O Relatório: Adam Driver denuncia política de tortura dos Estados Unidos em trailer dramático
A Amazon divulgou o pôster e os trailers de “O Relatório” (The Report), filme estrelado por Adam Driver (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), que conta a história real do esquema de encobrimento de torturas da CIA na época pós 11 de setembro. Na trama, um funcionário idealista (Driver) é encarregado por sua chefe, a senadora Dianne Feinstein (Annette Bening, de “Capitã Marvel”), para liderar uma investigação sobre o Programa de Detenção e Interrogatório da CIA, criado após o 11 de setembro. A busca incessante de Jones pela verdade o leva à descobertas explosivas que revelam como a principal agência de inteligência do país chegou a extremos para destruir evidências, subverter a lei e esconder seu segredo brutal do público americano. O elenco grandioso conta ainda com Jon Hamm (“Em Ritmo de Fuga”), Sarah Goldberg (“Barry”), Michael C. Hall (“A Noite do Jogo”), Douglas Hodge (“Coringa”), Ted Levine (“The Alienist”), Jennifer Morrison (“Once Upon a Time”), Tim Blake Nelson (“Invasão ao Serviçao Secreto”), Linda Powell (“Chicago Fire”), Matthew Rhys (“The Americans”), John Rothman (“One Mississippi”), Ben McKenzie (“Gotham”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”) e Maura Tierney (“The Affair”). O filme tem roteiro e direção de Scott Z. Burns, um dos roteiristas favoritos do cineasta Steven Soderbergh, que, por sinal, assina a produção de “O Relatório”. Os dois trabalharam juntos em “O Desinformante!” (2009), “Contágio” (2011), “Terapia de Risco” (2013) e no recentíssimo “A Lavanderia”, lançado na sexta-feira (18/10) pela Netflix. “O Relatório” já foi exibido nos festivais de Sundance, Telluride, Toronto, Londres e teve sua première nacional neste sábado (19/10) na Mostra de São Paulo. As premières foram aprovadas pela crítica internacional com notas de 86% (geral) a 91% (só os tops) no site agregador Rotten Tomatoes. A produção terá uma estreia limitada nos cinemas dos Estados Unidos em 15 de novembro e duas semanas depois, a partir de 29 de novembro, estará disponível em todo o mundo pelo Amazon Prime Video, serviço de streaming da Amazon.
Nicole Kidman e Alexander Skarsgård serão vikings no novo filme do diretor de A Bruxa
Nicole Kidman e Alexander Skarsgård, premiados com o Emmy por viverem um casal conturbado em “Big Little Lies”, vão voltar a contracenar, desta vez como mãe e filho no cinema. Eles vão estrelar “The Northman”, terceiro longa de Robert Eggers, diretor de “A Bruxa” (2015) e “O Farol” (2019). “The Northman” é descrito como uma saga de vingança viking, que se passa na Islândia na virada do século 10. Skarsgard interpretará um príncipe viking e Kidman será sua mãe. Além deles, Anya Taylor-Joy (revelada em “A Bruxa”), Bill Skarsgård (o Pennywise de “It: A Coisa” e irmão de Alexander) e Willem Dafoe (“Aquaman”) também estão em negociações para participar do filme. O roteiro do longa é do próprio Eggers, escrito em parceria com o poeta e romancista islandês Sjón, que chegou a cantar com Björk numa música da banda Sugarcubes (com o pseudônimo de Johnny Triumph) nos anos 1980. A produção ainda não tem data de estreia. Já o novo filme de Eggers, “O Farol”, estreou na sexta (18/10) nos Estados Unidos em circuito limitado.
