Pabllo Vittar evoca a série Pose em clipe de parceria com a britânica Charli XCX
Pabllo Vittar divulgou o clipe de “Flash Pose”, sua parceria com a cantora britânica Charli XCX e sua primeira música voltada ao mercado internacional, na qual canta em inglês. Isto é, a primeira gringa em que é o cantor principal e não um “feat”. A música aproveita a proximidade entre Pabllo e Charli XCX, que já gravaram juntos “I Got It” num disco da britânica em 2017, com participação ainda das artistas Brooke Candy e Cupcakke, e poderão ser ouvidos novamente em “Shake It”, do novo álbum intitulado “Charli”, previsto para setembro. Como o título aponta, o clipe tem clima de revival do voguing, a dança LGBTQIA+ que Madonna apropriou em seu hit “Vogue” de 1990, e cita tantas vezes a palavra “Pose” que é inevitável fazer a associação com a série que aborda o surgimento do estilo. Há até uma parte falada em que Pabllo soa exatamente como Mj Rodriguez, intérprete de Blanca na produção do canal pago FX. Quem assina o vídeo é o diretor conhecido como Tragik, que antes trabalhou com a protegida de Pharrell Maxine Ashley. “Flash Pose” faz parte do terceiro álbum do cantor brasileiro (que apesar das perucas não abre mão do nome social masculino), chamado de “111”. Assim como os lançamentos recentes de Anitta, o álbum será trilíngue, com Pabllo e suas parcerias cantando em inglês, espanhol e português. O lançamento do novo disco está previsto para o dia 1 de novembro, aniversário do artista.
Bolsonaro volta a manifestar vontade de acabar com a Ancine
O presidente Jair Bolsonaro voltou a dizer que vai extinguir a Ancine (Agência Nacional de Cinema). Desde a semana passada, ele vem fazendo críticas e afirmando que planeja acabar com o órgão se não pudesse impor um “filtro” na aprovação de projetos de cinema e TV. Depois de atacar reiteradamente “Bruna Surfistinha”, que assumiu não ter visto, Bolsonaro encontrou nesta quinta (25/7) novo motivo para criticar a agência: a aprovação de verbas para um documentário sobre sua eleição. “Recentemente tomei conhecimento sobre a liberação para captação de R$ 530 mil via Ancine para produção de um filme sobre minha campanha nas eleições. Por coerência sugeri que voltassem atrás nessa questão. Não concordamos com o uso de dinheiro público também para estes fins”, ele escreveu no Twitter. E em seguida acrescentou: “Outrossim, estamos trabalhando para viabilizar uma reformulação ou extinção da Ancine”. Bolsonaro reforçou a crítica em outra rede social, durante uma transmissão ao vivo no Facebook. “Depois desse anúncio de fazer um filme sobre a minha pessoa, a Ancine ganhou mais um FO positivo, Fato Observado positivo. Vamos buscar a extinção da Ancine. Não tem nada que o poder público tenha que se meter em fazer filme. Que tenha uma empresa privada, sem problema nenhum. Mas o Estado vai deixar de patrocinar isso daí”, disse. Ele também repetiu um comentário pejorativo sobre a produção cinematográfica nacional, dizendo que não iria “citar nomes de filmes produzidos pela Ancine”, porque havia crianças assistindo sua live pelo Facebook. Criancinhas podem ler os títulos aqui. Os filmes brasileiros lançados desde que Bolsonaro virou presidente são, descontando documentários: “Temporada”, “Boi de Lágrimas”, “Eu Sou Mais Eu”, “O Galã”, “Tito e os Pássaros”, “A Pedra da Serpente”, “Minha Fama de Mau”, “Homem Livre”, “Sai de Baixo – O Filme”, “Cinderela Pop”, “Tá Rindo de Quê?”, “Diários de Classe”, “O Último Trago”, “Albatroz”, “Mal Nosso”, “Sobre Rodas”, “Alaska”, “Chorar de Rir”, “Cine Holliúdy 2 – A Chibata Sideral”, “Jorginho Guinle – $ó se Vive uma Vez”, “Bio – Construindo uma Vida”, “De Pernas pro Ar 3”, “Horácio”, “Organismo”, “Borrasca”, “A Sombra do Pai”, “B.O.”, “Mormaço”, “A Quarta Parede”, “45 Dias sem Você”, “Kardec”, “Inferninho”, “Histórias Estranhas”, “Dias Vazios”, “Beatriz”, “Deslembro”, “Blitz”, “Divino Amor”, “O Olho e a Faca”, “Turma da Mônica – Laços” e, nesta semana, “A Serpente”. O filme sobre a eleição do presidente, por sua vez, chama-se “Nem Tudo se Desfaz” e seria realizado por José Teófilo, diretor de “O Jardim das Aflições”, sobre o guru de Bolsonaro, Olavo de