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Etc

Felca volta às redes para revelar fobia social

Influenciador relata oito anos de agressões na escola, problemas com álcool e isolamento após repercussão de "Adultização"

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20 de outubro de 2026
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Brigas em A Fazenda 18 viram guerra de esterco e acusações de agressão

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19 de outubro de 2026
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19 de outubro de 2026
TV

Fred Bruno se afasta do Globo Esporte após levar tiro de deputado do PL

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19 de outubro de 2026
  • Série

    Watchmen registra melhor estreia da HBO desde Westworld

    22 de outubro de 2019 /

    A estreia de “Watchmen”, no domingo passado (20/10), registrou o maior público de primeiro episódio de uma série da HBO nos últimos três anos. Mais de 1,5 milhão de pessoas assistiram ao capítulo inaugural ao vivo pela televisão e streaming oficial (HBO Now e HBO GO) nos Estados Unidos. O público é maior que a sintonia habitual de “Succession” (1,2 milhão), série que “Watchmen” substituiu na grade de programação do canal, e só perde para as primeiras temporadas de “Westworld” (mais de 2 milhões), que por sinal foi a última série a estrear com números maiores. “Game of Thrones” tinha dez vezes mais audiência, é claro, mas já foi encerrada. Na televisão apenas, a primeira exibição de “It’s Summer and We’re Running Out of Ice” foi assistida por 800 mil pessoas. Parece um desempenho modesto, mas não é. Com esse resultado, “Watchmen” teve a maior audiência de um estreia na TV paga americana em 2019. Desenvolvida pelo produtor-roteirista Damon Lindelof (criador de “Lost” e “The Leftovers”), a série é uma continuação da trama dos quadrinhos de Alan Moore e Dave Gibbons, já levados ao cinema no filme homônimo de 2009. A produção inclui pelo menos três personagens dos quadrinhos (e do filme), dois deles em versões mais velhas. Jeremy Irons (“Liga da Justiça”) interpreta Adrian Veidt, o Ozymandias, e Jean Smart (“Legion”) é Laurie Jupiter, a Espectral. O terceiro personagem é o Dr. Manhattan, que não envelhece e é representado por meio de animação criada por computação gráfica. O elenco também inclui Regina King (“American Crime”), Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”), Tim Blake Nelson (“Colossal”), Tom Mison (estrela da série “Sleepy Hollow”), Yahya Abdul-Mateen II (“Aquaman”), Sara Vickers (“Endeavour”), Regina King (“American Crime”), Louis Gossett Jr. (“Extant”), Andrew Howard (“Bates Motel”), Adelaide Clemens (“O Grande Gatsby”), Frances Fisher (“Resurrection”), Jacob Ming-Trent (“White Famous”), Hong Chau (“Pequena Grande Vida”) e as meninas Dylan Schombing (“Sharp Objects”), Lily Rose Smith (“The Vampire Diaries”), Skylar Brooks (“Saved in the City”) e Adelynn Spoon (estreante). A série é exibida simultaneamente no Brasil pelo canal pago HBO.

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  • Etc

    Netflix estuda meio de impedir compartilhamento de senhas de assinantes

    22 de outubro de 2019 /

    A Netflix está estudando uma maneira de limitar o compartilhamento de senhas de seus assinantes. Segundo reportagem da revista americana Newsweek, a plataforma perde US$ 135 milhões todo mês com os usuários que dividem a mesma conta – e, portanto, pagam apenas por uma assinatura. A informação foi confirmada por Greg Peters, um dos chefes da Netflix nos Estados Unidos. “Nós continuamos monitorando e estamos de olho na situação. Vamos procurar maneiras amigáveis de limitar esta prática”, disse ele. A empresa explica que os planos que permitem que diferentes usuários acessem a Netflix ao mesmo tempo foram pensados para os que vivem na mesma casa. No entanto, a plataforma percebeu que muitas pessoas passaram a dividir login e senha com pessoas de outras residências. Entretanto, os termos de uso da Netflix não permitem que os assinantes compartilhem o serviço com usuários que não vivem na mesma residência. O problema é a dificuldade para monitorar esse compartilhamento não permitido. Mas uma solução tecnológica, com identificação de IP, endereço Mac ou outros marcadores residenciais, pode ser implementada em breve.

