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TV

Debate: UOL aponta que Flávio mentiu ou enganou em 15 de 18 falas na Globo

Checagem classificou sete declarações como falsas, sete como enganosas e uma como insustentável, sobrando apenas três como verdadeiras

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Filme

Astros de Hollywood gravam vídeos em apoio a Lula no 2º turno

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24 de outubro de 2026
Filme

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TV

Disney+ elimina 4K do pacote Premium sem reduzir preço

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Sony encerra produção de seu último player de Blu-ray no Japão

Empresa descontinua seu último aparelho dedicado a discos 4K no mercado japonês, após abandonar gravadores Blu-ray no país

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24 de outubro de 2026
  • Filme

    Um Espião Animal: Animação dublada por Will Smith e Tom Holland ganha novo trailer legendado

    2 de julho de 2019 /

    A Fox divulgou novos pôster e trailer legendado de “Um Espião Animal” (Spies in Disguise), animação dublada em inglês por Will Smith (“Esquadrão Suicida”) e Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”). A prévia mostra uma versão animada de Will Smith como um superespião, explodindo tudo e encenando saltos impossíveis. Até que, lá pelo final do vídeo, ele é transformado num pombo por um inventor adolescente (voz de Holland). “Um Espião Animal” é baseado em um curta de 2009, feito por Lucas Martell, que não tem nada dessa premissa, mas inclui um agente secreto e um pombo. Ao transformar Will Smith no pombo, o estúdio Blue Sky – de “A Era do Gelo”, “Rio” e “Ferdinando” – mantém sua tradição de lançar animações de animais falantes. O elenco de dubladores originais ainda inclui Rashida Jones (“Te Peguei!”), Karen Gillan (“Guardiões da Galáxia”), Ben Mendelsohn (“O Destino de uma Nação”), Masi Oka (“Hawaii Five-0”) e DJ Khaled (“A Escolha Perfeita 3”). A direção do longa está a cargo de Nick Bruno e Troy Quane, respectivamente animador e artista de storyboard da franquia “A Era do Gelo”, que fazem suas estreias na função. A estreia está marcada para 25 de dezembro no Brasil, mesmo dia do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme,  Música

    Ansel Elgort, Miles Teller e Harry Styles disputam papel de Elvis em cinebiografia

    1 de julho de 2019 /

    O cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”) começou a testar um grupo de atores jovens e famosos para definir o intérprete de Elvis Presley em seu filme sobre o lendário cantor. Segundo apurou o site Deadline, os testes envolvem cantar e se movimentar como o Rei do Rock. Para demonstrar como a disputa está acirrada, entre os candidatos estão Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”), Miles Teller (“Whiplash”), Austin Butler (“The Shanara Chronicles”), Aaron Taylor-Johnson (que foi John Lennon em “O Garoto de Liverpool”) e até o cantor Harry Styles (“Dunkirk”). Além de buscar um intérprete para Elvis, a Warner abriu negociações com o ator Tom Hanks (“The Post”) para o papel do Coronel Tom Parker, empresário do cantor. O filme vai se focar na ascensão e no auge de Presley, destacando seu relacionamento com o trapaceiro nascido na Holanda que ganhou seu posto de “coronel” como título honorário. Parker estava tendo dificuldades para iniciar sua carreira como empresário musical quando se deparou com Elvis em meados dos anos 1950 e ficou impressionado com o talento do jovem (que ainda não tinha 18 anos na época). Ao longo de dois anos, ele adquiriu todos os contratos e pagou todas as demais figuras que cuidavam da carreira do cantor para se tornar seu representante exclusivo. E com sua direção, Elvis se tornou o Rei do Rock – algo que a América nunca tinha visto antes. Luhrmann escreveu o roteiro com Craig Pearce, seu parceiro em “O Grande Gatsby” e “Moulin Rouge”. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Série

