marvel contrata roteirista de Mulher-Maravilha 1984 para escrever o filme do Mestre do Kung Fu
A Marvel está preparando seu primeiro filme com um herói asiático. Trata-se de uma adaptação dos cultuados quadrinhos do “Mestre do King Fu”. O estúdio contratou o roteirista Dave Callaham, criador da franquia “Os Mercenários”, que atualmente está em alta em Hollywood, pois também assina o roteiro de “Mulher-Maravilha 1984”, “Zumbilândia 2”, o reboot de “Mortal Kombat” e “Homem-Aranha no Aranhaverso 2”. Paralelamente, deu início à procura de diretores asiáticos ou de descendência asiática, buscando posicionar o projeto como novo marco da representatividade, uma espécie de “Pantera Negra” para asiáticos. Shang-Chi, o Mestre do Kung Fu, foi criado por Steve Englehart e Jim Starlin em 1973, refletindo o sucesso dos filmes de kung fu do período – especialmente “Operação Dragão”, clássico de Bruce Lee lançado no mesmo ano. Sua origem também pegava emprestado o lendário Fu Manchu, criado na literatura pulp em 1912 pelo escritor inglês Sax Rohmer. O personagem foi o primeiro grande gênio do mal da ficção, responsável por popularizar o clichê do bigode de vilão e os planos de dominação mundial que se tornariam lugar-comum nas aventuras de James Bond. Nos quadrinhos, Shang-Chi era ninguém menos que o filho de Fu Manchu, que passa a renegar o pai ao descobrir que ele não era o filantropo que dizia ser, aliando-se aos inimigos dele – os mesmos dos livros de Rohmer, com algumas criações inéditas, inclusive um suposto filho de James Bond. O escritor Doug Moench e o desenhista Paul Gulacy (que desenhava Chang-Shi com a aparência de Bruce Lee) transformaram esse conceito numa história clássica a partir do segundo ano da publicação, passando a combinar kung fu com thriller de espionagem, num ritmo de ação intensa que já nasceu cinematográfico. E estrelado por vários astros de cinema, já que os personagens eram desenhados com feições de atores famosos. Além de Bruce Lee, o “elenco” dos quadrinhos da época incluía Marlon Brando (visual do personagem James Larner), Marlene Dietrich (Juliette), Sean Connery (Clive Reston), David Niven (Ward Sarsfield), Groucho Marx (Rufus T. Hackstabber) e W. C. Fields (Quigley J. Warmflash). Segundo o site Deadline, o filme deve mudar detalhes desta história de origem para evitar estereótipos. Mas será uma pena se Fu Manchu não for mantido como antagonista. Ainda não há data de estreia prevista para a produção.
Os Incríveis 2 e WiFi Ralph lideram indicações do “Oscar da animação”, que incluem o brasileiro Tito e os Pássaros
Considerado o “Oscar da animação”, a premiação dos Annie Awards 2018 divulgou a lista de seus indicados, dominada neste ano por produções da Disney. “Os Incríveis 2” e “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” tiveram 11 e 10 indicações, respectivamente, incluindo a categoria de Melhor Animação do ano. Além disso, outro filme da Disney, “O Retorno de Mary Poppins”, obteve cinco indicações, reabrindo a discussão sobre o que realmente constitui uma animação. A lista também tem presença brasileira. “Tito e os Pássaros” aparece entre os indicados na categoria de Melhor Animação Independente. A obra de Gabriel Bitar, André Catoto e Gustavo Steinberg concorre com “Ce Magnifique Gâteau!” (Bélgica/França/Holanda), “Mutafakaz” (França/Japão), “Mirai” (Japão) e “Ruben Brandt, Collector” (Hungria”). Já na categoria principal, “Homem-Aranha no Aranhaverso”, “Ilha de Cachorros” e “O Homem das Cavernas” vão disputar o prêmio com “Os Incríveis 2” e “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”. Curiosamente, o cineasta Wes Anderson, responsável por “Ilha dos Cachorros”, foi esnobado na categoria de Melhor Direção. Em seu lugar, a Sociedade Internacional de Filmes Animados selecionou Genndy Tartakovsky por “Hotel Transylvania 3: Férias Monstruosas”. Os demais