Nova série de Lauren Cohan supera audiência de The Walking Dead e estreia no Brasil na segunda
Os planos para a volta de Lauren Cohan a “The Walking Dead” podem ser arquivados, porque a nova série da intérprete de Maggie é um sucesso na rede americana ABC. Mais que isso, em seus primeiros episódios “Whiskey Cavalier” tem registrado maior audiência que a trama de zumbis do canal pago AMC. Lançada com um episódio especial no domingo (27/2) após o Oscar, a série abriu com 4,7 milhões de espectadores ao vivo. Isto já supera a audiência atual de “The Walking Dead”, que atingiu o recorde negativo de 4,3 milhões de telespectadores. O detalhe é que em seu segundo episódio, desta vez em horário normal, o público cresceu ainda mais. O capítulo exibido na noite de quarta passada (6/3) foi sintonizado por 5,3 milhões de telespectadores e marcou 0,9 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. “Whiskey Cavalier” também ganhou aval da crítica, ao conquistar 85% de aprovação no Rotten Tomatoes. Outra boa notícia sobre a série é que o público brasileiro não vai esperar muito para conhecê-la. O canal pago Warner vai passar a exibir “Whiskey Cavalier” no pais a partir da próxima segunda (11/3), às 21h40. A trama de espionagem e humor traz Lauren Cohen dividindo o protagonismo com Scott Foley (o Jake de “Scandal”). Os dois encarnam uma espécie de Sr. e Sra. Smith, rivais de diferentes agências do governo, que ao competirem entre si para resolver o mesmo caso inspiram a formação de uma equipe multi-agências, que junta os dois agentes para lidar com ameaças contra o mundo, embora a maior ameaça que precisarão enfrentar é a dificuldade de lidar um com o outro. A comédia de ação foi criada por Dave Hemingson – que não tinha nenhum piloto aprovado desde “Kitchen Confidential” em 2005, cancelada na 1ª temporada. E além do casal protagonista, tem um ótimo elenco de apoio, com destaque para Tyler James Williams (o Chris de “Todo Mundo Odeia o Chris”, que por sinal trabalhou com Cohan em “The Walking Dead”), Ana Ortiz (das séries “Ugly Betty” e “Devious Maids”) e Vir Das (“Goa Goa Gone”).
Alto Executivo da Warner é denunciado em escândalo sexual com atriz aspirante e contrato milionário
Um escândalo sexual de proporções weistenianas estourou na WarnerMedia, envolvendo um de seus principais executivos, um acordo de parceria de centenas de milhões de dólares e uma atriz aspirante. Uma série de mensagens trocadas por todos os envolvidos veio à tona numa reportagem da revista The Hollywood Reporter, que começou a investigar o caso no final de 2017, quando o movimento #MeToo explodiu. A apuração joga luz no costume de troca de favores sexuais para fechar negócios e avançar carreiras em Hollywood. E desta vez o escândalo não teve origem numa denúncia feminina. A fonte é desconhecida – provavelmente um rival do executivo abatido ou uma das partes que se deu mal. Porque a atriz, que recebeu diversas vantagens, mesmo dizendo-se “usada” nos textos, nega tudo. Ela emitiu um comunicado em que afirma não ter interesse em processar nem acusar ninguém, e que todos os seus envolvimentos foram consensuais. Trata-se do lado B do “teste do sofá” denunciado pelo #MeToo, quando uma atriz vai a uma reunião num quarto de hotel sabendo exatamente o que vai acontecer e o que pode conseguir com isso. Foi o que houve com a britânica Charlotte Kirk. Ela se envolveu com o produtor James Packer em 2013. E foi instada por ele, em mensagem de texto, a ir a um encontro no quarto de hotel de Kevin Tsujihara, um dos executivos mais poderosos da Warner, que ajudaria sua carreira. Na manhã seguinte, ela relatou a Packer que Tsujihara não