Ex-esposa diz que Jeremy Renner tentou matá-la e se suicidar
O divórcio de Jeremy Renner, intérprete do herói Gavião Arqueiro nos filmes da Marvel, entrou em fase sensacionalista. Sonni Pacheco, ex-mulher de Jeremy Renner, que ficou famoso por seu papel como Gavião Arqueiro na franquia Vingadores, fez revelações bombásticas sobre o ator no processo de separação na Justiça norte-americana. Na briga pela filha Ava, de seis anos, Pacheco acusou Renner até de tentar matá-la e de quase se suicidar em seguida. A revelação foi feita pelo site TMZ, que teve acesso aos documentos da disputa pela guarda da menina. Atualmente, a guarda de Ava é compartilhada, mas a ex de Renner quer impedir maiores contatos do pai. A ex-esposa alega que o ator ameaçou matá-la durante uma briga que tiveram em um momento em que Renner estava embriagado e sob o efeito de cocaína. De acordo com Pacheco, ele chegou a colocar a arma dentro da própria boca, ameaçou se matar e disparou no quintal enquanto Ava estava dormindo no quarto. Por fim, a denúncia ainda aponta que uma babá contratada por Renner chegou a ligar para Sonni Pacheco para avisá-la que o ator estava indo para a casa dela com a intenção de matá-la e cometer suicídio na sequência, alegando que “seria melhor que Ava não tivesse pais do que tivesse Sonni como mãe”. Ainda segundo Pacheco, esta não teria sido a primeira briga em que ele teria ameaçado matá-la. Ela citou um caso que teria ocorrido em novembro do ano passado, quando o ator a teria ameaçado de morte em uma casa noturna. De acordo com a mulher, Renner estava “sob efeito de cocaína e bebidas alcoólicas” no momento em que a confusão ocorreu e ele teria dito que “não conseguia mais lidar com ela”, que ressaltou que só queria deixar o local. Na denúncia, Sonni Pacheco afirma que Renner tem histórico de uso de drogas. Ela alega, inclusive, que Renner fica constantemente sob influência de drogas quando está com Ava e que, certa vez, ele deixou cocaína exposta no banheiro ao alcance da criança. Após a publicação da reportagem, um representante do ator encaminhou um comunicado ao TMZ indicando que “o bem-estar de sua filha Ava sempre foi e continua sendo o principal foco de Jeremy, e essa é uma questão para a Justiça decidir” e que “é importante salientar que a dramatização feita pelas declarações de Sonni só levam em conta um lado da história e são feitas com um objetivo específico em mente”.
Frozen 2 ganha coleção de pôsteres e novo trailer dublado
A Disney divulgou cinco novos pôsteres internacionais e mais um trailer da animação “Frozen 2”, em versão dublada em português. A prévia explica melhor a trama, apresentando a nova jornada, desta vez compartilhada pelas irmãs Elsa e Anna, além de seus amigos, rumo a uma terra encantada. O vídeo também apresenta muitas piadas, que destacam o personagem Olaf. A continuação da animação de maior bilheteria de todos os tempos volta a ser dirigida por Jennifer Lee e Chris Buck, a mesma dupla responsável pelo filme de 2013. Também voltam os dubladores originais em inglês, Idina Menzel (Elsa), Kristen Bell (Anna), Jonathan Groff (Kristoff) e Josh Gad (Olaf). E para ouvi-los, é preciso conferir o segundo vídeo abaixo, com a dublagem original – infelizmente, sem legendas. Detalhe: o Brasil será o último país do mundo a exibir a animação. A estreia nacional foi adiada para 2 de janeiro, dois meses após o lançamento nos Estados Unidos.
