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Reality

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19 de outubro de 2026
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19 de outubro de 2026
  • Filme

    Melissa Benoist revela seu novo papel de super-heroína no cinema

    14 de outubro de 2019 /

    A atriz Melissa Benoist, conhecida por estrelar “Supergirl”, revelou que viverá uma nova super-heroína dos quadrinhos em seu próximo projeto. Ela postou no Instagram uma imagem dos bastidores de “Jay and Silent Bob Reboot”, comédia sobre os dois “maconheiros grunges” que integram a paisagem dos filmes da produtora View Askew, de Kevin Smith, desde a estreia do diretor com “O Balconista”, em 1994. No filme, ela viverá Chronic. Mas, para entender o papel, é preciso uma pequena recapitulação. Caprichando na metalinguagem, o filme vai trazer Jay (Jason Mewes) e Silent Bob (o próprio Kevin Smith) tentando impedir a filmagem de uma superprodução de cinema baseada em Bluntman & Chronic, heróis de quadrinhos que eles inspiraram. A história de que os dois viraram quadrinhos data de “Procura-se Amy” (1997). E o detalhe é que esta não é a primeira vez que Hollywood busca filmar a dupla de heróis maconheiros O novo projeto é um reboot do primeiro filme, cuja produção serviu de trama para “O Império (do Besteirol) Contra-Ataca” (2001). Como todo reboot que se preze, “Jay and Silent Bob Reboot” vai trocar o gênero sexual de Chronic, que será mulher na refilmagem, com interpretação de Benoist. Já Bluntman será interpretado por ninguém menos que Val Kilmer, que foi Batman no filme “Batman Eternamente” (1995). “Eu interpretei alguns heróis/vilões diferentes para a DC, mas conseguir interpretar Chronic no #viewaskewniverse?! Está brincando?! Nunca pensei em adicionar isso à lista e estou muito empolgada com isso”, a atriz escreveu. Além dos citados, o elenco grandioso da continuação vai reunir a maioria dos atores que já passaram pelos filmes da View Askew, entre eles Brian O’Halloran (“O Balconista”), Jason Lee, Ben Affleck e Joey Lauren Adams (que estrelaram “Procura-se Amy”), Matt Damon (de “Dogma”), Rosario Dawson (de “O Balconista 2”), Jennifer Schwalbach Smith (a esposa), James Van Der Beek, Jason Biggs e Shannon Elizabeth (de “O Império do Besteirol Contra-Ataca”), etc. Até atores que trabalharam com Smith em produções que não tem a ver com esse universo estão no filme, casos de Justin Long (“Tusk: A Transformação”), Tom Cavanagh, Carlos Valdes e Grant Gustin (Smith dirigiu “The Flash” – e “Supergirl”, no caso da participação de Benoist) e Harley Quinn Smith (de “Yoga Hosers”), filha do diretor, que ironicamente viverá a filha de Jay no longa. Para completar, ainda há Chris Hemsworth (o Thor de “Vingadores: Ultimato”), Joe Manganiello (“Rampage – Destruição Total”), Kate Micucci (a dubladora de Velma em “Scooby Doo”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga e a Vespa”), Craig Robinson (“The Office”), Frankie Shaw (“Smilf”), Molly Shannon (“Mais um Verão Americano”), Tommy Chong (“Queimando Tudo”) e os rappers Method Man (“Luke Cage”) e Redman (“O Filho de Chucky”), que estreiam no “viewaskewverse”. O filme estreia nesta terça (15/10) na América do Norte e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. Ver essa foto no Instagram I’ve played a few different heroes/villains for DC but getting to play Chronic in the #viewaskewniverse ?! You kidding?! never thought I’d add that to the list and I’m prettyyyy darn excited about it #snootchiebootchies #jayandsilentbobreboot @jayandsilentbob in theaters Oct 15th & 17th SNOOGANS ??? Uma publicação compartilhada por Melissa Benoist (@melissabenoist) em 10 de Out, 2019 às 5:19 PDT