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  • Etc

    Henry Thomas é preso por dirigir sob influência de tóxicos

    22 de outubro de 2019 /

    O ator Henry Thomas, que viveu o menino Elliott no filme “E.T.” (1982) e estrelou a recente série “A Maldição da Residência Hill”, foi detido na segunda-feira (21/10) em Oregon, nos Estados Unidos, acusado de dirigir sob influência de substâncias intoxicantes. Segundo informações do site TMZ, os policiais que abordaram o carro em que o ator estava o teriam encontrado desacordado apoiado no volante. Os policiais acordaram Thomas e o encaminharam para a DP. Ainda segundo as autoridades, o carro de Henry não cheirava a álcool, mas Thomas apresentava outros sinais de “intoxicação”. O ator foi indiciado por dirigir sob influência de intoxicantes e deixou o local na manhã desta terça-feira (22/10). A sentença aguarda julgamento.

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  • Filme

    Joel Edgerton indica que pode voltar a viver o tio de Luke Skywalker em série do Disney+ (Disney Plus)

    22 de outubro de 2019 /

    A série da plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) focada em Obi-Wan Kenobi, que trará Ewan McGregor de volta ao personagem, pode ter o retorno de mais um ator visto nos filmes de “Star Wars”. Em entrevista ao podcast Happy Sad Confused, Joel Edgerton (“Operação Red Sparrow”) deu a entender que poderia voltar a encarnar Owen Lars, o tio de Luke Skywalker, na atração. Ao final de “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005), o tio ficou com a guarda do bebê Luke no planeta Tatooine. Como os fãs do primeiro “Guerra nas Estrelas” (1977), rebatizado de “Uma Nova Esperança” pela Lucasfilm, devem lembrar, é neste planeta que Obi-Wan se esconde, assumindo a identidade de Ben Kenobi, um eremita misterioso. Além disso, já foi confirmado que a série estrelada por Ewan McGregor vai se passar oito anos após “A Vingança dos Sith”. “Existe uma possibilidade muito real”, disse Edgerton, sobre a volta ao papel. O que deve ser considerado praticamente uma confirmação, já que o ator também deixou claro que não pode falar sobre qualquer detalhe sobre a série. “Provavelmente tem um assassino no telhado só esperando eu dizer alguma coisa que não deveria. Adoraria falar várias coisas, mas não vou”, afirmou.

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  • Etc

    Michelle Pfeiffer revela ter sofrido assédio em Hollywood aos 20 anos

    22 de outubro de 2019 /

    A atriz Michelle Pfeiffer revelou à revista do jornal britânico The Sunday Times ter sofrido um assédio sexual de um “homem poderoso” da indústria do cinema aos 20 anos de idade. Hoje com 61, a estrela de Hollywood diz que lembrar do ocorrido a faz ficar constrangida, mas não revelou detalhes sobre o caso e não divulgou o nome do assediador em questão. “Houve várias situações que não foram legais”, disse a artista, referindo-se a casos de assédio. “Como uma vez, a qual eu não vou detalhar, mas que me deixa constrangida quando penso a respeito. Foi algo inapropriado e que me deixou muito desconfortável”, completou Pfeiffer, que ainda afirmou que, caso o homem que ela acusa, estivesse vivo, ela escreveria para ele. Atualmente em cartaz em “Malévola: Dona do Mal”, a atriz contou que o movimento #MeToo a instigou a reavaliar seu passado, fazendo-a analisar se já vivenciara situações de assédio sexual em sua carreira. “Primeiro, eu pensei, ‘bom, eu nunca experienciei algo assim’. Mas depois, com o passar do tempo, eu comecei a pensar ‘na verdade, teve aquela vez’.” Ela ainda explicou que passou por um processo de negação e de culpa, tendo pensamentos como “eu não deveria ter usado aquele vestido”, até se dar conta do que isso significava, pensando finalmente que “eu deveria ter percebido”.