Spin-off de Arrow ganha primeira imagem conceitual
O showrunner do Arrowverso, Marc Guggenheim, divulgou a primeira imagem conceitual do spin-off de “Arrow”. Disponibilizada em seu Twitter, a ilustração é uma capa fictícia de quadrinhos da DC Comics sobre “Green Arrow and the Canaries” (Arqueiro Verde e as Canários). A arte reúne as personagens Mia Smoak (Katherine McNamara na série), filha do Arqueiro Verde, com Laurel Lance (Katie Cassidy) e Dinah Drake (Juliana Harkavy), também conhecidas como a Canário Negro da Terra 2 (aka Sereia Negra) e a terceira Canário Negro da Terra 1. Na legenda, Guggenheim acrescentou: “A última temporada de ‘Arrow’ está sendo lançada, então parece apropriado compartilhar essa amostra do seu futuro”. A imagem sugere que o spin-off foi aprovado e dá algumas dicas sobre a trama, ao mostrar Mia com a roupa do Arqueiro Verde e não como Blackstar, interagindo com as versões “jovens” de Laurel e Dinah e não com suas contrapartes maduras do futuro. Fotos dos bastidores de “Crise nas Infinitas Terras”, crossover que vai encerrar a série “Arrow” e preparar terreno para a nova atração, já tinham revelado Mia entre personagens do “presente” do Arrowverse. Para quem não sabe, a filha do Arqueiro Verde apareceu até agora apenas em flashforwards do futuro distante – mais exatamente, de 2040. Após os eventos de “Crise nas Infinitas Terras”, “Arrow” terá mais dois episódios para encaminhar seu final e possível spin-off. A arte abaixo foi feita pelos artistas Emanuela Lupacchino, Brett Breeding e Dave McCaig. #Arrow's final season bows today, so it feels appropriate to share this glimpse of its future. Many thanks to @DCComics @manulupac @DaveMcCaig & Brett Breeding for this stunning art. #TheFutureIsFemale@Kat_McNamara @MzKatieCassidy @JulianaHarkavy @SchwartzApprovd @ojbalderrama pic.twitter.com/i6H0WEZAEn — Marc Guggenheim (@mguggenheim) October 15, 2019
Nós Somos a Onda: Série baseada no cultuado filme alemão A Onda ganha fotos e trailer legendado
A Netflix divulgou 20 fotos e o trailer legendado de “Nós Somos a Onda” (We Are the Wave), nova série alemã baseada no cultuado filme “A Onda” (2008) A história original do filme, por sua vez, era inspirada na Terceira Onda, um experimento social de verdade, criado por um professor de história dos Estados Unidos e realizado com alunos do segundo ano do ensino médio, no ano de 1967 na Califórnia, com o objetivo de demonstrar que sociedades democráticas não eram imunes ao fascismo. A série vai variar drasticamente a premissa, mostrando uma versão de esquerda da história. Desta vez, não há professor, mas um novo aluno reunindo estudantes marginalizados em atos de protesto e empoderamento. Mas a motivação positiva de um futuro melhor e luta contra o sistema logo assume novos contornos, conforme o grupo aumenta e a situação rapidamente foge ao controle. O diretor Dennis Gansel e o roteirista Peter Thorwarth, responsáveis pelo filme de 2008, são produtores da atração, que foi criada por Jan Berger (“O Médico”), e o elenco destaca Ludwig Simon (“Beat”), Luise Befort (“Jesus Cries”) e Michelle Barthel (“Tempel”). Com seis episódios, a série estreia em 1º de novembro em streaming.
Titãs recria a dança Batusi da série de Batman dos anos 1960
O episódio de “Titãs” disponibilizado na sexta-feira (18/10) nos Estados Unidos incluiu uma referência especial à série clássica “Batman”, dos anos 1960. A trama acompanhou um mergulho na psique de Dick Grayson (Brenton Thwaites), o Robin, que passa a ser confrontado por um Bruce Wayne/Batman imaginário (Iain Glen) devido à amargura causada por um segredo. Numa das cenas, Dick vai a um cabaré atrás de informações, quando Bruce se materializa no meio de duas dançarinas exóticas e começa a dançar, repetindo os famosos passos do Batusi, a dancinha feita por Adam West como Batman num episódio de 1966. O Batusi era uma variação de uma dança que era moda na época, chamada de watusi. Ela também foi dançada por John Travolta no filme “Pulp Fiction” (1994). Compare abaixo. Os passos são idênticos. “Titãs” está atualmente na metade da sua 2ª temporada nos Estados Unidos, mas ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. A série é disponibilizada no mercado internacional pela Netflix.