indicados foram Brad Bird (“Incríveis 2”), Rich Moore e Phil Johnston (“WiFi Ralph”), Nick Park (“O Homem das Cavernas”), Bob Persichetti, Rodney Rothman e Peter Ramsey (“Homem-Aranha no Aranhaverso”). A premiação também contempla séries animadas e a principal categoria do gênero inclui, entre as melhores produções para público geral (isto é, adultos), “Big Mouth” e “BoJack Horseman”, da Netflix, “Bob’s Burgers”, da Fox, “Human Kind Of”, do Facebook Watch, e “The Venture Bros.”, do Adult Swim. Há várias categorias técnicas de efeitos, animação de personagens, etc. A lista abaixo reúne apenas as principais. Melhor Longa Animado O Homem das Cavernas Os Incríveis 2 Ilha dos Cachorros WiFi Ralph – Quebrando a Internet Homem-Aranha no Aranhaverso Melhor Longa Animado Independente Ce Magnifique Gâteau ! MFKZ Mirai Ruben Brandt, Collector Tito e os Pássaros Melhor Série de Animação – Crianças em Idade Pré-Escolar Ask the StoryBots Dinotrux: Supercharged Hey Duggee PJ Masks Tumble Leaf Melhor Série de Animação – Crianças Hilda Kung Fu Panda: The Paws of Destiny Little Big Awesome Rise of the Teenage Mutant Ninja Turtles Tales of Arcadia: Trollhunters Melhor Série de Animação – Público Geral Big Mouth Bob’s Burgers BoJack Horseman Human Kind Of The Venture Bros. Melhor Direção em Série Animada Ask the StoryBots Disney Mickey Mouse Niko and the Sword of Light SuperMansion Tales of Arcadia: 3Below Melhor Direção em Longa Animado O Homem das Cavernas Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas Os Incríveis 2 WiFi Ralph – Quebrando a Internet Homem-Aranha no Aranhaverso Melhor Roteiro em Longa Animado Os Incríveis 2 Mirai WiFi Ralph – Quebrando a Internet Homem-Aranha no Aranhaverso Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas Melhor Roteiro em Série Animada Big Mouth Craif of the Creek Hilda Star vs. The Forces of Evil We Bare Bears Melhor Canção em Longa Animado O Grinch O Homem das Cavernas Os Incríveis 2 WiFi Ralph – Quebrando a Internet PéPequeno Melhor Canção em Série Animada Back to the Moon Disney Mickey Mouse Elena de Avalor Enrolados: A Série The Tom and Jerry Show Melhor Dublagem em Longa Animado O Homem das Cavernas (Eddie Redmayne como Doug_ Os Incríveis 2 (Holly Hunter como Helen Pêra) Ilha dos Cachorros (Bryan Cranston como Chief) Next Gen (Charlyne Yi como Mai) WiFi Ralph – Quebrando a Internet (Sarah Silverman como Vanellope Von Schweetz) Melhor Dublagem em Série Animada BoJack Horseman (Will Arnet, como BoJack) F is For Family (Debi Derryberry) Pete the Cat (Juliette Donenfeld como Sally Squirrel) Skylanders Academy (Patrick Warburton como Captain Flynn) Unikitty (Tara Strong como Princess Unikitty) Melhor Produção Especial Animada Back to the Moon Mary Poppins Returns The Emperor’s Newest Clothes The Highway Rat Melhor Curta Animado Grandpa Walrus Lost & Found SOLAR WALK Untravel Weekends
Críticos de Washington consagram Roma como Melhor Filme do ano
Os críticos de cinema de Washington, capital dos Estados Unidos, divulgaram sua lista de melhores do ano. E como na lista da associação de críticos de Nova York, “Roma”, de Alfonso Cuarón, foi considerado o Melhor Filme do ano. Neste caso, porém, em duas categorias. A produção da Netflix também venceu como Melhor Filme Estrangeiro, já que foi rodada no México e é falada em espanhol. Ao todo, “Roma” ganhou quatro menções distintas, vencendo também a preferência nas categorias de Melhor Direção e Fotografia, ambas realizadas por Cuarón. Trata-se de mais um aval da crítica para as pretensões do filme – e da Netflix – no Oscar 2019. Embora não tenham grande relevância para a indústria, as votações da crítica em “Roma” ajudam a disseminar a tese da plataforma de que um filme deve ser avaliado pelo seu conteúdo e não pela forma como é disponibilizado. Atualmente, há muita resistência entre os eleitores do Oscar a aceitar que