    Neil Gaiman comenta a produção da série baseada nos quadrinhos de Sandman

    1 de julho de 2019 /

    O escritor Neil Gaiman comentou nas redes sociais o anúncio da transformação dos quadrinhos clássicos de “Sandman” em série, com produção da Netflix. “Espero que possamos fazer na TV algo tão pessoal e verdadeiro quanto as melhores histórias de ‘Sandman’. Apenas encenado 30 anos depois dos quadrinhos”, ele escreveu no Twitter. Questionado se os produtores tentariam contar a história completa da obra em apenas um temporada, Gaiman foi categórico: “Não vamos nem tentar fazer isso.” Além de ter criado os quadrinhos, Gaiman é um dos produtores da série e estará envolvido no desenvolvimento do roteiro do primeiro episódio, em parceria com o coprodutor David S. Goyer (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”) e o roteirista Allan Heinberg (“Mulher-Maravilha”), que terá a função de showrunner. Gaiman também participa da produção de duas outras séries baseadas em suas obras, “American Gods” e “Good Omens”, adaptações de livros de fantasia que são disponibilizadas pela Amazon, rival da Netflix. “Sandman” terá 11 episódios em sua temporada inaugural, que não tem previsão de estreia. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o negócio é milionário, o maior que já envolveu personagens da DC Comics e renderá a série mais cara já feita pela Warner Bros Television (WBTV), superando inclusive os valores do vindouro “Watchmen” da HBO. A Netflix definiu a obra original como “uma rica mistura de mito moderno e fantasia sombria, na qual a ficção contemporânea, o drama histórico e a lenda estão perfeitamente entrelaçados”. Esta definição é parte de um esboço de sinopse, que ainda diz que “’Sandman’ acompanha os lugares e pessoas afetados por Morpheus, O Rei do Sonho, enquanto corrige os erros cósmicos – e humanos – que cometeu ao longo de sua vasta existência.” A publicação de “Sandman” consolidou o gênero dos quadrinhos adultos na virada dos anos 1980 para os 1990, impulsionando o lançamento do selo Vertigo, divisão adulta da DC Comics. A trama durou 75 edições (de 1989 a 1996) acompanhando Morpheus, o senhor dos sonhos, que após anos aprisionado ressurge para retomar seu lugar entre os Perpétuos, “deuses antes dos deuses” que mantém a coesão do universo. Eles incluem Destino, Morte, Destruição, Desejo, Desespero e a caçula Delírio – em inglês, todos os nomes começam com a letra D, inclusive Dream (Sonho), o “verdadeiro” nome de Sandman. Embora encerrada em 1996, a revista em quadrinhos original ganhou inúmeros spin-offs, desenvolvidos até hoje. Por curiosidade, um desses derivados foi “Lucifer”. Ao desistir do inferno num dos primeiros números de “Sandman”, o personagem ganhou minisséries e uma revista que acompanhava suas aventuras na cidade de Los Angeles, ao lado de sua demônia de guarda Mazekeen. A história acabou inspirando uma série televisiva, atualmente em produção na própria Netflix. I'm hoping we can make something on television that feels as personal and true as the best of the Sandman comics did. Just set thirty years later than Sandman the comic. https://t.co/Wy8y4aDbdE — Neil Gaiman (@neilhimself) 1 de julho de 2019 We won't even try. https://t.co/BmdLVYCxUU — Neil Gaiman (@neilhimself) 1 de julho de 2019