Jared Leto não será mais o Coringa após interpretação de Joaquin Phoenix
A reportagem da revista The Hollywood Reporter, que revelou as ações de Jared Leto para tentar impedir a produção de “Coringa”, afirma ter ouvido de uma fonte que o ator não retornará ao papel do vilão dos quadrinhos. Leto fez parte do elenco de “Esquadrão Suicida“, mas, de acordo com a fonte, seu desempenho ficou muito abaixo do esperado. “Apesar de não ter sido um filme próprio do Coringa, a tentativa de Leto em ‘inventar’ algo novo deu completamente errado”, disse a fonte. “Como você interpretaria aquela versão do Coringa novamente após a atuação de Joaquin Phoenix? Foi o fim da jornada dele.” Pressentindo o que aconteceria, Leto orientou seus agentes a obrigarem a Warner a “matar” o filme de Joaquin Phoenix, o que causou uma ruptura entre ele e seus antigos agentes, que se recusaram a entrar em conflito com os executivos do estúdio. Leto esperava produzir e estrelar um filme-solo focado na sua versão do personagem, mas o projeto foi cancelado pela Warner para dar espaço para o reboot de “Esquadrão Suicida” do diretor James Gunn e também ao longa de Todd Phillips, estrelado por Joaquin Phoenix. Para aumentar ainda mais sua frustração, parte de seus colegas de “Esquadrão Suicida” retornará no novo longa de Gunn. Além disso, Margot Robbie, que foi a Arlequina no filme de 2016, terá sua própria aventura com “Aves de Rapina”, que inicialmente começou como um filme sobre o relacionamento dela com o Coringa de Leto. O personagem, por sinal, está na história, mas aparecerá apenas de relance e interpretado por um figurante maquiado (veja as fotos).
Damon Lindelof diz que não faria Watchmen sem a benção de Dave Gibbons
O produtor-roteirista Damon Lindelof (criador de “Lost” e “The Leftovers”) revelou que não faria a série “Watchmen” se não contasse com o apoio de pelo menos um dos criadores da obra original. Como o escritor britânico Alan Moore odeia que façam qualquer adaptação de suas obras, ele buscou a “benção” do desenhista Dave Gibbons. Em entrevista para o site Vulture, do jornal New York Post, Lindelof afirmou que se ele fosse contra o projeto, pararia tudo. “Quando conversamos com Dave, expliquei que não estava adaptando suas 12 edições, e sim mostrando 30 anos depois. Vamos ter [Adrian] Veidt e Laurie [Jupiter]. Não seria ‘Watchmen’ se o Dr. Manhattan não aparecesse. Mas serão apenas esses três. Eles apoiam uma nova história. Dave disse algo como: ‘Isso parece muito legal.’ Se ele tivesse dito: ‘Isso não é Watchmen para mim’ ou ‘acho isso um pouco esquisito’, eu faria uma pausa séria.” Dave Gibbons não só apoiou o projeto como participou do seu desenvolvimento como consultor. Para completar, ainda criou sua própria versão da Sister Night (Irmã Noite), nova personagem criada por Lindelof para a série, como pode ser visto no vídeo abaixo. Lindelof não teve a mesma sorte com Alan Moore. Ao se comunicar com o lendário quadrinista, sua única resposta foi que ele não queria seu nome vinculado a essa produção de maneira alguma. Como o produtor adiantou, a trama vai incluir pelo menos três personagens dos quadrinhos (e do filme), dois deles em versões mais velhas. Jeremy Irons (“Liga da Justiça”) interpretará Adrian Veidt e Jean Smart (“Legion”) será Laurie Jupiter, a Espectral. O terceiro personagem é o Dr. Manhattan, que não envelhece e pode ser representado