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  • Filme

    A Caçada: Atriz de GLOW luta pela vida em trailer de novo terror da produtora de Corra!

    30 de julho de 2019 /

    A Universal divulgou as primeiras fotos e o trailer de “A Caçada” (The Hunt), novo terror da produtora Blumhouse, responsável por sucessos como “Uma Noite de Crime” (2013), “Fragmentado” (2016) e “Corra!” (2017). A prévia destaca Betty Gilpin (“GLOW”) à frente de um grupo de pessoas caçadas por esporte, numa competição sanguinária organizada pela milionária vivida por Hilary Swank (“Trust”). A premissa é velha conhecida dos fãs de terror, pelo menos desde “Zaroff, o Caçador de Vidas” (1932). A nova abordagem foi escrita por Nick Cuse e Damon Lindelof, que estabeleceram sua parceria criativa na série “The Leftovers”, onde o primeiro atuou como roteirista da equipe comandada pelo segundo – um episódio escrito pelos dois foi indicado a prêmio do Sindicato dos Roteiristas. Lindelof ainda trabalhou famosamente com o pai de Nick, Carlton Cuse, na série “Lost”. A direção é de Craig Zobel, que também dirigiu episódios de “The Leftovers”, além dos filmes “Obediência” (2012) e “Os Últimos na Terra” (2015). Já o elenco traz vários astros de séries, como Emma Roberts (“American Horror Story”), Justin Hartley (“This Is Us”), Ike Barinholtz (“The Mindy Project”) e Glenn Howerton (“It’s Always Sunny in Philadelphia”). A estreia está marcada para 24 de outubro no Brasil, um mês depois do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Democracia em Vertigem manipulou foto histórica para esconder armas de militantes mortos pela ditadura