quis nem conversar, só “f*ck”. Três dias depois, Tsujihara e Packer fecharam um negócio de US$ 450 milhões, criando uma parceria de produção entre o estúdio de cinema Warner Bros. e a RatPac-Dune Entertainment, empresa de Packer e do cineasta Brett Ratner (que enfrenta processos por assédio sexual). A relação de Tsujihara com a atriz aconteceu quando ele já era casado com Sandy Tsujihara, com quem tem dois filhos. Sabendo disso, Charlotte Kirk passou a enviar textos para Tsujihara exigindo papéis em filmes da Warner. Um dos textos publicados pela THR diz: “Você está muito ocupado, eu sei, mas quando estávamos naquele hotel fazendo sexo você disse que iria me ajudar. Quando você simplesmente me ignora, como está fazendo agora, faz com que eu me sinta usada. Você vai me ajudar como disse que faria?”. Kirk foi escalada em pequenos papéis em dois filmes da Warner: “Como Ser Solteira” (2016) e “Oito Mulheres e um Segredo” (2018). E, de acordo com documentos obtidos pela THR, fez testes para vários outros projetos na Warner e na produtora Millenium de Avi Lerner. Os textos publicados mostram que, ao longo do tempo, Kirk ficou cada vez mais agitada porque não estava conseguindo tantos papéis quanto imaginou. Até que Brett Ratner resolveu assumir o controle da situação, mandando seu advogado Marty Singer intermediar um acordo que daria à atriz preferência para participar de testes, além de lhe garantir uma aparição em um filme dirigido por Ratner. O acordo proposto nunca foi assinado, segundo Singer, que (suspeitamente) atendeu a reportagem da revista, porque o próprio Ratner viu sua carreira implodir. Diretor de “X-Men: O Confronto Final” (2006) e da trilogia “A Hora do Rush”, ele foi acusado por seis mulheres de assédio sexual. Entre as vítimas estavam as atrizes Olivia Munn e Natasha Henstridge, que detalharam suas experiências ao jornal Los Angeles Times, durante o auge do movimento #MeToo. Com o escândalo, a atriz Gal Gadot teria condicionado sua participação na sequência de “Mulher-Maravilha” ao afastamento de Ratner da produção. Assim, o acordo milionário entre a Ratpac-Dune e a Warner foi cancelado. Kevin Tsujihara escapou ileso deste escândalo inicial. Mas rumores sobre o contrato com a Ratpac-Dune envolver sexo começaram a chegar à THR nesta ocasião. Fontes anônimas instigaram a publicação a investigar. Perguntado sobre Kirk, Tsujihara contratou um advogado, negou qualquer relacionamento com ela e ameaçou uma ação judicial contra a revista. A questão surgiu novamente em setembro de 2018. Desta vez, por meio de uma carta anônima enviada à John Stankey, CEO da WarnerMedia. A THR não explicou como soube detalhes dessa correspondência, como a alusão a uma atriz identificada como “CK”. Mas o texto teria sido tão explosivo que a empresa contratou a firma de advocacia Munger Tolles & Olson para verificar os fatos relatados. A conclusão da investigação interna foi que não haveria nenhuma evidência de má conduta. Com isso, Stankey promoveu Tsujihara no organograma da nova companhia, transformando-o em chefão do icônico estúdio Warner Bros., além de lhe dar o controle do Cartoon Network e de uma divisão de animação, o que o tornou um dos executivos mais poderosos de Hollywood. A retaliação veio três dias depois, nas páginas do THR, que finalmente teve acesso a provas materiais do escândalo que estava sendo acobertado. Após a reportagem ser publicada, a WarnerMedia anunciou ter iniciado uma nova investigação para comprovar a veracidade das acusações contra Tsujihara – que incluem, além de comportamento impróprio, extorsão e suborno para manter o caso abafado, de acordo com as mensagens ventiladas.