Carvalho. A produção teve autorização da agência para captar R$ 530 mil, conforme publicação no Diário Oficial da União, em 31 de maio. “Não queremos filmes de políticos com dinheiro público. O poder público não deve se meter a fazer filme. O Estado vai deixar de patrocinar”, disse Bolsonaro. Aproveitando o assunto, ele voltou a criticar a liberação de recursos federais para a elaboração do filme “Bruna Surfistinha” e disse que buscará a “extinção da Ancine”. “Não tem filme nem com a Bruna Surfistinha nem com Jair Bolsonaro”, afirmou. Atualmente, a principal fonte do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual), sob controle da Ancine, é a arrecadação do Condecine e da Fistel, taxas pagas pelas próprias empresas que atuam no segmento. Ou seja, não se trata de recursos oriundos de orçamento federal. Esse dinheiro não é do governo, ele é arrecadado junto ao setor privado com uma destinação específica para o audiovisual. O governo não pode realocá-lo em outro lugar. É preciso explicar didaticamente, porque o presidente e seus seguidores nas redes sociais demonstram não entender como o financiamento funciona. De todo modo, a ameaça de extinção da Ancine integra um projeto anti-cultural bem articulado, que começou com a extinção do Ministério da Cultura e seguiu com a proibição de patrocínio de estatais a eventos culturais, imposição de limites mais restritos aos tetos de projetos que podem ser aprovados via Lei de Incentivo à Cultura (antiga Lei Rouanet), a exclusão de representantes do mercado e da sociedade civil do CSN (Conselho Superior de Cinema), a mudança do CSC para a pasta da Casa Civil, o fim de apoio da Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) para o programa Cinema do Brasil, voltado à exportação de filmes brasileiros, e outras iniciativas similares. Bolsonaro também não assinou o decreto da Cota de Tela, que estipula um determinado número de dias obrigatórios para que os cinemas exibam filmes brasileiros, que deveria ter sido publicado em janeiro, não escolheu os nomes do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), que decide como alocar os recursos arrecadados pelas taxas do mercado, e não nomeou um dos nomes que preencheria uma vaga aberta na diretoria da Ancine desde a renúncia de Mariana Ribas no começo do ano.
Jeff Bridges vai viver agente da CIA aposentado em sua primeira série de TV
O ator Jeff Bridges, vencedor do Oscar por “Coração Louco” (2009), vai estrelar sua primeira série de TV. Ele será o protagonista de “The Old Man”, produção desenvolvida para o canal pago FX, no papel de um ex-agente da CIA chamado Dan Chase. Aposentando e em reclusão há décadas, ele precisará desenferrujar suas habilidades quando um assassino de aluguel aparece para perturbar sua paz. A série é baseada no livro homônimo de Thomas Perry, mas poderia muito bem ser um derivado de “RED (Aposentados e Perigosos)”, já que tem basicamente a mesma premissa do longa de 2010, em que Bruce Willis é tirado da aposentadoria à bala. A adaptação está a cargo dos roteiristas Robert Levine e Jonathan E. Steinberg, cocriadores de “Black Sails”. A data de estreia ainda não foi definida. “Jeff Bridges é um ator icônico e extraordinário, e tê-lo estrelando esta série é um momento incrível para a FX”, comentou o presidente de programação da emissora, Nick Grad, em comunicado. “Jon Steinberg e Robert Levine entregaram um roteiro incrível para o piloto, e Jeff é perfeito para o papel”, complementou. A produção vai representar um retorno à televisão para o ator, que surgiu nas telas fazendo pequenas participações em episódios da série clássica de 1958 “Aventura Submarina”, estrelada por seu pai, o lendário ator Lloyd Bridges. Ao todo, o pequeno “Jeffrey” Bridges apareceu em quatro episódios de duas temporadas como meninos diferentes, entre os oito e os dez anos de idade, e seguiu fazendo aparições televisivas até 1970. Entretanto, nunca tinha repetido o mesmo papel em mais de um episódio. Curiosamente, quando a produção foi anunciada, outro foi mencionado como intérprete do “old man” do título: Samuel L. Jackson (“Capitã Marvel”). Também seria sua primeira série de TV. Relembre aqui.