    30 de julho de 2019 /

    A revista Piauí alertou para a manipulação de uma imagem no documentário “Democracia em Vertigem”. Duas armas foram retirados de uma fotografia histórica, que aparece aos seis minutos no documentário dirigido e narrado por Petra Costa. É uma fotografia em preto e branco onde há dois homens mortos, um deles identificado pela cineasta como “o mentor dos meus pais: Pedro Pomar”. Petra explica então que seu nome é uma homenagem feita por seus pais a Pedro. No retrato, o jornalista Pedro Ventura Felipe de Araújo Pomar e Ângelo Arroyo, dirigentes do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), aparecem mortos e ensanguentados, após serem executados na manhã do dia 16 de dezembro de 1976 pelas forças sob o comando do Segundo Exército, numa casa térrea na rua Pio XI, em São Paulo. O episódio ficou conhecido como a Chacina da Lapa. No documentário, os corpos aparecem desarmados. Entretanto, a mesma fotografia, anexada a um dos laudos da morte de Pedro Pomar, datado de 27 de dezembro de 1976 e arquivado no Instituto de Criminalística de São Paulo, traz um revólver do lado direito do corpo de Pomar e uma carabina embaixo da mão direita de Arroyo. Procurada pela Piauí, Petra Costa disse que estava esperando alguém reparar para tocar no assunto. Por e-mail, a documentarista confirmou que a foto é a mesma e as armas foram digitalmente retiradas da fotografia usada no filme. “Há uma razão para isso, e eu estava esperando que alguém do público notasse. Como afirmei no documentário, Pedro era o mentor político da minha mãe, e foi amplamente reconhecido que a polícia plantou armas ao redor dos corpos dos ativistas assassinados, como uma desculpa para seus assassinatos brutais”, escreveu Petra. A diretora continuou: “Há um debate significativo sobre a veracidade das armas nesta cena, com muitos comentários. E até a própria Comissão da Verdade trouxe evidências para as alegações de que a polícia plantou as armas após a morte de Pedro, e por isso optei por remover esse elemento e homenagear a Pedro com uma imagem mais próxima à provável ‘verdade’.” De fato, existem documentos públicos, livros e artigos que apontam uma manipulação da cena daquele crime pelas forças militares. Um deles é o relatório da Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos, criada no governo Fernando Henrique Cardoso para reconhecer mortes e desaparecimentos, e indenizar familiares de vítimas da ditadura militar. Nele, há o relato de Maria Trindade, ocupante da casa na Lapa e única sobrevivente do massacre. Ela afirmou que Pomar não havia caído na posição em que se encontra na fotografia, tampouco estava de óculos no momento em que fora alvejado. O repórter Nelson Veiga, da TV Bandeirantes, que foi o primeiro jornalista a chegar à cena do crime, disse à Folha de S.Paulo, dez anos depois do massacre, que, quando entrou na residência, não havia armas perto dos corpos de Pomar e Arroyo. “Pela disparidade de forças, aconteceu ali uma matança”, disse o repórter. Um laudo independente, do médico Antenor Chicarino, constatou que “diversas lesões existentes na vítima foram omitidas no laudo. Dentre outras, foi omitida a menção a lesões típicas compatíveis com ‘zona de tatuagem’ – lesões que indicam proximidade do disparo – assim como ferimento perfuro contuso em região temporal anterior, possivelmente correspondente a tiro de execução”, diz texto de denúncia do MPF de São Paulo. Segundo testemunhas, foram cerca de vinte minutos de tiros e pânico na vizinhança da Lapa durante a operação. E depois o corpo de Pomar foi enterrado com um nome falso no cemitério de Perus. “Com o intuito de dificultar sua exumação e, assim, a apuração da fraude”, diz a denúncia do MPF. Em 1980, a família de Pomar descobriu o paradeiro dos restos mortais e fez o translado para o Pará, terra natal do jornalista. Assim, há indícios evidentes de que a cena do crime foi forjada pelos militares, colocando as armas perto dos militantes mortos para justificar a execução. E Petra Costa justifica essa manipulação para fazer a sua manipulação em seu filme. “Afirmo que a imagem da morte de Pedro foi marcada por essas armas colocadas ao redor do seu corpo após sua morte. E senti uma oportunidade para corrigir um erro percebido por muitos”, declarou. A revista, então, foi ouvir a opinião de outras pessoas envolvidas na história, para saber o que acharam da falsificação da imagem. O jornalista Pedro Estevam da Rocha Pomar, neto do dirigente comunista e autor de uma coleção de livros chamados “Massacre na Lapa”, sobre o ataque em 1976, disse que não concorda com a retirada. “Tenho certeza de que ela fez isso com as melhores intenções, de boa-fé. Ainda assim, acho um erro. Não há porquê. Devia ter mantido a foto como ela é. A própria foto original já tinha uma adulteração da cena do crime… Era melhor ter mostrado a foto e contado o seu contexto.” Eduardo Escorel, montador de documentários premiados como “Cabra Marcado para Morrer” e “Santiago”, de Eduardo Coutinho, e diretor de “Imagens do Estado Novo – 1937-45”, trabalhou por quatro meses como consultor de montagem de “Democracia em Vertigem” em 2017, e disse que não soube da alteração da imagem até a estreia do longa. A alteração da fotografia também não é mencionada no filme, que está em cartaz no catálogo da Netflix em 150 países. “Há documentaristas que encenam, inventam, fazem referências inexistentes, ou atribuem aos personagens coisas que eles nunca fizeram. Existe uma tendência do cinema de desenvolver uma área comum entre a ficção e o documentário. Isso não quer dizer que não persista uma diferença. Mesmo quando o documentário trabalha com elementos ficcionais, de recriações, e mesmo neste caso, o espectador precisa estar advertido sobre o que está vendo. Adulterar uma imagem qualquer e fazer essa imagem passar por algo que ela não é, acho um procedimento equivocado”, diz Escorel. Na opinião dele, um procedimento possível seria dedicar mais tempo a essa foto e relatar sua história. Outro seria colocar uma nota ou uma legenda no fim do filme, dizer que a foto foi alterada e por qual motivo. “O compromisso ético do documentarista é com o espectador. E iludir o espectador, ao meu ver, não é próprio do documentário”, afirma Escorel. Claro que essa visão de que documentarista tem compromisso ético é tão idealizada quanto a lenda de que jornalista é isento. Na verdade, filmes baseados em imagens reais e depoimentos nada mais são que trabalho de edição para criar uma narrativa. No caso, o filme de Petra Costa se insere na “narrativa do golpe”, como outras produções feitas por cineastas militantes em torno do Impeachment da presidente Dilma Rousseff. Manipular imagem real faz parte da construção dessa narrativa. O que contraria a tese é descartado. Entretanto, o produto manipulado é apresentado como “factual”. Não é um fenômeno exclusivo de documentários da “esquerda”. Vem aí, a seguir, o “filme do mito”, “Nem Tudo se Desfaz”, de Josias Teófilo, que vai abordar o mesmo período de “Democracia em Vertigem” e contar história radicalmente oposta, com conclusão conflitante. Trata-se de uma guerra cultural de retóricas, onde o que menos importa é a “verdade”. Ou melhor, cada lado tem a sua “verdade”, e ela permite maquiar fotos sem aviso para os espectadores. Porque até a manipulação é justificada com o nome dela, da “verdade”.

