Gal Gadot é confirmada como estrela de minissérie sobre Hedy Lamarr
O canal pago Showtime confirmou, durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e a TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), que Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”) vai estrelar uma minissérie sobre a vida da atriz e inventora Hedy Lamarr. O projeto existe há pelo menos um ano, mas o Showtime ainda não tinha se pronunciado oficialmente sobre a produção. Desenvolvida pela roteirista-produtora Sarah Treem, co-criadora da série “The Affair”, a minissérie vai trazer Gadot como a estrela austríaca de Hollywood, que brilhou em clássicos como “Êxtase” (1932), “Argélia” (1938), “Demônio do Congo” (1942), “Flor do Mal” (1946) e “Sansão e Dalila” (1949), e que além de linda e famosa era literalmente genial. A maior realização de Lamarr não foi um papel de cinema, mas uma invenção. Em parceria com o compositor George Antheil (“No Silêncio da Noite”), ela criou um sistema de comunicações revolucionário que, apesar de ter sido esnobada pelas Forças Armadas dos Estados Unidos durante a 2ª Guerra Mundial, serve de base para os atuais sistemas de compartilhamento de dados por WiFi e Bluetooth. Sua contribuição tecnológica foi reconhecida muito tarde em sua vida. Porém, em 2014 ela foi homenageada postumamente com sua inclusão no National Inventors Hall of Fame. Este não é o primeiro projeto de minissérie em desenvolvimento sobre Lamarr. A estrela alemã Diane Kruger, vencedora do prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes por “Em Pedaços”, anunciou uma produção similar há quase dois anos. Ela se associou com a produtora Straight Up Films (que fez “Transcendence” e “Em Busca da Justiça”) para fazer sua minissérie, que pretendia produzir e protagonizar, e contava até com o apoio do Google e algumas fundações de incentivo à pesquisa. Mas, desde então, assumiu diversos compromissos no cinema e o projeto não saiu do papel. A produção marca o primeiro papel importante de Gadot numa série americana após a frustração de “The Beautiful Life: TBL”, série cancelada após cinco episódios em 2009.
Dolph Lundgren e Sylvester Stallone vão se juntar em série de ação
Os astros das franquias “Os Mercenários” e “Rocky” vão se juntar numa série. Dolph Lundgren vai estrelar e Sylvester Stallone produzir e dirigir o projeto, que ainda não tem título definido, mas já recebeu ofertas de diversos interessados, segundo apurou o site Deadline. Escrito pelo veterano Ken Sanzel (“Assassinos Substitutos”), a série vai trazer Lundgren como agentedo Departamento de Segurança e Proteção da ONU. Ele é descrito como um hábil negociador de reféns, que vale por uma equipe SWAT inteira. Os interessados no projeto são as redes Fox, CBS e NBC, e as plataformas de streaming Netflix e Apple. Stallone e Lundgren estão estudando as propostas. O cronograma de produção só será definido após a assinatura do contrato.
Astro de As Branquelas se multiplica no trailer legendado de Seis Vezes Confusão
Marlon Wayans (“Cinquenta Tons de Preto”) conseguiu um “Professor Aloprado” (1996) pra chamar de seu. A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Seis Vezes Confusão” (Sextuplets), comédia em que, como diz o título, Wayans interpreta seis personagens diferentes. São irmãos gêmeos, separados no nascimento e diferentes em tudo. Vale lembrar que, em “Professor Aloprado”, Eddie Murphy interpretava sete integrantes da mesma família. A historinha gira em torno do Wayans que sempre achou que fosse filho único, até encontrar um irmão e descobrir que, na verdade, eles são sêxtuplos. A partir daí, parte em busca do paradeiro dos demais, arriscando uma decepção atrás da outra. O filme permite a Wayans usar a fantasia de homem gordo que Eddie Murphy popularizou em “Professor Aloprado” e voltar a se vestir de mulher como em “As Branquelas”, com direito a muitas piadas de bundas. O nível é exatamente o que se espera de uma comédia do ator e roteirista. “Seis Vezes Confusão” tem direção de Michael Tiddes, que filma todos os filmes de Wayans desde “Inatividade Paranormal” (2013). A estreia está marcada para 16 de agosto.
