Revival de Louco por Você é oficializado como minissérie em streaming
Depois de meses de especulações e negociações sigilosas, a série clássica dos anos 1990 “Louco por Você” (Mad About You) teve seu retorno confirmado. O revival será exibido como uma minissérie na plataforma Spectrum. Os atores Helen Hunt e Paul Reiser vão retomar seus personagens na nova produção, que terá seu primeiro episódio dirigido por Hunt. Além deles, o co-criador da série, Danny Jacobson, também vai participar do revival, mas a função de showrunner caberá a Peter Tolan, criador da série “Esquadrão Resgate” (Rescue Me). “Louco por Você” foi exibida entre 1992 e 1999 nos Estados Unidos e venceu 12 prêmios Emmys – quatro deles conquistados por Helen Hunt como Melhor Atriz de Comédia. A minissérie vai reencontrar o casal protagonista depois de 20 anos, lidando com a “síndrome do ninho vazio”, após sua filha Mabel sair de casa. Os episódios ainda devem mostrar como eles enfrentam a rotina da vida de casados, crises da meia-idade e a filha imprevisível. O estúdio Sony recebeu várias ofertas para exibição da série, por isso decidiu cobrar alto pelos novos episódios, baseando-se no sucesso dos revivals recentes de séries clássicas, que em seu retorno à TV provaram-se capazes de liderar a audiência dos Estados Unidos – como “Roseanne” e “Will & Grace”. A opção pela Spectrum também visou fortalecer a relação com a plataforma, para quem o estúdio já produz “L.A.’s Finests”. Terceira maior empresa provedora de acesso à TV paga, telefonia e banda larga dos Estados Unidos, a Spectrum está montando seu portfolio para lançar conteúdo original em streaming ainda neste ano.
Terceiro trailer legendado de X-Men: Fênix Negra é ainda mais sombrio
A Fox divulgou o terceiro trailer legendado de “X-Men: Fênix Negra”, lançado em menos de uma semana após a revelação do segundo. Muito mais sombrio que os anteriores, a prévia mostra a origem da Fênix, a transformação de Jean Grey numa supervilã com poderes destrutivos, o assassinato de Mística e o confronto com os X-Men. Sim, mostra demais. A trama adapta “A Saga da Fênix Negra”, ponto alto da parceria entre Chris Claremont e John Byrne nos quadrinhos, que já foi abordada no péssimo “X-Men: O Confronto Final” (2006), tão ruim que quase acabou com a franquia – a ponto de os X-Men passarem por um reboot após aquele lançamento. A conhecida história acompanha a transformação da heroína Jean Grey na vilã Fênix Negra, e voltará a reunir o elenco de “X-Men: Apocalipse” (2016): Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope), Kodi Smit-McPhee (Noturno) e, claro, Sophie Turner (Jean Grey/Fênix). Para completar, Simon Kinberg, que foi o responsável pelo roteiro de “X-Men: O Confronto Final”, volta para assinar a nova versão da mesma história e ainda faz sua estreia como diretor no filme. Em entrevistas, ele justificou o remake com a desculpa de fazer justiça aos quadrinhos. Os fãs podem discordar e desta vez não haverá um “Dias de um Futuro Esquecido” para consertar. “X-Men: Fênix Negra” é o último filme da saga iniciada em 2000, pois os heróis passarão a ser produzidos pela Marvel após este lançamento, e o novo estúdio deve reiniciar a franquia. A estreia é prevista para 6 de junho no Brasil, um dia antes dos Estados Unidos.