por meio de animação criada por computação gráfica. O elenco também inclui Regina King (“American Crime”), Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”), Tim Blake Nelson (“Colossal”), Tom Mison (estrela da série “Sleepy Hollow”), Yahya Abdul-Mateen II (“Aquaman”), Sara Vickers (“Endeavour”), Regina King (“American Crime”), Louis Gossett Jr. (“Extant”), Andrew Howard (“Bates Motel”), Adelaide Clemens (“O Grande Gatsby”), Frances Fisher (“Resurrection”), Jacob Ming-Trent (“White Famous”), Hong Chau (“Pequena Grande Vida”) e as meninas Dylan Schombing (“Sharp Objects”), Lily Rose Smith (“The Vampire Diaries”), Skylar Brooks (“Saved in the City”) e Adelynn Spoon (estreante). A 1ª temporada vai estrear no dia 20 de outubro. Watch Dave Gibbons, original Watchmen illustrator, draw his own depiction of #WatchmenHBO’s Sister Night. pic.twitter.com/7tnlY8Z7QT — Watchmen (@watchmen) October 16, 2019
Taika Waititi confirma que vai filmar Akira após Thor: Love and Thunder
O diretor Taika Waititi não desistiu de dirigir a adaptação live-action de “Akira”. Em entrevista ao site IGN para promover seu novo filme “Jojo Rabbit”, Waititi confirmou que a produção da Warner será seu próximo trabalho após “Thor: Love and Thunder” e, inclusive, explicou porque as filmagens foram adiadas. “Infelizmente, tudo aconteceu pelo timing envolvendo ‘Akira’. Nós estávamos trabalhando duro no roteiro, e a data para o início das filmagens precisou ser adiada várias vezes. Chegou um momento que colidiu com a produção de ‘Thor 4’. Ficaram muito próximas. Não seria possível fazer daquele jeito, e eu já estava comprometido com a Marvel naquela altura. Então, a melhor decisão foi adiar a estreia de Akira, pois vamos começar após ‘Thor 4’ ser concluído”, explicou. O projeto de “Akira” está em desenvolvimento há 17 anos na Warner, e é curioso que o estúdio insista em sua produção num momento em que aumenta a pressão para que filmes sobre personagens japoneses sejam estrelados por atores asiáticos e após adaptações americanas recentes de mangás terem dado enormes prejuízos – de “Ghost in the Shell” em 2017 a “Alita: Anjo de Combate” no começo do ano. Todas as versões desenvolvidas pela Warner preveem um “Akira” totalmente americanizado, ao mesmo tempo em que preservariam a trama central que opõe Kaneda, o líder de uma gangue de motoqueiros, a seu melhor amigo Tetuso, um jovem poderoso que enlouquece com suas habilidades psíquicas. Tudo isso se passaria após a reconstrução de Nova York, destruída na 3ª Guerra Mundial, e enquanto o governo tenta manter o segredo sobre os poderes incontroláveis de uma criança chamada Akira, com capacidade de desencadear o apocalipse. A troca da ambientação de Neo-Tóquio para Neo-York seria a justificativa para abrir negociações com nomes do calibre de Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) e Joseph Gordon-Lewitt (“A Travessia”) para os papéis principais. DiCaprio está até hoje envolvido no projeto, como produtor. Entre os diversos atores cotados para os papéis principais, também foram sugeridos Keanu Reeves (“De Volta ao Jogo”), Garrett Hedlund (“Tron: O Legado”) e até o ex-casal de “Crepúsculo”, Kristen Stewart e Robert Pattinson, além de Gary Oldman (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e Ken Watanabe (“A Origem”) como o Coronel e Helena Bonham Carter (“Os Miseráveis”) para o papel de Lady Miyako. Nos