Ariana Grande troca meiguice por ciúme violento no clipe de Boyfriend
A cantora Ariana Grande lançou o clipe de “Boyfriend”, música que conta com parceria da dupla Social House. E logo nas primeiras horas, o lançamento se tornou o vídeo mais visto do dia no YouTube, com mais de 8 milhões de visualizações. No clipe, Ariana troca seu jeito meigo pela fúria de uma mulher enciumada, que apela para a violência física contra rival. O mesmo, por sinal, acontece com o “boyfriend” Mikey Foster, integrante do Social House, que não perdoa o flerte da cantora com um mauricinho. Na historinha, Ariana e Mikey terminaram seu romance recentemente, mas não aceitam que os ex-parceiros sigam adiante com novos relacionamentos. O refrão explica melhor: “Você não é meu namorado, eu não sou sua namorada, mas você não quer me ver com ninguém mais, e eu não quero te ver com ninguém”. “Boyfriend” é o 9º clipe de Ariana dirigido por Hannah Lux Davis, responsável pelo famoso “Thank U, Next”.
Segundo filme da Turma da Mônica ganha título e previsão de estreia
O sucesso de “Turma da Mônica: Laços”, visto por quase 2 milhões de brasileiros, já garantiu sequência. O novo filme definiu título, confirmou equipe e data de estreia. A continuação também será baseada numa graphic novel dos irmãos Lu e Vitor Cafaggi, como “Laços”. Trata-se de “Turma da Mônica: Lições”, em que Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão cometem um erro grave na escola e tem que encarar as consequências, e elas não são poucas. A nova jornada valoriza o real valor da amizade desta turma. A adaptação deve ganhar um número 2 (dois) no título, “Turma da Mônica 2: Lições”. As filmagens voltarão a reunir o elenco de “Laços”, Giulia Benite (“Mônica”), Kevin Vechiatto (“Cebolinha”), Laura Rauseo (Magali) e Gabriel Moreira (Cascão). Além deles, quem também vai continuar na franquia é o diretor Daniel Rezende. A previsão de estreia é para 8 de outubro de 2020.
Globoplay adquire Todo Mundo Odeia o Chris em streaming
A Globoplay adquiriu os direitos de exibição das quatro temporadas da sitcom “Todo Mundo Odeia o Chris” (Everybody Hates Chris), exibida na TV aberta pela Record. A atração será disponibilizada com exclusividade em streaming para os assinantes do serviço. De tanto a Record repetir os 88 episódios produzidos, a série acabou fazendo mais sucesso no Brasil que em outros países, a ponto de levar o intérprete de Chris, Tyles James Williams, a bloquear brasileiros em suas redes sociais, após comentários em português passarem a predominar em seus posts. Baseada na infância do comediante Chris Rock, a série também trazia em seu elenco Terry Crews, Tichina Arnold, Imani Hakim, Tequan Richmond e Vincent Martella, e foi cancelada há 10 anos, em 2009. A plataforma do grupo Globo ainda não anunciou quando vai disponibilizar “Todo Mundo Odeia o Chris” em seu catálogo
It: Capítulo Dois ganha vídeo de bastidores e novos pôsteres
A Warner divulgou um vídeo de bastidores e novos pôsteres de “It: Capítulo Dois”, uma das continuações mais esperadas do ano. O vídeo traz depoimentos do novo elenco, do escritor Stephen King e do diretor Andy Muschietti, responsável também pelo filme anterior, que prometem um filme muito mais assustador, mas sem deixar de lado a importância da amizade dos personagens. “It: Capítulo Dois” foca a segunda parte do livro de Stephen King. Nela, o Clube dos Perdedores volta a se reunir após 27 anos para, já adultos, enfrentar pela última vez o palhaço assassino. O elenco da fase adulta inclui Jessica Chastain (de “Mama”) como a personagem Beverly (papel de Sophia Lillis no primeiro filme), James McAvoy (“Vidro”) como Bill (Jaeden Lieberher), Bill Hader (série “Barry”) como Richie (Finn Wolfhard), James Ransone (“A Entidade”) como Eddie (Jack Dylan Grazer), Andy Bean (série “Power”) como Stanley (Wyatt Oleff), Jay Ryan (série “Beauty and the Beast”) como Ben (Jeremy Ray) e Isaiah Mustafa (série “Shadowhunters”) como Mike (Chosen Jacobs). Além deles, Bill Skarsgård retorna como o palhaço Pennywise e as crianças originais também aparecem em flashbacks. “It: Capítulo Dois” tem estreia marcada para 5 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