Netflix vai lançar primeiro “date” sem tradução no Brasil, com Noah Centineo
Well, a Netflix acaba de inventar o “date”. Ao anunciar o título nacional da próxima comédia romântica de seu galã juvenil, Noah Centineo, a plataforma “traduziu” “The Perfect Date” como “O Date Perfeito”. Fale em voz alta. O dente perfeito. É a cara do Centineo. O velho e famigerado “encontro”, ritual de namoro de várias gerações, virou “date” na era do streaming. Pela primeira vez, sem tradução. Porque, afinal, é como se fala na língua das redes sociais, quando não se usa apenas emojis. Ou cérebro para pensar na tradução. É muito esforço né, nesses dias de digitação com polegares. “Date” são só quatro letras. Mais rápido pra postar. Nem parece que faz só quatro anos que a pequena Riley, de “Divertida Mente”, estrelou o curta “O Primeiro Encontro da Riley” (Riley’s First Date). Como as crianças crescem rápido, não é mesmo? Tudo muda. E Centineo também não deve ser mais galã. É crush. Ainda que crush tenha uma letra a mais, é difícil achar o til nos celulares. Desta vez, o crush de “Para Todos os Garotos que Já Amei” e “Sierra Burgess é uma Loser” vai ficar em dúvida entre Laura Marano (a Ally de “Austin & Ally”) e Camila Mendes (a Veronica de “Riverdale”). Qual será o casal que os fãs vão shippar? Na trama, Centineo interpreta Brooks, um jovem tentando arrecadar dinheiro para ir à faculdade através de um aplicativo de namoro diferente, em que se transforma em um “namorado de aluguel” para acompanhar garotas em ocasiões sociais – também tem um nome em inglês para isso, escort boy. Logo, ele se vê questionando sua identidade e dividido entre duas garotas que “usaram seus serviços” recentemente – Marano e Mendes. Quem digita “date” não deve ter idade suficiente para já ter visto esta história antes. Mas os mais velhos, que passaram pelo ritual do encontro, devem conhecer muito bem “Loverboy: Garoto de Programa” (1989) e “Namorada de Aluguel” (1987), ambos estrelados pelo crush, digo, galã juvenil dos anos 1980 Patrick Dempsey. Tudo muda, mesmo? O roteiro “original” do filme do “dente perfeito” é assinado por Steve Bloom (“James e o Pêssego Gigante”) e Randall Green (“Billions”). A direção é de Chris Nelson (“Amigas Inseparáveis”). E a estreia foi marcada para 12 de abril. O Date Perfeito com Noah Centineo. Eu podia estar descrevendo o sonho de metade dos jovens do mundo, mas é só meu próximo filme original. pic.twitter.com/wfppAjkmdL — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) March 7, 2019
Série derivada de O Senhor dos Anéis vai se passar na época do reinado de terror de Sauron
O Twitter oficial da série de “O Senhor dos Anéis” produzida pela Amazon fez uma importante revelação sobre a época em que a trama da produção vai se passar. Ao postar um mapa da Terra Média, criação do escritor J.R.R. Tolkien, o tuíte citou o Um Anel e a terra das sombras de Mordor. E foi acompanhado por um segundo post que deu boas-vindas à Segunda Era. Nos livros de Tolkien, a Segunda Era foi a época do reinado de terror de Sauron, o grande vilão de “O Senhor dos Anéis”, que habitava Mordor, e do forjamento dos anéis de poder que são parte importante da saga – incluindo o Um Anel, originalmente usado pelo vilão, considerado precioso por Gollum e destruído por Frodo e Sam na saga literária, muito tempo depois. Esta época também marcou a ascensão e a queda da raça de homens conhecida como Dúnedain, que habitavam a mítica ilha de Númenor. Em “O Senhor dos Anéis”, Aragorn é descendente desta civilização. A atração da Amazon será a série mais cara já produzida e ainda não tem previsão de estreia. Welcome to the Second Age: https://t.co/Tamd0oRgTw — The Lord of the Rings on Prime (@LOTRonPrime) March 7, 2019