Will & Grace vai acabar (de novo) na próxima temporada
Os produtores de “Will & Grace” decidiram finalizar a série na próxima temporada, que estreia em 2020. O anúncio foi feito em comunicado conjunto de Max Mutchnick, David Kohan e James Burrows, que revelaram ter chegado a esta decisão em comum acordo com o elenco. “Pensamos em ‘Will & Grace’ como Karen pensa sobre seus martínis – 51 não é o bastante, mas 53 é demais”, brincaram. “Por isso, após consultar o nosso elenco, decidimos que esta será nossa última temporada”. A próxima temporada é a 3ª do revival iniciado em 2017, mas a 11ª desde que a produção estreou em 1998. Ou seja, esta será a segunda vez que a série vai acabar. A fase original de “Will & Grace” foi exibida de 1998 a 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). A trama gira em torno do não casal formado por um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividem um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. “O impacto e o legado de ‘Will & Grace’ simplesmente não podem ser exagerados. Ela mudou o jogo quando estamos falando de retratos da comunidade LGBTQIA+”, acrescentaram representantes da rede NBC, que exibe a série nos EUA. “Devemos um enorme agradecimento a Max, David, Jimmy e ao elenco, por seu brilhantismo durante este incrível período”, conclui o comunicado. O revival é escrito pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e os episódios continuam sob a direção de James Burrows, que comandou as gravações das oito temporadas originais. Mas apesar da ênfase na decisão criativa, o anúncio do final também reflete a perda de quase metade dos telespectadores na temporada encerrada em abril passado – de 5,5 milhões em 2018 para 3 milhões de telespectadores ao vivo. O elenco também recebeu aumentos consideráveis – de US$ 250 mil por episódio a US$ 350 mil na nova temporada. Assim, a série acabou ficando muito cara para seu retorno em audiência. A última temporada deve ir ao ar no começo de 2020, durante a midseason.
Homem-Aranha: Longe de Casa atinge US$ 1 bilhão de bilheteria mundial
“Homem-Aranha: Longe de Casa” atingiu uma marca histórica para a franquia do super-herói nesta quinta-feira (25/7), ao ultrapassar US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais. Ao todo, o filme arrecadou US$ 672M (milhões) no mercado internacional e US$ 333M nos Estados Unidos e Canadá, atingindo US$ 1.005B (bilhão). É a primeira vez em que um filme do personagem chega nesta marca. O filme anterior, “Homem: De Volta ao Lar”, encerrou sua trajetória nos cinemas com US$ 880,1M em 2017. E o mais bem-sucedido de todos até então, “Homem–Aranha 3”, dirigido por Sam Raimi, tinha arrecadado US$ 890,8M em 2007. O mais impressionante é que “Longe de Casa” levou menos de quatro semanas para superar a arrecadação completa de todas as outras encarnações do Aranha que a antecederam, e ainda está em cartaz. Também é a segunda vez em todos os tempos que a Sony lança um filme bilionário. Anteriormente, o estúdio tinha apenas “007 – Operação Skyfall” com faturamento superior a US$ 1B nas bilheterias mundiais. De forma curiosa, em ambos os casos as produções são parcerias com outros estúdios, respectivamente Disney/Marvel no longa do super-herói e MGM no filme do agente secreto. Em relação aos lançamentos da Marvel, a quantia já se tornou bastante comum. Só neste ano, é o terceiro filme a atingir o valor, após “Capitão Marvel” e “Vingadores: Ultimato” (que quase triplicou a fatura, com US$ 2,7B e a maior bilheteria mundial de todos os tempos). Alguns rumores sobre cláusula contratual da parceria entre Marvel e Sony chegaram a circular na semana passada, alegando que se o filme não atingisse US$ 1B nas bilheterias, a parceria seria desfeita e o Aranha voltaria a ser exclusivo da Sony, para ajudar o estúdio a lançar um universo de personagens compartilhado pelo herói. Fato ou boato, a meta de US$ 1B foi superada. E a Marvel, que não anunciou o terceiro longa do Homem-Aranha na Comic-Con, pode agora oficializar a produção na D23, a “Comic-Con da Disney”, que vai acontecer entre 23 e 25 de agosto.