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  • Filme

    Novo terror do diretor de A Bruxa ganha trailer tenso com Robert Pattinson e Willem Dafoe

    30 de julho de 2019 /

    O estúdio A24 divulgou o pôster e o primeiro trailer do terror “The Lighthouse” (o farol), segundo longa do diretor Robert Eggers, do premiado “A Bruxa” (2015). Em preto e branco de forte influência noir e expressionista, o filme traz os atores Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) e Willem Dafoe (“Projeto Flórida”) como trabalhadores solitários de um farol numa ilha deserta, no final do século 19. A situação de isolamento alimenta a tensão e a paranoia entre os dois, que precisam se abrigar no farol contra a fúria do tempo, enquanto antigos mitos marinhos ganham vida – veja pausadamente o trailer para perceber uma cena rápida de horror. O filme é uma coprodução com a empresa brasileira RT Features, de Rodrigo Teixeira, que também coproduziu “A Bruxa”, e foi premiado em sua estreia mundial no Festival de Cannes com o Prêmio da Crítica de Melhor Filme na seção paralela Quinzena dos Realizadores. A estreia brasileira está marcada para 31 de outubro, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Filha de Bruce Lee reclama de como Tarantino retratou seu pai em Era Uma Vez em Hollywood

    30 de julho de 2019 /

    A filha de Bruce Lee, Shannon Lee (produtora da série “Warrior”) fez duras críticas ao filme “Era Uma Vez em Hollywood”, de Quentin Tarantino, após ver a representação de seu pai nas telas. Ela disse que sentiu que houve zombaria em relação a Bruce Lee e que o resultado a deixou desanimada. No filme, o personagem de Brad Pitt (“Bastardos Inglórios”), um dublê chamado Cliff Booth, troca insultos com Bruce Lee, interpretado por Mike Moh (“Inumanos”). Eles acabam por resolver a questão lutando. Em entrevista ao site The Wrap, Shannon disse que não gostou de ver o pai representado como arrogante, já que, na década de 1960, o mercado do cinema para asiáticos era complicado, diferentemente do retratado no filme. Na história de Bruce Lee, foram comuns casos em que atores brancos pegaram papéis que podiam ser dele, passando-se por asiáticos. “Eu posso entender as razões que os levaram a este retrato no filme. Eu entendo que os personagens são anti-heróis e que é uma fantasia cheia de raiva sobre o que poderia ter acontecido. E eles retratam um período com muito racismo e exclusão. Entendo que o personagem de Brad Pitt é um durão que pode bater em Bruce Lee. Mas eles não precisavam tratá-lo da mesma forma que os brancos de Hollywood o trataram em vida”, afirmou Shannon Lee. Para a filha do ex-ator, que morreu em 1973, Tarantino pode ter tentado mostrar como Lee era estereotipado, mas “não funcionou”. “Ele aparece como um c… arrogante que fala sobre coisas que não sabe. E não alguém que teve de lutar três vezes mais duro que todos os outros para conquistar o que outros tiveram com naturalidade. Foi muito desconfortável sentar no cinema e ver as pessoas rindo do meu pai”, afirmou ela. Matthew Polly, autor do livro “Bruce Lee: A Life”, corroborou as críticas. “Tendo em vista a forma tão simpática com que Tarantino retratou Steve McQueen, Jay Sebring e Sharon Tate, fiquei surpreso que ele não tivesse a mesma cortesia com Bruce Lee, o único não branco do filme. Ele poderia ter causado o mesmo efeito, sem a zombaria.” Lançado na sexta-feira (26/7) nos Estados Unidos, “Era Uma Vez em Hollywood” registrou a maior bilheteria de estreia de Quentin Tarantino na América do Norte. A está no Brasil está marcada para 15 de agosto. Veja abaixo o trailer, com uma cena de Bruce Lee.