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  • Filme

    Ryan Reynolds revela reunião na Marvel

    14 de outubro de 2019 /

    Ryan Reynolds divulgou em seu Twitter a foto de uma visita ao Marvel Studios. A imagem sugere uma reunião no estúdio com o intérprete e produtor dos filmes de “Deadpool”, que deverá ser integrado ao MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) num futuro próximo – também conhecido como “Fase 5”. “Fiz testes para o papel de ‘Anthony Stark’. Não cheguei nem perto, mas um homem gentil com um taser me acompanhou até o Térreo”, ele escreveu ao lado da imagem. “Deadpool 3” está praticamente confirmado. Existe, inclusive, uma promessa de que a classificação “R” (para maiores) será mantida. Mas o planejado filme da “X-Force” dificilmente sairá do papel. Auditioned for the role of “Anthony Stark”. Didn’t come even remotely close, but the nice man with the taser escorted me to the ground. pic.twitter.com/1bwFDGdMOj — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) October 14, 2019

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  • Etc

    Disney+ (Disney Plus) mostra que terá conteúdo demais em trailer de 3h17 de duração

    14 de outubro de 2019 /

    A plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) resolveu demonstrar a extensão de seu conteúdo com uma pequena prévia de todos os filmes, séries e programas de seu catálogo. O resultado, que pode ser visto abaixo, é descrito como “basicamente tudo” que será disponibilizado em streaming e tem mais de 3 horas de duração. Exatamente 3 horas e 17 minutos. Exibido em ordem cronológica, o material abrange do primeiro longa do estúdio, “Branca de Neve e os Sete Anões” (1937), até a série “The Mandalorian”, exclusiva do serviço de streaming, que será lançado em 12 de novembro nos Estados Unidos e outros países, mas só deve chegar ao Brasil em 2020.

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  • Série

    Globoplay será o novo endereço de Doctor Who no Brasil

    14 de outubro de 2019 /

    Uma das séries mais difíceis de acompanhar no Brasil, “Doctor Who” segue seu costume de mudar de canal a cada temporada. Agora a série vai ser disponibilizada na plataforma Globoplay, que fechou um acordo com a BBC Studios para oferecer a seus assinantes todas as 11 temporadas do reboot da série britânica e o vindouro 12º ano, estrelado por Jodie Whittaker. Também fazem parte do acordo 19 episódios especiais, que são os eventos de natal, ano novo e regenerações dos Doutores desde 2005 até os dias de hoje. “Doctor Who” tem uma relação complicada com o Brasil. Era exibida no canal pago BBC, que de uma hora pra outra passou a exibir só documentários e acabou saindo do ar no país. Depois de se perder no tempo e no espaço, a série ressurgiu no Syfy e passou a ser distribuída também pela Netflix, até que a emissora perdeu os direitos de exibição e o streaming também retirou o programa de seu catálogo. Nesse período, “Doctor Who” ainda foi exibida na TV Cultura. Alguns meses depois, a série chegou na plataforma Crackle, que exibiu a 11ª temporada antes de fechar na América Latina em março passado, deixando a atração novamente sem paradeiro no país – até a atual reviravolta. A série concluiu sua 11ª temporada em dezembro e abriu 2019 com um especial de ano novo. Ainda não há previsão de estreia para a 12ª temporada.

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  • Etc,  Série

    Sam Bobrick (1932 – 2019)

