Idris Elba não vai mais viver o Pistoleiro no novo filme do Esquadrão Suicida
O Pistoleiro não vai aparecer mais no novo filme do Esquadrão Suicida. Segundo a revista Variety, a Warner e o diretor James Gunn (“Guardiões da Galáxia”) decidiram que Idris Elba (“A Torre Negra”) não irá substituir Will Smith como o vilão e sim interpretar um novo personagem ainda não revelado. O recuo se deu porque a equipe não pretende desrespeitar Will Smith e, com isso, a porta ficaria aberta para um possível retorno do ator em filmes futuros – uma vez que o motivo original para sua saída foi conflito de agenda, não diferenças criativas. Resta saber se a produção manterá a mesma atitude com outros personagens da franquia. Até o momento, apenas os retornos dos intérpretes originais de Arlequina (Margot Robbie) e Capitão Bumerangue (Jai Courteney) estão confirmados na sequência, mas há boatos de que Viola Davis também estaria negociando retomar o papel de Amanda Waller. O plano de Gunn, que escreveu o roteiro e vai dirigir o filme, seria reunir novos personagens da DC para a produção. O novo “Esquadrão Suicida” tem data de lançamento prevista para agosto de 2021.
Romance clássico Doutor Jivago vai virar minissérie do criador de Vikings
Uma minissérie baseada no romance clássico “Doutor Jivago”, de Boris Pasternak, será o próximo projeto do roteirista Michael Hirst, conhecido por criar as séries “Vikings” e “The Tudors”. A história de amor trágico, que tem como pano de fundo a revolução bolchevique e cenários nevados de um longo inverno russo, já foi transformada em minissérie britânica em 2002, mas ainda é mais lembrada pela versão cinematográfica de 1965, com Omar Sharif e Julie Christie, que venceu cinco Oscars. A adaptação será produzida pela Hartswood TV, a mesma produtora da série britânica “Sherlock” e que também desenvolve “Drácula” para a Netflix, em parceria com o estúdio francês Wild Bunch. O projeto será apresentado ao mercado neste fim de semana, durante a convenção MIPTV, em Cannes, na França. Além de “Doutor Jivago”, Hirst ainda desenvolve um spin-off de “Vikings” para o History Channel. Veja abaixo o trailer para relembrar a celebrada adaptação épica de 1965, com direção de David Lean.
Criadores de Westworld fecham contrato com a Amazon e já desenvolvem nova série sci-fi
O casal Jonathan Nolan e Lisa Joy, criadores de “Westworld”, trocou sua parceria com a Warner Bros. Television e a HBO por um contrato de exclusividade com a plataforma de streaming da Amazon. Estimado em US$ 150 milhões, o acordo vale pelos próximos cinco anos, mas permite que Nolan e Joy continuem como showrunners de “Westworld”, que deve começar a produção de sua 3ª temporada em breve para uma estreia em 2020. O casal já definiu seu primeiro projeto para a Amazon: uma adaptação do livro “The Peripheral”, do celebrado autor de ficção científica William Gibson, um dos pais do cyberpunk. A trama vai virar série com a ajuda do roteirista Scott B. Smith (“Um Plano Simples”). “The Peripheral” se passa em um futuro próximo e mostra o que acontece quando uma mulher chamada Flynne Fisher descobre um portal para uma realidade alternativa, que revela algo sombrio sobre o destino de seu próprio mundo.
The Society: Série sci-fi do diretor de O Espetacular Homem-Aranha ganha trailer legendado
A Netflix divulgou fotos e o trailer legendado de “The Society”, nova série criada por Christopher Keyser (da clássica “Party of Five”) e dirigida pelo cineasta Marc Webb (“O Espetacular Homem-Aranha”). Na história, um grupo de adolescentes se descobre sozinho no mundo, após o desaparecimento de todos os adultos. Eles aproveitam a liberdade, mas descobrem que ela também pode ser perigosa. Enquanto lutam para entender o que aconteceu, precisam estabelecer uma certa ordem e formar alianças se quiserem sobreviver. A premissa é uma versão sci-fi de “O Senhor das Moscas”, a célebre obra sobre crianças que criam uma sociedade distópica ao ficarem sozinhas numa ilha. Mas essa história de transposição da ilha para uma comunidade urbana ou mesmo um planeta é bem batida na televisão, tendo surgido pela primeira vez num episódio da série clássica “Jornada nas Estrelas” (Star Trek) nos anos 1960, alimentado a 1ª temporada de “The 100” (em 2014) e, mais recentemente, inspirado a série canadense “Between” (2015-2016), que durou duas temporadas com distribuição na própria Netflix. O elenco inclui Kathryn Newton (“Supernatural”), Rachel Keller (“Legion”), Gideon Adlon (“Não Vai Dar”), Jacques Colimon (“Pretty Little Liars: The Perfectionists”), Olivia DeJonge (“Will”), Alex Fitzalan (“Slenderman”), Kristine Froseth (“Sierra Burgess É uma Loser”), Jose Julian (“Shameless”), Grace Victoria Cox (“Under The Dome”), Natasha Liu Bordizzo (“O Rei do Show”), Sean Berdy (“Switched at Birth”), Alex MacNicoll (“Transparent”) e outros atores jovens. Os 10 episódios da 1ª temporada chegam em streaming em 10 de maio.
