G.I. Joe: Diretor da franquia Divergente vai comandar filme solo de Snake Eyes
O cineasta alemão Robert Schwentke, que dirigiu dois filmes da franquia “Divergente”, foi escolhido para comandar um spin-off de “G.I. Joe” centrado no popular personagem Snake Eyes. O filme foi escrito pelo grego Evan Spiliotopoulos, roteirista de “Hércules” (2014), “O Caçador e a Rainha do Gelo” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017). Snake Eyes é o ninja silencioso que apareceu pela primeira vez na década de 1980 como parte do relançamento da linha de brinquedos da Hasbro e da Marvel Comics – fase rebatizada de “G.I. Joe: A Real American Hero”. O personagem se veste de preto, nunca revela seu rosto e não fala, mesmo assim destacou-se entre os demais integrantes do grupo militar anti-terrorista. Na mitologia dos brinquedos/quadrinhos/série animada, ele teve um relacionamento especial com Scarlett, que por um tempo foi a única integrante feminina da equipe, e às vezes realizou missões solo com seu lobo de estimação, Timber. Seu inimigo jurado é Storm Shadow, um ninja que também é seu irmão de sangue. O personagem foi vivido por Ray Park nos dois longas live-action de “G.I. Joe” lançados pela Paramount, “G.I. Joe: A Origem de Cobra” (2009) e “G.I. Joe: Retaliação” (2013). A Paramount não anunciou se o novo filme vai manter o ator no papel. Também não deu previsão para a estreia da produção.
Diretor de Eu, Tonya negocia filmar a vilã Cruella de Vil para a Disney
O cineasta Graig Gillespie, cujo filme mais recente foi “Eu, Tonya” (2017), pode voltar a filmar a história de uma vilã incompreendida. Desta vez, das fábulas da Disney. Ele abriu negociações para dirigir “Cruella”, uma nova adaptação live action da história dos “101 Dálmatas” centrada na vilã Cruella de Vil. A personagem se tornou famosa graças ao desenho animado “A Guerra dos Dálmatas” (1961), primeira adaptação do livro infantil de Dodie Smith realizada pela própria Disney, que a introduziu no Brasil com o ótimo nome de Malvina Cruela. Os novos tradutores, porém, abandonaram a denominação na segunda adaptação do estúdio, que mostrou a vilã de carne e osso, vivida por Glenn Close (“Guardiões da Galáxia”). A produção de 1996 também preservou o título original do livro, “101 Dálmatas”, e ainda ganhou continuação em 2000, batizada de “102 Dálmatas”. O roteiro de “Cruella” foi escrito por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney, após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013). E o papel-título será vivido por Emma Stone (“La La Land”), que encarnará uma Cruella fashionista e punk. O filme está sendo anunciado como uma história de origem, ambientada no início dos anos 80 com uma vibe punk. Caso o contrato seja fechado, será o terceiro filme da Disney dirigido por Gillespie. Anteriormente, ele comandou “Arremesso de Ouro” (2014) e “Horas Decisivas” (2016) para o estúdio. Ambos fracassaram nas bilheterias. “Cruella” ainda não tem previsão de estreia.