Consumed: David Cronenberg desenvolve minissérie de terror para a Netflix
Anunciada há dois anos, finalmente surgiram novidades sobre a primeira série desenvolvida pelo diretor David Cronenberg (“A Mosca”, “Mapas para as Estrelas”). Originalmente concebida para o canal pago AMC, a produção acabou sendo adquirida pela Netflix. O projeto é uma adaptação do romance de terror “Consumidos” (Consumed), escrito pelo próprio Cronenberg, e está sendo desenvolvido em parceria com Dave Erickson, criador de “Fear the Walking Dead”, e Sheri Elwood, produtora-roteirista de “Lucifer”. Publicado em 2014, o livro acompanha dois jornalistas que se propõem a investigar o assassinato canibalista de uma polêmica filósofa parisiense. Os protagonistas são o casal Naomi e Nathan, que, na busca constante por reportagens sensacionalistas, acabarão envolvidos numa conspiração global envolvendo sexo e morte. Naomi investiga o assassinato, seguido de um suposto ato de canibalismo, de uma famosa filósofa francesa, Celéstine Arosteguy. O crime, que pode ter sido cometido pelo seu marido, o também filósofo Aristide Arosteguy, tanto a assusta como fascina. Já Nathan mergulha nos confins de Budapeste para fotografar um excêntrico cirurgião que trabalha nas margens da ética num método pouco ortodoxo de combate ao câncer. A trama leva os personagens de Paris a Londres, do Canadá ao Japão, passando por hotéis de luxo, clínicas clandestinas e até pelo Festival de Cannes, numa narrativa intrincada que revela que os persoangens estão perseguindo fios de uma mesma e perigosa trama, e talvez seja tarde demais para que um possa ajudar o outro. A produção terá formato de minissérie e está atualmente em fase de pré-produção. Cronenberg deve dirigir alguns episódios.
Longinus: Dario Argento vai lançar série de suspense sobrenatural
O lendário diretor italiano Dario Argento (“Suspiria”, “Prelúdio para Matar”) está desenvolvendo uma série. Intitulada “Longinus”, a atração promete “assassinatos misteriosos, suspense e revelações inesperadas, elementos esotéricos e enigmas antigos”, num clima de “suspense internacional entre a realidade e o sobrenatural”, passado entre os Alpes franceses durante uma corrida de cavalos. Argento, que não dirige um filme desde “Dracula 3D”, em 2012, declarou que esse projeto é uma “história com muitos episódios”, mas ainda não há informações sobre o elenco. A produção está a cargo das produtoras italianas Publispei e da recém-lançada BIM, braço italiano da francesa Wild Bunch. Ainda não há previsão de estreia.
Sony teria censurado comédia Greed, que critica a indústria milionária da moda
O diretor Michael Winterbottom (“O Assassino em Mim”) revelou ter sido forçado a cortar do seu novo filme “Greed” referências “potencialmente prejudiciais” a nomes como Beyoncé e Jennifer Lopez. Sátira que traz Steve Coogan como um multimilionário inspirado pelo presidente do Arcadia Group, Sir Philip Green, o filme teria sofrido uma série de cortes para proteger as “relações corporativas” da Sony, revelou o cineasta em entrevista ao jornal inglês The Guardian. O filme se passa durante a festa de aniversário de 60 anos de um podre de rico da indústria da moda, enquanto um jornalista investiga as condições de semi-escravidão dos funcionários das fábricas asiáticas responsáveis por tamanha riqueza. Originalmente, o filme terminava com uma lista de marcas que lucravam com salários baixos de trabalhadores em fábricas asiáticas, mas Winterbottom afirmou que Laine Kline, chefe da Sony Pictures International, que cofinanciou o filme e o distribui globalmente, ordenou que essas referências fossem removidas. “Não vamos mencionar marcas individuais ou milionários pois estamos preocupados com os possíveis danos às relações corporativas da Sony com essas marcas e pessoas”, disse Winterbottom ao jornal, acrescentando que o filme também citava pessoas como Beyoncé, Stevie Wonder, Robbie Williams, Tom Jones, Jennifer Lopez e as Destiny’s Child, que recebiam dinheiro para ir às festas de Philip Green, mas as referências a essas pessoas também foram removidas do filme. A Sony se recusou a comentar o caso com o jornal, mas a Film4, cofinanciadora de Greed, disse que o contrato da Winterbottom “afirmava que, se alguma discussão criativa ou de negócios chegasse a um impasse, a visão da Sony prevaleceria”. Winterbottom agora pede à Sony que reconsidere a sua posição, pois o “impacto do filme era maior quando fomos mais específicos, mais dinâmicos, mais impactantes e mais claros”. Exibido nos festivais de Toronto e Londres, o filme dividiu a crítica, atingindo apenas 54% de aprovação na média registrada pelo agregador Rotten Tomatoes. Ainda não há previsão para sua estreia comercial nos Estados Unidos.