O Rei da Noite tem um alvo específico para matar em Game of Thrones
O ator e dublê Vladimir “Furdo” Furdik deu uma das entrevistas mais reveladoras sobre a temporada final de “Game of Thrones” para a revista Entertainment Weekly. Embora seu nome não seja muito conhecido, seu personagem é o mais temido da série. Ele vive, sob muita maquiagem, o terrível Rei da Noite, líder dos Caminhantes Brancos e principal vilão da série da HBO. Ele contou muitos detalhes sobre a ofensiva de seu personagem sobre Westeros na 8ª temporada da série, inclusive que deseja matar uma pessoa em especial. “As pessoas verão que ele tem um alvo específico para matar”, disse Furdik. “Vocês vão descobrir quem é este alvo. Há também aquele momento no episódio ‘Hardhome’ em que ele olha para Jon Snow e levanta os braços. O Rei da Noite tem um momento similar com Jon nesta temporada, mas ainda mais impactante”. Furdik também disse que o vilão está atrás de vingança por sua transformação em Rei da Noite. Um flashback anteriormente exibido pela série mostrou ele era um homem comum que foi transformado em um monstro gelado pelos Filhos da Floresta, que pretendiam usá-lo para derrotar o seu inimigo mortal, os Primeiros Homens. “Alguém transformou ele no Rei da Noite”, comentou o ator. “Ninguém sabe quem ele era antes, um soldado ou parte da nobreza. Ele nunca quis ser o Rei da Noite. Eu acho que ele está atrás de vingança”. Apesar disso, o ator avisou que esse desejo não significa que o Rei da Noite tenha “um lado humano”. “Todos os personagens de ‘Game of Thrones’ tem bondade e maldade dentro de si, mas ele não. Ele só tem o lado ruim”, garantiu. “Game of Thrones” começa a exibir seus episódios finais a partir de 14 de abril na HBO.
Onisciente: Nova sci-fi brasileira do criador de 3% define seu elenco
A Netflix anunciou o elenco de “Onisciente”, nova série de ficção científica brasileira criada pela mesma equipe de “3%”. Com clima de suspense e ambientação futurista, a série será estrelada por Carla Salle (“Os Dias Eram Assim”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Luana Tanaka (“3%”), Guilherme Prates (“Motorrad”), Sandra Corveloni (“Linha de Passe”) e Marcello Airoldi (“Flores Raras”). “Onisciente” se passa em um futuro próximo, onde cada cidadão é seguido constantemente por um pequeno (quase imperceptível) drone. A máquina alimenta um supercomputador com dados, aos quais ninguém tem acesso. As taxas de criminalidade são quase zero, uma vez que os criminosos sabem com certeza que serão capturados. O Sistema Onisciente parece perfeito, até que uma jovem chamada Nina descobre uma falha: um assassinato que não foi relatado pelo Sistema. Agora, cabe a ela descobrir o que o sistema está tentando esconder. A série foi criada por Pedro Aguilera (o criador de “3%”), que também atuará como roteirista, produtor e showrunner da atração, enquanto Isabel Valiante (“Psi”) e Julia Jordão (“O Negócio”) vão dirigir os episódios. Serão, ao todo, seis episódios na 1ª temporada e ainda não há previsão de estreia confirmada.