produções da Netflix concorram ao prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. Nas categorias de interpretação, houve outra consagração. “Nasce Uma Estrela” teve vitória dupla, rendendo destaques a Bradley Cooper e Lady Gaga como Melhor Ator e Atriz. Já os Melhores Coadjuvantes foram Mahershala Ali (por “Green Book – O Guia”) e Regina King (“Se a Rua Beale Falasse”). Confira abaixo a lista completa da premiação da WAFCA (sigla em inglês para Associação de Críticos da Região de Washington). Melhor Filme “Roma” Melhor Direção Alfonso Cuarón (“Roma”) Melhor Ator Bradley Cooper (“Nasce Uma Estrela”) Melhor Atriz Lady Gaga (“Nasce Uma Estrela”) Melhor Ator Coadjuvante Mahershala Ali (“Green Book – O Guia”) Melhor Atriz Coadjuvante Regina King (“Se a Rua Beale Falasse”) Melhor Elenco “A Favorita” Melhor Jovem Ator/Atriz Elsie Fisher (“Oitava Série”) Melhor Performance de Voz Bryan Cranston (“Ilha de Cachorros”) Melhor Performance de Captura de Movimentos Josh Brolin (“Vingadores: Guerra Infinita”) Melhor Roteiro Original Deborah Davis and Tony McNamara (“A Favorita”) Melhor Roteiro Adaptado Nicole Holofcener and Jeff Whitty (“Poderia Me Perdoar?”) Melhor Animação “Ilha de Cachorros” Melhor Documentário “Won’t You Be My Neighbor?” Melhor Filme Estrangeiro “Roma” (México) Melhor Design de Produção Hannah Beachler, Jay Hart (“Pantera Negra”) Melhor Fotografia Alfonso Cuarón (“Roma”) Melhor Edição Tom Cross (“O Primeiro Homem”) Melhor Trilha Sonora Nicholas Britell (“Se a Rua Beale Falasse”) Melhor Filme Passado em Washington “Vice”
Elenco de The Office se reúne para “festa de fim de ano” e rumores de revival explodem
Fãs da série “The Office” foram surpreendidos na manhã desta segunda-feira (3/12) quando membros do elenco postaram nas redes sociais fotos de um reencontro de quase todos os atores originais com a desculpa de comemoração de fim de ano. O ator Creed Bratton foi um dos que postou a foto da reunião, escrevendo: “Eu topei com alguns velhos amigos hoje”. Angela Kinsey revelou detalhes do reencontro. “Parte da velha turma se juntou hoje. Foi ótimo ver todo mundo. Eu virei para o Ed [Helms] e disse ‘Parece que estamos numa reunião de família’. E ele sorriu e respondeu: ‘Nós estamos’. Obrigado Greg [Daniels] por nos receber! Para aqueles que não conseguiram vir… Suas ausências foram sentidas!” Jenna Fischer completou, dando nomes aos que faltaram. “Felizes festas! Nós sentimos falta de vocês Steve [Carell], Ellie [Kemper], John [Krasinski], BJ [Novak], Mindy [Kaling], Craig [Robinson] e Kate [Flannery]. Nós nos vemos em breve!”, listou. Ela também revelou que a foto atual era uma tentativa de evocar um retrato do elenco original durante um episódio comemorativo de “Natal na firma”. Foi o suficiente para #theoffice e #officeReunion virar hashtag e se espalhar pela rede social, acompanhados de pedidos de retorno da série para Papai Noel, embora muitos já acreditem que o revival seja praticamente garantido. Pelo menos, esta é a certeza na rumorlândia. Remake da série britânica de mesmo nome, “The Office” foi uma das séries de comédia de maior sucesso e influência da rede NBC, exibida originalmente entre 2005 e 2013. Tanto marcou que não é de hoje que vem sendo alvo de comentários sobre seu possível retorno. Um mês antes do relançamento bem-sucedido de “Will & Grace” em 2017, o presidente da rede, Bob Greenblatt, revelou a jornalistas que sua lista de desejos de revivals dos anos 2000 incluía ainda “The Office” e “30 Rock”. “Muitas vezes falamos sobre ‘The Office'”, afirmou o executivo ao site Deadline. “Eu conversei com Greg [Daniels] quatro vezes nos últimos anos. É sempre ‘talvez um dia, mas não agora’. Certamente, há um convite aberto. Se ele quiser fazer isso, eu faria isso”. Detalhe: foi Greg Daniels quem reuniu o grupo no fim de semana, como revelou Angela Kinsey em seu tuíte. Mais