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  • Filme

    Star Wars: A Ascensão Skywalker ganha trailer legendado emocionante

    22 de outubro de 2019 /

    A Disney divulgou um novo pôster e o trailer legendado de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que capricha na emoção. A prévia explora a expectativa pelo final da saga com despedidas, confrontos, momentos ternos e ameaças. Entre os destaques, há um abraço muito comovente entre Rey (Daisy Ridley) e a Princesa Leia (a falecida Carrie Fisher). Por sinal, o contexto consagra a jovem como grande protagonista do final – ela é a primeira, a última e a que mais aparece em cenas. Outros detalhes incluem as voltas de Lando Calrissian (Billy Dee Williams) e do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), as primeiras aparições do personagem rebelde de Dominic Monaghan (o Charlie de “Lost”) e do pequeno Babu Frik, engenheiro alienígena de droids, que surge mexendo em C-3PO, e uma sugestão de que Rey e Kylo Ren (Adam Driver) podem se tornar aliados – após, claro, lutarem entre si. O filme encerra não apenas a nova trilogia, mas toda a saga principal da franquia, e justamente por isso o mistério em torno da trama é maior do que nunca. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), “Star Wars: A Ascensão Skywalker” chegará aos cinemas brasileiros em 19 de dezembro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Bloodshot: Vin Diesel vira super-herói no primeiro trailer legendado da adaptação dos quadrinhos

    21 de outubro de 2019 /

    A Sony divulgou o primeiro trailer legendado de “Bloodshot”, adaptação de quadrinhos estrelada por Vin Diesel (“Velozes e Furiosos”). A prévia é repleta de efeitos e ação, numa trama que costura referências de clássicos do gênero, como “RoboCop” (1987), “O Vingador do Futuro” (1990) e “Soldado Universal” (1992). As referências à era de ouro da sci-fi de brutamontes não é casual. “Bloodshot” foi criado em 1992 por Kevin VanHook e Yvel Guichet, mas com trama bem diferente da mostrada no trailer. Os quadrinhos originalmente acompanhavam o assassino profissional Angelo Mortalli, ex-capanga de mafiosos que entra em um programa de proteção a testemunhas e acabava traído, virando cobaia de uma experiência para se tornar uma verdadeira máquina de matar, com suas memórias apagadas e diversos nanocomputadores implantados em seu corpo. O detalhe é que, ao longo da história, ao relembrar seu passado, ele começa a perceber que na verdade era outra pessoa, um soldado de elite chamado Raymond Garrison… A trama se complica, mas o roteiro do filme simplifica, ao mostrar Diesel apenas como Garrison no longa. A fabricação de falsas memórias e a regeneração por nanites mantêm-se como destaques da prévia. Além de Diesel, o elenco inclui Guy Pearce (“The Rover – A Caçada”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”), Talulah Riley (“Westworld”), Lamorne Morris (“New Girl”) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (“Os Inocentes”). O roteiro foi escrito por Eric Heisserer (“Bird Box”) e Jeff Wadlow (“Kick-Ass 2”) e a direção está a cargo de Dave Wilson, que vai estrear na função após trabalhar em diversos blockbusters (inclusive da Marvel) como técnico de efeitos visuais. A estreia está marcada para 5 de março no Brasil, duas semanas depois do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    The Crown: Trailer legendado da 3ª temporada mostra monarquia britânica nos anos 1970

    21 de outubro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer completo legendado da 3ª temporada da série “The Crown”. A prévia situa exatamente quando a trama se passa, ao mencionar a comemoração do Jubileu da Rainha Elizabeth II, que aconteceu em 1977. A data também é conhecida pela forma como foi comemorada pela banda Sex Pistols – tocando “God Save the Queen” num barco diante do Parlamento, o que resultou em caos e na prisão de todos os envolvidos. Mas a música sonora usada no vídeo é de outra época, um cover de “The Times They Are a-Changin'”, hit de Bob Dylan de 1963. Será que a série vai ignorar o impacto cultural do punk rock? O trailer registra os distúrbios políticos da época, a greve dos mineiros e os vários protestos gerados pela crise econômica dos anos 1960 na Inglaterra. Mas dá mais importância aos bastidores da monarquia, destacando o sentimento de insignificância do Príncipe Charles, ofuscado por sua mãe e tia na corte real. Outro detalhe interessante é a forma como Olivia Colman (vencedora do Oscar 2019 por “A Favorita”) assumiu o papel da Rainha, mantendo muitos dos trejeitos e da dicção de sua antecessora, a atriz Claire Foy, que estrelou as duas primeiras temporadas da série. Além de Olivia Colman, o elenco central trará Tobias Menzies (série “Outlander”) como o príncipe Philip e Helena Bonham Carter (“Cinderela”) como a princesa Margaret – papéis anteriormente vividos por Matt Smith e Vanessa Kirby. A mudança se deu por conta da passagem de tempo – cada temporada registra uma década na monarquia britânica. A série, que começou nos anos 1950, chega nos próximos episódios à década de 1970. Outros integrantes da nova fase incluem Jason Watkins (“A Bússola de Ouro”) no papel do primeiro-ministro Harold Wilson, Josh O’Connor (“Reino de Deus”) como o jovem Príncipe Charles e Emerald Fennell (“Call the Midwife”) na pele de Camilla Parker-Bowles, o primeiro amor do Príncipe. Por sinal, a intérprete da Princesa Diana também já se encontra definida, mas a atriz Emma Corrin (“Pennyworth”) deve ser introduzida só na 4ª temporada da série, gravada simultaneamente pelos produtores. O mesmo deve acontecer com a Margaret Thatcher de Gillian Anderson (“Arquivo X”), que assumiu o poder em 1979. A 3ª temporada de “The Crown” será lançada em 17 de novembro em streaming.