    14 de outubro de 2019 /

    O escritor e dramaturgo Sam Bobrick, criador da clássica sitcom “Galera do Barulho” (Saved by the Bell), morreu aos 87 anos na última sexta-feira (11/10), após sofrer um derrame. Com uma lista extensa de trabalhos produzidos na TV, Bobrick também escreveu mais de 40 peças, das quais quatro comédias chegaram à Broadway, além de músicas, como “The Girl of My Best Friend”, gravada por Elvis Presley em 1960, e piadas para apresentações de stand-up do lendário humorista Groucho Marx. Sam Bobrick iniciou a carreira como contínuo na sala de correspondência do canal ABC, mas logo começou a desbravar espaço para suas piadas nos programas de variedades do canal, como o game show “Make Me Laugh”. Ele fez sua estreia como roteirista de séries em 1964, com três episódios de “Os Flintstones” e 19 da sitcom “The Andy Griffith Show”. Um capítulo da série estrelada por Andy Griffith lhe rendeu seu primeiro prêmio do Sindicato dos Roteiristas. Ele bisaria a premiação com a série de comédia “Agente 86” em 1969. E ainda foi indicado ao Emmy por roteiros do programa de variedades “The Smothers Brothers Comedy Hour”. Sua lista de trabalhos em séries clássicas também inclui capítulos de “Fuzileiro das Arábias” (Gomer Pyle: USMC”) e “A Feiticeira” (Bewitched). A última lhe rendeu amizade com o humorista Paul Lynde, intérprete do Tio Arthur, para quem desenvolveu a série “The Paul Lynde Show” em 1972. Bodrick assinou ainda “Diana” em 1973, que trazia Diana Rigg, sex symbol da série inglesa “Os Vingadores” (e velhinha poderosa em “Game of Thrones”), como uma divorciada londrina recém-chegada em Nova York para recomeçar sua vida. Mas suas primeiras criações duraram só uma temporada. Ele só foi encontrar seu público com “Good Morning, Miss Bliss”, exibida no Disney Channel em 1988, que trazia a ex-atriz mirim Hayley Mills no papel principal e dois futuros integrantes de “Galera do Barulho” como coadjuvantes. A série chamou tanta atenção que a rede NBC resolveu adquirir seus direitos, mudar alguns detalhes, como a ênfase nos estudantes em vez da professora, e contratar mais garotos para o elenco principal. Ao final, decidiu rebatizá-la para que fosse vista como uma produção inteiramente nova. Virou “Saved by the Bell”, a “Galera do Barulho”, em 1989. A série acompanhava a rotina de uma escola de Ensino Médio, concentrando-se num grupo de seis amigos durante seu período escolar. Virou um fenômeno de audiência, que perdurou além de suas quatro temporadas originais. Após os estudantes se formarem, a série ganhou um spin-off sobre a etapa universitária da vida dos personagens e um telefilme de conclusão com o casamento do par principal da atração, Zack (Mark-Paul Gosselaar) e Kelly (Tiffani Thiessen). Mas isto não foi o fim da franquia, que paralelamente ganhou um reboot com uma nova geração. Ainda mais bem-sucedida, a segunda “Galera do Barulho” durou sete temporadas, entre 1993 e 2000. Bodrick abandonou a TV após sua criação se multiplicar e dar frutos, decidindo se concentrar no teatro desde os anos 1990. Mas não sem antes dar uma passadinha pelo cinema, com os roteiros das comédias “A Mais Louca das Aventuras de Beau Geste” (1977), estrelada e dirigida por Marty Feldman, e “Jimmy the Kid” (1982), com Gary Coleman. Planos para uma terceira geração de “Galera do Barulho” foram confirmados e uma nova série baseada na criação de Bodrick está atualmente em desenvolvimento para a plataforma de streaming Peacock, da rede NBC, que tem previsão de lançamento para 2020. Relembre abaixo a abertura da série original.

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  • Filme

    Zoe Kravitz será a Mulher-Gato do novo filme de Batman

    14 de outubro de 2019 /

    A atriz Zoe Kravitz (“Mad Max: Estrada da Fúria”, “Big Little Lies”) vai interpretar Mulher-Gato/Selina Kyle em “The Batman”, que marcará a estreia de Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) como o super-herói da DC Comics. A informação foi apurada pelo site da revista The Hollywood Reporter, que ainda revelou o nome das demais finalistas dos testes realizados pelo diretor Matt Reever (“Planeta dos Macacos: A Guerra”): Zazie Beetz (“Coringa”), Ana de Armas (“Blade Runner: 2049”), Ella Balinska (“As Panteras”) e Eiza Gonzalez (“Em Ritmo de Fuga”). Todas contracenaram com Robert Pattinson durante os testes e Zoe Kravitz foi escolhida pelo desempenho e química com o ator, que estrelará a produção no papel-título. A seleção de finalistas demonstra claramente a intenção do cineasta, que também é autor do roteiro, de escalar uma atriz negra ou latina no papel. A escolhida é bem diferente da loira Michelle Pfeiffer, que foi a Mulher-Gato de “Batman: O Retorno” (1992), e de Anne Hathaway, a Selina de “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012). Mas já existiram duas Mulher-Gato negras nas telas. A primeira debutou na TV em 1967, interpretada por Eartha Kitt na 3ª e última temporada da série “Batman” dos anos 1960 – substituindo, por coincidência, duas atrizes brancas no papel. E Halle Berry estrelou o único filme com o nome da personagem, “Mulher-Gato”, em 2004 – um fracasso retumbante de público e crítica. Além da Mulher-Gato, outros vilões clássicos dos quadrinhos, como Pinguim e Charada, devem aparecer na produção, sem esquecer de coadjuvantes obrigatórios, como Comissário Gordon e Alfred. A produção ainda tem, portanto, muitos papéis para escalar antes de começar suas filmagens. A estreia está marcada apenas para junho de 2021.