Capitã Marvel é a única estreia ampla desta semana nos cinemas
Único lançamento amplo desta quinta (7/3), “Capitã Marvel” é o primeiro filme de super-herói do ano, e sua estreia vira a página do Oscar na programação dos cinemas. Com marketing intenso e distribuição ostensiva, o longa estrelado por Brie Larson deve se tornar um fenômeno cultural como “Pantera Negra” e “Mulher-Maravilha”. Não lhe faltam ação, diversão e efeitos em doses cavalares, além de ser exatamente o que se espera da Marvel. A jornada heroica que ecoa tantas outras, desta vez se diferencia por empoderar a primeira super-heroína do estúdio. Não se trata somente de um episódio intermediário, para se consumir entre “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores: Ultimato”, mas um capítulo vibrante da complexa “guerra cultural” travada no mundo real, entre defensores da diversidade e opressores. “Capitã Marvel” é também o único filme americano da programação desta semana, que tem até filme africano, “Yomeddine – Em Busca de um Lar”, representante do Egito na disputa por uma vaga no Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. A lista de estreias ainda inclui o português “Raiva”, que contrasta uma fotografia belíssima em preto-e-branco com uma história sobre a miséria, o italiano “O Rei de Roma”, sátira à hipocrisia da classe política corrupta, o documentário “Diários de Classe”, sobre três mulheres – uma trans, uma ex-presidiária e uma doméstica – que tentam mudar de vida ao aprender a ler e escrever, e o drama brasileiro “O Último Trago”, vencedor de três troféus no Festival de Brasília. Dentre todos, o destaque do circuito limitado é o outra produção nacional, o suspense “Albatroz”. Não se trata de uma obra exatamente “fácil”. Mas foi escrita por Bráulio Mantovani, autor de “Cidade de Deus” e “Tropa de Elite”, que consegue dar um mínimo de coerência ao emaranhado de questionamento moral, sentimento de culpa e delírio da trama. Alexandre Nero (“João, o Maestro”) vive um fotógrafo que flagra um ato terrorista em Jerusalém, mas em vez de ajudar a vítima, apenas fotografa, o que lhe rende fama e patrulhamento. O detalhe é que essa informação vem fragmentada, junto do sumiço de sua mulher após um acidente de carro, a volta da ex com desejo de vingança e até um flerte com a ficção científica. Totalmente inesperado, tende a dividir opiniões – e aplausos pela ousadia. A direção é de Daniel Augusto, de “Não Pare na Pista”, sobre o escritor Paulo Coelho. Para saber mais sobre os filmes, confira abaixo os trailers e as sinopses de todos os lançamentos. Capitã Marvel | EUA | Super-Heróis Aventura sobre Carol Danvers, que tem contato com uma raça alienígena e ganha poderes sobre-humanos, tornando-se a mais poderosa entre os super-heróis de todo o mundo. Albatroz | Brasil | Suspense O fotógrafo Simão (Alexandre Nero), casado com Catarina (Maria Flor), uma compositora de jingles publicitários, se apaixona pela atriz judia Renée (Camila Morgado), com quem viaja a Jerusalém. Lá ele acaba registrando um atentado terrorista, o que lhe torna mundialmente famoso. Mas, ao mesmo tempo, surgem críticas negativas por ele ter fotografado em vez de tentar evitar a tragédia. Simão entra em depressão e fica na fronteira entre realidade, sonho e delírio. O Último Trago | Brasil | Drama Uma mulher resgatada à beira da estrada incorpora o espírito de uma guerreira indígena desencadeando uma série de eventos que atravessam os tempos e os espaços. Do sertão nordestino ao litoral, séculos de lutas de dominação e resistência. O Rei de Roma | Itália | Comédia Numa Tempesta (Marco Giallini) é um focado e carismático empresário que, levado por uma gigante necessidade de ser bem sucedido, faz qualquer coisa para fechar um negócio, mesmo que isso o leve a infringir a lei. Depois de uma negociação dar errado, ele é pego pela polícia e condenado a cumprir um ano de serviço social, e fará qualquer coisa para voltar a trabalhar normalmente. Yomeddine – Em Busca de um Lar | Egito, França | Drama Beshay (Rady Gamal) é um coletor de lixo que decide sair do confinamento de uma colônia de leprosos pela primeira vez e embarca em uma jornada ao Egito para procurar sua família. Ele viaja com seu burro e seu aprendiz órfão ao longo do Nilo e, pela primeira vez, fica cara a cara com a maldição de ser um estranho. Raiva | Portugal | Drama Nos remotos campos do Baixo Alentejo, no sul de Portugal, a miséria e a fome assolam a população. Quando dois violentos assassinatos acontecem em uma só noite, um mistério toma o lugar: qual poderia ser a origem desses crimes? Diários de Classe | Brasil | Documentário O cotidiano de três mulheres – uma jovem trans, uma mãe encarcerada e uma empregada doméstica –, estudantes de centros de alfabetização para adultos em Salvador. Embora trilhem caminhos distintos, suas trajetórias coincidem nos preconceitos e injustiças sofridos cotidianamente.