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  • Filme

    Gal Gadot e Patty Jenkins são confirmadas na Comic Con Experience

    21 de outubro de 2019 /

    A atriz Gal Gadot e a cineasta Patty Jenkins virão divulgar “Mulher-Maravilha 1984” na Comic Con Experience. Elas foram confirmadas pela organização do evento, que vai acontecer em dezembro em São Paulo. Em sua participação, a estrela e a diretora apresentarão o primeiro trailer da produção, que tem seu lançamento previsto apenas para junho de 2020. O painel dedicado à continuação de “Mulher-Maravilha” (2017) está marcado para 8 de dezembro, último dia da programação da CCXP.

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  • Filme

    Malévola: Dona do Mal estreia em 1º lugar no Brasil

    21 de outubro de 2019 /

    “Malévola: Dona do Mal” estreou em 1º lugar nas bilheterias brasileiras, com arrecadação de R$ 18,4 milhões entre quinta e domingo (20/10), segundo levantamento da Comscore. O filme da Disney foi exibido em mais de mil salas e teve 999 mil telespectadores. Assim como aconteceu na América do Norte, o desempenho foi abaixo do esperado, mas permitiu a liderança em sua estreia. Em sua terceira semana em cartaz, “Coringa” foi o segundo filme mais assistido do período. E bem próximo dos números da continuação de “Malévola”, levando 984 mil pessoas aos cinemas, com uma arrecadação de R$ 17,6 milhões. Ao todo, o filme protagonizado por Joaquin Phoenix já foi visto por 6,5 milhões de pessoas e faturou R$ 104 milhões no Brasil. Em 3º lugar, “Projeto Gemini” levou 140 mil espectadores aos cinemas e arrecadou R$ 2,5 milhões em bilheteria. Em duas semanas, acumula 597 mil espectadores e R$ 10,1 milhões em ingressos vendidos. O Top 10 ainda inclui três filmes brasileiros: “Ela Disse, Ele Disse” em 6º lugar, “Bacurau” em 7º e “Morto Não Fala” em 10º. Confira abaixo a lista dos dez filmes de maior bilheteria no Brasil, no levantamento semanal da consultoria Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema Final Semana 17 a 20/Out: 1. Malévola – Dona do Mal2. Coringa 3. Projeto Gemini4. Angry Birds 2 – O Filme5. Abominável6. Ela disse, Ele disse7. Bacurau8. Ad Astra9. A Luz No Fim do Mundo10. Morto Não Fala — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) October 21, 2019