coincidência: há duas semanas apenas, Ellie Kemper, Ed Helms e Jenna Fischer apareceram no programa “Saturday Night Live” que era apresentado por Steve Carell para pressioná-lo a aceitar uma suposta proposta de revival da série. Até a esposa de Carell, que interpretou o chefe do escritório Michael Scott, apareceu para pedir seu retorno, já que haveria muito dinheiro envolvido. Mas ele sustentou que não pretende retornar. Carell saiu da série dois anos antes do cancelamento para seguir uma bem-sucedida carreira no cinema. E vale observar que os ausentes do reencontro têm seus próprios projetos. Mesmo assim, não se pode descartar o apelo nostálgico que a série exerce sobre eles. É o caso de John Krasinski, que atualmente estrela a série “Jack Ryan”, além de ter se estabelecido como diretor de cinema com o sucesso de “Um Lugar Silencioso”. Ele chegou a dizer, em fevereiro, que soube do projeto de revival “na Internet” e ficou chateado por não ter sido contatado, imaginando que talvez a presença de seu personagem, Jim Halpert, não fosse desejada na continuação da série. Perguntado se aceitaria voltar ao papel, ele foi totalmente positivo. “Oh, meu deus, você está brincando?”, disse. “Eu adoraria juntar de novo aquela gangue”. Ran into some old friends today. pic.twitter.com/yVBOmaOx0P — Creed Bratton (@creedbratton) 3 de dezembro de 2018 Some of the old gang got together today… it was so great to see everyone! I turned to Ed and said, “I feel like we are at a family reunion.” He smiled and said, “We are.” ❤️ Thanks Greg for hosting! For those who couldn’t make it… you were missed! pic.twitter.com/DwF42lNGHk — Angela Kinsey (@AngelaKinsey) 3 de dezembro de 2018 We were attempting to recreate this photo 🙂 Happy Holidays! We missed you Steve, Ellie, John, BJ, Mindy, Craig and Kate! We will see you soon! pic.twitter.com/P1kvaxn8FS — Jenna Fischer (@jennafischer) 3 de dezembro de 2018
Ex-integrante da Cientologia afirma que a seita fez testes para escolher namorada de Tom Cruise
Uma ex-integrante da igreja da Cientologia, Valerie Haney, confirmou rumores de que a seita fez testes para escolher uma namorada para o astro Tom Cruise, que há décadas é adepto da Cientologia. Haney, que pertenceu à igreja por 22 anos até 2016, era parte do Sea Org, um grupo de elite dentro da Cientologia, e trabalhava diretamente com o líder David Miscavige. Em entrevista ao blog The Undergrodun Bunker, ela afirmou que a mulher de Miscavige, Shelly, chefiou a missão de encontrar um par para Cruise em 2004. “Ela achava que aquilo era ridículo. Ela estava apenas fazendo o que Dave pedia. Mas aquilo [os testes] definitivamente aconteceu”, contou Haney. Na imprensa internacional, especula-se que a “vencedora” dos testes foi a atriz Katie Holmes, que se casou com o ator em 2006. Os dois têm uma filha, Suri. Ainda de acordo com Valerie Haney, a relação de Cruise e Miscavige era bem próxima. “Eles se idolatravam”, afirmou. Em 2004, a Cientologia bancou uma grande festa de aniversário para Cruise no cruzeiro da igreja, o Freewinds. “O Sea Org pagou por tudo aquilo. Eles trouxeram chefs do Nobu, eles trouxeram chefs do restaurante preferido de Tom em Paris, pediram lagostas. Foi muito extravagante”. Na mesma época, a amizade de Cruise com Miscavige incomodava inclusive a mulher do líder, Shelly. “Ela perguntava ‘sou só eu?'”, relatou Haney, referindo-se ao estranhamento com o que seria a “obsessão” de Miscavige com o astro de Hollywood. Em resposta à emissora Fox News, a Cientologia declarou que Valerie Haney “está mentindo e inventando histórias”. Vale lembrar que Shelly Miscavige não faz nenhuma aparição pública desde 2007. Em 2013, a atriz Leah Remini, também ex-seguidora da Cientologia, denunciou seu desaparecimento às autoridades, mas a polícia concluiu que a mulher estava bem e que as preocupações de Remini eram infundadas.