Idris Elba negocia substituir Will Smith no novo Esquadrão Suicida
O ator Idris Elba (“A Torre Negra”) abriu negociações para substituir Will Smith na sequência do “Esquadrão Suicida”, apurou a revista The Hollywood Reporter. Will Smith revelou na semana passada que não faria a continuação por “conflito de agenda”, e fontes da THR dizem que o cineasta James Gunn (“Guardiões da Galáxia”) se reuniu com Elba logo em seguida. O encontro teria sido tão bom que as conversas sobre contrato começaram quase que imediatamente com o estúdio. Ainda segundo a THR, Elba foi a primeira e única escolha de Gunn para assumir o papel do Pistoleiro, que Smith interpretou no primeiro filme. A Warner quer começar a filmar logo, pois estaria muito satisfeita com o roteiro de Gunn e não pretende estender mais o impasse em relação à produção, que passou pelas mãos de vários roteiristas antes do diretor de “Guardiões da Galáxia” cair do céu – impulsionado por um chute do presidente da Disney. Rumores sugerem que Gunn irá incluir muitos personagens da DC que não apareceram no filme de David Ayer em 2016, mas Pistoleiro e Arlequina (vivida por Margot Robbie) continuarão no mix. Ainda sem título definido, o segundo “Esquadrão Suicida” tem data de lançamento prevista para agosto de 2021.
Arrow vai acabar na próxima temporada
Os produtores e o astro de “Arrow” deram as más notícias nesta quarta (6/3). A série vai acabar na sua próxima temporada, a 8ª, que já tinha sido confirmada. E tem mais. A season finale será uma mini-temporada. Bastante reduzida, terá apenas 10 episódios. O final da série e o número de episódios foram anunciados pelo ator Stephen Amell, que interpreta o Arqueiro Verde na produção da DC Comics. “Interpretar Oliver Queen foi a melhor experiência da minha vida profissional… Mas você não pode ser um vigilante para sempre. ‘Arrow’ irá retornar para uma temporada final de 10 episódios no outono. Temos muito o que contar ainda… Por enquanto eu só quero dizer obrigado”, ele escreveu em seu Twitter. A showrunner Beth Schwartz e os produtores executivos Greg Berlanti e Marc Guggenheim também comentaram o cancelamento num comunicado em conjunto. “Essa foi uma decisão difícil, mas, como todas as decisões difíceis que tomamos nos últimos sete anos, foi com os melhores interesses da ‘Arrow’ em mente. Estamos animados com o fato de que ‘Arrow’ deu origem a um universo inteiro de séries que continuarão por muitos anos. Estamos empolgados em elaborar uma conclusão que honre a série, seus personagens e seu legado e que reflita o trabalho de todos os escritores, produtores, atores e – mais importante – a incrível equipe que sustentou a série por mais de sete anos”. A notícia acompanha de perto uma declaração do presidente da rede CW, Mark Pedowitz, sobre abrir caminho para uma possível segunda leva de séries inspiradas nos quadrinhos da DC Comics. “As coisas vão envelhecer e queremos que a próxima geração de séries mantenha o universo da DC na CW o maior tempo possível”, disse o executivo em janeiro, durante encontro patrocinado pela TCA (Associação dos Críticos de Televisão dos Estados Unidos). “Arrow” é a mais “velha” das produções da DC Comics atualmente no ar. Lançada em 2012, deu origem a “The Flash”, que surgiu como um piloto plantado num de seus capítulo, além de “Legends of Tomorrow”, formada por seus personagens coadjuvantes. Não é, portanto, à toa que o universo compartilhado das séries da DC na CW se chama “Arrowverso”. Além das três atrações citadas, as produções que integram os crossovers dos heróis televisivos incluem “Supergirl” e a vindoura “Batwoman”, também plantada em “Arrow”. A reta final de “Arrow” vai incluir o crossover “Crise nas Infinitas Terras”, que nos quadrinhos foi um mega-evento, responsável por dizimar o multiverso da DC e matar diversos personagens, entre eles dois que estrelam séries da CW. Uma prévia foi vista em “Elseworlds”, o crossover do ano passado, que incluiu uma cena enigmática e provavelmente fatídica. Nela, Oliver Queen (Amell) fez um acordo com o Monitor – uma entidade cósmica superpoderosa – para salvar a vida dos dois personagens que morreram nos quadrinhos. E isto pode indicar como “Arrow” acabará. Ao mesmo tempo em que se prepara para encerrar sua produção, “Arrow” tem exibido, de forma consistente, os melhores episódios da atual fase do Arrowverso, além de ter revelado uma “nova geração” de heróis, representados pelos filhos de Oliver Queen, em cenas ambientadas no futuro. Seria este futuro, um futuro literal para os personagens de “Arrow” sobreviverem após o encerramento? Por conta da evolução narrativa de “Arrow”, não se deve descartar planos para um novo spin-off, baseado nos herdeiros do Arqueiro Verde. É praticamente certo que o mega-produtor Greg Berlanti vá continuar expandido o universo iniciado em 2012, que o tornou o maior produtor de séries da atualidade. Com 15 séries simultâneas em produção, ele fechou um novo contrato milionário de exclusividade com a Warner Bros Television para criar ainda mais atrações.