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  • Filme

    Malévola: Dona do Mal registra pior estreia da Disney no ano

    21 de outubro de 2019 /

    “Malévola: Dona do Mal” estreou em 1º lugar nos Estados Unidos e Canadá, mas com uma maldição. A continuação do sucesso de 2014 teve o pior fim de semana de abertura do ano para a Disney no mercado doméstico. A superprodução orçada em US$ 185M (milhões) fez apenas US$ 36,9M em seu lançamento, muito abaixo das previsões do mercado. O valor é praticamente metade do que faturou o primeiro filme há três anos (US$ 69M), e bem abaixo do maior fracasso do estúdio no ano, “Dumbo”, que abriu com US$ 45,9M no final de março. Dos 11 remakes live-action que a Disney já produziu desde “Alice no País das Maravilhas” (2010), a sequência de “Malévola” se posiciona em 10º lugar em arrecadação, ficando à frente apenas de “Meu Amigo, O Dragão” (US$21,5M em 2016) O filme de Angelina Jolie também foi destruído pela crítica, com apenas 40% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes. O desastre só não é irremediável porque o mercado internacional correspondeu, com uma arrecadação de US$ 118M, que trouxe o total mundial para US$ 155M. Mesmo com a decepção financeira, a vilã da Disney conseguiu superar o vilão da DC Comics nas bilheterias da América do Norte. “Coringa” caiu para 2º lugar em sua terceira semana em cartaz. Fez mais 29,2M nos últimos três dias para atingir US$ 247,2M domesticamente. No mundo todo, a arrecadação já está em US$ 738,5M. “Coringa” é atualmente o 4º filme de maior bilheteria da DC no exterior e o maior em 17 mercados, incluindo Itália, Espanha, Rússia, Argentina e México. A outra continuação estreante da semana, “Zumbilândia: Atire Duas Vezes”, ficou em 3º lugar, com US$ 26,8M. Mas, paradoxalmente, esse valor fez a produção ser considerada um sucesso. O motivo é simples: o segundo “Zumbilândia” custou “apenas” US$ 42M e deve se pagar facilmente com a bilheteria doméstica, ao fim de sua passagem pelos cinemas. Assim, os números faturados no exterior vão entrar como lucro. Por sinal, a estreia no Brasil é nesta quinta (24/10). “Zumbilândia: Atire Duas Vezes” se saiu bem até na comparação com seu antecessor, que abriu com US$ 24,7M em 2009. E recebeu aprovação de 66% das críticas aferidas no Rotten Tomatoes. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Malévola: Dona do Mal Fim de semana: US$ 36,9M Total EUA e Canadá: US$ 36,9M Total Mundo: US$ 155M 2. Coringa Fim de semana: US$ 29,2M Total EUA e Canadá: US$ 247,2M Total Mundo: US$ 738,5M 3. Zumbilândia: Atire Duas Vezes Fim de semana: US$ 26,8M Total EUA e Canadá: US$ 26,8M Total Mundo: US$ 32,1M 4. Família Addams Fim de semana: US$ 16,3M Total EUA e Canadá: US$ 57M Total Mundo: US$ 57M 5. Projeto Gemini Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 53,9M Total Mundo: US$ 118,5M   6. Abominável Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 53,9M Total Mundo: US$ 114,7M 7. Downton Abbey Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 88,6M Total Mundo: US$ 164,3M 8. Judy Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 19M Total Mundo: US$ 19M 9. As Golpistas Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 101,8M Total Mundo: US$ 125,4M 10. It: Capítulo Dois Fim de semana: US$ 1,4M Total EUA e Canadá: US$ 209,6M Total Mundo: US$ US$ 450,3M