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  • Série

    Netflix oficializa série baseada nos quadrinhos de Sandman

    1 de julho de 2019 /

    A Netflix assinou o contrato e oficializou a produção de uma série baseada nos cultuados quadrinhos de “Sandman”, de Neil Gaiman, após a negociação ser revelada no fim de semana. Em comunicado, a plataforma de streaming anunciou a encomenda de 11 episódios para a 1ª temporada da atração, produzida pela Warner Bros. Television (WBTV). Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o negócio é milionário, o maior que já envolveu personagens da DC Comics e renderá a série mais cara já feita pela WBTV, superando inclusive os valores do vindouro “Watchmen” da HBO. O estúdio definiu o roteirista Allan Heinberg (do filme da “Mulher-Maravilha”) como responsável pela adaptação, além de contar com o envolvimento do criador da história em quadrinhos, Neil Gaiman (também de “American Gods” e “Good Omens”), e o roteirista David S. Goyer (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”) na produção. “Estamos entusiasmados em fazer parceria com Neil Gaiman, David S. Goyer e Allan Heinberg para finalmente trazer a icônica série de quadrinhos de Neil, ‘Sandman’, para as telas”, declarou Channing Dungey, vice-presidente de originais da Netflix. “Desde os seus personagens e histórias ricas aos seus mundos bem construídos, temos o prazer de criar uma série épica original que mergulha profundamente neste universo complexo adorado pelos fãs de todo o mundo”, acrescentou. A Netflix definiu a obra original como “uma rica mistura de mito moderno e fantasia sombria, na qual a ficção contemporânea, o drama histórico e a lenda estão perfeitamente entrelaçados”. Esta definição é parte de um esboço de sinopse, que ainda diz que “’Sandman’ acompanha os lugares e pessoas afetados por Morpheus, O Rei do Sonho, enquanto corrige os erros cósmicos – e humanos – que cometeu ao longo de sua vasta existência.” A publicação de “Sandman” consolidou o gênero dos quadrinhos adultos na virada dos anos 1980 para os 1990, impulsionando o lançamento do selo Vertigo, divisão adulta da DC Comics. A trama durou 75 edições (de 1989 a 1996) acompanhando Morpheus, o senhor dos sonhos, que após anos aprisionado ressurge para retomar seu lugar entre os Perpétuos, “deuses antes dos deuses” que mantém a coesão do universo. Eles incluem Destino, Morte, Destruição, Desejo, Desespero e a caçula Delírio – em inglês, todos os nomes começam com a letra D, inclusive Dream (Sonho), o “verdadeiro” nome de Sandman. Embora encerrada em 1996, a revista em quadrinhos original ganhou inúmeros spin-offs, desenvolvidos até hoje. Por curiosidade, um desses derivados foi “Lucifer”. Ao desistir do inferno num dos primeiros números de “Sandman”, o personagem ganhou minisséries e uma revista que acompanhava suas aventuras na cidade de Los Angeles, ao lado de sua demônia de guarda Mazikeen. A história acabou inspirando uma série televisiva, atualmente em produção na própria Netflix. A série de “Sandman” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Série Batwoman ganha seu primeiro pôster

    1 de julho de 2019 /

    A rede The CW divulgou o primeiro pôster da série “Batwoman”, que foi desenvolvido para a San Diego Comic-Con. A imagem traz a atriz Ruby Rose (“Megatubarão”) com o uniforme vermelho e preto da heroína. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Ruby Rose (de “Megatubarão”) será a primeira atriz a interpretar uma versão “live action” de Batwoman. Mais que isso, será a primeira protagonista lésbica de uma série de super-heróis. Caroline Dries é a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína e da atriz. O elenco da série inclui ainda Dougray Scott (“Fear the Walking Dead”), Rachel Skarsten (a rainha Elizabeth de “Reign”), Meagan Tandy (“Teen Wolf”), Camrus Johnson (“Luke Cage”) e Nicole Kang (“You”). A estreia está marcada para 6 de outubro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Veja uma cena completa de Paris Jackson na nova temporada de Scream