Animal Kingdom é renovada para a 5ª temporada
A TNT renovou “Animal Kingdom” para a 5ª temporada. A produção vem mantendo boa audiência, com uma média de 1,2 milhão de telespectadores, o que faz dela uma das 10 séries mais assistidas da TV paga americana. Inspirada no filme “Reino Animal” (2010), de David Michôd, a série acompanhando a rotina de uma família de criminosos, comandada pela matriarca Smurf (Ellen Barkin). Na atual temporada (que termina em agosto), o elenco também acrescentou Emily Deschanel em seu primeiro papel desde o fim de “Bones”, onde viveu a personagem-título por 12 temporadas – até 2017. David Michôd, que escreveu e dirigiu o filme original, participa da produção, mas o projeto é do roteirista Jonathan Lisco (de “Southland”), com supervisão de John Wells (responsável também pelo remake de “Shameless”). No Brasil, “Animal Kingdom” é exibida pelo canal pago AMC.
Projeto Gemini: Will Smith enfrenta seu clone em novo trailer dublado e legendado
A Paramount divulgou um novo pôster e o segundo trailer de “Projeto Gemini”, em versões dublada e legendada, que destacam a luta de Will Smith (“Bright”) contra si mesmo. No filme, o ator aparece em dois papéis, caçando a si mesmo na tela. Um desses personagens é um clone, que mostra o ator jovem, graças à tecnologia que o diretor Ang Lee (“As Aventuras de Pi”) e o produtor Jerry Brukheimer (“Piratas do Caribe”) chamam de “revolucionária”. Will Smith interpreta Henry, um assassino de meia idade que quer se aposentar, e também seu oponente, um clone 25 anos mais jovem e no auge da forma física, que tem a missão de matá-lo. A prévia demonstra que o rejuvenescimento é caprichado, fazendo com que o astro enfrente sua versão Fresh Prince (da época da série “O Rei do Pedaço”). O elenco ainda inclui Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield 10”) como uma aliada do protagonista original e Clive Owen (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”) como o vilão, chefe do programa de clonagem. A produção de “Projeto Gemini” é uma façanha por si só. Seu desenvolvimento começou ainda nos anos 1990, e o papel principal chegou a ser discutido com Harrison Ford, Nicolas Cage, Clint Eastwood e até Sean Connery, mas acabou esquecida pela Disney. Quando o estúdio encerrou seu contrato com Jerry Brukheimer, o produtor levou o roteiro para a Skydance, que se associou a Paramount e passou a dar prioridade ao lançamento. A história é completamente original. Ou seja, não é baseada em nenhum livro, quadrinhos ou série. Mas, por conta do longo tempo de desenvolvimento, é assinada por uma multidão, com muitas contribuições aproveitadas no roteiro final. Entre os nomes por trás da trama estão Billy Ray (“Jogos Vorazes”), Andrew Niccol (“Gattaca”), Darren Lemke (“Shazam!”), Jonathan Hensleigh (“Armageddon”), a dupla Christopher Wilkinson e Stephen J. Rivele (“Ali”) e até David Benioff (criador de “Game of Thrones”). A estreia está marcada para 10 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Um Espião Animal: Animação ganha trailer dublado em português
A Fox divulgou a versão dublada em português do trailer de “Um Espião Animal” (Spies in Disguise). Com isso, o público nacional perde um dos maiores atrativos da produção, que é dublada em inglês por Will Smith (“Esquadrão Suicida”) e Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”). A aposta é que crianças não se importam com as vozes – embora o estúdio americano tenha pago uma fortuna por esse detalhe descartável. A prévia acompanha uma versão animada de Will Smith como um superespião, explodindo tudo e encenando saltos impossíveis. Até que, lá pelo final do vídeo, ele é transformado num pombo por um inventor adolescente (papel original de Holland). “Um Espião Animal” é baseado em um curta de 2009, feito por Lucas Martell, que não tem nada dessa premissa, mas inclui um agente secreto e um pombo. Ao