A Cidade dos Piratas: Animação baseada na vida e obra de Laerte Coutinho ganha trailer e pôster
A Lança Filmes divulgou o novo pôster e o trailer da animação “A Cidade dos Piratas”, novo trabalho de Otto Guerra, diretor de “Wood & Stock: Sexo, Orégano e Rock’n’Roll” (2006) e “Até que a Sbórnia nos Separe” (2013). O filme adapta a obra de Laerte Coutinho, mas, apesar do título, não se trata de uma produção sobre a tirinha “Piratas do Tietê”, criada pelo cartunista, mas sim inspirada pela vida e pela arte do artista. Isto fica claro logo na abertura da prévia, que se foca na transição de gênero de Laerte, e segue na temática da história, ao apresentar a reação conservadora contra uma suposta “ditadura gay” atual. Há também um discussão metalinguística sobre os bastidores da produção, com o próprio diretor transformado em desenho. O elenco de dubladores inclui Matheus Nachtergaele (“Trinta”) e Marco Ricca (“Chatô, o Rei do Brasil”) Depois de ser premiado em alguns festivais, o filme chega aos cinemas no dia 31 de Outubro.
Extrema direita americana ataca a série Batwoman no Rotten Tomatoes e IMDb
Os minions da extrema direita dos Estados Unidos decidiram se engajar em nova campanha destrutiva, desta vez mirando as notas da série “Batwoman” nos fóruns dos sites Rotten Tomatos e IMDb. A tática é a mesma que tentou forjar um fracasso de público contra “Capitã Marvel”, filme que acabou figurando entre as maiores bilheterias do ano. Perfis falsos foram criados nos últimos dias especificamente para falar mal da atração. Por conta disso, a nota da série no IMDb é apenas 3 (o máximo seria 10) e a avaliação da audiência no Rotten Tomatoes está em 11% (de 100%). A manipulação se torna evidente em contraste com a opinião da crítica, que não pode ser distorcida por trolls, minions ou robôs. O primeiro episódio da série, exibido no domingo passado (6/10) na rede americana The CW, teve 72% de aprovação na média das críticas agregadas pelo mesmo Rotten Tomatoes. Considerando-se que a crítica costuma ser mais exigente que o público, a nota popular se apresenta completamente fora do padrão. Mas não é apenas as avaliações negativas que chamam atenção. Outro dado completamente fora das estatísticas é o número exorbitante de votos disparados contra “Batwoman”, muito superior ao de qualquer outra série. Enquanto a temporada passada de “The Flash”, a atração de super-herói de maior audiência da rede CW, recebeu pouco mais de 800 avaliações do público ao longo de seus 22 episódios, o único capítulo exibido de “Batwoman” gerou mais de 4,4 mil votos em uma semana. Entre os comentários negativos, os mais comuns aludem ao fato de que “era o que se poderia esperar” de uma série com o tema proposto (LGBTQIA+) que não tem “um Batman homem”. A maioria das resenhas é assinada por homens. Vale destacar que, além de ser protagonizada por uma mulher, tanto Batwoman quanto sua intérprete, a atriz Ruby Rose, são lésbicas assumidas nos quadrinhos, na TV e na vida real. Triste e ridículo, o esforço inútil dos nerds de direita contrariados com um mundo sem preconceito não tem força para transformar sua visão negativa em realidade, pois, assim como aconteceu “Capitã Marvel” no cinema, a série “Batwoman” também é um sucesso de público na TV americana. Seu primeiro episódio registrou a maior audiência de estreia das últimas temporadas da CW – e não apenas da temporada deste ano – , superando até a volta de “The Flash” no canal.
Gal Gadot vai produzir e estrelar cinebiografia de heroína do Holocausto
A atriz Gal Gadot, estrela de “Mulher-Maravilha”, vai produzir e estrelar o drama biográfico “Irena Sendler” para a Warner. O projeto é baseado na vida real da heroína polonesa que salvou 2,5 mil crianças judias no gueto de Varsóvia durante o Holocausto, e o roteiro está a cargo de Justine Juel Gillmer (roteirista da série “The 100”). A vida de Sendler já rendeu um documentário em 2011 e foi transformada em telefilme em 2009, com Anna Paquin no papel principal. O filme será o primeiro projeto cinematográfico da produtora Pilot Wave, formada por Gadot e seu marido Jaron Varsano. O casal também está desenvolvendo uma minissérie baseada na vida da atriz e inventora Hedy Lamarr, que será exibida no canal pago Showtime. Nenhum dos dois projetos têm previsão de estreia.