Lucifer fica pelado para promover estreia da série na Netflix
A Netflix divulgou um vídeo para lembrar que “Lucifer” virou uma série exclusiva da plataforma. Nele, três integrantes do elenco surgem para agradecer aos fãs pelas campanhas que ajudarem a salvar a série, cancelada pela Fox após três temporadas e resgatada pelo serviço de streaming para seu quarto ano de produção. A peça também destaca as novidades surgidas nesta transição. Primeiro, Lauren German, a Chloe da série, apresenta uma nova personagem: Eva, interpretada pela israelense Inbar Lavi (de “Prison Break” e “The Last Ship”). Sim, é a Eva que viu Adão com a cobra na mão. E, por fim, Tom Ellis aparece bem à vontade, num roupão com logo da Netflix, tomando chá numa caneca da Netflix, para dizer o que muda na nova casa. “Sempre me perguntam: ‘Na Netflix, a série vai mudar?’. A resposta é não. Não muito. Mas talvez vocês vejam um pouco mais de mim”, diz, antes de tirar o roupão para gravar uma cena pelado. Portanto, esperem um “Lucifer” realmente à vontade na nova casa. Detalhe: o vídeo lembra que a série vai estrear na Netflix, mas esquece de dizer quando.
Novo clipe dos Jonas Brothers cita Game of Thrones e evoca Miami Vice
Os Jonas Brothers laçaram um de seus melhores clipes, acompanhando a música “Cool”, em que recriam a vibe de “Miami Vice”. Dirigido por Anthony Mandler – que também fez o clipe de “Sucker” – , o vídeo é uma homenagem a uma era saudosa da MTV, em que artistas apareciam em cenas de praia, repletas de mulheres de biquíni, e usando ternos de cor pastel sobre camisetas claras. Não falta sequer os óculos escuros, a obsessão pelo penteado ligeiramente imperfeito e a cena panorâmica num iate, elementos icônicos do pop dos anos 1980. O visual combina com uma letra que é pura massagem de ego. “Quando crescer, quero ser igual a mim”, diz Kevin Jonas, depois do refrão grudar forte – “Estou me sentindo tão cool”, repete sem parar o melhor cantor do grupo. Outro detalhe divertido da letra surge quando Joe Jonas assume os vocais e passa descrever que chegar em casa é se sentir “vencendo como em ‘Game of Thrones'”, numa clara referência a quem ele encontra neste momento – sua noiva Sophie Turner, a Sansa Stark. A maior surpresa fica por conta da forma espontânea como os vocais soam, às vezes quase improvisados, para injetar um pouco de criatividade no padrão redondinho do hit pop. Pode não parecer, mas a experiência como ator de Kevin Jonas melhorou muito sua interpretação musical.
Anitta vira Netflix com lançamento de 10 clipes simultâneos
Anitta virou Netflix. A cantora lançou todos os clipes de seu novo álbum de uma vez, 10 vídeos simultâneos com as músicas do disco “Kisses”. A estratégia tinha sido ensaiada no EP “Solo”, no ano passado. Mas na época eram só três clipes – dirigidos por João Papa, que está de volta na nova leva. Agora é Beyoncé total – ou, como diriam os Titãs, tudo ao mesmo tempo agora – , chegando a usar o título de uma música da cantora americana (“Formation”) no refrão espanhol da faixa que abre sua nova temporada. A temporada completa revela uma grande variedade de estilos, parcerias, caras e línguas de Anitta, que vão de momentos supercoreografados ao despojamento absoluto – o batido clipe no estúdio de gravação. Há a assumida intenção de transformar o lançamento – seu primeiro álbum em quatro anos – em evento. E com colaborações tão disparatadas quanto Snoop Dogg e Caetano Veloso, não há como ignorá-lo. Mas, no fundo, o conjunto desperta mais monotonia que encantamento, já que soa pasteurizado, previsível, dos beijos em homens, mulheres e objetos cenográficos (que às vezes também são homens e mulheres), à produção musical linear, sem solavancos, sem o pancadão que faz tudo tremer, enterrando mensagens empoderadas (sensacional a inclusão do autoexame de mama) sob arranjos de pop de menininha. O álbum é trilíngue e parece dizer uma coisa só. Anitta quer fazer sucesso pop internacional, seguindo tendências populares, do reggaeton ao trap. Mas, sabe como é, a legítima tática Beyoncé total é lançar modas em vez de apenas segui-las. Assim, fica difícil concluir se os vestígios de originalidade sufocados em três músicas novas devem ser comemorados ou lamentados, já que são promessas cumpridas pela metade – meia “Banana”, semi “Atención” e quase uma “Onda Diferente”, com momentos, refrões, ganchos melhores que suas produções. Mais que as músicas genéricas, a versão Netflix de Anitta destaca a overdose expositiva da cantora, que no começo queria chamar atenção do público apenas uma vez por mês, com um lançamento diferente a cada 30 dias. Agora é Anitta o tempo todo, todo o tempo. Sua escalada foi tão rápida e vertiginosa que talvez não tenha percebido que uma “paradinha” também ajuda o público a não se cansar.