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  • Filme

    A Noite Amarela ressalta variedade atual do terror brasileiro

    20 de outubro de 2019 /

    O cineasta paraibano Ramon Porto Mota estreia “A Noite Amarela”, seu primeiro longa-metragem depois da experiência coletiva da antologia “O Nó do Diabo” (2018), em um momento especialmente feliz para o cinema de gênero brasileiro. Vejam só: na mesma semana em que o seu filme estreou, entrou em cartaz também em outras salas do país “Morto Não Fala”, de Dennison Ramalho, e “Amor Assombrado”, de Wagner de Assis. E na semana anterior foi lançado “O Clube dos Canibais”, de Guto Parente. Ou seja, o cinema de horror brasileiro está deixando de ser rejeitado e está sendo abraçado por uma parcela cada vez maior de espectadores, ao mesmo tempo em que estamos vivendo um momento político também singular. Nas entrevistas de Mota, ele afirma que não tinha a menor intenção de que “A Noite Amarela” fornecesse metáforas para o momento político brasileiro. Mas acontece que a percepção da obra de arte, ainda mais essa do tipo mais livre e cheia de espaços, pode trazer interpretações diversas. E isso já não está mais nas mãos do artista. Além do mais, o artista costuma ter antenas que captam o espírito da época. Assim, o mal estar com o mundo contemporâneo se faz bastante presente na escuridão que invade a vida de seus protagonistas. “A Noite Amarela” quase se desvincula de uma trama no sentido convencional, especialmente a partir de seu terço final, ao se deixar levar pela atmosfera de sonho/pesadelo, fazendo com que os personagens sejam engolfadas pela escuridão, por algo não muito fácil de ser compreendido. O escuro é um aspecto predominante no filme. Quase todas as cenas se passam à noite, desde o começo, quando jovens secundaristas chegam a uma ilha para relaxar e comemorar a formatura do ensino médio. A opção de Ramon Porto Mota em adotar uma fotografia suja, áspera, com pouca iluminação, como se fosse um filme feito nas primeiras experiências com o digital, contribui para a sensação de que estamos vendo uma produção estranha a esses tempos em que as imagens são cada vez mais nítidas. Ao mesmo tempo, difícil não apreciar o belo trabalho de direção de arte e fotografia, com um uso de cores que remetem ao cinema italiano de horror dos anos 1970. O filme é marcado por sua geografia, seu sotaque paraibano, seus diálogos aparentemente espontâneos, mas que na verdade foram memorizados pelos atores. O tipo de dramaturgia também é diferente, estranho. Nas entrevistas, Mota vem comentando que seu filme é mais herdeiro das experiências com o cinema de horror de Walter Hugo Khouri e Jean Garrett do que com o cinema de horror estrangeiro. De fato, quem viu os filmes de Khouri e Garrett sabe do que ele está falando e vai concordar. A intenção é fazer uma obra atemporal, cuja estranheza atravessará décadas. Na trama, após o grupo de adolescentes chegar a uma ilha praticamente desabitada e sem sinal de celular, uma das meninas, Karina (Rana Sui), desaparece, e a missão da turma passa a ser procurar pela amiga pela noite escura. Eles resolvem se separar e acabam se deparando com estranhas coisas que lhes assombram, como a presença de duplos. No meio disso tudo, há um grande flashback que dá uma quebrada no filme, como se o tirasse do gênero horror e o colocasse em um daqueles filmes dos anos 1950, com jovens duelando. Isso contribui para a estranheza, mas não deixa de ser no mínimo divertido. Além do mais, a presença desses jovens atores e de um cinema que não tem medo de experimentar traz um frescor necessário para este momento, em que filmes brasileiros de gênero começam a se tornar cada vez mais comuns no circuito. Quanto mais pluralidade, melhor.

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  • Etc

    Jennifer Lawrence se casa em mansão mal-assombrada

    19 de outubro de 2019 /

    A atriz Jennifer Lawrence se casou neste sábado (19/10) com o diretor de galeria de arte Cooke Maroney numa mansão em Rhode Island, Nova York, que tem fama de mal-assombrada. A mansão de Belcourt, na cidade de Newport, foi construída no fim do século 19 e é frequentada por turistas que buscam por aventuras sobrenaturais. Uma administradora do imóvel chegou a comentar, para a revista People, que já organizou várias cerimônias de limpeza espiritual do local. “Há um peso energético negativo e a casa tem uma vibração diferente”, disse. O local tem um história complexa, que se tornou escandalosa nos anos 1990 com o envolvimento de sua antiga proprietária de 80 anos com um encanador de 30 anos, que ela decidiu adotar. Com a morte da mulher, o encanador passou a dar festas decadentes no local, em que era proibido usar calcinhas. O imóvel começou a deteriorar e os atuais proprietários o adquiriram numa barganha em 2012, investindo numa reforma completa para se livrar das energias negativas. Jennifer Lawrence não deve ser supersticiosa, porque o local foi sua primeira e única escolha para a cerimônia de casamento, que foi acompanhada por cerca de 150 convidados, entre eles celebridades como as atrizes Emma Stone, Cameron Diaz e Amy Schumer e a cantora Adele. A locação não deixa de ser temática, considerando a proximidade da data do Halloween. Lawrence e Maroney ficaram noivos em fevereiro, mas os rumores de namoro datam de junho de 2017, quando a atriz foi fotografada com o galerista de arte. Este é o primeiro casamento de Lawrence, que anteriormente esteva ligada romanticamente a seu colega de “X-Men”, Nicholas Hoult, com quem ela namorou por cinco anos. Lawrence também namorou o cantor Chris Martin, do Coldplay, logo após ele se separar de Gwyneth Paltrow, e o diretor Darren Aronofsky, mas o relacionamento não resistiu ao filme “Mãe!” (2017). Ela vem de um período sabático no cinema, que tirou para montar sua própria produtora, batizada de Excellent Cadaver, pela qual lançará seus novos projetos.

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