Netflix teria pago US$ 100 milhões para manter Friends em seu catálogo
A notícia de que “Friends” poderia sair do catálogo da Netflix na virada do ano gerou protestos entre os fãs da série clássica, que até hoje maratonam as “reprises”, e a repercussão levou a plataforma a fazer uma loucura. De acordo com uma reportagem do The New York Times publicada na terça (3/12), a plataforma resolveu desembolsar nada menos que US$ 100 milhões para manter “Friends” em seu catálogo pelo próximo ano. O valor é mais que o triplo dos US$ 30 milhões pagos anteriormente à WarnerMedia, dona dos direitos da série, para exibir originalmente a atração. Segundo o New York Times, o acordo entre a Netflix e a AT&T, que comprou a Warner em junho deste ano, seria encerrado em dezembro, e as empresas já renegociavam os direitos da série há alguns meses. Pois o martelo foi batido neste começo de mês. Mas os valores do negócio podem ter sido menores que os noticiados pelo NYT. Fontes ouvidas pela revista The Hollywood Reporter estimam que o acordo custou entre US$ 70 e 80 milhões. De todo modo, bem mais caro que a cessão original dos direitos de exibição. Além disso, o acordo também dá à WarnerMedia o direito de exibir “Friends” simultaneamente em seu novo serviço de streaming, que deverá ser lançado em 2019 para concorrer, justamente, com a Netflix. Exibida nos EUA entre 1994 e 2004, a série acabou no auge da popularidade, o que lhe manteve como uma das mais adoradas da história da televisão norte-americana. Embora a Netflix não divulgue dados, especula-se que “Friends” seja a série mais vista do catálogo de produtos licenciados da plataforma. Para se ter noção da importância dispensada à série, após o negócio a Netflix Brasil publicou um tuíte para acalmar os ânimos dos fãs brasileiros, que também ficaram ansiosos com os boatos de despedida da série do streaming. “‘Friends’ não vai sair, gente. Podem maratonar à vontade”, pronunciou-se a empresa. Friends não vai sair, gente. Podem maratonar à vontade. — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) 3 de dezembro de 2018
Toby Kebbell entra na série de suspense de M. Night Shyamalan
O ator Toby Kebbell (o Messala de “Ben-Hur”) entrou no elenco da nova série do cineasta M. Night Shyamalan (“Fragmentado”), que está sendo desenvolvida para a plataforma de streaming da Apple. Ele se junta no elenco a Lauren Ambrose (“A Sete Palmos”, “Arquivo X”), Nell Tiger Free (“Game of Thrones”) e Rupert Grint (o Ron Weasley de “Harry Potter”), anteriormente anunciados. Ainda sem título nem sinopse oficial, a série é um suspense que envolve uma babá (Nell Tiger Free) contratada por casal para cuidar de seu filho recém-nascido. Kebbell e Ambrose viverão o casal, enquanto Grint interpretará o irmão da personagem de Ambrose. A atração foi criada pelo roteirista britânico Tony Basgallop (“Berlin Station”) e terá seu primeiro episódio dirigido por Shyamalan, que também assina a produção, repetindo as funções desempenhadas em sua única série anterior, “Wayward Pines”, em 2015. Ainda não há previsão para a estreia desta ou qualquer outra produção da plataforma de streaming da Apple.
Thank U, Next: Clipe de Ariana Grande atinge 100 milhões de visualizações em tempo recorde
O novo clipe de Ariana Grande “Thank U, Next” bateu mais um recorde. Após registrar o recorde de mais visualizações em 24 horas no YouTube, tornou-se também o vídeo que mais rápido atingiu 100 milhões de views. Foram necessários apenas quatro dias para atingir essa marca, o que aconteceu na terça-feira (4/12). “Thank U, Next” foi lançado às 18h de sexta-feira (30/11) e atingiu 50,3 milhões de visualizações até às 18h de sábado, superando com folga o antigo recordista, “Idol”, clipe do grupo de K-pop BTS (45,9 milhões de views em 24h). Com direção de Hannah Lux Davis, responsável pelo clipe anterior de Ariana (“Breathin”), “Thank U, Next” ganhou destaque por fazer referência a comédias clássicas dos anos 2000, como “Meninas Malvadas” (2004), “De Repente Trinta” (2004), “As Apimentadas” (2000) e “Legalmente Loira” (2001), com participações de estrelas dos filmes e vários convidados famosos. Veja o clipe e saiba mais sobre as referências aqui.