HBO Max adquire direitos de streaming de Doctor Who, Luther e outras séries da BBC
O serviço de streaming da WarnerMedia, HBO Max, anunciou um acordo com a BBC para incluir as séries da rede britânica em seu catálogo, entre elas a versão original britânica de “The Office”, o reality “Top Gear”, a série “Luther” e todas temporadas do reboot de “Doctor Who”, desde 2005. A plataforma também será o lar em streaming dos próximos episódios de “Doctor Who”, que serão disponibilizados na HBO Max após suas exibições na BBC e BBC America. Além das atrações recém-adquiridas da BBC, a HBO Max contará também com o catálogo da WarnerMedia que, por sua vez, é dona da HBO, de metade da rede CW, da Turner (TBS, TNT, truTV, Cartoon Network), da plataforma DC Universe e dos estúdios de cinema Warner. Além disso, disponibilizará conteúdo exclusivo, desenvolvido especialmente para os assinantes da plataforma, como uma série derivada do vindouro remake de “Duna” e uma continuação de “Gossip Girl”. A plataforma HBO Max deve ser lançada em fase de testes em outubro e comercialmente no início de 2020.
Stephen King vai escrever novo final para a minissérie baseada em The Stand – A Dança da Morte
O clássico de terror pós-apocalíptico de Stephen King, “The Stand – A Dança da Morte”, vai ganhar uma novo final na adaptação atualmente desenvolvida para a plataforma CBS All Access. O próprio King vai assinar esse novo desfecho. A plataforma anunciou que o autor vai escrever o último capítulo da minissérie, que terá ao todo nove episódios. A ideia é abordar algumas das questões que o livro deixou sem resposta. “Para os fãs do livro que se perguntaram o que aconteceu com os sobreviventes, este episódio irá conter uma história que nos leva além do livro para responder a essas perguntas”, disse a VP da CBS All Access, Julie McNamara. Assim, o episódio servirá como epílogo, apresentando uma história totalmente inédita, que a primeira adaptação da obra, uma minissérie exibida em 1994, não teve acesso. A ideia reflete entrevistas em que King dizia não ter ficado muito feliz com o final original. A partir disso, o cineasta Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”), responsável pela adaptação, convenceu o escritor a criar uma nova conclusão. Publicado em 1978, o romance de 1,1 mil páginas é um dos poucos clássicos de King que nunca ganhou versão de cinema – apesar de transformado em minissérie com um elenco grandioso (Gary Sinise, Molly Ringwald e Rob Lowe) e muito sucesso em 1994. A trama acompanha o extermínio da humanidade por uma praga de laboratório e a luta pela sobrevivência dos poucos que escapam do apocalipse, apenas para descobrir que o Anticristo se prepara para eliminar o que resta da civilização. Josh Boone estava desenvolvendo o projeto para o cinema, mas após anos de negociações e dificuldades de condensar a história, de fôlego épico, optou por uma versão em capítulos. O próprio diretor assina os roteiros em parceria com Ben Cavell (roteirista das séries “Justified” e “Homeland”). O elenco é encabeçado por James Marsden (“X-Men”, “Westworld”), Amber Heard (“Aquaman”), Whoopi Goldberg (“Instinct”), Greg Kinnear (“House of Cards”), Odessa Young (“Assassination Nation”), o roqueiro Marilyn Manson (“Salem”) e o brasileiro Henry Zaga (“13 Reasons Why”). A estreia vai acontecer ao longo de 2020 na plataforma americana de streaming CBS All Access.