Scorsese agora diz que donos de cinema deveriam se impor contra filmes da Marvel
O diretor Martin Scorsese voltou a criticar os filmes blockbusters ao estilo das produções Marvel e quer que os cinemas parem de exibi-los. Ao participar neste domingo (13/10) de um debate sobre o futuro da indústria cinematográfica durante o Festival de Cinema de Londres, ele afirmou que os cinemas não deveriam ser “invadidos” por filmes do gênero, que transformam as salas de exibição em parques temáticos. “Como eu disse antes, não é cinema, é outra coisa (…) e não deveríamos ser invadidos por isso. Então, isso é um grande problema, e precisamos que os donos de cinemas se imponham e permitam que as salas exibam filmes que sejam mais narrativos”, afirmou o cineasta. O comentário reforça opinião que ele já havia manifestado anteriormente. No início do mês, durante entrevista para divulgar seu novo filme “O Irlandês”, o diretor disse pela primeira vez que os filmes da Marvel não são cinema e sim parques temáticos. “Não é o cinema de seres humanos tentando transmitir experiências emocionais e psicológicas a outro ser humano”. As declarações já foram devidamente confrontadas nas redes sociais por diversos artistas relacionados às produções da Marvel. Mas a insistência de Scorsese pode fazer parte de um estratagema para desviar atenção de seu problema particular com a questão. Afinal, seu novo filme é uma produção da Netflix, que fez os donos de cinemas se imporem para impedir que fosse exibida em suas salas. As frases de Scorsese contrastam com o fato de “O Irlandês” não estar sendo considerado cinema pelo parque exibidor. Tanto que a Netflix teve que alugar um teatro da Broadway para poder projetá-lo em Nova York. Ao tentar polemizar com os filmes da Marvel, o cineasta parece tentar mudar de assunto e criar uma polêmica onde realmente nada existe. Afinal, o primeiro filme do parque temático de “Star Wars” foi lançado há meio século e só agora isso parece incomodar o diretor. E se a referência de parque temático for uma sacadinha para criticar diretamente a Disney, bem, a Disneylândia abriu quando Scorsese tinha 12 anos, inspirada em filmes. Na época, a criança Scorsese deve ter adorado. Por outro lado, dizer que donos de cinema não deveriam exibir filmes que seriam “parques temáticos” equivale a defender a falência do mercado, o fim das telas IMAX, o fechamento de todos os cinemas 3D. Afinal, são os “parques temáticos” que mantém os cinemas lotados e, portanto, funcionando. O lançamento de um filme de Scorsese na Netflix não vão ajudar a manter o cinema vivo, mas “Vingadores: Ultimato”, “Capitã Marvel” e “Homem-Aranha: Longe de Casa” vão, injetando mais de US$ 5 bilhões no mercado com sua bilheteria mundial, para citar apenas os lançamentos de 2019. Sem os filmes da Marvel, as salas de cinema simplesmente fechariam. O avanço do streaming, formato preferido por Scorsese aos “parques temáticos”, demonstra que o público precisa de estímulo para sair de casa. Por isso, é cada vez mais necessário que filmes de espetáculo grandioso, como os projetados pela Marvel, sejam produzidos. São estes que mantém os cinemas lotados.