primórdios do projeto, em 2002, o filme seria dirigido por Stephen Norrington (“A Liga Extraordinária”). Também quase virou dois filmes, cada um condensando três dos seis volumes da obra original, que seriam dirigidos pelos irmãos Allen e Albert Hughes (“O Livro de Eli”). Mas o orçamento de US$ 230 milhões assustou a Warner. A produção foi retomada novamente como um único filme ao custo de US$ 90 milhões, sob o comando do irlandês Ruairí Robinson (“O Planeta Vermelho”), que até divulgou artes conceituais com Joseph Gordon-Levitt no papel do vilão Tetsuo. Finalmente, com orçamento ainda mais enxuto, de US$ 65 milhões, chegou perto de sair do papel com direção de Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”). Embora “Akira” tenha se tornado conhecido devido a seu famoso anime de 1988, que chamou atenção mundial para a animação adulta japonesa, o projeto tem sido apresentado como uma adaptação mais fiel dos mangás de Katsuhiro Otomo, publicados entre 1982 e 1990, que tem final bastante diferente do filme. E são muito mais complexos, motivo pelo qual a Warner realmente chegou a considerar dividir o filme em duas partes. O roteirista mais recente a tentar simplificar a história foi Marco Ramirez, em seu primeiro trabalho no cinema, após se destacar roteirizando episódios das séries “Sons of Anarchy”, “Orange Is the New Black” e “Da Vinci’s Demons”, além de “Demolidor”, na qual foi promovido a showrunner da 2ª temporada. Sua versão foi encomendada após o estúdio recusar adaptações escritas por Dante Harper (“No Limite do Amanhã”), Steve Kloves (roteirista de quase todos os filmes da franquia “Harry Potter”, exceto “A Ordem da Fénix”), Mark Fergus e Hawk Ostby (dupla de “Homem de Ferro” e “Filhos da Esperança”).
Quentin Tarantino rejeita censura da China a Era Uma Vez em Hollywood
O novo filme de Quentin Tarantino, “Era Uma Vez… Em Hollywood”, não será exibido na China. O governo chinês exigiu que algumas cenas fossem alteradas e o diretor se recusou a ceder à pressão, preferindo simplesmente deixar os burocratas do país proibirem sua exibição. Ele se tornou um dos raros cineastas a se impor contra o dinheiro brandido pelos chineses, que tem feito Hollywood se sujeitar à censura local. A censura chinesa teria sido consequência de um apelo de Shannon Lee, filha do lendário ator Bruce Lee, que criticou a maneira como seu pai foi retratado no filme. Ela chegou a polemizar com Tarantino a esse respeito e, segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, solicitou à Administração Nacional de Cinema da China que obrigasse o diretor a mudar a forma como Bruce Lee aparece em cena. Em 2013, quando Tarantino ainda trabalhava com o estúdio de Harvey Weinstein, “Django Livre” foi reeditado por conta de seu conteúdo violento e sexual para o mercado chinês. Mas esta versão fracassou, o que fortalece a posição de resistência do cineasta às mudanças pedidas. A Sony aceitou a decisão do diretor, preferindo manter uma boa relação com Tarantino à incerteza de uma boa bilheteria no país. Recentemente, a série animada “South Park” satirizou a política de censura na China e a boa vontade de diversas celebridades e artistas para fazer concessões, permitindo cortes em suas obras para lucrar no país. Logicamente, não só esse episódio teve a exibição proibida na China como toda a série se tornou indisponível no país, de um dia para o outro.