Cena pós-créditos de Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw tem participação de ator famoso
A Universal aposta tanto no sucesso de “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”, primeiro derivado da franquia “Velozes e Furiosos”, que incluiu a participação de um ator muito famoso exclusivamente nas cenas pós-créditos do filme, preparando o terreno para uma possível continuação. Trata-se de… spoiler, é claro. Não leia o próximo parágrafo se não quiser saber. Quem faz a participação especial é ninguém menos que Ryan Reynolds (o “Deadpool”). Ele interpreta um personagem identificado como Agente Lock. Ao todo, “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw” tem três cenas pós-créditos e a aparição de Reynolds acontece na última. Tudo indica que Lock (Reynolds) fará parte da nova equipe de Luke Hobbs (Dwayne Johnson), no próximo filme.
Chris Pine viverá o lendário jornalista Walter Cronkite em filme sobre a cobertura do assassinato de JFK
O ator Chris Pine (“Mulher-Maravilha”) vai interpretar o lendário jornalista Walter Cronkite, âncora mais famoso da TV americana, no drama “Newsflash”. O filme vai se concentrar na cobertura dos acontecimentos de 22 de novembro de 1963, quando as emissoras de televisão correram para noticiar o assassinato do presidente John F. Kennedy no Texas. O produtor de Cronkite, Don Hewitt, o chefe da CBS Jim Aubrey e o jovem colega de trabalho Dan Rather também são personagens do filme. Durante décadas, Walter Cronkite foi considerado o homem de maior credibilidade dos EUA. Ele apresentou o principal jornal da rede, o CBS Evening News, até 1981, e sua carreira também foi marcada pelas coberturas da chegada do homem à lua e da guerra do Vietnã. Em desenvolvimento há pelo menos dois anos, o filme já chegou a ter Seth Rogen previamente contratado para viver Cronkite, mas esta versão do projeto tinha David Gordon Green (“Especialista em Crise”) anexado como diretor. Green preferiu deixar “Newsflash” para dirigir “Halloween”, que ainda ganhará mais duas sequências. Por conta disso, “Newsflash” está atualmente sem diretor confirmado. O roteiro é de Ben Jacoby (do terror “Bleed”), a produção está a cargo de Greg Silverman (“No Limite do Amanhã”) e não há previsão de estreia.
Reese Witherspoon vai produzir sci-fi com diretor de X-Men: Fênix Negra
Apesar de estar ocupada produzindo várias séries de TV, Reese Witherspoon não abandonou o cinema. Ela negocia produzir e estrelar uma sci-fi chamada “Pyros”, em coprodução com Simon Kinberg (“X-Men: Fênix Negra”). O projeto adapta um conto de Thomas Pierce intitulado “Tardy Man”, que segue um grupo de supertrabalhadores de uma companhia de seguros vestidos com um traje de proteção à fogo indestrutível e fundido às suas espinhas, com a função de entrar em áreas de desastre (como zonas de incêndios florestais) e extrair com segurança itens pertencentes aos clientes ricos da empresa. Eles são estritamente proibidos de desviar de suas missões, mesmo quando vidas humanas estão em perigo. Mas o personagem principal resolve descumprir essa ordem. As produtoras de Witherspoon e Kinberg enviaram o projeto para vários estúdios e aguardam ofertas para inciar a produção.