Coringa ri do fiasco de Projeto Gemini com liderança folgada nas bilheterias
“Coringa” continua rindo à toa. O filme vagamente inspirado nos quadrinhos da DC Comics manteve liderança folgada nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá pelo segundo fim de semana consecutivo, com larga vantagem em relação aos demais lançamentos do período. E o mesmo aconteceu no resto do mundo. Com US$ 55 milhões faturados entre quinta e domingo (13/10), a produção da Warner já atingiu 192,7 milhões só no mercado doméstico. O sucesso, porém, é muito maior no exterior, o que ajudou sua bilheteria mundial a somar US$ 543,9 milhões em apenas dez dias. Na Europa, o filme estrelado por Joaquin Phoenix já superou toda a arrecadação de “Logan”, “Liga da Justiça” e “Mulher Maravilha”. Mas é na América Latina que vem obtendo suas maiores somas, a ponto de já aparecer empatado com o blockbuster “Batman vs. Superman” na região, e muito acima de “Liga da Justiça” e “Mulher Maravilha”, além de registrar mais que o dobro da bilheteria do filme anterior do personagem, “Batman: O Cavaleiro das Trevas”. Os mercados internacionais em que “Coringa” está vendendo mais ingressos são Reino Unido (US$ 36,9 milhões), México (US$ 28,9 milhões), Coréia do Sul (US$ 28 milhões), Rússia (US$ 20,4 milhões) e Brasil (US$ 18 milhões). Para completar, o filme estreou na França e na Alemanha neste fim de semana batendo recordes de arrecadação. As três estreias amplas que arriscaram enfrentar o vilão dos quadrinhos em sua segunda semana em cartaz tiveram resultados variados. A animação “Família Addams” ficou em 2º lugar com respeitáveis US$ 30,2 milhões. O contexto é considerado positivo, diante da competição duríssima e do orçamento de US$ 50 milhões da produção, que poderia ser coberto com o sucesso internacional. Como parte desta estratégia, o lançamento do desenho foi restrito à América do Norte, chegando ao Brasil e a maioria dos demais países apenas a partir de 31 de outubro. Entretanto, o projeto de lucro pode ter sido esfriado pelas críticas negativas, que deixaram a aprovação do filme em apenas 44% no Rotten Tomatoes – mais difícil de vender no exterior. “Projeto Gemini” enfrenta problema ainda maior. A aposta em um suposto blockbuster 3D mundial fracassou epicamente. O thriller de ação estrelado por Will Smith, com tecnologia digital de última geração, fez apenas US$ 20,5M e abriu em 3º lugar nos Estados Unidos e Canadá. E não se saiu muito melhor no mercado internacional, onde abriu simultaneamente em 58 países e somou apenas US$ 39 milhões. Orçado em US$ 140 milhões sem P&A (custo de cópias e publicidade), “Projeto Gemini” vai dar prejuízo para a Sony. O tamanho do buraco já está sendo estimado em no mínimo US$ 60 milhões pelas publicações especializadas dos Estados Unidos. Mas pode aumentar com as críticas extremamente desfavoráveis – apenas 26% no Rotten Tomatoes. Será o segundo fracasso milionário consecutivo do diretor Ang Lee, que também privilegiou a tecnologia 3D de ponta em seu drama de guerra “A Longa Caminhada de Billy Lynn” (2016), orçado em US$ 40 milhões e que rendeu a quantia abissal de US$ 1,7 milhão nos cinemas norte-americanos. A terceira estreia da semana foi a comédia “Jexi”, escrita e dirigida pela dupla responsável por “Perfeita é a Mãe”, que implodiu em 9º lugar. Longe dessa tristeza comercial, o circuito limitado apresentou o maior sucesso por sala do ano inteiro, o drama sul-coreano “Parasita”, que estourou lotações nas três únicas telas em que começou a ser exibido. A arrecadação por sala do vencedor do Festival de Cannes ficou em US$ 125,4 mil, um fenômeno. Para dar a dimensão da façanha, a estreia de “Coringa” na semana passada rendeu exatamente 10% disso por sala. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Coringa Fim de semana: US$ 55M Total EUA e Canadá: US$ 192,7M Total Mundo: US$ 543,9M 2. Família Addams Fim de semana: US$ 30,2M Total EUA e Canadá: US$ 30,2M Total Mundo: US$ 30,2M 3. Projeto Gemini Fim de semana: US$ 20,5M Total EUA e Canadá: US$ 20,5M Total Mundo: US$ 59,5M 4. Abominável Fim de semana: US$ 6,1M Total EUA e Canadá: US$ 47,9M Total Mundo: US$ 108M 5. Downton Abbey Fim de semana: US$ 4,9M Total EUA e Canadá: US$ 82,6M Total Mundo: US$ 152,6M 6. As Golpistas Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA e Canadá: US$ 98M Total Mundo: US$ 121,6M 7. Judy Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA e Canadá: US$ 14,9M Total Mundo: US$ 14,9M 8. It: Capítulo Dois Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA e Canadá: US$ 207,1M Total Mundo: US$ 445,6M 9. Jexi Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 3,1M Total Mundo: US$ 3,1M 10. Ad Astra Fim de semana: US$ 1,9M Total EUA e Canadá: US$ 47M Total Mundo: US$ US$ 120,3M