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  • Etc

    Lucy Hale vai apresentar o Teen Choice Awards 2019

    30 de julho de 2019 /

    A atriz Lucy Hale (a Aria de “Pretty Little Liars”) vai apresentar a premiação do Teen Choice Awards 2019 ao lado do youtuber David Dobrik. Hale ganhou sete Teen Choice Awards por seu papel em “Pretty Little Liars” e este ano estará no papel-título da série “Katy Keene”, spin-off de “Riverdale”. Ela própria compartilhou a informação em sua conta no Twitter, dizendo-se empolgada por voltar a apresentar o prêmio. Será a segunda vez que ela comandará o evento, após dividir a apresentação com Darren Criss (“American Crime Story”) em 2013. O evento vai premiar artistas em mais de 50 categorias, com ênfase nas áreas de cinema, televisão e música, e acontece no próximo dia 11 de agosto, com transmissão ao vivo no Brasil pelo canal pago Warner. So excited to be back hosting this years @TeenChoiceFOX awards !! YOU TEENS KEEP ME YOUNG!!! @DavidDobrik I will see you there my friend ? be sure to tune in 8/11 on Fox pic.twitter.com/1FzksBmdWh — Lucy Hale (@lucyhale) July 29, 2019

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  • Série

    Mindhunter: Teaser da 2ª temporada inclui Charles Manson de Tarantino

    30 de julho de 2019 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer da 2ª temporada de “Mindhunter”, que teve estreia marcada para o dia 16 de agosto, quase dois anos depois da exibição dos primeiros episódios. A prévia tensa, ao som de “Nightshift”, de Siouxsie and the Banshees, acompanha novos casos investigados pela primeira unidade do FBI especializada em serial killers. E uma curiosidade é o vislumbre de Charles Manson, vivido por Damon Herriman (de “Justified”), mesmo ator que interpreta o psicopata no filme “Era uma Vez em Hollywood”, de Quentin Tarantino. O personagem vai aparecer encarcerado e mais velho na série. A trama da 2ª temporada transcorre entre 1979 e 1981, alguns anos depois dos eventos dos primeiros episódios. O foco será uma série de assassinatos que ocorreu na cidade de Atlanta (EUA), onde pelo menos 28 crianças foram mortas em um período curto de tempo. Considerada uma das melhores séries do serviço de streaming em 2017, “Mindhunter” é produzida pelo cineasta David Fincher (“Seven”, “Zodíaco”, “Garota Exemplar”) e a atriz Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”), e é baseada no livro de memórias do agente John Douglas – vivido por Jonathan Groff (séries “Glee” e “Looking”) na atração. A trama mostra como ele juntou especialistas de várias áreas para estudar a mente de psicopatas, que se encontram encarcerados, e como passou a utilizar esse conhecimento para caçar assassinos soltos. O elenco inclui Holt McCallanay (“Sully”), Anna Torv (série “Fringe”), Cotter Smith (série “The Americans”), Sonny Valicenti (“A Última Ressaca do Ano”) e Hannah Gross (“Quando Eu Era Sombrio”). Além de produzir, Fincher também dirigiu alguns episódios, como fez com “House of Cards” – foram quatro capítulos na 1ª temporada e serão mais dois no segundo ano.