Breaking Bad: Frases de Jesse Pinkman viram música e ganham clipe
A Netflix divulgou um vídeo diferente, que transforma frases ditas por Jesse Pinkman, o personagem de Aaron Paul na série “Breaking Bad”, em letra de música. O arranjo e a voz são do cantor e compositor Nick Lutsko, que costuma se apresentar com os Gimmix, uma banda disfarçada de criaturas ao estilo dos Muppets. O vídeo casa as frases com as cenas das quais foram extraídas, criando um clipe musical para a canção, batizada de “The Ballad of Jesse Pinkman”. Jesse Pinkman voltou à ativa na sexta-feira (11/10) com o lançamento de “El Camino”, filme derivado de “Breaking Bad”, que continua a trama da série. O longa revela o que aconteceu com Jesse, após ser visto pela última disparando pela estrada num El Camino (carro da Chevrolet que batiza o filme), ao ser salvo das mãos de traficantes caipiras por Walter White (Bryan Cranston), enquanto sirenes da polícia se aproximavam do massacre. Aaron Paul, que venceu três Emmys de Melhor Ator Coadjuvante por viver Pinkman, retornou ao papel para a produção, que foi escrita e dirigida pelo criador de “Breaking Bad”, Vince Gilligan.
Crise nas Infinitas Terras: Segredos do crossover são revelados em 12 fotos de bastidores
Graças à empolgação dos integrantes do crossover do Arrowverso “Crise nas Infinitas Terras”, várias fotos dos bastidores da produção estão sendo despejadas nas redes sociais. As 12 mais recentes mostram alguns encontros de super-heróis e revelam o visual de personagens que ainda não tinham sido oficialmente apresentados. Mas o mais interessante é a mistura de realidades alternativas vistas nas imagens, que confirmam algumas teorias. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção, como demonstram as fotos. Mas os personagens oficiais do Arrowverso não serão os únicos heróis da DC presentes na trama, já que a versão televisiva da “Crise nas Infinitas Terras” pretende demonstrar que todas as séries e filmes já feitas sobre os heróis da editora existem em seus próprios universos, onde suas histórias continuaram após os finais exibidos nas telas. Assim, o público descobrirá que o Batman de Keaton se casou com a Mulher-Gato de Pfeiffer, bem como o que aconteceu com o Robin de Burt Ward, após o último episódio da série clássica de “Batman”, em 1968, e até o destino do Clark Kent de Tom Welling, após virar Superman no final de “Smallville” em 2011, por exemplo. As imagens reveladas mostram o encontro do Superman vivido por Brandon Routh em “Superman: O Retorno” (2006) com o Superman da série “Supergirl”, interpretado por Tyler Hoechlin, bem como da Lois Lane de “Smallville”, vivida por Erica Durance, com sua contraparte de “Supergirl”, Elizabeth Tulloch. A mistura de versões diferentes faz parte do conceito de multiverso, que foi introduzido na 2ª temporada de “The Flash”. A ideia de que existem várias Terras paralelas, cada uma com sua própria versão dos heróis da DC, já possibilitou que personagens mortas, como Canário Negro e o vilão Flash Reverso, reaparecessem com novas personalidades no Arrowverso. E também serviu de explicação para a ausência de repercussão dos eventos apocalípticos de “Supergirl” nas outras séries – a prima de Superman existe em outro universo. Considerada um marco dos quadrinhos, a “Crise” original de 1985 ficou famosa por matar muitos super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos, resultado da destruição de todas Terras paralelas, menos uma. Esse evento foi tão traumático que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Assim como na publicação impressa, a expectativa é que a resolução da “Crise” acomode os personagens de “Supergirl” na mesma Terra dos demais integrantes do Arrowverso. Mas seu impacto não deve se resumir a isso, já que o crossover conduzirá ao final da série “Arrow”, que inaugurou esse universo de adaptações de quadrinhos. A coleção de fotos abaixo inclui personagens concebidos originalmente para o crossover dos quadrinhos. Além do Monitor interpretado por LaMonica Garrett (introduzido no crossover passado, “Elseworlds”), uma das imagens revela pela primeira vez o visual do Pariah, que será vivido por Tom Cavanaugh (o Dr. Wells de “The Flash”), e a transformação de Audrey Marie Anderson, intérprete de Lyla Michaels (ex-chefe da agência Argus em “Arrow”), na heroína Precursora (Harbinger, no original). Outras novidades das imagens são a volta de Jonah Hex (novamente na pele de Johnathon Schaech) e a primeira aparição de Osric Chau (Kevin Tran em “Supernatural”) como o cientista Ryan Choi, que vira ninguém menos que o novo Elektron (Atom, no original em inglês) nos quadrinhos. Mas talvez a maior revelação seja a aparição de Katherine McNamara, que dá vida a Blackstar/Mia Smoak, a filha do Arqueiro Verde no futuro, em meio a personagens do presente/passado. Ela vai viajar no tempo e esse artifício pode ser mantido na produção de uma série centrada na personagem, atualmente em desenvolvimento na rede CW como provável substituta de “Arrow”.