George R.R. Martin diz não saber como Game of Thrones termina
O escritor George R.R. Martin, criador dos livros que inspiraram “Game of Thrones”, não sabe como a série termina. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, o autor da saga “As Crônicas de Gelo e Fogo” revelou que não leu os roteiros da 8ª e última temporada, nem foi aos sets acompanhar as gravações. “Eu não os li e não visitei o set porque estou trabalhando em ‘Winds'”, contou, referindo-se a “The Winds of Winter” (Os Ventos de Inverno), sexto e muito postergado livro da série literária. Ele confessou ter “sentimentos confusos” sobre o final de “Game of Thrones”, porque o desfecho foi inteiramente concebido por David Benioff e D.B. Weiss, os criadores da série televisiva. “É claro, eles me ultrapassaram anos atrás. Pode ser que existam grandes discrepâncias”, acrescentou, ao lembrar que, desde o final da 5ª temporada (exibida em 2015), “Game of Thrones” continuou a história criada por ele sem ter mais referências literárias. “Obviamente, eu gostaria de ter terminado estes livros antes, para que a série não tivesse me ultrapassado. Nunca pensei que isso aconteceria”, disse Martin, que, além de “The Winds of Winter”, planeja escrever ainda um sétimo livro, “A Dream of Spring” (Um Sonho de Primavera), que encerrará a versão literária (e original) da saga dos Starks, Targaryens e Lannisters. Nem ele sabe o quão diferente o final de “Game of Thrones” será em relação à conclusão de “As Crônicas de Gelo e Fogo”.. “Eu sei algumas das coisas [que vão acontecer], mas outras coisas menores, dos personagens, eles criaram sozinhos”, comentou o escritor, que ainda disse que só podia reclamar de si mesmo, pela lentidão com que escreve. “A experiência de ‘Game of Thrones’ foi incrível”, acrescentou. “Quase tudo nela foi ótimo”. Além dos livros, Martin também está trabalhando num spin-off de “Game of Thrones, desenvolvido em parceria com a roteirista Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”), que está em fase de piloto para ser transformado em nova série no canal pago HBO.
Gina Rodriguez chora e enche a cara no trailer legendado de nova comédia da Netflix
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Alguém Especial” (Someone Great), comédia estrelada por Gina Rodriguez (“Jane the Virgin”), que conta com a ajuda de suas duas melhores amigas para superar um coração partido. A prévia conta o que aconteceu para Gina ficar tão triste e bêbada no filme. Ela basicamente conheceu o amor de sua vida (Lakeith Stanfield, de “Corra!”) numa festa e, nove anos depois, precisa abandoná-lo porque conseguiu o emprego de seus sonhos em outra cidade. O pior é que ele nem faz questão de discutir a possibilidade de ir junto. Despedaçada, ela começa a encher a cara e engata uma noitada de despedida de Nova York na companhia das amigas, vividas por DeWanda Wise (“Ela Quer Tudo”) e Brittany Snow (“A Escolha Perfeita”) Como Nova York é uma cidade pequeninha igual a São Paulo, obviamente o casal vai se encontrar na balada. Resta apenas saber se o final “feliz” será machista (ela vai desistir por seu homem) ou feminista (ele que a siga se a ama). A resposta chega no serviço de streaming em 19 de abril, com roteiro e direção de Jennifer Kaytin Robinson (criadora da série “Sweet/Vicious”).