Kevin Hart vai apresentar a cerimônia do Oscar 2019
O ator Kevin Hart (“Jumanji: Bem-vindo à Selva”) confirmou no Instagram que será o apresentador da próxima cerimônia do Oscar. “Por anos eu venho sendo questionado se um dia apresentarei o Oscar, e a minha resposta tem sido a de que seria a maior oportunidade da minha vida”, postou o humorista. “Estou muito feliz por esse momento ter finalmente chegado.” “Estou empolgado simplesmente porque este tem sido um objetivo na minha lista por um longo tempo…. Ser capaz de me juntar à lendária lista de apresentadores que agraciaram aquele palco é inacreditável. Eu sei que minha mãe está sorrindo de orelha a orelha agora…”, ele continuou, prometendo fazer “um Oscar especial”. Mais popular comediante negro da atualidade nos Estados Unidos, Kevin Hart já comandou uma cerimônia de premiação, o MTV Movie Awards, junto com Dwayne Johnson, na época em que os dois co-estrelaram “Um Espião e Meio” (2016). E tem falado publicamente sobre seu desejo de apresentar o Oscar desde pelo menos 2015, quando disse numa entrevista televisiva que estava ativamente fazendo campanha para conseguir o emprego. “Isso seria uma grande conquista. Por tudo o que conquistei em minha carreira, esse seria definitivamente o próximo grande passo para me consagrar como comediante”, afirmou Hart na ocasião. A cerimônia do Oscar 2019 está marcada para 24 de fevereiro. E será diferente dos outros anos. A Academia prometeu que o evento não duraria mais de três horas e, para isso, anunciou uma mudança: nem todos os prêmios nas 24 categorias do Oscar serão mostrados ao vivo. Em vez disso, entre seis a oito categorias serão anunciadas durante os intervalos comerciais e trechos editados dos discursos dos vencedores serão exibidos mais tarde na transmissão. No Brasil, a transmissão vai acontecer nos canais Globo e TNT. Ops… Atualização: Kevin Hart desiste de apresentar o Oscar após virar alvo de polêmica por tuítes homofóbicos. Visualizar esta foto no Instagram. For years I have been asked if I would ever Host the Oscars and my answer was always the same…I said that it would be the opportunity of a lifetime for me as a comedian and that it will happen when it’s suppose to. I am so happy to say that the day has finally come for me to host the Oscars. I am blown away simply because this has been a goal on my list for a long time….To be able to join the legendary list of host that have graced that stage is unbelievable. I know my mom is smiling from ear to ear right now. I want to thank my family/friends/fans for supporting me & riding with me all this time….I will be sure to make this years Oscars a special one. I appreciate the @TheAcademy for the opportunity ….now it’s time to rise to the occasion #Oscars Uma publicação compartilhada por Kevin Hart (@kevinhart4real) em 4 de Dez, 2018 às 5:01 PST
Elseworlds: Crossover das séries de super-heróis ganha novo trailer e mais 27 fotos
A rede The CW divulgou um novo trailer e mais 27 fotos de “Elseworlds”, crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. A prévia destaca a confusa troca de identidades entre Flash (Grant Gustin) e Arqueiro Verde (Stephen Amell), a estreia de Lois Lane (Elizabeth Tulloch) no Arrowverso, a primeira aparição de Batwoman (Ruby Rose) numa produção live action da DC Comics, além do misterioso Monitor (LaMonica Garrett) e o surgimento de nada menos que dois Superman (ambos interpretados por Tyler Hoechlin), sugerindo que o herói de uniforme negro não é o primo de Supergirl (Melissa Benoist). A sinopse oficial explica a premissa da história. “No crossover, as experiências do Dr. John Deegan (Jeremy Davies) no Arkham Asylum acabam reescrevendo a realidade, fazendo com que Barry Allen (Grant Gustin) e Oliver Queen (Stephen Amell) troquem totalmente de identidades, incluindo seus uniformes e poderes. Além dos dois, a Supergirl (Melissa Benoist) é a única que consegue perceber os heróis como se eles ainda estivessem vivendo suas próprias vidas”. O título escolhido para o crossover, “Elseworlds”, também é uma referência importante. Ele é o mesmo de um selo da DC Comics que abriga histórias em quadrinhos passadas fora de cronologia e em universos paralelos – e que foi “traduzido” no Brasil como “Túnel do Tempo”. Para quem não conhece, as histórias publicadas com a marca Elseworlds têm liberdade para imaginar os heróis da editora em situações, épocas e mundos alternativos, sem afetar a linha do tempo principal dos quadrinhos. A iniciativa foi inaugurada em 1989 com “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, graphic novel em que Batman enfrentou Jack, o Estripador na era vitoriana. Títulos como “O Reino do Amanhã”, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”, “Batman & Drácula” e “Batman & Houdini” também foram publicados pelo selo. O enredo televisivo vai explorar realidades alternativas, mas também serve de introdução para elementos da famosa história em quadrinhos “Crise nas Infinitas Terras”, que parece estar no radar dos produtores para um desenvolvimento futuro. “Elseworlds” irá ao ar nos EUA entre os dias 9 e 11 de dezembro. E ganhará exibição especial dos três episódios no dia 16 de dezembro no Brasil, pelo canal pago Warner.