Michael Keaton é o Bruce Wayne de Crise nas Infinitas Terras
Michael Keaton, que estrelou os dois filmes de “Batman” dirigidos por Tim Burton em 1989 e 1992, vai aparecer como Bruce Wayne no crossover do Arrowverso “Crise nas Infinitas Terras”. A aparição vai se dar apenas como homenagem. O ator não gravou nenhuma cena para a produção, mas sua foto ilustra um jornal fotografado nos bastidores, sob uma manchete que anuncia o casamento de Bruce Wayne e Selina Kyle (a Mulher-Gato, vivida por Michelle Pfeiffer na época). Veja abaixo. A versão televisiva da “Crise nas Infinitas Terras” pretende demonstrar que todas as séries e filmes já lançados dos heróis da DC existem em seu próprio universo, e que suas histórias continuaram após o fim exibido nas telas. Assim, o público descobrirá que o Batman de Keaton se casou com a Mulher-Gato de Pfeiffer, bem como o que aconteceu com o Robin de Burt Ward, após o último episódio da série clássica de “Batman”, em 1968, e até o destino do Clark Kent de Tom Welling, após virar Superman no final de “Smallville” em 2011, por exemplo. A mistura de versões diferentes faz parte do conceito de multiverso, que foi introduzido na 2ª temporada de “The Flash”. A ideia de que existem várias Terras paralelas, cada uma com sua própria versão dos heróis da DC, já possibilitou que personagens mortas, como Canário Negro, reaparecessem com novas personalidades no Arrowverso. E também serviu de explicação para a ausência de repercussão dos eventos apocalípticos de “Supergirl” nas outras séries – a prima de Superman existe em outro universo. Essas “infinitas Terras” sofrerão agora uma “crise” sem precedentes, inspirada na história mais famosa da DC Comics. Considerada um marco dos quadrinhos, a “Crise” original de 1985 ficou famosa por matar muitos super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos, resultado da destruição de todas Terras paralelas, menos uma. Esse evento foi tão traumático que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Assim como na publicação impressa, a expectativa é que a resolução da “Crise” acomode os personagens de “Supergirl” na mesma Terra dos demais integrantes do Arrowverso. Mas seu impacto não deve se resumir a isso, já que o crossover conduzirá ao final da série “Arrow”, que inaugurou esse universo de adaptações de quadrinhos. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Ainda não há previsão oficial para a estreia de “Crise nas Infinitas Terras” no Brasil.