Dolittle: Nova aventura de Robert Downey Jr. ganha primeiro trailer dublado
A Universal divulgou o primeiro trailer de “Dolittle”, fantasia estrelada por Robert Downey Jr. (“Vingadores: Ultimato”), que vai mostrar o intérprete do Homem de Ferro com outro superpoder, na pele de um médico que possui a estranha habilidade de falar com animais. O trailer nacional, distribuído apenas dublado, traz o astro falando português e, curiosamente, com outro nome. É possível ouvir claramente uma menina chamando seu personagem de “Dr. Dolírou” – enfatizando a segunda sílaba, em vez da primeira da pronúncia em inglês. Compare com a prévia original abaixo. Cheio de efeitos e clima de aventura vitoriana, como os filmes de “Sherlock Holmes” estrelados pelo ator, “Dolittle” é baseado nos livros infantis dos anos 1920 de Hugh Lofting, que já renderam inúmeras adaptações, entre elas “O Fabuloso Doutor Dolittle” (1967), que chegou a ser indicado ao Oscar de Melhor Filme, e a comédia “Dr. Dolittle” (1998), que teve até sequência em 2001, ambas estreladas por Eddie Murphy. Além de Downey Jr., a produção terá vários astros famosos, inclusive outro intérprete de super-herói da Marvel. Só que não no Brasil, porque a maioria participa da dublagem dos animais falantes e suas vozes serão substituídas por profissionais que falam Dolirou em português. As vozes célebres que não estarão na versão dublada nacional são de Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Selena Gomez (“Um Dia de Chuva em Nova York”), Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”), Marion Cotillard (“Macbeth”), Kumail Nanjiani (“Doentes de Amor”), Octavia Spencer (“A Forma da Água”), Emma Thompson (“O Bebê de Bridget Jones”), Carmen Ejogo (“Alien: Covenant”) e Ralph Fiennes (“O Grande Hotel Budapeste”). Já os demais personagens humanos são interpretados por Michael Sheen (“Passageiros”), Antonio Banderas (“Os Mercenários 3”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e Jessie Buckley (“Chernobyl”) – que será a jovem Rainha Victoria. A direção e o roteiro estão a cargo de Stephen Gagham, que até então nunca tinha feito um filme infantil. Ele é mais conhecido por épicos político-econômicos como o premiado “Syriana – A Indústria do Petróleo” (2005) e o recente fracasso “Ouro” (2016). A estreia está prevista para 16 de janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Como Treinar seu Dragão vai ganhar especial de Natal
A DreamWorks Animation anunciou um novo capítulo da franquia “Como Treinar seu Dragão”. Intitulado em inglês “How to Train Your Dragon Homecoming”, a produção desta vez não será lançada nos cinemas. Ela foi encomendada como especial de fim de ano pela rede americana NBC. E já ganhou o primeiro pôster. Veja abaixo. O especial terá cerca de 30 minutos e se passará 10 anos depois da trilogia cinematográfica, mas antes do epílogo que encerrou a história. Segundo a sinopse oficial, o desenho começará com as versões maduras de Soluço e Banguela compartilhando histórias de sua relação especial com suas respectivas famílias enquanto se preparam para o Festival Snoggletog. Quando fica claro que a nova geração de vikings não se lembra da conexão entre dragões e humanos, Soluço faz um plano para celebrar os dragões com um grande desfile. Essa ideia leva a uma série de eventos hilários e empolgantes, mas independente da circunstância, todos em Nova Berk – jovens ou velhos – acabam sendo lembrados de que dragões e humanos estarão conectados para sempre. “Homecoming” deve contar com os retornos dos principais integrantes do elenco, como Jay Baruchel no papel de Soluço, America Ferreira como Astrid, Gerard Butler como Estoico, Craig Ferguson como Bocão e Christopher Mintz-Plasse como Perna-de-Peixe. Entretanto, o diretor e idealizador da franquia, Dean DeBlois, não estará envolvido com o projeto. Em seu lugar, Jonathan Groff (“Kung Fu Panda: Especial de Natal”) e Jon Pollack (da série “Modern Family“) assinam o roteiro, enquanto Tim Johnson (“Cada Um na Sua Casa”) assume a direção. A exibição está marcada para 5 de dezembro nos Estados Unidos, mas não previsão para a chegada do especial no Brasil. Depois de passar na TV, ele será disponibilizado na plataforma Hulu, que ainda não possui distribuição por aqui. E o fato de ir para a Hulu que não deixa de ser curioso, já que as séries animadas derivadas da franquia foram exibidas na Netflix.