Atriz de Capitã Marvel vai estrelar série de ação na plataforma da Apple
Brie Larson já definiu seu próximo projeto após “Capitã Marvel” e “Vingadores: Ultimato”. E não será no cinema. A atriz vai estrelar e produzir uma série de ação para o novo serviço de streaming de Apple. O projeto, que ainda não tem título, trará a atriz como uma agente da CIA, baseando-se nas experiências reais de Amaryllis Fox, uma ex-agente secreta que trabalhou anos para a CIA e era especialista em disfarces. A série será baseada na autobiografia da espiã, “Life Undercover: Coming of Age in the CIA”, que ainda não foi publicada. Os produtores Lynette Howell Taylor (“Nasce Uma Estrela”) e Michael Ellenberg (“Prometheus”) se juntaram a Larson para comprar os direitos do livro antes da publicação. O trio levou a ideia para várias emissoras, e acabou fechando com a Apple. A roteirista Megan Martin (“Animal Kingdom”) está finalizando negociações para assinar o roteiro do piloto e coproduzir a série. Cada vez mais envolvida com bastidores de produção, Larson também vai lançar este ano em streaming o filme que marcou sua estreia na direção. A comédia “Unicorn Store” ainda antecipou a parceria da atriz com seu parceiro em “Capitã Marvel”, Samuel L. Jackson. Originalmente feito em 2017, o longa será disponibilizado pela Netflix em data ainda não divulgada.
Tolkien: Trailer de cinebiografia revela inspiração para O Senhor dos Anéis
A Fox Searchlight divulgou o segundo trailer de “Tolkien”, cinebiografia do escritor que criou o universo de “O Senhor dos Anéis”. A prévia mostra a juventude de J.R.R. Tolkien, em particular seus dias de escola e a participação no conflito da 1ª Guerra Mundial, evocando seu universo de fantasia em momentos como a “irmandade” formada com os colegas de classe e a jornada pela devastação da guerra. O roteiro é de David Gleeson (“Caubóis e Anjos”) e Stephen Beresford (“Orgulho e Esperança”) e se concentra nos anos de formação de Tolkien, quando o jovem órfão forma um grupo de amigos com outros aspirantes a artistas, inspirando-se a virar escritor, ao mesmo tempo em que se apaixona por sua futura esposa Edith e ingressa no exército britânico para lutar na guerra. O papel do escritor é vivido por Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”) e o elenco também inclui Lily Collins (“Simplesmente Acontece”), Colm Meaney (“Hell on Wheels”), Tom Glynn-Carney (“Dunkirk”), Patrick Gibson (“The OA”), Craig Roberts (“Red Oaks”) e Anthony Boyle (“Ordeal By Innocence”). Com direção de Dome Karukoski (“Tom of Finland”), um dos diretores mais premiados do cinema finlandês, o filme estreia em 10 de maio nos Estados Unidos, mas ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Angelina Jolie ilustra primeiro pôster da continuação de Malévola, que ganhou título oficial e data de estreia
A Disney divulgou o primeiro pôster da continuação de “Malévola”, que destaca Angelina Jolie e revela o título oficial da produção. A sequência vai se chamar, em inglês, “Maleficent: Mistress of Evil”. O cartaz também revela uma nova data de estreia: 18 de outubro de 2019 nos EUA – ainda sem confirmação no Brasil. A expectativa era que o longa só chegasse aos cinemas em 2020 para evitar o acúmulo de versões live-action de animações da Disney. Com o adiantamento, o estúdio vai lançar mais fábulas que filmes da Marvel em 2019 – além do segundo filme de “Malévola”, chegam ainda este ano “Dumbo”, “O Rei Leão” e “Aladdin”, sem esquecer de “A Dama e o Vagabundo” em streaming. A produção será a segunda continuação da atual leva de adaptações live-action da Disney. A primeira foi “Alice Através do Espelho”, que fracassou em 2016. O filme original, lançado em 2014, fez mais de US$ 750 milhões nas bilheterias mundiais, ao revisitar o famoso conto de fadas da “Bela Adormecida” sob o ponto de vista da vilã. A trama mostrava que Malévola foi vítima da ganância de um rei inescrupuloso, que cortou suas asas e a abandonou para reinar sobre o sombrio pântano mágico do reino. Além de Jolie de volta ao papel-título, o novo filme também trará Elle Fanning novamente como a princesa Aurora. Já as novidades no elenco ficam por conta de Michelle Pfeiffer (“Homem-Formiga e a Vespa”), Ed Skrein (“Deadpool”) e Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”). A sequência foi escrita por Jez Butterworth (roteirista de “No Limite do Amanhã”) e Linda Woolverton (do primeiro “Malévola”) e a direção está a cargo do norueguês Joachim Rønning (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”).