transformar Will Smith no pombo, o estúdio Blue Sky – de “A Era do Gelo”, “Rio” e “Ferdinando” – mantém sua tradição de lançar animações de animais falantes. O elenco de dubladores originais ainda inclui Rashida Jones (“Te Peguei!”), Karen Gillan (“Guardiões da Galáxia”), Ben Mendelsohn (“O Destino de uma Nação”), Masi Oka (“Hawaii Five-0”) e DJ Khaled (“A Escolha Perfeita 3”). A direção do longa está a cargo de Nick Bruno e Troy Quane, respectivamente animador e artista de storyboard da franquia “A Era do Gelo”, que fazem suas estreias na função. A estreia mudou recentemente de data, adiada para 23 de janeiro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.
The Walking Dead: 10ª temporada ganha novas fotos e trailer oficial legendado
A Fox divulgou a versão oficial legendada do trailer da 10ª temporada de “The Walking Dead” produzido para a Comic-Con International. Além disso, a produtora Skybound, responsável pela série, revelou o visual da atriz Thora Birch (“Petunia”) como Gama (Gamma, em inglês), Sussurradora que terá papel de destaque nos novos episódios. Seguidora fanática de Alfa (Alpha), ela é uma personagem exclusiva da televisão, que promete acrescentar novas histórias ao universo criado por Robert Kirkman. Segundo a showrruner Angela Kang, a nova temporada vai adaptar de uma maneira remixada o icônico arco dos quadrinhos “A Guerra dos Sussurradores” (The Whisperer War). O vídeo oficial também é repleto de revelações, como a liberdade de Negan e o fato de Michonne carregar Lucille (o infame taco de beisebol com arame farpado) e beijar o Rei Ezekiel, sem esquecer da aparição de um barco à vela, mas se concentra principalmente nos preparativos, provocações e engajamento na guerra contra os Sussurradores. A showrunner Angela Kang já tinha sugerido que Negan sairia de sua cela nos novos episódios. Isto também aconteceu nos quadrinhos, mas a produção televisiva está desenvolvendo essa fase de forma diferente das publicações, devido à mortes divergentes e mudanças no elenco da atração. Por sinal, a série vai perder mais um integrante importante nos próximos capítulos. Danai Gurira, a intérprete de Michonne, vai se despedir da atração para se dedicar à sua carreira cinematográfica, que explodiu após “Pantera Negra” (2018). A 10ª temporada de “The Walking Dead” vai estrear em 6 de outubro. A série é exibida no Brasil pelos canais pagos Fox e Fox Premium 2. Here's your first look at Thora Birch (@1107miss) as Gamma from #TheWalkingDead Season 10 ? pic.twitter.com/5ZW4E3mCRj — The Walking Dead (@TheWalkingDead) July 25, 2019
Modo Avião: Netflix divulga foto de filme com Larissa Manoela e Erasmo Carlos
A Netflix divulgou a foto do elenco de “Modo Avião”, filme brasileiro da plataforma, que vai juntar Larissa Manoela (“Meus 15 Anos”) e Erasmo Carlos (“Paraíso Perdido”). De acordo com a plataforma, “Modo Avião” “conta a história da jovem Ana (Larissa Manoela), que estudou moda sonhando em ser uma grande estilista. Mas largou tudo para virar uma influenciadora digital da famosa marca True Fashion, liderada pela executiva Carola (Katiuscia Canoro, de “Tô Ryca!”).” Sempre conectada e postando, Ana não larga o celular nem para dirigir e acaba sofrendo um acidente sério. O problema a afasta das redes sociais e a leva à casa do avô Germano (Erasmo Carlos), no interior, onde ela entra em um “detox digital”. Germano é dono de um antigo carro Mustang, também fotografado, que Ana ajudará a consertar, numa jornada para conhecer sua família e a si própria. Completam o elenco André Luiz Frambach (“Chico Xavier”) e Dani Ornellas (“O Inventor de Sonhos”). O filme é baseado em roteiro do mexicano Alberto Bremmer (“Ya Veremos”). A versão brasileira é escrita por Renato Fagundes (“Vai que Cola – O Começo”) e Alice Name-Bomtempo (“Vai que Cola – série”). A direção está a cargo de César Rodrigues (“Vai que Cola – O Filme”).