Terror Maniac Cop vai virar série do diretor de Drive
O cineasta dinamarquês Nicolas Winding Refn, conhecido por filmes como “Drive” (2011) e “O Demônio de Neon” (2016), fechou contrato para desenvolver uma série baseada no terror “Maniac Cop – O Exterminador” (1988), filme cult da era dos slashers sangrentos, que será exibida pelos canais pagos HBO nos Estados Unidos e Canal+ (Canal Plus) na França. “Maniac Cop” era uma história típica de psicopata deformado, mas trocava o monstro mascarado e o cenário suburbano/campestre de filmes como “Halloween” e “Sexta-Feira 13” por um policial fardado e psicopata, que assassinava brutalmente inocentes nas ruas de Nova York. O filme original tinha roteiro de Larry Cohen (“Nasce um Monstro”) e direção de William Lustig (“O Maníaco”), dois mestres do terror, e ainda por cima incluía Bruce Campbell (o Ash de “Evil Dead”) como um dos suspeitos de ser o assassino. Fez tanto sucesso que rendeu duas continuações. Refn chegou a anunciar em 2017 planos de transformar “Maniac Cop” num filme, mas o projeto tomou outro rumo, com menos ênfase na trama de terror e tendência a refletir as críticas à brutalidade policial nos EUA. A trama vai ser adaptada por John Hyams, roteirista-produtor das séries de zumbis “Z Nation” e “Black Summer”. Refn e Hyams também vão se alternar na direção dos episódios. “Sempre fui um admirador dedicado de John Hyams”, disse Refn, em comunicado sobre o projeto. “Temos conversado sobre uma re-imaginação dos filmes de ‘Maniac Cop’ há vários anos, mas, conforme começamos a trabalhar no material, vimos que queríamos explorar o mundo que estávamos criando com maior profundidade. Transformar ‘Maniac Cop’ em uma série nos permitirá realizar nossas ambições mais loucas e alcançar um público enorme através dos parceiros HBO e Canal+. Esta série será uma odisseia de horror sem censura e cheia de ação. Dado o estado atual do mundo, ‘Maniac Cop’ também será um forte comentário sobre o declínio da civilização”. “Maniac Cop” será a segunda série americana de Refn, que estreou nesse mercado com “Too Old to Die Young”, disponibilizada em junho na plataforma de streaming da Amazon. Veja abaixo um trailer do filme original de 1988.
Dolittle: Novo filme de Robert Downey Jr. ganha primeiro pôster
A Universal divulgou o primeiro pôster de “Dolittle”, fantasia estrelada por Robert Downey Jr. (“Vingadores: Ultimato”), que vai mostrar o intérprete do Homem de Ferro com outro superpoder, na pele de um médico que possui a estranha habilidade de falar com animais. A história é baseada nos livros infantis dos anos 1920 de Hugh Lofting, que já renderam inúmeras adaptações, entre elas “O Fabuloso Doutor Dolittle” (1967), que chegou a ser indicado ao Oscar de Melhor Filme, e a comédia “Dr. Dolittle” (1998), que teve até sequência em 2001, ambas estreladas por Eddie Murphy. Além de Downey Jr., a produção terá vários astros famosos, inclusive outro intérprete de super-herói da Marvel. Só que não no Brasil, porque a maioria participará na dublagem dos animais e deverão ser redublados no lançamento nacional. As vozes célebres do longa são Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Selena Gomez (“Um Dia de Chuva em Nova York”), Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”), Marion Cotillard (“Macbeth”), Kumail Nanjiani (“Doentes de Amor”), Octavia Spencer (“A Forma da Água”), Emma Thompson (“O Bebê de Bridget Jones”), Carmen Ejogo (“Alien: Covenant”) e Ralph Fiennes (“O Grande Hotel Budapeste”). Além destes, estão previstos personagens humanos interpretados por Michael Sheen (“Passageiros”), Antonio Banderas (“Os Mercenários 3”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e Jessie Buckley (“Chernobyl”), que será a jovem Rainha Victoria. A direção e o roteiro estão a cargo de Stephen Gagham, que até então nunca tinha feito um filme infantil. Ele é mais conhecido por épicos político-econômicos como o premiado “Syriana – A Indústria do Petróleo” (2005) e o recente fracasso “Ouro” (2016). A estreia está prevista para 9 de janeiro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos Estados Unidos.