    1 de julho de 2019 /

    O canal pago americano VH1 divulgou uma cena completa da nova temporada de “Scream”, série baseada nos filmes de terror lançados no Brasil com o título de “Pânico”. A prévia é focada na personagem de Paris Jackson (filha de Michael Jackson) e remete à participação icônica de Drew Barrymore no longa de 1996. Mas o final tem uma reviravolta. Em seu retorno à televisão, a série sofrerá um reboot, trazendo novos personagens e atores para a trama de terror, que não se conectará com os acontecimentos dos dois primeiros anos. Em vez disso, resgatará a máscara original dos filmes de Wes Craven. E terá subtítulo. A atração vai se chamar, em inglês, “Scream: Ressurrection”. Para atrair o público do canal (voltado para a música pop), a atração terá muitas conexões musicais, como a cantora e atriz Mary J. Blige, indicada ao Oscar 2018 por “Mudbound: Lágrimas sobre o Mississippi”, o rapper Tyga, C.J. Wallace (filho do rapper Notorious B.I.G.) e a mencionada Paris Jackson. Além disso, a produção está a cargo da cantora Queen Latifah (“Star”). O elenco também inclui RJ Cyler (“Power Rangers”), Keke Palmer (“Scream Queens”), Tyler Posey (“Teen Wolf”), Giorgia Whigham (“13 Reasons Why”), Giullian Yao Gioiello (“Julie’s Greenroom”) e Jessica Sula (“Fragmentado”). A série terá seis episódios com roteiro e produção de Brett Matthews (“The Vampire Diaries”), e estreia na próxima segunda-feira (8/7) nos Estados Unidos.

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  • Série

    Killjoys: Última temporada da série sci-fi ganha dois trailers

    1 de julho de 2019 /

    O canal pago SyFy divulgou dois trailers (um para os EUA e outro para o Reino Unido) da 5ª e última temporada de “Killjoys”. A prévia destaca o humor da trama e o empoderamento de sua heroína. Criada por Michelle Lovretta (também criadora de “Lost Girl”), a série segue um trio de caçadores de recompensas interplanetárias – a líder rebelde Dutch (Hannah John-Kamen) e dois irmãos, o nerd de computação John Jaqobis (Aaron Ashmore) e o militar D’avin Jaqobis (Luke MacFarlane) – à beira de uma guerra multiplanetária. A atriz britânica Hannah John-Kamen ganhou grande projeção após estrelar a série, conquistando papéis em filmes como “Tomb Raider”, “Jogador Nº 1” e “Homem-Formiga e a Vespa”. Mas a trama repleta de gírias inventadas, mitologia hermética e referências sci-fi não é para o telespectador casual. Os últimos episódios começam a ser exibidos em 19 de julho na América do Norte.

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  • Série

    Preacher ganha pôster e dois teasers de sua temporada final

    1 de julho de 2019 /

    O canal pago americano AMC divulgou o pôster e dois teasers da 4ª e última temporada de “Preacher”, que estreia em 4 de agosto. A arte reúne os protagonistas: o pastor Jesse Custer (Dominic Cooper), sua ex-namorada pistoleira Tulip (Ruth Negga) e seu amigo vampiro Cassidy (Joseph Gilgun). “Preacher” estreou em 2016, mostrando a jornada desse trio, após Jesse, pastor de uma pequena cidade dos EUA, ser possuído por uma entidade chamada Genesis e se tornar capaz de fazer qualquer pessoa obedecer a suas ordens. Em busca de respostas para esse milagre, eles partem em busca de Deus, que sumiu misteriosamente do Céu, e em sua jornada viram alvo de fanáticos religiosos liderados por Herr Starr (Pip Torrens), do Santo dos Assassinos (Graham McTavish) e do próprio diabo. A produção televisiva ainda está longe do final original dos quadrinhos. A 4ª temporada inicia o arco conhecido como “War in the Sun”, quinto volume de um total de oito publicados pela Vertigo (linha adulta da DC Comics). Assim, a série deve deixar sem adaptação o último terço da trama de Garth Ennis e Steve Dillon. Por outro lado, como o cancelamento foi anunciado com antecedência, os produtores devem ter encontrado uma forma de encerrar a história de algum modo. A série foi desenvolvida por Sam Catlin (roteirista de “Breaking Bad”) em parceria com a dupla Evan Goldberg e Seth Rogen (“A Entrevista”). “Preacher” é exibida no Brasil pelo canal pago AXN.