Jared Leto teria tentado “matar” o filme do Coringa por ciúmes
Uma reportagem da revista The Hollywood Reporter fez uma série de revelações bombásticas sobre como o ator Jared Leto, que viveu o Coringa no filme “Esquadrão Suicida”, reagiu à produção de um filme solo do personagem interpretado por outro ator. Entre frustração e fúria, ele teria até mesmo tentado fazer com a Warner desistisse da produção estrelada por Joaquin Phoenix. A publicação cita fontes próximas de Leto para afirmar que, ao saber do projeto do diretor Todd Phillips, ele se queixou amargamente para seus agentes da CAA, empresa que também representa Phillips, argumentando que aquela “não era forma de se tratar um vencedor do Oscar”. A falta de ação pela CAA pode ter sido o motivo por Leto ter trocado a agência pela WME, apesar de fontes do THR adicionarem que o ator tinha problemas frequentes com a empresa, tendo trocado de agente quatro vezes. Como não conseguiu resultados com a CAA, Leto teria pedido ao empresário que cuidava da sua carreira musical, Irving Azoff, que contatasse o CEO da Warner (não está claro se foi Jeff Bewkes da Time Warner ou Randall Stephenson da AT&T, dependendo do timing) com um ultimato. A ideia era “matar” “Coringa”. Mas Azoff sequer chegou a fazer a ligação, preferindo abandonar Leto. O descontentamento de Leto vêm do fato de que ele tinha acordado produzir e estrelar um filme-solo focado na sua versão do personagem, mas o projeto foi cancelado pelo estúdio para dar espaço para o reboot de “Esquadrão Suicida” do diretor James Gunn e também ao longa estrelado por Joaquin Phoenix. Para aumentar ainda mais sua frustração, parte de seus colegas de “Esquadrão Suicida” retornará para o novo longa de Gunn. Além disso, Margot Robbie, que foi a Arlequina no filme de 2016, terá sua própria aventura com “Aves de Rapina”, que inicialmente começou como um filme sobre o relacionamento dela com o Coringa de Leto. Ironicamente, a Warner pensava em fazer os dois filmes, mostrando o Coringa de Phoenix numa produção mais autoral para maiores, e preservando o de Leto para alguma superprodução de censura 13 anos (14 no Brasil). O estúdio não acreditava que o projeto Phillips ganharia muita projeção. Diante de seu tom sombrio, a Warner sequer liberou um grande orçamento para a produção. Entretanto, “Coringa” venceu o Festival de Veneza, explodiu nas bilheterias e vem forte para o Oscar 2020. Para aumentar ainda mais a dor-de-cotovelo de Jared Leto. Por sinal, este teria sido um dos motivos do ator aceitar estrelar o filme do vilão Morbius, trocando as adaptações dos quadrinhos da DC Comics pelo universo da Marvel controlado pela Sony.
Série baseada em High School Musical é renovada antes da estreia
A plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) anunciou a renovação de “High School Musical: The Musical: The Series” para sua 2ª temporada. Segundo Ricky Strauss, presidente de conteúdo da plataforma, a decisão se deu pela qualidade da leva inicial de episódios. “Estamos confiantes que o mundo, assim como nós, irá querer mais desses personagens incríveis, músicas e momentos de felicidade”, ele disse em comunicado. A série é um dos carros-chefes da divulgação do novo serviço de streaming. Como parte da estratégia de lançamento da plataforma, a atração terá seu primeiro episódio disponibilizado antecipadamente nos canais da Disney nos Estados Unidos – Disney Channel, Freeform e rede ABC. O piloto de “High School Musical: The Musical: The Series” chegará na TV em 8 de novembro, quatro dias antes da inauguração da Disney+ (Disney Plus). O nome um tanto quanto exótico da produção se deve a seu formato metalinguístico. A trama se passa nos bastidores da produção de uma versão escolar do telefilme “High School Musical”. Assim, além de mostrar novos protagonistas e história, cada capítulo também trará um número musical com as canções conhecidas da franquia, durante os ensaios para a estreia de peça. Também serão incluídas canções inéditas no programa, que terá 10 episódios em sua 1ª temporada. O elenco é encabeçado por um ator já conhecido do Disney Channel. Joshua Bassett, que participou da série “A Irmã do Meio” (Stuck in the Middle) vive o protagonista Ricky, que tem um plano ousado para reconquistar sua namorada Nini (Olivia Rodrigo, de “Bizaardvark”, também do Disney Channel): fazer o teste para ser par na produção de “High School Musical” da escola – nos papéis que consagraram Zac Efron e Vanessa Hudgens em 2006. Dá certo. E assim se inicia a trama. O resto do elenco inclui Kate Reinders (“Work It”) como professora e os jovens Sofia Wylie (“Andi Mack”), Matt Cornett (“Life in Pieces”), Dara Renee (“Black-ish”), Julia Lester (“Mom”), Frankie Rodriguez (“Modern Family”), Larry Saperstein (“Porno”) e Mark St. Cyr (“Marshall: Igualdade e Justiça”). Para os fãs brasileiros da franquia, resta a expectativa de que o serviço de streaming da Disney chegue ao país em 2020.