Disney pretende lançar mais Aliens e Planeta dos Macacos
A CinemaCon, convenção das redes exibidoras de cinema dos EUA que acontece em Las Vegas, virou o palco oficial da revelação do destino das franquias da Fox, após a compra do estúdio pela Disney. Além de anunciar o fim da saga dos “X-Men” e a continuação de “Deadpool”, a Disney abordou as franquias originais da Fox, afirmando que pretende lançar novas produções de diversas marcas populares do estúdio. A executiva Emma Watts, que era vice-presidente da Fox e continua no estúdio, afirmou que franquias como “Aliens”, “Planeta dos Macacos” e “Kingsman”, sem esquecer “Avatar”, ganharão novos capítulos em breve. O terceiro “Kingsman” já está em desenvolvimento e o que não faltam são projetos para continuar “Aliens”, mas é a primeira vez que se menciona o resgate de “Planeta dos Macacos”, que teve uma trilogia estrelada por Andy Serkis encerrada em 2017.
Disney vai produzir novos filmes de Deadpool com Ryan Reynolds
Se “Fênix Negra” marca o fim da saga dos “X-Men” da Fox, a Disney confirmou que pretende continuar a cronologia de pelo menos uma franquia do universo cinematográfico “original” dos mutantes. O presidente do Walt Disney Studios, Alan Horn, afirmou que vai produzir novos filmes de Deadpool, com a participação de Ryan Reynolds. Durante sua participação na CinemaCon, convenção das redes exibidoras de cinema dos EUA que acontece em Las Vegas, Horn afirmou que o público “pode esperar mais de Deadpool pelos próximos anos”, garantindo que o sucesso do mercenário falastrão vai continuar. “Deadpool 2” foi lançado há 11 meses, em maio de 2018, mas sua continuação ainda não previsão de estreia. Assim como os X-Men, o personagem agora pertence ao Marvel Studios, que está com seu cronograma de lançamentos lotado. Com isso, não se sabe se o projeto do filme da “X-Force”, grupo de heróis introduzido em “Deadpool 2” e que seria filmado a seguir pela Fox, fará parte do que o público “pode esperar” para os próximos anos.
Os Novos Mutantes reaparece no calendário de lançamentos da Disney
Envolvido em muita especulação, o filme dos Novos Mutantes continua a ter seu lançamento marcado para o cinema. Após a compra da Fox pela Disney, rumores apontavam que ele seria lançado na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). Mas o título apareceu no calendário de lançamentos do estúdio, apresentado durante a CinemaCon, convenção das redes exibidoras de cinema dos EUA, que acontece em Las Vegas. O lançamento do filme já sofreu diversos adiamentos e o site The Hollywood Reporter chegou a apurar que as refilmagens, planejadas há mais de um ano, nem sequer foram marcadas, deixando a produção numa espécie de “limbo” durante o apagar das luzes da Fox. Filmado há dois anos por Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”), “Os Novos Mutantes” seria originalmente lançado em 13 abril do ano passado. Mas as primeiras sessões de teste revelaram que o público esperava que ele fosse mais assustador, devido ao marketing inicial, o que originou a decisão de refilmar diversas cenas – segundo rumores, seria uma refilmagem bastante extensa. Isto não teria acontecido, porque a agenda do elenco se provou desafiadora. Há indicações de que a trama segue uma história clássica dos quadrinhos, envolvendo uma criatura chamada Urso Místico, que se alimenta de pesadelos. Nos gibis da Marvel, ele assombra Danielle Moonstar, a Miragem, vivida no filme por Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”). Os demais integrantes do elenco são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (série “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) como Magia, o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar e a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. Por enquanto, o filme baseado nos quadrinhos da Marvel tem sua estreia marcada para 1 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Disney confirma que Fênix Negra encerra a franquia dos X-Men