Ator do filme Rocketeer vai dublar série animada do personagem
O ator Billy Campbell, que interpretou o herói Rocketeer no filme clássico de 1991, vai voltar ao universo do quadrinhos de Dave Stevens na série animada baseada no personagem. Embora a série seja uma reinvenção completa, que não aproveita praticamente nada do material criado por Stevens e tenha foco no público infantil, os fãs do cultuado filme de Joe Johnston (que depois dirigiu “Capitão América: O Primeiro Vingador”) terão ao menos uma conexão com a história por meio do personagem de Campbell. Ele interpretará Dave Secord, um parente do herói original e pai da verdadeira protagonista da história, a menina Kit. A série vai girar em torno de Kit, que recebe um pacote com o famoso uniforme do herói de aniversário, junto com um bilhete afirmando que ela é a herdeira do lendário Rocketeer. Armada com seu jet-pack e uma identidade secreta, Kit acredita estar pronta para voar e salvar o dia com seu cachorro bulldog Butch, seu melhor amigo inventor Tesh e o avô mecânico Ambrose, que se juntam a ela em “aventuras épicas”. Cada episódio de “The Rocketeer” contará com duas histórias diferentes de 11 minutos, animadas pelo estúdio Wild Canary e com produção de Nicole Dubuc (“Transformers: Rescue Bots”). Já o verdadeiro Rocketeer foi criado em 1982 por Dave Stevens como homenagem aos seriados de aventura dos anos 1930 e 40. Na trama de época, Cliff Secord era um piloto ousado que, após descobrir um misterioso jet-pack em 1938, passou a voar para enfrentar o crime. Além do visual baseado no seriado “O Homem Foguete (1949), os quadrinhos também conquistaram muitos fãs por conta da namorada do protagonista, Betty, baseada na famosa pin-up Betty Page – vivida no cinema por Jennifer Connelly (que dez anos depois venceu o Oscar por “Uma Mente Brilhante”). Além de Billy Campbell, o Rocketeer original, a série também traz as vozes de Kitana Turnbull (Carmelita Spats em “Desventuras em Série”) como Kit e Kathy Najimy (“Vice”) como sua mãe. Veja abaixo uma imagem da nova família Rocketeer animada. A estreia está marcada para 8 de novembro nos canais pagos americanos Disney e Disney Junior.
Primeiras fotos do set revelam visual do novo Esquadrão Suicida
As filmagens do novo “O Esquadrão Suicida”, dirigido por James Gunn (“Guardiões da Galáxia”), foram flagradas por paparazzi na cidade americana de Atlanta. E as primeiras fotos dos bastidores da produção revelam o visual de diversos personagens novos. As imagens registram o retorno de Jai Courtney como Capitão Bumerangue e mostram os uniformes bastante coloridos de personagens ainda não confirmados, vividos por Nathan Fillian (“Castle”), Flula Borg (“A Escolha Perfeita 2”), Pete Davidson (“Saturday Night Live”), Michael Rooker (também de “Guardiões da Galáxia”) e Mayling Ng (a Gamora do game “Marvel Strike Force”), além de trazer Sean Gunn (irmão do diretor e Kraglin nos “Guardiões da Galáxia”) em traje de captura de performance. Os uniformes deram início a muitas especulações na internet, sugerindo quais são os personagens representados. Fillian, por exemplo, parece viver Floyd Belkin, também conhecido como Arm-Fall-Off-Boy, que já foi considerado um dos piores super-heróis de todos os tempos. Isto porque seu superpoder é arrancar seus próprios braços e usá-los como armas para espancar os adversários. Pete Davidson seria Blackguard, Michael Rooker interpretaria Savant, Flula Borg viveria Dardo (Javelin), Mayling Ng seria Mongal e há até quem arrisque chutar Sean Gunn como Weasal. Estes personagens não devem ser o grupo principal da história. De todo modo, como prometeu, Gunn mudou bastante a formação da Força-Tarefa X, juntando novos vilões ao grupo, que mantém apenas quatro integrantes do filme de 2016: Margot Robbie (Arlequina), Joel Kinnaman (Rick Flag), Viola Davis (Amanda Waller) e o mencionado Jai Courtney (Capitão Bumerangue). Além dos citados, as novidades incluem a brasileira Alice Braga (“A Rainha do Sul”), Idris Elba (“A Torre Negra”), John Cena (“Bumblebee”), Peter Capaldi (o “Doctor Who”), Joaquín Cosio (“007: Quantum of Solace”), Jennifer Holland (“Brightburn”), Tinashe Kajese (“Valor”), Juan Diego Botto (“Jogos Infantis”) e até Taika Waititi (diretor de “Thor: Ragnarok”), que não tiveram seus personagens identificados. Além deles, a atriz portuguesa Daniela Melchior (“Parque Mayer”) foi apresentada como a Caça-Ratos, David Dastmalchian (“Homem-Formiga”) como o Bolinha e Storm Reid (“Euphoria”) como a filha de Idris Elba. Os detalhes da continuação permanecem em segredo. A estreia está marcada para agosto de 2021.