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  • Série

    Imagens do especial de Halloween dos Simpsons revelam paródias de Stranger Things e A Forma da Água

    14 de outubro de 2019 /

    A rede americana Fox divulgou as imagens do 666º episódio de “Os Simpsons”, que será o 30º especial anual de Halloween da longeva série animada. Intitulado “Treehouse of Horror”, o especial anual costuma ser uma antologia de curtas de temática de terror. As imagens revelam que este ano os temas dos curtas incluirão paródias da série “Stranger Things” e do filme “A Forma da Água”, de Guillermo del Toro. Segundo a sinopse oficial, a 30ª “Treehouse of Horror” vai mostrar um demônio Maggie, uma missão para resgatar Milhouse de outra dimensão, o espírito de Homer morto experimentando novos corpos e Selma finalmente encontrando amor em um lugar improvável – com o alienígena do porão. O episódio será exibido no próximo domingo (20/10) nos Estados Unidos.

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  • Série

    Maravilhosa Sra. Maisel: Trailer da 3ª temporada destaca os muitos prêmios da série

    14 de outubro de 2019 /

    A Amazon divulgou o trailer da 3ª temporada da “Maravilhosa Sra. Maisel” (The Marvelous Mrs. Maisel), que destaca os 16 prêmios Emmy da produção, especialmente as conquistas de seu elenco, liderado por Rachel Brosnahan no papel-título. Criação de Amy Sherman-Palladino (autora de “Gilmore Girls”), “Maravilhosa Sra. Maisel” conta a história de uma dona de casa de classe alta da Nova York dos anos 1950 que, após o divórcio e uma crise existencial, decide seguir carreira na então emergente cena de comédia stand-up na cidade. A nova temporada vai acompanhar a ascensão da comediante em sua primeira turnê nacional. A prévia revela cenas em Miami e Las Vegas, além de novidades no elenco, como Sterling K. Brown (“This Is Us”), que se junta a Alex Borstein, Tony Shalhoub, Michael Zegen, Kevin Pollak, Marin Hinkle e Leroy McClain, sem esquecer dos premiados convidados recorrentes Luke Kirby e Jane Lynch. A 3ª temporada estreia em 6 de dezembro em streaming.

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  • Filme

    Projeto Gemini é maior fracasso de Will Smith em 20 anos

    14 de outubro de 2019 /

    O novo thriller de ação de Will Smith, “Projeto Gemini”, teve a pior estreia da carreira do ator. O filme arrecadou apenas US$ 20,5 milhões em seu primeiro fim de semana na América do Norte, abrindo em 3º lugar nas bilheterias, atrás de “Coringa” e “Família Addams”. Nem os mais conhecidos fracassos de Will Smith, “Depois da Terra” e “As Loucas Aventuras de James West”, tiveram resultados tão ruins em seus fins de semana de estreia. “Depois da Terra” abriu com US$ 27 milhões em 2013, com um orçamento de US$ 130 milhões — acabou com uma bilheteria total de US$ 243 milhões. E o pior filme de Smith, “James West”, orçado em US$ 170 milhões, estreou com US$ 27 milhões para chegar a uma bilheteria mundial de US$ 222 milhões em 1999. Smith teve bilheterias menores antes disso, mas eram produções mais modestas em tempos de ingressos muito mais baratos. Dirigido por Ang Lee (“As Aventuras de Pi”), “Projeto Gemini” traz Will Smith como um assassino aposentado de agência secreta que enfrenta um clone mais jovem de si mesmo e investiu pesado em efeitos visuais, não apenas na criação do clone digital rejuvenescido do atro, mas para gravações com tecnologia 3D de ponta. Com isso, teve orçamento de US$ 138 milhões, praticamente o investimento de um blockbuster da Marvel. O custo elevado faz com que o faturamento seja visto como um desastre, uma vez que o filme foi exibido em salas IMAX e em 3D, com ingressos mais caros. Ao todo, o longa arrecadou US$ 59,5 milhões em todo o mundo – incluindo nisso R$ 4,7 milhões de bilheteria brasileira. Antigamente, filmes precisavam arrecadar três vezes os valores de seus orçamento para se pagar. Mas essa conta mudou muito com o aumento da participação do mercado internacional no bolo de faturamento, devido a maior taxação. Na China, por exemplo, Hollywood fica com apenas 25% das bilheterias de seus filmes, fazendo com que os altos valores signifiquem pouco no abate das dívidas. Os custos em P&A (cópias e publicidade) também dispararam e geralmente são mantidos em sigilo pelos estúdios. Em compensação, o mercado internacional permite maiores acordos de parceria. Assim, a Paramount não assumiu as despesas de “Projeto Gemini” sozinha. O projeto foi cofinanciado pelas produtoras Skydance e a chinesa Alibaba Pictures, mais o fundo de investimento chinês Fosum. Todos vão compartilhar do prejuízo, estimado pelas publicações voltadas à indústria cinematográfica americana em US$ 60 milhões no mínimo. Smith vem de um sucesso recente com “Aladdin”, da Disney, mas vinha enfrentando dificuldades nas bilheterias nos últimos anos, graças a opção por dramas que não se conectaram com o público, como “Beleza Oculta” (2016) e “Um Homem Entre Gigantes” (2017). Seus próximos filmes são a animação “Um Espião Animal” e a continuação “Bad Boys para Sempre”, ambos previstos para janeiro no Brasil.