O Mundo Sombrio de Sabrina: Fantasmas assombram o trailer legendado do especial de Natal
A Netflix divulgou o trailer do Especial de Natal da série “O Mundo Sombrio de Sabrina”. A prévia confirma que o Natal é a melhor época para histórias de fantasmas – como já tinha provado Charles Dickens. Por isso, Sabrina, seus parentes e amigos são assombrados enquanto esperam a ceia. O vídeo também revela o título nacional do especial. Ele foi batizado de “Uma História de Inverno”. Baseada na personagem de quadrinhos criada nos anos 1960 na editora Archie Comics, “O Mundo Sombrio de Sabrina” acompanha a protagonista, que continua adolescente como na época de sua série anterior, “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira” (1996–2003), mas, além de problemas românticos e provas da escola, tem agora que lidar com rituais satânicos, criaturas das trevas e tramas de terror. O clima gótico reflete os quadrinhos atuais da personagem, numa abordagem introduzida pelo roteirista Roberto Aguirre-Sacasa – que também é chefe criativo da Archie Comics. O próprio autor das HQs ajudou a criar a série, em parceria com o ubíquo produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger – o trio que lançou “Riverdale” com sucesso na TV americana. Além de Kiernan Shipka (“Mad Men”) no papel da bruxinha, o elenco inclui Miranda Otto (“Flores Raras”, série “24: Legacy”), Lucy Davis (a Etta Candy de “Mulher-Maravilha”), Chance Perdomo (série “Midsummer Murders”), Ross Lynch (série “Austin & Ally”), Jaz Sinclair (série “The Vampire Diaries”), Michelle Gomez (série “Doctor Who”), Tati Gabrielle (série “The 100”) e Bronson Pinchot (“Amor à Queima-Roupa”). O especial de Natal também terá participação da atriz-mirim McKenna Grace (“The Haunting of Hill House”) como a versão infantil de bruxinha. Por sinal, ela ficou idêntica à Kiernan Shipka nas imagens de divulgação. “No nosso especial de Natal, veremos como Sabrina era uma garota levada e precoce. Enquanto os bruxos celebram o solstício, isso não a impede de pedir algo especial para o Papai Noel”, descreve a Netflix na sinopse do programa. A estreia está marcada para 14 de dezembro em streaming.
Menino de It: A Coisa é possuído por espírito no trailer do terror Maligno
A Imagem Filmes divulgou o trailer legendado de “Maligno” (The Prodigy), terror escrito por Jeff Buhler, criador da série “Nightflyers” e autor do vindouro remake de “Cemitério Maldito”. A prévia é arrepiante, ao mostrar uma sessão de hipnose com um menino (Jackson Robert Scott, o Georgie de “It: A Coisa”) que estaria possuído por um espírito maligno. A entidade se manifesta quando o garoto corre para abraçar sua mãe, numa cena de forte impacto. A mãe é vivida por Taylor Schilling (a Piper de “Orange Is The New Black”). Ao reparar em mudanças no comportamento do filho, ela procura por respostas e acaba descobrindo o quanto é tênue a linha que separa a percepção e a realidade. O filme tem direção de Nicholas McCarthy (“Na Porta do Diabo”) e seu elenco ainda destaca Peter Mooney (“Burden of Truth”), Colm Feore (“House of Cards”) e Brittany Allen (“Jogos Mortais: Jigsaw”). A estreia está marcada para 7 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Detetives do Prédio Azul 2 ganha clipe musical
“Detetives do Prédio Azul 2: O Mistério Italiano” ganhou um clipe musical, divulgado pela Paris Filmes. O vídeo traz os detetives mirins do título tendo seus minutos de Turma do Balão Mágico, cantando a música tema, enquanto cenas da produção são intercaladas com as imagens. O longa é continuação de “Detetives do Prédio Azul: O Filme”, lançado em 2017, e tem temática musical, com os três detetives mirins disputando um concurso de calouros, que se revela uma armadilha de bruxos. Isto também explica o contexto da canção. Salvos de ter o mesmo destino de outros candidatos do falso concurso graças à inveja de Berenice (Nicole Orsini), o trio formado por Pippo (Pedro Henriques Motta), Sol (Leticia Braga) e Bento (Anderson Lima) terá que viajar muito para salvar a pirralha invejosa de dois bruxos disfarçados de produtores, Máximo (Diogo Vilella) e Mínima Buongusto (Fabiana Karla), que prenderam e levaram diversas crianças para um grande evento de magia, o Expo-Bruxo, que acontece na Itália. A direção é de Vivianne Jundi, que também está à frente da série do canal pago Gloob e do spin-off “Vlog da Mila”, disponível no Gloob Play. A estreia está prevista para 20 de dezembro, mas o filme deve chegar aos cinemas uma semana antes – o caso do mistério bem brasileiro da famigerada estreia disfarçada de pré-estreia.