Netflix quer sequência de Mistério no Mediterrâneo com Adam Sandler e Jennifer Aniston
A Netflix planeja filmar uma continuação de “Mistério no Mediterrâneo”, comédia que traz Adam Sandler e Jennifer Aniston como um casal que resolve mistérios criminais. O roteirista James Vanderbilt, que escreveu “Mistério no Mediterrâneo”, foi encarregado pela plataforma de criar uma nova aventura cômica para o retorno dos atores. Sandler e Aniston já tinham vivido um casal anteriormente em “Esposa de Mentirinha” (2011) e a nova parceria foi comemorada pela Netflix como o produção original mais bem-sucedida de seu catálogo. Em texto publicado nas redes sociais, a empresa alegou que o longa foi assistido por mais de 30 milhões de assinantes durante os três primeiros dias – o fim de semana – da sua estreia. “É hit que fala?”, brincou o texto do Twitter da Netflix Brasil. O filme original segue um policial de Nova York (Sandler) e sua mulher (Anniston), que, durante uma viagem de férias pela Europa, são convidados a embarcar no iate de um milionário e acabam virando suspeitos de um assassinato. A partir daí, eles tentam descobrir o verdadeiro assassino entre diversos candidatos prováveis. A ideia é claramente inspirada na peça de Albert Hackett que virou o clássico “A Ceia dos Acusados” (1934), com William Powell e Myrna Loy. Curiosamente, a famosa comédia sobre um ex-detetive policial e sua esposa que resolviam crimes também virou franquia, ganhando várias sequências até 1947.
Ruby Rose revela sua longa luta contra a depressão em post no Instagram
A atriz Ruby Rose, estrela da nova série “Batwoman”, publicou em seu Instagram um relato de suas extensas batalhas contra depressão e outros transtornos, para registrar a importância do Dia Mundial da Saúde Mental, que foi celebrado na sexta (11/10). A atriz contou que seu primeiro diagnóstico de depressão aconteceu aos 13 anos e a adolescência acrescentou outros problemas perturbadores, como amnésia dissociativa, que ela descobriu aos 18. Durante anos foi tratada como bipolar, mas nunca experimentou a parte maníaca da doença. Até que, após uma tomografia cerebral, foi diagnosticada com transtorno de estresse pós-traumático complexo, e apreendeu com sua mãe que sofreu um evento traumático na infância, que teria ocasionado uma série de problemas psíquicos, inclusive a supressão de memórias. “Eu tinha alguns anos completamente apagados da minha memória e quando fui me encontrar com minha melhor amiga da escola primária foi quando descobri. Ela se lembrou de mim, mas eu não a reconheci”, conta. Ruby Rose narrou diversos momentos da luta para lidar com a depressão causada pela doença, tendo apelado para meditação, livros de autoajuda e os diversos anos de terapia. A atriz também falou abertamente sobre as tentativas de suicídio, sempre tentando conscientizar seus seguidores sobre o assunto. “O que aprendi com as lutas da saúde mental é o quão forte eu sou e como as pessoas são incríveis porque me amam e me apoiam”, explicou, acrescentando que é difícil para as pessoas sadias entenderem o que uma deprimida passa e que ninguém merece ser julgado por sofrer de depressão. Ver essa foto no Instagram Today is world mental health day. This photo is from right before I started OITNB. I’ve struggled with mental health my entire life. I was first diagnosed with depression at 13, then major depressive disorder at 16. When I was 18 I found out I had Dissociative amnesia . I had a few years entirely erased from my memory and a chance run in with my best friend from primary school was the first I learned about it. She remembered me but I didn’t recognize her at all. She remembered our teachers, things we did and my monkey backpack.. things I didn’t remember even when she said them with such innocent conviction. I went home and asked my