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  • Música,  Série

    Série sobre o grupo de rap Wu-Tang Clan ganha novo trailer

    30 de julho de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o segundo trailer de “Wu-Tang: An American Saga”, minissérie que conta a história do grupo de hip-hop Wu-Tang Clan. A prévia ilustra a juventude dura dos futuros astros do rap ao som de hits clássicos da banda. Desenvolvida por um dos fundadores do Wu-Tang Clan, The RZA, em parceria com o roteirista Alex Tse (“Watchmen: O Filme” e “Superfly”), a trama se passa no começo dos anos 1990 em Nova York e revela como Bobby Diggs (o próprio The RZA) conseguiu unir uma dezena de jovens de personalidades distintas, que se encontravam divididos entre a música e o crime, para dar origem a uma das mais improváveis histórias de sucesso da música popular americana. Reverenciado pela forma como juntou hip-hop e paixão pelo kung fu clássico de Hong Kong em seu disco de estreia, criando um som distinto e inigualável, Wu-Tang Clan se tornou um dos grupos mais influentes do hip-hop em todos os tempos. Ao todo, a banda lançou cinco álbuns, que viraram ouro e platina e venderam 40 milhões de cópias em todo o mundo, além de ter rendido carreiras individuais bem-sucedidas para a maioria de seus integrantes. O elenco inclui Ashton Sanders (“Moonlight”), Shameik Moore (“Dope: Um Deslize Perigoso”), os rappers Dave East (“Beats”) e Joey Bada$$ (“Mr. Robot”) e outros. Com produção da Imagine Television, a minissérie conta com a produção de outro membro do grupo, Method Man, e inclui Ghostface Killa, Inspectah Deck, Masta Killa e GZA, bem como herdeiros de Ol ‘Dirty Bastard (falecido em 2004), como consultores. “Wu-Tang: An American Saga” será a segunda série musical da Imagine, que produz “Empire” na Fox. A produtora do cineasta Ron Howard também é responsável pelas séries de maior sucesso do canal pago National Geographic, “Genius” e “Mars”. A estreia está marcada para 4 de setembro nos Estados Unidos.

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  • Série

    The Terror: Trailer da 2ª temporada explora assombração japonesa

    30 de julho de 2019 /

    O canal pago americano AMC divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “The Terror”. Originalmente uma minissérie, a atração virou uma série de antologia ao ser renovada, contando uma história de terror diferente por temporada. O segundo arco é ambientado na época da 2ª Guerra Mundial e mostra um espectro misterioso que ameaça uma comunidade nipo-americana do sul da Califórnia. A história também denuncia os campos de concentração criados para deter imigrantes japoneses nos Estados Unidos da época. A trama se passa num desses locais, onde não há como escapar da assombração. O elenco destaca George Takei (o Sr. Sulu da “Star Trek” original), Derek Mio (“Greek”), Miki Ishikawa (“No Ritmo da Paixão”), Naoko Mori (“Evereste”), Yuki Morita (“Godzilla”), James Saito (“Altered Carbon”), Kiki Sukezane (“Perdidos no Espaço”), Eiji Inoue (“The Silk Road”) e outros. Intitulada “The Terror: Infamy”, a nova história de 10 episódios foi desenvolvida por Alexander Woo (roteirista da série “True Blood”) em parceria com Max Borenstein (“Godzilla”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott (“Todo o Dinheiro do Mundo”). A estreia está marcada para 12 de agosto nos Estados Unidos.

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  • Série

    Mayans MC: Muita violência no trailer da 2ª temporada

    30 de julho de 2019 /

    O canal pago FX divulgou o trailer da 2ª temporada de “Mayans MC”, spin-off da série “Sons of Anarchy” sobre uma gangue de motoqueiros latinos. O trailer mostra EZ (JD Pardo) revelando para seu irmão Angel (Clayton Cardenas) que sabe quem matou sua mãe. Como o público pode se lembrar, o assassino é um veterano de de “Sons of Anarchy”, Happy (David LaBrava). Além disso, a prévia capricha na violência, com muitas armas e tiros. Os novos episódios estreiam no dia 3 de setembro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox Premium.