O Homem que Caiu na Terra: Sci-fi clássica estrelada por David Bowie vai virar série
A plataforma CBS All Access anunciou a produção de uma série inspirada no filme “O Homem que Caiu na Terra”, sci-fi cultuadíssima estrelada pelo cantor David Bowie em 1976. O projeto está sendo desenvolvido por Alex Kurtzman, produtor responsável pelas séries do universo “Star Trek” na plataforma. Ele e Jenny Lumet (filha do cineasta Sidney Lumet), que trabalharam juntos em “A Múmia”, co-escreveram o roteiro do piloto e serão os produtores executivos e co-showrunners. Kurtzman também vai dirigir o primeiro episódio. Originalmente, a série estava sendo desenvolvida pela produtora CBS TV com outra equipe para a plataforma da Hulu. Mas após um ano sem conseguir aprovar um roteiro, num impasse com a Disney para dividir os direitos do projeto, a CBS mudou sua estratégia e agora vai lançar a atração em seu próprio serviço de streaming. “Sou fã deste filme extraordinário estrelado por David Bowie há anos”, disse David Stapf, presidente da CBS Television Studios, em comunicado. “Enquanto ninguém pode esperar ultrapassar Bowie, adaptar o filme numa série permitirá uma exploração mais detalhada dos conceitos estabelecidos na trama”, originalmente um romance de Walter Tevis, publicado em 1963. “Estamos entusiasmados em adicionar outro título icônico ao nosso line-up, à medida que expandimos a programação original no CBS All Access”, acrescentou Julie McNamara, VP de Conteúdo Original da CBS All Access. “Sabemos que esta série irá capturar a alma e o espírito do material e avançar ainda mais as fronteiras narrativas nas mãos capazes de Alex Kurtzman, Jenny Lumet e toda a equipe de produção.” Os autores da adaptação explicaram seus planos, dizendo que, enquanto discutiam o projeto, foram “transportados ao incrível dia há 12 anos quando Steve Jobs subiu ao palco e apresentou o iPhone ao mundo, mudando para sempre a maneira como nos comunicamos”, disse Lumet. “A novela visionária de Walter Tevis nos deu um Willy Wonka tecnológico de outro planeta, trazido à vida pelo lendário desempenho de David Bowie, que previu o impacto de Steve Jobs e Elon Musk em nosso mundo”, comparou Kurtzman. “A série vai imaginar o próximo passo em nossa evolução, visto através dos olhos de um alienígena que deve aprender o que significa se tornar humano, apesar de estar lutando pela sobrevivência de sua espécie.” A ideia é discutir “o que significa ser humano, do ponto de vista de um alienígena que não conhece o amor, a empatia e a conexão”. Mas este alienígena não será o icônico Thomas Jerome Newton, vivido por Bowie, mas um novo personagem central, inspirado pelos maiores inovadores de tecnologia das últimas décadas, como Steve Jobs, Elon Musk e Jeff Bezos. O cientista alienígena Thomas Jerome Newton foi o primeiro grande papel de Bowie no cinema. O personagem era um milionário excêntrico e recluso de uma empresa tecnológica, responsável por diversos avanços científicos, que tinha o objetivo secreto de conseguir criar uma nave espacial que o levasse de volta à sua família em outro planeta. O diretor Nicolas Roeg selecionou Bowie após o cantor ter incorporado um alienígena no palco: Ziggy Stardust, de cabelo incandescente. Mas o visual de Newton também foi marcante. Pálido, magro e andrógino, acabou acompanhando Bowie por um bom tempo, durante a fase mais criativa de sua carreira. Não por acaso, imagens do filme ilustraram as capas de dois de seus álbuns da época: “Station to Station” (1976) e “Low” (1977). Por sinal, outro detalhe que Kurtzman não pretende replicar em relação ao filme é justamente o visual impressionante concebido por Roeg. “Nicolas Roeg era uma lenda, e a última coisa que eu gostaria de fazer é imitar seu trabalho de qualquer maneira”, disse Kurtzman. “Ele viu essa história através de seu próprio prisma. Ele capturou aquela incrível sensação de solidão de um pequeno personagem em uma paisagem maior, a alienação que o personagem sentia. Ele captou esse sentimento e eu quero encontrar uma maneira de capturar o mesmo sentimento, mas não necessariamente do jeito que ele fez”, explicou o produtor-roteirista. A série será co-produzida pela CBS Television Studios e pela Tandem Productions, uma empresa do Studiocanal, e ainda não tem previsão de estreia.