mum “Did i have a monkey backpack at school?” That is when it all started to unravel and my life changed…I started asking questions. I found out I went from a smiling laughing child to a quiet mute who sat alone and stared off to the distance during recess after one of many traumatic events that I didn’t remember. One that my mum had to tell me about but hadn’t for so many years because the doctors at the time said I was too young to process what had happened and that it was for the best. I was also diagnosed with Bipolar for a long time until it turned out I just had depression.. the pure sad depression without the fun and not so fun parts of mania, it was an overactive thyroid that created that misdiagnosis. Cut to many dark times. On medication, off medication, on and off and on and off per each wrong diagnoses. There were hospitalizations, suicide attempts as young as 12. Cut to therapy and meditation, cut to seeing me at ever self-help section of every bookstore. Cut to a brain scan which showed I had severe PTSD… cut to more therapy and tests that led me to my final diagnosis… C-PTSD. Complex PTSD. What I have learned from the struggles of mental health is just how strong I am. It’s how amazing people are because they love me and support me and yet you can’t judge those who don’t understand and don’t know how to do that either. It’s that you cannot judge people at all because you can never know what they have been through. It’s that self love and self care is more important than anything else. Uma publicação compartilhada por Ruby Rose (@rubyrose) em 10 de Out, 2019 às 7:38 PDT
Conheça as mais famosas garotas fatais dos filmes de cassinos
Se os filmes sobre jogos de azar costumam ser o domínio dos homens, do sofisticado James Bond ao 11 trapaceiros de Danny Ocean, algumas mulheres também deixaram sua marca no gênero. Desde Ingrid Bergman como Ilsa Lund no filme “Casablanca”, de 1942, as mulheres frequentam os salões de cassino do cinema, geralmente no lado oposto do protagonista. Há mais chances de se vencer uma boa aposta num site como Rivalo do que conquistar essas mulheres. A começar por Rita Hayworth, que deslumbrou o público ao interpretar o papel-título em “Gilda” (1946), esposa de um chefe ilegal de cassino de alta classe, que tem uma queda por apostadores. Sua dança sensual de strip-tease para humilhar seu novo amante se tornou um momento icônico do cinema, transformando-a na mulher fatal definitiva. Em “Crupiê: A Vida em Jogo” (1998), Alex Kingston interpreta o interesse amoroso do crupiê do título (Clive Owen), que o manipula para ajudá-la a assaltar o cassino. Gwyenth Paltrow interpretou uma garçonete de cassino no policial neo-noir “Jogada de Risco” (1996), que é prostituta nas horas vagas. Seu papel como uma mulher desesperada e pouco inteligente contrasta com a personagem de Sharon Stone em “Cassino” (1995), uma mulher que escapa da vida de prostituição ao se tornar uma esposa da máfia. Sua atuação como Ginger Rothstein é comumente descrita como uma personificação da própria Las Vegas – sexual, mimada, egoísta. E acompanhada por ouro. Ela venceu um Globo de Ouro de Melhor Atriz pelo papel. Mas nem todas as mulheres dos cassinos cinematográficas são tão calculistas e difíceis. Em “The Cooler – Quebrando a Banca” (2003), Maria Bello demonstra que o ditado azar no jogo, sorte no amor nem sempre funciona em Las Vegas, como uma garçonete que se apaixona por um apostador azarado (William H. Mace), mudando a sorte do homem que ama. E não se pode esquecer de Eva Green como Vesper Lynd, uma agente dupla que usa James Bond para arrecadar milhões em um cassino de Montenegro, mas acaba salvando a vida – duas vezes – em “007 – Cassino Royale”, pagando com sua própria vida por apostar tudo no personagem que mais partiu corações no cinema.