Diretor anuncia final das filmagens do novo Caça-Fantasmas
O diretor Jason Reitman anunciou o final das filmagens do novo “Caça-Fantasmas”. Ele compartilhou a novidade em seu Instagram, revelando que foram 68 dias de trabalho e todo mundo “ainda ri”. A informação foi acompanhada por uma foto de bastidores, em que o cineasta aparece ao lado de seu pai e do elenco, incluindo Carrie Coon (“The Leftovers”), Finn Wolfhard (“Stranger Things”) e Mckenna Grace (“Annabelle 3: De Volta para Casa”). Veja abaixo. Filho de Ivan Reitman, diretor dos primeiros “Caça-Fantasmas” – e que atuou, ainda criança, em “Os Caça-Fantasmas II”, de 1989 – , Jason Reitman revelou que sua versão “seguirá a trajetória do filme original”. Ou seja, será uma continuação de “Os Caça-Fantasmas II”. A sinopse ainda não foi divulgada, mas a trama vai girar em torno da família vivida por Coon, Wolfhard e Grace. Três integrantes do elenco original dos anos 1980 também confirmaram sua participação nas filmagens: Dan Aykroyd, Ernie Hudson e Sigourney Weaver. A estreia está marcada para 10 de julho de 2020. Ver essa foto no Instagram Wrapped! 68 days and still smiling. #GB20 Uma publicação compartilhada por Jason Reitman (@jasonreitman) em 18 de Out, 2019 às 1:51 PDT
Pabllo Vittar volta a transformar clipe em propaganda de bebida
A cara de pau de Pabllo Vittar merece mesmo parabéns, título de seu novo vídeo. Vendido como clipe, na verdade o vídeo de “Parabéns” vende produto de beleza e vodka, a música é só a trilha sonora do comercial. A direção de publicidade até adequou o cenário das gravações à cor dos produtos, conformando-se em ser uma embalagem comercial. Trata-se do cúmulo de uma tendência que já virou corriqueira nos vídeos de Vittar. Não por acaso, um de seus autoproclamados clipes foi até alvo de ação do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar), que abriu representação ética contra o merchandising da cerveja Skol em “Seu Crime”. O Conar estabelece que qualquer pessoa que apareça em peças publicitárias divulgando bebidas alcoólicas deva ser (e aparentar ser) maior de 25 anos. Em todas as informações disponibilizadas na internet, a data de nascimento do artista consta como 1º de novembro de 1994. Mas Vittar apresentou documentos em que comprovaria ser mais velho. Enfim, agora postou outro anúncio de bebida em seu canal no YouTube. Música e anúncio têm participação de Márcio Victor, cantor do grupo de pagode baiano Psirico, o que é um detalhe… interessante, após ele se assumir gay. A direção é do próprio Vittar (que mantém identidade social masculina) em parceria com o coreógrafo Flávio Verne, e deve ter sido inspirada por “Fergalicious”, o clipe de 171 milhões de views em que Fergie também sai de um bolo.