Good Omens: O apocalipse vira comédia no novo trailer da minissérie de Neil Gaiman
A Amazon divulgou novos pôsteres, fotos e trailer de “Good Omens”, adaptação do livro “Belas Maldições”, escrito por Neil Gaiman e o falecido autor Terry Pratchett. A prévia apresenta os personagens e destaca o tom de comédia da minissérie, centrada na aliança relutante entre um anjo e um demônio, que se tornaram amigos após séculos de interação em lados opostos e se juntam para impedir o apocalipse. Os personagens centrais são o anjo Aziraphale, vivido por Michael Sheen (série “Masters of Sex”), e o demônio Crowley, interpretado por David Tennant (séries “Doctor Who” e “Jessica Jones”). Eles resolvem encontrar o anticristo adolescente (Sam Taylor Buck, de “Medici”), que desapareceu, antes do pior acontecer. Mas também terão que lidar com os quatro motoqueiros do apocalipse e o arcanjo Gabriel (vivido por Jon Hamm, de “Mad Men”), obcecados em levar a cabo o Armageddon. Sem esquecer, claro, de Deus e o diabo. O elenco ainda conta com Jack Whitehall (série “Fresh Meat”), Michael McKean (série “Better Call Saul”), Miranda Richardson (franquia “Harry Potter”) e as vozes de Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) como o diabo, Frances McDormand (“Três Anúncios para um Crime”) como Deus e Brian Cox (“Succession”) dublando a Morte. Além de ter escrito o livro, Neil Gaiman também assina a série como roteirista e showrunner. “Good Omens” é a segunda adaptação do escritor disponibilizada pela Amazon. Gaiman também escreveu o livro que virou “American Gods”, produção do canal pago Starz distribuída pela plataforma de streaming no mercado internacional. Com seis capítulos, a minissérie estreia em 31 de maio.
Revival de Louco por Você é oficializado como minissérie em streaming
Depois de meses de especulações e negociações sigilosas, a série clássica dos anos 1990 “Louco por Você” (Mad About You) teve seu retorno confirmado. O revival será exibido como uma minissérie na plataforma Spectrum. Os atores Helen Hunt e Paul Reiser vão retomar seus personagens na nova produção, que terá seu primeiro episódio dirigido por Hunt. Além deles, o co-criador da série, Danny Jacobson, também vai participar do revival, mas a função de showrunner caberá a Peter Tolan, criador da série “Esquadrão Resgate” (Rescue Me). “Louco por Você” foi exibida entre 1992 e 1999 nos Estados Unidos e venceu 12 prêmios Emmys – quatro deles conquistados por Helen Hunt como Melhor Atriz de Comédia. A minissérie vai reencontrar o casal protagonista depois de 20 anos, lidando com a “síndrome do ninho vazio”, após sua filha Mabel sair de casa. Os episódios ainda devem mostrar como eles enfrentam a rotina da vida de casados, crises da meia-idade e a filha imprevisível. O estúdio Sony recebeu várias ofertas para exibição da série, por isso decidiu cobrar alto pelos novos episódios, baseando-se no sucesso dos revivals recentes de séries clássicas, que em seu retorno à TV provaram-se capazes de liderar a audiência dos Estados Unidos – como “Roseanne” e “Will & Grace”. A opção pela Spectrum também visou fortalecer a relação com a plataforma, para quem o estúdio já produz “L.A.’s Finests”. Terceira maior empresa provedora de acesso à TV paga, telefonia e banda larga dos Estados Unidos, a Spectrum está montando seu portfolio para lançar conteúdo original em streaming ainda neste ano.