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  • Etc

    Coringa mantém liderança nas bilheterias do Brasil

    14 de outubro de 2019 /

    Assim como aconteceu na América do Norte, “Coringa” se manteve no topo da bilheteria brasileira com números expressivos. No período entre quinta (10) a domingo (13/10), o filme estrelado por Joaquin Phoenix levou mais de 1,5 milhão de pessoas aos cinemas, gerando uma renda de R$ 26,7 milhões. A renda acumulada da adaptação dos quadrinhos da DC Comics já chega a R$ 73,2 milhões no Brasil. O valor representa a quinta maior arrecadação mundial da produção, atrás da América do Norte (EUA e Canadá), Reino Unido, México, Coreia do Sul e Rússia. Em todo o mundo, o filme soma US$ 543,9 milhões (valores em dólares) em apenas 11 dias. Refletindo seu fracasso no exterior, o novo filme de Will Smith, “Projeto Gemini”, teve apenas 17% do público de “Coringa”, com 246 mil espectadores e uma renda de R$ 4,7 milhões em sua estreia. Apesar disso, abriu em 2º lugar no ranking, tamanha a diferença do filme do vilão dos quadrinhos para o desempenho dos demais. O Top 10 ainda inclui três filmes brasileiros: “Ela Disse, Ele Disse” em 5º lugar, “Vai que Cola 2: O Começo” em 7º e “Bacurau” em 8º. Confira abaixo a lista dos dez filmes de maior bilheteria no Brasil, no levantamento semanal da consultoria Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema Final Semana 10 – 13/Out:1. Coringa 2. Projeto Gemini3. Angry Birds 2 – O Filme4. Abominável5. Ela disse, Ele disse6. Ad Astra Rumo às Estrelas7. Vai que Cola 2 O Começo8. Bacurau9. Rambo: Até o Fim10. It Capitulo Dois — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) October 14, 2019