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  • Série

    Criador de A Maldição da Residência Hill emplaca nova série de terror na Netflix

    1 de julho de 2019 /

    A Netflix vai produzir uma nova série de terror do cineasta Mike Flanagan, responsável pela arrepiante e bem-sucedida “A Maldição da Residência Hill” (The Haunting of Hill House). Intitulada “Midnight Mass” (missa da meia-noite, em tradução literal), a atração vai se passar numa comunidade isolada, que começa a testemunhar fenômenos inexplicáveis após a chegada de um jovem e carismático padre. A plataforma de streaming encomendou sete episódios da série, que ainda não tem previsão de estreia. A produção faz parte de um contrato assinado em fevereiro entre a Netflix e a FlanaganFilm, produtora do diretor, que inclui a 2ª temporada de “A Maldição da Residência Hill” – rebatizada, em inglês, como “The Haunting of Bly Manor”.

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  • Série

    Suits: Patrick J. Adams retorna no trailer da 9ª e última temporada

    1 de julho de 2019 /

    O canal pago americano USA divulgou o trailer da 9ª e última temporada da série “Suits”. A prévia mostra a firma dos protagonistas ameaçada de fechar e o retorno de Mike Ross (Patrick J. Adams) durante a crise. “Eu sempre tenho tempo para velhos amigos”, ele diz, apertando a mão de Harvey Specter (Gabriel Macht). Adams saiu da série junto de Meghan Markle, a atual duquesa de Sussex, quando seus personagens se casaram no final da 7ª temporada. Além de uma participação confirmada no quinto capítulo da 9ª temporada, ele também deve aparecer no episódio final da série. A prévia também apresenta a representante da Associação dos Advogados de Nova York, Faye Richardson (papel de Denise Crosby, do “Cemitério Maldito” original), designada para investigar os problemas da firma. A última temporada de “Suits” terá apenas 10 episódios, que começam a ser exibidos no dia 17 de julho pelo canal pago USA Network nos Estados Unidos. A série é disponibilizada no Brasil pela Netflix.

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  • Série

    WarnerMedia oficializa série animada dos Gremlins

    1 de julho de 2019 /

    A WarnerMedia oficializou a produção de uma série animada baseada no filme clássico “Gremlins”. Intitulada “Gremlins: Secrets of the Mogwai”, a animação ganhou sua primeira arte, que destaca a silhueta de Gizmo. Veja abaixo. A série terá 10 episódios com aproximadamente 30 minutos de duração e será disponibilizada no vindouro serviço de streaming dos estúdios Warner, ainda sem data de lançamento. A trama será um prólogo do longa de Joe Dante e vai mostrar o Sr. Wing – o vovô chinês interpretado nos filmes por Keye Luke – em sua juventude na Xangai dos anos 1920, onde conhece o amigável mogwai Gizmo. A atração está sendo desenvolvida pelo roteirista Tze Chun, do thriller “Dinheiro Sujo” (2013) e da série “Gotham”. O “Gremlins” original contava a história de Billy Peltzer (Zach Galligan), que ganha um novo bichinho de estimação, um mogwai, sem imaginar que, se não seguisse as regras de como tratá-lo, poderia liberar no mundo verdadeiras pestes monstruosas. Escrito por Chris Columbus (o diretor de “Esqueceram de Mim”), o filme chegou aos cinemas em 1984 e fez tanto sucesso que ganhou uma continuação, “Gremlins 2: A Nova Geração”, em 1990. Desde 2010, a Warner discutia como retomar a franquia, e chegou até a considerar um terceiro filme, novamente dirigido por Dante. Mas esta produção nunca saiu do papel.