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  • Série

    NeXT: Inteligência Artificial ataca a humanidade no trailer da nova série

    29 de julho de 2019 /

    A rede americana Fox divulgou um novo trailer de “NeXT”, série sci-fi tecnológica, prevista para a midseason de 2020. A trama acompanha a evolução de uma Inteligência Artificial maligna. Solta no mundo, ela aprende tudo o que há de errado na humanidade e se volta contra seus criadores, usando conexões da internet e computadores para promover ataques. A premissa remete aos clássicos “Colossus 1980” (1970) e “Geração Proteus” (1977) Criação de Manny Coto (de “24 Horas”) com produção a cargo da dupla John Requa e Glenn Ficarra (diretores de “Golpe Duplo”), “Next” destaca em seu elenco o ator John Slattery (Howard Stark em “Vingadores: Ultimato”) e a brasileira Fernanda Andrade (“The First”). Entre os coadjuvantes, estão Michael Mosley (“Ozark”), Jason Butler Harner (também de “Ozark”), Eve Harlow (“Agents of SHIELD”), Aaron Moten (“The Night Of”), Gerardo Celasco (“Battleship”), a adolescente Elizabeth Cappucino (“Jessica Jones”) e o menino Evan Whitten (“Mr. Robot”).

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  • Série

    Série derivada de Power será estrelada por Mary J. Blige

    29 de julho de 2019 /

    O canal pago Starz divulgou novidades sobre a série derivada de “Power”. Para começar, o título: “Power Book II: Ghost”. A sinopse diz que a trama “continuará a jornada de alguns dos personagens mais controvertidos de ‘Power'”, mas, além de personagens conhecidos, a série terá a cantora e atriz Mary J. Blige, indicada ao Oscar por “Mudbound” (2017), como nova protagonista. Seu papel não foi divulgado, assim como maiores detalhes da trama. A série derivada só vai estrear após o final de “Power”, que será dividido em duas partes, com os cinco capítulos finais previstos apenas para janeiro de 2020.

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  • Filme

    O Irlandês: Filme de Scorsese ganha primeiras fotos com Robert De Niro, Al Pacino e Joe Pesci

    29 de julho de 2019 /

    A Netflix divulgou as duas primeiras fotos oficiais de “O Irlandês” (The Irishman), novo filme de Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”). As imagens destacam as participações de três atores lendários: Robert De Niro, Al Pacino e Joe Pesci. A trama vai atravessar décadas e os atores vão interpretar versões mais jovens de si mesmos, em diferentes fases da história, com o auxílio da tecnologia de rejuvenescimento digital. O filme conta com roteiro de Steve Zaillian, que adapta o livro de Charles Brandt “I Heard You Paint Houses”, sobre a vida de Frank “The Irishman” Sheeran, o maior assassino da máfia americana. Robert De Niro fará o papel principal. Ele e Scorsese não filmavam juntos há mais de duas décadas, desde “Cassino” (1995), que também marcou a última parceria do ator com Joe Pesci. O filme foi selecionado para abrir o Festival de Nova York, em 27 de setembro, e ainda não tem previsão de lançamento comercial.

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  • Série

    Vaza primeiro vídeo da nova série derivada de The Walking Dead

    29 de julho de 2019 /

    Um vídeo de apresentação da terceira série do universo de “The Walking Dead” vazou na internet. O material traz o elenco narrando a premissa e descrevendo a situação em que se encontram seus personagens. Além dos atores, a prévia também mostra algumas artes conceituais da produção e oferece uma previsão de estreia. Ainda sem título definido, a série vai acompanhar um grupo de crianças e adolescentes que decide se aventurar fora de sua comunidade protegida, vários anos após o começo do apocalipse zumbi. “Essas crianças cresceram numa comunidade protegida com conforto e segurança, mas deixam tudo para partir numa missão perigosa, sendo perseguidas pelos adultos. Vamos ver as crianças se tornarem heróis e alguns se tornarem vilões”, descreveu o produtor Scott Gimple, ao falar sobre o novo programa na Comic-Con Internacional, em San Diego. O elenco inclui Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”) e Aliyah Royale (de “The Red Line”). Criada por Gimple e Matt Negrette, veteranos da franquia, a série terá seu piloto dirigido pelo cineasta Jordan Vogt-Roberts (de “Kong: A Ilha da Caveira”) e, segundo o vídeo, vai estrear na primavera de 2020 (entre março e maio) nos Estados Unidos.

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