A trajetória cinematográfica dos X-Men, inciada em 2000, vai chegar ao fim com o lançamento de “X-Men: Fênix Negra”. A confirmação foi feita pelo presidente do Walt Disney Studios, Alan Horn, durante participação na CinemaCon, convenção das redes exibidoras de cinema dos EUA, que acontece em Las Vegas. Horn afirmou que “A Fênix Negra” será “a despedida perfeita para a nossa equipe de X-Men” e o “capítulo final” para os X-Men no cinema. Nas entrelinhas também estão “despedidos” os produtores que trabalhavam com os heróis. O filme já estava pronto quando a Disney finalizou a compra da Fox, que produziu todos os lançamentos da saga. Após a aquisição, os personagens foram incorporados ao Marvel Studios, que deve realizar um reboot da franquia. A despedida volta a adaptar “A Saga da Fênix Negra”, ponto alto da parceria entre Chris Claremont e John Byrne nos quadrinhos, que já foi abordada no péssimo “X-Men: O Confronto Final” (2006), tão ruim que quase acabou com a franquia – a ponto de os X-Men passarem por seu primeiro reboot após aquele lançamento. A trama acompanha a transformação da heroína Jean Grey na vilã Fênix Negra e voltará a reunir o elenco de “X-Men: Apocalipse” (2016): Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope), Kodi Smit-McPhee (Noturno) e, claro, Sophie Turner (Jean Grey/Fênix). Para completar, Simon Kinberg, que foi o responsável pelo roteiro de “X-Men: O Confronto Final”, volta para assinar a nova versão da mesma história e ainda faz sua estreia como diretor no filme. Em entrevistas, ele justificou o remake com a desculpa de fazer justiça aos quadrinhos. Os fãs podem discordar e desta vez não haverá um “Dias de um Futuro Esquecido” para consertar. A estreia é prevista para 6 de junho no Brasil, um dia antes dos Estados Unidos.
Menina derrota Dave Bautista no trailer de nova comédia de ação
A STX divulgou o pôster e o primeiro trailer de “My Spy”, comédia de ação em que Dave Bautista mostra os dotes de humorista que vem ensaiando na franquia “Guardiões da Galáxia”. A história segue uma fórmula já usada por Arnold Schwarzenegger (“Um Tira no Jardim de Infância”), Jackie Chan (“Missão Quase Impossível”), Dwayne Johnson (“O Fada de Dentes”) e outros atores adeptos do cinema de pancadaria para ampliar seu público e conquistar a simpatia infantil: adaptar sua persona para o contexto de uma comédia com criança. No filme, Bautista vive um agente da CIA que prefere explodir os inimigos a cumprir os objetivos de uma missão. Por conta disso, é colocado sob observação. Para piorar, durante uma tocaia, é flagrado por uma menina de 9 anos, que grava sua espionagem com um celular e negocia não colocar o vídeo no ar em troca de aulas para virar espiã. E ela dá um baile no durão, além de descobrir que ele não é tão insensível quanto tenta parecer. A precoce Chloe Coleman (de “Big Little Lies”, que também estará em “Avatar 2”) vive a garotinha e o elenco ainda inclui Kristen Schaal (de “O Último Cara na Terra/The Last Man on Earth”), Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”) e Parisa Fitz-Henley (“Midnight Texas”). O roteiro é dos irmãos Jon e Erich Hoeber (“RED: Aposentados e Perigosos”) e a direção está a cargo do veterano Peter Segal (“Corra que a Polícia vem Aí! 33 1/3: O Insulto Final”) “My Spy” vai estrear “em breve”, ainda em 2019.
Netflix vai lançar nova série animada gay de astro de Will & Grace
A Netflix encomendou a produção de mais uma série animada gay. Após os super-heróis brasileiros de “Super Drags”, a plataforma apresentará os espiões americanos de “Q-Force”, onde a letra Q se refere à palavra queer, que compõe a sigla LGBTQ. Produzida por dois nomes de peso da TV americana, Sean Hayes (ator de “Will & Grace” e produtor de “Grimm”) e Mike Schur (criador de “The Good Place”, “Parks & Recreation” e “Brooklyn Nine-Nine”), a série contará com 10 episódios de meia hora, acompanhando um agente secreto e sua equipe de super-espiões LGBTQ, que precisam se provar constantemente em suas extraordinárias aventuras. “Q-Force” é a primeira atração produzida por Schur após ele fechar um contrato milionário de exclusividade com a Universal. Mas o criador da animação é Gabe Liedman, roteirista de “Brooklyn Nine-Nine”. Já Hayes, além de produzir, também participará como dublador de um dos personagens. Ele explicou para o site Deadline que, originalmente, a série seria uma comédia live-action, mas virou animação “porque uma série de espiões é muito difícil e cara de ser feita”. Além disso, “provavelmente não haveria quem comprasse uma série com protagonistas e coadjuvantes gays. Espero que um dia isso aconteça, mas não parece ser o caso agora”. Ainda não há previsão de estreia para “Q-Force”.