Robert Forster (1941 – 2019)
O ator Robert Forster, indicada ao Oscar por “Jackie Brown”, de Quentin Tarantino, morreu na sexta-feira (11/11) em sua casa em Los Angeles de câncer no cérebro. Ele tinha 78 anos. De longa e celebrada carreira, Robert Wallace Forster Jr. era filho de um treinador de animais de circo e fez sua estréia no cinema em 1967, ao lado de Marlon Brando e Elizabeth Taylor em “Os Pecados de Todos Nós”, virando protagonista no cultuadíssimo “Dias de Fogo” (1969), como um cinegrafista em crise ética. A transformação em ator se deu por acaso. Ele estudava na Universidade de Rochester com a intenção de se tornar advogado, mas uma garota surgiu em seu caminho. “Eu estava no último ano. Segui uma garota até o auditório da universidade, tentando pensar em como chegar e falar com ela. Ao entrar lá, vi que eles estavam fazendo testes para uma peça e essa garota já estava no elenco. Eu pensei: ‘É assim que eu vou conhecê-la!'”, Forster contou em um entrevista ao site The AV Club em 2000. Ele conseguiu uma vaga na peça… e também a garota, June Provenzano, com quem se casou e teve três filhas. Depois de se formar, Forster seguiu nos palcos. Ele estreou na Broadway na peça “Mrs. Dally”, em 1965, e sua interpretação elogiada levou a um teste no estúdio 20th Century Fox, onde se tornou um dos últimos artistas contratados pelo lendário chefe do estúdio Darryl F. Zanuck, após ser aprovado pelo diretor John Huston para “Os Pecados de Todos Nós”. No filme, Forster retratava uma pracinha de espírito livre, que se tornava uma obsessão do Major vivido por Brando. Seguindo papéis coadjuvantes em “A Noite da Emboscada” (1968), de Robert Mulligan, e “Justine” (1969), de George Cuckor, Forster foi estrelar o lendário “Dias de Fogo” (Medium Cool), de Haskell Wexler. O filme, que tratava de tópicos políticos e sociais, como o autoritarismo do governo, os direitos raciais, a Guerra do Vietnã e a crescente importância dos noticiários da TV, tornou-se um marco da agitação contracultural do período, resultando numa combinação bombástica de ficção e imagens documentais, captadas pelo diretor durante a tumultuada Convenção do Partido Democrata em Chicago, em 1968. “Muitas das imagens eram reais. Dizem que é o melhor ou talvez o único exemplo real de cinema vérité americano”, disse Forster ao The AV Club. “Eu acho que a frase ‘O mundo inteiro está assistindo’ foi cunhada naquele momento, quando os militares tentaram reprimir a multidão diante da imprensa. Eles estavam empurrando-os, separando-os e a multidão gritava ‘Não deixem, não deixem, o mundo inteiro está assistindo.” Depois desse filme impactante, ele viveu uma coleção de personagens heroicos, como o capitão de uma nave espacial no ambicioso thriller de ficção científica da Disney, “O Buraco Negro” (1979), mas sua carreira não tomou o rumo imaginado, o que acabou conduzindo-o para o lado B do cinema e produções de televisão. “Fiquei 21 meses sem emprego. Eu tinha quatro filhos, aceitava qualquer emprego que pudesse”, confessou ao jornal Chicago Tribune em 2018. “Minha carreira esteve por cima por cinco anos e depois ficou pra baixo por 27. Toda vez que atingia o nível mais baixo que eu pensava que podia tolerar, caía um pouco mais e depois mais um pouco. Até que eu fiquei sem agente, empresário, advogado, nada. Eu pegava o que quer que aparecesse”. Fã de Forster desde criança, Quentin Tarantino ajudou a mudar essa trajetória. Ele chegou a pensar no ator para “Cãos de Aluguel” (de 1992), mas acabou contratando-o apenas para “Jackie Brown” (1997). Ele escreveu a adaptação do romance de Elmore Leonard, “Rum Punch”, com Foster em mente para o papel de Max Cherry. “Anos se passaram desde que conversamos pela primeira vez numa cafeteria. Àquela altura, a minha carreira estava muito, muito morta”, lembrou Forster em uma entrevista em 2018 ao Fandor. “Na primeira vez, nós blá-blá por alguns minutos, mas seis meses depois ele apareceu na mesma cafeteria com um script nas mãos e o entregou para mim. Quando eu li, mal podia acreditar que ele queria que eu vivesse Max Cherry. Então, quando questionei, ele disse: ‘Sim, é Max Cherry que escrevi para você’. Foi