The Good Place é renovada para sua 4ª temporada
A rede americana NBC anunciou a renovação de “The Good Place” para a 4ª temporada. Apesar de aclamada pela crítica, com 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a série perdeu 1 milhão de telespectadores entre a 3ª temporada e a atual, que está sendo vista ao vivo por uma média de 2,8 milhões de telespectadores. A queda de audiência pode ser explicada pelo fato da série ter deixado de se passar no Inferno e ter vindo para a Terra, perdendo seu maior diferencial. Criada por Michael Schur (que também criou “Parks and Recreation” e “Brooklyn 9-9”), a atração gira em torno de Eleanor Shellstrop, personagem de Kristen Bell (série “Veronica Mars”), que chega a seu destino final após morrer. Ao receber as boas-vindas de Michael, personagem de Ted Danson (série “CSI”), descobre que foi parar no “Lugar Bom”, eufemismo para o paraíso. O detalhe é que Eleanor deveria ter ido para o “Lugar Ruim”, por tudo que aprontou na vida. Mas ela logo descobre que o céu é um inferno. Cercada por gente boazinha, ela quer enlouquecer, até perceber que aquele era seu tormento e o “Lugar Bom” é na verdade uma versão do “Lugar Ruim” criada pelo demônio vivido por Danson. Essa história tem uma grande reviravolta na 2ª temporada. Uma não, várias, com uma revelação inesperada atrás da outra, que levam Eleanor a se juntar a outros três pecadores, vividos por William Jackson Harper (“Paterson”), Manny Jacinto (“The Romeo Section”) e a revelação Jameela Jamil, que era jornalista e DJ antes da série. Fazendo de tudo para evitar o “Lugar Ruim” tradicional, aquele com torturas e tormentos físicos, eles negociarem sua salvação com uma ajuda surpreendente de Michael e sua assistente (D’Arcy Carden, que também está em “Barry”). E conseguem uma segunda chance, ponto em que a história foi retomada no novo ano… de volta na Terra. A NBC não revelou a quantidade de episódios da 4ª temporada, mas os três primeiros anos tiveram 13 capítulos. O programa está atualmente na reta final de sua 3ª temporada, com a season finale marcada para o dia 24 de janeiro nos Estados Unidos. “The Good Place” é disponibilizado no Brasil pela Netflix.
Will Ferrell vai reviver o âncora Ron Burgundy num novo podcast
O ator Will Ferrell vai reprisar seu papel como o âncora Ron Burgundy, que ele popularizou nas comédias O Âncora (2004) e “Tudo por um Furo”, num novo podcast. “The Ron Burgundy Podcast” estará disponível na iHeart Radio a partir do começo de 2019, e consistirá de duas temporadas de 12 episódios. Will Ferrell apresentará o programa, que deve contar com participações especiais ainda não reveladas – possivelmente de integrantes dos filmes, que contaram com Christina Applegate, Paul Rudd, Steve Carell e David Koechner, entre muitos outros. A produção está a cargo da trupe do site de humor Funny or Die, do qual Ferrell é fundador e produtor executivo. Para se ter ideia dos temas e do tom do programa, é interessante notar que o projeto revelou sua existência por meio de uma intervenção de “Ron Burgundy” numa “discussão” com o âncora da CNN Don Lemon sobre ter tido seu acesso às credenciais da Casa Branca bloqueado por abusar dos hot-dogs de cortesia da sala de imprensa. “Eles dizem que eu comi 12 dogs! Eu só comi 4!!!”, escreveu Burgundy. Lemon respondeu que não o conhecia, nunca o viu na cobertura da Casa Branca e que estava “chocado” de saber que ele tinha tais credenciais. Aproveitando a resposta, Ferrell, ou melhor Burgundy, anunciou que estava lançando seu podcast. Ao que Lemon retrucou: “Por favor, não faça um podcast. E pare de me contatar”. Assim sendo, sem perder a pose, mas perdendo a classe, Burgundy mandou Lemon ao inferno e o acusou de comer os hot-dogs. Veja toda a intriga abaixo, junto com o “anúncio oficial” da iHeart Radio. They said I ate 12 dogs! I only ate 4 dogs!!! I’m not Kobayashi for cripes sake! Anyway, old friend, was wondering if you could do me