Netflix anuncia minissérie baseada no clássico literário Cem Anos de Solidão
A Netflix anunciou nesta quarta-feira (6/3) o projeto de uma minissérie baseada no romance “Cem Anos de Solidão”, do escritor colombiano Gabriel García Márquez, uma das obras mais importantes da literatura do século 20. “Isto é real. Isto é mágico. Isto é ‘Cem Anos de Solidão’. A série chega em breve”, anunciou a plataforma nas redes sociais. O anúncio foi acompanhado por um breve vídeo com o título “Bem-vindo a Macondo”. Para quem conhece a obra, a referência é clara. “Cem Anos de Solidão” acompanha, como indica o título, um século da vida de uma família, os Buendía, cujo patriarca fundou a cidade fictícia de Macondo, na Colômbia. A produção da Netflix será a primeira adaptação do romance clássico, publicado em 1967 – há 52 anos – , que já vendeu cerca de 50 milhões de exemplares em todo o mundo, tornando-se uma das obras mais conhecidas de Garcia Márquez, prêmio Nobel de Literatura em 1982 e falecido em 2014. A série será gravada majoritariamente na Colômbia e com produção executiva dos filhos do autor, Rodrigo – que é diretor – e Gonzalo – designer gráfico. “Durante décadas, nosso pai se mostrou reticente em vender os direitos cinematográficos de ‘Cem Anos de Solidão’ porque acreditava que não podia ser feito com as limitações de tempo de um longa-metragem, ou que produzi-lo em um idioma diferente do espanhol não faria justiça a ele”, disse Rodrigo Garcia em comunicado. Ele acrescentou que “na atual era de ouro das séries, com o nível de escrita e direção de talento, a qualidade cinematográfica do conteúdo e a aceitação por parte do público mundial de programas em idiomas estrangeiros, não poderia haver um melhor momento para realizar uma adaptação para a extraordinária audiência global que a Netflix proporciona”. Contratações de roteiristas, diretores e atores ainda não foram feitas, mas o vice-presidente de originais em espanhol da Netflix, Francisco Ramos, garante que a série será feita pelos “maiores talentos da dramaturgia latino-americana”. Ele também destacou que é uma honra para a plataforma produzir a primeira adaptação do romance. “‘Cem Anos de Solidão’ é uma história atemporal e icônica da América Latina que estamos honrados em compartilhar com o mundo”, disse Ramos. “Sabemos que nossos assinantes de todo o mundo adoram ver filmes e séries em espanhol e acreditamos que esta será uma combinação perfeita do projeto com a nossa plataforma”. Netflix has acquired the rights to Gabriel García Márquez’s masterpiece “One Hundred Years of Solitude” and will adapt it into a series. This marks the first and only time in more than 50 years that his family has allowed the project to be adapted for the screen. pic.twitter.com/HUX1miRAJs — See What's Next (@seewhatsnext) March 6, 2019
Jared Leto divulga foto dos bastidores das filmagens de Morbius
O ator Jared Leto (“Esquadrão Suicida”) compartilhou em suas redes sociais uma foto dos bastidores de “Morbius”, filme de vilão do Homem-Aranha, para marcar o final da primeira semana de filmagens em Londres. “Uma semana já foi, ainda faltam 11”, indicou. “Se preparem para ‘Morbius'”. Criado por Roy Thomas e Gil Kane nos quadrinhos do Aranha em 1971, Michael Morbius era um bioquímico vencedor do Prêmio Nobel, que, ao tentar descobrir a cura para um doença sanguínea, transforma-se acidentalmente num vampiro. O personagem tem uma história trágica, que o diferencia de Drácula e outros vampiros malévolos. Além disso, as características de sua transformação lhe renderam a alcunha de “Vampiro Vivo”, porque, ao contrário dos demais, ele não morreu para renascer como uma criatura da noite. Após se destacar como vilão do Homem-Aranha, Morbius chegou a ter histórias próprias, em que sua natureza nobre lutava contra a sede de sangue, passando a ser visto como um anti-herói. Por sinal, esta é a mesma característica de Venom, outro vilão do Aranha que ganhou filme. O roteiro é da dupla Burk Sharpless e Matt Sazama (do infame “Os Deuses do Egito”), a direção está a cargo do sueco Daniel Espinosa (“Vida”) e o elenco inclui ainda Tyrese Gibson (“Velozes e Furiosos 8”), Jared Harris (séries “Mad Men” e “The Crown”), Adria Arjona (“Círculo de Fogo 2: A Revolta”) e Matt Smith (de “Doctor Who” e “The Crown”). Entretanto, seus personagens não foram divulgados. O único papel revelado até o momento é o de Leto, que vive o protagonista. A estreia de “Morbius” foi marcada para 31 de julho de 2020 nos Estados Unidos. Visualizar esta foto no Instagram. Caption this… if you dare ?♀️ ?♀️ Week 1 down, 11 to go… Get Ready ? #MORBIUS @morbiusmovie #notanad Uma publicação compartilhada por JARED LETO (@jaredleto) em 5 de Mar, 2019 às 9:11 PST