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  • Série

    Brasil disputa cinco prêmios no Emmy Kids Internacional

    14 de outubro de 2019 /

    Cinco produções brasileiras foram selecionadas para a disputa do Emmy Kids Internacional 2019. A premiação, que reconhece atrações infantis da TV mundial, teve seus indicados anunciados nesta segunda-feira (14/10) pela Academia da Televisão e premiará os vencedores em 31 de março numa cerimônia em Cannes, na França. Duas das indicações brasileiras são da série teen “Malhação”, da Globo. Vencedora do Emmy Kids 2018 com a temporada “Viva da Diferença”, a novelinha volta a concorrer como Melhor Série por “Vidas Brasileiras”. A trama contou a história de Gabriela Fortes (Camila Morgado), uma professora brasileira idealista que ultrapassava os limites da escola para entender cada um de seus alunos. A cada 15 dias, a trama mergulhava na vida de um dos alunos. A história tratou de temas como drogas, machismo, idealização do corpo, racismo, assédio, intolerância religiosa e maternidade precoce, entre outros. A segunda indicação veio pela ação “Malhação Ao Vivo”, do site Gshow, que trazia o elenco da série, ao lado de influenciadores digitais, fãs e especialistas, discutindo os acontecimentos da trama em transmissões nas redes sociais. “Malhação Ao Vivo” concorre na categoria de conteúdo digital. Os demais indicados são a 3ª temporada de “Irmão do Jorel”, do Cartoon Network, que concorre como Melhor Série de Animação, “The Voice Kids”, indicado na categoria de reality show pelo terceiro ano, e o documentário “Nosso Sangue, Nosso Corpo”, da Fox, que desmistifica a menstruação e foi indicado como Melhor Conteúdo Factual. Confira abaixo a lista completa das indicações. Melhor Série Infantil De Regels van Floor (Holanda) Guru Paarvai 4 (Cingapura) Jamie Johnson (Reino Unido) Malhação: Vidas Brasileiras (Brasil) Melhor Série de Animação Grizzy et les Lemmings (França) Irmão do Jorel (Brasil) Lamput (Índia) Zog (Reino Unido) Melhor Telefilme ou Minissérie Der Krieg und ich (Alemanha) Jacqueline Wilson’s Katy (Reino Unido) Joe All Alone (Reino Unido) Just Dance (Coreia do Sul) Melhor Conteúdo Pré-Escolar Animanimals (Alemanha) Bluey (Austrália) Petit (Chile) SuperWings Mission Teams (Coreia do Sul) Melhor Conteúdo Digital Lik Meg (Noruega) Malhação Ao Vivo (Brasil) MarcoPolo World School (Reino Unido) Ultra Nyt (Dinamarca) Melhor Conteúdo Factual My Life: Hike to Happiness (Reino Unido) Nosso Sangue, Nosso Corpo (Brasil) Ultras Like-Eksperiment (Dinamarca) What’s New? (Nigéria) Melhor Reality Show Hua Na Ha Kuob (Tailândia) Lego Masters (Reino Unido) Nachtraven (Bélgica) The Voice Kids (Brasil)

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  • Filme

    Democracia em Vertigem é indicado ao Critics Choice nos Estados Unidos

    14 de outubro de 2019 /

    O documentário “Democracia em Vertigem”, narrativa do Impeachment de Dilma Rousseff dirigida por Petra Costa, foi indicado em duas categorias ao Critics Choice Documentary Awards. A premiação celebra o melhor do cinema documental ao redor do mundo, e vai revelar seus vencedores no dia 10 de novembro, em cerimônia na cidade de Nova York. O filme distribuído pela Netflix disputa prêmios nas categorias de Melhor Documentário Político e de Melhor Narração, pelo texto recitado pela cineasta, que mistura sua história pessoal com a história recente do país. Além da cineasta, concorrem ao troféu os co-roteiristas Carol Pires, David Barker e Moara Passoni. Confira a lista completa de indicados à premiação. Melhor Documentário Indústria Americana Apollo 11 The Biggest Little Farm The Cave Honeyland The Kingmaker Virando a Mesa do Poder Maiden One Child Nation Eles Não Envelhecerão Melhor Direção Waad Al-Kateab & Edward Watts, por For Sama Steven Bognar & Julia Reichert, por Indústria Americana John Chester, por The Biggest Little Farm Feras Fayyad, por The Cave Peter Jackson, por Eles Não Envelhecerão Todd Douglas, por Apollo 11 Nanfu Wang & Jialing Zhang, por One Child Nation Melhor Documentário Político Indústria Americana Democracia em Vertigem Hail Satan? The Kingmaker Virando a Mesa do Poder One Child Nation Melhor Documentário Musical Amazing Grace David Crosby: Remember My Name Linda Ronstadt: The Sound of My Voice Miles David: Birth of the Cool Pavarotti Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story by Martin Scorsese Western Stars Melhor Documentário Esportivo Bethany Hamilton: Unstoppale Diego Maradone Maiden Rodman: For Better or Worse The Spy Behind Home Plate What’s My Name: Muhammad Ali Melhor Sujeito de Documentário Dr. Armadi Ballor – The Cave David Crosby – David Crosby: Remember My Name Tracy Edward – Maiden Imelda Marcos – The Kingmaker Hatidze Muratova – Honeyland Alexandria Ocasio-Cortez, Amy Vilela, Cori Bush & Paula Jean Swearengin – Virando a Mesa do Poder Linda Ronstadt – Linda Ronstadt: The Sound of My Voice Dr. Ruth Westheimer – Ask Dr. Ruth Documentário mais Inovador Aquarela Cold Case Hammarskjöld Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story by Martin Scorsese Screwball Serendipity Eles Não Envelhecerão Melhor Documentário Biográfico David Crosby: Remember My Name The Kingmaker Linda Ronstadt: The Sound of My Voice Love, Antosha Mike Wallace is Here Pavarotti Toni Morrison: The Pieces I Am Melhor Documentário Científico/Natural Anthropocene: The Human Epoch Apollo 11 Aquarela The Biggest Little Farm The Elephant Queen Honeyland Penguins Sea of Shadows Melhor Fotografia Ben Bernhard & Viktor Kossakovsky, por Aquarela John Chester, por The Biggest Little Farm Fejmi Daut & Samir Ljuma, por Honeyland Nicholas de Pencier, por Anthropocene: The Human Epoch Muhammed Khair Al Shami, Ammar Suleiman & Mohammad Eyad, por The Cave Richard Ladkani, por Sea of Shadows Melhor Edição Georg Michael Fischer & Verena Schönauer, por Sea of Shadows Todd Douglas Miller, por Apollo 11 Jabez Olssen, por Eles Não Envelhecerão Amy Overbeck, por The Biggest Little Farm Lindsay Utz, por Indústria Americana Nanfu Wang, por One Child Nation Melhor Trilha Sonora Jeff Beal, por The Biggest Little Farm Matthew Herbert, por The Cave Matt Morton, por Apollo 11 Plan 9, por Eles Não Envelhecerão H. Scott Salinas, por Sea of Shadows Eicca Toppinen, por Aquarela Melhor Narração Alicia Vikander, por Anthropocene: The Human Epoch John Chester & Molly Chester, por The Biggest Little Farm Petra Costa, por Democracia em Vertigem Chiwetel Ejiofor, por The Elephant Queen Waad Al-Kateab, por For Sama Adam Driver, por Joseph Pulitzer: Voice of the People Nanfu Wang, por One Child Nation Bruce Springsteen, por Western Stars Melhor Documentário de Estreia Midge Costin, por Making Waves: The Art of Cinematic Sound A.J. Eaton, por David Crosby: Remember My Name Pamela B. Green, por Be Natural: The Untold Story of Alice Guy-Blaché Tamara Kotevska & Ljubomir Stefanov, por Honeyland Richard Miron, por For the Birds Garret Price, por Love, Antosha Melhor Documentário de Imagens de Arquivo Amazing Grace Apollo 11 Maiden Mike Wallace is Here Pavarotti Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story by Martin Scorsese Eles Não Envelhecerão What’s My Name: Muhammad Ali Melhor Documentário em Curta-Metragem The Chapel at the Border Death Row Doctor In the Absence Lost World Mack Wrestles Period. End of Sentence. The Polaroid Job Sam and the Plant Next Door The Unconditional The Waiting Room