Zumbilândia 2: Primeiro trailer e imagens têm mais participações especiais que zumbis
A Sony divulgou o pôster, três fotos e o primeiro trailer de “Zumbilândia 2”, que em inglês se chama “Zombieland: Double Tap”. A produção volta a reunir o mesmo quarteto de sobreviventes do apocalipse zumbi com os roteiristas e o diretor do longa de 2009. E a passagem do tempo é um dos temas da prévia. Ela se manifesta na decadência que tomou conta das cidades e na determinação da personagem de Abigail Breslin de não ser mais tratada como criança. Comprovando que virou adolescente, ela até foge com um namoradinho maconheiro, motivando uma nova jornada de resgate. Emma Stone, Woody Harrelson e Jesse Eisenberg também estão de volta a seus papéis, cruzando pelo caminho com Rosario Dawson (“Luke Cage”), Zoey Deutch (“Artista do Desastre”), Avan Jogia (“Ghost Wars”), Thomas Middleditch (“Silicon Valley”), Luke Wilson (“Legalmente Loira”) e até Bill Murray (de novo) e Dan Aykroyd, que interpretam a si mesmos. De fato, há mais participações especiais que zumbis no vídeo divulgado. O roteiro de Paul Wernick e Rhett Reese estava pronto há bastante tempo. Mas foi preciso estourarem com dois filmes de “Deadpool” para suas páginas serem resgatadas da pilha de projetos esquecidos pelos executivos da Sony. Para completar, o diretor Ruben Fleischer também entrou em alta, após a bilheteria surpreendente de “Venom”. “Zumbilândia 2” tem previsão de estreia para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos, mas ainda a tempo de pegar o Halloween e o aniversário de dez anos da estreia do primeiro “Zumbilândia”.
Resposta russa à minissérie Chernobyl ganha primeiro trailer
A resposta da TV russa à minissérie da HBO “Chernobyl” ganhou o seu primeiro trailer. A produção foi criada após reação negativa ao tratamento dado às autoridades russas na produção americana, que aparecem como incompetentes e responsáveis por permitir a contaminação de milhões de moradores da região. Há poucos detalhes disponíveis sobre a versão russa, mas a prévia apresenta várias cenas semelhantes às exibidas na série criada por Craig Mazin, como reuniões do secretariado com Mikhail Gorbachev e o trabalho de limpeza do reator. Entretanto, como vinha sendo especulado, o trailer também mostra que o acidente teria relação com uma conspiração americana. Sério. A sinopse revela que os episódios seguirão “um grupo de oficiais soviéticos da KGB encarregados de descobrir um agente da CIA estacionado na usina nuclear de Chernobyl e envolvido em espionagem”. Intitulada “Tchornobil”, a série é dirigida por Alexei Muradov (“Sob o Céu do Líbano”) e será exibida pelo pró-Kremlin NTV.