Matt Bomer será o principal suspeito da 3ª temporada de The Sinner
O canal pago americano USA Network renovou a série “The Sinner” para sua 3ª temporada. E o próximo caso misterioso do Detetive Harry Ambrose (Bill Pullman) já tem protagonista definido. O ator Matt Bomer vai viver Jamie, que espera o seu primeiro filho com a mulher quando um acidente muito suspeito abala sua jovem família. O papel marca a volta do ator para o canal que, entre 2009 e 2014, exibiu “White Collar”, a série que o projetou. Mais recentemente, ele apareceu em produções como “American Horror Story”, “The Last Tycoon” e “Doom Patrol” (a série da Patrulha do Destino). O criador de “The Sinner”, Derek Simonds, permanece como showrunner no terceiro ano, que ainda não tem previsão de estreia. A série é disponibilizado no Brasil pela Netflix.
Deixando Neverland registra uma das maiores audiências de documentário da HBO
Em sua estreia na HBO americana, “Deixando Neverland” (Leaving Neverland) registrou a terceira maior audiência para documentários da emissora nos últimos dez anos. A produção dirigida por Dan Reed traz acusações de abuso sexual contra o cantor Michael Jackson, por meio dos testemunhos de Wade Robson e James Safechuck, que eram crianças na época em que os supostos incidentes aconteceram. O primeiro episódio da produção, exibido no domingo (3/3), atraiu 1,29 milhões de telespectadores ao vivo, enquanto o segundo, exibido na segunda, registrou 927 mil. Os números colocam “Leaving Neverland” atrás apenas de dois documentários da HBO: “Going Clear: Scientology and the Prison of Belief” (1,7 milhões de espectadores), investigação do diretor Alex Gibney sobre a polêmica religião da Cientologia; e “Bright Lights: Starring Carrie Fisher and Debbie Reynolds” (1,6 milhões de espectadores), filme sobre a relação entre a estrela de “Star Wars” e sua mãe. A HBO brasileira vai exibir “Deixando Neverland”, também em duas partes, nos dia 16 e 17 de março.
Tyrese Gibson entra no filme dos quadrinhos de Morbius
Os atores Tyrese Gibson (“Velozes e Furiosos 8”) e Jared Harris (séries “Mad Men” e “The Crown”) entraram no elenco de “Morbius”, vilão do universo do Homem-Aranha. Eles se juntaram a Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Adria Arjona (“Círculo de Fogo 2: A Revolta”) e Matt Smith (de “Doctor Who” e “The Crown”), anteriormente anunciados. Entretanto, seus personagens não foram divulgados. O único papel revelado até o momento é o de Leto, que vive o protagonista. Criado por Roy Thomas e Gil Kane nos quadrinhos do Aranha em 1971, Michael Morbius era um bioquímico vencedor do Prêmio Nobel, que, ao tentar descobrir a cura para um doença sanguínea, transforma-se acidentalmente num vampiro. O personagem tem uma história trágica, que o diferencia de Drácula e outros vampiros malévolos. Além disso, as características de sua transformação lhe renderam a alcunha de “Vampiro Vivo”, porque, ao contrário dos demais, ele não morreu para renascer como uma criatura da noite. Após se destacar como vilão do Homem-Aranha, Morbius chegou a ter histórias próprias, em que sua natureza nobre lutava contra a sede de sangue, passando a ser visto como um anti-herói. Por sinal, esta é a mesma característica de Venom, outro vilão do Aranha que ganhou filme. O roteiro é da dupla Burk Sharpless e Matt Sazama (do infame “Os Deuses do Egito”) e a direção está a cargo do sueco Daniel Espinosa (“Vida”). A estreia de “Morbius” foi marcada para 31 de julho de 2020 nos Estados Unidos.