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  • Etc,  Filme

    Vietnã tira animação Abominável dos cinemas devido a mapa polêmico

    14 de outubro de 2019 /

    Os cinemas vietnamitas pararam de exibir a animação “Abominável” no último fim de semana, após uma cena que mostra um mapa com a “linha de nove raias” viralizar nas redes sociais. Esta linha tem conotação política, pois foi declarada unilateralmente pela China no Mar do Sul da China. A linha em forma de U consta de mapas chineses para ilustrar suas reivindicações sobre vastos trechos do Mar do Sul da China, entre eles porções que o Vietnã considera como sua plataforma continental, onde, inclusive, concedeu permissões para prospecção de petróleo. China e Vietnã travam uma disputa sobre rotas marítimas desde que, no início de julho, a China despachou uma embarcação para realizar uma pesquisa de energia em águas controlada pelo Vietnã. “Abominável”, que conta a história de uma menina chinesa que descobre um ieti morando em seu telhado, foi coproduzido pelo estúdio chinês Pearl Studio e pela DreamWorks Animation, e estreou nos cinemas vietnamitas em 4 de outubro. O filme foi tirado de cartaz no domingo depois que imagens da cena com o mapa foram amplamente compartilhadas em redes sociais. “Nós revogaremos”, disse Ta Quang Dong, vice-ministro da Cultura, dos Esportes e do Turismo, sobre a licença de exibição do filme, segundo o jornal Thanh Nien. O ministério está encarregado de autorizar e censurar filmes estrangeiros. Depois disso, uma recepcionista do estatal Centro Nacional de Cinema de Hanói confirmou que o Ministério da Cultura emitiu uma ordem exigindo que todos os cinemas vietnamitas parem de exibir o filme por causa da cena do mapa. Ele já não está mais em exibição no Vietnã, mas ainda pode ser visto no resto do mundo, inclusive nos cinemas brasileiros.

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