Festival de Veneza anuncia competição polêmica com quadrinhos, streaming e Polanski
A organização do Festival de Veneza 2019 anunciou sua seleção oficial nesta quinta (25/7). Sem exemplares do cinema nacional, mas com muitas estrelas de Hollywood, a lista da competição chama atenção por incluir pela primeira vez um filme de super-herói – no caso, supervilão – na disputa do Leão de Ouro. Trata-se de “Coringa”, de Todd Phillips, com Joaquin Phoenix no papel do personagem da DC Comics. Há até uma sci-fi, “Ad Astra”, de James Gray, estrelada por Brad Pitt e produzida pelo brasileiro Rodrigo Teixeira – que também produz “Wasp Network”, do francês Olivier Assayas, estrelado por Wagner Moura. A lista segue inesperada com o novo filme de Roman Polanski, “An Officer and a Spy” (J’Accuse), que deve concentrar manifestações feministas pela ficha corrida do cineasta. Ainda mais que apenas dois filmes dirigidos por mulheres foram selecionados na competição principal: “Babyteeth”, de Shannon Murphy, e “The Perfect Candidate”, de Haifaa Al-Mansour. Estimulando ainda mais o confronto, a programação até incluiu uma exibição especial, fora da competição, da versão “integral” de “Irreversível” (2002), de Gaspar Noé, filme conhecido por incluir a mais longa e indigesta cena de estupro do cinema. Outros destaques da relação incluem “Ema”, do chileno Pablo Larrain, e “Waiting for the Barbarians”, do colombiano Ciro Guerra, que na verdade é uma produção americana estrelada por Johnny Depp e Robert Pattinson. Para completar, Veneza vai seguir exibindo produções de streaming, após premiar “Roma”, da Netflix, como Melhor Filme do ano passado. “The Laundromat”, de Steven Soderbergh, e “Marriage Story”, de Noah Baumbach, são alguns dos representantes deste ano. Quanto aos brasileiros, apenas dois longas foram selecionados em mostras paralelas – o documentário “Babenco – Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou”, dirigido por Bárbara Paz, na mostra Venice Classics, e “A Linha”, curta animado de Ricardo Laganaro, na seleção de produções de realidade virtual. O Festival de Veneza 2019 começa em 28 de agosto com a projeção de “The Truth”, novo drama do premiado cineasta japonês Hirokazu Kore-eda (“Assunto de Família”), e se encerra 7 de setembro, com o anúncio dos premiados pelo juri presidido pela cineasta argentina Lucrecia Martel (“Zama”). Confira abaixo a lista completa dos filmes anunciados. Competição principal – Leão de Ouro The Truth, de Hirokazu Kore-eda The Perfect Candidate, de Haifaa Al Mansour About Endlessness, de Roy Andersson Wasp Network, de Olivier Assayas Marriage Story, de Noah Baumbach Guest Of Honor, de Atom Egoyan Ad Astra, de James Gray A Herdade, de Tiago Guedes Gloria Mundi, de Robert Guediguian Waiting For The Barbarians, de Ciro Guerra Ema, de Pablo Larrain Saturday Fiction, de Lou Ye Martin Eden, de Pietro Marcello La Mafia Non E Piu Quella Di Una Volta, de Franco Maresco The Painted Bird, de Vaclav Marhoul The Mayor Of Rione Sanita, de Mario Martone Babyteeth, de Shannon Murphy Coringa, de Todd Phillips J’Accuse, de Roman Polanski The Laundromat, de Steven Soderbergh No. 7 Cherry Lane, de Yonfan Fora de competição – ficção Seberg, de Benedict Andrews Vivere, de Francesco Archibugi The Burnt Orange Heresy, de Giuseppe Capotondi The King, de David Michod Adults In The Room, de Costa Gavras Mosul, de Matthew Michael Carnahan Tutto Il Mio Folle Amore, de Gabriele Salvatores Fora de competição – exibições especiais No One Left Behind, de Guillermo Arriaga Electric Swan, de Konstantina Kotzamani Irreversível – Integral Verson, de Gaspar Noe ZeroZeroZero, de