quando eu disse pra ele: ‘Tenho certeza que eles não vão deixar você me contratar’. E ele disse: ‘Contrato quem quiser’. E foi aí que eu percebi que conseguiria outra chance na carreira”. E que chance. Foster recebeu sua primeira e única indicação ao Oscar por seu desempenho no filme, e os convites para filmes com bons orçamentos voltaram a aparecer. Forster foi procurado por vários cineastas famosos e trabalhou em filmes como o remake de “Psicose” (1998), de Gus van Sant, na comédia “Eu, Eu Mesmo e Irene” (2000), dos irmãos Farrelly, “Cidade dos Sonhos” (2001), de David Lynch, “Natureza Quase Humana” (2001), de Michel Gondry, “As Panteras: Detonando” (2003), de McG, “Xeque-Mate” (2006), de Paul McGuigan, e o premiado “Os Descendentes” (2011), de Alexander Payne. O ator ainda interpretou o general Edward Clegg no filme de ação “Invasão a Casa Branca” (2013) e sua sequência, “Invasão a Londres” (2016), e deu show no drama indie “Tudo o que Tivemos” (2018), como um marido que tenta cuidar de sua esposa (Blythe Danner) com Alzheimer. Paralelamente, colecionou papéis notáveis em séries. Foi o pai de Carla Gugino em “Karen Cisco”, série que também adaptou uma obra de Elmore Leonard, o patriarca de uma família de pessoas superpoderosas em “Heroes”, o pai de Tim Allen em “Last Man Standing” e o irmão do xerife Harold Truman (Michael Ontkean) no revival de “Twin Peaks” de 2017. Mas o papel televisivo pelo qual é mais lembrado foi do homem conhecido apenas como Ed, que esconde Walter White (Bryan Cranston) no penúltimo episódio da série “Breaking Bad”. Seu último trabalho foi justamente uma reprise do personagem no filme derivado da série, “El Camino”, que estreou no dia da sua morte na Netflix.
DC Universe imita a HQ Uma Morte em Família e pede para o público votar se Jason Todd deve morrer em Titãs
A pior ideia da História da DC Comics foi repetida como farsa pela plataforma DC Universe. Algum executivo com senso de humor macabro resolveu colocar o destino de Jason Todd, o Robin da série “Titãs”, nas mãos do público. O personagem interpretado por Curran Walters foi capturado e torturado pelo vilão Exterminador (Deathstroke), e visto no episódio da semana passada caindo para sua morte certa. Convocado a votar se Jason vive ou morre, o público usou as redes sociais para votar em massa pela morte do personagem. Desta vez, porém, uma reviravolta de última hora fez com que os votos por sua sobrevivência superassem em 2% a vontade dos trolls na contagem final. A votação pode ter sido manipulada para refletir a solução dramática do episódio, que vai ao ar nesta sexta (11/10) nos Estados Unidos. Mas a morte original do personagem nos quadrinhos também foi resultado de uma campanha manipulada para o mal, que marcou a pré-história dos trolls e robôs na interação do público com a cultura pop. Em 1988, no arco conhecido como “Uma Morte em Família” (A Death in the Family), a DC pediu a participação do público através de telefonemas e cartas, para decidir o futuro de Jason. Na ocasião, ele estava preso e sendo torturado pelo Coringa, que, atendendo aos pedidos do público, acabou matando o personagem. Quando lançaram a convocação, os editores esperavam que os leitores pedissem que Jason fosse salvo. Mas se espantaram com a grande votação por sua morte. O personagem era controvertido, por isso aceitaram a decisão como sinal de uma rejeição muito grande. Entretanto, posteriormente veio à tona que o resultado foi forjada por uma pessoa, que usou um computador para programar ligações em massa para o número de telefone 0800 divulgado para votar a favor da morte do segundo Robin. Pela reviravolta “milagrosa” da nova votação, os responsáveis pela série são mais espertos que os antigos editores, especialmente nesses dias em que o uso de robôs é conhecido e disseminado. De todo modo, a morte do Jason dos quadrinhos acabou “desfeita” 15 anos após a farsa ter sido desmascarada, numa história até hoje tão mal-explicada quando o resultado da votação. It’s time to ask the age-old question! Should @DCUTitans’ Jason Todd live or die? https://t.co/AlMBLlrzkH — DC Universe (@TheDCUniverse) October 10, 2019