a favor. — BurgundyPodcast (@BurgundyPodcast) December 3, 2018 Have you heard of “podcasts?” They’re hotter than Jane Fonda’s workout tape! Anywho, I need help getting the word out about mine. What do you say best friend? — BurgundyPodcast (@BurgundyPodcast) December 3, 2018 Mr. Burgundy, I gotta be honest I don’t remember ever meeting you and frankly I’m a little shocked you have White House press credentials. I know I stand for a free press and all but just not so sure you should have those credentials. — Don Lemon (@donlemon) December 3, 2018 Okay, so no podcast plug. Got it. By the way just so you know, our friendship is over. YOU GO STRAIGHT TO HELL. DO NOT DISRESPECT ME IN A PUBLIC FORUM. DON IS A GRADE A JERK. BURGUNDY, OUT. — BurgundyPodcast (@BurgundyPodcast) December 3, 2018 Welcome aboard Ron! ?? pic.twitter.com/JGgB7x91PK — iHeartRadio (@iHeartRadio) December 3, 2018
Globoplay promete ter tantas séries quanto a Netflix até o fim de 2019
A Netflix investiu cerca de US$ 15 bilhões em conteúdo em 2018, mas João Mesquita, diretor-geral da Globoplay, acha que pode competir nesse mercado. “Posso garantir o seguinte: no final do ano que vem, nós teremos tantos assets [jargão de marketing para produções] quanto tem a maior das plataformas que opera no mercado brasileiro”, ele disse num encontro com jornalista nesta terça-feira (4/12). Mas não dá para levar a sério a bravata. A Globoplay tem atualmente umas 20 séries internacionais em seu catálogo e pouquíssimos produtos originais, como “Ilha de Ferro” e “Assédio”. A Netflix, por sua vez, está produzindo mais séries originais brasileiras que a rival nacional. E conta com cerca de 800 séries e 100 filmes exclusivos, sem esquecer que licencia produções dos grandes estúdios de Hollywood e de produtoras de todo o mundo. De todo modo, a Globoplay demonstra vontade de lutar pelo mercado de streaming e revelou que fará um investimento pesado em séries internacionais. Até o fim do ano que vem, 100 produções devem estrear em sua programação. Muitas devem ser clássicas, como “Mad About You”, “House” e “Dawson’s Creek”, atualmente disponibilizadas pelo serviço. Mas parte delas será inédita no Brasil, com exibição exclusiva na plataforma. A ideia é transformar a Globoplay na “primeira janela de exibição”, à frente da TV aberta, dos canais pagos e de outros serviços do grupo Globo. Os nomes das séries estrangeiras que entrarão na Globoplay ainda estão sendo mantidas em segredo. A primeira grande estreia internacional da plataforma foi “The Good Doctor”, em agosto. A série que traz Freddie Highmore como um médico autista teve os dois primeiros episódios exibidos no “Tela Quente”, da Globo, e nos quatro dias seguintes o site registrou oito vezes mais assinaturas. “Sozinhos, esses dias tiveram melhor desempenho do que o melhor mês da nossa história”, declarou Mesquita. Quatro meses depois, “The Good Doctor” ainda é uma das produções mais vistas do serviço, ao lado da novela “O Sétimo Guardião” e da série “Ilha de Ferro”, estrelada por Cauã Reymond – que também teve seu primeiro episódio exibido na TV aberta. Outras séries inéditas da Globoplay são a premiada “Killing Eve” e o remake de “Charmed”. Além da Netflix, o consumidor brasileiro já tem acesso a vários outros serviços de streaming que operam no país, como Amazon Prime Video, Crackle, HBO Go, Fox Play e Crunchyroll. Nesta terça, o presidente da Hulu revelou que o serviço tem planos de expansão internacional, provavelmente acompanhando o lançamento do serviço Disney+ (Disney Plus). Warner Media e Apple também preparam seus projetos para 2019. Mas Mesquita acredita na força da Globo para enfrentar os rivais bilionários. “Pelo que a gente vê lá fora, é que tipicamente há lugar para dois ou três serviços principais, e depois as pessoas complementam. É muito óbvio, pela dinâmica e pela força que a marca Globo tem entre os brasileiros, que nós seremos um desses pilares”.