Weathering with You: Animação japonesa que vai disputar vaga no Oscar ganha novo trailer
A GKids divulgou o pôster e o trailer americano de “Weathering with You”, novo anime de Makoto Shinkai, o diretor de “Seu Nome” (Your Name), que bateu recordes de bilheteria, tornando-se o desenho de maior sucesso da história do cinema do Japão em 2016. Assim como “Seu Nome”, o novo filme também lida com elementos sobrenaturais, ao acompanhar um garoto que, ao fugir para Tóquio, faz amizade com uma garota que parece poder manipular o clima. O tema das mudanças climáticas, numa metáfora da situação do mundo atual, ajudou o novo filme a repetir o sucesso do anterior no Japão, arrecadando mais de US$ 100 milhões nas bilheterias locais. Sua popularidade também inspirou o Japão a fazer uma escolha inusitada e selecionar “Weathering with You” para disputar uma vaga às indicações do Oscar 2020 de Melhor Filme Internacional (categoria antigamente conhecida como Melhor Filme de Língua Estrangeira). “Weathering with You” tem estreia marcada para 7 de janeiro nos Estados Unidos e ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.
James Wan vai produzir série baseada nos quadrinhos de Dylan Dog
A produtora Atomic Monster, do cineasta James Wan (“Invocação do Mal”), fechou contrato com a editora italiana Sergio Bonelli para adaptar os quadrinhos de “Dylan Dog” numa série live-action. Criado em 1986 por Tiziano Sclavi, Dylan Dog é um detetive que resolve casos sobrenaturais e já teve um filme com elenco americano, estrelado por Brandon Routh (“Superman – O Retorno”) e dirigido por Kevin Munroe (da animação das “Tartarugas Ninjas”). A produção foi anunciada revelado num comunicado conjunto, assinado pelo presidente da editora italiana, Davide Bonelli, e pelo próprio James Wan. “James Wan e Atomic Monster são mestres no gênero de terror e têm uma sensibilidade comprovada sobre a melhor forma de adaptar os quadrinhos à tela. Estamos muito emocionados por ter essa equipe dos sonhos trabalhando em um de nossos personagens mais importantes.” “‘Dylan Dog’ é realmente um dos meus quadrinhos favoritos de todos os tempos. Fui apresentado pela primeira vez ao ‘Investigador de Pesadelos’ no colégio por meus amigos europeus. E embora eu não tenha entendido o texto estrangeiro, entendi facilmente a história através da bela obra de arte e de suas referências amorosas ao gênero de terror. Estou empolgado em trabalhar com a editora Sergio Bonelli para lhe dar vida na tela.” Em seus 33 anos de existência, “Dylan Dog” possui mais de 500 histórias publicadas e mais de 50 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo, inclusive no Brasil. Embora publicada na Itália, a série se passa principalmente em Londres, onde vive o protagonista, que investiga mistérios paranormais ao lado de seu companheiro Groucho, inspirado no clássico humorista Groucho Marx. A publicação é tão famosa na Itália que até o célebre diretor Dario Argento (da “Suspiria” original) já escreveu uma graphic novel do personagem. A série terá inicialmente uma 1ª temporada com 10 episódios, mas ainda não possui showrunner nem canal definido.