Stefano Sollima The New Pope, de Paolo Sorrentino Never Just A Dream: Stanley Kubrick And Eyes Wide Shut, de Matt Wells De Olhos Bem Fechados, de Stanley Kubrick Fora de competição – documentário Woman, de Yann Arthus-Bertrand, Anastasia Mikova Roger Waters Us + Them, de Sean Evans, Roger Waters I Diari Di Angela – Noi Due Cineaste. Capitolo Secondo, de Yervant Gianikian, Angela Ricci Lucchi Citizen K, de Alex Gibney Citizen Rosi, de Didi Gnocchi, Carolina Rosi The Kingmaker, de Lauren Greenfield State Funeral, dir: Sergei Loznitsa Collective, de Alexander Nanau 45 Seconds Of Laughter, de Tim Robbins Il Pianeta In Mare, de Andrea Segre Horizontes Zumiriki, de Osker Alegria Blanco En Blanco, de Theo Court Mes Jours De Gloire, de Antoine De Bary Pelican Blood, de Katrin Gebbe Un Fils, de Mehdi M Barsaoui Nevia, de Nunzia De Stefano Moffie, de Oliver Hermanus Hava, Maryam, Ayesha, de Sahraa Karimi Rialto, de Peter Mackie Burns The Criminal Man, de Dmitry Mamuliya Revenir, de Jessica Palud Giants Being Lonely, de Grear Patterson Verdict, de Raymund Ribay Gutierrez Balloon, de Pema Tseden Just 6.5, de Saeed Roustaee Shadow Of Water, de Sanal Kumar Sole, de Carlo Sironi Atlantis, de Valentyn Vasyanovych Madre, de Rodrigo Sorogoyen Evento especial Goodbye Dragon Inn, de Tsai Ming-Liang Mostra Scoffini Effeto Domino, de Alessandro Rossetto Once More Unto The Breach, de Federico Ferrone, Michele Manzolini The Scarecrows, de Nouri Bouzid Chiara Ferragni – Unposted, de Elisa Amoruso Clássicos Veneza The Incredible Shrinking Man, de Jack Arnold The Grim Reaper, de Bernardo Bertolucci The Spider’s Strategem, de Bernardo Bertolucci The Criminal Life Of Archibaldo De La Cruz, de Luis Bunuel The Crossing Of The Rhine, de André Cayette Maria Zef, de Vittorio Cottafavi Crash, de David Cronenberg Francisca, de Manoel De Oliveira The House Is Black, de Forough Farrokhzad The White Sheik, de Federico Fellini Current, de Istvan Gaal The Hills Of Marlik, de Ebrahim Golestan Death Of A Bureaucrat, de Tomas Gutierrez Alea Out Of The Blue, de Dennis Hopper Ecstasy, de Gustav Machaty Mauri, de Merata Mita Pigeon Shoot, de Giuliano Montaldo Babenco – Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou, de Bárbara Paz New York, New York, de Martin Scorsese The Red Snowball Tree, se Vasiliy Shukshin Way Of A Gaucho, de Jacques Tourneur Realidade virtual – interativo These Sleepless Nights, de Gabo Arora Loveseat, de Kiira Benzing, Kevin Laibson Glimpse (Preview), de Benjamin Cleary, Michael O’Connor Porton Down, de Callum Cooper Bodyless, de Hsin-Chien Huang Pagan Peak VR, de Ioulia Isserlis, Max Sacker A Life In Flowers, de Armando Kirwin A Linha, de Ricardo Laganaro Inori, de Miwa Komatsu Cosmos Within Us, de Tupac Martir Doctor Who The Edge Of Time, de Marcus Moresby Britannia VR: Out Of Your Mind, de Kim-Leigh Pontin Downloaded, de Ollie Rankin The Key, de Celine Tricart Realidade virtual – linear Battle Hymn, de Yair Agmon Battlescar – Punk Was Invented By Girls, de Martin Allais, Nico Casavecchia Daughters Of Chibok, de Joel Benson Only the Mountain Remains (5×1 Project), de Chiang Wei Liang Ghost In The Shell: Ghost Chaser, de Hirokai Higashi Passenger, se Isobel Knowles, Van Sowerwine The Waiting Room VR, de Victoria Mappleback Black Bag, se Qing Shao VR Free, de Milad Tangshir Gloomy Eyes, se Tereso Jorge, Fernando Maldonado O [5×1 Project], de Qiu Yang Ex Anima Experience, de Pierre Zandrowicz, Bartabas Cinema universitário The End Of Love, de Keren Ben Rafael Lessons Of Love, de Chiara Campara This Is Not A Burial, It’s A Resurrection, de Jeremiah Lemonhang Mosese