BIFA 2018: A Favorita bate recorde de prêmios no “Oscar” do cinema indie britânico
A comédia de época “A Favorita” foi a grande vencedora da principal premiação do cinema independente britânico, conhecida pela sigla BIFA (British Independent Film Awards). A obra do grego Yorgos Lanthimos conquistou impressionantes 10 prêmios de seu total de 13 indicações, inclusive Melhor Filme. O número de vitórias é recorde na premiação. A cerimônia, que aconteceu na noite de domingo (2/12) em Londres, acrescentou mais cinco conquistas ao total, já que cinco vitórias nas categorias técnicas foram anunciadas antecipadamente há duas semanas. Além de Melhor Filme, o longa conquistou os BIFAs de Melhor Direção, Roteiro, Atriz (Olivia Colman) e Atriz Coadjuvante (Rachel Weisz). Os prêmios anteriores foram de Melhor Elenco, Fotografia, Figurino, Melhor Maquiagem/Penteado e Cenografia. Na prática, “A Favorita” só perdeu em duas categorias que disputava: Melhor Edição e Som. E viu uma de suas candidatas (Emma Stone) ser derrotada pela outra (Rachel Weisz) na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante. O longa se passa na Inglaterra no começo do século 18 e traz Colman como a demente rainha Anne, que prefere se entreter com corridas de patos e se deliciar com abacaxis que saber da guerra que seu país trava contra a França. Assim, permite que sua melhor amiga, a duquesa Sarah Churchill (Weisz), comande o país. Mas uma nova criada, Abigail (Stone), encanta sua majestade, deixando a posição de Sarah ameaçada, e não demora para as duas se verem como rivais pela atenção – e o poder – do trono britânico. “A Favorita” já tinha vencido dois troféus no Festival de Veneza 2018: o Grande Prêmio do Júri (Leão de Prata) e o de Melhor Atriz, conquistado por Olivia Colman. A estreia no Brasil está marcada para 24 de janeiro. O segundo filme com mais indicações foi o thriller “American Animals”, de Bart Layton, que disputava 11 categorias e venceu duas: Melhor Estreia na Direção e Edição. O prêmio de Melhor Ator ficou com Joe Cole, por “A Prayer Before Dawn” e o de Ator Coadjuvante com Alessandro Nivola, por “Desobediência”. Além disso, Judi Dench foi homenageada com um prêmio pela carreira. Para completar, vale destacar que “Roma”, produção da Netflix dirigida por Alfonso Cuarón, venceu como Melhor Filme Estrangeiro, aumentando as aspirações do longa ao Oscar. Confira abaixo a lista completa dos premiados. Melhor Filme Independente Britânico “A Favorita”, de Yorgos Lanthimos Melhor Direção Yorgos Lanthimos, por “A Favorita” Melhor Roteiro Deborah Davis & Tony McNamara, por “A Favorita” Melhor Atriz Olivia Colman, por “A Favorita” Melhor Ator Joe Cole, por “A Prayer Before Dawn” Melhor Atriz Coadjuvante Rachel Weisz, por “A Favorita” Melhor Ator Coadjuvante Alessandro Nivola, por “Desobediência” Melhor Revelação Jessie Buckley, por “Beast” Melhor Estreia em Direção Richard Billingham, por “Ray & Liz” Melhor Estreia em Roteiro Bart Layton, por “American Animals” Melhor Estreia em Produção Jacqui Davies, por “Ray & Liz” Melhor Documentário “Evelyn”, de Orlando von Einsiedel Melhor Filme Independente Internacional “Roma”, de Alfonso Cuarón Melhor Elenco “A Favorita” Melhor Elenco “A Favorita” Melhor Fotografia Robbie Ryan (“A Favorita”) Melhor Edição Nick Fenton, Julian Hart & Chris Hill (“American Animals”) Melhor Figurino Sandy Powell (“A Favorita”) Melhor Cenografia Fiona Crombie (“A Favorita”) Melhor Maquiagem e Penteados Nadia Stacey (“A Favorita”) Melhor Trilha Sonora Jonny Greenwood (“Você Nunca Esteve Realmente Aqui”) Melhor Som Paul Davies (“Você Nunca Esteve Realmente Aqui”) Melhores Efeitos Especiais Howard Jones (“O Homem das Cavernas”) Melhores Efeitos Especiais “O Homem das Cavernas” “Dead in a Week (Or Your Money Back)” “Paterloo”