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  • Filme

    Jacob Tremblay e Awkwafina entram no remake live-action de A Pequena Sereia

    1 de julho de 2019 /

    A produção do remake live-action de “A Pequena Sereia” está a todo vapor. Após as negociações de Melissa McCarthy (“Poderia Me Perdoar?”) para o papel da bruxa Ursula virem à tona, um repórter da revista Variety foi ao Twitter no fim de semana revelar ter “ouvido” que Jacob Tremblay (“Extraordinário”) e Awkwafina (“Podres de Rico”) também integrarão o elenco. A notícia foi confirmada nesta segunda (1/7) por outras publicações. Tremblay será Linguado, melhor amigo da protagonista Ariel, enquanto Awkwafina vai dublar uma versão feminina da gaivota Sabidão, ou seja, Sabidona. O filme de animação de 1989 marcou época por resgatar os desenhos de contos de fada da Disney, inaugurando uma nova fase de sucessos do estúdio, após quase duas décadas de decadência comercial. Baseado na fábula de Hans Christian Andersen, conta a história da sereia Ariel, que deseja se tornar humana após se apaixonar por um príncipe. Ela faz um acordo com a bruxa do mar Ursula, que realiza seu desejo, mas toma sua voz. A nova adaptação começou a ganhar vida com roteiro de Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”), que foi reescrito por David Magee a pedido do diretor Rob Marshall. Ambos trabalharam juntos em “O Retorno de Mary Poppins”, no ano passado. O compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho dos anos 1980, também está no projeto, desenvolvendo com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) a nova trilha. Além disso, o longa contará com mais três vencedores do Oscar acostumados a trabalhar com Marshall: o diretor de fotografia Dion Beebe, a figurinista Colleen Atwood e o diretor de arte John Myhre. O trio trabalhou junto em “Memórias de Uma Gueixa” (2005) e “Chicago” (2002), do mesmo diretor. “A Pequena Sereia” é uma das últimas animações que restam para a Disney refilmar com atores, uma estratégia que continua a render hits, como “Aladdin”, lançado em maio, que está prestes a atingir arrecadação de US$ 900 milhões mundiais.

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  • Filme

    Lady Gaga e Adele são convidadas a votar no Oscar 2020

    1 de julho de 2019 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos revelou os nomes das 842 pessoas que convidou para votar na próxima edição do Oscar. E a relação inclui o nome de duas cantoras famosas, Lady Gaga, que venceu o Oscar de Melhor Canção em 2019, e Adele, vencedora da mesma categoria em 2013. A relação também destaca os atores Sterling K. Brown e Letitia Wright (ambos de “Pantera Negra”), Claire Foy (“Primeiro Homem”), Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) e Elisabeth Moss (“Nós”), além de muitos artistas estrangeiros. Há pelo menos seis brasileiros, como o veterano produtor Luiz Carlos Barreto (“O Que é Isso, Companheiro?”) e a cineasta Laís Bodanzky (“Como Nossos Pais”), atualmente presidente da Spcine. Conheça os demais aqui. Ao divulgar os convidados nesta segunda-feira (1/7), a organização confirmou esforços para alcançar maior diversidade entre seus quadros. Para tanto, metade dos novos convidados são mulheres e 29% não são brancos. Se todos os convidados aceitarem, o total de membros ultrapassará 9 mil – 32% deles mulheres (até 2015, elas eram apenas 15%) e 16% não brancos (contra 8% em 2015). Em 2016, a Academia iniciou uma campanha para aumentar a diversidade entre seus membros, refletindo críticas sobre sua composição, formada por uma grande maioria de profissionais brancos, homens e idosos. Este perfil foi apontado como um impedimento para igualdade racial e de gênero entre os indicados e vencedores do Oscar, após dois anos seguidos em que nenhum ator negro foi selecionado para concorrer a prêmios – o que aconteceu em 2015 e 2016. Os membros da Academia são responsáveis por escolher os indicados e vencedores do Oscar. A premiação de 2020 está marcada para 9 de fevereiro, em Los Angeles, com exibição no Brasil pela rede Globo e pelo canal pago TNT.

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