Guillermo Del Toro vai dirigir filme de ação misterioso com produção de J.J. Abrams
O cineasta Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”) vai escrever e dirigir um filme de ação misterioso para a Paramount com produção de J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”). Foi o próprio que anunciou o projeto no Twitter, acrescentando que o filme se chamará “Zanbato” e está sendo desenvolvido há seis anos de forma sigilosa. “Graças à segurança máxima de J.J., não vazou”, ele brincou. O anúncio foi seguido por boatos de que se trataria de um filme de ninjas, mas Del Toro desmentiu. Segundo o site Collider, o longa vai acompanhar uma garotinha com habilidades em lutas letais. “Zanbato” só vai começar a ser filmado após o diretor terminar uma animação sobre Pinóquio para a Netflix, que ainda está em fase de desenvolvimento.
Hello Kitty vai ganhar seu primeiro filme de Hollywood
O estúdio New Line, que faz parte do conglomerado WarnerMedia, adquiriu os direitos para produzir o primeiro filme americano de “Hello Kitty”, a gatinha criada por Yuko Shimizu em 1974, que deu origem ao boom do gênero kawaii, uma subcultura de personagens fofinhas japonesas, explorada em marketing e merchandising extensos. Apesar de inúmeras propostas para desenvolver produções americanas com “Hello Kitty”, a Sanrio, empresa que explora a personagem em videogames, animações, roupas, almofadas, etc vinha resistindo aos apelos de Hollywood por quatro décadas. O acordo, curiosamente, foi fechado com um estúdio mais conhecido por seus filmes de terror, como “Invocação do Mal” e seus derivados e “It – A Coisa”. Em comunicado, Shintaro Tsuji, fundador da Sanrio, se disse satisfeito pela personagem mais popular de sua grife chegar a Hollywood. E, pelo que ele deu a entender, não chegará sozinha, levando outros bichinhos da empresa a reboque. “Estou extremamente satisfeito pelo fato da Hello Kitty e outros personagens populares da Sanrio estarem fazendo sua estreia em Hollywood”, ele afirmou. “A Hello Kitty tem sido um símbolo de amizade e esperamos que este filme sirva para cultivar esse círculo de amizade em todo o mundo”. Ainda não há cronograma de produção nem previsão de estreia para o filme.
Vida de Rock Hudson vai virar filme do diretor de Com Amor, Simon
A Universal vai produzir uma cinebiografia do ator Rock Hudson e abriu negociações com o roteirista Richard LaGravanese (“Invencível”) para assinar o roteiro. A trama será baseada na biografia do ator escrita por Mark Griffin, “All That Heaven”, e já tem diretor. Mais conhecido como megaprodutor de séries, Greg Berlanti vai comandar as filmagens. Ele é produtor da maioria das séries de super-heróis em exibição na TV americana, mas encontra tempo para filmar longas eventuais, como “Com Amor, Simon” no ano passado. O filme vai mostrar como o galã das comédias românticas da Universal, indicado ao Oscar por “Assim Caminha a Humanidade” (1956), era forçado a se passar por um símbolo sexual heterossexual, com medo de ser exposto como gay e encerrar sua ilustre carreira de cinema. Sem nunca ter se assumido gay, Hudson foi diagnosticado com HIV em 1984, e ainda negou rumores de que tinha AIDS até a morte. De Aids, em outubro de 1985, aos 59 anos. LaGravanese já escreveu sobre outro famoso astro gay de Hollywood, em “Minha Vida com Liberace” (2013). Na ocasião, nenhum estúdio quis produzir o filme, que foi parar na HBO e venceu diversos prêmios de melhor produção de TV do ano. Desde então, o sucesso da cinebiografia de Freddie Mercury, “Bohemian Rhapsody”, mudou o humor de Hollywood sobre o tema, ao demonstrar que o público quer saber mais sobre a vida dos ídolos, inclusive o que eles tentaram esconder no armário.












